Artigos da Federaçãooo

Eleição dos corpos gerentes

Na sequência da deliberação da Assembleia Geral Extraordinária de 31 de Outubro de 2009, vem a presente Comissão Eleitoral da ANJB – Associação Nacional de Juízes de Basquetebol, no âmbito dos plenos poderes ali conferidos, reiterar a convocatória para a Assembleia Eleitoral, a realizar no próximo dia 5 de Fevereiro de 2010 pelas 21h00 na sede da SIR “Os Pimpões”, sita na Rua Fernando Correia, 2500-810 Caldas da Rainha, com vista a levar a cabo o acto eleitoral conducente à eleição dos Corpos Gerentes da ANJB para o quadriénio 2010/2013


Convocatória

Foi hoje publicitada a convocatória para as eleições para os Delegados à Assembleia Geral da FPB. Pode encontra-la na zona “Eleição de Delegados” que criámos para o efeito, no cabeçalho do portal, junto dos comunicados.


II Curso de Juízes Estagiários – 2009/2010

Desta feita, o mesmo realizar-se-á na cidade do Porto, nas instalações da ESClara Resende, nos dias 12, 13, 14, 19, 20 e 21 de Fevereiro de 2010.Apelamos ao contributo de todos os agentes da modalidade, particularmente aos filiados nesta Associação, no sentido de colaborar, identificando e indicando potenciais candidatos a exercer as funções de Árbitro e/ou Oficial de Mesa. Para se inscreverem, os candidatos poderão fazer o download da respectiva ficha de inscrição, aqui no site oficial da AB PORTO, e enviá-la devidamente preenchida, anexando:- cópia do Nº Ident. Fiscal;- cópia do BI;- 2 fotos tipo passe;Para mais informações, pf contacte os serviços administrativos da AB PORTO (EXmª. Srª. Sofia Rodrigues) Telf.: 22 605 29 80; Telm.: 919 35 42 62Não deixe de consultar os Comunicados Oficiais ABP. – 2010-01-12


Fernando Rocha responde

Na rubrica “O especialista explica”, e na sequência do artigo aqui publicado pelo árbitro Fernando Rocha, o categorizado juiz disponibilizou-se para responder a algumas questões levantadas pelos nossos leitores. Lembramos que neste espaço treinadores, jogadores ou árbitros responderão às perguntas mais pertinentes sobre o jogo, que podem ser colocadas nos comentários às nossas notícias. Se ainda não leu o artigo de Fernando Rocha, saiba que pode fazê-lo em “arquivo de notícias”, aqui no nosso site… António – 08/01/2010 21:56 O problema é o exemplo 2. Permite-se muito mais do que “um contacto normal” e muitas das vezes o driblador acaba por pisar a linha lateral e marcam fora… R: Mesmo que o contacto seja normal, se por esse facto o driblador pisa a linha, há então vantagem de quem prevarica, logo o contacto deve ser assinalado como falta. Gonçalo Silva – 08/01/2010 18:53 Antes de mais, parabéns pela iniciativa! Artigos destes são sempre bem recebidos. Em segundo lugar, gostaria que vissem este vídeo (http://www.youtube.com/watch?v=KnqeWp0BC20) e me dessem a vossa opinião. Não é legal fazer isto na bola ao ar certo? Saudações Desportivas R: Não é legal, pois o saltador não pode tocar a bola no seu percurso ascendente. Violação, bola para a equipa adversária. Mas como o árbitro não assinalou a violação, há de seguida uma outra por parte da equipa que veste de branco, também ela não assinalada, pois um saltador não pode agarrar a bola proveniente de uma bola ao ar, sem que aquela tenha entretanto tocado o solo ou um dos 8 restantes jogadores, que não os saltadores. João Pedro (jpppedro@msn.com) – 07/01/2010 20:07 O exemplo 3 é “engraçado no mínimo”. Ao não serem sancionados passos claramente que o jogador tira vantagem…afinal de contas assim a sua equipa fica com posse de bola. O jogador com bola ganhou claramente a vantagem adicional de permanecer com a bola depois de cometer um erro técnico – ter efectuado passos. Diria mesmo mais vantagem não poderia existir. A ideia é excelente, pois ajuda-nos a todos a perceber um pouco mais o jogo e as decisões tomadas pelos árbitros. R: São as regras que consagram este princípio, não são os árbitros que o inventam, limitando-se a aplicá-lo quando se justifica. Pequenas infracções, e é disso que estamos a falar, são desprezadas se acontecem longe da área vital do jogo e se não existe uma defesa ao infractor que deva ser premiada… Só em casos com estas circunstâncias. Carlos Grave (grave@netcabo.pt) – 06/01/2010 14:48 Caro Fernando Rocha boa tarde. Não propriamente para comentar o seu artigo, interessante de resto, e raramente aplicado por exemplo por árbitros menos experientes, mas para lhe colocar um caso prático tendo em conta uma decisão de um colega seu que vi recentemente: 3/4 segundos para jogar e um lançamento em desespero junto a linha de meio campo. O seu colega assinala uma falta, aquando do que pode ser considerado lançamento, falta esta considerada anti-desportiva, sancionando a equipa com 2 lançamentos e posse de bola pela linha lateral. A minha questão, tratando-se de um lançamento, ainda que ortodoxo aceito, não teria lugar a 3 lances livres? Qual a sua opinião? R: Partindo do pressuposto que a intenção era lançar, seriam 3 lances livres e posse de bola pelo ponto médio da linha lateral.Duarte Pacheco (duartepacheco1@hotmail.com) – 11/01/2010Aproveito o facto de o Sr. Árbitro Fernando Rocha estar ao dispor paraesclarecer qualquer questão para colocar uma pertinente: Imaginemosque um jogador agarra a bola na zona de ataque mas põe um pé na zonade defesa. A regra diz que deve ser assinalada violação. Imaginemostambém que o jogador adversário mais próximo estava a 5 metros dedistância (defesa zona junto da linha de triplo), o que quer dizer queo jogador com bola não vai pôr em desvantagem a outra equipa por pôr opé do lado de lá da linha central. No entanto, se nada for assinaladaa equipa com bola pode marcar cesto usufruindo do facto de não tersido violação. O que lhe pergunto Sr. Fernando é o seguinte: assinalava violação? R: É claro que é violação… O princípio de vantagem/desvantagem não se aplica a todas as violações, só será aplicado a algumas delas e em determinadas circunstâncias já explicitadas. Não se aplica nas bolas fora (um jogador que pisa uma linha limite) ou, por exemplo no regresso da bola á zona defesa, que é o caso que o leitor coloca.Carlos Sousa (carlos_sousa14@hotmail.com) – 12/01/2010Gostaria em 1º lugar de saudar a iniciativa e dar os parabéns ao sr.árbitro Fernando Rocha, pelo grande contributo que prestará ao Basquetebol, ao esclarecer as dúvidas aqui colocadas. Deixo a seguinte questão: Numa situação de 2×1 ao portador da bola que já parou o drible, porque razão é que quase nunca é sancionado “passos” ao atacante e em 99% dos casos é logo sancionado o contacto aos defensores? há alguma recomendação especial dada aos árbitros nesta situação, em que o atacante até chega a mudar de pé pivot?…Não podemos esquecer que quem faz 2×1 está também a sofrer um 3×4 sem bola…(quem tem vantagem?…) Gostaria de ver esclarecida esta dúvida que habitualmente sou confrontado com ela em campo.R: Não existe qualquer recomendação especial sobre a matéria, haverá pois que cumprir as regras. A questão que se poderá colocar é o que acontece primeiro… “Passos” ou estes decorrem como consequência de um contacto que tenha sido produzido…? Cada caso, será um caso…Ponte-e-Sousa (jcps@uevora.pt ) – 14/01/2010 Apenas isto: No arranque em drible qual é a acção a partir da qual opé eixo pode ser movimentado? Largar a bola ou ouvi-la bater no chão?R: O pé eixo, no arranque em drible, não pode ser levantado antes de largar a bola.


O especialista explica

Em 2010 o site da Federação Portuguesa de Basquetebol passará a ter uma rubrica em que diversos especialistas (árbitros, treinadores e até jogadores) estarão disponíveis para explicar conceitos, jogadas ou qualquer dúvida que os nossos leitores possam ter relacionada com o jogo. Basta que nos façam chegar as questões por intermédio dos comentários às nossas notícias e as mais pertinentes serão encaminhadas para o especialista mais adequado a responder à pergunta em causa. Abrimos com um árbitro, o categorizado Fernando Rocha, que nos esclarece o princípio da vantagem/desvantagemO Princípio da Vantagem/Desvantagem Um dos aspectos que vastas vezes é referido num jogo de basquetebol e que é mal compreendido pela maioria dos intervenientes (treinadores, jogadores) e pelos espectadores é o conceito da Vantagem/Desvantagem. Há uns anos ele existia apenas como orientação a seguir pelos árbitros mas, já há uns anos, vem consagrado nas regras oficiais emanadas pela FIBA, num dos artigos das mesmas, com o intuito de dar uma maior ênfase à sua aplicação. Portanto, é um princípio que os árbitros não podem ignorar e que devem utilizar em todos os jogos. A Vantagem/Desvantagem deve ser aplicada quer a faltas quer a violações, ou seja, a contactos e violações às regras que não trazem qualquer influência directa com o normal desenrolar do jogo. No artigo 47 – Árbitros: Deveres e Poderes, no seu ponto 47.3, diz o seguinte (passa-se a transcrever):“Quando decidem apitar um contacto pessoal ou violação, os árbitros têm, em cada instante, que observar e pesar os seguintes princípios fundamentais:O espiríto e intenção das regras e a necessidade de manter a integridade do jogo; Consistência na aplicação do conceito de Vantagem/Desvantagem, ou seja, os árbitros não devem interromper desnecessariamente o fluir do jogo, de forma a penalizar um contacto pessoal que é acidental ou que não dá ao jogador responsável uma vantagem ou coloca o seu oponente em desvantagem; Consistência na aplicação do senso comum em cada jogo, tendo em mente as competências de cada jogador e a sua atitude e conduta durante o jogo; Consistência na manutenção do equilíbrio entre controlo de jogo e fluir do mesmo, ter o “feeling” para saber o que os participantes estão a tentar fazer e apitar o que é correcto para o jogo” (fim de citação). Ora, como podemos observar, a aplicação deste conceito não é de fácil execução e implica por parte de quem arbitra, perceber a forma como o jogo se está a desenrolar.Alguns exemplos práticos podem ser dados como forma de tentar clarificar um pouco mais o procedimento a ter. Vejamos: Exemplo 1 Situação: Um jogador com bola sofre um contacto ligeiro do seu defensor mas consegue efectuar o passe de forma correcta para onde pretendia.Resposta: Não deve ser assinalada qualquer falta e o jogo deve prosseguir. Exemplo 2 Situação: Um jogador em drible sofre um contacto normal por parte do seu defensor directo, mas segue a trajectória desejada, ultrapassando-o.Resposta: Não deve ser sancionada qualquer infracção, pois o contacto não afectou o desenrolar da jogada. Exemplo 3 Situação: Um jogador recebe a bola e, ao arrancar em drible, levanta o pé eixo antes de largar a bola não tendo, contudo, qualquer adversário próximo de si e encontrando-se ainda junto ao meio campo.Resposta: Não deve o árbitro marcar “passos” por a acção não ter qualquer influência directa no desenrolar do jogo. Ou seja, o jogador com bola não ganhou qualquer vantagem adicional. Muitos outros exemplos poderiam ser aqui colocados, mas tornar-se-ia demasiado extenso e fastidioso.Podemos pois concluir que este conceito está presente em todos os jogos e que a sua aplicação tem que ser poderada em cada momento. Tentando objectivar um pouco mais, o árbitro deve ponderar em cada acção, se esta afecta realmente o jogo ou não, portanto, se promove uma vantagem desleal ou se coloca o adversário em desvantagem. É importante também referir que este conceito só é aplicado a pequenos contactos, não realizados de forma permanente e sistemática. Conforme o próprio texto da regra refere, os árbitros têm que ter presente o momento do jogo e como ele se está a desenrolar, ter o “feeling” ou, de uma outra forma, sentir o jogo. Deste modo, nas situações de final de período ou de jogo, se os jogadores pretenderem fazer falta (a FIBA identifica-as como faltas tácticas) os árbitros devem apitar de imediato, pois o jogo não é o mesmo que foi até aquele momento. Se os jogadores querem fazer falta não o devemos ignorar e deve-se sancionar de imediato, porque senão corre-se o risco do contacto seguinte ser mais forte e de forma pouco desportiva e, por esse facto, ter que ser assinalada uma falta antidesportiva. Espero ter contribuído para um melhor entendimento deste princípio/conceito e coloco-me inteiramente ao dispor para esclarecer qualquer situação que pretendam colocar. FERNANDO ROCHA


Coloquio de Arbitragem de Basquetebol

O Conselho de Arbitragem da Associação de Basquetebol de LIsboa vai levar a efeito um ciclo de conferências sobre a arbitragem do Basquetebol.A primeira vai realizar-se no dia 11 de Janeiro (segunda-feira) com inicio às 21 horas no salão SIMECQ (Cruz Quebradense) sendo o tema: “A Arbitragem dos tempos modernos.” São oradores Antonio Pimentel e Carlos LIsboa. A segunda conferência será no dia 22 de Fevereiro e o orador será o Professor Carlos Barroca


José Araújo : “Gostava de criar uma escola de arbitragem”

Faz uma análise ao estado do basquetebol nacional e elege Carlos Lisboa como o melhor jogador português de sempre

Que balanço faz destes anos ligado ao basquetebol? Tem de ser muito positivo pois já lá vão 35 como juiz e mais 10 como atleta, treinador e até jornalista. Amigos, novos locais, reconhecimento, alegrias e dois filhos jogadores e internacionais. Que mais se pode pedir? Que aspectos positivos e negativos ressalva da sua carreira? Os positivos deixei-os claros na primeira resposta. Os negativos claramente o tempo que retira ao acompanhamento da família, sobretudo ao convívio com a minha mulher, a mais sacrificada de todos. Que conselhos daria a um jovem jogador ou treinador? Trabalhar muito, sacrificar-se e não esperar grande reconhecimento nem recompensa monetária. Mas se lhe dá gozo nem dará por isso. Tem algum projecto que gostaria de levar a cabo? Criar uma escola de arbitragem, coisa nunca feita em Portugal mas de concretização muito difícil num País onde as condições financeiras são muito limitadas. Vir a ser dirigente um dia pode ser também uma hipótese, mesmo que não seja restrito à arbitragem. Regista algum momento que nunca vá esquecer? Ser árbitro duma final-four Europeia, onde o Barcelona e o Real Madrid se defrontavam…que coisa linda! E momentos negativos? Sem dúvida a morte do Paulo Pinto em pleno terreno de jogo, onde eu era um dos juízes. Não tem forma de ser narrado tal a crueldade da situação. Qual a sua opinião sobre o estado do basquetebol nacional? Difícil a nível masculino. Há um grande desinvestimento na modalidade por parte de clubes e patrocinadores, menos publico, menos jogadores estrangeiros de qualidade e grandes dificuldades na formação de atletas, já que os clubes vão desaparecendo, vão tendo menos dinheiro para pagar a bons treinadores de formação e para alugar pavilhões. Trabalha-se pouco na melhoria da técnica base dos atletas, poucas horas poucos treinos e poucos meses de actividade colectiva. Os resultados da selecções este ano penso que devem ter feito soar as sirenes e será uma boa altura para todos reflectirem e proporem novas soluções. No feminino, foi um ano de ouro, quer em clubes quer em selecções jovens, que merecia ter o prémio máximo de ter subido ao grupo A do Europeu no seu escalão maior. Tem opinião formada sobre o que deve ser alterado para melhorar a qualidade competitiva? Mais trabalho, menos competição, mais investimento na formação e no jogador português, renovação de ideias e métodos de trabalho a nível organizativo das competições e selecções, conseguir encontrar um modelo competitivo ao nível sénior masculino que seja viável economicamente mas que consiga trazer de novo o público e a televisão em sinal aberto aos pavilhões e que cative os bons executantes estrangeiros que possam ser exemplos/ídolos para os mais novos. Fácil de dizer mas muito difícil de fazer… Que jogador mais o impressionou favoravelmente? Português obviamente o Carlos Lisboa, como atleta e tecnicista. Lá fora Michael Jordan, Drazan Petrovic e Ricky Rubio. E o treinador? Ao nível nacional o Prof Carlos Gonçalves e o Jorge Adelino, como formadores; Mário Palma, Luís Magalhães e Alberto Babo na alta competição. Lá fora Etore Messina – um gentleman fantástico. E jogadora? Ticha Penicheiro pela longevidade e entrega ao jogo e ao treino. Mas não devemos esquecer a Teresa Barata da minha geração de jogadores. Qual o seu 5 de sonho português? José Alberto, Rui Pinheiro; Mário Albuquerque, Carlos Lisboa. Difícil o poste… Conte-nos uma situação caricata que se tenha passado em campo. O Carlos Lisboa ser jogador suplente na minha equipa de cadetes do Benfica quando jogávamos… E no balneário? Ter-me esquecido das calças para arbitrar um jogo. Lá me safei com umas emprestadas. E fora do campo? Ter de sair deitado numa ambulância para não ser agredido de um campo de basquetebol. O seu clube do coração. Benfica Que pavilhão o impressionou mais até hoje? Olímpico de Atenas Onde existe o melhor público? Na Turquia. E o pior? Na Bulgária … um jogo feminino…nem sei o nome. Gosta de outra modalidade desportiva? Obviamente futebol. Mas o voleibol jogado a alto nível e o ténis são também fantásticos.


XVII Clinic Internacional ANJB

A Direcção da ANJB informa que a Apametal, principal patrocinador dos Juízes de Basquetebol nas competições da LPB e da Proliga, associou-se à ANJB e apoia o próximo Clinic Internacional a realizar em Albufeira, de 30 de Outubro a 01 de Novembro de 2009, o qual terá a designação de Clinic Internacional APAMETAL / ANJB 2009.A Direcção da ANJB endereça um sentido agradecimento a esta empresa e em especial ao Sr. Adriano Lourenço, sem dúvida um verdadeiro apoiante do Basquetebol em geral e da Arbitragem em particular.Estão lançados os dados para mais uma grande organização da Associação Nacional de Juízes de Basquetebol, destinada a todos os juízes, árbitros, comissários técnicos e oficiais de mesa, em condições verdadeiramente excepcionais.Como principais prelectores constam Alan Richardson, Instrutor FIBA, o árbitro internacional de futebol Olegário Benquerença e António Sérgio, Presidente da Direcção da CAJAP.Venham até Albufeira, onde a 01 de Novembro se realiza a Super-Taça Masculina.


Curso de Juízes – Póvoa de Varzim

Integrado no Plano de Actividades de 2009/10, vai a AB PORTO organizar mais uma edição do CURSO DE JUÍZES de BASQUETEBOL. Uma vez que o referido evento resulta de uma parceria, o mesmo terá lugar na ES ROCHA PEIXOTO, na cidade da Póvao de Varzim, nos próximos dias 06, 07, 08, 13, 14 e 15 de Novembro.Apelamos ao contributo de todos os agentes da modalidade, particularmente aos filiados nesta Associação, no sentido de colaborar, identificando e indicando potenciais candidatos a exercer as funções de ÁRBITRO e/ou OFICIAL DE MESA. Para se inscreverem, os candidatos poderão fazer o download da respectiva ficha de inscrição, no site oficial da AB PORTO, e enviá-la devidamente preenchida, anexando:- cópia do Nº Ident. Fiscal;- cópia do BI;- 2 fotos tipo passe;Para mais informações, pf contacte os serviços administrativos da AB PORTO (EXmª. Srª. Sofia Rodrigues) Telf.:22 605 29 80; Telm.: 919 35 42 62Não deixe de consultar os Comunicados Oficiais ABP.Os melhores cumprimentos Paulo NetaDirector Técnico Associação de Basquetebol do PortoRua António Pinto Machado, 60 – 1º4150-068 PORTO – PORTUGAL Tel.: +351 22 605 29 80Fax.: +351 22 609 12 14Tm.: +351 91 972 81 16Novo Email: areatecnica@abp.pt


Curso de Formação de Juízes – AB Castelo Branco

Francisco Santos será o respectivo Director Pedagógico.

Uma excelente oportunidade para todos os interessados se inscreverem e abraçarem a carreira da arbitragem, competindo também aos próprios clubes da modalidade na região, a captação e incentivo de potenciais candidatos, como forma de promoção e desenvolvimento do Basquetebol no distrito de Castelo Branco.


Aprovação dos novos estatutos

Realizou-se no sábado dia 20.06.2009 a Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Basquetebol cuja Ordem de Trabalhos tinha como Ponto Único a aprovação dos novos estatutos da FPB, com vista à sua adequação ao novo Regime Jurídico das Federações Desportivas.As alterações mais significativas referiam-se à composição da Assembleia Geral, a qual passará a integrar 61 delegados, com a seguinte descriminação: • 21 Delegados designados por inerência de entre os membros das Direcções das Associações Distritais de Basquetebol. • Os Presidentes das Associações de Jogadores, Juízes e Treinadores. • 21 Delegados representantes dos clubes e sociedades desportivas participantes nas competições nacionais. • 8 Delegados representantes dos jogadores. • 4 Delegados representantes dos juízes. • 4 Delegados representantes dos treinadores.A proposta de alteração dos estatutos foi aprovada com 206 votos a favor e 43 votos contra.As associações distritais de basquetebol que votaram favoravelmente os novos estatutos apresentaram uma declaração de voto na qual declararam que discordavam de alguns aspectos essenciais do novo regime jurídico das federações desportivas, mas que votavam favoravelmente os estatutos tendo em atenção a essencialidade desta alteração para a obtenção do estatuto de utilidade pública desportiva pela Federação Portuguesa de Basquetebol.


Pedro Coelho aprovado

O árbitro Pedro Coelho, de Lisboa, foi aprovado na 1ª Fase do Curso para Candidatos a Árbitros Internacionais, realizado no passado mês de Maio em Antalya (Turquia).Pedro Coelho passou assim à 2ª Fase, que terá lugar em Abril de 2010, onde prestará de novo as provas tradicionais, física, de regras e de língua inglesa, e actuará em diversos jogos de um torneio oficioso FIBA Europa.A partir deste ano e regressando a um modelo similar ao posto em prática pela primeira vez há mais de 20 anos, a FIBA Europa decidiu que a passagem a árbitro internacional fosse efectuada em dois estágios, sendo que o segundo terá uma vertente prática mais relevante que o habitual.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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