Artigos da Federaçãooo
Ucrânia, Luxemburgo e Eslovénia vencem
No primeiro jogo do dia a Ucrânia não encontrou dificuldades de maior para derrotar a Roménia por 65-48, logo seguida de um Luxemburgo que continua a fazer uma boa prova e demonstrou isso mesmo superando a Suiça por claros 59-38. O último jogo do dia prometia maiores emoções e durante a primeira parte assim foi. A Eslovénia fez uma boa segunda parte e garantiu a vitória por 53-69.
Mais uma demonstração de qualidade
No grupo B, e depois de um mau começo na prova, a Finlândia conseguiu recuperar e, ao bater a Inglaterra hoje (57-46) obteve o 1º lugar no seu grupo. No outro jogo, de nada serviu a vitória do Luxemburgo sobre a Roménia (44-50) ficando estas duas equipas relegadas.
No grupo D foi dia de emoções fortes. Israel começou por fazer a sua obrigação vencendo a Estónia (64-46) que termina esta ronda sem triunfos. Mas para se qualificar precisava que a Polónia se mantivesse invicta frente à Eslovénia. Mas teve que sofrer até ao último segundo com as eslovenas a venderem cara a derrota (60-58) e, consequentemente, perderem uma presença nos primeiros 8.
Sabia-se que este podia ser o jogo mais difícil de Portugal na primeira fase. E a primeira parte assim foi. Os primeiros minutos foram de equilíbrio e à passagem dos 6 minutos e meio, um cesto germânico dava a última vantagem às alemãs. Assistiu-se então a um excelente período de basquetebol por parte de Portugal que até final do primeiro parcial apenas permitiu um ponto marcando 8 (9-15). Se terminou bem, melhor começou com 7-0 nos primeiros 2 minutos do 2º período colocando o resultado em 9-22. As jogadoras lusas não abrandaram e à passagem do 4º minuto Portugal conseguia a maior diferença – 15 pontos. Foi altura da reacção alemã. Melhorando na defesa ao jogo interior luso, conseguiram encurtar distâncias até 7 pontos perto do intervalo. No entanto, um cesto com falta permitiu os 3 pontos que repuseram vantagem de dois dígitos na saída para o intervalo (25-35).A segunda parte começou na mesma toada mas sensivelmente a meio do 3º período Portugal deu um “salto” no marcador colocando o jogo a 16 pontos e, à entrada para os decisivos 10 minutos, 38-53. Não abrandou a equipa lusa e a cerca de 3 minutos do fim detinha a maior vantagem do encontro (42-68). A selecionadora Ana Catarina Neves aproveitou então para retirar algumas das jogadoras mais influentes e a Alemanha aproveitou para atenuar os estragos finais (52-70).Carolina Bernardeco (15 pts e 4 roubos) e Maria Kostourkova (17 pts e 8 ress) assumiram o destaque individual neste jogo num coletivo que vale pelo forte conjunto e união.Amanhã, as equipas que disputarão os lugares entre o 1º e o 8º descansam pelo que Portugal só volta a jogar dia 7, pelas 20:45 horas, frente a Israel.
Clinic de Treinadores
Consulte o cartaz nos detalhes da notícia.
O Clinic terá como preletores Isabel Ribeiro dos Santos, treinadora do Grupo Desportivo Escola Maria Alberta Menéres e ainda José Araújo, ex-treinador e campeão nacional pelo Sport Algés e Dafundo. Os temas que serão abordados serão ‘jogar as vantagens’ e ‘fundamentos para aplicação do pick & roll’, respectivamente.A ação irá decorrer no Pavilhão do Guifões Sport Clube, e terá início pelas 10h15.As inscrições serão realizadas apenas no local, não existindo limite de vagas. Venha assistir ao Clinic e venha apoiar a nossa seleção!
Portugal arrasou e continua invicto
Nos grupos B e D, Inglaterra e Polónia conseguiram a segunda vitória e deram importante passo rumo ao apuramento. As inglesas superiorizaram-se ao Luxemburgo mercê de um magnifico último período (49-35) e a Polónia venceu Israel por claros 16 pontos (58-42). Nos outros jogos destes dois grupos destaque para a forte reacção da Finlândia à derrota da primeira jornada com a Roménia a pagar a factura (74-58) tal como a Eslovénia, que depois de perder com Israel, atropelou hoje a Estónia (77-47).
Foi um jogo sem história. O primeiro período deu o mote com a equipa lusa a fazer um parcial de 35-13 que anunciava o que se ia passar no resto da partida. Aproveitando a diferença e, talvez devido às enormes facilidades, Portugal reduziu a intensidade e mostrou alguma descontracção vencendo o segundo período por apenas 2 pontos. O intervalo chegou com tranquilos 58-32.A segunda parte foi a continuação da vincada superioridade portuguesa. No terceiro período 23-13 e no último período a única dúvida era em que minuto o score atingiria os três digitos. Faltavam 3 minutos quando se atingiu a chapa 100 e Portugal ainda viria a somar mais 11 pontos.Destaques individuais para Chelsea Guimarães (20 pts e 7 ress), Maianca Umabano (17 pts e 4 ress). A seleccionadora portuguesa, Ana Catarina Neves, aproveitou para dar tempo de jogo e quase todas as jogadoras fizeram mais de 10 minutos.Portugal só volta a jogar na próxima segunda feira, frente à Alemanha, pelas 20:45 horas.
Turiaf também vem ao BWB em Portugal
O jogador francês dos Clippers, joga na NBA desde 2005 e é uma surpresa de última hora em Almada. Consulte o perfil do jogador em http://www.nba.com/playerfile/ronny_turiaf/career_stats.html
Outra novidade prende-se com a Seleção Nacional de Basquetebol em Cadeira de Rodas, que também irá estar presente no grande evento de Basquetebol da NBA. A equipa lusa, que em 2007 conquistou o Campeonato da Europa C, em Dublin, fará uma demonstração da modalidade, no dia 18 de Agosto, das 14h00 às 14h30, no Complexo Desportivo de Almada.
2º JOGO DE PORTUGAL ALTERADO PARA MATOSINHOS
O 2º dia de prova teve apenas dois jogos mas, antes do almoço, houve a oportunidade do Dr. Guilherme Pinto, Presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, receber no Salão Nobre dos Paços do Concelho, o Secretário Geral da FIBA Europe, a Federação Portuguesa de Basquetebol, comissários, árbitros e representantes de todas as comitivas. Além das boas vindas a Matosinhos, realçando as virtudes do município e, em particular, da sua vitalidade no desporto e no basquetebol, através dos dois dinâmicos clubes – o Guifões e o GDB Leça. Da intervenção de Kamil Novak, nota de destaque para a referencia elogiosa onde afirmou que Portugal é já conhecido além fronteiras pela sua excelente capacidade e qualidade organizativa.
Na parte desportiva, foi dia de se jogar apenas partidas relativas ao Grupo A, único com 5 equipas, com a Bielorrússia a estrear-se na prova e nas vitórias, hoje frente à Ucrânia que perdeu o seu segundo jogo (69-57). Já a Sérvia continuou na senda das vitórias derrotando a Suiça por 86-52.
Portugal entra a vencer
Portugal entrou em beleza no 1º dia de competição com uma importante vitória sobre a Dinamarca (35-83) numa partida em que dominou por completo as adversárias. No outro jogo do grupo C, a Alemanha cilindrou a Irlanda (38-88). Nos restantes jogos do dia, destaque para as vitórias apertadas de Israel sobre a Eslovénia (59-53) no grupo D onde a Polónia também entrou bem derrotando a Estonia (43-55). No Grupo B, A Inglaterra superiorizou-se à Roménia num jogo de emoções (55-58) e o Luxemburgo alcançou aquela que foi, provavelmente a surpresa do dia ao vencer a Finlândia por (48-45). Finalmente no Grupo A, Servia e Suiça foram mais fortes e impuseram resultados claros frente a Ucrânia 41-72) e Noruega (72-25).
Foi um jogo dominado de principio a fim pelas jogadoras lusas com particular destaque para as “torres gémeas” da equipa Maria Kostourkova (30 pontos e 15 ressaltos) e Chelsea Guimarães (19 pontos e 16 ressaltos) que limparam autenticamente as tabelas fazendo mais de 30 ressaltos e mais pontos (49) do que equipa adversária no seu conjunto.Logo no primeiro período, Portugal conquistou uma almofada de 11 pontos de vantagem, com excelentes 10 minutos iniciais (8-19). O segundo parcial foi o menos conseguido e permitiu às dinamarquesas vencer o período embora o intervalo chegasse com 21-30 favoráveis às lusas.A segunda parte foi demolidora com as jogadoras portuguesas a arrancarem para um triunfo confortável. O 3º período praticamente resolveu as dúvidas em relação ao vencedor do jogo com Portugal a fazer um score de 10-26 e a entrar no último período com 25 pontos à maior (31-56). Daí até final foi gerir, rodar a equipa e, inclusive, aumentar distâncias para uns esclarecedores 48 pontos de diferença (35-83).Amanhã, só se joga o Grupo A com a Bielorrussia a estrear-se na competição frente à Ucrânia (16.15 horas) e a Sérvia a defrontar a Suiça num duelo entre as duas formações que hoje triunfaram (18:30 horas).
Portugal defronta a Dinamarca no 1º dia da competição
Acompanhe os jogos todos em http://u16women.fibaeurope.com/enDivB/default.asp
Do estágio realizado na semana passada, nas instalações da UBI, na Covilhã, regressaram as 12 jogadoras que integram o grupo final, tendo sido dispensadas duas (Joana Fernandes, da AD Vagos e Beatriz Jesus, do GDEMA Menéres).
Assim sendo as 12 convocadas por Ana Catarina Neves para o campeonato são as seguintes:
Bases – Carolina Bernardeco (GDEMA Menéres), Leonor Serralheiro (GDESSA) e Inês Brandão (Club Basquet Cornella, de Espanha)
Bases /Extremos – Catarina Rolo (CPN), Catarina Mateus (CPN) e Constança Neto (SIMECQ)
Extremos – Carolina Gonçalves (Algés) e Maianca Umabano (NCR Valongo)
Extremo/poste – Sofia Almeida (CPN) Postes – Beatriz Jordão (NDA Pombal), Chelsea Guimarães (Algés) e Maria Kostourkova (CRCQ Lombos)
A equipa realizou esta tarde mais um treino que serviu para a dupla técnica acertar os últimos detalhes.
Staff de responsáveis: Manuel Barbosa (Chefe da Delegação) Ana Catarina Neves (Seleccionadora Nacional) Agostinho Pinto (Treinador Adjunto) João Janeiro (Secretário) Ana Fernandes (Fisioterapeuta)
Calendário dos jogos de Portugal (Grupo C) na 1ª fase
Hoje (1/8): Dinamarca-Portugal , às 21H15, no Centro de Desportos e Congressos de Matosinhos
Sábado (3/8): Portugal-Irlanda, às 20H45, no Pavilhão Municipal de Guifões
2ª feira (5/8): Alemanha-Portugal, às 20H45, no Centro de Desportos e Congressos de Matosinhos
Campeonato Europa Sub 16 Femininos
Provavelmente, com raízes mais profundas e para além do futebol, do voleibol e desportos de mar, uma das modalidades que tem vindo a conseguir maior expressão nas últimas décadas – com enfase nos escalões jovens – é o basquetebol.Apesar de a história nos lembrar que outros emblemas matosinhenses – como o Leixões Sport Clube e o Leça Futebol Clube, entre outros, que conseguiram ter a dada altura, e na sua esfera, o basquetebol, neste momento, apenas dois clubes levam a cabo, com um dinamismo incontornável, a promoção da modalidade: o Guifões Sport Clube e o Grupo Desportivo de Basquete de Leça.Actualmente, no basquetebol, estas duas instituições matosinhenses provavelmente representam, a nível nacional, o que de melhor se faz no campo da formação, sendo que o seu mérito e também o seu “know-how” se acabam por traduzir na participação e/ou colaboração na organização de diversas provas nacionais e internacionais, entre as quais aquela que agora Matosinhos se orgulha de receber, o CAMPEONATO DA EUROPA DE SUB-16 FEMININOS.Do mesmo concelho, mas de freguesias e origens diferentes, apesar de separados por um significativo tempo de vida, o historial destes dois clubes é digno de ser conhecido por todos aqueles que amam a modalidade.O Guifões Sport Clube – “Muito mais do que um desporto, um exemplo de Comunidade” – tem já mais de oito décadas de história, distinguindo-se no Basquetebol. Actualmente, as camadas jovens juntam cerca de 300 atletas federados. A aposta e apoio ao desporto juvenil tem sido uma aposta ganha da autarquia Matosinhense, pois mais do que um desporto, disciplina-se para a vida.No dia 25-04-1931 constituiu-se o Guifões Sport Clube, tendo como princípios a “Instrução, Recreio e Desporto” e fundadores, António Maia e seus irmãos Albino Maia e Gonçalo Maia, Joaquim Ferreira Dias e seu irmão António Ferreira Dias, Joaquim Ferreira Neves e o seu irmão Albino Ferreira Neves, António de Oliveira, Manuel Monteiro de Aguiar e outros.O Guifões Sport Clube é uma colectividade desportiva com 83 anos de existência, historicamente vocacionada para a prática do basquetebol. O Clube está inserido numa freguesia do concelho de Matosinhos, com 12 mil habitantes, estendendo a sua influência a todas as restantes freguesias do concelho.Neste Clube promove-se a formação desportiva desde a idade pré-escolar até à idade adulta tendo, como um dos seus principais objectivos, ampliar a prática desportiva a todos/as os/as cidadãos/ãs do concelho, aumentando dessa forma o número de praticantes da modalidade de Basquetebol.Volvidos 83 anos desde a sua fundação, o Guifões S. C. é sem dúvida o maior Clube desportivo na prática do Basquetebol no Concelho de Matosinhos e dos maiores do Distrito do Porto.No seu historial o Guifões S. C. tem vários títulos nacionais conquistados, sendo o mais recente o Campeonato Nacional CNB1, em Seniores masculino na época de 2009/2010 e o título de Vice-Campeãs Nacionais da II Divisão em Seniores Femininas.A época 2013/2014 será a terceira época consecutiva que terá o Guifões S. C. a competir no Campeonato Nacional da Proliga, em masculinos e a equipe Sénior Feminina no Campeonato Nacional da Primeira Divisão. A Direção do Guifões S. C., consciente da crucial importância da formação para a sustentabilidade desportiva e financeira do Clube, tem investido para o apoio de forma inequívoca do Basquetebol / Formação para que, desde muito cedo, os mais jovens comecem a frequentar o Clube e a viver e sentir o Espírito Guifonense e, acima de tudo, o espírito do Basquetebol, onde se fomentam os valores essenciais para a construção de Seres Humanos responsáveis através da passagem de valores assentes em princípios como a “igualdade e o fair play”. O Guifões S. C. não esquece a história, e honra a sua história e aqueles que de forma desinteressada tanto deram ao clube, mas mantém também presente a necessidade de evoluir e de encetar um caminho de modernidade, baseado na competência e na excelência de todos/as aqueles/as que colaboram consigo, sem nunca esquecer aqueles/as que ainda hoje dão do seu tempo à formação/educação das largas centenas de jovens que nos procuram. Este esforço será certamente conseguido, pois estamos cientes da aposta inquestionável que tem-se vindo a desenvolver na prática desportiva, como forma de colocar também Matosinhos na vanguarda do respeito pela diferença e na complementaridade das ações, ou seja em que a educação e formação passam também elas indubitavelmente pela defesa “Mens sana in corpore sano”, formando assim cidadãos/ãs mais competentes. O Grupo Desportivo de Basquete de Leça – mais conhecido por DESPORTIVO DE LEÇA, BASQUETE DE LEÇA ou GDBL – surgiu a 1 de Junho de 1972, fruto da insatisfação de algumas pessoas que até aí se encontravam ligados à secção de basquetebol do Leça Futebol Clube. A primeira reunião da Comissão Organizadora aconteceu precisamente naquela data, na sede provisória, sita na Rua Direita, n.º 784, r/c direito, em Leça da Palmeira, tendo sido eleito para respectivo presidente António Lima (os demais membros eram António Castanheira, António Rocha e Costa, Rui Almeida e Augusto Almeida). No início de 1975 a sede social passou para a Rua Hintze Ribeiro, n.º 307 e ali tomaram posse os membros dos primeiros órgãos sociais, sendo Presidente da Direcção Cláudio Gomes.A primeira equipa de basquete a surgir foi a do escalão sénior que efectuou o primeiro treino em 15 de Agosto de 1972, no campo de jogos da já desaparecida empresa F.A.C.A.R.Logo em 20 de Novembro de 1972 foi deliberado pela comissão organizadora a inscrição na A.B.P. de duas equipas de minibasquete, classe A e B, o que já traduzia, afinal, a principal vocação do clube, que até hoje se mantém, isto é, a iniciação e formação de atletas.O clube passou a desenvolver também o Voleibol, no escalão sénior, e actividades culturais diversas, através da respectiva secção cultural, vindo em Junho de 1975 a ser criada a secção de Xadrez.Nas épocas de 1975/76 e 1976/77 o Voleibol sénior conseguiu subir da 3ª à 1ª divisão e a conquista de vários títulos, entre os quais o de Campeão Nacional da 3ª Divisão. Esta secção não durou mais do que alguns anos, por manifesta carência de espaços onde, em concorrência com o basquetebol, pudesse dedicar-se à formação. Em 1977 surgiu a secção de Ténis de Mesa que, juntamente com o Xadrez, muito contribuiu para a animação da sede social. Estas duas secções mantiveram-se activas e com muita pujança e representatividade até ao momento em que a sede social deixou de oferecer condições para a prática correspondente.Finalmente, no Basquetebol o clube tem marcado sucessivamente pontos junto da comunidade, das autarquias, da ABP, da FPB e das outras associações, pela dedicação extrema aos escalões mais jovens, encontrando-se ano após ano entre os clubes que maior número de crianças e jovens movimenta, especialmente no minibasquete, tendo, em média, nos últimos 10 anos, 160 atletas, a maioria dos quais entre os 8 e os 14 anos. Nas últimas épocas a captação de crianças para o basquetebol começou ainda mais cedo, com a criação do escalão baby, a partir dos 5 anos.É esse trabalho iniciado desde muito cedo que permitiu já a conquista de vários títulos regionais (destacando-se o campeonato distrital de iniciados em 1996/97, 2002/2003 e 2005/2006, e o de cadetes na época de 1996/1997), inúmeras presenças em fases finais, designadamente nacionais, convocatórias de atletas para as selecções distritais e nacionais, e o reconhecimento por parte das entidades que dirigem a modalidade, traduzido, por exemplo, na atribuição de distinções como a de treinador do ano, do dirigente do ano, e ainda do Prémio Cremildo Pereira instituído pela Federação Portuguesa de Basquetebol/Comité Nacional de Minibasquete.O culminar de tudo isto acabou por ser o reconhecimento de utilidade pública à associação, o reconhecimento de mérito desportivo e a criação de condições para a construção de uma sede social própria, na qual se procura reactivar as secções de Xadrez e Ténis de Mesa, mas também o lançar novas actividades como a Dança Jazz e a Dança Aeróbia, que vão de encontro às expectativas das crianças, jovens e menos jovens nos dias de hoje.Um edifício recuperado, integrado na zona histórica de Leça da Palmeira, que foi renovado segundo o projecto de Afonso Sá, um ex-atleta do GDB Leça. É uma estrutura polivalente, aberta aos associados, mas também à comunidade em geral, cuja renovação foi comparticipada pela Câmara Municipal de Matosinhos e pela Secretaria de Estado do Ambiente e Ordenamento do Território.Inaugurada no final de 2001 e sita na Rua Moinho de Vento, n.º 88, em Leça da Palmeira, a actual sede constitui um novo desafio para o clube, pois importa atrair para tal espaço não só os associados e atletas, mas também a comunidade em geral por forma a animá-lo constantemente e, dessa forma, justificar a sua existência.Já em 2006 o clube conseguiu ver aprovada a sua candidatura ao programa “Pós-Conhecimento” direccionado para as colectividades como forma de chegar mais próximo de todos e assim ” Ligar Portugal “. Dois computadores com acesso em banda larga são o fruto da colaboração com a CPCCRD – Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura Recreio e Desporto, que continua ao serviço dos atletas, associados e comunidade em geral.Também no ano de 2006, com a prestimosa ajuda da CMM, o Clube adquire mais uma carrinha para transporte dos atletas, preenchendo assim uma necessidade face ao aumento no número de equipas verificado no passado recente.Ainda em 2006, no mês de Setembro, o Clube mudou-se do antigo Pavilhão Municipal de Matosinhos para o novo Pavilhão Municipal de Leça da Palmeira, que veio proporcionar uma significativa melhoria nas condições da prática desportiva, com reflexos no aumento do número de atletas, e no acolhimento do cada vez maior número de adeptos do basquetebol que acorrem a acompanhar os muitos jogos que semanalmente acontecem. Apesar de tal melhoria, o clube passou a dispor de menos espaço para treinos comparativamente ao de que dispunha no Pavilhão Municipal de Matosinhos, o que, se atendermos ao aumento de atletas supra aludido, vem criar novas dificuldades.Efectivamente, depois de muitos anos em que, com excepção do minibasquete, o clube apenas teve escalões masculinos, surgiu recentemente a aposta também nos escalões femininos, encontrando-se a participar nos respectivos campeonatos uma equipa de iniciadas e outra de cadetes, já com convocatória de atletas para selecções distritais e nacionais, o que demonstra que, embora com pouca duração, o trabalho é já de qualidade.Na época de 2010-2011 – a 28 de Maio, a equipa de Sub-18 masculinos (ex Juniores ”B”) conquistou a Taça Nacional frente ao Seixal FC. Este foi o segundo troféu nacional para o Clube, o primeiro foi o Campeonato Nacional da 3ª. Divisão conquistado pelo Voleibol. Mas a época ficaria ainda mais enriquecida com a subida ao CNB1 da equipa Sénior masculina. Em resultado da procura incessante na melhoria do trabalho desenvolvido foi possível, na época 2011-2012, a conquista do 1º. Lugar da Zona Norte do CNB1 e consequente subida à PROLIGA. Nesta mesma época também os Sub-20 conquistam brilhantes prestações tanto no campeonato distrital como nacional e que levou o clube a mais uma final nacional, onde se sagrou vice-campeão nacional.
Atenção: Novo Horário – Jim Boylen treinador convidado
Este evento está previsto para as 16H30 e será gratuito para os Treinadores. O clinic está integrado no projecto da NBA “Basketball Without Borders” que pela primeira vez se realiza em Portugal. Serão realizados dois campus para jogadores no Complexo de Desportos de Almada e no Pavilhão da Costa da Caparica. Estarão em Portugal alguns treinadores da NBA e ainda os jogadores Carlos Boozer, Vladimir Radmanovic e Nate Robinson que na época passada jogaram pelos Chicago Bulls. Destaque claro para a presença de Ticha Penicheiro.
Os temas a desenvolver durante o clinic serão a “Preparação para o jogo: scouting e avaliação” e a “Defesa do bloqueio directo”.Jim Boylen tem 48 anos e uma larga carreira como treinador na NCAA e NBA. Foi adjunto de Tom Izzo nos Michigan State Spartans, adjunto de Rudy Tomjanovich nos Houston Rockets sendo campeão por duas vezes. Nas últimas duas temporadas, foi assistente de Frank Vogel nos Indiana Pacers, tendo sido contratado pelos San Antonio Spurs no final da presente temporada. Entre 2007 e 2011 foi treinador principal da Universidade de Utah.Os treinadores interessados podem também assistir ao campus que terá a presença de outros treinadores da NBA. Serão eles o sérvio Marin Sedlacek, dos Philadephia 76ers, Jamahl Mosley, dos Cleveland Cavaliers, Jack Sikma e Terry Porter, dos Minnesota Timberwolves.
Sub-16 de Portugal venceram Sub-18 da Estónia
Evidência para as prestações das duas selecções portuguesas que venceram os seus encontros, com realce para as Sub-16 que não se intimidaram perante as estonianas (Sub-18).
As jovens Sub-16 lusas não entraram bem no jogo. Muito ansiosas, não conseguiam criar situações de lançamento. Os primeiros pontos foram de Leonor Serralheiro, da linha de lance livre, no minuto 4 (2-3). A seleccionadora lusa parou o cronómetro no minuto 7 (4-9), conseguindo que a equipa correspondesse às suas instruções e reduzisse a desvantagem para 3 pontos no final do 1º período (8-11). No 2º quarto (26-8) Portugal mudou radicalmente a sua atitude, jogando rápido na transição ofensiva e 2 lances de contra-ataque possibilitaram a viragem (12-11), no minuto 12. Agora era a Estónia que não conseguia acertar com o cesto, obrigando o seu treinador a pedir um desconto de tempo à entrada do minuto 3. Por momentos as coisas pareceram mudar (13-14) no minuto 15, mas um parcial de 8-0 culminado com duas bombas consecutivas de Catarina Mateus transmitiu muita confiança às nossas representantes que não perderam a embalagem. Chelsea Guimarães fazia estragos na área pintada e ao intervalo as lusas lideravam claramente (34-19). No 3º período (16-20) o seleccionado luso reentrou bem impondo um parcial de 6-2 em 2 minutos. Acto contínuo o treinador da Estónia parou o cronómetro no minuto 22 (40-21) e graças à melhoria da eficácia exterior da sua equipa (subiu para 44%), com destaque para Jane Svilberg (2 triplos em 3 tentativas), reduziu o prejuízo para 11 pontos ao cabo de 30 minutos jogados (50-39). No último quarto (17-14) um triplo de Kadri-Ann Lass no primeiro ataque fez renascer a esperança nas hostes da Estónia, pois a fasquia baixara para 8 (50-42). Mas as jovens lusas não tremeram e conseguiram um parcial de 14-3, apostando no contra-ataque com a base Carolina Bernardeco a ser preponderante (2 duplos) e culminando com um triplo de Leonor Serralheiro no minuto 36, a colocar o marcador nuns confortáveis 64-45. Portugal tinha o jogo na mão e não permitiu mais veleidades ao adversário. Resultado final: Portugal Sub16 67-53 Estónia Sub18Destaque nas comandadas de Ana Catarina Neves para a actuação da poste Chelsea Guimarães, MVP da partida (20,0 de valorização) ao contabilizar 17 pontos, 7/12 nos duplos, 9 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas com 3/4 nos lances livres. Foi bem acompanhada por Carolina Gonçalves (6 pontos , 9 ressaltos sendo 4 ofensivos, 3 assistências e 2 roubos), Leonor Serralheiro (9 pontos, 3/3 nos lançamentos de campo repartidos por 2/2 nos duplos e 1/1 nos triplos, 1 ressalto ofensivo, uma assistência, 4 roubos e 3 faltas provocadas com 2/2 nos lances livres), Carolina Bernardeco (8 pontos, 4 ressaltos defensivos, duas assistências, 5 roubos e 3 faltas provocadas com 4/4 nos lances livres) e Catarina Mateus (10 pontos, 2/4 nos triplos, 2 ressaltos defensivos, uma assistência, 2 roubos e uma falta provocada com 2/2 nos lances livres). Maria Kostourkova não esteve no nível a que nos habituou, particularmente na eficácia na área pintada, perante adversárias muito físicas. Na selecção da Estónia as mais valiosas foram Trine Kasemagi , que fez um duplo-duplo (12 pontos, 10 ressaltos sendo 4 ofensivos, duas assistências, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 5 faltas provocadas com 4/8 nos lances livres) e Jane Svilberg (12 pontos, 3/8 nos triplos, 9 ressaltos sendo 2 ofensivos, 2 roubos, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas).A vitória das Sub-16 de Portugal foi inteiramente merecida e basicamente assentou na superioridade nas tabelas (47-38 ressaltos), tanto na tabela defensiva (30-25) como na ofensiva (17-13), na melhor eficácia nos lançamentos de campo (36%-32%), nomeadamente nos duplos (37%-29%), no maior colectivismo (12-6 assistências), no menor número de erros cometidos (19-26 turnovers), no maior número de roubos (17-8) e no melhor aproveitamento da linha de lance livre (78%-61%) ao falhar apenas 4 de 18 tentativas contra 9 lançamentos desperdiçados do adversário em 23 tentados. A Estónia só esteve melhor nos tiros do perímetro (30%-42%), ao converter 5 triplos em 12 tentativas enquanto as jovens lusas acertaram apenas 3 em 10 tentados. Na segunda partida da tarde as Sub-18 lusas sentiram algumas dificuldades de início, mas depois de uma igualdade no minuto 7 (7-7) ganharam uma vantagem de 6 pontos no final do 1º período (7-13).No 2º quarto (7-12) Portugal ampliou a vantagem para 12 (7-19), no minuto 14, com a Inglaterra a ter muitas dificuldades para acertar com o cesto. Na tentativa de alterar o rumo dos acontecimentos a treinadora britânica pediu mais um desconto de tempo no minuto 15 (9-21). Mas sem grandes resultados práticos porque as lusas souberam gerir a vantagem para chegar ao intervalo na frente (14-25).No 3º período (8-15) a reentrada de Joana Soeiro (jogara pouco tempo na 1ª parte por estar ligeiramente tocada) deu o mote para uns minutos de excelente recorte técnico, em que com 3 passes decisivos proporcionou outros tantos cestos a Laura Ferreira, num parcial de 0-8, obrigando a treinadora inglesa a parar o cronómetro no minuto 23 (16-33). No final do 3º período a vantagem lusa já era de 18 pontos (22-40).No derradeiro quarto (6-14) a defesa das comandadas de Kostourkova continuou a ser um quebra-cabeças para as britânicas, enquanto na manobra ofensiva as despesas eram divididas entre Laura Ferreira e Joséphine Filipe, protagonistas das melhores exibições da equipa.Resultado final: Inglaterra Sub16 28-54 Portugal Sub18 Destaque nas vencedoras para a dupla formada pela capitã Laura Ferreira e Joséphine Filipe que discutiram ao milímetro o título de MVP do encontro. Foi Laura a mais valorizada (20,0) ao anotar 16 pontos, 8 ressaltos sendo 1 ofensivo, 5 roubos, 1 desarme de lançamento e 4 faltas provocadas com 3/4 nos lances livres. Por seu turno Joséphine (19,5 de valorização) terminou com 18 pontos, 9/14 nos duplos, 7 ressaltos sendo 3 ofensivos e duas faltas provocadas. Seguiram-se-lhes Sara Dias (6 pontos, 6 ressaltos sendo 1 ofensivo, 1 roubo e 1 desarme de lançamento), Simone Costa (7 pontos, 4 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência e 4 faltas provocadas com 5/5 nos lances livres) e Joana Soeiro (7 assistências, 2 ressaltos defensivos, 1 roubo e um desarme de lançamento).Na selecção inglesa as mais valiosas foram Abigail Johnson, Jess Davies e Rhianna-Mae Laing.O triunfo das Sub-18 portuguesas deveu-se à supremacia nas tabelas (38-47 ressaltos), tanto na tabela defensiva (26-29) como na ofensiva (12-18), na maior eficácia nos lançamentos de campo (21%-34%), fundamentalmente nos duplos (22%-38%), por terem sido mais colectivas (1-15 assistências), pelo maior número de roubos (9-11), por terem feito menos turnovers (22-18) e ainda por terem sido mais eficazes na linha de lance livre (39%-80%). Fichas de jogoPavilhão da UBI, na CovilhãPortugal Sub-16 (67) – Carolina Bernardeco (8), Leonor Serralheiro (9), Maianca Umabano, Chelsea Guimarães (17) e Maria Kostourkova (10); Carolina Gonçalves (6), Beatriz Jordão, Inês Brandão, Catarina Rolo (1), Sofia Almeida (6), Catarina Mateus (10) e Joana FernandesEstónia Sub-18 (53) – Kristi Tamp (2), Kadri-Ann Lass (6), Tatjana Razguljajeva (8), Jane Svilberg (12) e Trine Kasemagi (12); Anni Tagapere (2), Marie Roosalu (5), Doris Park, Anett Nurm, Sofia Anissimova (6), Kaari Kamp e Laura NoorPor períodos: 8-11, 26-8, 16-20, 17-14Árbitros: Diogo Morais, de Coimbra e Nuno Santos, de Castelo BrancoInglaterra Sub-16 (28) – Shanice Norton (2), Rhianna-Mae Laing (8), Kyla Nelson (1), Savanaah Wilkinson (2) e Rebecca Taylor; Abigail Johnson (2), Molly Taylor (5), Jess Davies (2), Jenelle Grant (2), Gabriele Nikitinaite (2) e Abby Lowe (2) Portugal Sub-18 (54) – Joana Soeiro, Laura Ferreira (16), Sofia Pinheiro (5), Joséphine Filipe (18) e Emília Ferreira; Simone Costa (7), Inês Veiga (2), Susana Lopes, Ana Moniz, Sara Dias (6), Joana Cortinhas e Francisca Meinedo Por períodos: 7-13, 7-12, 8-15, 6-14Árbitros: Diogo Morais, de Coimbra e Henrique Raposo, de Castelo BrancoClassificação actual:1º Portugal Sub18 2V-0D-4 pts2º Portugal Sub16 1V-1D-3 pts3º Estónia Sub18 1V-1D-3 pts4º Inglaterra Sub16 0V-2D-2 pts
Portugal derrota Alemanha em jogo memorável
Esta vitória certamente vai ficar gravada na memória de todos os que nela participaram e assistiram ao jogo. Um justo prémio para os jovens atletas portugueses, pela desinibição e ambição revelada frente a tão forte adversário. Dois lances-livres, com o jogo já terminado, de Pedro Meireles deram o triunfo a Portugal, se bem que, caso o resultado tivesse sido diferente, nada poderia ser apontado à forma como atletas se apresentaram em campo.
A Alemanha chegou a este Europeu, despromovida da Divisão A, apostando tudo na tão desejada promoção. Apesar de a fase de grupos não lhe ter sido favorável, estavam decididos a limpar a má imagem deixada, apostando agora na melhor classificação possível. Pelo que o colectivo luso, que teoricamente teria menos argumentos, seria um alvo a abater.No entanto, desde o início do jogo, a seleção portuguesa deixou claro que o favoritismo teria que ser provado dentro das quatro linhas. O primeiro período iniciou-se se forma frenética. Três triplos consecutivos de Portugal, e dois triplos e um duplo com falta por parte dos Alemães. Com ambas as equipas a demonstrarem elevada eficácia no capítulo ofensivo, o primeiro quarto terminava com um empate a 19 pontos.No segundo quarto, a equipa alemã continuava a postar num cinco de grande estatura, criando problemas a Portugal no controlo da sua tabela defensiva. Mesmo sem ter estado bem no ataque, Portugal mantinha-se na discussão do jogo (28-34), sentindo-se em tempo de descanso que, corrigidos alguns pequenos erros, poderia criar mais problemas à equipa adversária.Na etapa complementar, os atletas nacionais apresentaram-se decididos a virar o resultado, impressionando pela forma como geriram o facto de estarem em desvantagem no marcador. Gradualmente, e de uma forma muito personalizada, foi-se aproximando no marcador. Até que, já no derradeiro quarto (6 minutos do fim), beneficiando de um parcial de 9-0, conseguiu passar para a frente do marcador (47-44). A 39 segundos do fim e com posse de bola, Portugal perdia por 51-52. No entanto, um turnover levou a que a comando de Carlos Seixas, fizessem uma falta rápida quando apenas faltavam 6 segundos para o fim. Felicidade lusa, já que a Alemanha falhou os dois lances-livres. Com um contra ataque da equipa portuguesa, e o atleta Pedro Meireles é travado em falta numa penetração. O jogo acabara entretanto, a falta tinha conferido ao colectivo luso a possibilidade de ir para a linha de lance livre. Pedro Meireles aproveitou da melhor forma, convertendo os dois lançamentos, dando a vitória a Portugal. Um jogo memorável, numa vitória suada, sobre um suposto favorito, com sabor a final.Num jogo em que toda a equipa jogou de forma exímia, e o coletivo foi o principal protagonista.Jogaram por Portugal:Pedro Meireles, 9 pts, 3 ress, 2 rbPedro Marques 10 ptsKrassimir Pereira: 3 ressJoão Guimarães: 6 pts, 3 ressSérgio Silva: 7 pts, 1 ressLuís Câmara: 5 ressBenvindo MendesIsaias Insaly: 7 pts, 11 ressFrancisco Amiel : 7pts, 3 assDiogo Gameiro: 1 ressDaniel Relvão: 4 pts, 2 ressNuno Ferreira: 3 ptsAmanhã Portugal joga às 11 horas de Portugal Continental contra a Finlândia para decidir o 9º lugar. Mais um adversário complicado, que chegou a este Europeu com expectativas de discutir a subida à Divisão A.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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