Artigos da Federaçãooo
Benfica conquista Taça Hugo dos Santos
No jogo da final a equipa benfiquista bateu o Vitória (73-62), num encontro em que a equipa liderada por Carlos Lisboa mereceu inteiramente o triunfo, diante um adversário que valorizou ainda mais a conquista dos atuais campeões nacionais. Este foi o terceiro troféu conquistado pelo Benfica na presente temporada, um registo que confirma a hegemonia dos atuais campeões no basquetebol nacional.
Depois do bem desempenho defensivo de ambas as equipas nos jogos das meias-finais, antevia-se, como veio a confirmar-se, um jogo muito disputado, com os dois conjuntos a lutarem por cada posse de bola.
Depois de uns minutos iniciais muito equilibrados, a pontaria afinada de João Balseiro, dois triplos, um deles com falta, colocava os vimaranenses na liderança do marcador. Não demorou muito o Benfica a reagir, e com sete pontos consecutivos da autoria de Carlos Andrade os atuais campeões nacionais davam a volta ao marcador e terminavam na frente o 1º período (20-16).
O 2º quarto ficou marcado pelas dificuldades reveladas pelo Vitória em fazer pontos no ataque, que, embora se tenha que dar mérito à forma como o Benfica defendia e contestava quase todos os lançamentos, começou a revelar uma fraca eficácia no capitulo do lançamento. Balseiro e Wiggins pararam na marcação de pontos, o lançamento de longa distância não era uma boa solução ofensiva (3/10 – 30%), muito menos os tiros de curta e média distância (6/19 – 32%).
Os benfiquistas mostravam-se muito mais assertivos a atirar ao cesto, principalmente de três pontos (5/10 – 50%) e outro capitulo do jogo começava a revelar-se decisivo para que o Benfica conseguisse alargar a sua vantagem pontual: o ressalto ofensivo. De facto os segundos lançamentos permitiam pontos fáceis aos encarnados que ao intervalo já venciam por uma vantagem na casa das dezenas (39-26).
Para o segundo tempo, Fernando Sá apostou em João Guerreiro e em boa altura o fez, já que com dois triplos foi um dos principais responsáveis na boa reação vitoriana durante o inicio da etapa complementar. Pedro Pinto também entrou muito bem no jogo, e a partir do momento em que o Vitória começou a controlar a sua tabela defensiva, e sair para contra-ataques ou transições rápidas, o jogo começou a ser dominado pelos vimaranenses.
Jobey Thomas, muito bem defendido por José Silva, continuava muito discreto, 2 pontos apenas da linha de lance-livre, e o Benfica mostrava-se muito estático, pouca mobilidade dos jogadores nas movimentações ofensivas, com os ataques quase sempre a terminarem em longos lançamentos já em crise de tempo. No final do 3º período, o jogo ganhava mais emoção, pois para além do aproximar no marcador por parte dos vitorianos (46-52), o momento do jogo pertencia aos comandados de Fernando Sá.
Respondeu bem o Benfica, um triplo logo a abrir o quarto da autoria de Seth Doliboa, ele que estava a passar ao lado do jogo, mas não foi o único jogador do Benfica a “despertar” nos 10 minutos finais. Thomas com dois triplos providenciais, mostrou que adora os momentos da decisão e nunca se esconde, colocando um ponto final nas aspirações do Vitória que teve o mérito de reentrar na discussão do jogo e mantê-lo em aberto até ao último quarto. Destacar ainda os constantes desiquilibrios defensivos provocados pelas penetrações em drible de Mário Fernandes, que jogou esta final mesmo com o nariz fraturado.
O esforço físico exigido aos atletas vimaranenses retirou-lhes algum discernimento ofensivo, uma série de más decisões atacantes, muitas delas sinónimo de pouca coletividade ofensiva, acabaram por prejudicar o conjunto de Guimarães. Já que do outro lado estava um adversário experiente que teve a serenidade e a maturidade de saber matar o jogo no momento certo.
O maior destaque individual vai para o extremo do Carlos Andrade (13 pontos, 9 ressaltos e 3 roubos de bola), MVP do jogo com 26 de valorização, não só pelos números que registou, como também pelas intervenções decisivas que teve nos dois lados do campo em momentos chave do jogo. Fred Gentry (15 pontos, 7 ressaltos e 2 desarmes de lançamento) merece igualmente ser elogiado pela consistência e qualidade evidenciada em quase todas as suas ações durante o jogo (exceção feita à linha de lance-livre…).
Como é seu hábito, e sempre à imagem do seu treinador, o Vitória nunca desistiu, e Marcel Momplaisir (12 pontos e 11 ressaltos), João Balseiro (14 pontos e 4 ressaltos), Doug Wiggins (10 pontos, 6 assistências e 5 ressaltos), Pedro Pinto (9 pontos e 2 assistências) e o próprio José Silva (4 pontos e 3 ressaltos), pela forma como defendeu Jobey Thomas, foram excelentes exemplos da atitude abnegada como os jogadores de Guimarães se bateram durante os 40 minutos.
Carlos Lisboa
Foi mais um objectivo alcançado, com um bom jogo em termos defensivos que se sobrepôs aos ataques. Conseguimos conter o Vitória em pontos sofridos por parcial, exceto no terceiro período. Fomos mais fortes e merecemos ganhar. Gostaria de deixar uma palavra para os nossos três jogadores que estão lesionados, Carlos ferreirinho, Diogo Gameiro e Diogo Carreira que como grande capitão vive estes momentos com intensidade. Deixo ainda uma palavra à organização que nos recebeu muito bem.
Fernando Sá
Primeiro gostaria de dar os parabéns ao Benfica pela vitória. Não fomos precisos no ataque o que permitiu transições rápidas. Na segunda parte melhorámos, jogámos com mais intensidade, concentração e capacidade defensiva. Estou muito orgulhoso e satisfeito com o trabalho dos meus jogadores. Temos uma equipa fantástica e temos vindo a trabalhar bem ao longo destes anos.
Pedro Pinto
Foi um jogo muito difícil contra uma equipa que já sabíamos ser forte e com muitas opções. Demos o nosso máximo, mas os pequenos pormenores deram-lhes a vitória neste jogo.
Mário Fernandes
Foi um jogo muito complicado mas que nós soubemos anular os pontos fortes do Vitória, principalmente o jogo exterior. Fizémos uma boa primeira parte, especialmente a nível defensivo o que permitiu que controlássemos na segunda parte. Houve uma reacção natural de uma equipa que esta a perder mas nós soubemos controlar e gerir até ao final do jogo.
CAB Madeira conquista terceira Taça Federação
Mais nos detalhes da noticia!
Foi uma partida onde as madeirenses começaram a vencer desde a bola ao ar. A vitória final assentou numa defesa zona agressiva e numa excelente primeira parte. Com a Quinta dos Lombos a conseguir apenas um triplo durante todo o jogo, a estratégia revelou-se acertada e desde o primeiro período que saíram na frente (22-12). Com uma vantagem na casa das dezenas, o CAB Madeira não relaxou e continuou a excelente prestação da primeira parte enquanto que as adversárias continuavam a não encontrar as soluções. Na saída para os balneários a diferença era já de 16 pontos (39-23).
O terceiro período trouxe a reação do Quinta dos Lombos. Na tentativa de reentrar no jogo a formação de Cascais subiu na pressão defensiva e conseguiu começar, embora ligeiramente, a encurtar distâncias. O terceiro parcial foi o melhor do Quinta dos Lombos que com um parcial de 15-22, colocava a partida a 9 pontos e reacendia a partida.
No quarto período o CAB Madeira conseguiu reencontrar-se e voltou a recolocar o marcador acima da dezena de pontos sendo que, a 5 minutos do final, vencia por 60-47 e estava confortável para enfrentar o forcing final da equipa dos Lombos que só conseguiu recuperar ligeiramente, passando o testemunho ao CAB Madeira que, com o triunfo por 65-55, desempatou a seu favor o número de vitórias na prova.
Destaques individuais para Ashley Bruner (19pts e 14res), Joana Lopes (16pts) e Lavinia Silva (15pts) nas “amigas” e Sara Djassi (19pts) e Dlesha Lloyd (15pts) na equipa dos Lombos.
Prémios da Liga Feminina Entregues em Vagos
Fatima Silva, atleta internacional e jogadora madeirense com vários títulos recebeu, por intermédio de João Pedro Vieira, o Prémio Carreira.
Todos os prémios nos detalhes desta noticia. Fátima Silva
CAB Madeira/Nacional
MVP
Jhasmine Player
União Sportiva
MVP Nacional
Laura Ferreira
GDESSA Barreiro
Melhor Marcadora
Jhasmine Player
União Sportiva
Melhor Marcadora Nacional
Maria João Correia
CAB Madeira
Melhor Ressaltadora
Eetisha Riddle
Boa Viagem
Melhor Ressaltadora Nacional
Tamara Milovac
Boa Viagem
Melhor Assistências
Jhasmine Player
União Sportiva
Melhor Assistências Nacional
Laura Ferreira
GDESSA Barreiro
Melhor Roubos de Bola
Jhasmine Player
União Sportiva
Melhor Roubos de Bola Nacional
Mery Andrade
CRCQ Lombos
Melhor % Lances Livres
Inês Faustino
Algés
Melhor % 3pts
Laura Ferreira
GDESSA Barreiro
Melhor % Lançamentos Campo
Eetisha Riddle Boa Viagem (Estrangeira e já não está a jogar em Portugal )
Melhor % Lançamentos Campo Nacional
Mery Andrade
CRCQ Lombos
Melhor MVP Jovem
Laura Ferreira
GDESSA Barreiro
Melhor Clube do Ano
CAB Madeira
Melhor Defensora
Mery Andrade
CRCQ Lombos (
Melhor Revelação
Maria Kostourkova
CRCQ Lombos
Melhor Treinador
José Leite
CRCQ Lombos
Melhor Dirigente
Jaime Silva
Olivais FC
Melhor Orgão Comunicação Social
basketotal.com
Prémio Carreira
Fátima Silva
CAB Madeira/Nacional
Fase Final Sub 19 Femininos
No 1.º dia de competição venceu a Seleção Distrital Sub16F por uma margem de apenas 6 pontos, num jogo emotivo e com momentos de grande qualidade numa incerteza até final. Por sua vez a ASSSCCantanhedense venceu por uma margem confortável a equipa do Sporting Figueirense.
Na Final encontrarem-se ASSSCC e AAC (as duas primeiras classificadas na I Fase), numa final bem disputada com várias alternâncias de marcador. Venceu a equipa mais consistente, tendo a ASSSCC sido um digno vencido, cedendo apenas na parte final do encontro.
A Direção da ABCoimbra, felicita todas as atletas, respetiva equipa técnica e diretiva da Secção de Basquetebol da AAC, fazendo votos de um bom desempenho no Campeonato Nacional que se inicia no próximo dia já no próximo fim de semana com uma deslocação ao Desportivo da Póvoa.
Resultados:
Sábado, 31 Janeiro
Sporting Figueirense 39 vs ASSSCC 69
AAC 58 vs Seleção Sub16F 52
Domingo, 1 Fevereiro
3.º/4.º lugares Seleção Sub16F 58 vs Sporting Figueirense 30
Final ASSSCC 39 vs AAC 63
5 IDEAL
Alice Martins – AAC
Mariana Melo – ASSSCC
Joana Rochete – Seleção Sub16F
Carolina Marques – AAC
Rafaela Carrito – Seleção Sub16F
MVP – Mariana Melo – ASSSCC
Maia BC é o novo campeão ABP
E foi aproveitando o entusiasmo de todos os responsáveis e colaboradores do CD José Régio e a máxima disponibilidade evidenciada (desde a primeira hora) pela Câmara Municipal de Vila do Conde em acolher a iniciativa, que foi possível realizar a Final ABP de Sub 20 Masculinos, referente à presente época desportiva.
Numa competição decidida por jogos a eliminar, e sem qualquer interferência no apuramento para as fases seguintes das provas nacionais do escalão, Guifões SC, CD Póvoa, Académico FC, CDJ Régio, SC Vasco Gama e Maia BC, iniciavam a competição com a mesma perspectiva (procurar ser campeão), mas com diferentes probabilidades de sucesso.
O Maia BC acabou por saber impor alguns dos argumentos que justificavam o seu favoritismo, vencendo bem quer a partida das meias-finais frente ao Académico FC, quer o jogo decisivo face ao CD Póvoa.
Por outro lado, a surpresa da competição pode-se dizer que foi a prestação da equipa poveira, que depois de ultrapassar o Guifões numa partida de muito equilíbrio, ainda encontraria energias para, nas meias-finais, surpreender o SC Vasco da Gama no prolongamento. Prestações não menos dignas tiveram as restantes equipas que procuraram por em campo toda a sua capacidade e combatividade.
No jogo decisivo destaque ainda para o MVP, Nuno Ferreira, atleta da equipa vencedora, que registou 16 pontos e 12 ressaltos.
Fase Final concentrada Sub 16F + Sub 16M – AB Coimbra
Mário Mexia, Coimbra, dois títulos distritais dos referidos escalões.
Mais um ponto alto distrital, que se prevê muito competitivo, convidamos todos a estarem presentes em 3 dias de basquetebol jovem, com mais de 120 jovens basquetebolistas envolvidos.
Organização: ABC
Clube parceiro organizador: Academia de Basquetebol
Clubes Participantes Sub16M: Academia de Basquetebol, Ginásio Clube Figueirense; Olivais Futebol Clube; Basquetebol Clube Cantanhade; Sampaense Basket
Clubes Participantes Sub16F: Academia de Basquetebol; Sporting Clube Figueirense; Olivais Futebol Clube; Seleção Distrital Sub14F.
ATC sagraram-se campeões Regionais
Depois da vitória por 66-41 no jogo da meia-final, realizado no sábado frente ao Campeão Distrital de Viana do Castelo, o Monção BC, no domingo os Sub 18 masculinos da ATC sagraram-se Campeões Regionais do Minho ao vencerem na final o SC Braga por 72-68.
Na primeira parte da final, assistimos a um jogo pautado pelo equilíbrio. Ao intervalo a equipa da ATC vencia por 37-33. Na segunda metade, o jogo foi mais dividido. O SC Braga foi superior no terceiro período, impondo um parcial de 21-11, contudo, no quarto e último período, com um parcial de 24-14, a equipa da ATC confirmou a vitória e o respectivo título regional.
Reunião Coordenação Técnica MiniBásquete A.B. Algarve
Algarve para abordar assuntos relacionados com o Minibásquete. Destaque para a presença da totalidade dos clubes algarvios com atividade nesta área da formação dos atletas mais novos. O balanço dos primeiros meses de atividade da época foi feito pela A.B. Algarve juntamente com os treze clubes presentes, além de aprovada a calendarização para a restante época relativamente a Mini 8/ 10/ 12.
Triunfo tranquilo
Desde o inicio do encontro os vimaranenses mostraram-se mais agressivos defensivamente, a conseguirem muitos roubos de bola, ou então a forçarem o adversário a tiros contestados ou lançamentos em crise de tempo.
Também é verdade que, um pouco inexplicavelmente, os jogadores barcelenses falharam demasiadas situações de lançamentos fáceis em áreas próximas do cesto, tendo valido a boa eficácia de 3 pontos para no final do 1º período estarem apenas a perder por dez pontos de diferença (10-20).
João Balseiro começava a dar nas vistas no capítulo ofensivo (10 pontos), e na defesa, a presença de Marcel Momplaisir e Paulo Cunha perto do cesto, intimidava e colocava problemas acrescidos ao ataque barcelense. Nuno Oliveira (12 pontos), não falhou um lançamento durante o 1º tempo, era quase a única solução atacante do Barcelos, mérito também para a forma como a defesa vitoriana condicionou o ataque adversário. O Vitória dominava as tabelas, roubava mais bolas, impedia que os comandados de José Ricardo Neves jogassem em campo aberto, e quando não o conseguiam, muitos foram os lançamentos falhados pelo Barcelos nas áreas próximas do cesto. Sem surpresa, ao intervalo o Vitória liderava por dezasseis pontos de diferença (43-27), um resultado que premiava a maior eficácia e determinação defensiva dos comandados de Fernando Sá.
O intervalo não retirou intensidade aos vimaranenses, que na grande maioria do 3º período soube alternar bem o jogo interior com o lançamento de 3 pontos, com João Balseiro a continuar a mostrar-se com a pontaria afinada (21 pontos). O Barcelos passou a jogar mais com o coração do que com a cabeça, os jogadores perderam os sus papéis dentro do campo, precipitavam-se nas tomadas de decisão, embora tenha que se dar mérito à forma como eram agressivos a atacar o cesto em penetrações em drible, fosse em contra-ataque ou transições ofensivas rápidas. O tempo ia correndo e a diferença pontual mantinha-se, com o Vitória a dispor de dezanove pontos de vantagem á entrada do derradeiro quarto (59-40).
O Barcelos nitidamente quebrou, deixou de executar coletivamente no ataque, os tiros eram cada vez mais rápidos, e do lado oposto, a confiança contagiava toda a equipa, já que mesmo os jogadores que saltavam do banco contribuíam com pontos e ajudavam a que o marcador se mantivesse desnivelado. Os minutos finais foram aproveitados pelo técnico Fernando Sá para ar descanso aos seus jogadores mais influentes, numa tentativa de os ter nas melhores condições para a final deste domingo frente ao SL Benfica.
Para além do bom jogo de João Balseiro, de realçar o talento ofensivo revelado por Doug Wiggins (10 pontos, 2 ressaltos e 2 roubos de bola) para desiquilibrar nas ações de 1×1, e os desempenhos defensivos da dupla formada por Marcel Momplaisir (5 pontos e 10 ressaltos) e Paulo Cunha (2 pontos, 8 ressaltos, 3 roubos de bola e 3 desarmes de lançamento).
Os 20 pontos conseguidos por Nuno Oliveira ajudaram a disfarçar uma tarde pouco inspirada do Barcelos a lançar ao cesto, especialmente de curta e média distância (11/40 – 28%). Marko Loncovic terminou o encontro com 14 pontos, a que somou 4 ressaltos, mas esteve longe da eficiência que tem demonstrado nos jogos da fase regular (4/11 – 36%). Uma referência ainda para a forma incansável, apesar de muito infeliz, como Dukovic (7 pontos e 5 ressaltos) se bateu durante os 40 minutos do encontro.
Declarações:
Filip Djuran #7
Não jogámos muito bem. O jogo começou duro no primeiro período, não defendemos bem. Só marcámos quinze pontos e foi a principal razão. O nosso mau ataque e a boa defesa deles.
Nebojsa Pavlovic #15
Este era um jogo muito importante e queríamos chegar à final. Temos o objectivo de tentar conquistar o máximo de coisas que pudermos esta época. Fizemos um bom esforço, conseguimos vencer com a nossa boa defesa.
José Ricardo –
O Vitória teve muito mérito na forma como defenderam. Retirou-nos das nossas posições habituais e não conseguimos montar os nossos ataques. Obrigaram-nos a acelerar as nossas decisões no ataque e após os nossos turnovers e maus lançamentos, conseguiam concretizar contra-ataques que fizeram a diferença no marcador. A partir do terceiro período, ambos os treinadores decidiram dar minutos aos jogadores que habitualmente jogam menos e deixámos o jogo fluir.
Fernando Sá –
Concordo com as declarações do José, mas também penso que os jogadores não estiveram ao seu nível habitual. O Barcelos têm uma média de pontos muito alta e hoje só concretizou 52 pontos. Nós também não começámos como estávamos À espera, queríamos mais intensidade, mais paixão e penso que foi um jogo meio mortiço. Recuperámos um pouco a atitude e ganhámos vantagem.
Benfica chega à final
Mas se isso aconteceu, muito mérito há que ser dado ao bom desempenho defensivo dos encarnados, especialmente durante os primeiros vinte minutos.
Se durante o 1º quarto a Oliveirense ainda foi capaz de manter o jogo fechado (18-13), até ao intervalo os benfiquistas dobraram a marcação do seu adversário (26-13), registo que fazia com que a formação de Oliveira de Azeméis somasse 26 pontos nos primeiros 20 minutos.
No ataque, Jobey Thomas, como é seu hábito, mostrava-se com a mão quente, (4/7 de 3 pontos), e já levava 20 pontos marcados ao intervalo. O norte-americano deu o mote para que o Benfica fugisse no marcador, com o banco encarnado a contribuir com pontos, ajudando a manter uma intensidade defensiva elevada.
Carlos Lisboa procurava explorar as vantagens de estatura nas posições de extremo, nomeadamente através de Carlos Andrade, ou ganhos de posições interiores por parte dos seus postes, soluções ofensivas que criavam problemas e desequilíbrios na defesa da Oliveirense.
Os comandados de Rui Alves circulavam bem a bola no ataque, criavam boas situações de tiro mas falhavam na eficácia do lançamento. O problema das faltas (3) obrigava o técnico da Oliveirense a retirar Sisic do jogo, expondo ainda mais as dificuldades em equilibrar a luta das tabelas e o jogo interior.
No segundo tempo a Oliveirense mostrou-se mais agressiva na utilização do drible, Kenyon Jr, João Abreu e Augusto Sobrinho começavam a colocar problemas nas situações de 1×1, muito embora o Benfica se mostrasse sempre sereno na forma como geria a vantagem pontual, aproveitando até para rodar o seu profundo banco de suplentes (60-43).
No inicio do quarto período, o jogo ganhou interesse acrescido, já que a Oliveirense encostou a diferença a onze pontos, Carlos Lisboa mexeu de imediato na equipa, e acabaria por ser Jobey Thomas, não pelos pontos que marcou, mas pela forma como assistiu os seus companheiros para cestos fáceis a jogar situações de bloqueio direto, que matou o jogo em definitivo. Que o digam Fred Gentry e Claudio Fonseca, os mais beneficiados dos passes do norte-americano do Benfica. A presença na tabela ofensiva garantia segundos lançamentos, cestos fáceis ou idas para a linha de lance-livre, argumentos mais do que suficientes para cortar o bom momento do adversário.
Destaque para os 2o pontos registados por Jobey Thomas na 1ª parte, para as exibições muito positivas de Fred Gentry (12 pontos e 6 ressaltos), João Soares (9 pontos e 4 ressaltos), Claudio Fonseca (11 pontos e 2 ressaltos) e Tomás Barroso (8 pontos, 9 assistências e 6 ressaltos).
A Oliveirense não esteve feliz no tiro de 3 pontos (7/26 – 27%), cometeu 19 turnovers, mas bateu-se galhardamente até meio do último período, provando que não é obra do acaso ter terminado em 4º lugar a 1ª volta da fase regular. Kenyon Jr (18 pontos, 4 assistências e 2 roubos de bola) esteve bastante bem, tal como João Abreu (16 pontos e 2 ressaltos) e Augusto Sobrinho (11 pontos, 4 assistências e 2 ressaltos) a confirmarem a qualidade ofensiva do jogo exterior da Oliveirense.
Declarações
João Abreu – 4# Oliveirense
Já sabíamos que iria ser um jogo extremamente difícil e assim foi. Estivemos muito bem do ponto de vista da entrega, aliás como é habitual na nossa equipa, mas não foi suficiente. Tivemos uma percentagem muito baixa nos lances livres e também nos três pontos. Mérito do SLB que foi bastante agressivo na defesa, obrigando-nos a sair da nossa zona de conforto. Entregámo-nos o mais que pudemos, mas isso não é reconfortante. Queríamos ganhar, agora é levantar a cabeça e pensar no jogo da próxima semana contra o Guimarães.
Cláudio Fonseca – #11 Benfica
Foi um jogo muito intenso desde o início. Estivemos bem a lançar de fora, mas depois relaxámos. Tentámos manter-nos fortes na luta das tabelas e na defesa e foi o principal motivo para conseguirmos controlar o jogo.
Rui Alves – Oliveirense
Em primeiro lugar, gostaria de deixar um elogio à FPB e à CM Oliveira do Hospital pela promoção e organização desta Taça. O Pavilhão esteve muito bem composto, temos transmissões de todos os jogos e é muito importante para o nosso basquete.
Parabéns ao SLB que ganhou de forma indiscutível. Não é fácil ganhar tantas vezes e com tanta autoridade.
Esta prova valoriza a regularidade na primeira volta e tenho que dar os parabéns aos meus jogadores por terem o conseguido, sabendo que não sou um treinador fácil de lidar. São uns bravos e uns guerreiros. Nada do que aconteceu aqui hoje é responsabilidade deles, é minha de tentar solucionar os problemas que nos colocam. O Benfica foi muito intenso a defender. Preparámo-nos para isso, mas conseguiram tirar-nos das nossas zonas de conforto para lançamento. A diferença entre as duas equipas é notável. Vamos pensar agora no próximo jogo, em Guimarães.
Carlos Lisboa – Benfica
O nosso primeiro objectivo foi alcançado, que era chegar à final.
Fomos intensos, especialmente na primeira parte. Também por mérito da equipa adversária, não estivemos iguais ao que queríamos nos 40 minutos de jogo.
Vamos ver agora a segunda meia final para preparar o jogo durante a noite de hoje, já que não sabíamos se venceríamos hoje e só preparámos o jogo contra a Oliveirense.
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Mário Fernandes deslocou-se ao hospital local para efectuar um raio-x ao nariz após contacto sofrido no primeiro período de jogo.
Quinta dos Lombos e CAB Madeira são os finalistas
Com dois triunfos na prova para cada uma das equipas, a Final servirá para desempatar esta querela e joga-se amanhã pelas 16h00 no Pavilhão de Vagos.
Na primeira meia-final, o Olivais tentava contrariar o teórico favoritismo do CAB Madeira. O primeiro período foi jogado em toada de equilíbrio mas os segundos 10 minutos começaram a cavar um fosso entre as duas equipas. Depois do inicial 17-11, as madeirenses foram, pouco a pouco, conseguindo afastar-se no marcador e ao intervalo os 15 pontos já davam alguma tranquilidade (35-20).
No regresso dos balneários, e apesar da formação de Coimbra lutar para reentrar no jogo, as “amigas” foram mantendo distâncias para, mercê da quebra adversária, dispararem no marcador com um último período demolidor (21-8) permitindo a vitória por 68-40.
Destaques individuais no CAB para Ashley Bruner com um duplo-duplo (25pts e 12res), secundada por Lavinia Silva (16pts) e Carolina Escórcio (12pts e 7res). No Olivais Elizbeth Beynnon com 21 pts ainda tentou remar contra a maré.
No segundo jogo da noite cedo se percebeu que o Quinta dos Lombos estava determinado em não permitir veleidades. Entrando em alta rotação a história começou a desenhar-se logo nos primeiros 10 minutos com um parcial de 8-26. Esperava-se que o Benfica tentasse a reação, mas a equipa de Cascais não abrandou e conseguiu um novo parcial demolidor (8-21) que levava o jogo para o intervalo praticamente decidido (16-47).
Se dúvidas houvesse, a equipa dos Lombos tratou de as desfazer regressando dos balneários com o mesmo ritmo causando mossa nas benfiquistas e, não só resolvendo em definitivo o jogo e a presença na final, mas pondo uns expressivos 45 pontos de diferença no marcador à entrada dos 10 minutos finais. O último período de jogo foi apenas para “cumprir calendário” e confirmar a presença na decisão final para defender o troféu conquistado o ano transacto.
Sara Djassi (28pts e 13res) e Shanel Harrison (19pts e 10res) destacaram-se na formação da Quinta dos Lombos. No Benfica apenas Joana Ramos passou a dezena de pontos.
Quinta dos Lombos encontra Benfica na segunda meia final
Em Vagos, o Quinta dos Lombos teve nos anfitriões vaguenses um osso bastante duro de roer e só nos momentos finais conseguiram garantir a vitória e a presença na segunda meia-final de amanhã. Muitos empates ao longo da partida e alternâncias no marcador foram a nota dominante num jogo que nunca esfriou e onde o vencedor só se decidiu nos instantes finais. Foi um jogo decidido em pequenos detalhes e onde os números demonstram o equilíbrio que marcou o jogo.
Os minutos finais trouxeram as maiores diferenças no marcador e, apesar de um último aproximar do Vagos, o Quinta dos Lombos não tremeu e geriu a pequena margem alcançada e amanhã jogará a meia-final.
No segundo jogo da noite, o Benfica começou melhor conseguindo um parcial de 8-2. As açorianas reagiram de pronto e chegaram ao empate com o equilíbrio a manter-se até final do primeiro período. O segundo período bem conseguido pelas benfiquistas garantiu uma vantagem de 12 pontos ao intervalo.
Os primeiros minutos do terceiro período pareciam trazer a decisão do jogo com o resultado a avolumar-se para uns claros 19 pontos (28-47) à passagem do minuto 24. Apesar de desfalcadas e sem estrangeiras, o Boa Viagem não se entregou e começou uma recuperação que a 5 minutos do fim mantinha o jogo em aberto com 48-54 no marcador. Não permitiu mais o Benfica à brava equipa do Boa Viagem e o jogo terminava com a vitória encarnada.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

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