Artigos da Federaçãooo

Gala do 84º Aniversário da AB Porto

Como tem sido habitual, este momento tem sido aproveitado para galardoar todos aqueles que se destacaram pelos seus feitos na época desportiva anterior. Divulgamos aqui todos os galardoados:

ATLETAS INTERNACIONAIS – (1ª internacionalização no escalão)Sector FemininoSub – 18CP Natação – Inês PintoCP Natação – Joana JesusSub – 16Lousada AC – Letícia FonsecaSector MasculinoSenioresFC Porto – David GomesFC Porto – Carlos AndradeSUB – 20FC Porto – Pedro CatarinoFC Porto – João SoaresSC Vasco Gama – João TorriéSUB – 18FC Porto – Joaquim BarbosaFC Porto – Hugo SottaSC Vasco Gama – João VeludoFC Porto – Miguel CardosoSUB – 16FC Porto – Pedro BastosFC Porto – José MirandaSC Vasco Gama – Pedro CruzEB Porto – Bernardo MesquitaSUB – 15GD Bolacesto – João GuimarãesFC Porto – Carlos FontesOUTROS PRÉMIOSClube do Ano (Masculino): FC PortoClube do Ano (Feminino): Académico FCClube do Ano (Minibasquete): Guifões SCDirigente do AnoPrémio “Moisés Santos”: Nélson Faria (Guifões SC)Treinador do AnoPrémio “Francisco Costa”: Valentyn Melnychuk (CB Penafiel)Treinador do Ano da FormaçãoPrémio “Profº. Armelino Bentes”: Rui Fonseca (SC Vasco Gama)Árbitro do AnoPrémio “Ernesto Martins”: Jorge CabralOficial de Mesa do AnoPrémio “Benjamim do Sul”: José MesquitaPrémio Minibasquete“Fundação José Anjos”: Fernanda Maia (CAA Salesianos)Prémio dedicação“Célio alves”: Armindo Magalhães (A Paroquial OD)Autarquia do ano: CM Paços de FerreiraATLETAS DO ANOSector FemininoSeniores: Académico FC – Francisca BragaSub-19: CP Natação – Inês PintoSub-16: Lousada AC – Letícia FonsecaSub-14: CP Natação – Sofia MonizSector MasculinoSeniores: FC Porto – Greg StempinSub-20: CD Póvoa – Nuno OliveiraSub-18: SC Vasco Gama – Emanuel VazSub-16: SC Vasco Gama – Pedro CruzSub-14: FC Porto – Nuno MesquitaVENCEDORES DE PROVASTº InterAssociações S18 M CB PenafielTº InterAssociações S20 M Maia BCTº Distrital S20M AC AlfenenseCD 1ª Div. S14M FC PortoCD 2ª Div. S14M CB PenafielCD 1ª Div. S16 M FC PortoCD 2ª Div. S16 M CAA SalesianosCD 1ª Div. S18 M FC PortoCD 2ª Div. S18 M FC Porto “B”CD 1ª Div. S20 M FC PortoTº InterAssociações S14 F SC CoimbrõesTº InterAssociações S16 F CD PóvoaTº InterAssociações S19 F SC CoimbrõesCD 1ª Div. S14F CP NataçãoCD 2ª Div. S14F NCR ValongoCD 1ª Div. S16 F Académico FCCD 2ª Div. S16 F UAA ArosoCD 1ª Div. S19 F Académico FCCD 2ª Div. S19 F SC Coimbrões


Manuel Campos e o trabalho de pés

Convidamos todos os treinadores interessados a tomar parte nesta acção pratica,na presença de um mestre do ensino do jogo e dos fundamentos do basquetebol – Manuel Campos – As inscrições são feitas no local e os treinadores devem ir equipados. Esta acção também tem prevista a sua realização em outras associações do país,brevemente serão anunciados os locais e horário.


Investir na Formação é Investir nas Crianças

Esta acção vai decorrer no Pavilhão do S.C. Farense em Faro entre as 10:30 e as 12:30.

Esta iniciativa vai contar com a presença do Director Técnico Nacional do Comité Nacional de Minibásquete – San Payo Araújo, que vai ser o prelector desta acção.Pretendemos com esta acção uma considerável adesão, logo será permitida a alteração dos jogos dos SUB 12 agendados no dia 04.12.2010 para o dia 22.01.2011. Solicitamos aos Clubes que estejam interessados a proceder à alteração que nos informem sobre o mesmo, o mais breve possível.Caro Treinador contamos com a tua presença.


Foto de família na Luz

Em vez da pose tradicional, os encarnados optaram por formar as iniciais do clube com todos os elementos da secção, uma iniciativa que juntou treinadores, dirigentes e atletas.

Dos Sub-8 aos Seniores, 253 atletas, 21 treinadores, 16 seccionistas, dirigentes e todas as pessoas que colaboram no Basquetebol do Benfica participaram nesta sessão fotográfica. Para além da foto de família foram também tiradas fotos de equipa, bem como individuais.Os pais e familiares dos atletas que praticam a modalidade no clube da Luz ficaram, assim, com um interessante registo fotográfico, bem como com uma foto de família que volta a mostrar toda a dimensão da modalidade no Benfica.


Portugal sagra-se Campeão do Mundo

No jogo da final, Portugal jogou muito bem e venceu a Venezuela por 66-45, indo o bronze para a equipa brasileira. O jogador português Ricardo Martins foi considerado o MVP (most valuable player) do Campeonato.

Nos femininos, a Austrália sagrou-se campeã mundial, demonstrando a sua superioridade face às outras equipas participantes e mostrando porque é considerada é uma das melhores equipas do mundo. Portugal e Brasil ficaram com a prata e o bronze respectivamente. Fausto Pereira, Seleccionador Nacional, fez um balanço final muito positivo acerca da participação portuguesa neste Campeonato. Para a equipa masculina, a medalha alcançada foi o resultado de todo o trabalho desenvolvido ao longo de toda a época, apesar de todos os condicionantes enfrentados, contribuindo para a afirmação de Portugal como uma grande potência a nível internacional do basquetebol para a deficiência intelectual com a renovação do título. A equipa feminina realizou prestações regulares e muito positivas, tendo sido cumprido o objectivo primário de participação neste torneio, isto é a obtenção de experiência internacional e o contacto com grandes equipas internacionais. Deixou, ainda, uma palavra final para a excelente organização, uma responsabilidade da ANDDI-Portugal que contou com o grande apoio da Câmara Municipal de Tondela, Federação Portuguesa de Desporto para Pessoas com Deficiência, Federação Portuguesa de Basquetebol e Associação de Basquetebol de Viseu entre outros parceiros. Um evento de basquetebol com muitas pessoas do basquetebol envolvidas e que estão de parabéns! Todas as informações sobre o Campeonato, resultados e fotos disponíveis em http://www.anddi.pt.


Minibásquete na A.B. Braga

O local escolhido foi o Pavilhão de Creixomil em Guimarães. Esta concentração contou com a presença do V.S.C, S.C. Braga, do B.C. Barcelos e do A.T.C (Associação Teatro e Construção).

O modelo de jogo é 4X4 em que o jogo divide-se em 4 períodos de 8 minutos corridos. Todos os jogadores devem, pelo menos, jogar 1 período. Decorreram 6 jogos, onde jogaram todos contra todos, entre as 11:00 até às 13:30.Esta pequena festa contou com a participação de escalões Sub 14 e Sub 16 a ajudarem na logística do evento, como também com o apoio dos pais e simpatizantes da modalidade.Agradecemos o apoio de todos os presentes, convictos de que esta época desportiva será divertida e enriquecedora.Viva o Minibásquete!


Carlos Lisboa (Parte II) «Tivemos jornadas europeias incríveis»

Uma homenagem dos adeptos que deixa o ex-jogador lisonjeado, mas que faz questão de partilhar com os antigos companheiros de equipa. Saiba também nesta parte da grande entrevista o que falhou para que Lisboa não tivesse rumado à NBA, em meados dos anos 80.

É verdade que foi sondado por uma equipa da NBA? Foi em 1984/85, já tinha feito uma época pelo Benfica. As equipas de Toronto e Vancouver só apareceram passados 4 ou 5 anos e naquela altura houve a hipótese de um patrocinador da América do Sul criar uma equipa. Recebi uma carta, que ainda tenho, de um treinador, que seria o treinador da equipa, a convidar-me para eu fazer parte do plantel. Naquela altura era muito difícil surgirem equipas, era preciso preencherem uma série de requisitos. Jogar na NBA é máximo que pode acontecer na carreira de um jogador, mas infelizmente, ou felizmente, acabei por não ir, a equipa não se formou. Só surgiu 5 ou 6 anos depois. Os números que foram falados, mesmo naquela altura eram astronómicos, e eu nem dormia, era o sonho de qualquer jogador… Recebi depois uma carta em que me explicavam que a equipa não se formava porque havia uma série de normas que eram necessárias. Naquela altura nem sei se havia algum jogador na NBA que não fosse americano.E de clubes europeus? Recebeu convites? Sim, tive um convite de uma equipa francesa quando jogava no Queluz. Foi do Stade Français – disputámos um torneio com eles, que ganhámos –, onde jogava o Kikanovic, um grande jogador, que estava em fim de carreira. Ele tinha uma hérnia nas costas e as pessoas do clube acharam que eu poderia enquadrar-me dentro do estilo de jogo dele. Mas depois, por questões que não vêm ao caso, acabou por não se concretizar. Tive também convites para jogar em universidades norte-americanas. Da primeira vez que fui aos Estados Unidos jogava pouco tempo, mas depois estive numa série de universidades e em quase todos os jogos tinha uma universidade que me perguntava se queria ir para lá jogar e estudar, mas acabei por nunca ir. Deixei de jogar em 1996 e a Lei Bosman só apareceu no ano seguinte. Por isso nunca tive a hipótese de jogar na Europa como comunitário.Tem noção de que foi o único atleta das modalidades do Benfica equiparado a uma estrela de futebol? (Pausa) Tenho noção que sou uma figura do Benfica e do basquetebol do Benfica, não só por tudo o que fiz pelo clube mas também por tudo o que Benfica agora faz por mim. O meu nome está ligado à história do Benfica, eu sei disso. Mas custa-me às vezes falar nisso, as pessoas podem pensar que estou a ser pretensioso… (Pausa) Sei que sou uma figura do Benfica, o clube reconhece isso, os sócios sabem-no e consideram-me um símbolo do clube.Lembra-se quando apareceu o cântico “cheira bem, cheira a Lisboa”? Foi aqui no Benfica, durante os jogos. O expoente maior foi quando ganhámos ao Partizan. Quase que me vieram as lágrimas aos olhos quando na parte final, numa fase em que já tínhamos ganho o jogo, o pavilhão inteiro pôs-se a cantar. Deixava-me arrepiado, contente e muito feliz. Sou uma pessoa reservada mas aí extravasava a minha relação com as pessoas, era uma coisa espontânea, não queria armar-me em vedeta, porque que não o sou. Gostava de sentir essa relação com o público do Benfica e os adeptos retribuíram com esse cântico, por estar a jogar bem, por ser de Lisboa…Mas isso aconteceu quando? Já estava no Benfica há alguns anos. Ainda hoje isso acontece… Acho que já faz parte da mística do basquetebol do clube. Como o lançamento que eu fazia antes de começar o jogo e outros tiques de outros jogadores, isso ficou ligado ao Benfica e ao basquetebol benfiquista. Já ouvi a canção em outras modalidades, por ser em Lisboa. No basquetebol tem a ver com aquela equipa maravilha que nós tínhamos. Sentia-me lisonjeado por cantarem o meu nome, mas acho que todo o valor do Benfica se centrava em toda a nossa equipa. Logicamente havia jogadores que podiam dar mais nas vistas do que outros, mas nós ganhámos os campeonatos todos e tivemos as jornadas europeias incríveis à conta de um grande espírito e grande capacidade para vencer.Existem muitas diferenças entre o basquetebol que praticou e o de agora? Sim, mudaram algumas coisas, o jogo tornou-se muito mais rápido com os 24 segundos para atacar, enquanto na altura eram 30; em termos físicos, temos jogadores com grande capacidade atlética, no que diz respeito ao talento…… Se estivesse fosse mais novo não teria problemas em integrar-se no basquetebol de hoje em dia? Se tivesse 30 anos, eu ou qualquer jogador daquela altura não teríamos problemas. As regras são diferentes, com esta limitação dos 24 segundos, mas a nossa equipa raramente precisava dos 30 segundos para fazer um lançamento. Era um grupo que rapidamente se adaptaria ao basquetebol actual.As metas que se colocam hoje em dia em termos de selecção, sobretudo depois de Portugal ter ido à fase final de um Europeu, são diferentes do seu tempo? Houve mérito do grupo, mas a sorte procura-se e nós nesse Europeu soubemos procurá-la; agarrámos a nossa oportunidade na hora certa. Mas esse facto não espelha nem pouco mais ou menos a realidade do basquetebol português. Custa-me dizer isto porque eu gostava que a nossa Selecção estivesse sempre nas fases finais dos Campeonatos da Europa de todos os escalões, que as nossas equipas do campeonato tivessem capacidade desportiva para estarem nas competições europeias, como aconteceu em outros tempos, mas neste momento isso não existe, a não ser uns casos pontuais. Portugal acaba por ter mérito por estar presente, esperemos que no próximo Campeonato da Europa consiga atingir outra vez a fase final. É difícil, mas com trabalho poderá lá chegar.


Mário Albuquerque recorda Lisboa: «Um vencedor nato»

Albuquerque admite ser “seu fã incondicional”.

«Em Moçambique»Que me lembre vi-o pela primeira vez no torneio da Coca-Cola em Mini Basket onde ainda franzino já denotava grande desenvoltura técnica.Nos fins de semana era costume a família do Basket reunir-se para assistir aos jogos de miúdos, até porque os treinadores eram quase que exclusivamente jogadores de escalões etários superiores e por conseguinte nossos amigos.Um dos treinadores que pontificavam na altura era o meu companheiro de equipa de Seniores João Morais, que após um jogo de Juvenis B veio pedir-me a opinião sobre a sua equipa. Disse-lhe na altura que depois de ter visto antes os Juvenis A actuar não percebia porque é que o “melhor” jogava na equipa B. O Morais retorquiu-me que era um problema de idade e que por o tal jogador ser ainda muito fraco não achava oportuno que ele jogasse nos matulões, alguns dos quais com mais 2 anos de idade, o que naquela altura denotava bastante em termos físicos. Com estes argumentos fiquei convencido e prontifiquei-me, a seu pedido, a acompanhar ambas as suas equipas e dar opinião sempre que para tal fosse solicitado.Claro que estávamos a falar do Carlos Lisboa.Do João Morais como homem e treinador atesta o facto de ter ajudado um número muito grande de jogadores que singraram no basquetebol mas sobretudo na vida, tendo, hoje, em cada um deles um amigo.Dessa altura recordo-me de um episódio que passo a recordar:O Lisboa, depois de ver um jogo no Sábado à noite em que eu fiz determinada finta, aplicou a mesma receita, “pôr a bola atrás da cabeça do defensor” e foi-lhe aplicada uma falta técnica por desrespeito do adversário, ao que argumentou que a mim não me tinha sucedido nada.Disseram-me na altura que ele jogava com o meu número “12” porque era meu fã. Mal sabíamos nós que mais tarde eu seria seu fã.Em PortugalEm 1975/76 depois da vinda para Portugal encontrei-o no Metro em Lisboa e perguntei-lhe se estava a jogar e aonde, respondeu-me timidamente que estava no Benfica, nos juniores, onde estavam amigos dele, como o filho do Drº Vaz, mas que era muito pouco utilizado. Respondi-lhe que fosse no dia seguinte às 17 horas ao Sporting e falasse com o Rui Pinheiro, que era o treinador dos Juniores. Chegado a casa telefonei ao Rui, ainda não havia essa modernice dos telemóveis, e disse-lhe: vai aí um miúdo para a tua equipa. O Rui pôs algumas reticências, que a época ia começar, que a equipa já estava formada, etc… “OK”, disse-lhe eu, “experimenta-o e depois diz qualquer coisa”. O Rui telefonou-me depois do treino e disse-me: “é ele e mais 4”.No ano seguinte manifestei, como treinador sénior do Sporting, vontade de subir o Lisboa ainda com idade de júnior, 17 anos.O Lisboa “defendeu-se” com unhas e dentes e argumentou em abundância contra aquele meu desejo. Entre a vasta panóplia de argumentos houve um de que me lembro perfeitamente — ele era de opinião que depois na equipa principal do clube não ia jogar pois éramos os campeões e ia ser muito difícil. Eu era treinador.jogador e respondi-lhe que isso era um problema meu, mas só que tinha que mudar de número pois o 12 era meu. Ele lá anuiu e no primeiro jogo, em Setúbal, quando anunciei o 5 base, onde o incluía, a sua cara de espanto ainda hoje me faz rir. Ele escolheu o 7 e depois foi o que se viu.Daí para a frente a situação foi semelhante a um conhecido treinador do Eusébio, ainda no Sporting de Lourenço Marques, que indagado, jornalísticamente, qual era a equipa inicial para determinado jogo, de futebol pois claro, respondeu: “olhe, vou dar a camisola nº 10 ao Eusébio, as outras jogo ao ar, quem apanhar uma joga”.Eu sei que o Carlos nutre por mim um carinho especial por ter sido o seu exemplo e quem lhe abriu a porta da alta competição, segundo o seu pai, o saudoso SENHOR Lisboa Santos, com quem eu adorava conversar, mas tenho consciência que essa prematura abertura só a fiz para salvar a integridade da referida porta.Numa apreciação às suas características técnicas e físicas considero que havia quem corresse mais que ele, quem saltasse mais, quem lançasse melhor, fazer as três coisas ao mesmo tempo é que não. Nem sequer perto. Os outros gastavam Normal e ele Super com muitas Octanas. Lembro-me que nos testes físicos e sempre que eram puras corridas o Lisboa era ultrapassado por dois ou três companheiros, mas no exercício vulgarmente conhecido por “suicídio”, que consiste em correr, parar, mudar de sentido arrancar e voltar ao mesmo, o Lisboa ganhava de costas.Como o Basket é um desporto baseado em esforços muito intensos e de curta duração, o Lisboa estava como peixe na água. Tudo isso somado a um “mau perder” no bom sentido e eis o grande Carlos.Não gosto de comparar jogadores de gerações diferentes porque as condições também são diferentes mas penso que o Lisboa foi dos jogadores portugueses aquele que jogou num patamar superior em termos de disponibilidade física aliada a uma grande capacidade técnica e a uma vontade inquebrantável de vencer. Era um vencedor nato e a sua carreira atesta-o exuberantemente.3 vezes campeão no Sporting1 vez campeão no Queluz10 vezes campeão no BenficaQuem tivesse o Lisboa na equipa tinha mais um “americano” que os outrosÉ um prazer ser seu amigo e seu fã incondicional.»Um abraço doMário Albuquerque


«Foi no Benfica que atingi notoriedade»

Uma entrevista de vida, a não perder…

Começou a demonstrar grande talento para jogar basquetebol longo de início? Ou isso só aconteceu mais tarde? O basquetebol mais a sério surgiu na minha vida aos nove anos, mas já jogava desde os sete. Nasci em Cabo Verde, cheguei a Lourenço Marques com 3 anos e lá vivi toda a minha infância, até aos 16. E por incrível que pareça, já disse isto algumas vezes, na terra do Eusébio – pessoa por quem tenho a maior devoção, para mim foi o maior desportista português de sempre – o desporto-rei era o basquetebol. Adorava jogar futebol, sobretudo no liceu, mas como havia um grande entusiasmo e uma boa organização dos miúdos no mini-basquete em Lourenço Marques, actual Maputo, acabei por iniciar a minha carreira no mini-basquete com um grupo de amigos da minha rua. Liderados por um amigo mais velho, que era o treinador, inscrevemo-nos em torneios vários da Coca-Cola. Foi assim que comecei. Era muito franzino, lembro-me que era um dos mais pequenos. Com 13 anos tinha 1.44 metros, o que para a idade era baixo, mas já calçava o 42 ou 43. Costumava até dizer a brincar que o meu pé chegava primeiro à esquina do que eu… Fui jogando, treinando muito e sonhando com uma carreira no basquete. Acho que já tinha algum jeito.Mas as pessoas já lhe diziam nessa altura que tinha muito jeito para a modalidade? Sim, aliás o meu ídolo de infância, o Mário Albuquerque, tinha essa opinião em relação a mim desde Moçambique, eu sabia disso. Eu sonhava com o dia em que seria profissional. Foi com esse intuito que trabalhei muito para realizar todos esses sonhos. Tinha pessoas que me elogiavam, ficava contente, mas sabia que tinha um longo caminho a percorrer e que tinha muito ainda a melhorar.Atingiu o seu máximo em termos de carreira no Benfica, mas antes, no Sporting e no Queluz, não era propriamente um desconhecido na modalidade… Sim, já era conhecido, mas o auge da minha carreira e o meu nome só podem estar associados ao basquetebol do Benfica…… Os mais jovens recordam-se de si no Benfica, daí a minha pergunta. Comecei nos seniores com 18 ou 19 anos, passei pelo Sporting e pelo Queluz, mas cheguei ao Benfica em 1984, com 26 anos. Já tinha passado pelo clube em 1974, à vinda de Moçambique, quando fui jogar para os juvenis (agora cadetes), na categoria de sub-16. Na altura o treinador da equipa, que não interessa dizer o nome, considerava que eu tinha muito jeito, que era um jogador que fazia parte do grupo, treinava bem mas chegava aos jogos e quase não entrava. Claro que com 16 anos sabia que não vinha para o Benfica jogar 40 minutos por jogo, mas qualquer miúdo anseia jogar, ainda por cima dizendo o que diziam, era mais complicado chegar ao jogo e ficar de fora. Acabei por deixar o basquetebol. Em Janeiro de 1975 disse que nunca mais jogaria! Mas um dia o Mário Albuquerque encontrou-me nos Restauradores – quando o encontrava ficava com alguma vergonha, afinal, era o meu ídolo – e perguntou-me o que andava a fazer. Contei-lhe que não jogava, expliquei-lhe as razões ao que ele me propôs ir para os juniores do Sporting. Em Outubro de 1975 fui para os júniores do Sporting (ao todo estive quase um ano sem jogar) e acabámos por ser vice-campeões nacionais. Perderam com quem? Com o Atlético e o nosso treinador era o Rui Pinheiro. Foi um jogo na Ajuda, que nos marcou bastante. Na altura em que eu fui para o Sporting, juntamente com o Arménio, que tinha vindo de Angola, a equipa tinha de ganhar dois jogos para ser apurada para a fase final do Regional e conseguimos. Depois, fomos à fase final da zona sul e, num jogo que decidia quem seria o segundo desta zona a ir ao Nacional, ganhámos ao Benfica no pavilhão de Moscavide, por 71-65, nunca me esqueci. E assim fomos apurados para o Campeonato Nacional só que isso criou um problema. O Rui Pinheiro jogava na equipa de seniores, eles estavam na fase final do Campeonato Nacional e havia jogos dos dois escalões que coincidiam. Nessa decisão com o Atlético, os nossos seniores iam jogar no Barreiro. Por isso o Rui Pinheiro não pôde orientar o nosso jogo. A pessoa que nos orientou não nos conhecia bem e acabámos por perder o campeonato, mas passámos de uma situação de termos de ganhar dois jogos para sermos apurados até nos sagrarmos vice-campeões nacionais. No ano seguinte fui convidado pelo treinador dos seniores para me juntar à equipa. Fiquei muito contente, mas perguntei-lhe se era só para treinar ou era também para jogar. Ele disse-me que ia jogar e aceitei. Tentei agarrar o meu lugar e mostrar o meu valor, demorou algum tempo mas conquistei o meu espaço. Fui campeão nacional três vezes no Sporting, depois, quando acabou a secção, fui para o Queluz, onde ganhei mais um campeonato e uma Taça de Portugal, e voltei ao Glorioso em 1984. No Benfica em 12 anos ganhámos 10 campeonatos e infelizmente sinto uma grande tristeza por no meu último ano termos ganho tudo – até fomos à Euroliga –, menos o campeonato, que perdemos para o FC Porto. (…)Mas voltando à sua pergunta, foi no Benfica que atingi maior notoriedade. Não só pela evolução do jogo, pela grande mística e pela grande relação que tenho com os sócios do clube, mas também pela grande equipa que nós tínhamos. Claro que já tinha algum currículo, mas para mim o grande impulso, a grande força da minha carreira foram os 12 anos em que estive na equipa de seniores do Benfica.Sempre que se fala de basquetebol o seu nome vem à baila, é inevitável. Como é que isso o faz sentir? Falam até para dizer mal… Mas mesmo depois de já ter deixado de jogar há 14 anos, já percorri uma série de pavilhões e senti o carinho das pessoas. Tenho orgulho no que fiz, sei a responsabilidade que tenho no basquetebol português e fico contente por as pessoas associarem o meu nome ao basquetebol, ficar-me-ia mal não reconhecer isso. Agora que não jogo troco boas impressões com pessoas que conheço em pavilhões e cidades onde antigamente não gostavam de mim porque jogava no Benfica contra os clubes deles…Alguma vez se imaginou a desempenhar o cargo de dirigente, não só de basquetebol, mas de todas as modalidades do Benfica? As pessoas que andam no desporto têm de estar preparadas para todas as situações. Fui convidado para manager do basquetebol do Benfica,em Setembro de 2005 e aceitei com grande satisfação. Mais tarde fui convidaddo para director geral das modalidades, É diferente de ser jogador ou treinador, mas tem o aliciante, tem outro tipo de responsabilidades. Logicamente que quando jogava só pensava em jogar, mas no desporto todos os cargos são importantes. Os dirigentes são importantes na organização, os treinadores para liderar as equipas e os jogadores para jogar. Se pudesse ter outra vez 26 anos, preferia logicamente jogar. No cargo de dirigente tudo passa por nós, mas não a parte do jogo, fazer jogar A, B ou C. Gosto muito da pressão e da adrenalina, que é diferente, mas que continua presente.Ser treinador é uma hipótese? Não faz parte dos meus planos. Não digo nunca, mas para já não.


Minibasquete em Condeixa-a-Nova

O surgimento deste novo clube tem por principal objectivo o fomentar o basquetebol junto dos mais novos, numa primeira fase com o Minibasquete, e mais tarde com outros escalões de formação.

Está previsto haver dois treinos semanais que serão à 4ª feira e Sábado.Os escalões de Minibasquete a constituir de imediato são o de Sub 8, Sub 10 e Sub 12. No entanto, os jovens de 6 anos poderão ser inscritos se houver interessados.Durante a época, que se prolongará até Julho iremos promover Convívios com outras equipas e integrar a atividade normal do Comité Distrital de Minibasquete.Este projeto é coordenado pelos treinadores Luis Gonçalves e Pedro Santos.


Portugal na Final

Depois de um desempenho muito positivo ao longo de todo o torneio e de demonstrar porque é uma das equipas mais fortes do mundo, Portugal venceu uma Argentina competitivamente mais fraca, que não conseguiu fazer frente à superioridade da equipa nacional, ficando o resultado final fixado num desafogado 84-27.

No outro jogo realizado hoje, a Grécia perdeu, por 49-79, frente à forte Venezuela que será a adversária de Portugal na final de amanhã. Nos femininos, Portugal assegurou a medalha de prata, apesar de ainda faltar o jogo com a Austrália, ao vencer o Brasil por 54-41. Alcançar o titulo será um sonho impossível de alcançar para as senhoras portuguesas pois a Austrália é a equipa mais forte do Campeonato, facto que comprovou vencendo todos os jogos do Campeonato. Programa – 20 de Novembro09.30h – Apuramento do 5º e 6º lugar (Masculinos): França vs Argentina12.00h – Portugal vs Austrália (Femininos)14.30h – Apuramento do 3º e 4º lugar (Masculinos): Grécia vs Brasil17.00h – Final do 6º Campeonato do Mundo de Basquetebol INAS-FID: Portugal vs Venezuela19.00h – Cerimónia de Encerramento


Portugal a um passo da final

Portugal que defrontou a congénere grega, foi superior e venceu por uma margem confortável de 57-28. A equipa nacional tem agora caminho aberto para a final, defrontando agora uma Argentina claramente a equipa mais fraca do torneio, esperando pelo resultado do Grécia-Venezuela e a aguardar que os gregos não vençam por uma vantagem superior a 17 pontos, o que ditaria o afastamento da Selecção Nacional da final.

Acerca da organização portuguesa, José Costa Pereira, Coordenador Geral do Evento, declarou que, após ouvir as equipas participantes, este é um dos melhores mundiais alguma vez realizados, estando todos os sectores organizativos perfeitamente “oleados”, concorrendo para a satisfação plena de todos os intervenientes. Acrescentou, ainda, que para esta organização estar sem falhas foi muito importante o contributo das várias entidades parceiras do evento. Todas as informações sobre o Campeonato, resultados e fotos disponíveis em http://www.anddi.pt.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Aliquam iaculis blandit magna, scelerisque ultricies nisi luctus at. Fusce aliquam laoreet ante, suscipit ullamcorper nisl efficitur id. Quisque id ornare est. Nulla eu arcu neque. Sed ornare ex quis pellentesque tempor. Aenean urna enim, commodo ut nunc sit amet, auctor faucibus enim. Nullam vitae felis ipsum. Etiam molestie non enim quis tincidunt. Pellentesque dictum, nulla id ultricies placerat, neque odio posuere orci, quis vestibulum justo odio ut est. Nullam viverra a magna eu tempor. Nullam sit amet pellentesque magna. Vestibulum vel fermentum turpis, nec rhoncus ipsum. Ut et lobortis felis, sed pellentesque dolor. Nam ut porttitor tellus, ac lobortis est. Fusce vitae nisl vitae ante malesuada venenatis. Sed efficitur, tellus vel semper luctus, augue erat suscipit nunc, id hendrerit orci dui ac justo.

Pellentesque eleifend efficitur orci, et pulvinar dui tempus lobortis. Proin accumsan tempus congue. Cras consectetur purus et lacinia rhoncus. Ut eu libero eget quam semper malesuada. Aliquam viverra vulputate tempor. Sed ac mattis libero, a posuere ligula. Quisque tellus dui, placerat vel ex in, fringilla fringilla tellus. Aliquam erat volutpat. Aenean convallis quis eros vel ornare. Aliquam et lorem vestibulum, posuere quam ac, iaculis arcu. Fusce feugiat blandit mattis.

Legenda

Praesent sed metus euismod, varius velit eu, malesuada nisi. Aliquam aliquet quam tempor orci viverra fermentum. Sed in felis quis tortor accumsan vestibulum. Aliquam erat volutpat. Maecenas pretium sem id enim blandit pulvinar. Pellentesque et velit id arcu feugiat hendrerit ac a odio. Sed eget maximus erat. Phasellus turpis ligula, egestas non odio in, porta tempus urna. Fusce non enim efficitur, vulputate velit in, facilisis metus.

Nulla sagittis risus quis elit porttitor ullamcorper. Ut et dolor erat. Ut at faucibus nibh. Cras nec mauris vitae mauris tincidunt viverra. Donec a pharetra lectus, vitae scelerisque ligula. Integer eu accumsan libero, id sollicitudin lectus. Morbi at sem tincidunt augue ullamcorper tristique. In sed justo purus. Aenean vehicula quam quis pellentesque hendrerit. Fusce mattis mauris lorem, in suscipit diam pretium in. Phasellus eget porttitor mauris. Integer iaculis justo ut commodo eleifend. In quis vehicula nisi, non semper mauris. Vivamus placerat, arcu et maximus vestibulum, urna massa pellentesque lorem, ut pharetra sem mauris id mauris. Vivamus et neque mattis, volutpat tortor id, efficitur elit. In nec vehicula magna.

Miguel Maria

“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

Morbi in auctor velit. Etiam nisi nunc, eleifend quis lobortis nec, efficitur eget leo. Aliquam erat volutpat. Curabitur vulputate odio lacus, ut suscipit lectus vestibulum ac. Sed purus orci, tempor id bibendum vel, laoreet fringilla eros. In aliquet, diam id lobortis tempus, dolor urna cursus est, in semper velit nibh eu felis. Suspendisse potenti. Pellentesque ipsum magna, rutrum id leo fringilla, maximus consectetur urna. Cras in vehicula tortor. Vivamus varius metus ac nibh semper fermentum. Nam turpis augue, luctus in est vel, lobortis tempor magna.

Ut rutrum faucibus purus ut vehicula. Vestibulum fermentum sapien elit, id bibendum tortor tincidunt non. Nullam id odio diam. Pellentesque vitae tincidunt tortor, a egestas ipsum. Proin congue, mi at ultrices tincidunt, dui felis dictum dui, at mattis velit leo ut lorem. Morbi metus nibh, tincidunt id risus at, dapibus pulvinar tellus. Integer tincidunt sodales congue. Ut sit amet rhoncus sapien, a malesuada arcu. Ut luctus euismod sagittis. Sed diam augue, sollicitudin in dolor sit amet, egestas volutpat ipsum.