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Começou o Torneio Internacional da UBI na Covilhã

No encontro inaugural entre as selecções lusas, em que a incerteza quanto ao vencedor pairou até ao minuto 38 (55-54), as mais novas que integraram as postes Maria Kostourkova e Chelsea Guimarães (irão fazer os dois Campeonatos da Europa), entraram melhor e criaram muitos problemas às comandadas de Kostourkova, chegando a 0-6 no minuto 2. Gradualmente as Sub-18 foram corrigindo os erros cometidos no início e igualaram (6-6) no minuto 4, da linha de lance livre por intermédio da capitã Laura Ferreira. Seguiu-se uma toada de parada e resposta até nova igualdade (13-13), à entrada do minuto 8. Até final do 1º período (17-23) Carolina Gonçalves (4 faltas provocadas) aproveitou para, de lance livre (6/6), ampliar a vantagem para 6 pontos.No 2º quarto (21-12), após 6 minutos de alternância do marcador, as mais velhas fizeram um parcial de 10-4 (38-33), culminado com um triplo de Simone Costa, mas em cima da buzina, num contra ataque, Maria Kostourkova reduziu para 38-35 (ao intervalo), ao aproveitar um passe decisivo de uma sua companheira de equipa. No 3º período (8-15) as mais novas, jogando com mais cabeça, souberam aproveitar uma série de erros das adversárias, algo displicentes, para voltarem ao comando (46-50) ao cabo de 30 minutos jogados. Provocando faltas com direito a irem à linha de lance livre, as pupilas de Ana Catarina Neves souberam a partir da igualdade aos 42-42 (minuto 26), saltar para a frente concretizando primeiro um lance livre por Carolina Gonçalves (42-43), seguido de um triplo da autoria de Catarina Mateus (42-46) e depois mais 4 lances livres a cargo de Leonor Serralheiro (46-48) e Maianca Umabano (46-50), esta travada pela 5ª falta de Joséphine Filipe já no minuto 30. No derradeiro quarto (16-5), apesar de já não poder contar com a excluída Joséphine, a maior experiência do seleccionado de Sub-18 veio ao de cima, provocando mais faltas (6 contra duas), com Laura Ferreira (6 pontos, sendo 2 de lances livres) a fazer a diferença. Destaque nas vencedoras para a prestação da capitã Laura Ferreira, MVP da partida (18,0 de valorização), ao contabilizar 11 pontos, 7 ressaltos sendo 2 ofensivos, 4 assistências, 3 roubos e 5 faltas provocadas com 5/5 nos lances livres. A sua acção foi decisiva nos últimos 10 minutos, nomeadamente no parcial de 9-0 que proporcionou a viragem de 46-50 para 55-50, ao marcar os 48-50 (de lance livre) e os 52-50, à entrada do minuto 36, após assistência de Joana Soeiro. Foi bem acompanhada pela poste Emília Ferreira, com 12,0 de valorização (8 pontos, 3/5 nos duplos, 6 ressaltos sendo 4 ofensivos e 3 faltas provocadas, com 2/3 nos lances livres), Simone Costa (11 pontos, 1/3 nos triplos, 3 roubos e 4 faltas provocadas com 4/5 nos lances livres), Joséphine Filipe (6 pontos, 6 ressaltos sendo metade ofensivos, 2 roubos, 1 desarme de lançamento e 5 faltas provocadas) e Sara Dias (8 pontos, 2 ressaltos ofensivos e duas faltas provocadas com 4/4 nos lances livres). Em noite não no capítulo do lançamento exterior (0/6) esteve a base Joana Soeiro. Vale bem mais do que mostrou hoje.Na selecção de Sub-16 a mais valiosa foi a poste Maria Kostourkova (15,0 de valorização), melhor marcadora do encontro ao somar 13 pontos, 5/7 nos duplos, 2 ressaltos defensivos, uma assistência, 2 roubos, 1 desarme de lançamento e 4 faltas provocadas com 3/5 nos lances livres. Bons contributos da sua companheira Chelsea Guimarães, melhor ressaltadora do jogo (4 pontos, 12 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência e uma falta provocada), Carolina Gonçalves (7 pontos, 2 ressaltos ofensivos, duas assistências, 3 roubos e 5 faltas provocadas com 7/8 nos lances livres) e Maianca Umabano (5 pontos, 4 ressaltos defensivos, uma assistência, 1 roubo e duas faltas provocadas com 3/3 nos lances livres). A vitória do colectivo de Kostourkova baseou-se fundamentalmente na superioridade exercida nas tabelas (42-36 ressaltos), particularmente na tabela ofensiva (19-8), no menor número de erros cometidos (14-22 turnovers) e por ter conseguido provocar mais faltas (27-21). Teve mais posses de bola, usufruindo de 62 lançamentos de campo (29% de eficácia) contra apenas 43 das adversárias (37% de eficácia). Por seu turno as comandadas de Ana Catarina Neves foram mais eficazes tanto nos duplos (36%-41%) como nos triplos (11%-17%), ganharam mais ressaltos defensivos (23-28), foram mais colectivas (7-9 assistências), equilibraram os roubos de bola (10-9) e fizeram mais desarmes de lançamento (1-3). Na linha de lance livre também as coisas estiveram equilibradas (75%-79%), com as Sub-18 a falharem 8 em 32 tentativas enquanto as Sub-16 desperdiçaram 6 em 28 tentados. Resultado final: Portugal Sub18 62-55 Portugal Sub16O jogo que fechou a 1ª jornada foi muito físico, com as Sub-16 inglesas a apresentarem 5 jogadoras com mais de 1,80m e nenhuma baixo de 1,70m, o que lhes valeu ganhar a luta das tabelas (42-44 ressaltos). As estonianas, mais experientes, foram mais eficazes nos lançamentos de campo (37%-35%), tanto nos duplos (41%-38%) como nos triplos (21%-14%) e também da linha de lance livre (76%-40%), com as inglesas a desperdiçarem 12 tentativas em 20 enquanto a Estónia apenas falhou 6 em 25 tentativas. A MVP do encontro (20,5 de valorização) foi a capitã da Estónia, a poste Trine Kasemagi que fez um duplo-duplo (19 pontos, 10 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência, 1 roubo e 3 faltas provocadas com 5/6 nos lances livres), seguida de Marie Roosalu (14 pontos, 1 ressalto defensivo, 3 assistências, 1 roubo e 4 faltas provocadas com 6/7 nos lances livres) e Tatjana Razguljajeva (9 pontos, 7 ressaltos sendo 4 ofensivos, uma assistência, 2 roubos e 4 faltas provocadas com 4/6 nos lances livres). Nas britânicas a mais valiosa acabou por ser a poste (1,88m) Rebecca Taylor (6 pontos, 3/5 nos duplos, 6 ressaltos sendo 4 ofensivos, uma assistência e 3 faltas provocadas), bem acompanhada pela base Shanice Norton (8 pontos, 6 ressaltos sendo 1 ofensivo, duas assistências, 2 roubos, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas com2/2 nos lances livres). Resultado final: Estónia Sub18 66-53 Inglaterra Sub16Fichas de jogoPavilhão da UBI, na CovilhãPortugal Sub18 (62) – Joana Soeiro (4), Laura Ferreira (11), Sofia Pinheiro (5), Joséphine Filipe (6) e Inês Veiga; Emília Ferreira (8), Simone Costa (11), Joana Cortinhas (7), Francisca Meinedo (2), Ana Moniz, Sara Dias (8) e Susana Lopes Portugal Sub 16 (55) – Carolina Bernardeco (5), Carolina Gonçalves (7), Sofia Almeida (2), Chelsea Guimarães (4) e Maria Kostourkova (13); Beatriz Jordão (4), Catarina Rolo (3), Maianca Umabano (5), Leonor Serralheiro (4), Inês Brandão (2), Constança Neto e Catarina Mateus (6)Por períodos: 17-23, 21-12, 8-15, 16-5Árbitros: Nuno Santos e Henrique Raposo, de Castelo Branco Estónia Sub18 (66) – Kristi Tamp, Kadri-Ann Lass (9), Tatjana Razguljajeva (9), Jane Svilberg (15) e Trine Kasemagi (19); Anni Tagapere, Marie Roosalu (14), Doris Park, Sofia Anissimova, Anett Nurm, Kaari Kamp e Laura NoorInglaterra Sub16 (53) – Shanice Norton (8), Rhianna-Mae Laing (7), Jenelle Grant (8), Savannah Wilkinson (8) e Rebecca Taylor (6); Abby Lowe (5), Abigail Johnson (2), Jess Davies, Molly Taylor (7), Gabriele Nikitinaite (2) e Kyla Nelson Por períodos: 17-11, 18-15, 19-13, 12-14Árbitros: Gonçalo Farias e Henrique Félix, de Castelo BrancoCalendário da 2ª jornada (Sábado):16h30 Portugal Sub16-Estónia Sub1818H30 Inglaterra Sub16-Portugal Sub18


Portugal dominou os suíços na 2ª parte

Este era o jogo do tudo ou nada para os suíços que, para poder continuar na luta pelo 9º lugar, se viam obrigados a vencer a Seleção portuguesa. Os jovens portugueses vão agora defrontar no próximo Sábado, às 13.15 horas, a poderosa Seleção da Alemanha, na procura do 9º lugar, a melhor classificação possível.

Numa primeira parte marcada por uma baixa pontuação, a intensidade defensiva e a vontade de vencer de ambas as equipas, sobrepôs-se a algum esclarecimento e eficácia nas movimentações ofensivas. Baixas percentagens de lançamento faziam com que o conjunto Helvético fosse a vencer para o intervalo pela vantagem mínima (24-23). O início da segunda parte foi muito semelhante a toda a primeira parte, e com 5 minutos jogados, Portugal teimava em não dar a volta ao resultado. No entanto, a 4 minutos do final do terceiro quarto, a partida começou a correr de feição ao colectivo luso. Com o tiro exterior a começar a cair, a rotação do banco a dar os seus frutos, Portugal terminava o quarto a vencer por 44-35, muito por força das situações de contra-ataque. Mérito dos jogadores portugueses que souberam dar a volta ao momento menos bom, nunca perdendo a disciplina tática, acreditando sempre que podiam demonstrar dentro de campo a sua superioridade perante o adversário.O derradeiro período serviu para consolidar a vitória, sem que no entanto o adversário de Portugal tivesse baixado os braços. No entanto, os comandados de Carlos Seixas não só, não permitiram que os Suíços se aproximassem, como ainda aumentaram o fosso para os 65-46 de pontuação final.Nota para a exibição de Luís Câmara, 14 pontos, 5 ressaltos e 3 assistências. O atleta Sérgio Silva sofreu um entorse durante o jogo, esperando-se que recupere a tempo para poder defrontar a Alemanha. Diogo Gameiro a contas com uma virose foi poupado de forma a poder restabelecer-se totalmente.Também jogaram por Portugal:Krassimir Pereira: 3 pts, 2 ressJoão Guimarães: 13pts, 7 ress, 3 assSérgio Silva: 3 pts, 1 rbPedro Marques: 4 pts, 2 ress, 3 assPedro Meireles: 7pts, 4 ress, 3 assBenvindo Mendes: 10 pts, 5 ressIsaias Insaly: 4 pts, 2 ressFrancisco Amiel: 1 pts, 2 ressDaniel Relvão: 2 pts, 1 contraNuno Ferreira: 4 pts, 8 ress.Portugal terminou esta fase de grupos em 1º lugar, somando por vitórias todos os jogos disputados.Amanhã é dia de folga na competição. O colectivo luso volta a jogar no dia 27 às 13:15 de Portugal Continental contra a forte seleção alemã.


FALTA UMA SEMANA!!

Nos detalhes da noticia pode encontrar o calendário de jogos e outros pormenores relativos ao evento.

A Federação não está sozinha neste desafio, contando com o imprescindível apoio da Secretaria de Estado da Juventude e Desporto, da A.B. Porto e, muito particularmente, do Município de Matosinhos.Uma palavra especial para todos os parceiros da FPB e do evento e, em especial, aos dois clubes representantes do concelho, o Guifões Sport Clube e Grupo Desportivo Basquete de Leça, cujo valoroso trabalho se tem traduzido numa forte implantação da modalidade em Matosinhos e que, desde a primeira hora, têm sido parceiros dinâmicos e activos na organização.Nota final para os diversos parceiros que não têm regateado esforços no apoio a esta iniciativa. IPDJ – Instituto Português do Desporto e Juventude, Cruz Vermelha Portuguesa, Catchawards, Holliday Inn Express, Fonte Viva, Fabrigimno, Fisiomato, Matosinhosport, Radio Nova Era, Companhia Portuguesa de Computadores (CPC) e E-cópia.EM ANEXO: CALENDÁRIO DE JOGOS


Portugal de volta ao caminho das vitórias

Num jogo a dois tempos, onde Portugal foi capaz do melhor, na segunda parte, e do menos bom, durante os primeiros vinte minutos. Nos momentos decisivos, o nervosismo não fez tolher a agressividade defensiva dos jovens portugueses, sinónimo da vontade e ambição de vencer o jogo.

No primeiro período o domínio foi do coletivo Romeno. Com algum azar à mistura, vários lançamentos fáceis desperdiçados, e incapazes de colocar em prática o plano de jogo. Assim, no final do quarto, Portugal já perdia por 22-11.No segundo período, veio mais algum esclarecimento por parte da turma das quinas. Ainda que sem fazer um jogo muito conseguido, Portugal impediu que a vantagem se dilatasse até ao descanso.Na etapa complementar, o colectivo luso demonstrou a verdadeira garra característica dos descendentes de Viriato. Paulatinamente a intensidade defensiva colocada em campo aproximava-se da desejada, com os normais benefícios que daí advinham.Com 2 minutos para o fim do jogo, finalmente o esforço luso foi recompensado, tendo passado finalmente para a frente do marcador. Uma vantagem que superiormente controlada, não permitindo mais que o adversário esboçasse a reviravolta no marcador.Amanhã Portugal defronta a Seleção Suiça, às 13h45 de Portugal continental, num jogo onde vai tentar a manutenção no primeiro lugar deste grupo. Um adversário complicado sobretudo pelos muitos centímetros dos seus jogadores interiores. Mais um encontro em que os nossos “gigantes” terão que se superar.Portugal já tem duas vitórias fruto do resultado positivo com a Bielorrússia que transitou para esta fase. Finda a primeira jornada desta fase, Portugal lidera o grupo com 2 vitórias. Bielorrússia, Suiça e Roménia estão empatadas com uma vitória e uma derrota.Nota para a exibição individual de Nuno Ferreira, que contabilizou 15 pontos, 5 ressaltos, e 3 roubos de bola.Também jogaram por Portugal:Krassimir Pereira – 2 pts, 4 ressJoão Guimarães – 6 ressSérgio Silva – 13 pts, 3 ress, 2 assPedro Marques – 13 pts, 6 assPedro Meireles – 10 pts, 7 ressLuís Câmara – 4 pts, 2 ressBenvindo Mendes – 2 pts, 1 ressIsaías Insaly – 14pts, 4 ress., 2 rbFrancisco Amiel – 1 pt, 1 assDiogo Gameiro


Supremacia incontestável de Portugal após o intervalo

O 1º período (23-10) foi marcado por um susto causado pelo desfalecimento momentâneo de Emília Ferreira, que no minuto 2 sofreu uma pancada involuntária de uma adversária, tendo sido substituída, depois de recuperar. Portugal depressa tomou as rédeas do jogo (16-3 no minuto 5), obrigando a Estónia a cometer vários turnovers (3-6). A circulação de bola fazia-se a preceito, criando-se boas condições para concretização.No 2º quarto (11-17) e com Emília Ferreira já em campo, sem problemas, a Estónia passou a criar mais dificuldades, apostando numa rápida transição ofensiva. O maior colectivismo das lusas (7-1 assistências), com destaque para a base Joana Soeiro que fez 5 passes decisivos, até ao intervalo (34-27) e a supremacia nas tabelas (24-15 ressaltos), com realce para os 11 ressaltos ofensivos (4 de Maria Kostourkova ), foi compensando a pior eficácia das comandadas de Kostourkova nos lançamentos de campo (34%-39%).Reentrou melhor Portugal no 3º período (18-6) aumentando a vantagem para 12 (43-31 no minuto 26), o que o obrigou o treinador da Estónia a parar o cronómetro. Mas sem resultados práticos, porque o colectivo de Kostourkova, defendendo bem, não abrandou o ritmo tendo chegado a 52-33, ao cabo de 30 minutos jogados.A cavalgada lusa prosseguiu no derradeiro quarto (24-8) manietando o ataque contrário que não encontrou soluções para atacar o cesto. Depois e à medida que o tempo se ia escoando, a Estónia foi perdendo a frescura física, recuperando mal defensivamente, o que proporcionou várias situações de contra-ataque ao seleccionado luso. Resultado final: Portugal Sub-18 Fem 76-41 Estónia Sub-18 FemDestaque na selecção portuguesa para a poste Maria Kostourkova, MVP da partida (24,5 de valorização) ao contabilizar 20 pontos, 7 ressaltos sendo 5 ofensivos, uma assistência, 3 roubos e 6 faltas provocadas, com 8/10 nos lances livres. Foi bem acompanhada pela sua companheira na área pintada Chelsea Guimarães (8 pontos, 10 ressaltos sendo 4 ofensivos, uma assistência, 1 roubo e duas faltas provocadas, com 2/5 nos lances livres) e pela atiradora Sofia Pinheiro (11 pontos, 3/3 nos triplos e 2 ressaltos defensivos). Bons pormenores de Simone Costa (10 pontos e muito poder nas entradas), Joana Soeiro (7 assistências, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo e 3 roubos) e Laura Ferreira (8 pontos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências e 3 roubos). Na congénere da Estónia a mais produtiva foi Marie Roosalu (11 pontos, 4 ressaltos defensivos e 2 roubos), bem secundada por Doris Park (8 pontos e 4/4 nos duplos) e Tatjana Razguljajeva (8 pontos, 3 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência e 5 faltas provocadas, com 3/4 nos lances livres).A vitória de Portugal assentou na superioridade nas tabelas (42-30 ressaltos), com realce para os 18 ressaltos ofensivos contra 3 do adversário, no menor número de erros (16-23 turnovers), no maior colectivismo (15-4 assistências), por ter roubado mais bolas (15-9) e por ter provocado mais faltas (19-12). Melhorou a eficácia na etapa complementar para terminar com 41% nos lançamentos de campo, 43% nos duplos e 33% nos triplos. Esteve igualmente eficaz da linha de lance livre (75%), com 6 lançamentos falhados em 24 tentados. Ficha de jogoPavilhão da UBI, na CovilhãPortugal Sub-18 (76) – Joana Soeiro, Sofia Pinheiro (11), Simone Costa (10), Joséphine Filipe (3) e Emília Ferreira (6); Maria Kostourkova (20), Laura Ferreira (8), Chelsea Guimarães (8), Sara Dias (1), Susana Lopes (2), Francisca Meinedo (3) e Ana Moniz (4)Estónia Sub-18 (41) – Kristi Tamp (2), Kadri Ann Lass, Tatjana Razguljajeva (8), Jane Svilberg (6) e Trine Kasemagi (6); Anni Tagapere, Marie Roosalu (11), Anett Nurm, Sofia Anissimova, Doris Park (8), Laura Noor e Kaari KampPor períodos: 23-10, 11-17, 18-6, 24-8Árbitros: Henrique Raposo e Gonçalo Farias, de Castelo BrancoAs duas equipas voltam a defrontar-se amanhã, no mesmo local e à mesma hora (21H00).


«Ambição e vontade de ganhar»

A responsabilidade é grande, mas a selecionadora afiança que o grupo tem objetivos bem definidos para a prova que arranca no próximo dia 15 de agosto, na Croácia. Portugal está incluído no Grupo C, juntamente com a Grécia, Sérvia e Suécia. Leia nos detalhes desta notícia a entrevista com Mariyana Kostourkova.

Na última participação conseguiram o brilharete de subir à Divisão A. Quais são as expectativas para este Campeonato da Europa? Desde o primeiro dia da nossa preparação, e durante a participação na competição propriamente dita, vamos entrar com a mesma motivação e ambição de sempre: lutar pela vitória em todos os jogos, tentar garantir o mais rapidamente possível não só a manutenção na Divisão A, mas também um lugar digno na classificação. Dar o máximo em cada jogo. Este é o nosso objetivo. O período de preparação já está programado? Está prevista alguma competição internacional antes do início do Europeu? Sim, está tudo planeado dentro do possível. A equipa acaba para estar mais condicionada por causa das atletas que estão nos outros escalões (Sub-16 e Sub-20). A situação mais complicada é a das duas atletas Sub-16, que terminam um campeonato e seguem de imediato para o outro. Espero que tudo corra bem.Na semana entre 22-28 de Julho vamos realizar na Covilhã dois jogos particulares com a equipa de Sub-18 da Estónia que está na Divisão B e no final da mesma semana participamos num torneio juntamente com Estónia, Inglaterra (Sub-16) e Portugal (Sub-16). Nos dias 4, 5 e 6 de Agosto voamos para Inglaterra onde iremos realizar 3 jogos-treino com a equipa da casa Sub-18. Em seguida regressamos a Portugal para tentar acertar os últimos pormenores e finalizar a preparação para o CE.O facto de algumas atletas desta Seleção já terem experiência de Liga, poderá ser decisivo para competir numa Divisão A? Sem dúvida alguma que essa experiência irá ajudar. Foi muito positivo para estas atletas terem tido treinadores que acreditaram no seu talento, pois acredito que só assim podem crescer e evoluir. Acredito que é este o caminho, jogar num patamar mais alto, participar em mais do que um campeonato, ganhar experiência, aprender com os erros e seguir em frente. Temos um grupo muito talentoso e ambicioso! Que problemas adicionais pensa ter que ultrapassar frente às melhores seleções europeias do escalão? Na minha opinião vamos sentir algumas dificuldades do ponto de vista físico (estatura, envergadura) e alguma falta da experiência a este nível. Por isso temos de nos preparar mentalmente e fisicamente desde o primeiro dia da nossa preparação para esta batalha. Que comentário faz sobre as outras equipas que fazem parte do Grupo A? E as que, em teoria, terão mais hipóteses de chegar aos oito primeiros? Todos sabemos que na divisão A não há equipas fracas nem grupos mais fáceis. Estamos num grupo com a Suécia, que se apresenta sempre forte e na luta pelos melhores lugares, cujas atletas passam a sua formação a competir em todos os escalões na Divisão A e sabemos que isso tem o seu peso. Estão a praticar um basket físico, com grande intensidade e demonstram bom conhecimento do jogo. Observando bem esta geração, não têm atletas muito grandes, mas são muito potentes fisicamente.No segundo jogo temos a Sérvia. Sempre fortes, altas e com bom conhecimento do jogo. No último campeonato ganharam a medalha de bronze e 5 atletas dessa geração vão repetir a participação este ano.O último jogo do grupo vai ser contra a Grécia. Outra equipa poderosa fisicamente, que conta sempre com 2 ou 3 atletas mais influentes, já com bastante experiência em equipas sénior. No último CE ficaram em 11º lugar. Como já referi, temos que entrar em cada jogo com respeito pelo adversário, mas com muita garra, ambição e vontade de ganhar. Na sua opinião, Portugal é cada vez mais uma Seleção para participar na Divisão A nos escalões mais jovens do feminino? Não tenho dúvida que Portugal é cada vez mais uma seleção de Divisão A. É muito importante para a evolução das atletas competirem durante a sua formação na Divisão A, começando logo desde as Sub-16. Imagina a experiência, atitude competitiva, a riqueza e a mentalidade que poderão ganhar nestes 5 ou 6 anos. Só depois poderemos contar com uma equipa nacional sénior forte com atletas bem preparadas, num projeto com continuidade e que possibilite apresentar uma equipa forte capaz de competir com as melhores.


Mais novidades faaaaantásticas sobre o NBA Basketball Without Borders

Agora já sabemos quem são os treinadores e o diretor do campo! Assim, como diretor do campo temos o sérvio Marin Sedlacek, dos Philadephia 76ers. Os treinadores serão Jim Boylen, dos campeões da conferência oeste San Antonio Spurs, Jamahl Mosley, dos Cleveland Cavaliers, Jack Sikma e Terry Porter, dos Minnesota Timberwolves. Mas as novidades não ficam por aqui!! As idades dos participantes do NBA Youth Camp foram alargadas, sendo que a partir de agora podemos aceitar inscrições a partir dos 8 anos de idade! E mais, que se inscrever nos 3 dias de campo terá direito a alojamento e alimentação, mantendo o preço de inscrição igual ao que já estava (175€)!! A Federação Portuguesa de Basquetebol, o Desporto Escolar e a Câmara Municipal de Almada conseguiram tornar possível reunir estas condições para que mais gente possa participar e ficar durante os 3 dias do Youth Camp!


Portugal perde contra Bélgica

A Bélgica beneficiava de um dia de descanso e um jogo a menos disputado, enquanto os jovens portugueses começavam a acusar o cansaço de 3 jogos em igual número de dias. A derrota por vinte e dois pontos de diferença (43-65) não transparece a realidade do jogo, uma vez que o encontro se decidiu apenas no derradeiro quarto.

No fim do primeiro período Portugal perdia por 18-14. Com o tiro exterior a persistir em não aparecer, e muitas dificuldade em marcar dentro do pintado, Portugal terminava a primeira parte a perder por 31-23, fruto de um triplo Belga no último segundo.Com a entrada na segunda parte, os comandados de Carlos Seixas não se deixaram intimidar com a diferença no marcador, e mostraram terem argumentos para disputar o resultado. Mesmo depois de terem estado quase seis minutos sem fazer pontos no arranque da segunda parte, os jovens portugueses ainda tiveram forças para encostar o resultado a 5 pontos de diferença no final do 3º período (34-39).No entanto, o último quarto foi fatal para as aspirações lusas. Com a equipa belga a abrir o quarto com 4 triplos seguidos do atleta 15 Andy Van Vliet, rapidamente os jovens lusos viram a tarefa complicar-se, até porque o desgaste físico começava a fazer-se notar.Apesar de o primeiro objectivo estar comprometido (luta pelos 8 primeiros lugares), Portugal aguarda pelo fim da fase de grupos para conhecer os seus adversários na luta pelo 9º lugar. Seguem-se dois dias de folga (um pelo próprio calendário do grupo e outro pela pausa na competição), sendo que Portugal aguarda pelo fim da jornada de amanhã para conhecer os seus próximos adversários. Tempo agora para recuperar física e animicamente, já que se vai iniciar um novo campeonato para a Seleção portuguesa. Dez minutos de menor acerto não podem derrubar um grupo que está a ter uma postura fantástica. Aprender com os erros, corrigir os aspetos menos positivos, continuar a acreditar no trabalho, e desejar que chegue o próximo jogo para esquecer este momento menos positivo da competição. Nota para a exibição individual de Benvindo Mendes que registou 11 pontos 4 ressaltos.Também jogaram por Portugal:Krassimir Pereira: 2 pts, 2 ressJoão Guimarães: 3 ressSérgio Silva: 2 pts, 4 ressPedro Marques: 4 pts, 2 assPedro Meireles:7 pts, 8 ressLuís Câmara: 2 pts, 1 ressIsaías Insaly: 3 pts, 2 ressFrancisco Amiel: 2 pts, 2 ressDiogo Gameiro: 5 pts, 2 ressNuno Ferreira: 5 pts, 4 ress Daniel Relvão continua de fora com uma lesão no punho


Paulo Marques arbitrou Final

Portugal marcou presença na competição, representado pelo árbitro internacional Paulo Marques (Porto), que arbitrou a Final, disputada entre Itália e Letónia, perante 6.800 espectadores, em que os transalpinos venceram por 67-60 (23-31, ao intervalo).

Também este fim de semana, Fernando Rocha (Porto) e Sérgio Silva (Lisboa) marcaram presença em Finais de Campeonatos da Europa, respetivamente de Sub-20 Masculinos – Divisão B, na Roménia, e Sub-18 Femininos – Divisão C, em Andorra.Portugal, neste caso através da sua arbitragem, sai uma vez mais prestigiado nas competições europeias de jovens, a nível de seleções nacionais, congratulando-se a FPB com este facto.


Exibição de luxo

A equipa nacional ganhou o encontro por categóricos 80-59 e mantém-se na luta pela 5ª posição.

Portugal já tinha defrontado esta equipa durante a fase de preparação (ganhou uma vez e perdeu outra), mas garantidamente este foi o encontro que correu melhor. Apesar de o adversário contar com o apoio do seu público, a jovem equipa nacional não vacilou e manteve-se concentrada no objetivo de igualar a melhor classificação de uma seleção de Sub-20 no Europeu – o 5º lugar.O capitão Miguel Cardoso estava naturalmente feliz com o desfecho e não tem dúvidas de que este foi o melhor desempenho da equipa na prova. “Fizemos a melhor exibição desde que começou o Campeonato da Europa. Começámos bem, mas a Roménia, com a ajuda do público, conseguiu reagir. Todavia, no terceiro período jogámos ao nosso nível, defendemos bem e no ataque aproveitámos as oportunidades de lançamento”, frisa o o jogador.No decisivo jogo de atribuição do 5º lugar, a disputar este domingo, quando forem 13 horas em Portugal Continental, a equipa treinada por André Martins defronta a Suíça. “O nosso objetivo é claro – queremos ganhar para igualar a melhor classificação de sempre!”, afiança Miguel Cardoso.O facto de a equipa não ter conseguido entrar na luta pelos lugares de acesso à Divisão A (perdeu com a Polónia nos quartos-de-final) foi ultrapassado. “Isso é passado. Agora olhamos em frente e só pensamos em ganhar”, garantiu o capitão.Roménia 59-80 PortugalPaciais: 16-17; 16-19; 8-19; 19-25Por Portugal alinharam e marcaram:*Henrique Piedade, 2 pontos Pedro Bastos, 5 Emanuel Correia de Sá, 10 João Ribeiro, 6 *Jonah Callenbach, 8 *Miguel Cardoso, 18João Gallina, 1 Diogo Ventura, 8 Bruno Cabanas, 3 *Artur Castela, 4 *João Grosso, 15 *Jogadores titulares


Portugal cede contra Montenegro

Portugal entrou em campo a jogar de igual para igual, mostrando que apesar das diferenças de altura e peso, iria lutar para levar por vencida a sua adversária. Os atletas portugueses podem sentir-se orgulhosos daquilo que fizeram durante o jogo, já que certamente conquistaram o respeito de um adversário como Montenegro.

Apesar de Portugal apenas ter estado à frente no marcador durante os primeiros 5 minutos de jogo (9-8), paulatinamente foi sucumbindo aos gigantes montenegrinos nas áreas próximas do cesto. Com muitos problemas em parar as penetrações dos bases adversários, e com as normais dificuldades na luta dos ressaltos (31 para Portugal contra 48 para Montenegro ), Portugal sentia que o adversário poderia fugir no resultado. Embora a diferença entre as duas equipas na primeira parte tenha estado na eficácia revelada nas situações de contra-ataque. Seis pontos separavam as duas seleções no final do 1º tempo (26-32), um resultado que espelha bem a qualidade do desempenho defensivo de Portugal.A história da segunda parte foi muito semelhante à da primeira. Portugal sempre atrás mas a uma distância que obrigou o adversário a estar em constante alerta. Faltou também ao coletivo luso a sorte do jogo, tendo falhado alguns lançamentos em alturas que os colocaria à frente do marcador. A grande diferença do jogo esteve nos pontos convertidos no pintado, 40 por parte da equipa montenegrina, se bem que não tenham sido muitas as situações em que ataque organizado tivesse sido capaz de explorar as vantagens de estatura. Mérito na forma como os jogadores interiores portugueses se superaram numa luta desigual, fazendo da agressividade defensiva a sua principal arma. Os ressaltos ofensivos, e os segundos lançamentos de curta distância acabariam por fazer a diferença no resultado.Não havendo lugar a vitórias morais, nota para o coração e superação constante em que os comandados de Carlos Seixas revelaram. A eficácia do lançamento de longa distância esteve longe de ser a ideal, o que não significa que a equipa não tenha conseguido boas situações de tiro confortável. Não nos podemos esquecer que muitas vezes havia uma diferença de alturas de mais de 25 cm dos jovens lusos para o seu adversário direto. Apesar de os objetivos de Portugal se manterem intactos, esta derrota obriga os jovens lusos a vencer a Bélgica.Domingo, às 20 horas de Portugal Continental, o coletivo de Carlos Seixas joga contra a também poderosa Bélgica, sendo uma vitória neste jogo fundamental para que Portugal possa continuar a lutar pelos 8 primeiros lugares. Nota também para a exibição do atleta João Guimarães, autor de 11 pontos e 4 ressaltos.Também jogaram:Krassimir Pereira – 4 ressSérgio Silva – 3 pts, 3 rbPedro Marques – 8 pts, 5 assPedro Meireles- 3 pts, 4 ressLuís Camara – 4 pts, 3 ressBenvindo Mendes – 9 pts ( 2/2 L3) 1 ressIsaías Insaly – 6 pts, 5 ressFrancisco Amiel – 2 assDiogo Gameiro – 4 pts, 3 ress, 2 assNuno Ferreira – 2 pts, 5 ressO atleta Daniel Relvão não jogou por lesão.


Jamboree em Soutocico

Este jambore tem a particularidade de homenagear Mário Brites, dirigente do CDR Soutocico que muito contribuiu para a forte dinâmica que o basquetebol e o minibásquete tem actualmente no clube.

Do programa recheado com muito basquetebol também fez parte uma visita à cidade de Leiria, onde os participantes foram recebidos no salão nobre dos paços do concelho pelo presidente da Câmara Municipal de Leiria, Dr. Raul Castro. No Sábado o evento termina com o tradicional torneio do com a Gala do Jamboree para qual todos estão convidados a assistir. É um espetáculo único que irá decorrer a partir da 21.00 na sede do CDR Soutocico.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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