Artigos da Federaçãooo

Veteranos do Ginásio e Sangalhos

O programa é o seguinte:16 horas – Concentração no Pavilhão Galamba Marques;17 horas – Visita à Sala Museu e Arquivo Histórico, onde estará patente uma MOSTRA – EXPOSIÇÃO com documentos e fotografias da época;18 horas – Jogo de veteranos Ginásio – Sangalhos;20,15 horas – Jantar de confraternização no Restaurante Peleiro (Paião).As inscrições para o jantar podem ser efectuadas na Secretaria do Ginásio.


João Freitas ambiciona a Europa

Não foi só a equipa sénior masculina a apresentar-se, já que as restantes 12 equipas (masculinos e femininos) que perfazem um total de 200 atletas juntaram-se à festa. A época madeirense promete e está bem expressa na ambição do técnico João Freitas que quer colocar o CAB na Europa. E para que isso possa acontecer nem um piso novo faltará no pavilhão.

Inevitavelmente as equipas seniores são aquelas que maior visibilidade dão ao clube, e esta época o CAB dá sinais de querer regressar ao seu melhor nível e satisfazendo a ambição natural do seu técnico João Freitas. O novo plantel é formado por atletas com provas dadas, onde nomes como Jorge Coelho, Jaime Silva, Frederic Gentry e Bobby Madison garantem qualidade e fazem João Freitas sonhar com voos mais altos. “Queremos ir à Europa. Isso significa alguma final ou ficar num dos quatro primeiros lugares do campeonato. Esse é o objetivo que temos definido”.O novo grupo de trabalho possui sete reforços para a presente época, transitando apenas cinco da anterior. “Qualquer treinador quer ter sempre mais”. De qualquer forma o técnico tem consciência do sacrifício que o clube fez para garantir algumas das contratações. “Acho que a direcção fez um grande esforço para ter aqui determinados jogadores”Na cerimónia estiveram presentes, Francisco Gomes presidente do CAB bem como a presidente da Associação de Basquetebol da Madeira. Sandra Rebolo realçou a importância do clube para a Região Autónoma da Madeira. “Este é o clube com maior expressão ao nível do basquetebol na região. Quem me dera que cada concelho apostasse desta forma no basquetebol”.


A postos para os oitavos

A França manteve os Estados Unidos a apenas três pontos nos primeiros sete minutos do jogo, mas acabou por sucumbir à equipa de Geno Auriemma, que foi mais forte na batalha dos invictos, para conquistar o primeiro lugar no Grupo B, no Campeonato Mundial.As americanas são agora primeiras do Grupo E, logo seguidas pela Austrália, França, Bielorrússia, Grécia e Canadá respectivamente. No primeiro dia de competição da segunda fase, os Estados Unidos vai defrontar o sexto classificado (Canadá).No confronto de vida ou de morte para determinar o terceiro lugar no grupo, a Grécia obteve uma vitória por 83-68 sobre o Senegal. Depois de uma derrota por 69-55 frente à França, deparou-se com uma grande equipa senegalesa que tudo fez para salvar o seu Campeonato Mundial. As gregas contaram com outro grande jogo por parte de Evina Maltsi, que marcou 31 pontos depois de converter 7 de 11 lançamentos tentados de trás do arco. Depois da derrota o ano passado nos quartos-de-final do Eurobasket por apenas 2 pontos (49-51), frente à França, as atletas de Missas vão agora tentar passar à ronda seguinte, tendo como primeiro adversário a Austrália, a outra equipa do grupo que ainda não conheceu o sabor da derrota.No outro jogo do grupo E, um duelo europeu, com a França, actual campeã europeia, a bater-se com a Bielorrússia, comandada por Yelena Leuchanka.Já a Espanha é primeira do Grupo F – Espanha, Rússia, República Checa, Coreia, Brasil e Japão – como resultado do percurso cem por cento vitorioso da fase preliminar. Na jornada inaugural da próxima fase, as espanholas vão defrontar o Japão, que garantiu a passagem á ronda seguinte, mercê de uma dramática vitória, com um cesto muito discutido, frente à Argentina. Apesar de a Rússia ter terminado na frente o seu grupo (D) com um registo perfeito, depois da vitória sobre a Argentina (77-59), isso não lhe garantiu o primeiro lugar do Grupo F, defrontando agora o Brasil no primeiro jogo desta fase. As sul-americanas ainda não conseguiram realizar uma exibição convincente, e só a vitória sofrida diante o Mali (80-73) lhes deu o direito a passar a esta ronda.A anfitriã República Checa sobreviveu na dura luta frente ao Japão (66-60), progredindo para a próxima ronda como segunda do seu grupo, enquanto as asiáticas reivindicavam a última vaga de acesso aos “oitavos”. A equipa da casa terá como primeiro adversário a Coreia, que muito embora tenha vencido os seus dois jogos por apenas um e dois pontos (Brasil e Mali), não deixa de ser a grande surpresa até ao momento.


Emoção no Mundial feminino

Yelena Leuchanka sublinhou o seu estatuto como uma das melhoras jogadoras na posição de poste baixo presentes em Ostrava, com 16 ressaltos capturados para a Bielorrússia na vitória por 61-49 sobre as canadenses. Cinco deles foram conseguidos na tabela ofensiva… Leuchanka tem de média de 10,7 ressaltos por jogo, o que faz dela a segunda melhor ressaltadora da competição. Facto que ainda se torna mais relevante se se considerar a sua chegada tardia, à Europa, após as finais da WNBA.”Muito obrigado pelo trabalho de Yelena”, disse o técnico Anatoli Bielorrússia Buyalski. “Ela só chegou a casa na segunda-feira e jogou com apenas dois treinos realizados. Estou convencido que nos próximos jogos estará ao seu melhor.”Leuchanka admite que o corpo não está a cem por cento. “Eu não me sinto tão bem como gostaria de me sentir. Houve outras jogadoras que vieram ao mesmo tempo, no entanto, somos todas atletas profissionais. Jogamos no mais alto nível. Estou apenas a tentar fazer o que posso. Para nós, bielorrussas, é a primeira vez que estamos no Campeonato do Mundo; estamos a fazer história. É tudo bom”.O treinador do Canadá, Allison McNeill, era um homem conformado no final do jogo: “Acho que fomos duros na defesa. Não estivemos bem no ressalto defensivo. Acho que a altura delas realmente incomodou-nos. Yelena foi implacável e trabalhou muito duro. Ofensivamente, conseguimos algumas boas situações de lançamento, mas não fomos capazes de convertê-los. A nossa margem de erro foi mínima.”A capitã canadiana Teresa Gabriel (11 pontos), apesar da derrota, mostrava-se orgulhosa daquilo que a equipa produziu durante o jogo. “Julgo que entrámos a jogar muito bem defensivamente, mas ofensivamente não estivemos bem a lançar ao cesto”, disse Gabriel. Defensivamente fizemos o que queríamos fazer. Orgulhamo-nos disso.”Austrália passou para os oitavos-de-final com um triunfo fácil sobre a China, por 91-68. Com Carrie Graf a dar a descanso a Lauren Jackson, ao utilizá-la menos de três minutos, a Austrália não teve dificuldades em conquistar a terceira vitória consecutiva no Grupo A.”Para nós, foi uma boa oportunidade para que nossas jovens jogadoras pudessem jogar”, disse Graf. “Foi um bom adversário para Belinda (Snell) e Penny (Taylor) obterem mais minutos. Ainda temos algum trabalho a fazer na defesa.”Snell tem tido problemas com uma lesão no gémeo, enquanto Taylor ainda está a tentar voltar à plena forma depois de se lesionar nas costas durante o jogo de preparação contra os Estados Unidos, uma semana antes do torneio.Hollie Grima é uma jogadora valiosa e “grande”, como os australianos gostam de dizer, e acabou por jogar 31 minutos, marcando 14 pontos e capturar oito ressaltos.A Austrália vai enfrentar na próxima ronda três equipas experientes, incluindo a França, campeã do último EuroBasket, e os Estados Unidos, que são a equipa número um do ranking mundial da FIBA.As chinesas lutaram pelas medalhas nos Jogos Olímpicos de 2008, mas vão ter que ficar de fora do Campeonato Mundial feminino, retirando uma boa experiência de aprendizagem.Já a Espanha manteve a sua invencibilidade, depois da vitória deste sábado sobre o Brasil, por 69-57. A vitória garantiu o primeiro lugar do Grupo C à equipa de Jose Ignacio Hernandez.No outro jogo, em Brno, a Coreia sobreviveu no prolongamento contra o Mali, 68-66, para terminar em segundo lugar do grupo. Apesar de sofrer a sua segunda derrota em três jogos, o Brasil conquistou a última vaga de apuramento.No confronto entre a campeã europeia França, e a primeira do ranking mundial da FIBA, levaram a melhor as americanas (81-60), terminando invicta a primeira fase da competição.Resultados da última jornada da fase preliminar:China 68-91 AustráliaArgentina 59-77 RússiaEstados Unidos 81-60 FrançaMali 66-68 CoreiaCanadá 49-61 BielorrússiaBrasil 57-69 EspanhaSenegal 68-83 GréciaJapão 60-66 República Checa


Benfica volta a ceder

Os encarnados, tal como tinha acontecido com o adversário do dia anterior (Plasencia), tinham superado este conjunto da LEB de Ouro espanhola na final do Torneio Internacional Amazónia Hotéis, realizado em Lisboa.

A poucos dias da estreia nas competições europeias – próximo dia 29, às 18 horas, diante da formação ucraniana do Ferro Znut – deseja-se que este duplo desaire não afecte a moral e a confiança da equipa portuguesa, mas que funcione de alerta para a missão que tem pela frente.


Ovarense supera minhotos

Em noite de estreias, o reforço vareiro Mathew Webster foi o atleta que mais se destacou (20 pontos e 5 ressaltos), razão pela qual o norte-americano foi distinguido como o jogador mais valioso – MVP – do encontro.

Muito embora os comandados de Mário Leite tenham perdido três dos quatros parciais do jogo, a equipa de Ovar acabou por ser mais forte, fazendo no final a festa perante os seus entusiastas adeptos.


Japão vence “in extremis”

A Rússia, entretanto, segurou uma resistente República Checa para garantir um triunfo por 55-52, no outro jogo do grupo.

No primeiro jogo, o Japão registou a sua primeira vitória de forma dramática. As japonesas lideravam no início do 4º período por 51-42, mas a Argentina conseguiu recuperar e passou para a frente, com 3:07 para jogar, com um lançamento de Florencia Fernandez.A liderança mudou de mãos por quatro vezes, com Carolina Sanchez, da Argentina, com 51 segundos para jogar, a converter o cesto que dava uma vantagem de 58-57 à sua equipa. Mas as sul-americanas não foram capazes de fechar o jogo. Com faltas para dar, elas cometeram quatro no minuto final, incluindo uma com apenas um único segundo no cronómetro.Japão repôs a bola para Oga, que lançou no corredor lateral à tabela, já iluminada a sinalizar que o tempo tinha expirado. A bola caiu dentro do aro para dar inicio às celebrações japonesas no campo.”Sabia que assim que recebesse o passe tinha de lançar a bola e foi o que fiz”, disse Oga, a melhor marcadora do jogo com 21 pontos. “Sabíamos que este era um jogo importante para nós e estamos muito felizes por ter vencido. Foi um jogo muito disputado e com um final incrível.”As jogadoras e treinadores da Argentina ainda se queixaram de que o cesto não deveria ter contado, mas de nada valeram os protestos. “Estamos a sofrer agora”, disse o técnico da Argentina, Eduardo Pinto. “Estou convencido de que a bola entrou após o sinal. Acho que os oficiais cometeram um erro ao não permitir a repetição do vídeo. É extremamente decepcionante porque tínhamos a vitória nas nossas mãos. Nós não conseguimos garantir o triunfo, sem esquecer, que perdemos a bola na posse anterior.”O Japão, que perdeu no seu jogo de estreia frente à Rússia (63-86), defronta este sábado a República Checa, enquanto a enfraquecida Argentina enfrentará um duro teste contra a Rússia. As russas vão entrar nesse jogo invictas, mas com o treinador Boris Sokolovskiy de modo algum satisfeito com o desempenho da sua equipa frente às checas, já que cometeram 26 turnovers.”Foi um jogo muito difícil”, disse Becky Hammon, da Rússia, a única jogadora da equipa a terminar nos dois dígitos, com 13 pontos. “Elas estavam muita pressão para ganhar e tinham todo o pavilhão a torcer por elas. Nós apenas temos que continuar a melhorar como equipa. Há um monte de coisas que podemos fazer melhor. Temos de continuar a aprender, melhorar e avançar.” Com a Rússia a liderar 55-46, e com 2:42 no relógio, as anfitriãs fizeram um parcial de 5-0. A Rússia quase deu um tiro no próprio pé quando foi assinalada uma falta antidesportiva a Hammon numa falta sobre Hana Horáková, com 25 segundos para o final. Horáková converteu um lance-livre que colocava o resultado em 52-55. As checas precisavam de três pontos para empatar, mas com nove segundos no relógio, Ilona Korstin roubou a bola de Ilona Burgrova e as checas cometeram falta sobre Irina Osipova. Ela desperdiçou os dois lances livres e Horáková recuperou a bola no ressalto, mas o seu lançamento em desespero de 3 pontos acabaria por ficar curto.”Jogamos mal no primeiro quarto e, ainda que jogássemos melhor após o intervalo, não foi suficiente”, disse Horáková, que carregou a sua equipa esta noite com de 21 pontos. “Jogamos com seis ou sete jogadoras e para este tipo de jogo difícil e muito físico, precisamos de mais jogadoras.” As anfitriãs tiveram uma noite de pesadelo no lançamento de longa distância, convertendo apenas três dos 16 tentados (19%). Nos restantes encontros do 2º dia, destaque para a vitória da Espanha frente a uma Coreia que tinha derrotado no dia anterior o Brasil. A equipa sul-americana, apesar de ter conquistado a sua primeira vitória na prova, continua a revelar algumas dificuldades, desta vez diante da equipa africana do Mali.Resultados do 2º dia de competição:China 61-65 CanadáArgentina 58-59 JapãoAustrália 83-59 BielorrússiaEspanha 84-69 CoreiaEstados Unidos 108-52 SenegalRússia 55-52 República ChecaBrasil 80-73 MaliFrança 69-55 Grécia


Missas concentrado no Mundial

É a primeira vez que os gregos vão participar no evento e é uma oportunidade que Missas e as suas atletas têm estado a pensar há mais de um ano – desde 20 Junho de 2009, o dia em que venceram a Itália na batalha pelo quinto lugar EuroBasket.

Só o tempo irá dizer se Missas permanecerá como responsável da equipa feminina, já que é apontado como um dos mais fortes e cotados candidatos para ser o próximo treinador da equipa masculina. “Claro que eu gostaria de orientá-los (os homens). Acredito que é uma honra para qualquer treinador poder treinar uma equipa com história, com resultados e com talento.”Jonas Kazlauskas conduziu a Grécia à medalha de bronze no Eurobasket de 2009, mas a equipa sofreu uma saída precoce do Campeonato Mundial FIBA na Turquia, no início deste mês, ao perder para a Espanha nos oitavos-de-final.Foi um período muito difícil para a Grécia, que iniciou o torneio com Sofoklis Schortsanitis e Antonis Fotsis ambos suspensos por dois jogos como punição pela intervenção que tiveram na luta que começou no final de um jogo amigável contra a Sérvia, em Atenas. “O Campeonato do Mundo foi um mau momento para a equipa”, opinou Missas. “Acho que a luta com a Sérvia teve uma má influência sobre nós. (Mas) Continuo a achar que existe muito talento para o EuroBasket e Jogos Olímpicos.””É uma honra para qualquer treinador grego ter a oportunidade de poder treinar uma das nossas selecções nacionais, mas no topo fica a equipa masculina. Todos ficariam felizes de ter esse trabalho.”Quando questionado se considera que tem uma excelente oportunidade para ser o próximo treinador, Missas, disse: “O presidente (George Vassilakopoulos) da federação vai decidir, com o conselho da federação. Estamos a aguardar. O importante agora é a opinião que tenho sobre o Campeonato do Mundo feminino e não quero pensar nisso. Muitos jornais não me deixam em paz para pensar nisso, mas estou a tentar manter a minha mente focada no Campeonato do Mundo. Essa é a coisa mais importante para mim neste momento.”


Equipas terceirense apresentam-se

Acompanhada por um dj convidado, Merche Romero vai apresentar os planteis para a nova temporada das formações do Lusitânia (Liga Portuguesa), do AngraBasket, do Terceira Basket (ambos da Proliga) e do Boa Viagem (Liga Feminina). Na mesma noite, a ABIT vai proceder à entrega dos prémios referentes às competições disputadas sob a sua alçada na época 2009/2010, assim como serão entregues as faixas de campeões da Proliga da ultima temporada aos elementos do Sport Clube Lusitânia. A festa continuará depois de ambas as cerimónias, com a noite do basquetebol a decorrer no bar “A Estiva”, onde serão projectadas imagens das competições realizadas na época transacta, dando-se assim o arranque efectivo ao novo ano desportivo do basquetebol na ilha Terceira.


FC Porto vence jogo-treino

A equipa portista venceu o encontro mas por números escassos (66-61). De referir a ausência de Sean Ogirri e Nuno Marçal nos azuis e brancos, bem como do norte-americano Nate Fritchs (lesão no dedo indicador da mão direita) no conjunto de Ílhavo.

Os comandados de Moncho López entraram muito fortes no jogo, o que lhes permitiu ganhar uma vantagem inicial (18-6). A grande agressividade defensiva colocada pelos atletas portistas, bem como as trocas sucessivas defensivas baralhavam por completo a equipa ilhavense, que chegou a estar a perder por 20 pontos ainda durante o 2º período.Demorou algum tempo a equipa da casa a estabilizar, mas conseguiu ainda recompor-se no final da primeira parte, reduzindo a diferença para 9 pontos (25-34) quando se atingiu o intervalo.A segunda parte foi mais equilibrada e, apesar da equipa de Ílhavo ter vencido os segundos 20 minutos do encontro (36-32), esse facto não foi suficiente para levar de vencida o finalista vencido da época passada.


Rep. Checa entra no Mundial a ganhar

A Coreia protagonizou a primeira surpresa do campeonato ao vencer o Brasil pela diferença mínima (61-60).

Com uma vantagem de 33-29 no início do terceiro quarto, a equipa de Lubo Blazek fez um parcial de 17-2, para construir uma vantagem de 18 pontos que geriu até final do encontro.”Foi importante para nós começar este torneio com uma vitória”, disse a extremo checa e melhor marcadora da partida Eva Viteckova, que tinha 10 dos seus 16 pontos no final da primeira parte.”Estávamos nervosas porque nunca tínhamos jogado diante de uma grande multidão, e após meses de treino, estávamos ansiosas para que a competição começasse. A atmosfera no pavilhão foi fantástica”, acrescentou.Nos restantes jogos da ronda inaugural as equipas favoritas venceram, à excepção do Brasil, que foi surpreendido (60-61) pela Coreia. À entrada do derradeiro quarto as brasileiras comandavam por 3 pontos de diferença (51-48), mas nos últimos 10 minutos a Coreia foi mais forte, conseguindo a reviravolta no marcador graças a um parcial de 13-9 a seu favor. Mas o Brasil deixou fugir a vitória, já que a 6 segundos do termo do encontro, a vencer por 1 ponto (60-59) e com posse de bola, permitiu um roubo de bola a Ji Yoon Kim que finalizaria com uma bandeja fácil o cesto que daria a vitória.O Brasil ainda pediu um desconto de tempo, mas também aí as coisas não correram nada bem. Depois de desenhada a jogada final pelo treinador Carlos Colinas, a jogadora Helen repõe a bola em jogo na direcção de Erika que deixou escorregar a bola das mãos. Resultados do 1º dia de competição Bielorrússia 68-57 ChinaJapão 63-86 RússiaCanadá 47-72 AustráliaCoreia 61-60 BrasilGrécia 73-99 Estados UnidosRepublica Checa 67-53 ArgentinaSenegal 45-83 FrançaMali 36-80 Espanha .


Favoritismo repartido

Com o início esta quinta-feira do Campeonato do Mundo Feminino, na República Checa, todas as atletas estão prestes a descobrir se tudo valeu a pena.

As 16 equipas que participam neste Mundial, bem como as atletas da equipa grega, mal podem esperar para que a bola vá ao ar. “Depois de quase um mês de treinos, as coisas estão muito bem na nossa equipa e estamos todos ansiosas pelo grande desafio do Campeonato do Mundo. Graças a Deus não tivemos lesões na nossa equipa”, afirmou a veterana base grega Dimitra Kalentzou. A Grécia conquistou um surpreendente quinto lugar no EuroBasket feminino do ano passado, tendo ainda Evina Maltsi sido votada para MVP do torneio. Para além de tudo isto convém não esquecer que são treinadas pelo impressionante treinador Kostas Missas. As gregas terão como adversários no grupo B, as campeãs olímpicas dos Estados Unidos, a França, medalha de ouro no Eurobasket de 2009, e o Senegal, vencedor do título Africano, com os jogos a terem lugar em Ostrava. “Mesmo se pensarmos que esta será a nossa primeira participação num Campeonato do Mundo, a nossa meta é passar à próxima fase com uma ou duas vitórias”, frisou Kalentzou. A França não vai poder contar com Sandrine Gruda, jogadora do ano eleita pela FIBA. A poste do UMMC Ekaterinburg foi cortada da equipa na semana passada por causa de problemas no joelho. “É certo que o nosso grupo é difícil, mas acho que o Senegal e a França não estão fora do nosso campeonato”, disse Kalentzou. Mas a competição deste ano está muito equilibrada, dando a sensação que paira uma lufada de incerteza no ar. A Austrália, vencedora de há quatro anos, no Brasil, está no Grupo A juntamente com o Canadá, Bielorrússia e China. As australianas chegam com o objectivo de defender o seu título mundial e, talvez, apenas talvez, tenham o suficiente para o fazer, a julgar pelos seus desempenhos na semana passada em Espanha. Com Lauren Jackson a juntar-se à equipe após a conquista do seu 3º prémio de MVP da WNBA na sua ilustre carreira, coroando a temporada com uma vitória em branco de 3-0 das Atlanta Dream na final dos playoff, os Opalas parecem difíceis de bater. Mesmo sem Jackson, as australianas venceram os Estados Unidos, por 83-77, num jogo amigável na passada noite de sexta-feira, em Salamanca, derrotando, 24 horas depois, as espanholas (85-66).Contudo, tanto nos Estados Unidos como na Espanha faltaram jogadoras-chave. A base norte-americana Sue Bird, que foi companheira de equipa de Jackson nas Seattle, foi baixa nas americanas, enquanto que a recentemente naturalizada espanhola Lyttle também ficou de fora. A pressão está realmente elevada para aquelas que tentam ganhar um lugar no plantel dos Estados Unidos – 1ª do ranking da FIBA Mundial para mulheres – que reduziu, após os jogos em Salamanca, a sua lista de atletas de 17 para 14. A selecção americana, liderada por Auriemma, deslocou-se à República Checa, a Brno, para realizar o seu último jogo de preparação. “Acho que as jogadoras, o staff e todos no geral estão ansiosos para que chegue o meio da semana, quando finalmente tivermos o grupo das 12 para começarmos a jogar o Campeonato do Mundo”, disse Auriemma, o treinador de longa data, da Universidade da equipa feminina de Connecticut. Outras equipas nacionais têm vindo a ser notícia. Apesar da perda de Gruda, a França, que é orientada por Pierre Vincent, recebeu a Argentina, Japão e Brasil e venceu todos esses jogos de treino. A poste brasileira Alessandra não teve dúvidas em afirmar sobre as vencedoras do Eurobasket de 2009: “Acho que a equipa vai superar a perda de Sandrine Gruda. Pelo que vi no jogo contra o Japão, (uma estreia) Jennifer Digbeu está a jogar muito bem.” O Brasil, que é liderado pelo espanhol Carlos Colinas, conseguiu vencer os seus rivais sul-americanos Argentina, mas depois desiludiu frente ao Japão antes de perder para o conjunto francês. A chegada das veteranas de Iziane e Erika De Souza, ambas atletas das Atlanta Dream que disputaram a final da WNBA, devem dar um impulso à equipa brasileira até ao momento de se iniciar o Campeonato do Mundo. No Grupo C com o Brasil estão também a Espanha, Mali e na Coreia. A última vez que a China participou numa grande competição foi nos Jogos Olímpicos que acolheu em 2008. A China faz parte do Grupo A, com Austrália, Bielorrússia e Canadá. A Bielorrússia irá fazer manchetes não só pelo seu jogo corajoso no campo, como também pela moda. A equipa vai competir em Ostrava, utilizando equipamentos Tuta. “Será a primeira vez a um nível tão elevado de competição que uma equipa de basquete feminino vai jogar com uniformes deste estilo moderno,” disse com orgulho a CEO da Tuta Valentinas Navikauskas. “Temos visto também na internet que a empresa chinesa Peak tem utilizado o conceito do nosso modelo de Afrodite (que foi criado em conjunto com a FIBA Europa) e está a utilizar esse estilo para a equipa nacional australiana. Como tal, nós já estamos a progredir para o próximo nível de equipamentos de jogo.” A poste biolorrussa Yelena Leuchanka falhou a preparação da equipa, já que se encontrava ao serviço das Atlanta Dream, mas estará presente em Ostrava. O Grupo D é constituído por um duo de pesos pesados europeus, já que conta com a Rússia e a República Checa. A Rússia venceu as checas no jogo da medalha de ouro no EuroBasket feminino de 2003, vingando-se as checas desse revés dois anos mais tarde. É difícil falar da Rússia e não pensar em Maria Stepanova, a poste veterana do UMMC Ekaterinburg. Ela ajudou a Rússia a vencer os Estados Unidos nas meias-finais do Campeonato do Mundo há quatro anos no Brasil. “Todas as nossas jogadoras são ambiciosas”, Stepanova. “E seja qual for o caso, nós vamos lutar por medalhas, depois se verá qual irá ser…” A Rússia sofreu uma perda importante no jogo de preparação contra a Grécia com Marina Karpunina a romper os ligamentos do joelho. A companheira de Stepanova no UMMC Ekaterinburg, Svetlana Abrosimova jogou pelas Seattle e ajudou-as a conquistar o título da WNBA. A República Checa, que se espera poder jogar perante grandes audiências na sua terra natal, sob o comando do técnico Lubor Blazek, que também contará com a recém-coroada campeã da WNBA Jana Vesela.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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