Artigos da Federaçãooo

Campus Basket Carlos Seixas

A organização do evento está a cargo de Carlos Seixas (antigo internacional e atual selecionador nacional de Sub-18 e treinador do Centro de Alto Rendimento do Jamor) e Luís Avelãs (ex-treinador, jornalista e comentador dos jogos da NBA na Sport TV), com a colaboração da Câmara Municipal de Ponte de Sor.

O Campus é destinado aos jovens que praticam basquetebol e pretendem melhorar o nível do seu jogo, mas também a todos os que nunca jogaram oficialmente mas se sentem atraídos pela modalidade, bem como para aqueles que apenas desejam passar uns dias de férias repletos de desporto, emoção e alegria.

 

Durante uma semana, os participantes irão passar várias horas a jogar basquetebol, mas o aliciante deste Campus Basket é que a prática da modalidade será intercalada com atividades paralelas.

 

Não percas mais tempo, reúne os teus amigos e faz a inscrição! Para mais informações poderá consultar o site: http://www.cbcarlosseixas.com

 

Vais ver que não te arrependes!

 


Portugal na final dos Jogos da CPLP

Esta quarta-feira derrotou a equipa da casa, por 49-33.

Apesar de apresentar uma média de altura inferior aos adversários, a jovem Seleção Nacional não se atemorizou, chegando ao final do primeiro período na liderança do marcador (11-7). No segundo quarto voltou a não permitir que os angolanos chegassem à dezena de pontos marcados (14-8), à semelhança do que sucedeu, de resto, na segunda parte (10-9 e 14-9).

 

Apesar da vitória, a equipa mostrou que ainda pode melhorar alguns capítulos do jogo, nomeadamente a eficácia da linha de lance livre (21 falhados) e as perdas de bola (30). No entanto, recuperou 26 bolas e ganhou 29 ressaltos, contra os 26 conquistados por Angola.

 

Ao nível individual, destaque para os desempenhos de Gonçalo Madureira (13 pontos, 3 ressaltos e 5 roubos de bola), Aírton Fernandes (15 pontos, 1 ressalto, 2 assistências e 4 roubos de bola) e Miguel Pinto (2 pontos, 9 ressaltos e 2 roubos de bola). Tomás Domingos, Maia e Diogo Carvalho ainda estão lesionados, por isso não jogaram

 

Esta quinta-feira Portugal defronta São Tomé e Príncipe, às 15 horas. 


Vitória robusta

Depois de um primeiro quarto equilibrado, os comandados de Raul Santos dispararam no marcador tendo chegado ao intervalo a vencer por quinze pontos de diferença. N etapa complementar a excelente atitude defensiva dos jovens portugueses permitiu-lhes aumentar, com alguma naturalidade, a diferença pontual que separava as duas equipas.

Se durante os primeiros 10 minutos Moçambique ainda conseguiu manter-se na discussão do resultado, a boa prestação defensiva de Portugal no 2º quarto, 5 pontos sofridos, fez com que Portugal fugisse no marcador (33-18).

 

No segundo tempo, os jogadores portugueses não abrandaram a sua intensidade defensiva, apenas 15 pontos sofridos, já no ataque os pontos começaram a surgir com maior frequência, o que explica o desnível do resultado no final dos 40 minutos.

 

Na equipa portuguesa destacaram-se Gonçalo Madureira, autor de 16 pontos, 6 assistências e 9 roubos de bola, Aírton Fernandes (12 pontos e 4 ressaltos), Miguel Pinto (11 pontos, 9 ressaltos e 5 roubos de bola), Pedro Teixeira (11 pontos, 8 ressaltos, 2 roubos de bola e 2 assistências) e Tiago Tavares (10 pontos e 2 ressaltos).

 

No final do jogo, o selecionador Raul Santos destacava a “qualidade da defesa individual” de Portugal, expressa nos 43 roubos de bola conseguidos durante o encontro, a aceitável “percentagem do tiro de 3 pontos” (5/18), as 15 assistências, bem como o facto de terem “permitido apenas 5 ressaltos ofensivos”.

 

Mas nem tudo foi positivo apesar do triunfo expressivo. O técnico mostrou-se desagradado com o “elevado número de turnovers” cometidos pelo conjunto nacional (34).

 

Esta quarta-feira Portugal defronta, às 17 horas, a equipa da casa, a Angola, e em caso de vitória da equipa portuguesa volta a reencontrar a Seleção do Brasil na grande final desta competição.


Final do Europeu vai “falar” português

Desta feita o destaque vai para a arbitragem lusa uma vez que na final de hoje, entre a França e a Rússia, também se irá “falar” português. Carlos Cardão Machado será o comissário e Sónia Teixeira arbitrará o jogo decisivo numa nomeação que uma vez mais reconhece o valor dos juízes portugueses.


Os deuses estiveram com Maria Kostourkova no cesto da vitória

Para tentar repetir a classificação do ano transacto a equipa das quinas teve que sofrer muito no confronto com a República Checa. Um ponto apenas (55-54) num cesto às 3 ou mais tabelas obtido por Maria Kostourkova, em cima da buzina, deu-nos a vitória, muito suada e sofrida. Acabou por ser a desforra do desaire consentido na semana passada (59-60) e por coincidência pela mesma diferença, um ponto apenas. Pode-se dizer que se escreveu direito por linhas tortas… e que os deuses estiveram com Maria Kostourkova, a jovem promessa do basquetebol luso. 

Escusado será dizer que o banco luso invadiu o recinto, numa explosão de alegria inolvidável, sob os aplausos do público que foi o 13º jogador de Portugal, puxando pelas nossas jogadoras de princípio a fim. Momentos que nunca esqueceremos.

 

Mas temos que ser realistas e isentos. Portugal não jogou bem, tendo momentos de autêntica paragem cerebral, nomeadamente no último quarto quando esteve mais de 8 minutos, para sermos mais precisos 8:16 minutos, sem marcar qualquer ponto. Entretanto as checas, que entraram no derradeiro parcial a perder por 7 pontos (42-49), aproveitaram a apatia lusa para iniciarem a recuperação que as levou ao comando (50-49) no minuto 35, com um duplo de Hana Veselá, tendo Eva Kopecká aumentado a vantagem para 52-49 dois minutos volvidos. Foi só com 1:44 minutos para jogar que Maria Kostourkova, não tremeu da linha de lance livre, reduzindo o prejuízo para 52-51, ficando a República Checa em igualdade de circunstâncias com Portugal, a partir daquele momento, por ter feito a 4ª falta da equipa. Com 1:31 minutos para jogar Mariyana Kostourkova pediu o seu 2º desconto de tempo mas foi Tereza Kraciková que na área pintada elevou para 54-51, com 45,9 segundos para jogar. Foi altura de a seleccionadora lusa esgotar os descontos, mas ainda houve tempo para num ataque rápido, Simone Costa, numa arrancada poderosa, fazer os 54-53 a 37,3 segundos do termo. A última posse de bola pertenceu a Portugal e com muita felicidade Maria Kostourkova, em cima da buzina, converteu o cesto da vitória.                           

 

Resultado: República Checa 54-55 Portugal

 

Na selecção portuguesa a base Carolina Bernardeco foi a mais valiosa (10,0 de valorização) ao somar 9 pontos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos, 3 assistências, 2 roubos e 3 faltas provocadas com 1/2 nos lances livres, num quinteto muito igual, por esta ordem: Emília Ferreira (6 pontos, 2/3 nos duplos, 1 ressalto ofensivo, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas com 2/2 nos lances livres), Chelsea Guimarães (6 pontos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas com 4/4 nos lances livres), Maria Kostourkova (9 pontos, 10 ressaltos sendo 3 ofensivos, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 4 faltas provocadas com 3/6 nos lances livres) e Simone Costa (12 pontos, 1 ressalto defensivo, uma assistência, 1 roubo e 4 faltas provocadas com 4/4 nos lances livres). Bons contributos ainda de Susana Lopes (4 pontos, 2/3 nos duplos, 1 ressalto defensivo, 1 roubo e duas faltas provocadas) e Carolina Gonçalves (7 pontos, duas assistências, 3 roubos e duas faltas provocadas com 1/2 nos lances livres).           

 

Ficha de jogo

 

Centro de Desportos e Congressos de Matosinhos

 

República Checa (54) – Eliska Mircová (3), Eva Kopecká (11), Eva Mucková (2), Tereza Kraciková (12) e Aneta Mainclová (10); Gabriela Andelová (3), Jolana Krejcová , Hana Veselá (5), Sarah Beránková (6), Klára Krivánková (2) e Lucie Milaniaková ()

 

Portugal (55) – Carolina Bernardeco (9), Simone Costa (12), Sofia Almeida, Beatriz Jordão (2) e Maria Kostourkova (9); Carolina Gonçalves (7), Chelsea Guimarães (6), Emília Ferreira  (6), Susana Lopes (4), Maianca Umabano e Francisca Meinedo

 

Por períodos: 21-17, 11-19, 10-13, 12-6

 

Árbitros: Marek Maliszewski (Polónia), Dragan Kralj (Bósnia e Herzegovina ) e Kun Zuo (China)

 

Outros resultados:

Classificação 9º/12º: Eslovénia 70-59 Polónia    

Meias-finais: França 58-56 Sérvia; Espanha 59-65 Rússia

Classificação 5º/8º: Holanda 59-54 Itália; Bélgica 60-26 Croácia

Classificação 13º/16º: Turquia 61-72 Lituânia; Suécia 46-51 Grécia

 

Calendário para amanhã (domingo)

CDC Matosinhos

Final: (19H45) França-Rússia

3º/4º lugares: (17H30) Sérvia-Espanha

5º/6º lugares: (15H15) Holanda-Bélgica

9º/10º lugares: (13H00) Eslovénia-Portugal

Pavilhão Municipal de Guifões

15º/16º lugares: (11H45) Turquia-Suécia

13º/14º lugares: (14H00) Lituânia-Grécia

11º/12º lugares: (16H15) Polónia-República Checa

7º/8º lugares: (18H30) Itália-Croácia                         

 

Entre o final do Jogo República Checa-Portugal e o início da 1ª meia final (França-Sérvia), foi prestada uma homenagem à selecção nacional de Sub-20 Femininos que em Sófia, na 1ª quinzena de Julho, assegurou a subida à Divisão A, ao conquistar a medalha de bronze (3º lugar) entre as 10 selecções participantes no Europeu, Divisão B, merecendo destaque também a nomeação de Laura Ferreira para o cinco ideal da competição.   


Matosinhos teve um dia em cheio

 

Logo pela manhã, mais de 70 treinadores, portugueses e estrangeiros, participaram no Clinic do Campeonato da Europa onde Eugénio Rodrigues, selecionador sub 20 e Isabel Fernandéz Perez, colaboradora FEB, falaram sobre “Coisas simples do Bloqueio Directo – Princípios basilares” e “Transferência da técnica individual para a tomada de decisões”. Foi uma animada e intensa sessão que agradou a todos os participantes.

 

Durante o intervalo do jogo de Portugal uma oportunidade única para todos os amantes da modalidade e, em especial, do basquetebol feminino. Ticha Penicheiro, que dispensa apresentações, e Amaya Valdemoro, jogadora espanhola com 3 titulos WNBA, campeã e vice campeã da Europa em 2013 e 2007, onde foi MVP, medalha de bronze no mundial de 2010 e vencedora da Euroliga Feminina em 1993, além de inúmeros outros títulos individuais e coletivos, estiveram a distribuir simpatia, autógrafos e fotos com os fãs. Foi um momento impar em que todos puderam contactar com duas verdadeiras lendas do basquetebol feminino.

 

A última nota vai para a merecida homenagem e reconhecimento à Seleção Nacional de Sub 20 femininos, que no inicio de Julho, conquistou o direito a estar entre a elite europeia. Foi um momento importante a que se aliou o imenso público presente e que demonstrou que os adeptos do basquetebol feminino português estão orgulhosos das conquistas e do caminho que se está a percorrer.

 


Russia e França discutem o ceptro europeu

 

A Espanha cai depois de 16 vitórias consecutivas nos dois últimos campeonatos da europa e irá tentar garantir o bronze que o ano passado foi para a Sérvia que, decerto não quererá perder a medalha que tanto custou a conquistar.

 

Entretanto, Bélgica e Holanda, que venceram os seus jogos com a Itália (59-54) e a Croácia (60-26), conquistaram um lugar no Mundial de Sub 19 do próximo ano.

 

No pólo oposto o dia foi madrasto para Suécia e Turquia que descem à divisão B, enquanto que Lituânia e Grécia lutarão pela manutenção numa dramática partida amanhã.

 

 


Portugal volta a vencer

Terminado o primeiro quarto, encontravam-se a ganhar por 17-16. Portugal demonstrava algumas dificuldades em parar os jogadores interiores adversários, bem como ia demonstrando alguma fragilidade em controlar a tabela defensiva, permitindo segundos e por vezes terceiros lançamentos.

Com a entrada no segundo quarto, os comandados de Carlos Seixas entraram decididos a mudar o rumo do jogo. Concretizando três trilos consecutivos e anulando as acções ofensivas dinamarquesas, que marcaram apenas 4 pontos em 10 min, foram alcançando a tranquilidade necessária para segurar a vitória, tendo terminado a primeira parte a vencer por 38-23.

 

A seguda parte teve pouca história. Melhorando no capítulo do ressalto mas, permitindo alguns pontos dentro da área pintada, Portugal conseguiu aumentar a sua vantagem para os 65-47 finais.

 

Num jogo novamente marcado por uma boa prestação a nível colectivo, o melhor marcador luso foi Sérgio Silva (13 pontos, 8 ress, 5 ass)

 

Também jogaram e marcaram por Portugal:

Pedro Oliveira (5 pontos)

Francisco Amiel (8 pontos, 4 ass.)

Luís Câmara (1 pt, 2 ress)

Miguel Ferrão (2 ress)

Diogo Brito (11 pts)

Ricardo Monteiro (2 pts, 3 ress)

João Lucas (3 pts, 6 res)

Diogo Araújo (10 pts, 6 ress)

Daniel Relvão (9 pts, 4 ress, 4 dl)

Carlos Salamanca (3 pts)

 

Este domingo, Portugal tem um embate decisivo contra a anfitriã Bulgária às 18h15 locais (16h15 em Portugal), num jogo que se prevê muito complicado. O objetivo da conquista de um lugar na disputa dos 8 melhores classifcados deste Europeu mantém-se intacto.


A vitória da superação rumo ao 9º lugar

Mas as verdadeiras campeãs são as que superam as adversidades e a jovem base portuguesa não se escondeu, liderou o último ataque e deu a Maria Koutourkova a assistência que permitiu à poste portuguesa marcar o “buzzer” triunfal (54-55) que garante um brilhante lugar entre as 10 melhores da Europa e uma possível repetição da melhor classificação de sempre. 

Uma vez no top ten europeu, as bravas jogadoras lusas continuam a demonstrar carácter, união e basquetebol de qualidade. Amanhã, no jogo que decidirá o 9º e o 10º lugar, Portugal vai defrontar a Eslovénia, pelas 13h00, no CDC de Matosinhos.

 

 


PORTUGAL JOGA ÀS 16H15

 

Venha apoiar as nossas guerreiras. Motivos não faltam!!


Carolina Gonçalves saltou do banco para ser a artífice da vitória lusa

 Falhado o primeiro objectivo (entrada nos 8 primeiros) por uma unha negra, as baterias estão agora apontadas para o Plano B que passa por repetir a classificação do ano passado (9º lugar na Croácia). Quando se está na alta competição é fundamental pensar-se desta maneira. Sem ambição e perseverança é muito difícil alcançar bons resultados. Vamos então jogo a jogo (passo a passo) até à batalha final.

Para já o adversário de amanhã (sábado) é nem mais nem menos do que a República Checa, o nosso carrasco da fase preliminar. A derrota tangencial consentida (59-60) ficou-nos atravessada e temos a certeza de que foi uma sensação alargada a todo o grupo de trabalho (jogadoras e staff). Amanhã exige-se atitude vencedora, concentração absoluta e confiança no nosso valor. Já deixámos de ser os coitadinhos…

 

Sobre o confronto com a Grécia, a análise é fácil de ser feita. Muita ansiedade, mais consistentes as gregas, a acreditarem que podiam vencer a partida. Consentindo um parcial de 0-8 em pouco mais de minuto e meio jogados, Portugal punha-se a jeito. De imediato surgiu a primeira paragem do cronómetro pedida por Kostourkova , com efeitos práticos pois as nossas representantes responderam com outro parcial (6-0). Simone Costa dava o mote (2-8 e 4-8), no minuto 3 e logo de seguida Carolina Gonçalves, que saltara do banco para render Beatriz Jordão, assistia Maria Kostourkova para o 6-8 (quase a expirar o minuto 4). Correndo sempre atrás do prejuízo, o seleccionado luso conseguiu finalmente a viragem no marcador no minuto 10, a 35 segundos da buzina que assinalou o final do 1º quarto (17-16), com Carolina Gonçalves de mão quente (15-16), a acertar o seu único triplo (e também da equipa) e depois a provocar uma falta para converter os 2 lances livres a que teve direito.

 

No 2º período (12-18) Portugal voltou a entrar mal, encaixando um parcial de 0-6 em 3 minutos (17-22), obrigando a seleccionadora lusa a pedir novo desconto de tempo à entrada do minuto 14. Mas ainda surgiu um triplo da nº 4 grega (17-25) no minuto 15, antes de Portugal voltar a encontrar os caminhos para o cesto, a expirar o minuto 15, através de Simone Costa. A Grécia não desarmava, gerindo a vantagem amealhada, que oscilava entre os 4 (21-25 e 23-27) e os 7 pontos (23-30 25-32 e 27-34) até se fixar em 5 (29-34), resultado ao intervalo, com Carolina Gonçalves a carregar com a nossa equipa (13 pontos na 1ª metade).

 

No 3º quarto (16-12) Portugal encostou o resultado (33-34) no minuto 23, por intermédio de Maria Kostourkova, depois de ter feito um passe decisivo para Simone Costa (31-34) no minuto 22. As nossas representantes passaram para a frente (39-38) no minuto 25, outra vez com Carolina Gonçalves a ser a marcadora de serviço, ao anotar 2 duplos consecutivos logo seguido de um terceiro (41-38), à entrada do minuto 26, numa jogada de cesto e falta, com lance livre convertido (42-38), depois de o treinador grego ter parado o cronómetro. Carolina Gonçalves assumia as despesas no ataque, provocando faltas (44-40), mas a Grécia reagiu na ponta final deste parcial para voltar ao comando (45-46), por intermédio de Polyzou, ao cabo de 30 minutos jogados.                                        

 

No 4º e último períod0 (12-8), Portugal melhorou em termos defensivos, reduzindo o ataque helénico a escassos 8 pontos, mas só a partir do minuto 39 é que as comandadas de Kostourkova passaram definitivamente para o comando (55-53), por intermédio de Carolina Gonçalves (mais 2 lances livres), a 53,2 segundos do termo do encontro. Seguiu-se a habitual dança dos descontos de tempo, para os dois lados e foi da linha de lance livre que Carolina Bernardeco garantiu a vitória da turma das quinas, convertendo os 2 lances livres a 6,4 segundos da buzina, depois de Vasiliki Karampatsa ter falhado um lance livre (55-54) a 9,3 segundos do termo.   

      

Resultado: Portugal  57-54 Grécia

 

Destaque na selecção portuguesa para a actuação da base/extremo Carolina Gonçalves, MVP da partida (25,5 de valorização) que saltou do banco para ser, quanto a nós, a grande artífice do êxito luso. Contabilizou 24 pontos, 8/14 nos lançamentos de campo (57%) repartidos por 7/13 nos duplos (54%) e 1/1 (100%) nos triplos, 5 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência, 2 roubos, 1 desarme de lançamento e 5 faltas provocadas, tendo estado irrepreensível na linha de lance livre (7/7). Foi muito bem acompanhada pela poste Maria Kostourkova (20,5 de valorização) que voltou a conseguir um duplo-duplo (11 pontos, 14 ressaltos sendo 4 ofensivos, uma assistência, 1 roubo e 4 faltas provocadas com 1/2 nos lances livres. Bons contributos de Simone Costa (12 pontos, 2 ressaltos, uma assistência, 3 roubos e uma falta provocada com 2/2 nos lances livres), Carolina Bernardeco (4 pontos, 1 ressalto, 5 assistências, 2 roubos e 4 faltas provocadas com 2/2 nos lances livres) e Chelsea Guimarães (4 pontos, 3 ressaltos defensivos, duas assistências e duas faltas provocadas).

 

Na selecção da Grécia a mais valiosa acabou por ser a extremo Eleanna Christinaki (14 pontos, 5/7 nos duplos, 1 ressalto defensivo, 3 assistências e 4 faltas provocadas com 4/5 nos lances livres), seguida de um quarteto muito igual, por esta ordem: Charikleia Polyzou (11 pontos, 4 ressaltos, uma assistência e 5 faltas provocadas com 3/5 nos lances livres), a base e capitã Pinelopi Pavlopoulou (8 pontos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos, 5 assistências, 4 roubos e duas faltas provocadas com 4/4 nos lances livres), Vasiliki Karampatsa (5 pontos, 9 ressaltos sendo 1 ofensivo, 1 desarme de lançamento e uma falta provocada com 1/2 nos lances livres) e a poste Maria Fasoula (12 pontos, 4 ressaltos sendo metade ofensivos, 1 roubo e 3 desarmes de lançamento).        

 

O triunfo de Portugal teve por base a maior eficácia nos lançamentos de campo (39%-38%), ao converter mais um lançamento (21/54) do que o adversário (20/53), nomeadamente nos tiros do perímetro (25%-8%), embora cada equipa só tenha convertido 1 triplo (1/4 vs 1/13). As nossas representantes cometeram menos erros (12-14 turnovers), fizeram mais roubos (9-8) e provocaram mais faltas (19-17), com melhor aproveitamento nos lances livres (78%-72%), ao falharem 4 de 18 tentativas contra 5 em 18 tentados. Equilíbrio houve nas assistências (10 para cada lado).

 

Por seu turno a Grécia foi mais eficaz nos duplos (40%-48%), ganhou as tabelas (33-37 ressaltos), tanto na tabela defensiva (23-26) como na ofensiva (10-11) e fez mais desarmes de lançamento (2-4).                          

 

Ficha de jogo

 

Centro de Desportos e Congressos de Matosinhos

 

Portugal (57) – Carolina Bernardeco (4), Simone Costa (12), Sofia Almeida, Beatriz Jordão (2) e Maria Kostourkova (11); Carolina Gonçalves (24), Chelsea Guimarães (4), Susana Lopes, Maianca Umabano e Emília Ferreira

 

Grécia (54) – Pinelopi Pavlopoulou (8), Charikleia Polyzou (11), Eleanna Christinaki (14), Christiana Gerostergiou e Vasiliki Karampatsa (5); Chrysoula Kilazidou (4), Maria Fasoula (12), Tzenifer Botsi e Anna-Maria Manta

 

Por períodos: 17-16, 12-18, 16-12, 12-8

 

Árbitros: Ivan Milicevic (Bósnia e Herzegovina), Marek Maliszewski (Polónia) e Susana Gomez Lopez (Espanha)

 

Outros resultados:

 

Classificação 9º/16º

Eslovénia 54-44Turquia; Rep.Checa 60-56 Suécia; Lituânia 52-75 Polónia

Eslovénia, Rep. Checa, Portugal e Polónia apuraram-se para os jogos de classificação 9º/12º.

Turquia, Suécia, Grécia e Lituânia irão discutir a permanência na Divisão A (classificação 13º/16º), sendo certo que os 3 últimos descem à Divisão B.

 

Quartos-de-final

França 70-57 Holanda

Itália 51-66 Sérvia

Rússia 67-41 Croácia

Espanha 52-47 Bélgica

França, Sérvia, Rússia e Espanha apuraram-se para as meias-finais.           

      

Calendário para amanhã (sábado)

 

Meias-finais (no CDC Matosinhos)

18H30 França-Espanha

20H45 Sérvia-Rússia


Encontradas as semifinalistas

 

No outro extremo, além da excelente noticia para Portugal que garantiu a manutenção e disputará uma posição entre o 9º e o 12º lugar, juntam-se à equipa lusa a República Checa, próxima adversária da nossa seleção, a Polónia e a Eslovénia também garantiram a Divisão A no verão de 2015. Turquia. Lituânia, Grécia e Suécia serão as 4 equipas que se degladiarão pelo 13º posto, único entre as 4 que dará o direito a ficar entre a elite para o ano.

 


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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