Artigos da Federaçãooo

Victor Lapeña: também estará presente

Os seus mais recentes feitos foram, enquanto selecionador principal: a) Mundiais Sub 17 Fem – medalha de prata em 2012 e 2014; b) Europeu Sub 18 Fem – medalha de ouro em 2013; No papel de selecionador nacional adjunto, funções que exerce desde 2007, foi ainda capaz de conquistar 6 medalhas (3 medalhas de ouro, 2 medalhas de prata, 1 medalha de bronze), destacando-se naturalmente o recente êxito que constituiu a medalha de prata no Mundial sénior feminino disputado na Turquia já em Outubro de 2014.

 

Também nos clubes tem demonstrado grande capacidade, especialmente ao serviço de Perfumerias Avenida, disputando a Euroleague (2012/13/14) e tendo ganho a Liga Feminina (2012/13) a Supercopa (2013/14) assim como a Copa de la Reina (2013/14). A sua experiência no basquetebol feminino valorizará ainda mais este momento privilegiado de formação de treinadores em Portugal.


Minibásquete em Santa Maria

A acção que vai envolver os minis do Clube Ana e dos Marienses e dois novos núcleos de minibáquete da ilha o São Pedro e o Gonçalo Velho.


Hugo Lopez é o primeiro prelector confirmado

Há mais de uma década que treina ao mais alto nível competitivo em Espanha (LEB Oro e ACB). 

 

Nas últimas 3 épocas desportivas foi treinador adjunto do Real Madrid, ao serviço do qual conquistou a Copa del Rey (2011/12), a Supercopa de Espanha (2012/13; 2013/14); Liga Endesa ACB (2012/13) e foi ainda, por 2 vezes consecutivas, finalista da Euroleague (2012/13 e 2013/14). A sua experiência assim como os seus conhecimentos contribuirão seguramente para que o Clinic ABP seja mais uma vez um grande sucesso na formação de treinadores em Portugal.


Arranca a Proliga

Um domínio já revelado na última temporada e que a partir do próximo fim-de semana irá ser questionado e combatido por mais dez equipas que este ano integram a competição da Proliga.

 

Dragon Force x Terceira Basket Clube

 

Os azuis e brancos, depois de terem conquistado o direito desportivo a integrarem a LPB, optaram por se manterem na competição da Proliga, o que por si só atesta bem a qualidade desta equipa portista. Um grupo que foi reforçado nas posições interiores com a chagada de António Monteiro e João Paulo Fernandes, dois jogadores que mostraram a sua qualidade nas competições nacionais. A equipa iniciou a época a vencer e será certamente objetivo do clube manter essa dinâmica ao longo de toda a temporada. O Terceira Basket, depois de uma temporada de muito sucesso, curiosamente foi afastada pelos dragões na meia-final do playoff da última época, volta a apostar no mesmo grupo de trabalho, até porque não existiram motivos para mudar uma fórmula que deu bons resultados. O conjunto açoriano não conseguiu apurar-se para a final-four do Troféu António Pratas, tendo mesmo somado duas derrotas durante a fase de grupos. Um teste de fogo à equipa da ilha Terceira neste inicio de campeonato, já que tem pela frente a missão de tentar vencer, em sua casa, o principal candidato da competição.

 

Guifões SC x Esgueira/OLI

 

A equipa de Guifões não esteve feliz nos dois jogos oficiais até agora disputados, se bem que a competição do Troféu António Pratas sirva exatamente para corrigir e alterar aspetos menos positivos das equipas. O facto de começar a época em casa poderá ser uma vantagem para os comandados de André Moreira, que terão pela frente um adversário que chegou à final da primeira competição da temporada. O Esgueira/OLI teve um brilhante comportamento durante o António Pratas, tendo terminado como finalista vencido, mas isso não retira capacidade à equipa por tudo aquilo que foi feito até atingir esse jogo da final. O técnico Pedro Costa tem ao seu dispor o mesmo núcleo duro da equipa, reforçou-se com dois jovens (Tiago Almeida e Ruben Cotton, os dois ex-Illiabum), um grupo que lhe dá garantias e compromisso para com o trabalho. 

 

Atlético MNExpresso x Casino Ginásio

 

Um encontro que promete, tendo em conta os jogadores, a experiência, a qualidade e o contraste de idades, que irão estar envolvidos neste encontro. A equipa da Tapadinha estreia-se na Proliga a jogar em casa, num pavilhão onde é tradicionalmente difícil de passar. O Atlético conseguiu reunir um grupo de jogadores com larga experiência de Liga, outros habituados e com a vivência de muitas batalhas, pelo que será com toda a certeza uma equipa sempre complicada de defrontar. A prova disso mesmo é a presença na meia-final do Troféu António Pratas onde foi derrotada pelo Dragon Force. Curiosamente o adversário desta jornada inaugural, foi igualmente afastado na meia-final do mesmo troféu. No plantel do Casino Ginásio a mescla de juventude é bastante maior, facto que faz a equipa muito interessante. Curiosidade em constatar como os jovens da formação do clube, alguns deles internacionais pelas seleções mais jovens (Pedro Marques e Bernardo Neves), se irão aguentar frente a jogadores maduros e com muitos anos de traquejo. Isto claro com o apoio dos mais veteranos, José Costa, Marco Gonçalves, Joaquim Soares, Garcia Destino e Bruno Costa, os dois últimos reforços do clube para esta temporada.

 

Vasco da Gama x Academia do Lumiar

 

O histórico clube da cidade do Porto está de regresso à Proliga, um feito alcançado por um grupo de jogadores, muitos deles internacionais pelas seleções mais jovens, em que a sua grande maioria é formada no clube e ajudaram a conquistar vários títulos nacionais nos escalões de formação. O técnico João Oliveira tem pela frente o aliciante desafio de colocar a competir toda esta juventude numa prova como a Proliga, dando-lhes espaço para que possam errar e crescer num natural processo de evolução. Durante a fase de grupos do Troféu António Pratas a equipa bateu-se muito bem, e mesmo na derrota frente aos dragões (59-72) que a afastou da fase seguinte da competição, os vascaínos mostraram a sua habitual garra. Se bem que do lado oposto irá estar um adversário que na última temporada se mostrou muito competente e regular. A Academia do Lumiar foi 6º classificado na última época, manteve a estrutura da equipa, o que faz com que naturalmente beneficie de um trabalho de continuidade, e reforçou-se para as posições exteriores com a chegada de Nuno Monteiro e Tiago Barreiro. Será uma duelo entre a juventude do lado do Vasco da Gama e a veterania da equipa lisboeta. Veremos quem levará a melhor neste embate…

 

Aliança Sangalhos x SL Benfica B

 

O técnico Francisco Gradeço volta a contar com o seu núcleo de jogadores com anos de clube e que o sentem como ninguém, embora se note a chegada de muita juventude no sentido de preparar o futuro deste clube desde sempre ligado à modalidade. Nunca é fácil jogar em Sangalhos, se bem que tenha sido uma derrota caseira, frente ao sgueira/OLI, a deixar de fora a equipa da meia-final do Troféu António Pratas. Pela frente terá uma equipa extremamente jovem, já que conta com apenas um jogador sénior, de 1º ano, o internacional Sub 20 João Soares. Muito potencial, muita margem para evoluir, mas igualmente um longo caminho a percorrer e que terá de ser necessariamente de grande paciência para o técnico Goran Nogic e para o clube. 


Benfica conquista Supertaça

A eficácia no lançamento de longa distância, os contributos vindos do banco, e a rotação dos jogadores efetuada pelo técnico Carlos Lisboa ditou a diferença entre as duas equipas. O Galitos não conseguiu manter o domínio exibido nos primeiros 10 minutos, se bem que tenha sentido dificuldades para acompanhar o ritmo imposto pelos benfiquistas, e a estratégia defensiva delineada tenha caído por terra pela pontaria demonstrada pelos jogadores exteriores do Benfica.

 

Ao melhor inicio dos benfiquistas (5-0) respondeu a equipa liderada por Carlos Caetano, ultrapassando algum nervosismo e passividade ofensiva que revelava nos seus movimentos ofensivos. A defesa da equipa do Barreiro, 10 pontos sofridos no 1º período, e a liderança de Miguel Minhava, valiam o comando do jogo por diferenças que chegaram a ser superiores a 10 pontos. No final do quarto inicial a formação da margem sul do Tejo vencia por 18-10, um parcial que demonstrava bem o ascendente dos jogadores do Galitos.

 

Até ao intervalo, as situações de tiro criadas pelo ataque benfiquista passaram a ser coroadas de êxito, e Carlos Lisboa “descobria” no banco as soluções ofensivas para ultrapassar a baixa eficácia no tiro exterior. Carlos Ferreirnho e Diogo Carreira mexeram no jogo, trouxeram qualidade e pontos aos movimentos ofensivos do Benfica, enquanto que do lado oposto a rotação do banco feita por Carlos Caetano colocava a nu a diferença na profundidade dos dois planteis.

 

Os triplos começavam a cair, a defesa era mais intensa, o Galitos sentia mais dificuldades para encontrar o caminho do cesto, desunia-se e começava a faltar discernimento e disciplina tática para tentar ultrapassar a boa defesa encarnada. O Benfica conseguiu não só a reviravolta no marcador, como construiu uma pequena vantagem na segunda metade do 1º tempo (39-29).

 

No recomeço da etapa complementar, o conjunto do Barreiro continuava a apostar mais na proteção das áreas próximas do cesto, mas a eficiência dos jogadores exteriores do Benfica não baixava, pelo contrário, aumentava percentualmente. Andrade e Carreira continuavam a destacar-se nos lançamentos para lá da linha dos três pontos, pelo que foram decisivos para que a diferença pontual subisse para mais de 20 pontos no final do 3º período (64-43).

 

Não mais o Galitos conseguiria reentrar na discussão pelo troféu, com os dois técnicos a aproveitarem os últimos minutos do encontro para fazerem rodar as respetivas equipas.

 

O capitão Diogo Carreira, esteve perfeito neste jogo, converteu tudo que lançou, 4/4 de 2 pontos, 3/3 de 3 pontos e 6/6 da linha de lance-livre, para um total de 23 pontos. O ataque encarnado esteve muito bem na circulação da bola, sempre na procura de um extra passe, tendo encontrado muitas vezes Carlos Andrade (21 pontos, 10 ressaltos e 2 assistências) e Carlos Ferreirinho (16 pontos e 2 ressaltos) como soluções ideais para finalizar. Os dois em conjunto fizeram esquecer a ausência de Jobey Thomas nesta final. Quem também não participou no jogo foi o norte-americano Ronald Slay, que continua a recuperar de uma lesão no joelho.

 

O capitão Miguel Minhava (18 pontos, 9 ressaltos, 4 assistências e 2 roubos de bola) foi sempre um inconformado e bem lutou para que a equipa se mantivesse dentro do jogo. O norte-americano Benjamim Gresmer (14 pontos e 4 ressaltos) mostrou que é um atirador, e o seu compatriota Brian Clarke (10 pontos) evidenciou bons pormenores técnicos. Sem dúvida uma equipa com margem para evoluir e que neste encontro não contou com o base João Fernandes.


Dragon Force triunfa

O domínio exibido na luta das tabelas, a eficácia ofensiva, nomeadamente nos lançamentos de curta e média distância, foram os principais argumentos para que os dragões conquistassem o primeiro troféu em disputa esta temporada.

 

Os azuis e brancos praticamente resolveram o jogo durante a 1ª parte, já que ao intervalo a formação da Invicta já vencia por 31 pontos de diferença (50-19). A eficácia ofensiva dos comandados de Moncho López, especialmente nas áreas mais próximas do cesto (26/42 – 62%), e quando a bola não entrava, a presença dos jogadores portistas no ressalto ofensivo (26) garantiam mais posses de bola e segundos lançamentos. Aliás, o domínio revelado pela equipa do Dragon Force na luta das tabelas (57-16), quase por si só explicaria a vantagem confortável pela qual os portistas bateram o Esgueira/OLI.

 

Depois de dois períodos em que a superioridade dos dragões foi total, 24-10 e 26-9, tornava-se extremamente complicado para os comandados de Pedro Costa darem a volta no segundo tempo. Mas nos segundos vinte minutos o rumo do jogo não sofreu alterações, já que o Dragon Force controlou em absoluto a marcha do marcador, com a diferença pontual a nunca parar de subir.

 

 

Foram seis os jogadores portistas a terminarem o encontro com 10 ou mais pontos, no entanto, Miguel Queiroz (10 pontos e 12 ressaltos), António Monteiro (11 pontos e 8 ressaltos) e Diogo Brito (12 pontos, 2 assistências e 2 roubos de bola) foram os que mais se destacaram nesta final.

 

A tarde não foi de grande inspiração para o conjunto de Esgueira, mas mesmo assim as prestações de António Gaioso (19 pontos e 5 ressaltos) e João Almeida (13 pontos e 2 ressaltos) foram bastante positivas.


Dragões no jogo decisivo

Os azuis e brancos desta vez vão defrontar o Esgueira/OLI, numa final inédita e em que uma das equipas vai estrear-se como vencedora da competição. Depois de uma primeira parte inteiramente dominada pelos dragões, a boa reação do clube da Tapadinha durante o 3º período trouxe alguma emoção ao jogo, mas nos últimos 10 minutos os portistas mostraram-se superiores.

 

Os comandados de Moncho Lopez começaram muito bem o encontro, a defender com qualidade, e no final dos primeiros 10 minutos já venciam por dez pontos de diferença (18-8). O jogo não se alterou muito até ao intervalo, com a equipa nortenha a comandar sempre a marcha do marcador, conseguindo mesmo aumentar a diferença pontual que separava as duas equipas (34-18).

 

O descanso fez bem ao conjunto de Alcântara, já que no recomeço da etapa complementar melhorou significativamente o seu desempenho nos dois lados do campo, e beneficiou de um parcial de 25-13 para encostar novamente o resultado no final do 3º período (43-47).

 

Embora controlasse bem a posse de bola, a formação do Atlético sentia enormes dificuldades para equilibrar a luta das tabelas (37/20), permitindo que os jogadores do Dragon Force conquistassem muitos ressaltos ofensivos (16). Cestos fáceis, segundas posses de bola, mais ataques, maiores probabilidades de fazer pontos, que somados permitiram que o Dragon Force voltasse a mostrar-se mais forte nos derradeiros 10 minutos do jogo.

 

Pedro Bastos, com 12 pontos, foi o melhor marcador na equipa do Dragon Force, embora o mais valorizado (17.5) tenha sido Miguel Queiroz (9 pontos, 6 assistências, 5 ressaltos, 2 roubos de bola e 1 desarme de lançamento). O novo reforço, João Fernandes (6 pontos e 9 ressaltos) esteve igualmente a bom nível.

 

O extremo João Manuel não pode dar o contributo à equipa, e seria o base Ricardo Robalo (14 pontos e 3 assistências), com boas percentagens de lançamento, o mais produtivo na equipa do Atlético. O poste Hugo Aurélio (13 pontos, 6 ressaltos e 2 assistências) bateu-se bem nas tabelas, num encontro em que Pedro Bagio (8 pontos e 3 ressaltos) esteve mais discreto nessa tarefa.


Esgueira/OLI na final

A prestação da equipa de Aveiro no inicio da etapa complementar foi decisiva para o desfecho do encontro, já que ao intervalo o jogo mantinha-se muito equilibrado. Um parcial de 32-11, favorável ao Esgueira, durante a 3º período garantiu a presença da equipa liderada por Pedro Costa no jogo decisivo da primeira competição oficial do calendário competitivo da Proliga.

 

Nada fazia crer que uma das equipas fugisse no marcador no arranque do segundo tempo, pela forma como decorreram os primeiros 20 minutos. Muito equilíbrio, ligeira vantagem para o conjunto da Figueira da Foz no 1º período (16-13), com o Esgueira a encurtar distâncias até ao intervalo (30-28).

 

Mas tudo se alteraria no recomeço da etapa complementar, com o Esgueira a dominar por completo o 3º período, sobretudo graças a uma elevada eficácia ofensiva, bem espelhada nos 32 pontos conseguidos nos primeiros 10 minutos do 2º tempo.

 

No derradeiro quarto, o Ginásio não baixou os braços, lutou até onde conseguiu e lhe foi possível, é verdade que recuperou dez pontos de desvantagem, mas a diferença pontual que separava as duas equipas à entrada do último período era demasiado elevada (60-41).

 

Os comandados de Pedro Costa voltaram a estra bastante bem da linha de três pontos (10/25 – 40%), em particular neste capitulo Pedro valente (20 pontos) que converteu 5 dos 6 lançamentos que tentou para lá da linha de 3 pontos. Renato Loio (15 pontos e 9 ressaltos) ficou muito perto de um duplo-duplo, e António Gaioso (11 pontos, 8 ressaltos, 5 assistências e 3 roubos de bola) realizou um jogo muito completo.

 

Na equipa do Casino Ginásio, o jovem Pedro Marques (20 pontos, 7 assistências, 5 ressaltos e 3 roubos de bola), MVP do jogo a par de Pedro Valente com 24 de valorização, esteve muito bem, mas nem com as ajudas de Marco Gonçalves (10 pontos e 9 ressaltos) e do jovem Bernardo Neves (12 pontos, 4 ressaltos e 3 assistências) conseguiu garantir a presença da equipa no jogo da final.


«Galitos é uma equipa aguerrida»

Depois da vitória no Troféu António Pratas, os encarnados procuram agora trazer para a Luz a Supertaça Nacional. Em declarações à BTV, Tomás Barroso relembra que o último encontro frente ao Galitos Barreiro/Tley foi muito complicado de vencer. Apesar de o jogo ser em Albufeira, o base benfiquista conta com o incondicional apoio dos adeptos benfiquistas, para empurrarem a equipa à conquista de mais um titulo na modalidade.

 

Tomás Barroso tem merecido a confiança do técnico Carlos Lisboa para integrar o cinco inicial, sinal que o atleta tem trabalhado bem, numa posição em que a concorrência interna é elevada e de grande qualidade.

 

Durante a fase de grupos do Troféu António Pratas, o Benfica defrontou o Galitos Barreiro, sendo que o encontro foi decidido nos últimos segundos. Alertados para o perigo, Tomás destaca a capacidade de luta do adversário, mas acredita no trabalho e ambição do grupo de trabalho para que domingo possam festejar mais um troféu. “Já jogámos frente ao Galitos, foi difícil. Estamos motivados e preparados, porque eles são uma equipa aguerrida”.

 

 As lesões têm sido um problema acrescido neste inicio de campeonato para o técnico Carlos Lisboa, para quem esta semana de trabalho terá sido, muito provavelmente, atípica. O facto de não contar com todos os jogadores para treinar e preparar o encontro faz com que a qualidade do trabalho diminua, bem como a condição física de alguns atletas fundamentais.

 

Ainda assim, o base encarnado conta com o apoio dos adeptos, até porque não é a primeira vez que o Benfica joga em Albufeira, uma cidade onde já foi feliz, sinónimo de conquista de títulos.  “Albufeira é uma cidade que vive o Basquetebol. O Benfica já lá jogou várias vezes e é sempre bem acolhido. Espero que volte a acontecer”.


«Estamos preparados»

Se na última temporada a equipa portista caiu na final, este ano os dragões partem para esta fase com determinação e com um grupo de trabalho reforçado para continuar a conquistar troféus. Em entrevista ao Porto Canal e site do clube, André Bessa reconhece favoritismo para o encontro de sábado, às 17 horas, no Pavilhão Municipal Marialvas, em Cantanhede, frente ao Atlético, um primeiro passo para o grande objetivo que é conquistar o troféu.

 

A derrota na final da última edição está presente na memória dos jogadores, um resultado que os portistas não querem ver repetido este fim-de-semana. André Bessa aceita o favoritismo portista para o jogo da meia-final diante do Atlético, mas garante que este tem de ser demonstrado “dentro do campo”.
“É sempre bom ganhar e foi muito importante termos começado a época com duas vitórias (Vasco da Gama e Guifões). Tirámos ilações relativamente ao que fizemos bem e menos bem e vamos trabalhar para nos apresentarmos mais fortes nos próximos jogos. Temos treinado com muita intensidade e acredito que estamos preparados.”

 

O base azul e branco antevê dificuldades frente a uma equipa formada por jogadores experientes, em que muitos deles já passaram pela Liga, embora não esconda que o objetivo do Dragon Force é erguer o troféu que escapou na época passada. “Vai ser um jogo bastante complicado, frente a uma boa equipa que tem jogadores com experiência de Liga. Só ao nosso melhor nível conseguiremos vencer. Já assumimos que este é um dos troféus que queremos ganhar e vamos dar o máximo para o conseguir. Até podemos ser teoricamente favoritos, mas temos de o demonstrar dentro do campo”.




«Vamos tentar vencer o troféu»

José Costa continuar a ser rosto mais conhecido da equipa, e será uma das principais armas da equipa no encontro das meias-finais do Troféu António Pratas frente ao Esgueira/OLI. Apesar de recusar a pressão ou a obrigatoriedade de vencer a prova, o experiente jogador espera poder conter os sucesso do jogo exterior esgueirense de forma a poder discutir o jogo decisivo.

 

O misto de juventude e veterania que existe na atual equipa do Ginásio é o ideal para uma época de sucesso do Casino Ginásio?

 

Penso que sim, mas mais importante do que uma época de sucesso é fazer acreditar os jovens da nossa formação que a sua transição para o escalão sénior pode ser uma realidade.

 

A eliminatória frente ao Eléctrico FC foi um bom teste para as meias-finais do Troféu António Pratas?

 

Sem dúvida. O Eléctrico tem uma excelente equipa e penso que serão um dos sérios candidatos a vencer a Proliga, por isso foi muito bom tê-los levado de vencida.

 

 A 1ª fase do troféu António Pratas serviu para identificar e corrigir aspetos menos positivos da equipa?

 

Acima de tudo serviu para conseguirmos testar as nossas capacidades enquanto equipa, porque devido a vários fatores raramente conseguimos trabalhar o 5×5.

 

Concorda que o maior perigo da equipa do Esgueira vem do seu jogo exterior?

 

Sim, o Esgueira é uma equipa que vale muito pelo seu jogo exterior visto ter um conjunto de jogadores com capacidade de penetrar e ao mesmo tempo serem bastante consistentes no tiro de 3 pontos.

 

Na sua opinião, o Ginásio tem esta temporada mais argumentos para lutar por títulos, o que naturalmente inclui este Troféu António Pratas?

 

O nosso objetivo enquanto equipa é a consolidação do projeto, mas é evidente que se houver hipóteses de vencer algo não vamos deixar escapar a oportunidade. Assim sendo, vamos tentar vencer o troféu António Pratas.


«Vamos lutar por esta Supertaça»

Apesar de reconhecer a superioridade do Benfica, o jogador do Galitos acredita que a sua equipa tem condições para lutar pelo troféu, domingo, em Albufeira.

 

A equipa do Galitos sofreu alguns ajustes no plantel, bem como contratou novos jogadores estrangeiros. Se a isto juntarmos mais tempo de trabalho do técnico Carlos Caetano, como descreveria atualmente a equipa?

 

Atualmente, a meu ver a equipa do Galitos – Barreiro/Tley está mais equilibrada, coesa, versátil e jovem. Penso que com o trabalho que tem vindo a ser feito pelo nosso treinador Carlos Caetano, a equipa vai entrar forte fisicamente e psicologicamente nas competições.

 

Sente que a equipa melhorou significativamente desde a fase de grupos do Troféu António Pratas? E se os estrangeiros da equipa estão melhor integrados e prontos para poderem contribuir mais para a equipa?

 

Melhorámos bastante pois a partir dos jogos do Troféu António Pratas.  Conseguimos ter o plantel completo e disponível, o que tornou possível melhorar a integração dos jogadores na equipa, nomeadamente dos que chegaram apenas a 2 de Outubro. No entanto, não é apenas após 8 ou 9 treinos que tudo fica assimilado e a funcionar da melhor forma.

 

Esta paragem de duas semanas sem competição foi benéfica para o Galitos?

 

Vimos esta paragem de uma forma benéfica para trabalhar e melhorar onde errámos nos jogos do Troféu António Pratas. E claro, integrarmos melhor os jogadores estrangeiros com o resto da equipa.

 

Curiosamente o último jogo oficial que disputaram foi precisamente frente ao Benfica, em que o Galitos saiu derrotado por dois pontos de diferença. Que conclusões retiraram desse jogo? Se fez aumentar as vossas esperanças para este jogo da Supertaça? E quais os aspetos em que terão de melhorar?

 

As principais conclusões que tirámos foram que temos de jogar sempre com a vontade e a determinação que demonstrámos nesse jogo.

Queríamos demonstrar a nós próprios que também temos hipóteses de ganhar algo se lutarmos. Aumentou a nossa confiança, mas um jogo não são jogos e sabemos bem que o Benfica é tricampeão nacional e tem uma equipa fortíssima, com imensas soluções. Portanto estamos conscientes que temos de manter os pés assentes na terra e continuar a treinar todos dias para melhorarmos todos os aspetos necessários para dignificarmos o nosso clube.

 

O que achou da equipa do Benfica nos dois jogos da final-four do Troféu António Pratas?

 

Achei que o Benfica se apresentou muito forte e determinado em ganhar o Troféu António Pratas, que lhe fugiu na época passada. A mostrar que é o favorito a vencer todas as competições nacionais, tendo em conta o seu plantel. No entanto, o Barcelos criou algumas dificuldades no início do jogo da final, demonstrando muita garra e a habitual forte atitude defensiva logo no 1º período.

 

Como está a ser vivida esta final da Supertaça, não só pela equipa, como também pelo clube e os adeptos? E quais as expectativas para esta final?

 

É o segundo ponto alto e a primeira Final da Supertaça para o Galitos – Barreiro/Tley e para os adeptos, pelo que naturalmente é um momento muito especial e importante para todos. Apesar de, para a maior parte dos jogadores ser a primeira final, encontramo-nos concentrados e focados no objetivo que é lutar por esta Supertaça.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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