Artigos da Federaçãooo
«Podemos fazer história»
Embora se possam vangloriar de serem campeões olímpicos, a verdade é que os norte-americanos não ganham o ouro no Mundial há 16 anos.
Há quatro anos, uma equipa repleta de estrelas, que incluía nomes como LeBron James e Dwayne Wade, teve de se contentar com o bronze, no Japão. Este ano na Turquia, os Estados Unidos terão um número reduzido de nomes sonantes, mas Rose acredita que mais trabalho de conjunto levá-los-á ainda mais longe.”Eles não conseguiram funcionar como equipa”, disse Rose sobre a selecção de 2006. “Com a equipa que temos, somos jovens, mas gostamos de jogar juntos. Temos paixão pelo jogo. Podemos fazer história agora.”Vários membros da equipa deste ano nem sequer tinham começado a faculdade quando o Campeonato do Mundo de 2006 teve lugar, uma vez que técnico Mike Krzyzewski tem cinco atletas de 21 anos num grupo de 13 jogadores.Mas também isso pode ser um factor que pode ajudar a construir uma equipa, de acordo com o presidente da federação norte-americana de Basquetebol, Jerry Colangelo.”Não existirem muitos egos grandes aqui e já lhes disse onde devem mostrar seus egos pessoais, no campo”, disse. “Estes atletas são discretos.”Podem não ter grandes egos mas têm orgulho e Rose está determinado a provar que são mais do que apenas as reservas dos jogadores olímpicos que não vão estar presentes na Turquia.”Isso faz-nos ir lá para dentro e jogar ainda com mais intensidade quando todo o mundo nos aponta como a equipa B, a pensar que não somos capazes de vencer”, disse Rose.” Algumas pessoas dizem que este evento é de uma dimensão maior que os Jogos Olímpicos, uma vez que temos de ultrapassar mais equipas. Vai ser muito difícil.”
Inês Viana comandou as tropas frente à Alemanha
Fazendo da defesa agressiva a sua grande arma, as comandadas de Ana Neves não se intimidaram pelo facto de o seu opositor se chamar Alemanha e jogando com muita humildade e espírito de equipa, cometeram uma proeza que muito poucos acreditariam poder estar ao seu alcance
Portugal entrou melhor no jogo e comandou praticamente desde o apito inicial. Contudo a formação germânica reagiu e no final do 1º quarto já estava na frente (15-17). No 2º período (19-12), com a base Inês Viana a mexer os cordelinhos na organização ofensiva da equipa lusa, as nossas representantes passaram para a liderança, chegando ao intervalo com 5 pontos à maior (34-29).Mantendo-se muito concentradas e confiantes, as nossas jogadoras ampliaram a vantagem para 10 pontos no 3º período (13-8), primeiro aos 45-35, quando Letícia Fonseca acertou o seu 2º triplo no minuto 28 e depois seria Raquel Jamanca a fixar em 47-37 o resultado no final do 3º quarto. No início do último período (16-17) a Alemanha mostrou que não estava conformada com a situação e encetou uma recuperação espectacular, impondo um parcial de 0-9. Com o marcador em 47-46, a seleccionadora Ana Neves parou o cronómetro no minuto 36. As rectificações surtiram efeito porque ainda no minuto Mafalda Barros não se fez rogada e converteu um triplo (o seu 2º da tarde), aumentando para 50-46 e logo de seguida, à entrada do minuto 35, Raquel Jamanca provocou uma falta em acto de lançamento, não tremendo da linha de lance livre (52-46). Mafalda Barros, com a pontaria afinada, marcou o seu 3º triplo, ampliando a vantagem para 7 (55-48), após assistência de Inês Viana e à entrada do minuto 38 era a vez de Raquel Jamanca tentar a sua sorte atrás da linha dos 6,25 m, concretizando um triplo que elevou a contagem para 58-50. Era chegada a altura de o banco germânico pedir um desconto, com 2.13 minutos para jogar, mas foi novamente Raquel Jamanca a marcar (60-50), na sequência de nova assistência de Inês Viana (a 10ª da tarde). As alemãs reduziram para 60-52 e o seu treinador queimou o último cartucho, parando de novo o cronómetro a 58 segundos do termo. Mas as portuguesas, mais agressivas a atacar o cesto, ainda dispuseram de 6 lances livres, convertendo 3 (por intermédio de Inês Viana), enquanto a melhor marcadora do encontro, a alemã Noémie Rouault, anotava o último cesto da sua equipa. A base Inês Viana voltou a ser a melhor portuguesa, com um duplo-duplo a culminar uma excelente prestação: 18 pontos, 1/2 nos triplos, 3 ressaltos sendo 1 ofensivo, 10 assistências, 5 roubos e 6 faltas provocadas, com 9/12 da linha de lance livre. Foi bem acompanhada por Raquel Jamanca (13 pontos, 1/1 nos triplos, 4 ressaltos defensivos, 2 roubos e uma falta provocada, com 2/2 nos lances livres), Mafalda Barros (9 pontos, 3/7 nos triplos e 4 ressaltos sendo 1 ofensivo), Letícia Fonseca (6 pontos, 2/4 nos triplos e 3 assistências), Joana Soeiro (6 pontos, 5 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência e duas faltas provocadas) e Leonor Cruz (7 pontos, 2 ressaltos e uma assistência). Na selecção germânica a melhor foi Noémie Rouault (20 pontos, 8/12 nos duplos, 11 ressaltos sendo 6 ofensivos, 1 roubo e 2 desarmes de lançamento), sendo a MVP da partida (32,0 de valorização).Em termos globais Portugal assentou o êxito na excelente eficácia do tiro exterior (44%-20%), convertendo 7 triplos em 16 tentativas contra apenas 2 das alemãs em 10 tentados e também nos lances livres (74%-67%),com as portuguesas a usufruírem de 19 lançamentos, falhando apenas 5, enquanto a turma germânica só dispôs de 6 tentativas, convertendo 4. Foi ainda mais colectivo (17-16 assistências), roubou mais bolas (12-9) e cometeu menos erros (15-24 turnovers). A Alemanha foi mais eficaz nos lançamentos de 2 pontos (33%-55%) e ganhou as tabelas (29-33 ressaltos), embora Portugal se tenha superiorizado na tabela ofensiva (12-8 ressaltos).Portugal defronta amanhã nas meias-finais, às 21h00, o vencedor do República Eslovaca-Eslovénia.
Cenas de pugilato na Grécia
A Sérvia sofreu apenas a segunda derrota na sua preparação para o Campeonato do Mundo da Turquia, quando um desaguisado entre Antonis Fotsis e Milos Teodosic se transformou em um grande incidente, envolvendo quase todos os jogadores de ambas as equipas
Os árbitros ordenaram que as duas equipas se retirassem do campo edecidiram não retomar o jogo, atribuindo a vitória à Grécia, que comandavaquando a luta começou, com dois minutos e meio ainda no relógio.As paixões estavam à flor da pele ao longo do jogo e, pouco antes do inícioda luta, o treinador da Sérvia, Dusan Ivkovic, foi penalizado com uma segundafalta técnica e consequente saída do encontro, um incidente que a Gréciaaproveitou para voltar e assumir a liderança.A Grécia dominou o início da partida e dispôs de uma ampla vantagem de 24-15. Mas a Sérvia rapidamente reagiu, indo para o último período com umavantagem de 58-52, antes de as coisas azedarem.”Depois de tudo que aconteceu, estamos muito confusos”, afirmou Ivkovic. “Édifícil analisar o jogo. Mas isso não é importante agora. Ninguém queria verum incidente como este e a responsabilidade é dos jogadores de ambas asequipas, especialmente aqueles que saíram do banco para se envolverem.”No entanto, Ivkovic não espera que haja qualquer inimizade duradoura entre as duas selecções. “Tenho treinado vários jogadores gregos, espero que tudo se acalme e que os atletas continuem a ser bons amigos, num espírito de amizade que existe entre a Grécia e a Sérvia.”Sofoklis Schortsanitis liderou a Grécia com 18 pontos, enquanto Nenad Krsticobteve 16 para a Sérvia.Eslovénia recuperaNo outro jogo de quinta-feira, a Eslovénia recuperou da derrota frente à Grécia para vencer o Canadá, por 86-71.A Eslovénia cedo conquistou uma vantagem inicial e continuou a afastar-se, terminado a primeira parte a vencer por 15 pontos. O Canadá lutou até àexaustão mas já nada podia fazer.”Hoje foi um óptimo exemplo de como se deve iniciar concentrado todas aspartidas, com um correcto nível de energia e a confiar uns nos outros dentro do campo”, disse o técnico Leo Rautins, do Canadá.Jaka Lakovic liderou a Eslovénia, com 19 pontos, enquanto Beno Udrihcontribuiu com 13.Jevohn Shepherd foi o marcador de serviço do Canadá com 13 pontos.”Hoje não jogámos durante os 40 minutos e não correspondemos àagressividade do nosso adversário, algo que nos custou no final”, disseShepherd. “Agora, temos alguns treinos e três jogos para fazer os ajustesnecessários antes de seguir para o Campeonato do Mundo.”
Curso de Treinadores de Nível II
O período de inscrições foi alargado até ao dia 30 deste mês. Para se inscrever deverá entrar em contacto com os serviços da ENB através do e-mail: catiamota@fpb.pt.”
Canadá surpreende a Sérvia
Mas, ao contrário da derrota de terça-feira, por 123-49, diante da Grécia, desta vez, os homens Leo Rautins “, superaram a Sérvia (62-58) no Torneio de Acrópole, em Atenas.
O Canadá apanhou a Sérvia totalmente desprevenida e virou uma vantagem de 34-27 para uma surpreendente liderança de 53-29• A Sérvia reagiu com um parcial de 20-6 na parte final do encontro, mas foi tarde demais, pois já era muito para recuperar, sofrendo a sua primeira derrota do verão.”Foi um bom salto qualitativo para a nossa equipa vencer hoje, depois do jogo de ontem”, afirmou Rautins. “Voltámos a recuperar as ‘nossas pernas’ e actuámos com muito mais agressividade. Os resultados dessa intensidade foram visíveis nos aspectos defensivos.”Denham Brown liderou o Canadá, com 22 pontos, 17 deles no primeiro tempo. “Denham deu-nos um agradável empurrão com os seus pontos, conseguindo sempre o caminho do cesto e ao jogar de uma forma consistente agressiva”, acrescentou Rautins.Brown afirmou que o resultado dá uma imagem mais real do que o Canadá é capaz de fazer, em comparação com a derrota frente à Grécia. “Mostrámos o quão duros nós somos. Depois de termos sido esmagados ontem, recuperámos com uma vitória diante da forte equipa Sérvia”, congratulou-se o jogador. “Hoje mostrámos que nossa equipa tem tudo que é preciso.”Desalento sérvioDusan Ivkovic, por seu turno, assumiu uma parte da culpa pela derrota, dada a sua decisão de fazer descansar Nenad Krstic, com base no que tinha visto na noite anterior frente à Grécia.”Como técnico pensei, mas estava errado, que poderíamos ter um jogo como o que tivemos contra a Nova Zelândia, em Maribor (a semana passada), onde fomos capazes de vencer sem Krstic e (Milos) Teodosic”, disse.E o treinador sérvio prosseguiu: “Krstic não jogou porque teve não só menos tempo de preparação do que qualquer outro atleta, como também porque tem uma pequena lesão no dedo mindinho. Por isso voltámo-nos para Teodosic, mas naquele que foi o nosso pior período do jogo – no início do terceiro período -, não conseguimos converter um único tiro.”Ivkovic continuou na análise do jogo. “Quando, no quarto período, conseguimos um parcial de 20-6, demos sinais de uma certa frescura, reduzindo a diferença para 4 pontos, mas não foi suficiente. Espero que possamos tirar muitas lições deste jogo para jogarmos melhor contra a Grécia, que tem mostrado até agora ter excelentes atiradores.”E, de facto Grécia esteve novamente com a mão quente, na noite de quarta-feira, pela forma como bateu a Eslovénia, por 96-72.Foi uma Grécia “on fire”, através de uma série de tiros de três pontos, dando sinais que poderia voltar a fugir como no primeiro jogo, ao construir uma liderança de 58-26, ao intervalo, antes de a Eslovénia recuperar.Nick Calathes liderou a Grécia com 16 pontos, enquanto Sofoklis Schortsanitis não se ressentiu dos efeitos de uma lesão no dedo, sofrida contra o Canadá, ao contribuir com 15 pontos.Gaspar Vidmar fez 17 pontos e foi o melhor marcador da Eslovénia, que actuou sem Primoz Brezec e Bostjan Nachbar, ambos por lesão.
«Temos de jogar melhor»
O técnico queixa-se que os jogadores trabalham juntos há muito pouco tempo.
A equipa chegou à Europa na terça-feira, depois de uma semana de campo de treino em Nova Iorque. Essa foi, aliás, apenas a segunda semana de trabalho de conjunto, no seguimento de um estágio anterior, em Las Vegas. Trata-se de uma situação muito longe do ideal, isto quando Krzyzewski está a tentar moldar uma equipa praticamente nova.No entanto, os Estados Unidos pareceram suficientemente fortes quando bateram a China e a França, em Nova Iorque, no passado fim-de-semana. Só que a partir de agora, Krzyzewski vai funcionar como se o estágio realmente nunca terminasse – inclusive após o início do Campeonato do Mundo.”A cada dia, e mesmo quando a fase de grupos terminar, teremos um pouco de tempo, de tal forma que o trabalho nunca terminará”, garantiu. “Espero que quando chegarmos à fase da medalha estejamos no nosso melhor. É como tentar fazer crescer a nossa equipa ao longo de cada dia. É por isso que o jogo-treino (contra a China) e o de exibição (diante da França), no Madison Square Garden, foram muito bons para nós. Aprendemos muito e jogámos bem.”Mas o treinador está longe de se mostrar satisfeito: “Temos de ser capazes de jogar melhor, todavia, tendo em conta que tivemos oito treinos, e que esses foram os nossos primeiros jogos, jogámos muito bem. Foi dessa forma que eu vi as coisas. Claro que não posso pensar que vamos conseguir fazer tudo de imediato, isso não vai acontecer. É aí que as outras equipas têm uma vantagem sobre nós na medida em que os seus jogadores estiveram sempre juntos.”Krzyzewski deu o exemplo da actual campeã do Mundo. “Na Espanha, alguns dos atletas estão juntos há 10 anos. Nós não temos isso, mas podemos tentar e fazê-lo tão bem quanto possível com este grupo e com estes jogadores.”Por isso, tem muito a fazer: “Acho que temos de melhorar a transição defensiva e atacante (em primeiro lugar)”, disse. “Precisamos de mais movimento quando estamos a avançar no campo para que simplesmente não paremos. A nossa defesa é boa em meio campo, realmente boa, mas em todo o campo por vezes os nossos jogadores grandes ficam muito afastados, cá atrás, e nos jogos internacionais todos os homens grandes atiram, por isso temos que nos espalhar um pouco mais no campo. Ofensivamente, não temos trabalhado muito na execução dos nossos ataques em meio campo, tal como fizemos com a defesa, razão pela qual nos próximos dias vamos realmente trabalhar os movimentos ofensivos em meio campo”, prometeu.Os Estados Unidos vão passar a semana a treinar em Madrid, antes de defrontarem a Lituânia e a Espanha, no próximo fim-de-semana. A equipa segue depois para a Grécia, na próxima semana.
Vitória ante a Letónia com Joana Canastra em foco
Defendendo como é seu timbre, com grande agressividade e sentido de entreajuda, as pupilas de Ana Neves ganharam os 3 primeiros parciais: 12-9, 11-9 e 10-4. Entrando para o último quarto com 11 pontos de vantagem (33-22), as nossas representantes souberam geri-la, aguentando a reacção das suas opositoras que não conseguiram melhor que a igualdade nos derradeiros 10 minutos (18-18). Na selecção lusa o grande destaque foi para Joana Canastra, MVP da partida, que fez um duplo-duplo:18 pontos, 4/6 nos duplos,1 triplo, 10 ressaltos sendo 6 ofensivos, duas assistências, 2 roubos,1 desarme de lançamento e 5 faltas provocadas, com 7/10 nos lances livres. Foi bem acompanhada pela base Inês Viana (6 pontos,1 triplo, 6 ressaltos, 4 assistências, 2 roubos e duas faltas provocadas), Letícia Fonseca (9 pontos, 3/6 nos triplos, 2 ressaltos defensivos, uma assistência, 2 roubos e 1 desarme de lançamento), Laura Ferreira (6 pontos, 2/2 nos duplos, 3 ressaltos sendo 2 ofensivos, 3 assistências,1 roubo e duas faltas provocadas), Nádia Fernandes (2 pontos, 7 ressaltos sendo 3 ofensivos e 3 assistências) e Raquel Jamanca (6 pontos, 6 ressaltos sendo 1 ofensivo, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 4 faltas provocadas).Em termos globais, Portugal foi bem mais eficaz nos lançamentos do perímetro (22% com 5 triplos convertidos em 23 tentados contra 0/6 das adversárias), além de ter sido mais colectivo (11-5 assistências) e de ter cometido menos erros (21-27 turnovers).Por seu turno, a Letónia ganhou as tabelas (41-50 ressaltos), tanto a defensiva (24-31) como a ofensiva (17-19). Nos restantes indicadores houve bastante equilíbrio: lançamentos duplos (31%-30%), roubos de bola (12-13) e lances livres (56%-48%). Na partida contra a Eslovénia, controlámos as operações até ao final do 3º período (39-41), com 26-30 favorável às nossas cores ao intervalo. Soçobrámos no último quarto (16-11 para as eslovenas), com a eficácia destas nos lançamentos de 2 pontos (53%-33%) e nos lances livres (77%-50%) a fazer a diferença. De nada valeu às portuguesas o facto de terem sido mais agressivas a defender (5-15 roubos), de terem cometido menos erros (25-14 turnovers) e de terem sido mais colectivas (8-13 assistências). Inês Viana foi a mais valiosa das lusas (12 pontos, 2 ressaltos sendo 1 ofensivo, 7 assistências, 8 roubos e 3 faltas prrovocadas com 4/6 nos lances livres), discutindo a atribuição do galardão de MVP do jogp com a eslovena Ziva Macura (ambas com 16,5 de valorização). Foi bem secundada pela triplista Mafalda Barros (14 pontos, 4/13 nos triplos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo e 5 roubos).Nas vencedoras um terceto em evidência: Ziva Makura, MVP do encontro (10 pontos, 9 ressaltos sendo 5 ofensivos, duas assistências, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas), Alina Gjerkes, melhor marcadora do jogo (18 pontos, 8/11 nos duplos, 2 roubos e duas faltas provocadas) e Anja Roznan (7 pontos, 1 triplo, 6 ressaltos e 1 roubo).Resultados do Grupo E:Bulgária 49-43 LetóniaEslovénia 55-52 PortugalDinamarca 48-66 HungriaPortugal 51-40 LetóniaDinamarca 73-78 Bulgária (após prolongamento)Hungria 79-36 Eslovénia Hungria (4 vitórias), Portugal, Bulgária e Eslovénia, os três com duas vitórias e duas derrotas, são os quatro primeiros classificados, seguidos da dupla Letónia e Dinamarca, ambos com uma vitória e 3 derrotas. O jogo Bulgária-Eslovénia decidirá a priori quem passa aos 8 primeiros. Portugal só depende de si, bastando-lhe vencer a Dinamarca (hoje às 18h45) para seguir em frente.
Seleccionador acredita que podemos ganhar este jogo
Sabemos que a Suécia lidera o Grupo A, com duas vitórias em outros tantos jogos e temos perfeito conhecimento do seu plantel, quais são os seus pontos fortes e eventualmente também os seus pontos fracos.
Damos o mote. Seria oiro sobre azul se saíssemos daqui com um triunfo, digo eu.Temos algumas hipóteses de discutir com a selecção sueca?Sereno, confiante e seguro nas suas convicções, o nosso interlocutor dá-nos a receita para se tentar meter uma lança… na Suécia:«É por um lado ter a consciência de que vamos jogar num campo difícil, contra um adversário poderoso, que é forte, mas com a confiança e a concentração de quem acredita que pode ganhar este jogo. Não é uma equipa inacessível. Nada disso.A Suécia é uma selecção muito física, que habitualmente entra forte, com bons ritmos e que vai tentar através da sua base, uma das gémeas Eldebrink, a Frida, comandar as tropas para ganhar. Nós estamos preparados para desmontar essa estratégia. Queremos controlar o ritmo do jogo, ao ponto de obrigar o nosso opositor a recorrer a jogadoras com menos tempo de utilização.A maneira de contrariar os ritmos altos é a consistência que a equipa pode apresentar. E isso também depende muito do envolvimento das jogadoras que saltam do banco e que poderão manter e acrescentar algo de positivo ao trabalho que está a ser feito pelas companheiras de equipa.».Mas a selecção anfitriã não é uma equipa vulgar. Tem experiência de Divisão A e na temporada transacta ganhou o nosso Grupo, tendo perdido frente à Holanda, no play-off, a possibilidade de acesso à élite europeia. Conta praticamente com as mesmas jogadoras, excepção feita à outra gémea Eldebrink (Ethel) que, depois de uma época pouco feliz em Espanha (alinhou pelo Riva, formação madrilena da 1ª Liga), não integra o lote das convocadas pelo treinador sueco. Outras pedras que não podemos menosprezar?«Embora saibamos a preponderância que a Frida Eldebrink tem na manobra da sua equipa, não podemos descurar jogadoras como a poste Louice Halvarsson (1,89m), excelente ressaltadora , a extremo Elisabeth Egnell (1,85m) e a atiradora Frida Aili, que no último jogo na Noruega, anteontem, repartiu os louros de melhor marcadora da Suécia, com a Frida Eldebrink, tendo cada uma anotado 16 pontos.», sintetizou Ricardo Vasconcelos
Hungria venceu mas teve que suar
A partida foi extremamente equilibrada até ao intervalo, como se infere dos parciais registados no 1º (16-17) e 2º período (12-16). As magiares que muito perto do intervalo venciam por 3 pontos apenas (28-31), conseguiram ampliar a vantagem para 5 a 12 segundos do descanso (28-33).No reatamento a selecção portuguesa não conseguiu evitar que as suas opositoras, conseguissem disparar no marcador, tendo -se atingido o final do 3º quarto (11-20), com o resultado em 39-53, favorável à Hungria, mercê de uma boa eficácia no tiro exterior.No derradeiro quarto (18-10), o sinal mais das húngaras prosseguiu nos primeiros ataques, ao ampliarem para 39-57, mas no minuto 32, Joana Canastra acertou o seu 2º triplo (42-57), após assistência de Mafalda Barros, ponto de partida para um período diabólico das nossas representantes, com um parcial de 16-0 em 4 minutos, em que se assistiu a uma série incrível de mais 3 triplos, por esta ordem: Mafalda Barros (45-57), ainda no minuto 32, com Joana Canastra a retribuir a assistência feita pela sua colega de equipa, Carolina Anacleto (48-57), volvido um minuto e a terminar, Letícia Fonseca (53-57), no minuto 35, com o passe decisivo a pertencer à base Inês Viana, hoje a mais valiosa das lusas. Raquel Jamanca ainda reduziu para 55-57, com 4.04 minutos para jogar, mas foi o canto do cisne, porque a formação magiar respondeu com um parcial de 0-5, um duplo no minuto 38 (55-59) e um triplo de Diána Mihaczi a fazer 55-62, matando as nossas aspirações.Destaque na selecção lusa para Inês Viana (10 pontos, 4 ressaltos, 7 assistências e 4 roubos), bem acompanhada por Raquel Jamanca, novamente em evidência na luta das tabelas (8 pontos, 8 ressaltos sendo 3 ofensivos, uma assistência e 2 desarmes de lançamento) e Nádia Fernandes (2 pontos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos e 3 roubos). Joana Canastra (10 pontos, 2/6 nos triplos, 2 ressaltos, duas assistências e 1 roubo) e Letícia Fonseca (6 pontos, 2/8 nos triplos, 2 ressaltos e uma assistência) salientaram-se mormente nas tarefas ofensivas, privilegiando o tiro exterior em que a nossa equipa converteu 6 triplos em 32 tentativas (19%) contra excelentes 57% das húngaras que só precisaram de 7 tentativas para acertar 4.Nas vencedoras a melhor foi a MVP do jogo, Regina Pap (17 pontos, 7 ressaltos e uma asistência), seguida de Amadea Szamosi (8 pontos, 11 ressaltos e uma assistência) e Fanni Szábo (13 pontos, 2/4 nos triplos, 4 ressaltos, 3 assistências e 5 roubos).Resultado final (Grupo A): Portugal 57-63 HungriaÀ hora a que estamos a terminar esta crónica, ainda não começou o Bulgária-Suiça. Quem vencer ficará apurado para o grupo dos 12 primeiros, onde já estão Hungria e Portugal, pelo Grupo A e Letónia e Dinamarca, pelo Grupo B. A Eslovénia deverá ser também qualificado, se vencer o Luxemburgo, como é expectável. Amanhã é o 1º dia de descanso da competição.
Portugal não se deixou surpreender pela Suiça
As comandadas de Ana Neves, avisadas de que não deviam facilitar, mostraram-se desde logo decididas a não conceder quaisquer chances às suas adversárias, ganhando o quarto inicial por 10 pontos (19-9). No 2º período (16-12), o sinal mais continuou a ser da turma das quinas que foi para o descanso com 14 pontos à maior (35-21).Fazendo da defesa pressionante a sua arma preferida, as jogadoras portuguesas obrigaram as helvéticas a cometerem numerosos erros (35 turnovers), fruto dos roubos de bola conseguidos (22-9). Na tabela ofensiva, as lusas ditavam leis, ao ganharem 29 ressaltos, mais 9 que na tabela defensiva (20), o que lhes permitia terem mais posses de bola, compensando de algum modo a fraca percentagem dos lançamentos de 2 pontos (32%-41%) e também nos tiros exteriores (13% com 3 triplos convertidos em 24 tentados), o que não causava grande mossa porque a Suiça arriscava pouco e mal nos lançamentos do perímetro (0/4). Na etapa complementar a equipa das quinas teve sempre o controlo das operações, ainda que a seleccionadora nacional não tenha abdicado de utilizar todo o seu plantel, ganhando também o 3º (11-6) e 4º períodos (8-7).A jogadora portuguesa mais valiosa e melhor marcadora da equipa (em 13 minutos de utilização) foi Mafalda Barros (10 pontos, 2/10 nos triplos, 5 ressaltos sendo 3 ofensivos, 5 roubos e uma falta provocada com 2/2 nos lances livres), com o senão de ter revelado fraca eficácia no tiro exterior.Foi bem acompanhada pela nossa melhor ressaltadora, Raquel Jamanca (5 pontos, 10 ressaltos sendo 6 ofensivos, uma assistência, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas), também com uma percentagem fraquinha na área pintada (2/13 nos duplos), Joséphine Filipe (8 pontos, 3 ressaltos ofensivos,1 roubo e uma falta provocada, com 2/2 nos lances livres), em 14 minutos jogados, Nádia Fernandes (9 pontos, 4/7 nos duplos, 3 ressaltos sendo 2 ofensivos e uma falta provocada, com 1/1 da linha de lance livre), Letícia Fonseca (7 pontos, 4 ressaltos e 4 roubos) e Inês Viana (5 assistências, 3 ressaltos e 3 roubos), que voltou a ser penalizada em termos de valorização pela fraca percentagem nos duplos e pelos turnovers cometidos (5). A MVP da partida foi a suiça Melanie Roth (10 pontos, 5 ressaltos, 3 roubos, 1 desarme de lançamento e uma falta provocada, com 2/2 nos lances livres).Resultados do Grupo A (2ª jornada):Portugal 54-34 SuiçaHungria 76-56 BulgáriaCalendário para hoje (3ª e última jornada da 1ª fase):Portugal-Hungria (16h30)Suiça-Bulgária (21h00)Amanhã a competição tem o seu 1º dia de descanso. Independentemente do resultado desta tarde, frente à selecção magiar, Portugal já está apurado para o grupo dos 12 primeiros, com os 3 apurados do Grupo A a juntarem-se aos qualificados do Grupo B.
Atitude defensiva foi a chave do êxito
Frente à Bulgária, o seu primeiro adversário no Grupo A, as pupilas de Ana Neves não se intimidaram e apostando numa atitude defensiva muito forte, obrigaram a que as suas opositoras cometessem muitos erros (35 turnovers contra 21 das nossas representantes), fruto de inúmeros roubos de bola conseguidos (24 contra apenas 9 das búlgaras).
Depois de uns 10 minutos iniciais sob o signo do equilíbrio (10-8 para a Bulgária), o seleccionado luso assumiu a liderança no 2º período (11-22) mercê da supremacia nas tabelas (45-51 ressaltos), nomeadamente na tabela ofensiva (9-25), o que lhe concedeu maior número de posses de bola. O intervalo chegou com Portugal no comando (21-30).A vantagem conseguida na 1ª metade foi gerida da melhor maneira na etapa complementar, com a equipa portuguesa a vencer o 3º quarto (13-17), para no último parcial (14-14) equilibrar as operações, sem se desunir, acabando por triunfar com justiça (48-61).Destaque na selecção portuguesa para Raquel Jamanca (5 pontos,10 ressaltos sendo metade ofensivos, uma assistência, 3 roubos e 1 desarme de lançamento), Carolina Anacleto (6 pontos, 7 ressaltos, duas assistências, 5 roubos e 1 desarme de lançamento), Inês Viana (12 pontos, 7 ressaltos sendo 3 ofensivos, uma assistência, 6 roubos e 6 faltas provocadas, com 8/11 nos lances livres, com o senão de ter feito 7 turnovers) e Mafalda Barros (14 pontos, 4/9 nos triplos, uma assistência e 1 roubo). Na equipa búlgara, a melhor foi Radostina Dimitrova, MVP do jogo, com 12 pontos, 4/5 nos duplos, 1/2 nos triplos, 9 ressaltos, duas assistências, 3 roubos e 1 desarme de lançamento.Resultados do Grupo A (1ª jornada): Suiça 44-84 HungriaBulgária 48-61 PortugalCalendário para hoje (13/08):Portugal-Suiça (14h15)Hungria-Bulgária (16h30)
Israel não foi adversário fácil
As israelitas não foram um adversário fácil, obrigando o seleccionado luso a usar todos os seus argumentos, depois de uma entrada desconcentrada.
À entrada do 2º minuto já Israel vencia por 0-7, perante a atitude passiva e pouco empenhada da equipa das quinas. A seleccionadora nacional teve que parar o jogo e por momentos pairou a sensação que as nossas representantes tinham finalmente acordado, ao reduzirem para 8-9, no minuto 5. Foi sol de pouca dura porque o sinal mais continuou a ser da selecção israelita, mais rápida a executar, lançando com boas percentagens, chegando ao final do 1º período no comando por 9 pontos (15-24). Acertando o tiro exterior (3 triplos) no 2º quarto (22-12) e defendendo com mais atenção, as pupilas de Kostourkova passaram para a frente no minuto 18 (32-30), indo para o descanso na liderança (37-36). No reatamento Portugal entrou melhor, mais concentrado e o resultado foi visível. Em 3 minutos um parcial de 8-0 dava uma vantagem de 9 pontos (45-36), mas nova reacção israelita encostava o resultado (52-48), no final do 3º período (15-12), com a base Yael Shafir; MVP da partida, a partir a defesa lusa sem apelo nem agravo. No início do derradeiro quarto Israel ainda reduziu para 52-50, mas Daniela Domingues, ontem a nossa jogadora mais valiosa, assumiu as despesas e foi preponderante em termos ofensivos ao marcar neste último período 11 pontos, sendo 2 duplos e depois 2 triplos consecutivos (63-55 e 66-55), ambos no minuto 37. Filipa Bernardeco também acertou o seu único triplo da tarde, depois de o treinador israelita ter parado o cronómetro, aumentando para 69-53 (minuto 38). O impensável viria a acontecer, porque Israel não desistiu de lutar e encurtou o prejuízo, primeiro para metade (73-65) e depois para 5 pontos apenas (76-71), com 23 segundos para jogar. Foi da linha de lance livre que Luzia Lampreia (77-71) e Daniela Domingues (78-71) selaram o resultado final.Destaque na selecção portuguesa para Daniela Domingues (18 pontos, 78% nos lançamentos de campo com 4/6 nos duplos e 3/3 nos triplos, 5 ressaltos sendo 3 ofensivos, uma assistência, 3 roubos e uma falta provocada, com o senão de ter feito 6 turnovers, quase metade dos que a equipa fez), Luzia Lampreia (16 pontos, 5/9 nos duplos,1 triplo,1 ressalto ofensivo, 3 assistências, 2 roubos e 6 faltas provocadas), Maria João Andrade (14 pontos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos e 5 faltas provocadas, com 8/12 nos lances livres) e Filipa Bernardeco (7 pontos,1 triplo, 5 ressaltos defensivos, duas assistências, 2 roubos e duas faltas provocadas). Na equipa de Israel, a melhor foi como já referimos a base Yael Shafir (17 pontos, 8/13 nos duplos, 7 ressaltos sendo 3 ofensivos, 7 assistências, 3 roubos e 5 faltas provocadas), bem acompanhada por Keren Mozes (18 pontos, 3/4 nos duplos, 4/7 nos triplos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos e 2 roubos). Portugal acabou por ganhar o jogo porque provocou mais faltas (22 contra 12), dispondo de 36 lances livres (22 convertidos) contra apenas 12 (7 convertidos) e cometeu menos erros (14-19 turnovers). Porque nos restantes indicadores, ou as coisas estiveram equilibradas, caso da luta nas tabelas (28 ressaltos para cada lado), assistências (11-13) e roubos (9-8), ou a superioridade foi de Israel, nomeadamente em termos de eficácia nos duplos (50%-59%) e nos triplos (43%-50%), com ambas as equipas a converterem 6 triplos cada.Últimos resultados:17º/18º Luxemburgo 50-34 Escócia16º/15º Bósnia e Herzegovina 68-75 Bulgária13º/14º Suiça 36-38 Estónia11º/12º Portugal 78-71 Israel 9º/10º Alemanha 69-55 Montenegro 7º/8º Finlândia 62-53 Inglaterra 5º/6º Croácia 78-48 Dinamarca 3º/4º Grécia 52-48 Bielorússia 1º/2º Holanda 61-63 RoméniaNuma final emocionante, com o cesto da vitória a ser obtido numa arrancada de raiva de Bigica, em cima da buzina, a Roménia sagrou-se campeã europeia, garantindo a subida à Divisão A, tal como a Holanda, finalista vencido, que emprestou enorme brilho ao jogo que decidiu o título.
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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
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