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“Se conseguirmos estar em boas condições físicas, seremos certamente um forte candidato ao título”

O GDESSA terminou a Fase Regular – Zona Sul na primeira posição, com apenas uma derrota. Acha que essa prestação traz algum tipo de favoritismo à equipa para esta Fase Final?

Não penso que sejamos favoritos pelo facto de termos ficado em em primeiro  lugar na Zona Sul, até porque terminámos em igualdade pontual com a Quinta dos Lombos, que nos venceu na última partida que realizámos nesta fase. 

 

O título nacional sempre foi um grande objetivo para esta temporada?

Todas as épocas temos dois objetivos para este escalão de Sub 19: conseguir que algumas destas jovens consigam evoluir de modo a integrar a nossa equipa sénior a curto/médio prazo e, como objetivo competitivo, estar presente na Fase Final, onde estarão as 4 melhores equipas.

 

Como classifica as equipas adversárias que terão pela frente?

O CPN é um clube muito habituado a estas Fases Finais e é o atual Campeão Nacional. O CD Póvoa é um clube muito organizado, com um longo historial na modalidade e joga em casa. A Quinta dos Lombos é uma excelente equipa, que já nos venceu esta época.

 

Em que aspetos as suas jogadoras terão de ser mais fortes para vencer a competição?

A nossa equipa depende muito do grupo de atletas que fizeram parte da equipa de seniores, com muito sucesso. Temos algumas jogadoras deste grupo juniores/seniores algo desgastadas, mas temos estado a tentar gerir essa situação. Se conseguirmos estar em boas condições físicas, seremos certamente um forte candidato ao título.  


“Julgo que temos equipa para estar no mesmo patamar das nossas adversárias”

Sente alguma dose de favoritismo depois da sua equipa ter terminado a Fase Regular – Zona Sul apenas com uma derrota?

Gostamos de ser um clube competitivo e jogamos sempre com essa atitude, fizemos uma fase regular meritória, sem dúvida, mas não julgo que o facto de termos perdido apenas um jogo seja sinónimo de algum ou qualquer favoritismo. 

 

O título nacional sempre foi um grande objetivo para esta temporada?

Não, o grande objetivo foi sempre estar presente nos momentos decisórios das competições em que estamos envolvidos. Estes momentos de confronto com as melhores equipas são importantes na evolução das nossas jogadoras mas é natural que, assim como o Desportivo da Póvoa, o CPN e o GDESSA, queiramos fazer o melhor resultado possível.

 

Como classifica as equipas adversárias que terão pela frente?

Todos os clubes adversários presentes na fase final são presenças regulares nesta fase da competição nacional e conhecidos pela qualidade do trabalho desenvolvido na formação de jogadoras. São equipas bem estruturadas ofensivamente, defensivamente provocam muitas dificuldades e acima de tudo competem para ganhar. Teremos três adversários com grande qualidade e vários argumentos, felizmente julgo que temos equipa para estar nesse mesmo patamar.

 

Em que aspetos as suas jogadoras terão de ser mais fortes para vencer a competição?

Em vários, no entanto focamos sempre mais a qualidade e consistência defensiva como a premissa base da nossa equipa. Estas competições são equilibradas, todos têm pontos mais fortes do que outros, as motivações estão altas e uma maior consistência ao longo do jogo poderá ser a grande vantagem.


“Tentaremos usar o fator casa a nosso favor”

Na sua opinião, o facto do CD Póvoa acolher esta fase final acaba por dar à sua equipa alguma dose de favoritismo?

Em teoria, sim! Contudo, porque estamos perante adversários habituados a estar presentes em pontos altos, penso que esse não será o fator determinante. Para além disso, existe sempre uma gestão emocional que é preciso cuidar para que não se vire contra nós. Na prática, certamente que tentaremos usar esse facto a nosso favor.

 

O título nacional sempre foi um grande objetivo para esta temporada?

O grupo de atletas é ambicioso. O facto de nos últimos anos uma parte deste grupo de jogadoras ter estado presente em duas finais nacionais fez com que esse fosse um pensamento presente em todo o grupo. No entanto, fomos sempre colocando objetivos intermédios que culminaram na presença na fase final. Como sempre disse ao grupo, considero "o título nacional" uma consequência e não um verdadeiro objetivo.

 

Como classifica as equipas adversárias que terão pela frente?

São equipas com elevada qualidade individual e coletiva. Contam com a presença de jogadoras internacionais, habituadas a presenças em pontos altos nacionais e internacionais. O CPN é uma equipa que já defrontámos várias vezes este ano, e por isso mesmo conhecemos o seu potencial tático, coletivo e individual. As equipas do sul (Lombos e GDESSA) são equipas que apresentam experiência e ritmo competitivo elevadíssimo que advêm da sua presença na maior competição nacional, a Liga Feminina de Basquetebol.

 

Em que aspetos as suas jogadoras terão de ser mais fortes para vencer a competição?

Primeiro, teremos que ter uma capacidade de superação constante, sem perder o controlo emocional. Segundo, teremos que ser uma equipa coesa a defender e fazer desta a nossa maior arma. Terceiro, teremos que ser coletivos a atacar. Por último, teremos que ser ainda mais solidários.

 


“Tudo faremos para elevar o nosso CPN bem alto”

Francisco Costa, treinador da formação de Ermesinde, que terminou a Fase Regular – Zona Norte na liderança, espera dificuldades, mas promete muita luta e dedicação para que o CPN revalide o título nacional conquistado na época anterior.

 

O CPN terminou a Fase Regular – Zona Norte na primeira posição. Acha que essa prestação traz algum tipo de favoritismo à equipa para esta Fase Final?

Entendo o porquê da questão, mas honestamente não. Durante a época, todas as partidas com a equipa do Norte (CD Póvoa) também apurada foram marcadas pelo equilíbrio – apesar de dois jogos com margens algo dilatadas, um para cada lado – e sabemos que do Sul vêm duas equipas onde grande parte das atletas evolui na Liga Feminina, pelo que por estes motivos, não creio que traga qualquer tipo de favoritismo, mas sabemos que representamos o clube Campeão Nacional em título, estamos conscientes "dessa responsabilidade", e estamos preparados para dar o nosso máximo, o nosso melhor nestes três dias.

 

O título nacional sempre foi um grande objetivo para esta temporada?

Desde o início da época que fomos colocando objetivos intermédios – apuramento para a Fase Final Distrital, Título Distrital e apuramento para a Fase Final Nacional, tendo alcançado com sucesso todos os objetivos. Estamos pelo 3º ano consecutivo na Fase Final Nacional de Sub-19, sabemos o quanto é importante uma boa entrada na Final 4 e que neste três dias, tudo é possível!

 

Como classifica as equipas adversárias que terão pela frente?

Serão sem dúvida alguma três adversários complicados. Obviamente que temos um melhor conhecimento do CD Póvoa, equipa contra a qual já jogámos 5 vezes esta época, e que se caracteriza por ter um cinco base forte e consistente, e decerto que jogando em casa irá ter uma palavra a dizer, sem dúvida alguma. O GDESSA e a Quinta  dos Lombos são duas equipas que ainda no mês passado marcaram presença na Fase Final da Liga Feminina, tendo atletas Sub-19 a fazer parte desses plantéis, algumas com papel de relevo e preponderantes, pelo que serão sempre equipas fortes, intensas! Como disse no início, três adversários complicados, mas não inalcançáveis!

 

Em que aspetos as suas jogadoras terão de ser mais fortes para vencer a competição?

Este foi um ano algo atribulado para este grupo, onde entre subidas de escalão e lesões, da equipa que no ano passado se sagrou campeã nacional estão seis atletas prontas para atacar esta Fase Final, logo é um grupo completamente diferente do anterior. Diferente nos nomes, mas não na vontade, querer e determinação, características que são imagem de marca do  nosso clube. Sabemos das nossas capacidades, pelo que teremos de ser acima de tudo, fortes mentalmente, de maneira a encarar esta fase final com a seriedade necessária. E por isso posso garantir de antemão que este será um grupo que mais uma vez tudo fará para elevar o nosso CPN bem alto


“Vitórias em playoffs passam principalmente pela defesa”

Isso implica vencer um jogo na ilha Terceira, um campo que Miguel Barroca considera ser sempre complicado, e perante um adversário com muita qualidade. Para vencer nos Açores, o base do clube da Tapadinha aposta na continuidade de uma boa defesa, e no ataque a equipa tem de continuar a ser agressiva perante qualquer tipo de defesa. O grupo está naturalmente entusiasmado, mas Miguel relembra que nada ainda foi alcançado. O facto de os insulares não terem margem para erro poderá ser explorado pelo conjunto de Alcântara no jogo 2 agendado para o próximo sábado, às 20h30. O jogo 3, caso seja necessário, será igualmente disputado no Pav. Tomás de Borba, na ilha Terceira, no domingo pelas 16 horas.

 

O jogo 1 foi muito equilibrado durante 30 minutos. O que ditou a vossa superioridade, e permitiu conseguirem um parcial de 22-6 durante o 3º periodo do encontro?

 

Continuámos a acreditar no plano que estava definido e mantivemos o controlo emocional. Estivemos muito concentrados na defesa, contestando todos os lançamentos e tentando garantir ao máximo a luta das tabelas, principalmente a nossa.

 

Sofreram 53 pontos, sinal que a defesa foi o segredo da vitória? E quais as principais preocupações defensivas que terão de se manter até final da eliminatória?

 

Não é segredo nenhum que quem defende bem tem mais hipóteses de ganhar jogos. O Terceira é uma equipa que alterna bastante bem o jogo exterior com o jogo interior, e o nosso objectivo é tentar tirá-los dos seus movimentos de forma a obrigá-los a lançar fora das suas posições mais confortáveis. É também uma equipa que gosta de correr e passa por nós não permitir que o façam.

 

Os 28 lances-livres de que beneficiaram traduzem agressividade ofensiva da vossa parte? E se foi o aspeto do jogo que fez a diferença entre as duas equipas?

 

Estivemos muito agressivos a atacar, tanto contra homem como contra zona, e conseguimos com isso ganhar muitas idas para a linha de lance livre. Sabemos que temos que atacá-los não só para ganhar faltas como também para libertar os nossos atiradores.

 

Numa análise ao jogo 1, acha que o Atlético pode e deve fazer melhor em alguma área do jogo?

 

Há sempre espaço para melhorar, não há jogos perfeitos. Já começámos a preparar o próximo jogo, analisando o anterior e melhorando certos aspectos. Como disse anteriormente, sabemos que as vitórias em playoffs passam principalmente pela defesa e esse deve ser o nosso foco principal.

 

Qual o estado de espírito da equipa sabendo que estão a uma vitória de garantir a subida de divisão?

 

Estamos calmos, confiantes e motivados. Não é altura de euforias porque ainda não conquistámos nada e precisamos de uma vitória em casa de um adversário muito forte, num pavilhão sempre difícil. Por outro lado, sabemos que eles neste momento estão com uma maior pressão porque uma derrota no sábado acaba com a época deles. Queremos que essa pressão jogue a nosso favor. 


Oliveirense vence Rio Maior Basket (71-65) e fica na expectativa

Fruto de uma boa gestão do encontro, a Oliveirense acabou por conseguir um importante triunfo diante do Rio Maior, numa partida durante a qual a formação de Oliveira de Azeméis esteve quase sempre na frente do marcador, apesar de raras vezes terem existido grandes vantagens.

No primeiro período, o desafio foi muito equilibrado. O conjunto de Rio Maior, orientado por Teresa Barata, surgiu em campo de uma forma desinibida, depois das duas derrotas averbadas em outros tantos jogos, ajudando ao espetáculo. Como tal, após os 10 minutos iniciais, verificava-se um resultado de 16-15 favorável à Oliveirense.

Apesar de nunca se distanciar muito no marcador, a Oliveirense, comandada por Ricardo Guimarães, foi-se mantendo na liderança, constriundo uma vantagem de cinco pontos até ao intervalo (34-29).

Na etapa complemantar, o equilíbrio foi a nota dominante. A Oliveirense revelava-se mais eficaz no jogo exterior, ao passo que a equipa da Cidade do Desporto se mostrava mais certeira em matéria de lançamentos de dois pontos. Contudo, esse acerto não foi suficiente para qualquer tipo de reviravolta, já que no término do terceiro período a vantagem oliveirense continuava a ser de cinco pontos (55-50).

O derradeiro quarto não fugiu à regra, com ambos as formações a exibirem um rendimento muito nivelado. A Oliveirense conseguiu gerir os acontecimentos, num período que terminou com o parcial de 16-15 para a turma de Oliveira de Azeméis, fazendo com que o resultado final se cifrasse em 71-65.

Em termos individuais, na Oliveirense, destaque para o duplo-duplo de Carolina Anacleto (21 pontos e 16 ressaltos) e para Cátia Soares (22 pontos), enquanto pelo Rio Maior estiveram em plano de evidência Vânia Sengo (30 pontos e 12 ressaltos) e Mariana Silva (20 pontos e 12 ressaltos), ambas com a obtenção de um duplo-duplo.


Vitória SC vence Rio Maior Basket (77-56) e aproxima-se do título

Desta feita, a formação minhota bateu o Rio Maior Basket por 77-56, depois de ter estado na frente do marcador logo desde início. Já a equipa de Rio Maior deixou de ter hipóteses de chegar ao título, ao averbar mais um desaire.

Foi com naturalidade que o Vitória SC, líder da Fase Regular – Zona Norte, levou a melhor nesta partida, depois de ter comandado as operações desde muito cedo. Na qualidade de anfitrião, o conjunto vimaranense foi superior e justificou o triunfo, face a um Rio Maior Basket que também tem provado o porquê de ter chegado a esta fase da prova.

Logo no primeiro período, a equipa orientada por Tam Ling entrou com tudo, decidida a resolver a questão o mais depressa possível, sendo que após os 10 minutos iniciais o resultado já registava um 21-12. No segundo quarto, a toada manteve-se, com as jogadoras vitorianas a revelarem maior acerto e intensidade, acabando por cavar um fosso de 15 pontos à entrada para o intervalo (40-25).

O terceiro período foi o mais bem jogado, com muitos pontos. A turma de Rio Maior, treinada por Teresa Barata, surgiu mais desinibida e acutilante, mas o adversário minhoto não esmoreceu, o que se traduziu num excelente espetáculo, como atesta o 27-24 verificado neste quarto, deixando o resultado em 67-49.

Com quase tudo decidido, o último período foi o mais desinteressante, com baixos índices de eficácia. A questão estava resolvida, o Vitória caminhava para um triufo muito importante, enquanta a formação oriunda da Cidade do Desporto dizia adeus ao título. No final, o marcador registiu um 77-56 favorável ao Vitória, que teve em Nanci Barbosa (20 pontos), Ana Oliveira (18 pontos) e Ana Pedroso (11 ressaltos) as suas maiores figuras. Em relação ao Rio Maior Basket, de destacar o duplo-duplo de Vânia Sengo (20 pontos e 13 ressaltos) e a prestação de Mariana Silva (17 pontos e 9 ressaltos).


Oliveirense bate Carnide em jogo emocionante por 60-55

Que excelente propaganda para a modalidade, aquela que Oliveirense e Carnide protagonizaram em Guimarães, no jogo que abriu o segundo dia da Fase Final do Campeonato Nacional da 2.ª Divisão Feminina. Quase sempre em desvantagem no marcador, a formação de Oliveira de Azeméis logrou empatar o desafio à beira do final, acabando por levar a melhor no prolongamento.

O primeiro período foi equilibrado, verificando-se logo aí registos semelhantes em matéria de eficácia, o que se traduziu num 9-8 favorável ao Carnide após os 10 minutos iniciais. Porém, no segundo quarto, o conjunto lisboeta, que terminou a Fase Regular na liderança da Zona Sul, assumiu um maior controlo do desafio, embora nunca se distanciando muito no resultado, indo para o intervalo a vencer por 25-19.

No reatar do jogo, a dinâmica manteve-se. A equipa do Carnide parecia mais confiante, também motivada pela vitória da véspera, enquanto a Oliveirense sabia que perdendo diria adeus ao sonho do título, e a verdade é que as comandadas de Hélder Serranho ainda se colocaram com uma vantagem maior, chegando ao final do terceiro período com uma vantagem de 11 pontos (38-27).

E seria no derradeiro quarto que tudo acabaria por mudar. A Oliveirense, orientada por Ricardo Guimarães, encheu-se de brio e encetou uma espetacular recuperação, aproximando-se cada vez mais do conjunto de Carnide. À entrada para os últimos minutos, a vantagem das lisboetas já era de apenas 3 pontos, até que a Oliveirense empatou mesmo muito perto do final, a 48 pontos, levando a questão para prolongamento (21-10 foi o resultado do quarto período, para a turma de Oliveira de Azeméis).

No tempo extra, a Oliveirense manteve a inspiração, acabando por consumar a reviravolta no marcador com um parcial de 12-7, que colocou o resultado final em 60-55.

Em termos individuais, e em relação à Oliveirense, destaque para os 23 pontos de Cátia Soares e para o duplo-duplo de Carolina Anacleto (13 pontos e 12 ressaltos). Por seu turno, do lado do Carnide, de relevar a grande atuação de Mafalda Marques com um duplo-duplo (17 pontos e 21 ressaltos), enquanto Maria Santos registou 9 pontos e 7 ressaltos.


“No desporto nada é impossível”

Defrontar o SL Benfica na meia-final é um grande desafio, isto depois de uma dura batalha na 1ª ronda. A Oliveirense teve pouco tempo para preparar os dois jogos deste fim de semana, mas poderá beneficiar do facto de já ter defrontado por sete vezes esta temporada os benfiquistas. Coll considera um objetivo complicado chegar à final, mas para alcança-lo a Oliveirense, mais do que nunca, terá que ter um desempenho defensivo de excelência, contestar todos os lançamentos, equilibrar a luta das tabelas, tomar boas decisões no ataque, e a equipa estar sempre acima do individual.

 

A série com o Galitos-Barreiro complicou-se e acabou por ser só decidida no 5º jogo. Que ensinamentos retiram da ronda anterior de forma a poderem ser ainda mais competitivos frente ao SL Benfica?

 

Sabíamos que ia ser uma série muito difícil por causa da qualidade do rival. Apesar das lesões, foram capazes de jogar muito bem. Só conseguimos ganhar esta eliminatória quando apostámos na defesa, limitando a capacidade ofensiva do adversário e não permitindo cestos fáceis.

Contra o Benfica, o melhor ataque da Liga, vamos ter de ser ainda mais fortes e tentar dominar a luta nas tabelas para termos mais hipóteses de vitória.

 

O facto de terem menos tempo para recuperar e preparar este playoff poderá ser um problema acrescido para os dois jogos deste fim de semana?

 

Claro que teria sido muito melhor se tivéssemos sido capazes de fechar a série no Barreiro, e se tivéssemos toda a semana para preparar os jogos contra o Benfica. Mas temos de nos adaptar ao calendário apertado. Já defrontámos o Benfica 7 vezes esta época, pelo que conhecemos a equipa perfeitamente e temos consciência do que são capazes de fazer.

 

No último jogo da 2ª fase conseguiram vencer em casa o Benfica (84-77). O plano de jogo mudou para esse encontro? Ou apenas conseguiram pôr em prática a estratégia definida pelo treinador?

 

O plano do jogo é mais ou menos sempre o mesmo com pequenas variações de acordo com o adversário: agressividade na defesa, procurando baixar as médias anotadoras dos rivais, jogar tranquilamente no ataque à procura da melhor solução ofensiva e manter a equipa unida, sobrepondo o sucesso da equipa ao individual.

 

Nas derrotas com o Benfica a luta das tabelas tem vos sido sempre muito desfavorável. Concorda que talvez seja a área do jogo mais importante para conseguirem equilibrar os jogos com o Benfica? E sendo um poste, se não sente que os maiores desiquilíbrios entre as duas equipas têm acontecido nas posições de extremo?

 

O Benfica tem maior qualidade do que nós tanto nas posições interiores como nas exteriores, pelo que para equilibrar os jogos temos de jogar melhor como equipa. Se formos capazes de chegar ao final do jogo com o marcador equilibrado, com certeza vamos ter as nossas opções de vitória.

 

Uma Oliveirense ao seu melhor nível conseguirá chegar à final?

 

A final é um objetivo muito difícil, mas no desporto nada é impossível. Nós tudo faremos para tentar passar esta eliminatória. Mas o Benfica é claramente favorito para atingir a final.


“Os jogos são encarados como uma final”

Tomás Barroso, em declarações à BTV, fez a antevisão da jornada dupla deste fim de semana, que espera ser de sucesso. Recentemente os encarnados foram derrotados pela formação de Oliveira de Azeméis, um alerta para os benfiquistas, e o base ainda tem presente esse desaire. Apesar de a série ser decidida à melhor de 5 jogos, cada jogo, no entender de Tomás Barroso, terá de ser encarado como uma final. Pois só assim o Benfica será capaz de renovar o seu titulo de campeão nacional. O Benfica enfrenta a Oliveirense no sábado e no domingo, no Pavilhão Fidelidade. Ambos os encontros estão agendados para as 15h30.

 

“Vão ser dois jogos completamente diferentes, onde vamos tentar aproveitar o fator-casa e conseguir as duas vitórias. Sabemos que vamos ter dificuldades, já experimentámos a derrota com a Oliveirense e não queremos repetir esse resultado. Vamos dar tudo para alcançar o objetivo”.

 

O Benfica quer sagrar-se pentacampeão nacional, mas antes de pensar na final, Tomás está focado na eliminatória com a Oliveirense. Vencer os dois jogos deste fim de semana colocaria os encarnados mais próximos do seu principal objetivo da temporada. “Temos o nosso foco que passa por ser campeão da LPB e é com essa motivação que vamos tentar alcançar as duas vitórias”, disse.

 

Pensar jogo a jogo, é a forma apontada pelo base para que o Benfica possa ultrapassar um adversário que tentará certamente recuperar nesta jornada dupla o factor casa. “Os jogos são encarados como uma final. Só pensamos num depois de jogarmos o outro. A Oliveirense é uma equipa bem trabalhada, com boas e muitas soluções. Vai tentar colocar pressão”.


Regional de Sub 16 Masculinos em discussão na Ilha de São Miguel

A prova irá contar com a participação da equipa da casa, a Associação Juvenil Clube Operário Desportivo (AJOCD), e com o Terceira Automóvel Clube (TAC), que representa a Associação de Basquetebol da Ilha Terceira.

 

 

Esta segunda fase do Regional é o culminar de uma competição que teve início na Ilha Terceira, com a participação de quatro clubes – Angra Basket, Fayal Sport Club, TAC e AJCOD, em representação das três associações açorianas. Nesta fase, o AJCOD ganhou os três encontros, ficando em primeiro lugar e tendo o direito de disputar a segunda fase em casa.

 

A equipa que ganhar dois jogos será a Campeã Regional de Sub-16 Masculinos.

 

Estes encontros terão arbitragem de elementos do CAD das Ilhas de São Miguel e da Terceira.


“Acreditar no trabalho realizado”

Foram vários os jogadores que saíram da equipa com a época em andamento, ajustes que foram necessários fazer no plantel, mas nem isso impediu os terceirenses de poderem discutir o acesso ao escalão principal. Mesmo depois de uma fase menos conseguida, a equipa açoriana conseguiu garantir o 2º lugar, e Miguel Romão acha que o factor casa possa ser uma vantagem. O atleta insular quer dar continuidade aos bons resultados frente ao Atlético, mas para isso Terceira terá que ser fiel aos valores que lhe permitiram chegar até esta fase da competição. A experiência, no entender do base, não será um problema, para quem bastará colocar em campo o trabalho desenvolvido ao longo da temporada.

 

Mesmo começando a série a jogar em casa do adversário, continua a achar que o factor casa poderá ser decisivo no desfecho da eliminatória?

 

O factor casa poderá ser decisivo, pois sabemos que não perdendo em casa, garantimos o acesso à final. Mas estamos focados e a trabalhar para ganhar logo o primeiro jogo em casa do Atlético.

 

Venceram os dois jogos frente ao Atlético da 2ª fase da competição. Sinal que encontraram a fórmula para travar o adversário? E que fórmula é essa?

 

Sim, de facto vencemos os dois jogos frente ao Atlético na 2ª fase mas não diria que encontrámos a fórmula para os travar, visto que estes jogos de playoff serem bastante diferentes. Por tudo o que representam, tanto para nós, como para eles. Se houver alguma fórmula, esta é a nossa identidade de equipa, a nossa união e atitude que levamos para todos os jogos.

 

Destacaria algum atleta, ou área do jogo, do Atlético que poderá fazer a diferença num playoff com estas características?

 

Destacaria o colectivo todo, não podendo esquecer o Sérgio Ramos que pela experiência que tem e pela sua qualidade é sempre uma ameaça a ter em conta.

 

Sendo uma série que vale a subida à LPB, acha que o factor experiência não irá comprometer ou ter um valor acrescido na decisão da eliminatória?

 

A experiência é sempre um factor a ter em conta. Mas penso que tanto pelo Atlético, que tem jogadores muito experientes, assim como nós, já que é o terceiro ano consecutivo que disputamos as meias finais da Proliga, ambas as equipas estarão preparadas para disputar a subida à LPB.

 

E por último, não menos importante, quais os principais argumentos que o Terceira irá apresentar de forma a poder garantir a subida de divisão?

 

Penso que teremos de ser nós próprios, acreditar no trabalho realizado, confiando sempre uns nos outros de modo a alcançar o objectivo pretendido.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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