Artigos da Federaçãooo

Webinar da ANJB regressa a 1 de março

Decorre a 1 de março, segunda-feira, entre as 21h e as 22h30, na plataforma Zoom, mais um Webinar da Associação Nacional de Juízes de Basquetebol (ANJB). “Top 8!” é o nome da formação, com “8 tópicos essenciais para fazer a diferença”, e tem como formador Rui Valente, ex-árbitro internacional e instrutor/comissário da FIBA.

As inscrições são limitadas e estão abertas até 28 de fevereiro em direccao@anjb.pt.

Na imagem que surge abaixo podem consultar toda a informação.


Paulo Marques nos playoffs da Liga dos Campeões

O árbitro internacional Paulo Marques, do CA Porto , foi nomeado para o duelo entre os checos do ERA Nymburk e os alemães do Brose Bamberg, a contar para os playoffs da Liga dos Campeões.

Este jogo, a contar para a jornada inaugural do grupo L, vai decorrer a 2 de março, na República Checa.


FPB e ANJB assinam protocolo para 2021

Após diversas sessões de trabalho conjunto, nas quais intervieram os respetivos presidentes e representantes da Direção da Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB), do Conselho de Arbitragem e da Associação Nacional de Juízes de Basquetebol (ANJB), procedeu-se à assinatura formal de um protocolo para 2021.

Neste documento ficam reguladas áreas relevantes da relação entre a FPB e a ANJB, nomeadamente no âmbito da formação e da valorização dos juízes, da promoção do basquetebol, dos seguros de acidentes pessoais, da colaboração técnica, da publicidade nos equipamentos dos juízes, do fornecimento desses equipamentos e da participação em competições e torneios das seleções nacionais.

Salienta-se o espírito de entendimento e de colaboração que esteve sempre presente no decorrer do processo de revisão do anterior protocolo, afigurando-se como um passo importante no caminho do desenvolvimento da arbitragem nacional.


Jorge Marqués: “A hospitalidade que tenho de Portugal é maravilhosa”

Em 1990, “enganado” por um amigo e sem qualquer preparação prévia, Jorge González Marqués viu-se a apitar uma Copa Galicia de basquetebol em cadeira de rodas. A dureza do jogo e o tratamento agreste dos atletas, submersos à data num grande amadorismo, não o afugentaram, benevolência prontamente aproveitada pela federação para uma futura contratação “vitalícia”.

Ao longo de 31 anos, o juiz internacional desde 2008, natural de Lima, Perú, soma quase uma dezena de finais da Copa do Rei e División de Honor, escalão cimeiro em Espanha, mas Portugal está igualmente inscrito no seu currículo distinto. Aliás, Jorge foi obreiro de uma façanha difícil de repetir: arbitrou, por duas épocas consecutivas, as finais da Copa do Rei e liga, em Espanha, e do campeonato, Taça, bem como a Supertaça, em Portugal.

Desvendamos o percurso de um nome consensual da arbitragem à escala ibérica, entre atletas, técnicos e colegas, que reserva ainda tempo para se notabilizar na fotografia, de tal modo que desempenhou a função de oficial do Obradoiro CAB, da liga ACB.

 

Qual a primeira ligação ao desporto e à arbitragem (basquetebol convencional e BCR)?

Quando tinha 18 anos, um colega do meu irmão, árbitro de basquetebol, pediu-me boleia. Pensei que era para ir a um hospital em Vigo, mas fomos a um jogo numa escola em frente. Fiquei como oficial de mesa. Gostava muito de basquetebol, da NBA dos anos 80 e da liga espanhola, mas não tinha conhecimento real nenhum. Enquanto árbitro, na minha estreia, mandei calar o treinador de uma das equipas, porque pensei que não sabia as regras. Quando houve um desconto de tempo, um dos árbitros chegou à minha beira, disse-me “Olha, ele é árbitro, professor nesta escola e o responsável da arbitragem escolar em Vigo”. Assim foi o meu primeiro jogo.

Em 1990, jogou-se uma Copa Galicia de BCR, e um colega árbitro ligou-me para que levasse roupa de arbitragem para ajudar como oficial de mesa. Fui, era mentira, queria mesmo que apitasse o jogo. Na época seguinte, nomearam-me para um jogo. A arbitragem era complicada, os jogadores estavam sempre a protestar e ninguém queria apitar. Foi divertido para mim, um espetáculo. Ao chegar à federação, perguntaram-me como correu e eu disse “bem”. Quiseram dar-me logo todos os jogos.

Mais tarde, em 1999, ao assistir a uma Copa do Rei, havia um curso no qual me inscrevi, mas quando cheguei lá, o responsável, Julian Rebollo, pediu-me para apitar, porque andavam a falar muito de mim. Apitei com duas pessoas que não conhecia, Juan Manuel Uruñuela e Clara Baquero [consagrados árbitros espanhóis]. Depois, foi sempre a evoluir. O jogo era espetacular, com uma dinâmica distinta; a evolução do BCR dos anos 90 para agora é incrível, sobretudo pelo avanço das cadeiras. Houve muito mais evolução no BCR do que no basquetebol a pé.

 

Como surgiu a ligação a Portugal?

O ano-chave foi 2012. Aconteceram duas coisas. Tive o meu “Refresher Clinic” [para a renovação da licença internacional] em Sevilha e partilhei quarto com o Gustavo Costa [árbitro português]. Antes, já tinha uma boa relação com o Ricardo Vieira [atual técnico da APD Braga, selecionador nacional sub22, treinador adjunto da seleção A, ex-árbitro internacional], que me contactou uma semana depois disso por causa do I Torneio Ibérico de BCR. Pretendia convidar as equipas de Vigo e Ferrol. Foram minutos para convencer as duas equipas e o Ricardo pediu-me para eu apitar. Gostei muito da receção e do trato de todas as pessoas envolvidas.

Nessa época, a APD Braga ganhou o campeonato pela primeira vez. Continuou a relação com eles, com o José Cardoso, que também era árbitro internacional, e conheci ali o João Correia. Falei muito com ele e conheci o Augusto Pinto [atual presidente do Comité Nacional de BCR], excelente pessoa. Meio a brincar, meio a sério, disse que não tinha problema de vir apitar aqui. Para mim, é uma experiência fantástica, estou muito agradecido pela oportunidade. Sinto que estou a colaborar e a ajudar.

 

O que opinas do nível da arbitragem portuguesa?

Todos os dias falo com o Gustavo. O grupo da arbitragem de BCR de Portugal é ativo como nunca vi na minha vida, nem em Espanha se trabalha tanto. O esforço é incrível, necessário, porque se partiu do zero há duas épocas, quando se fez um Clinic em Aveiro e entraram muitos árbitros, sem experiência. Outros tinham, mas a formação era praticamente inexistente em vários aspetos. Há “ganas”, muito que trabalhar, mas o interesse é espetacular. Daí que o contacto com o Gustavo e o José Cardoso seja contínuo.

 

Quais são os pontos altos na tua carreira?

Com carinho, lembras-te sempre do primeiro jogo de basquetebol, que também apitei “enganado”. De BCR, lembro-me de um jogo espetacular, no qual o Amfiv subiu à máxima categoria, em Vigo, contra o Ademi de Canárias. O pavilhão estava cheio, nunca tive um ambiente de nervosismo assim, porque se jogava a subida. Depois, a primeira Copa do Rei; ou quando me tornei internacional, em Gent, na Bélgica. Havia dois jogadores portugueses a jogar no Silversport Gent, porque um falou em português comigo, disse-me algo mau referente à minha mãe. Não sabia que eu era espanhol.

Em termos de importância, a primeira Copa do Rei, o Europeu Sub22 em Lignano, em 2017. Levo umas 20 ou mais Taças do Rei e Ligas; finais são oito ou nove. Tirando a época passada, interrompida pela pandemia, nas quatro últimas que se jogaram em formato Final Four, fui o único árbitro de Espanha que esteve em todas. Houve ainda duas épocas importantes para mim, por um detalhe que me faz sentir orgulhoso. Por dois anos seguidos, fui o árbitro principal da Final Four e Copa do Rei, em Espanha, e da Liga, Taça e Supertaça de Portugal.

 

Qual o objetivo que persegues na tua carreira?

Já há algum tempo que estou focado em ajudar a formar mais árbitros. Em Espanha, perguntam-me muito se tenho hipótese de ir aos Jogos Paralímpicos ou a algum Mundial. Eu digo que não. Para mim, o melhor árbitro da história, atualmente do mundo, é o Juan Manuel Uruñuela, espanhol. Quando há Jogos ou Mundiais, vai um árbitro, dois no máximo, por país. Nunca seria justo para as equipas que não fosse o melhor possível.

Não preciso de um jogo ou torneio específico. Estou muito satisfeito em conseguir ajudar uma rapariga de Vigo em ser internacional, Patricia. Na época anterior, em Lignano, curiosamente, outra rapariga espanhola, Laura, conseguimos que se tornasse também. Agora, estou focado em tratar de devolver tudo o que recebi, em dar. A hospitalidade que tenho de Portugal é maravilhosa.

 

 


Plano de atividades e orçamento aprovados por unanimidade – mensagem do presidente da FPB

Decorreu esta terça-feira, por videoconferência, a Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB), para deliberar sobre o plano de atividades e o orçamento para 2021, que foram aprovados por unanimidade.

De destacar, desde já, o clima de grande elevação que imperou durante toda a Assembleia Geral, em todas as intervenções.

O presidente da FPB, Manuel Fernandes, a propósito desta Assembleia Geral, transmite a seguinte mensagem:

“O basquetebol português soube corresponder a este assustador desafio, adaptando-se, agindo e combatendo as adversidades. Estamos agora preparados para enfrentar novos desafios, por mais complicados que sejam. É um plano ambicioso, assente no rigor, na transparência, que congrega três objetivos que queremos destacar.

Em primeiro lugar, apoiar aqueles que foram mais atingidos pela pandemia. Refiro-me aos clubes que perderam atletas, que perderam receitas e que aumentaram as despesas, derivadas desta crise epidémica.

Associada a esta prioridade, queremos enfatizar uma outra originada pela crise sanitária, onde se constata, que o abandono da prática recai nas crianças e nos mais jovens. Num ano sem treinos e sem competições, irão certamente ocupar os seus tempos livres com outras atividades, possivelmente menos salutares. É, portanto, imperioso combater essa tendência, incentivando e mobilizando para que continuem a prática do basquetebol. A este propósito queremos destacar o papel fulcral na tentativa de fidelização dos jovens atletas, por parte dos treinadores e dirigentes em todo este processo. Os dirigentes dos clubes, na sua maioria, estão a fazer um trabalho fantástico para minimizar os impactos. Os treinadores tiveram que apelar a toda a sua imaginação criativa, para encontrar as soluções que se ajustem às restrições físicas impostas pela orientação 36 da DGS, de modo a que o treino não caia numa rotina monótona, para que não haja desmobilização e desinteresse por parte dos jovens atletas.

A terceira prioridade que queremos destacar refere-se à continuidade da construção dos alicerces do projeto profissional devidamente sustentado. A aposta neste pilar estratégico radica na exigência da modernização e valorização das nossas estruturas que conduzam à sustentabilidade dos clubes, Associações e Federação. Trata-se de prosseguir o esforço de investimento na formação dos diversos agentes da modalidade no pressuposto de que treinadores, juízes, dirigentes e outros especialistas mais qualificados corresponderão a um basquetebol de maior qualidade.

É por isso que iremos lançar, ainda em 2021, o projeto de certificação de clubes através do qual visamos direcionar a sua organização para uma futura gestão moderna eficaz, que culminará com a certificação de acordo com o conjunto de requisitos que consigam preencher nos diferentes vetores do desenvolvimento.

Sabemos que o desafio é enorme, os próximos tempos são difíceis, exigentes para os agentes da modalidade, para os clubes, para as associações, e para a Federação, mas acreditamos que depois da tempestade virá, gradualmente, o alívio e a tranquilidade.

A vacina já é um sinal muito encorajador que nos possibilita ambicionar para o início da primavera, um conjunto de atividades com menos condicionalismos, e estamos francamente otimistas de que a partir de setembro, no início da próxima época, as competições possam decorrer com normalidade.

Nós vamos ser capazes, porque para além de estarmos conscientes das dificuldades, temos sinais claros que nos dão confiança, e de que toda a comunidade do basquetebol será uma enorme e coesa equipa, pronta para se superar.

Neste tempo adverso, é muito honroso e gratificante ter esta responsabilidade, este trabalho que abraçamos com o compromisso e com a aspiração de o fazermos com competência, de modo a construir um futuro melhor, mais sustentado para o basquetebol português.”


FPB de luto pela morte de Sofia Rodrigues

A FPB está de luto pela morte de Sofia Rodrigues, oficial de mesa da AB Porto, que nos deixou. O velório será esta segunda-feira das 11h00 até às 23h00 e o funeral será terça-feira, às 10h30 da manhã, na igreja do Bonfim, no Porto. Será feito um minuto de silêncio antes de todos os jogos desta tarde de domingo.

À família enlutada e aos amigos mais próximos, a FPB envia sentidas condolências.


Webinar ANJB: Passos

Decorre no dia 28 de dezembro, entre as 21h e as 22h30, um Webinar da ANJB (Associação Nacional de Juízes de Basquetebol), com Sérgio Silva, árbitro internacional, a dar uma formação intitulada “Passos”.

Toda a informação encontra-se abaixo.


Quarta e última sessão Clinic Webinar Jr. NBA

A quarta e última sessão do Clinic Webinar Jr. NBA está aí à porta. Agendada para as 21h do próximo dia 4 de novembro, com presença da árbitra Sónia Teixeira, as incrições para a última sessão do Clinic Webinar Jr. NBA terminam esta sexta-feira, dia 30 de outubro.

Os Clinic Webinar com a chancela Jr. NBA estão abertos a todos os professores responsáveis das equipas das ligas da Jr. NBA Portugal, mas também a treinadores e árbitros que se demonstrem interessados a asssitir ao Clinic. O Clinic Webinar têm a capacidade para 500 participantes, que terão de ter todas as câmaras e microfones desligados, podendo fazer perguntas por escrito através do chat ou da sessão de esclarecimentos final.

Tens até 30 de outubro, sexta-feira, para te inscreveres na sessão de “Arbitragem na Formação”, através da plataforma ZOOM, recorrendo ao seguinte link.

A confirmação da inscrição na sessão e envio do respetivo link de acesso será feito após validação da FPB. O Clinic Webinar têm a capacidade para 500 participantes. Todas as câmaras e microfones dos participantes serão desligados pelo anfitrião e os participantes poderão fazer as perguntas e questões por escrito através do chat ou Q&A.

A todos aqueles creditados com Título Profissional de Treinador de Desporto (TPTD), serão atribuídos os respectivos créditos pela ENB/IPDJ com 1,6 UC no conjunto deste Clinic Webinar Jr. NBA Portugal/ENB.

Podem consultar as outras sessões aqui:

1ª Sessão
2ª Sessão
3 ª Sessão


Participação gratuita dos juízes em jogos de treino

A FPB e a ANJB (Associação Nacional de Juízes de Basquetebol) reuniram-se esta terça-feira, com várias medidas de solidariedade a serem discutidas, numa altura particularmente difícil para os clubes, em termos financeiros.

Uma das propostas da ANJB, prontamente aceite pela FPB, passa pela participação gratuita dos árbitros em jogos de treino, até ao arranque dos campeonatos de seniores desta temporada. Esta medida inclui todos os escalões competitivos.

 

https://www.facebook.com/anjb.pt/posts/4019159271445948


Reunião entre FPB e ANJB

A Federação Portuguesa de Basquetebol (FPB)– representada pelo Presidente, Manuel Fernandes, Vice-Presidente Rui Frade, Presidente do Conselho de Arbitragem (CA), António Coelho, Vogais do CA, Manuel Mendes e José Cardoso, Diretor Técnico Nacional, Nuno Manaia, Secretário Geral, João Carvalho, Director da ENB, Jorge Fernandes, e Assessora da Direção, Helena Oliveira – reuniu na passada segunda-feira à noite, por videoconferência, com a Associação Nacional de Juízes de Basquetebol (ANJB) – representada pelo seu Presidente, Rui Vieira, Vice-Presidente Nelson Guimarães, Secretário José Gouveia e Vogal Pedro Maia.

A reunião centrou-se na análise dos vários termos do Protocolo que rege as relações entre as duas entidades, e que não sofria alteração desde 2007, não obstante terem, ao longo dos anos, sido estabelecidos acordos relativos a pontos específicos do mesmo, de que foi exemplo o estabelecimento de um acordo referente às Tabelas da Arbitragem celebrado em 2019, para o triénio 2019/2022, ou o atual patrocínio da Goldcar à arbitragem. Foi lançada a proposta de realização de um evento anual, designado Dia do Juiz, momento agregador do reconhecimento do papel dos juízes de basquetebol. Não tendo sido finalizados os termos desse Protocolo, houve uma aproximação ao texto final e o compromisso de continuar o diálogo neste, como noutros temas.

Abordada também a importância de todos os agentes da modalidade manterem um enorme sentido de responsabilidade individual, no que se refere ao cumprimento das regras de prevenção da COVID-19, porque todos queremos ser um exemplo e todos queremos manter as condições para a prática da modalidade.

A FPB reafirmou a importância da ANJB enquanto sua parceira, na valorização e fidelização dos juízes, e no encontrar em conjunto as melhores soluções para a arbitragem e, como tal, para a modalidade.


Sónia Teixeira no papel de “Tutor Referee”

Sónia Teixeira, árbitra internacional portuguesa, assumiu papel de destaque nos últimos meses enquanto “Tutor Referee” da FIBA, num convite que partiu da entidade que gere o basquetebol mundial e que consiste em dar formação a outros juízes.

A juíza de 43 anos não esconde a satisfação por esta oportunidade: “A experiência foi muito boa, toda a equipa que esteve dedicada a este projeto (duas instrutoras e cinco árbitras) teve um feedback muito positivo por parte dos responsáveis da FIBA e das árbitras e comissárias internacionais que assistiram às formações. Foi algo marcante por três ordens de razão: pelo facto do convite ter sido endereçado pela FIBA; por poder fazer algo de que gosto muito – dar formação – a um nível bastante superior, o que me obrigou a sair da zona de conforto; e porque foi um momento de grande aprendizagem também para mim, pois aprende-se ainda melhor quando se tem a responsabilidade de ensinar”, afirma.

Sónia Teixeira explica, mais concretamente, as suas funções: “Preparei e realizei os webinars em coordenação com as instrutoras, com base no material técnico da FIBA (apresentações powerpoint e vídeos). Para cada apresentação tive que estudar os conteúdos e prepará-las individualmente. Depois, tinha uma simulação da apresentação, em conjunto com o staff FIBA dedicado ao projeto, onde eram afinados todos os detalhes. Por último, tinha uma sessão de treino com a instrutora, para ultimarmos pormenores da nossa articulação”, descreve.

É inevitável fugir ao atual contexto pandémico, e por isso Sónia Teixeira projeta a temporada 2020/21: “Estou em crer que será uma época mais desafiante e complexa. E o desafio maior será o de remarmos todos no mesmo sentido, para que consigamos ter de volta o nosso basquetebol com todas as condições de segurança, de modo a que não haja retrocessos na situação. É demasiado importante, para a vida de demasiadas pessoas, para que nos possamos dar ao luxo de falhar ou de remarmos em sentidos distintos. É muito importante que nos mantenhamos positivos e otimistas, procurando influenciar positivamente as coisas que podemos controlar. Não adianta estarmos ansiosos ou pessimistas a pensar em tudo o que pode correr mal, a menos que seja para anteciparmos problemas e encontrarmos soluções. Da minha parte, mantenho-me positiva, otimista e com confiança em todos os responsáveis da modalidade, e é com este pensamento que estou a preparar-me para a nova época”, vinca.

São várias as jovens árbitras portuguesas que vão surgindo no panorama da modalidade. Sónia Teixeira, categorizada juíza europeia, deixa-lhes conselhos: “A lei natural da vida é que as gerações futuras venham a ser melhores do que as anteriores. Há uma evolução natural, que resulta de conhecimentos adquiridos, novos métodos que se desenvolvem, novas formas de trabalhar mais eficazes, mais tecnologia dedicada ao aperfeiçoamento da tarefa. Estou em crer que se irá verificar essa evolução natural e desejo que as jovens árbitras nacionais cheguem longe e tenham sucesso. É preciso, no entanto, estar ciente de que, sem trabalho, não se chega a lado nenhum. É muito importante o potencial, sem dúvida, mas há tantas pessoas com potencial que não chegam longe porque não se dedicaram o suficiente… Claro que por vezes é preciso aquela pontinha de sorte, mas sem trabalho… pode-se lá chegar, mas depois não se consegue manter. Para finalizar, um desejo e uma mensagem também para o futuro dessas jovens árbitras: que, num futuro breve, não estejamos a falar de árbitras mulheres ou árbitros homens, e que isso seja indiferente às pessoas quando vêem o/a árbitro/a entrar em campo. O que importa é a competência e a qualidade, não é o género. Que sejam estas jovens árbitras as principais transmissoras desta mensagem, através do seu exemplo e atitude”, finaliza.

O convite dirigido a Sónia Teixeira merece elogios de António José Coelho, presidente do Conselho de Arbitragem: “O convite dirigido à Sónia para “Tutor Referee” é uma mais-valia para a arbitragem portuguesa, em particular, e uma forma de mostrar a outros países europeus a qualidade e forma do trabalho que se desenvolve no nosso país e na nossa Federação. O trabalho que a Sónia tem desenvolvido, tanto a nível nacional, como por exemplo na Jr. NBA e formações específicas em pontos altos e do quadro dos Potenciais Talentos, assim como ao nível internacional, em que é preletora convidada em campos de arbitragem e em formações por videoconferência da FIBA, tem contribuído para o desenvolvimento da arbitragem em Portugal e na Europa. Ainda recentemente estivemos presentes num curso de instrutores, organizado pela Federação Internacional, e ela foi considerada uma das melhores participantes, tanto nos aspetos teóricos, como nos práticos. A Sónia recebeu um convite direto da FIBA para estar presente nessa formação, face à qualidade que já reconhecem nas suas intervenções, o que contribui para a valorização e conhecimento da arbitragem que se pratica em Portugal, que na minha opinião está ao nível dos melhores campeonatos da Europa”, enaltece.

Também António José Coelho aborda o futuro, e analisa a chamada de algumas jovens juízas para Webinars da FIBA: “É um incentivo e vem dar razão ao Conselho de Arbitragem e à política desportiva da Federação, sobre a aposta que desde há dois anos a esta parte se tem desenvolvido na arbitragem feminina em Portugal. Não são todos os países que conseguem colocar cinco árbitras nacionais nas formações internacionais. Tivemos uma visão estratégica quanto ao futuro, pois agora a própria Federação Internacional revelou uma estratégia idêntica ao programa que este CA apresentou nas eleições de 2018. Vamos continuar a desenvolver e a dinamizar este setor, assim como a proporcionar oportunidades e, a tentar chamar para a arbitragem, mais jovens através dos programas de formação e das Festas do Basquetebol, que espero que no próximo ano possam voltar em grande força. É uma porta com grandes janelas, que temos de voltar a abrir, para todos os jovens praticantes, em geral, e para os jovens árbitros, em particular”, enfatiza.

 

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“Apita tu também!”

O “Apita tu também!” está de regresso com novos lances de arbitragem para analisares. 

Situação 1: Numa penetração para o cesto existe um contacto entre o jogador #21 verde e o jogador #44 branco. Esta ação é?
Resposta: Falta defensiva em ato de lançamento. O jogador #21 verde efetua um contato ilegal com o jogador #44 branco depois de este ter terminado o drible e ter iniciado o seu movimento contínuo que é parte do ato de lançamento.

Situação 2: O jogador #50 azul tenta contestar o lançamento exterior do jogador #4 vermelho. É uma situação de:
Resposta: Falta defensiva do jogador Nº50 azul em ato de lançamento. O jogador #4 vermelho regressa ao solo e contacta o pé do jogador #50 azul. Tem que se permitir ao lançador regressar ao solo sem ser contactado, ou seja, ter espaço para cair. É uma situação de falta defensiva em ato de lançamento.

Situação 3: O jogador #1 azul está a driblar e efetua uma penetração em drible em direção ao cesto quando existe contacto entre ele e o jogador #6 cinzento. Esta ação é:
Resposta: Falta defensiva antes do início do ato de lançamento. Quando o contacto ilegal ocorre, o jogador #1 azul ainda não tem a bola agarrada a uma ou ambas as mãos. Sendo assim não se encontra ainda no seu ato de lançamento.

 

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Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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