Na rubrica “Apita tu também!” desta semana, contamos com três novas situações de jogo para tu decidires aquilo que apitavas, ou não, de acordo com os casos presentes no vídeo. Fica o desafio para se colocarem no papel dos árbitros e deixarem os vossos comentários nas nossas páginas de Facebook e Twitter.
Situação 1: Falta ofensiva ou “no call”?
Situação 2: Falta normal ou falta antidesportiva?
Situação 3: Falta defensiva ou falta ofensiva?
As respostas a estas questões serão reveladas na próxima terça-feira. Fiquem atentos!
Atleta histórico do Sporting CP-APD Sintra, ao longo de 23 anos de carreira Paulo Taborda colecionou títulos, incutindo irreverência e poder de fogo à equipa que se viria a converter na mais ganhadora em Portugal. A intimidade com o cesto e a criatividade, atributos certamente não alheios à influência de Pedro Esteves, seu mentor e a quem presta tributo nesta entrevista, levaram-no à Seleção Nacional, cuja camisola envergou em 4 Campeonatos da Europa e, ainda sob a designação Team Lisboa, em 2 Taças Andre Vergauwen. É ele o protagonista da rubrica “Man Out”.
Data de nascimento: 14-01-1972
Ano de iniciação: 1997
Posição: poste
Clube: Sporting CP-APD SINTRA
Palmarés: 11 Campeonatos Nacionais, 11 Taças de Portugal, 14 Supertaças; Participação em 4 campeonatos da Europa, 5 Taças Andre Vergauwen e 4 Taças Willi Brinkmann
Jogo da tua vida (e porquê): De certa forma, todos os jogos que disputei são jogos de uma vida. Vou mencionar o primeiro jogo que fiz. Foi no Pavilhão de Queluz, logo nas primeiras jogadas, em que fiz um lançamento do meio campo e que, claro, nem à linha do garrafão chegou. Outro foi contra a APD Braga, no qual falhei o último cesto nos últimos segundos. Se tivesse convertido, ganharíamos a taça de Portugal.
Chamam ao BCR a modalidade paralímpica rainha. Se tivesses que convencer alguém a ver ou praticar, como o “vendias”?
Já ando nestas andanças vai para mais de 30 anos e consegui convencer alguns dos atletas que ainda jogam ao mais alto nível. A primeira abordagem não é nada fácil, pois um desconhecido abordar uma pessoa portadora de deficiência torna-se um pouco desconfortável para mim. A melhor forma de o fazer é comprometer logo a pessoa a experimentar o contacto com a cadeira, a bola e o cesto.
Qual ou quais os jogadores que exercem maior fascínio sobre ti?
Quando iniciei no BCR, a minha maior referência era Pedro Esteves (ler aqui). Por ele é que eu pratico esta modalidade. Naquela altura, era o Michael Jordan do BCR; depois Manuel [GDD Alcoitão], João Cardoso e António Gordo. Por fim, o jogador da seleção holandesa da altura, Van der Linden, um bi-amputado dos melhores que já vi jogar ao vivo, então nos Paralímpicos de Barcelona, em 1992.
Recorda-nos um momento caricato que tenhas vivido por jogar BCR.
Tenho muitos nestes anos, mas vou mencionar um em particular, num estágio da Seleção. Íamos todos tomar banho e, como sabem, os paraplégicos necessitam de cadeira para o tomar. Naquele dia, o dito atleta sentou-se e não é que ficou preso na cadeira de plástico de uma forma… particular? Foi uma carga de trabalhos para resolver a situação e eu que o diga, mas lá consegui.
Qual o teu movimento, gesto ou momento do jogo favorito?
Como poste, um dos meus movimentos preferidos é fazer um contra um. Não é por nada que me chamam o jogador que não dá a bola a ninguém, pois só vejo cesto. O BCR evoluiu bastante e trabalha-se muito os bloqueios, o que facilita muito.
Qual o jogador a quem gostavas de fazer “Man Out”?
O jogador seria, sem sombra de dúvidas, Victor Sousa. Foi para mim uma das pessoas que mais deu a esta modalidade e, se hoje o BCR existe tal como é, deve-se muito a ele. E, também porque não estou tão bem fisicamente, seria de certo mais fácil para mim fazer um “Man In”.
A 3 de fevereiro de 1910 nascia o Sport Club Conimbricense, carismática equipa da cidade de Coimbra e que tem o seu nome imortalizado enquanto primeiro campeão nacional masculino de basquetebol, na temporada 1932/33. Carlos Ferreira, presidente do clube, recordou memórias distantes, mas não esquece o presente.
Carlos Ferreira não esconde o orgulho ao recordar as façanhas do Sport Clube Conimbricense, em particular o grande feito de 1933: “Pensamos que deve ter sido um dia inolvidável e de grande honra, pois ganhar o primeiro Campeonato Nacional ficará para sempre na história do Sport Club Conimbricense, do país e do basquetebol. Como já não conhecemos ninguém que fez parte daquela equipa, imaginamos o quão honrados estavam os rapazes que disputaram a final”, afirmou. O adversário foi o Guifões SC, “tendo o jogo terminado empatado (21-21), para depois no prolongamento ser o jogador Manuel da Costa a revelar-se decisivo no resultado final (25-23)”, nas palavras do dirigente.
O presidente da coletividade deu conta de duas curiosidades sobre essa época: “A taça conquistada era de uma beleza extraordinária, mas muito singela, a tal ponto que em dada altura quase ia parar ao lixo”, confessou, mas nem tudo foram rosas, “já que em 1933, quando o Sport Club Conimbricense foi campeão, foi também penalizado, de uma forma insólita, com uma multa pecuniária por ter disputado um jogo em Lisboa”, atirou.
Puxando a cassete atrás, Carlos Ferreira lembrou os fundadores: “O Sport Club Conimbricense nasceu a 3 de fevereiro de 1910, tendo comerciantes da baixa de Coimbra como fundadores. Somos um clube com muita garra e força de vontade, que nunca vira as costas à luta, apesar das dificuldades que surgem pelo caminho. Quanto a nomes importantes da nossa história, destacamos os fundadores Ismael D’Almeida Chuvas, Daniel Rodrigues e Sílvio Nogueira Seco, e na equipa campeã nacional de 1933 recordamos Manuel da Costa, Feliciano Gaudêncio, Fernandes Costa, Arlindo Marrano e António Carvalho. Permito-se só enumerar estas pessoas, pois não quero incorrer no erro de esquecer alguns nomes”, finalizou. O líder do clube da cidade dos estudantes fez também questão de mostrar que muitas outras modalidade têm estado de mão dada com o sucesso: “No entanto, houve dezenas de pessoas que marcaram toda a vida do clube, pois conquistámos também títulos nacionais de luta livre, luta greco-romana, tiro, andebol, futebol, natação, hóquei em patins, ténis de mesa, ciclismo, jiu-jitsu, karaté e futsal”, puxou dos galões.
Mas o clube também se faz do presente, que na opinião do presidente é risonho, apesas das dificuldades: “O Sport Club Conimbricense, neste momento, encontra-se bem, mas a recuperar de uma crise com falta de atletas. No entanto, estamos a fortalecer a modalidade e a disputar a II Fase do Nacional da 2.ª Divisão Masculina, com sérias hipóteses de subida. Temos cerca de 30 atletas e estamos a fazer treinos de captação, com especial incidência nos jovens”, destacou.
Por fim, o orgulho de Carlos Ferreira por presidir aos destinos deste clube centenário: “Não é fácil exprimir os sentimentos que tenho enquanto presidente do Sport Clube Conimbricense, mas é fácil dizer que é uma honra e um privilégio ser dirigente de um clube que é um ex-líbris da cidade de Coimbra e de Portugal. Vamos continuar a manter bem alto o nome do Sport Clube Conimbricense. Bem-haja a todos!”, encerrou.
Em coordenação com o Governo, foi criada uma linha de apoio com o número 3060, que permite o envio de mensagens de texto rápidas (SMS) pelas vítimas de Violência Doméstica que queiram pedir ajuda. Este mecanismo é gratuito e garante a confidencialidade, uma vez que não fica qualquer registo no detalhe mensal das faturas.
Do outro lado, a responder às SMS, está a equipa especializada da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG), de forma permanente e em articulação com toda a Rede Nacional de Apoio às Vítimas de Violência Doméstica, à semelhança do que já acontece com a linha telefónica (800 202 148) e com o novo e-mail de emergência (violência.covid@cig.gov.pt).
Se precisar de ajuda ou tiver conhecimento de alguma situação de violência doméstica, envie uma mensagem para a Linha SMS 3060 ou ligue 800 202 148. É uma linha gratuita, funciona sete dias por semana, 24 horas por dia. A CIG tem ainda em funcionamento um serviço de correio eletrónico para colocar questões, pedidos de apoio e de suporte emocional: violencia.covid@cig.gov.pt
A Federação Portuguesa de Basquetebol vai publicar, todas as quintas-feiras, um vídeo com situações de jogo para esclarecer as regras do jogo, lançando o desafio para se colocarem no papel dos árbitros do encontro e apitarem (ou não) as situações que partilhamos semanalmente. Esta terça-feira respondemos ao desafio da semana passada.
Situação 1: #19 verde recebe a bola, dribla, agarra a bola e lança ao cesto, numa tentativa de lançamento de três pontos em que é defendido por #14 branco. Comete violação?
Resposta: Quando 19 verde recebe a bola, estabelece o pé eixo. Depois move os dois pés antes de driblar. É uma violação de passos. No final do drible, volta novamente a mexer os dois pés para se enquadrar melhor para o cesto em que provoca uma vantagem desleal com o defesa recebendo falta. É violação de passos novamente.
Situação 2: #1 amarelo penetra para o cesto e faz lançamento ao cesto. A jogada é legal?
Resposta: O jogador na execução do movimento hop step (mesmo pé), agarra a bola com o pé direito no solo, depois volta a colocar o pé direito e por fim apoia o pé esquerdo para lançar. É violação de passos. A regra determina que: Um jogador não pode tocar o solo consecutivamente com o mesmo pé ou ambos os pés, após terminar o seu drible ou ganhar a posse de bola.
Situação 3: #22 branco penetra para o cesto, sendo defendido por #44 azul e, mais tarde, por #11 azul. Na tentativa de evitar os defesas, o jogador #22 branco roda e passa a bola. É violação da regra dos apoios?
Resposta: O jogador roda usando o pé esquerdo como pé eixo (passo zero). De seguida apoia o pé direito levantando o pé esquerdo (passo 1) e volta novamente a colocar o pé esquerdo no solo (passo 2). Até este momento tudo é legal. Por fim, para passar a bola o jogador, move os dois pés. Comete violação de passos.
O currículo de Roberto Ramos ilustra a dimensão do seu vínculo com o basquetebol em cadeira de rodas (BCR) e o espírito dinâmico que lhe proporcionou contribuir para momentos pioneiros na modalidade do seu país natal, que abarca cerca de 100 equipas. No vasto rol de honras e títulos, destacam-se a participação em quatro Jogos Paralímpicos (Heidelberg 1972, Toronto 1976, Arnhem 1980 e Seul 1988), o bronze alcançado em três edições dos Jogos Parapan-americanos, as várias aparições com medalha nos embrionários Jogos de Stoke Mandeville ou o pentacampeonato brasileiro ao serviço do CPRJ. Os méritos fora do campo nada ficam a dever ao trajeto invejável como atleta. Roberto foi o selecionador da primeira seleção feminina brasileira, em 1978, tendo pouco depois, em 1981, enveredado pela carreira da classificação funcional. Em 2005, fundou a Federação de Basquete Adaptado do Estado do Rio de Janeiro e, prova da sua versatilidade, comentou, na SPORTV (Brasil), as competições de BCR dos Jogos Paralímpicos de Pequim 2008, Londres 2012 e Rio 2016. Em Aveiro há dois anos, aos 66 de idade, Roberto Ramos sentia falta de uma equipa de BCR na região e materializou o seu desejo na AD Vagos, onde desempenha as funções de treinador-jogador.
O que te motivou a formar uma equipa de BCR em Aveiro?
Sou “basqueteiro” desde adolescente. Após me instalar aqui em Vagos, procurei logo por um clube ou associação que desenvolvesse o desporto paralímpico, independentemente da modalidade, e não encontrei. Então, procurei saber onde se jogava basquetebol. Encontrei o Pavilhão Municipal de Vagos, local onde a AD VAGOS desenvolve as suas atividades, e abordei o presidente Mário Rocha, apresentei-me e falei um pouco sobre minha carreira internacional na modalidade, sugerindo iniciar a criação de uma equipa. Ele comprou a ideia.
Como tem sido o processo de recrutamento de atletas?
Por não haver nenhuma equipa, imaginei que essa tarefa seria fácil. Enganei-me completamente. Aqui, em Portugal, é muito difícil convencer a pessoa com deficiência a praticar desporto. Contactámos com 13 possíveis atletas, conseguimos motivar cinco, entre eles uma feminina, mas apenas três ficaram. Eu queria logo montar uma equipa para disputar o Campeonato da 2.ª Divisão e o processo de formação de um atleta leva muito tempo. Comecei a procurar por ex-atletas de basquetebol e andebol e encontrámos mais três que se dispuseram a voltar a praticar desporto. Ainda faltavam atletas, então fizemos um protocolo com a APD Lisboa, que nos emprestou três atletas, todos brasileiros.
Notas alguma diferença, entre Portugal e Brasil, na forma de encarar a deficiência e o desporto?
Sim. Existe nas pessoas ditas fisicamente normais um certo grau de preconceito com as pessoas com deficiência. Quando fazemos um convite, a pessoa não se sente capaz de ser um atleta, muitos riem do convite e indagam: “Mas como ser um atleta? Isso não é para mim”. Às vezes, até se emocionam e dizem que vão pensar. Além disso, ainda temos o sério problema da mobilidade. Infelizmente, é quase zero. É um somatório negativo de muitas variáveis a que se junta a falta de apoio de empresas públicas e do governo.
Quais os objetivos a médio prazo com a AD Vagos?
Estamos muito motivados. Criámos a AD Vagos Núcleo, que pretendemos que tenha um cunho de Centro de Desporto Adaptado, voltado para trabalharmos em toda a região Centro. Estamos em contacto com três associações do Brasil a fim de fazermos intercâmbios, aprofundarmos conhecimentos e aprendizagens para, no futuro, nos aproximarmos aos melhores da Europa, à profissionalização.
Participaste em 4 Jogos Paralímpicos. Atendendo à tua experiência, o que falta a Portugal para subir de patamar no BCR internacional?
Temos de popularizar a prática da nossa modalidade, através de exibições em escolas, faculdades, clubes, e até nas praças, no formato 3X3, competição que a IWBF pretende tornar Paralímpica. Devemos trabalhar para melhorar a estrutura física e administrativa da modalidade, possibilitando o surgimento de mais atletas, capacitação de técnicos, árbitros, classificadores e dirigentes. Consequentemente, vão surgir novos elementos para melhorar a estrutura dos clubes, o que produz melhores atletas, promovendo uma evolução das seleções.
A FPB vai realizar um conjunto de ações de formação relacionadas com a recolha de estatística. Estas ações estão divididas por diferentes temáticas e são compostas por uma componente teórica onde são apresentadas as definições de cada um dos critérios. Além disto, estas sessões serão apoiadas com alguns vídeos exemplificativos de cada uma das situações.
Os temas do Webinar são os seguintes:
1. Assistências
2. Lançamentos / Ressaltos e Desarmes de Lançamento
3. Turnovers / Roubos de Bola
4. Utilização do software Fiba Live Stats 7
Dando seguimento ao movimento “Faz uma assistência ao SNS”, a primeira formação será dedicada às assistências, área onde se observa um enorme desconhecimento dos critérios de atribuição de uma assistência. Começamos este terça-feira, pelas 10h00, esta formação que terá a duração de 60 minutos.
Para participares basta acederes ao seguinte link, que estará ativo a partir das 9h30.
Regresso da rubrica “Não pares em casa”, agora com o primeiro treino dedicado ao basquetebol em cadeira de rodas (BCR) neste período de quarentena. O apronto, dividido em três blocos, foi preparado por Bruno Silva, licenciado em Educação Física, e treinador-adjunto da Seleção Nacional de BCR e do Basket Clube de Gaia.
“Não pares em casa”, agora em mais uma variante da nossa modalidade! Em anexo podem encontrar o documento com toda a informação escrita.
Esta segunda-feira, a partir das 16 horas, Nuno Manarte, treinador da Ovarense Gavex e adjunto da Seleção Nacional de seniores masculinos, vai responder aqui aos leitores do Record Online, enquanto no sábado o protagonista será Diogo Correia, jogador do Galitos Barreiro e médico. Altura para falar de basquetebol, mas também para saber como é que as gentes de Ovar sofrem com uma doença que, antes de qualquer outra localidade portuguesa, os atingiu de forma violenta, e como os profissionais da medicina lutam no terreno contra a pandemia que nos apanhou desprevenidos. Se tens perguntas… entra no site do diário desportivo (www.record.pt) e colocas-as ao Diogo e ao Manarte.
A pedido de algumas Associações, o prazo da iniciativa “Basket Solidário”, de apoio ao Serviço Nacional de Saúde (SNS), foi alargado até final de 30 de março.
Tendo como base a ideia da iniciativa “Basket Solidário”, que anualmente apoia uma instituição no decorrer da Festa do Basquetebol Juvenil, a FPB e as Associações apelam à família do basquetebol para apoiar a aquisição de material hospitalar para o SNS.
Todos os anos, cada elemento de todas as comitivas que se deslocam a Albufeira contribui com €2 para uma instituição local. Apesar de não haver Festa em 2020, vamos usar o “Basket Solidário” para apoiar o Serviço Nacional de Saúde. Como?
Cada dirigente, juiz, atleta, treinador, seccionista, pai ou amigo pode contactar o clube ou a Associação de Basquetebol da zona de residência para ficar a conhecer o NIB da respetiva Associação, para o qual poderá fazer a transferência bancária através de homebanking ou app do banco, indicando o descritivo “Basket Solidário”, e evitando assim sair de casa. O valor tradicional de €2 pode continuar como referência, mas cada um é livre de doar mais ou menos, em conformidade com o que cada um entender. Serão aceites transferências bancárias até ao final da próxima segunda-feira, dia 30 de março.
No caso da Associação Nacional de Treinadores de Basquetebol e da Associação Nacional de Juízes de Basquetebol, o valor entregue deverá cumprir os mesmos procedimentos e prazos. Sendo um processo transparente, cada Associação deverá indicar à FPB o montante enviado pelos membros dos Clubes, bem como o valor com a qual cada Associação decidir também contribuir, sendo posteriormente divulgado pela FPB o valor total deste pequeno gesto solidário.
Vamos todos fazer uma assistência ao SNS! Juntos podemos contribuir para fazer a diferença!
Além da “HomeCourt” e da “Jr. NBA League Fit”, relembramos que a Jr. NBA oferece aos jovens treinadores a possibilidade de descarregarem a “Jr. NBA Coach App”.
Com esta aplicação tens acesso a ferramentas que te permitem ensinar o jogo de forma distinta e dinâmica através de um programa constituído por 48 planos de treino diferentes. Podes ainda recorrer às tuas próprias ideias e selecionar os teus exercícios de treino preferidos que a aplicação contempla. A “Jr. NBA Coach App” contém mais de 250 vídeos, protagonizados por jogadoras e treinadores da NBA e da WNBA, que te demonstram como podes fazer casa exercício de treino da melhor forma.
A aplicação encontra-se disponível para o sistema iOS e Android e podes descarregá-la aqui.
A IWBF – International Wheelchair Basketball Federation – determinou a criação de um Comité de Jogadores de basquetebol em cadeira de rodas (BCR), passo estudado há vários anos dentro da comunidade, agora transposto para a prática. De modo a levar avante esta resolução de ouvir a voz dos atletas, a delegação europeia do organismo que tutela o BCR encetou contactos com todos os NOWB – National Organization of Wheelchair Basketball –, organismos oficiais de cada país, aos quais se solicitou a indicação de um nome de um jogador. Entre os requisitos, constavam ser um “atleta no ativo, interessado e desejoso de fazer parte do movimento”, com boa capacidade de comunicação e conhecimento do contexto internacional.
O Comité Nacional de BCR (CNBCR) entendeu que Pedro Bártolo, sub-capitão da Seleção Nacional e com vasta experiência internacional, é o atleta que melhor se enquadra nas caraterísticas previamente enunciadas. Compete ao representante nacional a intermediação entre os atletas a atuar no país e o organismo nacional responsável em âmbitos como os aspetos técnicos, regulamentares, modelos competitivos, promoção da modalidade ou o processo de classificação, congregando opiniões que irão funcionar como ponto de partida para a elaboração de propostas. Além disso, a IWBF-Europa decidirá em conselho executivo qual o representante nacional a desempenhar igual função pela delegação europeia no comité de jogadores à escala mundial.
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