Artigos da Federaçãooo

AD Vagos conquista pela 4ª vez a Taça Vítor Hugo

Pelos vistos a tradição continua a ter peso.

Mas não se julgue que a equipa de Nuno Ferreira teve a tarefa facilitada. Não senhor. O Algés entrou mal no jogo, com 2 minutos decorridos já tinha a sua poste norte-americana Broomfield, no banco com duas faltas, provocadas pela sua marcadora directa, Ebony Ellis, que esteve numa manhã imparável. Muito forte no ressalto ofensivo (capturou 8), Ellis viria a ser a MVP da partida, fazendo um duplo duplo (25 pontos e 12 ressaltos).Se Ellis esteve com a mão quente logo desde o apito inicial (12 pontos nos primeiros 10 minutos), aproveitando também a ausência de Broomfield no banco, do outro lado foi a base Jessica Almeida que carregou com a equipa do Algés, muito forte no 1×1 e tomando boas decisões. Sinal mais das vaguenses no quarto inicial (13-17), depois de 2-8 e 7-13, com as algesinas a igualarem (13-13) no minuto 9, mas Daniela Domingues (outra boa prestação) a não estar pelos ajustes e a marcar 4 pontos até ao sinal sonoro. No 2º período (12-11) foi a vez de o Algés reentrar melhor e com um parcial de 6-0 passou pela 1ª vez para a liderança no minuto 12 (19-17), com Jessica Almeida a assumir a concretização, por duas vezes. Entretanto já Broomfield regressara ao jogo, mas a sua 3ª falta assinalada no minuto 15, levou-a de novo ao banco, somando apenas pouco mais de 5 minutos e meio de utilização na 1ª metade e sem qualquer ponto no bornal. Por banda das vaguenses Ebony Ellis continuava a facturar e a destacar-se nas tabelas, mas tendo boa ajuda de Daniela Domingues e Lilian Gonçalves.Ao intervalo (25-28), a vantagem da AD Vagos era reflexo da supremacia nas tabelas (13-18 ressaltos) e do maior número de faltas provocadas (8-10), com excelente aproveitamento (92%) da linha de lance livre (12/13). O Algés por seu turno era mais eficaz nos tiros de 2 pontos (48%-36%) enquanto no tiro exterior o desacerto era dos dois lados (nenhum triplo convertido em 6 e 5 tentativas, respectivamente).No 3º quarto (15-14) o Algés voltou a ganhar, reduzindo assim o prejuízo para 40-42, ao cabo dos 30 minutos. Ana Oliveira e Courtney Jones acertaram duas bombas consecutivas no minuto 24, contribuindo para a viragem do resultado (37-32), com um parcial de 8-0 em pouco mais de um minuto. Mas Ellis e Daniela, sempre inconformadas, voltaram a carregar com a sua equipa, devolvendo a liderança às suas cores, já no minuto 30 (40-42). As algesinas subiam de rendimento, aproveitando naturalmente a presença de Broomfield em campo (jogou o 3º período completo), que criou mais problemas a Ellis.Nos derradeiros 10 minutos (21-23), o jogo teve momentos espectaculares, com ambas as equipas a aplicarem-se a fundo para chegar à vitória. Com as vaguenses na frente, o Algés igualou (44-44) no minuto 32, mas novo arranque das comandadas de Nuno Ferreira deu vantagem às suas cores (44-50 e 49-54). Foi altura de José Araújo parar o cronómetro (minuto 37) e reunir as suas tropas. Estas reagiram, como se impunha, conseguindo um parcial de 7-0, concluído com uma bomba de Catarina Coelho (56-54), com 2 minutos exactos para jogar. Mas o jogo ainda não estava resolvido, pois na resposta a experiente Joana Lopes devolveu o comando à sua equipa, com um triplo (56-57) e no ataque seguinte consolidou a liderança (56-59), tudo no minuto 39. Acto contínuo José Araújo esgotou os descontos de tempo e de seguida Laura Broomfield é excluída. Joana Lopes, de lance livre aumenta para 56-61 (com 30 segundos para jogar), coroando um período de grande protagonismo, ao marcar a totalidade da sua pontuação (7 pontos) em pouco mais de um minuto, com a sua experiência a vir ao de cima, num momento crucial. O inconformismo de Jessica Almeida numa jogada de 2+1 reduz para 59-61 (com 20,7 segundos para jogar) e foi altura de Nuno Ferreira usar a prerrogativa dos descontos de tempo (ainda não tinha utilizado na etapa complementar). Falta rápida e Lilian Gonçalves a não tremer da linha de lance livre (59-63 a 18,4 segundos do termo). Jessica Almeida mais uma vez não baixa os braços e converte uma penetração (61-63 com 12,6 segundos para jogar). Nuno Ferreira pára o jogo de imediato e no reatamento nova falta rápida do Algés. Ebony Ellis sela o resultado final (61-65), confirmando a sua elevada eficácia nos lances livres (90%).Destaque nas vencedoras para a grande prestação da poste norte-americana Ebony Ellis (MVP da partida com 29,5 de valorização) ao contabilizar 25 pontos, 12 ressaltos sendo 8 ofensivos, 1 desarme de lançamento e 5 faltas provocadas, com 9/10 da linha de lance livre. Foi muito bem acompanhada por Daniela Domingues (21,0 de valorização) com 17 pontos, 64% nos duplos, 8 ressaltos, 2 roubos e 4 faltas provocadas (3/4 nos lances livres) e Lilian Gonçalves (12 pontos, 2 ressaltos, uma assistência, 2 roubos e 3 faltas provocadas, com 3/3 nos lances livres). No Algés a mais valiosa foi a extremo/poste Courtney Jones (21,0 de valorização), à beira de um duplo-duplo (11 pontos, 9 ressaltos sendo 4 ofensivos, duas assistências, 1 roubo e 5 faltas provocadas, com 2/2 nos lances livres), bem secundada por Jessica Almeida (18 pontos, 4 ressaltos, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas, com 2/3 nos lances livres), bem a comandar o ataque. Laura Broomfield (11 pontos, 7 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas, com 3/3 nos lances livres), Catarina Coelho (12 pontos, 3/4 nos duplos, duas assistências e duas faltas provocadas, com 3/4 nos lances livres) e Ana Oliveira (8 pontos, 3 ressaltos defensivos, duas assistências, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas, com 3/4 nos lances livres) deram também forte contributo.A finalizar uma palavra de apreço para os 3 clubes intervenientes nesta fase final. Um obrigado especial para a estrutura do GDESSA que se esmerou para proporcionar uma organização que correu na perfeição. Ficha de jogoAlgés (61) – Jessica Almeida (18), Ana Oliveira (8), Catarina Coelho (11), Courtney Jones (11) e Laura Broomfield (11); Bárbara Pedro, Simone Costa (1) e Maria CastroAD Vagos (65) – Inês Faustino (2), Daniela Domingues (17), Lilian Gonçalves (12), Ana Teixeira e Ebony Ellis (25); Inês Pinto, Sara Ressurreição (2), Joana Lopes (7) e Áurea Mendes Por períodos: 13-17, 12-11, 15-14, 21-23Árbitros: Carlos Cunha e Hugo Beja


Oliveirense regressa às grandes vitórias

A UD Oliveirense foi mais forte do que o Maia Basket (81-64), confirmando neste arranque de temporada, todo o potencial que lhe era reconhecido pelas aquisições feitas pelo clube.

Depois de um primeiro quarto equilibrado, ainda que com vantagem para a equipa da Oliveirense (21-18), o 2º período foi decisivo para o desfecho do encontro. A vantagem de quinze pontos (46-31) construída pelos comandados de Sérgio Salvador até ao intervalo, viria a revelar-se determinante, uma vez que não mais os maiatos conseguiriam fazer baixar a diferença pontual da casa das dezenas.Bem pelo contrário, seria a Oliveirense a aumentar a distância acima dos 20 pontos, tornando praticamente impossível a tarefa do conjunto da Maia em reentrar na discussão do jogo.As duas principais contratações da Oliveirense, João Reveles (20 pontos, 4 ressaltos, 4 assistências e 3 roubos de bola) e Nuno Cortez (19 pontos, 12 ressaltos e 4 roubos de bola), começam a valer títulos, num encontro em que a equipa esteve muito bem na eficácia do lançamento e controlou muito bem a posse de bola.O Maia Basket não foi capaz de reagir à desvantagem pontual que consentiu ainda durante a primeira parte, muito por culpa do elevado número de turnovers cometidos (21), como também pela fraco aproveitamento dos lançamentos de 2 pontos (9/32 – 29%), contrariamente ao que conseguiu da linha de três pontos (12/22 – 55%). Nuno Marçal (15 pontos e 6 ressaltos) confirmou que ainda não perdeu o jeito para lançar de três pontos, bem como a apetência de Pedro Catarino em fazer pontos (16), tendo-lhe faltado apenas a segurança de um base (6 turnovers).Fotos: José Paulo Silva


Experiência das vaguenses fez a diferença ante o GDESSA

Nas duas últimas épocas a vitória pendeu para as vaguenses, que aliás lideram o ranking dos vencedores do troféu, com 3 triunfos, contra 2 do CAB Madeira.

No jogo desta tarde, no Pavilhão Municipal Luís de Carvalho, no Barreiro, a maior experiência das vaguenses acabou por ser determinante nos momentos cruciais. A vitória da AD Vagos por 58-55 é justa, com Nuno Ferreira a ter mais soluções no banco, ao invés do seu homólogo que utilizou apenas 8 jogadoras, com as duas últimas a somarem em conjunto pouco mais de 8 minutos de utilização. Para a pouca profundidade do plantel de Nuno Manaia, faz muita falta a base Catarina Neves, a recupera r da intervenção cirúrgica ao joelho a que foi submetida no defeso, para além de Telma Fernandes na rotação do jogo interior, como já referimos ontem. Para ajudar a isto o rendimento da norte-americana Wilson está longe de atingir as expectativas, tendo necessariamente que render mais.Após um início equilibrado (8-7) foi a AD Vagos que começou por ganhar alguma vantagem, impondo um parcial de 6-0, aproveitando alguns erros das adversárias, para chegar ao final do 1º período na frente (14-10). No 2º quarto (12-8) as escolares operaram a reviravolta e no minuto 15 venciam pela diferença mínima (17-18), mas as comandadas de Nuno Ferreira, defendendo com mais atenção e sendo mais eficazes na área pintada, conseguiram um parcial de 9-0, com Daniela Domingues a fixar o resultado ao intervalo (26-18), com um tiro em cima da buzina.A diferença pontual favorável à equipa de Nuno Ferreira explicava-se pela maior eficácia nos lançamentos de campo (33%-21%), tendo mais posses de bola resultantes do aproveitamento dos erros das adversárias (2-13 turnovers). De pouco valia às escolares a supremacia nas tabelas (13-22 ressaltos).No reatamento o acerto no tiro exterior (2 triplos) no 3º período (13-16) possibilitou que a formação de Nuno Manaia encurtasse distâncias, primeiro por intermédio de Laura Ferreira (26-23), no minuto 23 e mais tarde com uma bomba tremenda de Tyeasha Moss (32-30), 4 minutos volvidos. A diferença pontual oscilou entre os 2 e os 5 pontos, esta a maior verificada até ao final dos 30 minutos (39-34). A eficácia de lançamento das escolares melhorava e simultaneamente diminuíam os erros, fazendo com que a recuperação fosse um facto.No derradeiro quarto (19-21) a AD Vagos com um parcial de 9-0 em 3 minutos, com o resultado a disparar de 39-36 no minuto 31, para 48-36 no minuto 34. Poder-se-ia pensar que os dados estavam lançados para a vitória sem espinhas das vaguenses, mas num ápice duas bombas consecutivas de Catarina Caldeira e Vera Correia, ambas no minuto 35, mantinham o jogo em aberto (48-42). De imediato Nuno Ferreira parou o cronómetro, com resultados práticos pois no minuto 36, um triplo de Daniela Domingues (51-42) e um lance livre de Lilian Gonçalves (52-42), um minuto decorrido, tranquilizaram por momentos as cores vaguenses. Mas o inconformismo das pupilas de Nuno Manaia não deu sossego às suas opositoras. Uma boa iniciativa da jovem Emília Ferreira, na área restritiva, deu cesto e falta (jogada de 3 pontos), seguida da 2ª bomba de Catarina Caldeira (52-48) e Laura Ferreira de novo a encostar o resultado (52-50). Com 2 minutos e 1 segundo para jogar prosseguiu a dança dos descontos de tempo, com Nuno Ferreira a pedir primeiro e as suas jogadoras a aumentarem a vantagem para 5 pontos (55-50), através de um roubo de bola e cesto convertido na passada, da autoria de Inês Faustino. A perder por 57-50, o último desconto de tempo pedido pelo treinador do GDESSA, a 26,7 segundos do termo, ainda possibilitou o 2º triplo da capitã Vera Correia (57-53), mas a AD Vagos apenas permitiu que Tyeasha Moss selasse o resultado final (58-55), da linha de lance livre.Nas vencedoras destaque para Daniela Domingues, MVP do encontro (19,0 de valorização), ao contabilizar 17 pontos, 6/10 nos lançamentos de campo, 6 ressaltos sendo metade ofensivos e duas faltas provocadas, com 4/4 nos lances livres. A poste norte-americana Ebonny Ellis conseguiu um duplo duplo (10 pontos, 10 ressaltos e 5 faltas provocadas com 4/8 nos lances livres) mas foi penalizada na valorização pela fraca eficácia nos duplos (25%), falhando 9 em 12 tentativas. No GDESSA, a mais valiosa foi a extremo Laura Ferreira (18 pontos, 53% nos lançamentos de campo, 2/5 nos triplos, 7 ressaltos e 3 faltas provocadas), seguida de perto por Vera Correia (12 pontos, 50% nos lançamentos de campo, 3/4 nos duplos, 2/6 nos triplos, 9 ressaltos e 2 roubos). Bons apontamentos da base Catarina Caldeira (8 pontos, 2/2 nos triplos, 2 ressaltos ofensivos, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas com 2/2 nos lances livres), ainda que cometendo demasiados turnovers (6) e da jovem Emília Ferreira (6 pontos, 4 ressaltos defensivos, 1 desarme de lançamento e 4 faltas provocadas, com 4/5 nos lances livres), que aproveitou bem a oportunidade dada pelo seu técnico (quase 28 minutos de utilização). Ficha de jogoAD Vagos (58) – Sara Ressurreição (5), Daniela Domingues (17), Lilian Gonçalves (2), Inês Pinto (2) e Ebonny Ellis (10); Inês Faustino (9), Joana Lopes (6), Áurea Mendes, Ana Teixeira (7) e Joana Jesus GDESSA (55) – Catarina Caldeira (8), Tyeasha Moss (9), Laura Ferreira (18), Vera Correia (12) e Veronica Wilson (2); Emília Ferreira (6), Joana Piteira e Tânia GonçalvesPor períodos: 14-10, 12-8, 13-16, 19-21Árbitros: Vítor Lourenço e Bruno Jordão Amanhã, a partir das 11H00, Algés e AD Vagos decidem a posse do troféu, no mesmo recinto.


Três equipas na discussão da VI Taça Vítor Hugo

No primeiro jogo da prova, vitória do Algés frente ao GDESSA por 69-56. Depois do resultado de hoje o restante calendário fica assim determinado:
Amanhã, Sábado, dia 6, jogarão GDESSA e Vagos pelas 17h00 e no Domingo, pelas 11h00, o Vagos defrontará o Algés.

Antes de passarmos à análise do jogo entre o Algés e o GDESSA que nos levou no final da tarde do feriado de 5 de Outubro ao Barreiro, entendemos esclarecer uma questão pertinente a propósito do que escrevemos no lançamento da fase final do troféu, notícia publicada ontem. Obviamente que as razões que motivaram a decisão dos três clubes em não se apresentarem nas respectivas fases finais, são na nossa opinião diferentes. Longe de nós considerarmos como plausíveis todas as condicionantes: se a ausência do CAB Madeira e do CRCQ Lombos da fase de escalonamento do 5º ao 8º tem para nós uma leitura diferenciada, cada um terá as suas razões que admitimos, já a decisão do Académico FC em faltar à fase final do 1º ao 4º classificado, assume outros contornos. É preciso não esquecer que o emblema do Lima é um histórico da modalidade e em particular do feminino (campeão nacional em 1974/75 e 1977/78 e vencedor de 5 Taças de Portugal, quatro das quais consecutivas na década de setenta e a última em 1980/81). Ainda para mais sendo uma prova dedicada à memória de Vítor Hugo, que manteve anos a fio cordial despique com o Académico FC, nos tempos de Heidemarie, Conceição Fernandes, Arlete e outras, achamos que o homenageado merecia a comparência da equipa da Cidade Invicta. Claro que o CAB Madeira também tem historial na modalidade (6 campeonatos nacionais, 5 Taças de Portugal e 6 Supertaças), mas a sua posição tem que ser vista sob um prisma diferente. Não se pode deslocar de carro, para competir no continente tem necessariamente que viajar de avião e para isso os responsáveis governamentais insulares têm de assumir as suas responsabilidades, disponibilizando os subsídios atempadamente. O CRCQ Lombos (campeão nacional e vencedor da Taça de Portugal em 2010/11), depois de só ter feito um jogo na 1ª fase (perdeu com o Algés após prolongamento) viu-se na contingência de na 2ª fase ir disputar também só um jogo, marcado para domingo, às 11 horas da manhã, em Lousada, uma tirada de 800 quilómetros ida e volta. Por questões de contenção de custos, admitimos que iriam viajar no mesmo dia e para isso teriam que iniciar a viagem de manhã muito cedo. Os responsáveis do emblema de Carcavelos viam assim desvirtuado um dos objectivos da prova: proporcionar o maior número de jogos que servissem de preparação à sua equipa no arranque da nova época. O Algés, mesmo sem poder contar com Joana Bernardeco e Joana Soeiro, ambas lesionadas, ganhou com justiça ao GDESSA, pese embora a réplica das escolares que se bateram com denodo até ao fim. Depois de um início equilibrado (9-10), favorável às comandadas de Nuno Manaia, estas consentiram um parcial de 14-0, que fez disparar o resultado para 23-10, acabando o 1º período com 27-17. Esta almofada veio a revelar-se preciosa para os objectivos das pupilas de José Araújo, que conseguiram manter a liderança do marcador até ao final da partida. No 2º quarto (7-8) a qualidade baixou, com a eficácia de lançamento a ser penalizada. Ao intervalo (34-25) a vantagem algesina resultava basicamente da superioridade nas tabelas (24-10 ressaltos), com particular realce para os 14 ressaltos ofensivos ganhos pelo Algés, nomeadamente através da dupla norte-americana (Broomfield e Jones), cada uma com 5. No 3º período (17-15), as escolares rectificaram a postura na luta de ressaltos e reagiram, conseguindo baixar a fasquia para 6 pontos (36-30), no minuto 22 e mais tarde para 5 pontos (45-40), no minuto 27. Mas com 30 minutos jogados a diferença mantinha-se na casa da dezena (51-40).N o derradeiro quarto (18-16) o Algés começou por ampliar para 59-43, mas depois sofreu um parcial de 0-8, com a particularidade de esses 8 pontos consecutivos terem sido da autoria da norte-americana Tyeasha Moss, a melhor unidade do conjunto escolar, que depois de uma 1ª parte em que teve uma eficácia muito baixa, melhorou consideravelmente na etapa complementar. Um oportuno desconto de tempo pedido por José Araújo aos 59-51 (minuto 35) quebrou a embalagem adversária, nomeadamente quando à entrada do minuto 36, caiu o 3º triplo de Catarina Coelho (62-51). A partir daí as algesinas geriram a vantagem sem problemas.Destaque nas vencedoras para a dupla norte-americana: a poste Laura Broomfield, MVP da partida (35,5 de valorização) que fez um duplo-duplo (18 pontos, 20 ressaltos sendo 6 ofensivos e 5 faltas provocadas, com 4/4 nos lances livres) e a extremo/poste Courtney Jones , melhor marcadora do encontro (26 pontos, 10/13 nos duplos, 9 ressaltos sendo 6 ofensivos e 9 faltas provocadas, com 6/10 nos lances livres), que também terminou com uma valorização elevada (33,5). Foram bem acompanhadas por Catarina Coelho (13 pontos, 2/2 nos duplos e 3/7 nos triplos), que mantém as suas características de lançadora. No GDESSA a melhor unidade foi a norte-americana exterior, Tyeasha Moss (24 pontos, 6 ressaltos sendo metade ofensivos, duas assistências, 3 roubos e 4 faltas provocadas, com 3/5 nos lances livres), bem secundada pela experiente Vera Correia (10 pontos, 3/3 nos duplos, 6 ressaltos e 1 desarme de lançamento), ainda muito útil. Logo que Telma Fernandes recupere da lesão no joelho que a tem afectado e que a impediu de jogar, Nuno Manaia fica com mais soluções para a rotação no jogo interior, onde a outra norte-americana (Veronica Wilson) revelou lentidão e algum peso a mais para a espinhosa tarefa na luta das tabelas. Laura Ferreira (13 pontos, 2/4 nos triplos, 4 ressaltos e 4 faltas provocadas, com 5/6 nos lances livres) fez uns bons 20 minutos iniciais (12 pontos e 60% nos lançamentos de campo), mas baixou a eficácia drasticamente depois do intervalo. Ficha do jogoAlgés (69) – Jessica Almeida, Ana Oliveira (5), Catarina Coelho (13), Courtney Jones (26) e Laura Broomfield (18); Simone Costa (5), Bárbara Pedro (2), Susana Cruz e Maria CastroGDESSA (56) – Catarina Caldeira (4), Tyeasha Moss (24), Laura Ferreira (13), Vera Correia (10) e Veronica Wilson (5); Tânia Gonçalves, Joana Piteira, Emília Ferreira e Ana BrancoPor períodos: 27-17, 7-8, 17-15, 18-16Árbitros: Marco Gonçalves e João Quintela Amanhã (sábado), AD Vagos e GDESSA jogam a partir das 17H00, no mesmo recinto (Pavilhão Municipal Luís de Carvalho, no Barreiro).


Arranque da temporada

O Grupo do Norte tem a particularidade de ser composto por apenas dois clubes, pelo que o triunfo caseiro do Barcelos diante do Vitória SC (72-65), coloca os barcelenses com sete pontos positivos para gerir na sua deslocação a Guimarães, no próximo Domingo.O domínio do jogo foi repartido pelas duas equipas durante os primeiros três períodos do jogo, sendo que o Barcelos só no derradeiro quarto, que perdia por dois pontos à entrada do mesmo (51-53), conseguiu garantir a conquista da vantagem na eliminatória.Grande destaque para o novo reforço do Barcelos, Marko Loncovic (22 pontos e 12 ressaltos), a deixar boas indicações. Mas não foi o único a brilhar na equipa de Barcelos, com Eduardo Coelho (18 pontos e 5 ressaltos) e Nuno Oliveira (17 pontos, 7 ressaltos, 3 assistências e 3 roubos e bola) a serem igualmente importantes no triunfo da equipa.Nem o facto de ter sido o MVP do jogo, com 28 de valorização, com um fantástico duplo-duplo (17 pontos e 14 ressaltos) fez com que Paulo Cunha conseguisse evitar a derrota. O norte-americano Dain Swetalla, ex-Illiabum, contabilizou igualmente um duplo-duplo (15 pontos e 10 ressaltos).Ovarense entra com o pé direitoEmbora a pré-temporada não tenha corrido da melhor forma à Ovarense, o desempenho da equipa mudou no arranque do Grupo Centro Norte, com os vareiros a vencerem, em casa, a Académica de Coimbra (63-51).A formação de Ovar, depois da curta vantagem amealhada durante a 1ª parte (29-23), disparou no marcador no inicio da etapa complementar, pelo que no final do 3º período já vencia por 15 pontos de diferença. No último quarto a vantagem da equipa da casa chegou a ser de mais de 20 pontos, diferença reduzida pelos conimbricenses já na parte final do encontro.De registar a boa exibição do extremo Fernando Neves (22 pontos, 3 ressaltos e 2 roubos de bola), MVP do encontro com 23 de valorização, bem secundado pelo espanhol, ex-Barcelos, Sergio Coll, autor de um duplo-duplo (10 pontos e 11 ressaltos).No conjunto de Coimbra, o poste Marco Gonçalves foi o mais valorizado (16.5), fruto dos 7 pontos, 8 ressaltos, 5 roubos de bola que contabilizou durante o jogo.Física entra a vencerFísica e Algés, as duas equipas finalistas do Campeonato da Proliga da época passada, voltaram a encontrar-se na 1ª jornada do Grupo Centro Sul do Troféu António Pratas/LPB. Desta vez levou a melhor a equipa de Torres Vedras que, a jogar em casa, conseguiu uma expressiva vitória diante dos algesinos (71-48).Fazendo da defesa a sua principal arma, os comandados de Ivan Kostourkov cedo se distanciaram no marcador, construindo uma vantagem de vinte pontos durante os primeiros 10 minutos do jogo (24-4).Carlos Dias foi decisivo na vitória da Física, tornando-se simultaneamente o MVP (22 de valorização) e o melhor marcador do jogo com 20 pontos. O reforço Eki Viana destacou-se igualmente, não tanto pelos pontos convertidos (4), mas pelo desempenho na luta das tabelas (14 ressaltos).Na formação do Algés a tarde não foi de grande inspiração, exceção feita ao novo jogador da equipa, Rui Quintino, que terminou o encontro com (18 pontos, 7 ressaltos e 3 roubos de bola).


3º Get Together FIBA Europa

A FIBA Europa atribuiu também à FPB a organização da Reunião da Comissão da Juventude, a decorrer em paralelo. Dos 9 conferencistas que dela fazem parte, o único português é o DTN Prof. Manuel Fernandes. Nos detalhes poderá encontrar mais pormenores sobre os eventos.

3º Get TogetherPrograma do Clinic6/Out10:15/11:15 – 1×1 para principiantes – António Carrillo11:30/12:30 – Minibasquete – 5 regras de ouro para ensinar o jogo – San Payo Araújo14:45/15:45 – A coordenação e o desenvolvimento dos sentidos – António Carrillo15:45/16:45 – Recrutar talentos: proposta metodológica – Rui Alves17:00/18:00 – Aspectos psicológicos no treino com jogadores Sub-14 – J. Maria BucetaAs preleções serão todas em língua inglesa mas são abertas a todos os treinadores interessados, podendo inscrever-se no local. Reunião da Comissão da JuventudeA agenda é bastante sobrecarregada e reveste-se de especial importância na medida em que será discutido o futuro das competições de jovens, nomeadamente as alterações aos sistemas de competição e o calendário internacional para 2013. Também será debatida a preparação para a Convenção do Minibasquete 2013.Para esta realização, a organização está assegurada por um staff de cerca de 12 pessoas com apoio de 4 membros da FIBA Europa.


João Abreu: «Temos plantel de qualidade»

Este ano vai competir na Proliga e conseguiu apurar-se para a final-four do Troféu António Pratas/Proliga, que se disputa este fim-de-semana, precisamente em Oliveira de Azeméis. João Abreu explica nesta entrevista o que tem sido feito no clube e quais são as expetativas da Oliveirense para a esta primeira competição oficial da época.

O plantel traz há memória tempos mais antigos da Oliveirense? De facto, este plantel faz recordar tempos de um passado não tão distante do clube, pois apresenta alguns jogadores que jogaram juntos durante vários anos e fizeram parte de algumas das melhores equipas da Oliveirense ainda no tempo da extinta Liga Profissional.Somos um grupo constituído por uma mescla de jovens jogadores de qualidade predominantemente da formação do clube e jogadores mais experientes que, ou são da formação do Oliveirense ou que fizeram parte dela. Somos fundamentalmente um grupo de amigos com fortes ligações ao clube e ao basquetebol da cidade, o que possibilita uma identificação dos adeptos com a equipa. Sente que a cidade definitivamente voltou a viver o basquetebol? Esta final-four poderá contribuir para trazer ainda mais adeptos ao pavilhão? Oliveira de Azeméis é uma cidade de basquetebol, inserida numa região com forte tradição na modalidade e os oliveirenses são adeptos conhecedores e apaixonados pelo basquetebol.Com a extinção da equipa sénior ainda no tempo da Liga Profissional sentiu-se um enorme desanimo na cidade e naturalmente houve um afastamento das pessoas relativamente à modalidade. Ao longo dos últimos anos, com equipas constituídas predominantemente por atletas oriundos da formação do clube, a maioria naturais da região, o que sem dúvida permite uma maior identificação com os adeptos, fomos conquistando excelentes resultados desportivos, que para além de permitir colocar o clube novamente a disputar campeonatos mais competitivos e com maior visibilidade, têm ajudado determinantemente no processo de revitalização do basquetebol na cidade.A possibilidade de organizar momentos decisivos de qualquer competição, como é o caso desta final-four, ainda para mais com a nossa equipa presente, irá com certeza contribuir para este processo de revitalização do basquetebol em Oliveira de Azeméis e para trazer cada vez mais adeptos ao pavilhão Salvador Machado.Este apuramento, num grupo complicado, veio confirmar que este ano a Oliveirense poderá vir a ser ainda mais forte? Na minha opinião, e embora tenhamos conquistado este apuramento num grupo muito complicado, parece-me precoce afirmar, nesta fase da época, que possamos vir este ano a ser mais fortes. Temos de facto um plantel com jogadores com muita qualidade e com certeza mais experiente que no ano passado, ainda assim existe muito trabalho pela frente e é exactamente nesse trabalho que nos devemos focar pois é esse trabalho que irá determinar se seremos mais fortes do que no passado. Uma coisa é certa, temos sempre vontade de melhorar e um grupo competitivo como o nosso quer sempre ganhar.As entradas do Cortez e do Reveles vieram acrescentar a experiência e a qualidade necessária para vencer pontos altos como esta final-four? O Reveles e o Cortez são jogadores de enorme qualidade, com passagens por muitos momentos altos e decisivos no basquetebol português ao longo da última década, com muitos títulos conquistados e obviamente que a integração destes jogadores melhora imenso a nossa equipa e as possibilidades de sermos bem sucedidos. As suas entradas tem com certeza um forte impacto nas dinâmicas da nossa equipa, muito pela qualidade e experiência que acrescentam mas sobretudo por já terem uma ligação passada ao clube e uma relação pessoal forte com praticamente todos os restantes jogadores do grupo. Relativamente à final-four, o fator casa pode ajudar a fazer a diferença? Relativamente a esta final-four, espero que seja um sucesso em termos organizativos, com muito público no pavilhão a seguir todos os encontros e que os jogos sejam de qualidade, competitivos, emocionantes, que agradem às pessoas e que sirvam fundamentalmente como uma boa publicidade para a modalidade, que tanto precisa. Pessoalmente espero que a Oliveirense vença o jogo de sábado frente a uma equipa nova mas com imenso potencial e qualidade como a do Benfica “B”, e que o público oliveirense adira e que nos venha apoiar. A presença deles é um fator determinante, pois impulsiona a nossa equipa para momentos de superação.


Final Troféu António Pratas

No 1º dia da prova jogar-se-ão as meias finais, onde Oliveirense e Benfica B medirão forças às 16 horas e às 18h será a vez do embate entre Eléctrico Ponte de Sor e Maia Basket. Jogos que prometem certamente espetáculo e incerteza no resultado, numa cidade que volta a receber a realização de um grande evento de basquetebol.No Domingo a grande final está agendada para as 17.30 horas. Espera-se uma forte adesão do público de Oliveira de Azeméis, antevendo-se uma grande oportunidade para se ver em ação e ao vivo alguns dos melhores jogadores nacionais que competem na competitiva Proliga.


Despedida do “capitão”

Assim, esta quarta-feira os adeptos da modalidade vão poder presenciar um embate sempre envolto de paixões, e que ficará para a história do basquetebol nacional, pois será o adeus de um atleta único, que para além de uma referência para o clube foi e será sempre uma referência para todos os que praticam e acompanham esta modalidade! Um merecido tributo a quem tanto deu ao deu Basquetebol Nacional.


SC Beira-Mar – Apresentação Oficial

Dos Minis aos Seniores todos os atletas do Clube entrarão em ação ao longo do dia. Confira o horário dos jogos das equipas.


13º Torneio Internacional do C:P.N.

Mais uma vez, Ermesinde “respirou” basket, recebendo equipas de Norte a Sul de Portugal, passando por por Espanha com o Cortegada, Carril e 6Nadal a marcar presença, e chegando inclusive a França, onde a nossa bem conhecida equipa de Montgermont deu de certo por bem empregue tão longa viagem!

Entre jogos discutidos até ao último segundo e um público entusiasta e amante do nosso desporto a apoiar desde os Mini Cepas e equipas minis presentes até às Sub-19, o C.P.N. enaltece o espirito fantástico presente em todos os intervenientes do nosso torneio. Desde as equipas participantes às familias de acolhimento, dos pais e amigos do C.P.N. aos voluntários que tudo fizeram para que nada falhasse, sem esquecer a Câmara de Valongo e a Junta de Freguesia de Ermesinde, que muito bem representados foram pelo Dr. Luis Ramalho, Presidente da Junta de Freguesia de Ermesinde e pelo Dr. João Paulo Baltazar, Presidente da Câmara Municipal de Valongo.A todos eles o clube endereça um grande OBRIGADO pela disponibilidade em apoiar o C.P.N.! Uma palavra de apreço também a todos os que contribuíram para o sucesso do “Cesto Solidário”, todos os produtos foram entregues à Junta de Freguesia de Ermesinde para serem distribuídas por instituições locais, obrigada por mais esta “vitória”!


Taça Vítor Hugo Fase Final

O sorteio ditou que os finalistas do mesmo troféu da época passada, se encontrassem, mas agora na 1/2 final, já que do outro jogo GDESSA terá de enfrentar um Académico do Porto.

Algés passou o teste no Quinta dos Lombos vencendo após prolongamento, e realizou apenas um jogo, já que Torres Novas não participou na prova por falta de jogadoras inscritas na FPB.Já o GDESSA passou facilmente Montijo, mas teve de se aplicar para eliminar Boa Viagem dos Açores, vencendo pela margem minima. A equipa de Nuno Manaia recebe assim o Académico do Porto, que no grupo Norte, ultrapassou os recém subidos Ovarense e Lousada.O palco vai ser, o Pavilhão Luís Carvalho no Barreiro onde mais uma jornada de bom Basquetebol Feminino se irá disputar com a presença de muitos adeptos da modalidade, neste ponto alto onde homenageamos o malogrado Vitor Hugo, também ele um homem do basquetebol, Treinador e Jornalista, muitos anos ligado ao histórico CIF.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Legenda

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Miguel Maria

“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

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