Artigos da Federaçãooo

“Fortalecer a nossa defesa”

Um problema que Rafael Wildner reconhece que já vem de trás, mas que não coloca em causa o grande objetivo do grupo de trabalho. Com o apoio dos adeptos, e a habitual determinação da formação ilhavense, Wildner está confiante que serão capazes de forçar a negra. A semana está a ser utilizada para afinar estratégias de forma a contrariar alguns pontos fortes do adversário, embora o sucesso nesta final passe por uma melhoria no desempenho defensivo. O jogador não esquece o apoio dos adeptos ao longo de toda a temporada, razão pela qual lhes gostaria de dedicar, e à cidade, o titulo de campeão da Proliga.

 

Chegaram a sentir que o jogo estava ganho? E como explica a reviravolta permitida nos instantes finais do jogo?

 

Tal como aconteceu nos dois jogos anteriores contra o Atlético, sabíamos que não ia ser fácil gerir o final do jogo. Fizemos uns bons 35 minutos de jogo e conseguimos construir uma vantagem de 16 pontos no ultimo período. Estávamos confiantes, mas nunca chegamos a pensar que o jogo estava ganho, pois sabemos que os jogos só terminam no ultimo segundo. Conseguiram aproximar-se nos últimos minutos devido à experiencia da equipa, com jogadores como o Sérgio Ramos ou o Miguel Barroca, e com uma excelente percentagem de acerto, principalmente nos lances livres, conseguiram dar a volta no marcador.

 

Apesar do factor casa, deixaram de ter margem para erro nesta final. Nada que retire tranquilidade à equipa ou abale a sua confiança?

 

A equipa já estava confiante para o primeiro jogo e sabemos que deixámos escapar uma excelente oportunidade para liderar a série. Mas com o apoio do nosso publico, a nossa determinação, sabemos que podemos ganhar o jogo no sábado e levar a eliminatória para a "negra".

 

Será expectável alguns ajustes táticos para este fim de semana? E quais foram os principais problemas criados pelo Atlético no jogo 1?

 

Os ajustes táticos são naturais nesta fase da competição, e é normal que esta semana de treinos seja focada em contrariar ameaças especificas do jogo do Atlético. O Atlético é uma equipa organizada taticamente, que sabe explorar os seus pontos fortes tanto no jogo interior como no jogo exterior. Durante o jogo eles souberam ler bem as situações de jogo, e aproveitaram, quase sempre, os erros defensivos que a nossa equipa cometeu, principalmente nos minutos finais.

 

No ataque, de que forma podem fazer mais e melhor?

 

Sinceramente não acho que o ataque tenha sido o problema e 80 pontos deverão ser suficientes para vencer qualquer equipa. O nosso principal foco vai para o trabalho defensivo no qual teremos que ser capazes de garantir a nossa tabela defensiva, defender bem o 1×1 e  assumir responsabilidade individual e coletiva de modo a fortalecer a nossa defesa.

 

Algo em especial que entenda destacar como sendo decisivo para conquistar o titulo de campe„o da Proliga?

 

Não podia concluir esta entrevista sem dedicar uma palavra especial ao nosso publico que se deslocou em massa até à Tapadinha, e à forma como apoiaram a equipa durante todo o jogo. Para este fim de semana esperamos que os nossos adeptos voltem a encher o nosso pavilhão e que ajudem a equipa a alcançar os seus objectivos. Ílhavo é uma cidade de basquetebol e todos juntos podemos dar esta alegria aos adeptos, ao clube e principalmente à cidade que nos apoiou durante toda a temporada.


“Acreditamos ter o talento e a capacidade para bater qualquer adversário”

Crente nas capacidades da sua equipa, o treinador não aponta favoritos.

Considera que haja alguma equipa favorita nesta Fase Final?

Não. O estado de desenvolvimento e maturação dos jogadores não o permite. Todas as equipas partem "do zero" pelo que quem se apresentar mais forte e consistente no primeiro dia, ganhará vantagem.

 

Que análise faz dos adversários desta Fase Final?

Todas as equipas são fortes e apresentar-se-ão motivadíssimas, pelo que aquilo que aconteceu anteriormente pouco ou nada conta durante este fim de semana. Todas as equipas apresentam soluções capazes nas diversas posições, muitos jogadores com experiência em seleções nacionais e fases finais pelo que estarão garantidas as condições para jogos equilibrados e altamente emotivos.

 

Em que aspetos os seus jogadores terão de ser mais fortes?

Os nossos jogadores deverão estar sempre em estado de superação, conscientes da necessidade de cumprir os planos de jogo e bastante coesos enquanto coletivo. Mantendo estas premissas, acreditamos ter o talento e a capacidade de bater qualquer adversário, respeitando sempre o seu valor e os muitos problemas que nos irão colocar.

 

O Guifões S.C. terminou a I Fase, Zona Norte, na segunda posição, com apenas duas derrotas. O título nacional sempre foi um objetivo prioritário?

A esmagadora maioria do nosso grupo treinou e competiu durante toda a época no campeonato de seniores da Proliga pelo que ao nível do escalão sub 18 fomos colocando objetivos intermédios que passaram pela presença na final 4 distrital (que viríamos a conquistar) e o apuramento para a final 4 nacional pois consideramos importante competir com os melhores sem prejudicar o nosso objetivo maior, desenvolvimento dos jogadores no campeonato de seniores. Deste modo e sendo esta a terceira fase final nacional consecutiva em que estaremos presentes, estamos extremamente satisfeitos com o comportamento e evolução do nosso grupo individual e coletivamente.


“Iremos lutar até à exaustão pela vitória jogo após jogo”

O primeiro lugar obtido na I Fase, Zona Sul, com apenas uma derrota, traz algum tipo de favoritismo ao SL Benfica?

O primeiro lugar foi fruto de uma competição com caráter regular. Esta fase é composta por 3 finais e tem características muito próprias. Penso que à primeira vista não haverá favoritismos para nenhuma das equipas, pois partimos todos em pé de igualdade.

 

Que análise faz dos adversários desta Fase Final?

São quatro equipas de grande qualidade e que têm nas suas fileiras jogadores que podem desbloquear jogos.

 

Em que aspetos os seus jogadores terão de ser mais fortes?

Teremos de ser iguais a nós mesmos, teremos que estar unidos e pensarmos enquanto um. Será necessário que nestes jogos mantenhamos a nossa identidade para podermos ser fortes defensivamente e depois partirmos para o ataque, onde a partilha e velocidade da bola podem e devem ser um fator chave.

 

A reconquista do campeonato, depois do último conquistado em 2013/2014, sempre foi um objetivo prioritário?

O nosso objetivo é proporcionar aos nossos atletas as experiências que lhes permitam chegar ao mais alto nível do basquetebol nacional. Somos um grupo formado por 10 atletas de primeiro ano e por isso mesmo, estarmos numa fase final com este grupo é potenciarmos a sua evolução. Agora queremos desfrutar do momento, sabendo que iremos lutar até à exaustão pela vitória jogo após jogo, sem nunca perdermos a noção da nossa identidade e dos nossos princípios.


“Este tipo de torneio permite surpresas”

Pela primeira vez na história, o clube garantiu a presença numa fase tão adiantada do Campeonato Nacional de Sub 18 Masculinos.

Considera que haja alguma equipa favorita nesta Fase Final?

Considero que duas equipas são favoritas – SLB e Dragon Force. No entanto, este tipo de torneios permite surpresas.

 

Que análise faz dos adversários desta Fase Final?

Sem conhecer profundamente as duas equipas do Norte, posso afirmar que os nossos três adversários vão fornecer muitos atletas para a seleção nacional de sub-18 neste verão. O SL Benfica é uma equipa alta, talentosa e competente com muitas soluções ofensivas e defensivas. Tem jogadores de perímetro capazes de desequilibrar as defesas mais complicadas. Metade desta equipa é do primeiro ano e foi campeã nacional no ano passado em sub-16. Já a Dragon Force é outra equipa com uma estrutura bastante elevada, com talento e conhecimento do jogo. Têm o jogo ofensivo balanceado com muitas soluções. Defendem com alguma agressividade e carregam no ressalto. Por seu turno, o Guifões S.C. é a formação mais baixa do torneio, mas compensa a falta de centímetros com raça e inteligência basquetebolística. Equipa arrumada, onde cada um jogador sabe o seu papel. Defendem com muita agressividade.

 

Em que aspetos os seus jogadores terão de ser mais fortes?

Concentração e intensidade do jogo.

 

O Clube Basket de Queluz terminou a I Fase, Zona Sul, na segunda posição. O título nacional sempre foi um objetivo prioritário?

O que foi prioritário para a equipa do CBQ passou por conseguir, pela primeira vez na história do clube, estar entre as quatro melhores equipas de sub-18. O título nacional não foi um objetivo prioritário até ao passado sábado, quando conseguimos vencer um dos favoritos, o SL Benfica.


“Queremos obviamente ser mais fortes e consistentes em tudo”

A treinadora dos jovens 'dragões', Daniela Gomes, mostra-se confiante na evolução dos seus atletas, não descurando a luta pela vitória nesta competição, que irá decorrer até domingo no Pavilhão Municipal Paulo Pinto, em São João da Madeira. De recordar que os outros dois conjuntos participantes são o SL Benfica e o Guifões S.C.

O primeiro lugar obtido na I Fase, Zona Norte, com apenas uma derrota, traz algum tipo de favoritismo ao Dragon Force?
Obviamente que a consistência obtida na I Fase, Zona Norte, é algo que não deveremos desvalorizar, contudo não acreditamos que a Fase Final seja um espelho claro das fases regulares.

 

Que análise faz dos adversários desta Fase Final?
Estamos a falar de equipas com muita qualidade. Organização tática e qualidade individual são características comuns às 4. Temos consciência de que será uma Fase Final com jogos equilibrados e onde acredito que todas as equipas se superarão.

 

Em que aspetos os seus jogadores terão de ser mais fortes?
Os meus atletas estão ainda em desenvolvimento, daí acredito que todos os dias podem ser mais capazes nas suas vertentes de formação desportiva. Por isso, queremos obviamente ser mais fortes e consistentes em tudo.

 

A conquista do bicampeonato sempre foi um objetivo prioritário?
A DragonForce/FCPorto tem sempre presente no seu ADN o instinto de vitória. Porém "o ganhar" está sempre aliado ao desenvolvimento do atleta como um todo. Acreditamos que a aposta no crescimento de cada um forma equipas mais fortes e capazes de vencer. Assim podemos dizer que para nós a vitória deverá ser uma consequência da evolução dos atletas e da equipa.


“Não consegui recusar”

O internacional português, Sub 16 e Sub 18, viu recompensado o seu trabalho já que recebeu inúmeros convites para integrar bons programas universitários. O atleta português optou por Utah State, uma equipa que compete numa conferencia com qualidade da NCAA, tenso sido uma decisão prontamente tomada depois de uma visita à universidade. Não foi só a questão desportiva que convenceu Diogo Brito, já que curricularmente poderá frequentar o curso que sempre desejou.

 

A aposta numa ida para os Estados Unidos como forma de preparar a entrada na competição universitária foi proveitosa, e o atleta sente-se agora mais preparado e confiante para encarar o enorme desafio que tem agora pela frente. “Acho que ir diretamente para a faculdade ia ser um choque muito grande. O nível é extremamente elevado.

Uma das melhores coisas aqui é que podes ir para o pavilhão treinar sozinho quando te apetecer e isso ajuda muito”.

 

Brito não tem dúvidas que evoluiu no seu jogo, mas existe uma área em que considera que o salto foi mais significativo. “Aquilo que eles chamam de finalizar com contacto. Os jogadores aqui são muito maiores, mais rápidos e mais fortes. Se fores simplesmente fazer um lançamento na passada não tens muitas hipóteses de sucesso. De resto, acho que melhorei tudo um pouco. Mas a parte da finalização foi aquilo que mais tive que trabalhar”.

 

O seu bom trabalho não passou despercebido aos scouters das universidades, e a prova disso mesmo foram os inúmeros convites que recebeu para a próxima temporada. “No final da época muitas faculdades mostraram interesse em mim (Holy Cross, Elon, High Point, Ohio University, Cal Poly e mais algumas). Fui visitar Cal Poly e quando voltei à escola o meu treinador falou-me que Utah State estava muito interessada. Utah State joga numa das melhores conferencias da NCAA: Mount West onde jogam UNLV, Fresno State, San Diego State, etc.)”.

 

Nada como conhecer a escola e o programa desportivo, e não foi difícil para Brito, depois do que viu e conversou, tomar uma decisão rápida e sem grandes dúvidas. “Fui visitar a escola este fim de semana e adorei tudo o que vi. O staff técnico é incrível, as condições de trabalho são simplesmente do melhor nível (arena de jogo, pavilhão de treinos, salas de ginásio e apartamentos)”.

 

Mas não foi a parte desportiva que convenceu o antigo jogador do CD Póvoa e Dragon Force. “Para além disso oferecem também o curso que eu quero, Mechanical Engineering: Aerospace Emphasis. Também adorei a localização em si, uma cidade linda”.

 

A possibilidade de treinar num grupo de trabalho competitivo e com enorme qualidade foi outro factor que contribuiu para convencer Brito. “Outra coisa que também me motivou foi o facto de para o ano treinar todos os dias com o Jaylen Moore: está neste momento a fazer tryouts em diferentes equipas da NBA. No fim da visita tive uma reunião com o treinador, ele perguntou-me se queria assinar e eu não consegui recusar”.

 

O timing para o inicio desta nova aventura já está definido. “Falei com os treinadores, e como não vou fazer summer school, devo ir logo nos primeiros dias de Agosto para me preparar”.

 

Grande nomes do basquetebol, como Jaycee Carrol e Tai Wesley saíram desta faculdade, e ficaremos todos a torcer para que seja igualmente a rampa de lançamento deste jovem talento nacional.


Ticha Penicheiro convidada para alinhar no jogo de celebridades “Bam Bam

De recordar que Ticha Penicheiro é a jogadora com o maior número de assistências de sempre na WNBA (competição que venceu em 2005), assim como detém o recorde de maior número de roubo  de bolas num só jogo. Com um currículo impressionante, recheado de grandes marcas, recordes e chamadas para equipas ideais, há espaço ainda para o nome de Ticha Penicheiro figure no “Hall of Fame” da Universidade de Old Dominion, onde jogou e estudou entre 1994 e 1998, sendo ainda a atleta com o maior número de roubos de bola de sempre naquela faculdade.


FC Porto vence na Luz e adianta-se na final da LPB

Este domingo, haverá novo clássico, às 17 horas, novamente no Pavilhão Fidelidade. Resumidamente o jogo 1 da final da LPB teve duas partes distintas. Durante a 1ª parte esteve melhor a equipa do Benfica, vivendo muito do talento ofensivo de Daequan Cook e da liderança de Mário Fernandes. O 2º tempo foi totalmente dominado por Troy Devries que guiou os dragões á liderança na série. Não só pelos pontos que somou, mas também pelos desequilíbrios que provocava na defesa encarnada, terminados quase sempre com situações confortáveis de finalização.

 

Os primeiros 10 minutos foram totalmente dominados pelos benfiquistas (29-13), sobretudo pela eficácia revelada no tiro de longa distância, embora tenha sido o FC Porto a começar melhor o encontro como 4 pontos consecutivos de Washburn. Mário Fernandes aproveitava como muito acerto a liberdade que lhe era concedida nas situações de bloqueio direto, e Cook mostrava os seus dotes de colocar a bola dentro do cesto.

 

Aos poucos, os azuis e brancos foram recuperando a sua eficácia no capitulo do tiro, alteraram a forma de defender os bloqueios diretos para uma solução bastante mais agressiva (2×1), e conseguiram aumentar o ritmo do jogo. Os triplos começaram a cair, e a meio do período os dragões já só perdiam por sete pontos (26-33). Na parte final do 1º tempo, o ataque do Benfica foi à procura de isolamentos de Cook nas posições de poste baixo, uma aposta ganha já que chegou ao intervalo a vencer confortavelmente por quinze pontos de diferença (47-32).

 

Na etapa complementar, a formação portista surgiu muito mais agressiva a defender e a luta das tabelas deixou de ser um problema (16 vs 22 ao intervalo), passando a ser os comandados de Moncho López a beneficiarem de mais posses de bola e segundos lançamentos, fruto de uma boa presença no ressalto ofensivo. Muito cedo no quarto, Wilson e João Soares tiveram de ir para o banco com a 3ª falta, Cook parecia ter desaparecido do jogo, Radic mostrava alguma presença nas áreas próximas do cesto mas não conseguia concretizar em situações aparentemente muito favoráveis. Gentry não se mostrava numa tarde de grande inspiração a lançar ao cesto, mesmo de zonas onde costuma ser infalível, e o ataque do Benfica ressentia-se na sua produtividade ofensiva.

 

O FC Porto voltou a mostrar toda a sua agressividade ofensiva com as penetrações em drible, e DeVries começou a dar espetáculo. Dois triplos consecutivos do norte-americano, a 3 minutos do final do período, reduziam a diferença para sete pontos (47-54), mas uma boa ação individual de Mário Fernandes fixava o resultado final do quarto, em 57-59 favorável ao Benfica.

 

DeVries continuava com a mão quente, e o ataque do FC Porto conseguia explorar melhor e envolver mais o norte-americano nas suas ações ofensivas. Foram vários os triplos que marcou no derradeiro período, mas dois consecutivos colocavam os dragões a perder pela diferença mínima (60-61), sensivelmente a meio do quarto. O FC Porto passa para o comando a 3.29 do fim (67-65), e Carlos Lisboa, sem que todos tivessem percebido, tenta uma boxe and one a DeVries como forma de condicionar o sucesso atacante do extremo portista. Mas duas faltas em ato de lançamento de 3 pontos deitam por terra a estratégia defensiva do Benfica. A defesa encarnada, nos últimos minutos, mostrou-se muito vulnerável às penetrações em drible, não foi capaz de parar a boa circulação de bola do ataque dos azuis e brancos, e sentiu enormes dificuldades para dominar a sua tabela defensiva. Muitos problemas que acabaram por ditar a derrota, embora um triplo de Mário Fernandes, a 58 segundos do termo do encontro, ainda trouxesse alguma esperança (72-75).

 

O norte-americano Troy DeVries (30 pontos, 6/9 de 3pts e 5 assistências) teve a capacidade de alterar por completo o rumo do encontro, mostrou-se influente de diversas formas e liderou de forma soberba o FC Porto à liderança da série. Nick Washburn, ainda que prejudicado pelo problema das faltas, fez um jogo positivo, tal como José Silva (10 pontos e 4 assistências). Arnett Hallman (6 pontos e 7 ressaltos) acabou por ser determinante na parte final do encontro pela capacidade de ressalto, intimidação e defensiva que veio acrescentar à equipa azul e branca.

 

O base Mário Fernandes (14 pontos e 5 assistências), com exceção feita a alguns passes arriscados na parte final do jogo, esteve muito bem no comando do ataque encarnado, e Cook (18 pontos) ainda não foi desta que conseguiu ser consistente os 40 minutos. Ivica Radic, apesar de ter somado um duplo-duplo (12 pontos e 12 ressaltos), não consegue ser dominador no jogo interior. João Soares (11 pontos e 3 assistências) voltou a ser sinónimo de entrega.


G.D.Gafanha sagra-se campeão nacional da 1.ª Divisão Feminina

As comandadas de Joanna Vieira estiveram sempre na frente do marcador, acabando por vencer naturalmente.

 

Perante uma numerosa assistência no Pavilhão "Os Marialvas", a formação da Gafanha revelou-se muito forte, construindo a vitória na primeira parte, para depois ir gerindo o resultado. Aliás, podemos afirmar que o Académico, orientado por Américo Santos, começou a distanciar-se quase irremediavelmente logo no início da partida, fase na qual esteve a perder por 9-0, não pontuando nos primeiros 5 minutos.

 

À entrada para o segundo quarto, o Gafanha já vencia por 20-11, sendo que a toada se manteve, com o conjunto do distrito de Aveiro a não permitir grandes veleidades ao adversário, mostrando melhores índices nos lançamentos de 2 pontos e nos ressaltos. Prova disso, o Gafanha foi para o intervalo a vencer por 15 pontos de vantagem, graças a um resultado de 42-27.

 

Na etapa complementar, o ritmo abrandou claramente. O Gafanha tratou de procurar conservar a situação, não deixando que o Académico se aproximasse verdadeiramente no marcador, sendo que o terceiro período acabou por ser a fase do desafio com menor pontuação (10-10 foi o resultado verificado antes do derradeiro quarto).

 

A missão antevia-se espinhosa para o Académico, campeão neste escalão por 3 vezes, ao ter de anular uma acentuada desvantagem. As jogadoras da Invicta deram tudo no último período, melhorando claramente a sua performance, sendo que em termos de jogo exterior o Académico registou uma eficácia superior. Contudo, a subida de rendimento não seria suficiente, já que o Gafanha acabou por bater a formação nortenha por 68-57.

 

No que diz respeito a marcas individuais, e em relação ao Gafanha, Joana Canastra deu espetáculo com 28 pontos e 9 ressaltos, enquanto Djenifer Monteiro obteve 17 pontos e 9 ressaltos. Por seu turno,  na equipa do Académico, Francisca César (11 pontos) e Andreia Oliveira (10 ressaltos) deram nas vistas.

 

De referir, mais uma vez, o excelente número de espectadores verificado nesta tarde de basquetebol, em Cantanhede, sendo que G.D.Gafanha e Académico FC irão disputar a Liga Feminina na próxima época.


Secretário de Estado da Juventude e Desporto visita Seleção Feminina de Sub 17

As nossas jogadoras encontram-se num estágio de preparação em Lousada para o Mundial da categoria, que irá decorrer em Saragoça de 22 de junho a 2 de julho.

O dia ficou marcado pela visita oficial de elementos ligados a divesas entidades à Seleção Nacional Feminina de Sub 17, que quiseram ficar a conhecer o local de estágio das atletas – Complexo Desportivo de Lousada – além da Escola Secundária da cidade, local no qual as nossas estrelas têm estudado, de forma a não descurar a preparação para os exames nacionais, sendo que o estabelecimento de ensino também acolheu um almoço entre todas as partes.

Entre a comitiva, saliência para a presença de João Paulo Rebelo, Secretário de Estado da Juventude e Desporto, que prometeu fazer de tudo para se deslocar a Saragoça e que desejou os melhores votos para a seleção, sendo que este se fez acompanhar por um dos elementos do seu gabinete, o ex-nadador olímpico Nuno Laurentino.

Integraram ainda o staff, Antonieta Lima (Adjunta do Secretário de Estado da Educação), Manuel Fernandes (Presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol), Pedro Machado (Presidente da Câmara Municipal de Lousada, que também desejou as maiores felicidades a todo o grupo de trabalho), António Augusto Silva (vereador do Desporto da mesma autarquia), Filipe Plácido (Diretor do Agrupamento de Escolas de Lousada), Vítor Carneiro (Presidente da Associação de Basquetebol do Porto), António Sousa (Presidente do Lousada Atlético Clube) e Nuno Manaia (Adjunto do Diretor-Técnico Nacional de Basquetebol).

De recordar que Portugal irá iniciar a sua campanha no Mundial a 22 de junho, frente à Espanha, no jogo de abertura da competição. As comandadas de Agostinho Pinto contarão ainda com Brasil e Mali no Grupo D.


“Máxima intensidade, concentração e ambição”

Em declarações à BTV, Tomás Barroso reconhece que a equipa encarnada não se mostrou consistente durante a meia-final, mas garante que o grupo saiu reforçado e está focado e determinado em conquistar o penta. A final, disputada à melhor de cinco jogos, começa já no fim de semana, com os dois primeiros jogos a terem lugar no Pavilhão Fidelidade, sábado às 17h30, e no dia seguinte às 17 horas.

 

Depois do enorme “susto” frente à Oliveirense, o base encarnado não quer que se repitam alguns erros cometidos na ronda anterior. O adversário, com muito mérito, causou enormes dificuldades, e expôs alguns problemas que o Benfica terá de resolver num curto espaço de tempo. Mas nem tudo foi negativo. “A equipa está bem psicologicamente, alcançámos a final. Não fomos regulares durante a série, perdemos alguns jogos e temos de estar mais concentrados”.

 

As finais jogam-se para se vencerem, e esta não foge à regra. O base tem consciência que o Benfica está obrigado a estar ao seu melhor nível em vários capítulos do jogo. “Vamos jogar com a máxima intensidade, concentração e ambição de vencer esta Final”.

 

Os atuais campeões nacionais dispõem da vantagem fator casa, mas já esta temporada os dragões mostraram que são capazes de surpreender os encarnados em Lisboa. Daí o apelo de Barroso aos simpatizantes do Benfica, no sentido de criarem um ambiente favorável e motivador para a equipa liderada por Carlos Lisboa. “Os adeptos são sempre muito importantes, esperamos que nos venham apoiar”.


Moncho López: “O que nos importa é vencer três jogos”

Moncho López, em entrevista ao site oficial do FC Porto, não se mostrou surpreendido pelos problemas criados pela Oliveirense, e já só pensa vencer três jogos aos atuais campeões nacionais. Apesar de ter chegado invicto nos playoffs até esta final, o técnico azul e branco diz que não foi fácil a caminhada da sua equipa, que chega a esta fase decisiva da temporada num bom momento de forma. O base André Bessa antevê uma final muito disputada, relembra que o FC Porto ainda não perdeu nestes playoffs, pelo que está muito confiante para destronar o Benfica como campeão nacional. No domingo, a partir das 17h00, no mesmo recinto, joga-se o segundo jogo desta final.

 

“Quem conhece a Oliveirense e o que fez durante a época não fica surpreendido que tenham conseguido equilibrar a eliminatória. O trabalho tático e a motivação permitiu à Oliveirense ter mesmo possibilidade de vencer e chegar à final. Qualquer um poderia ter vencido. Agora, o que nos importa é vencer três jogos. Não faço contas, temos é que vencer três jogos. Para mim, é igual vencer os três últimos, os três primeiros ou de forma alternada. Na minha mente, neste momento, está apenas o jogo um e confio que a minha equipa seja capaz de anular o fator casa, até porque já provámos ser capazes de vencer na Luz esta época. Temos jogado em pavilhões bem compostos, como em Guimarães e Ovar, nos quais ganhámos, e acredito que a equipa pode não acusar a pressão de começar a série jogando fora”, afirmou Moncho López.

 

Sublinhando os bons índices físicos e psicológicos apresentados pelo FC Porto nesta fase da época, o técnico espanhol falou de uma final entre os “plantéis mais fortes”, ainda que a Oliveirense também tenha mostrado argumentos para lá ter chegado. “Estamos num bom momento físico e anímico, como também deve estar o outro finalista. O caminho foi diferente, mas o nosso percurso não foi mais fácil. Tivemos menos jogos, mas as nossas vitórias foram tão complicadas como as do Benfica. Nesse sentido, estamos tranquilos, pois sentimos que estamos bem. O adversário vai exigir o melhor de nós, mas estamos preparados. Vão defrontar-se duas das equipas que melhor jogam no campeonato e as que têm os plantéis mais fortes, mas a Oliveirense também poderia estar aqui”.

 

André Bessa: “Vencerá quem estiver melhor preparado”

 

André Bessa, base e capitão dos Dragões, reiterou o “bom momento” portista e perspetivou “jogos muito competitivos” na eliminatória que vai decidir o campeão nacional 2015/16. “Já estávamos à espera que fosse difícil para o Benfica passar as meias-finais, mas isso demonstra que, este ano, a Liga é mais competitiva. Não nos surpreendeu a luta que a Oliveirense deu ao Benfica e podia perfeitamente ter ganho o quinto jogo. Diminuímos a diferença em relação a eles ao longo da época e tenho a certeza de que serão jogos muito competitivos. Só o fator casa pode dar algum favoritismo ao Benfica, mas irá vencer quem estiver melhor preparado. Estamos num bom momento e temos seis vitórias seguidas nos Playoffs, o que nos dá mais confiança”, disse o base dos dragões ao site do clube.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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