Artigos da Federaçãooo

“Bastante empenhados”

Os trabalhos decorreram em bom ritmo, salientando-se a entrega e o compromisso com o trabalho demonstrado por todos os quinze atletas (Pedro Teixeira não integrou o estagio por se encontrar doente) sem exceção. A seleção seguiu já esta segunda feira, para Espanha, para participar no Torneio Internacional de Badajoz onde jogará com o Fuenlabrada hoje às 18h locais. Amanhã, terça feira jogará às 18h ou 20h (locais) dependendo do resultado do primeiro jogo.

 

Gonçalo Barbosa (Ginásio), Nuno Sousa (Academia) e Henrique Martins (CB Queluz) foram os três atletas preteridos pela equipa técnica para este Torneio. José Ricardo, selecionador nacional, mostra-se agradado com a forma com decorreram os trabalhos "os atletas apresentaram-se bastante empenhados nestes quatro dias, procurando seguir as orientações que foram sendo dadas".

 

Para o Torneio o selecionador nacional espera que o mesmo seja mais um bom momento de observação "irá permitir uma observação num contexto diferente do que os atletas estão habituados quer no seu clube, quer no próprio estágio".

 

De registar e agradecer a excelente colaboração da CM de Ovar bem como da AD Ovarense, proporcionado todas as condições necessárias durante todo o estágio.

 

Lista dos 12 convocados para o Torneio de Badajoz:

Rodrigo Lima

Pedro Lança

Rodrigo Gomes

Gonçalo Madureira

Ricardo Dias

Miguel Pinto

João Rodrigues

Diogo Carvalho

Vladyslav Voytso

Gonçalo Delgado

Pedro Dias

Tomás Domingos


Sub-17 preparam Mundial

Para este estágio, de 20 de março a 1 de abril, que vai dividir-se entre Ermesinde e Albufeira, o técnico convocou 14 atletas com quem irá trabalhar no sentido de avançar na preparação para o grande evento da categoria que se realizará este ano na vizinha Espanha, mais concretamente em Saragoça.

 

 

 

 

 

 

Atletas convocadas:

Ana Margarida Gonçalves – CD José Régio

Ana Ramos – CD Póvoa

Bárbara Silva – CPN

Catarina Lopes – SC Coimbrões

Cláudia Viana – CRCQ Lombos

Constança Gonçalves – S. Algés D.

Eliana Cabral – GDESSA

Luana Serranho – GDESSA

Mariana Camelo – SC Coimbrões

Mariana Silva – CD Torres Novas

Marta Vargas – SL Benfica

Maryam Chermiti – CU Sportiva

Susana Carvalheira – SC Braga

Tess Santos – SL Benfica


FC Porto volta a vencer

Os dragões construíram uma vantagem pontual no quarto inicial e não mais permitiram, apesar do equilíbrio depois registado, que os vareiros tivessem esperanças de discutir o resultado.

 

Um 1º período muito produtivo em pontos, permitiu ao FC Porto cedo construir uma vitória diante de um rival com quem já tinha perdido na presente temporada. Os quinze de vantagem (31-16) com que o FC Porto terminou os primeiros 10 minutos obrigaram o conjunto de Ovar a ter que correr atrás do prejuízo.

 

Um objetivo nunca conseguido e, à passagem do 27º minutos, os azuis e brancos chegaram à vantagem máxima do encontro (61-41). Os comandados de Moncho López sempre que podiam exploravam o contra-ataque (17 pontos),  parte resultantes dos erros do adversário (20 turnovers), bem como dos 16 roubos de bola conseguidos durante o encontro.

 

A Ovarense esteve melhor a lançar de dois pontos (50% vs 42%), muito eficaz da linha de lance-livre (19/22 – 86%), mas teve pela frente um adversário que s mostrou muito perigoso da linha de três pontos (10/23 – 44%), e que partilhou muito bem a bola no ataque (25 assistências).

 

O internacional Miguel Queiroz (25 pontos, 8 ressaltos, 5 roubos de bola e 4 assistências) protagonizou uma exibição de grande nível e muito completa. Foi bem secundado por Nick Washburn, faltou-lhe 1 ressalto para o duplo-duplo (13 pontos e 9 ressaltos), com Troy DeVries (10 pontos, 6 assistências e 2 roubos de bola) a mostrar-se novamente como reforço.

 

O norte-americano, Nick Novak, autor de 20 pontos, foi o melhor marcador da Ovarense, num jogo em que Jo Harris (9 pontos, 9 ressaltos e 3 assistências) não esteve feliz no controlo da posse de bola.


BTL recebe apresentação da X Festa do Basquetebol Juvenil

O evento contou com a presença de Manuel Fernandes, Presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol, e de Carlos Silva e Sousa, Presidente da Câmara Municipal de Albufeira, que discursaram perante os presentes, não deixando de referir a importância e aspetos positivos desta grande Festa do Basquetebol.

 

Caminhamos a passos largos para um dos momentos mais esperados do calendário basquetebolístico nacional – a Festa do Basquetebol Juvenil. Esta será a quinta edição consecutiva que será realizada na cidade de Albufeira, num evento que receberá as seleções de sub 14 e sub 16, femininas e masculinas, representantes de 18 distritos que irão disputar o Campeonato Nacional Inter-Seleções. Estarão presentes 72 equipas e mais de 1300 participantes num evento que, este ano, terá mais um dia, havendo ainda várias novidades a caminho.

 

Sem dúvida o maior evento desportivo juvenil que é organizado em Portugal, e que já vai para o seu décimo ano de existência. A grandiosidade da competição, bem como o número de participantes que envolve, já não passa despercebido aos responsáveis europeus da modalidade (FIBA Europa), que o apontam como o maior exemplo da propaganda do basquetebol a nível europeu.

 

Notou-se o entusiasmo durante a ocasião, ou não fosse o facto de estarmos cada vez mais perto daquele que é um dos eventos basquetebolísticos mais aguardados do ano, caracterizado pela "invasão" juvenil à cidade algarvia. O Presidente da FPB, Manuel Fernandes, começou no seu discurso por dirigir algumas palavras a Carlos Lopes, antiga glória do atletismo português, agradeceu às Associações presentes, e fez questão de realçar que se trata “da maior festa juvenil no âmbito dos desportos coletivos.” O evento ganhou ainda maior expressão uma vem que “teremos mais um dia, este ano”, bem como anunciou aquilo que irá acontecer durante o evento, destacando alguns dos seus pontos altos.

 

Uma vez mais, a Câmara de Albufeira é parceira da FPB na organização da Festa do Basquetebol Juvenil, algo que acontece, como o próprio Presidente da Câmara, Carlos Eduardo da Silva e Sousa referiu, porque “Albufeira apoia eventos desportivos”. Não só o basquetebol, “temos agora um torneio de futebol feminino”, mas o desporto em geral. Durante o tempo que usou da palavra fez referência a alguns dos valores do desporto e prometeu hospitalidade a todos aqueles que se deslocarem a Albufeira. “O desporto faz-se de entrega, de generosidade. Com algum egoísmo temos que apostar forte na juventude, afirmou o presidente, que ainda deu os parabéns às Associações, manifestando vontade de organizar futuros eventos em conjunto com várias Federações. "Vamos acolher toda a gente da melhor forma", finalizou Carlos Silva e Sousa, expressando o carinho que a cidade tem pelo basquetebol, uma modalidade muito querida em Albufeira”.

 


Apresentação da X Festa do Basquetebol Juvenil

A apresentação deste ano encontra-se marcada para esta quinta-feira, na BTL.

 

Quinta às 17h, a CM de Albufeira e a Federação Portuguesa de Basquetebol irão apresentar a X Festa do Basquetebol Juvenil, na BTL – Feira Internacional de Turismo, na FIL.

 

Está será a quinta edição consecutiva que será realizada na cidade de Albufeira, num evento que receberá as seleções de sub 14 e sub 16, femininas e masculinas, representantes de 18 distritos que irão disputar o Campeonato Nacional Inter-Selecões.

 

Estarão presentes 72 equipas e mais de 1300 participantes num evento que, este ano, terá mais um dia, havendo ainda várias novidades a caminho.

 

Convidamos todos a marcar presença!


Saragoça recebe Mundial sub-17

De 22 de junho a 3 de julho, esta cidade espanhola irá converter-se num centro de interesse do basquetebol mundial, já que reunirá a maioria das melhores promessas do escalão de Sub-17. A seleção feminina portuguesa, com todo o mérito, vai estar presente na competição e todo o apoio será pouco para incentivar um grupo que brilhantemente conseguiu atingir, no verão passado, a final de um Campeonato de Europa de Sub-16. O sorteio dos grupos da competição e respetivos calendários está agendado para o dia 15 do corrente mês, altura em que Portugal ficará a conhecer quem irá defrontar na primeira fase da prova.

 

A Federação espanhola (FEB) conseguiu ser a eleita por parte da FIBA para organizar o evento, depois de apresentar um projeto global, para realizar em conjunto, pela primeira vez na história da competição, os campeonatos masculino e feminino, funcionando simultaneamente como um marco no Festival da Juventude, que conta igualmente com as componentes da música e da tecnologia.

 

Esta será a quarta edição do Mundial de Sub-17, que arrancou em 2010. Nas três anteriores, o título acabou nas mãos dos Estados Unidos, tanto na categoria masculina como feminina. A competição feminina inicia-se a 22 de junho, um dia depois será a ver de começar o sector masculino.

 

Equipas classificadas:

 

Feminino: Portugal, Espanha, Mali, Nigéria, Canadá, Brasil, Estados Unidos, México, China, Japão, Coreia, República Checa, Itália, Letónia, França e Austrália.

 

Masculino: Espanha, Egipto, Mali, Estados Unidos, Canadá, Argentina, República Dominicana, Coreia, China Taipei, China, Bósnia-Herzegovina, Lituânia, Turquia, França, Finlândia e Austrália.


Portugal já conhece adversários para o Europeu

Bósnia-Herzegovina, Áustria, Letónia e Lituânia. Serão estes os rivais de Portugal, no grupo A do Campeonato da Europa da divisão B*, que terá lugar em Sarajevo, entre 9 e 18 de julho. Apesar de ter escapado ao maior colosso, a França, vice-campeã do mundo em 2010, que integra o grupo B juntamente com Croácia, Rússia, Eslovénia e Irlanda, calhou em sorte à Seleção Nacional o 3º, o 5 º e 6º classificados da última edição do Campeonato da Europa B – Lituânia, Áustria e Letónia, respectivamente. O outro oponente, a Bósnia-Herzegovina, apesar de recém promovida ao escalão B, já que se sagrou campeã da divisão C diante de Portugal, tem do seu lado o ascendente motivacional de acolher o torneio, assim como uma experiência competitiva assinalável. Recorde-se que o país dos Balcãs foi vice-campeão em três ocasiões do escalão B – 2004, 2008 e 2012 – alcançando assim a elite do basquetebol em cadeira de rodas europeu, o escalão A. Por tudo isto, prevêem-se duelos difíceis e equilibrados e onde só a melhor versão da equipa lusa permitirá a passagem à fase seguinte para continuar na luta pelas duas vagas de acesso à divisão A.

 

A próxima etapa de preparação da Seleção Nacional acontece já a 25 e 26 de março, em Lordelo, Paredes, tendo o Selecionador Nacional, Jorge Almeida, convocado 20 atletas, entre os quais se destacam os regressos de Henrique Sousa (1.0** extremo, APD Braga), Cláudio Batista (4.5 poste, Clinicas Rincon Amivel) e Marco Gonçalves (1.5 extremo, GDD Alcoitão), três atletas com presenças em Campeonatos de Europa. Eis a convocatória completa: APD BRAGA: João Ribeiro (2.5 extremo), Jorge Palmeira (2.5 extremo), Filipe Carneiro (2.0 extremo), Sílvio Nogueira (2.5 base/extremo), Gabriel Costa (4.0 poste), Eduardo Gomes (4.0 poste) e Henrique Sousa (1.0 extremo); APD PAREDES: Carlos Cardoso (1.0 extremo) e Filipe Silva (2.5 extremo); APD SINTRA: Rui Nicolau (1.0 extremo) e Pedro Gonçalves (3.5 base); APD LEIRIA: Aníbal Costa (4.0 poste) e Nelson Oliveira (1.0 extremo); GDD ALCOITÃO: Hugo Maia (2.5 extremo/base) e Marco Gonçalves (1.5 extremo); CP MIDEBA – 1ª Liga espanhola: Hugo Lourenço (4.0 poste); SERVIGEST BURGOS – 2ª Liga espanhola: Márcio Dias (4.5 poste); FUNDACION GRUPO NORTE – 1ª Liga espanhola: Pedro Bártolo (2.5 base); CLINICAS RINCON AMÍVEL – 1ª Liga espanhola: Cláudio Batista (4.5 poste); MEYLAN GRENOBLE HANDIBASKET – 1ª Liga francesa: Nuno Neves (2.0 extremo/base).

 

*Nota: A PONTUAÇÃO DO JOGADOR É ATRIBUÍDA POR CLASSIFICADORES ESPECIALIZADOS QUE ATENDEM À FUNCIONALIDADE DO ATLETA NA CADEIRA DE JOGO, ASSIM COMO À SUA LESÃO. VARIA ENTRE 1 A 4.5, SENDO QUE QUANTO MAIS ALTA, MAIOR A FUNCIONALIDADE DO JOGADOR, E O TOTAL PRESENTE NO 5 INICIAL NÃO PODE EXCEDER OS 14,5 PONTOS, EM COMPETIÇÕES DE CLUBES, E OS 14 NAS COMPETIÇÕES DE SELECÇÕES.


Portugal perde com Eslováquia

 
Já se esperava um jogo complicado para a Seleção Nacional perante a conceituada congénere da Eslováquia. Uma vez mais, casa cheia em IÍlhavo e um público que não regateou apoio à equipa das quinas, mas que não chegou para fazer frente a um forte adversário. Portugal perdeu (34-64) numa exibição pouco conseguida, mas à qual não faltou entrega.
 
 
Inicio de jogo muito forte por parte da equipa eslovaca, assente no poderio físico e na elevada percentagem de triplos. Portugal tinha dificuldades em marcar pontos, em especial na área pintada. Paulatinamente, a Eslováquia ia cavando um fosso que no final dos primeiros 10 minutos era de 9-24.
 
 
Melhor na defesa no inicio do segundo período, Portugal procurava correr atrás do prejuízo, mas continuavam as dificuldades em encontrar soluções ofensivas e, consequentemente, em marcar pontos. Com seis minutos jogados o parcial era de apenas 3-2, com a diferença a residir ainda nos 14 pontos (12-26). Um score de 6-12 deixava tudo mais difícil para a formação lusa na saída para o intervalo (15-36).
 
 
Se duvidas houvesse, uma entrada demolidora por parte da Eslováquia (8-0) colocava o resultado à beira dos 30 pontos de vantagem e tornava quase impossível a tarefa de Portugal lutar por uma eventual vitória. O ataque luso continuava sem conseguir encontrar o caminho do cesto e, apesar da entrega e da vontade em mudar o rumo dos acontecimentos, as adversárias continuavam a avolumar o resultado, que no final do 3º período se cifrava em 21-55.
 
 
Últimos 10 minutos onde, estando resolvida a questão do vencedor, Portugal tentou amenizar os números finais, que se fixaram em 34-64.
 
 
A equipa nacional voltou a não estar feliz a atirar ao cesto, 22% de lançamentos de campo, bem como perdeu muitas bolas sem lançamento (21 turnovers). Mérito para a forma como se bateu na tabela ofensiva (8 ressaltos), e se empenhou nas tarefas defensivas (13 roubos de bola). A poste Luiana Livulo registou um duplo-duplo (13 pontos e 10 ressaltos), e Joana Lopes (5 pontos, 5 ressaltos e 3 roubos de bola), sem ter estado particularmente bem no capitulo do lançamento, acabou por contribuir em algumas áreas do jogo.
 
 

«Defender Portugal com garra»

 

Maryiana Kostourkova lembra que neste escalão é sempre complicado avaliar os adversários, mas não tem dúvidas de que pelo seu historial, os adversários de Portugal na primeira fase do Europeu não serão pêra doce. “Espanha, Hungria e Alemanha são países tradicionalmente fortes, com uma sólida presença no basquetebol europeu de alto nível”, refere a treinadora. “Não posso considerar nenhuma das equipas favorita, pois sub-16 é uma idade que não conhecemos bem. Alguns países dependem de boas gerações, caso de Portugal nos últimos anos. Uma coisa é certa: são escolas com tradições no basquetebol e com excelente trabalho em todos os níveis", acrescentou Kostourkova.

 

E passa a analisar cada um dos adversários:

 

Espanha (4º lugar no último CE)

“Acredito que não vai abdicar do seu jogo, baseado nas defesas pressionantes a todo-o-campo e rápidas transições. A grande intensidade do jogo é a característica principal do basquetebol feminino espanhol.”

 

Hungria (7º lugar)

“Por tradição tem atletas com estatura acima da média nesta idade e com bom domínio dos fundamentos. No último Campeonato da Europa ficaram no 7º lugar da Divisão A e com certeza vai contar com uma das peças fundamentais da última edição, uma poste com 190 cm.”

 

Alemanha (9º lugar)

“É mais um adversário forte fisicamente, com atletas altas. O 9º lugar no último CE foi conseguido com 6 atletas de primeiro ano. São atletas de valor, pois foram utilizadas bastante tempo no campeonato em Matosinhos.”

 

Na segunda fase Portugal irá cruzar-se com Turquia, Rússia, Itália e Lituânia.

 

“Tenho noção de que vamos sentir dificuldades por causa da falta de altura e experiência (na nossa equipa vamos ter apenas uma atleta que vai repetir e que foi a menos utilizada no CE de Matosinhos). Temos um grupo de atletas interessante, mas com certeza a equipa vai ser muito diferente, comparando com os últimos anos. Temos uma tarefa difícil para frente, mas uma coisa é certa: acredito que todas vão dar o seu melhor e que todas juntas vamos defender as cores do Portugal com muita garra e entrega, para podermos compensar as dificuldades acima mencionadas”, finaliza Maryiana Kostourkova.


«Estamos motivadas»

A jogadora lembra que a defesa tem sido o segredo do sucesso da formação nacional, por isso será importante estar bem nesse capítulo, mas não é o único. “Entrar bem no jogo é sempre importante pois estamos perante uma equipa bastante experiente”, alerta a atleta..

 

A vitória sobre a Islândia pode ajudar a que o rendimento e desempenho da Seleção dentro de campo seja ainda mais positivo, já que faz aumentar simultaneamente a confiança e ambição para o próximo jogo frente à Eslováquia. “Esta vitória permite-nos sonhar com o apuramento para a fase final do Campeonato da Europa. Estamos motivadas mas continuamos a trabalhar da mesma forma. Sérias e concentradas nas coisas que temos que fazer.”, afirma Ana Fonseca.

 

Mesmo tendo ganho, Ana sente que Portugal pode ser ainda mais forte. A atleta garante que o grupo tentará sempre melhorar o seu desempenho e que o sucesso desta Seleção passará sempre pela defesa: “Melhor podemos sempre fazer. Nunca há um jogo perfeito nem nunca estamos satisfeitas com as coisas que fazemos. É assim que evoluímos e que somos melhores. Um dos aspetos em que precisamos ser mais consistentes é na defesa. Esta é a nossa marca e tem que ser a partir dela que ganhamos os jogos.”

 

O trabalho de scounting está feito, até porque as duas seleções já se defrontaram nesta fase de apuramento. As jogadoras nacionais sabem bem quais os principais problemas que irão ser colocados pela Eslováquia no jogo da próxima quarta-feira, pelo que resta agora condicionar ao máximo os pontos fortes do adversário: “A Eslováquia é uma equipa que joga muito em pick&roll e em criar desequilíbrios a partir dos mesmos. Além disso, tem uma equipa de estatura elevada, em comparação com a nossa, principalmente nas posições próximas do cesto.”

 

Portugal tem revelado bastantes dificuldades no capítulo do lançamento. Mas tal não significa que não existam atiradoras neste grupo de Portugal. Fica o nosso desejo, e o de Ana, que quarta-feira Portugal esteja numa noite de grande inspiração a atirar ao cesto. “Portugal tem excelentes lançadoras mas, como toda a gente sabe, mesmo as boas lançadoras podem ter dias menos conseguidos. Portanto essa pergunta não tem muito sentido.”, considerou a basquetebolista.

 

Portugal vai abordar o jogo de uma forma ambiciosa, tendo sempre em mente que há que ter em conta o resultado do jogo da 1ª volta. De forma a não complicar uma missão por si só complicada, Ana Fonseca não quer começar o encontro com um parcial negativo: “Entrar bem no jogo é sempre importante pois estamos perante uma equipa bastante experiente. Se tivermos que correr atrás do resultado a nossa tarefa torna-se mais difícil.”


«É fundamental começar bem»

A equipa, que vem de uma vitória com a Islândia, vai receber a Eslováquia, um adversário difícil, frente a quem Portugal já perdeu nesta campanha. Mas o selecionador sabe o que as suas jogadoras devem fazer para vencer a partida e está a preparar o grupo nesse sentido. Ricardo Vasconcelos quer que a equipa seja agressiva na forma como utiliza o drible, nos timings e zonas do campo mais favoráveis para Portugal.

 

Aspetos positivos a retirar da vitória frente à Islândia? E que áreas do jogo continuam a causar-lhe preocupação para o importante jogo com a Eslováquia?

 

Ficámos bastante satisfeitos com o balanço entre o jogo interior e exterior, especialmente contra zona, conseguido pela equipa. Temos claro que necessitamos apresentar um melhor esclarecimento nas decisões defensivas, quer a defender pick&rol, quer na transição ataque-defesa.

 

Surpreende-o o resultado conseguido pela Eslováquia (derrota por um ponto) na deslocação à Hungria?

 

As duas equipas são muito equilibradas e o facto de a Hungria ter incorporado a jogadora norte americana naturalizada fez a diferença.

 

Tendo em conta o jogo de Portugal na Eslováquia e o desempenho das eslovacas neste último encontro, a luta das tabelas poderá ser um capítulo do jogo decisivo para o desfecho do encontro?

 

Se não controlarmos as tabelas não contolaremos o ritmo do jogo, o que é essencial para poder vencer o encontro.

 

O jogo interior da Eslováquia é a sua principal arma ofensiva?

 

A Eslováquia é uma equipa que assenta o jogo em pick&roll e nos desequilíbrios causados após o mesmo. O que acontece é que na relação direta entre as duas equipas há sempre muita vantagem de altura nas posições 3, 4 e 5.

 

Começar bem o jogo será decisivo para que Portugal possa garantir a vitória e tentar anular a desvantagem pontual trazida do jogo na Eslováquia?

 

É fundamental começar bem o jogo, pois anular desvantagens a uma equipa tão experiente como a Eslováquia é extremamente difícil.

 

Quais os pontos fracos da Eslováquia que Portugal tentará explorar no jogo da próxima quarta-feira?

 

Portugal terá que ser muito inteligente na forma como utiliza o drible. Se jogarmos nos momentos certos e nos espaços correctos, situações de 1×1 ou 2×2 que obrigem a ajudas profundas poderá facilitar em muito as manobras ofensivas da equipa.


Portugal triunfa e ainda sonha

 

Numa partida em que a seleção islandesa teve que equipar “à Illiabum” devido ao extravio da mala com os seus equipamentos, foi feita uma homenagem, ao intervalo, a Rui Gradeço, e entregues a Sofia Ramalho os prémios de melhor marcadora portuguesa, melhor lusa nos roubos de bola e MVP Nacional, referentes ao campeonato da LFB 2014/2015.

 

Portugal volta a jogar no próximo dia 24 (quarta-feira), às 20h30, frente à Eslováquia.

Início de partida favorável às islandesas perante o desacerto luso na hora de atirar ao cesto (2-6). Demorou alguns minutos, mas Portugal lá conseguiu encontrar soluções e com um parcial de 5-0 conseguiu chegar à vantagem quando se cumpriam 4 minutos de jogo. Não se jogava bem e isso refletia-se na baixa pontuação de ambas as equipas. O final do primeiro período chegou com ligeira vantagem para a Islândia (14-11).

 

Um triplo no inicio do segundo período colocou a equipa nórdica a seis pontos, tendo a formação das quinas que correr atrás do prejuízo. Assim foi. Com 15-21 no placard, Portugal conseguiu um parcial de 6-0 em cerca de minuto e meio, e com 2,30mn para o intervalo um triplo deu a ambicionada vantagem (24-22) que já não fugiria até final dos primeiros 20 minutos (29-25).

 

A segunda parte começou com mais um triplo islandês, mas as jogadoras portuguesas não se intimidaram e conseguiram manter a liderança, embora com as adversárias a curta distância (38-34), com um minuto para jogar no terceiro período. Joana Lopes conseguiu uma penetração com falta e ao converter o lance livre deu uma vantagem de 9 pontos à entrada do 4º e decisivo período, 43-34.

 

A Islândia tentou recuperar, mas Portugal estava agora mais confortável no jogo e nem a agressiva defesa zona nórdica arrefecia a vontade lusa de triunfar. Com 5 minutos para jogar e 56-44 no marcador a equipa das quinas ia levando a água ao seu moinho. Paulatinamente, Portugal ia mantendo o jogo acima da dezena de pontos e consolidava uma importante vitória por 68-56.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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