Artigos da Federaçãooo
Seleção Sub 16 na Câmara de Valongo
Ao Sr. Presidente da Câmara Dr. José Manuel Ribeiro, ao Vice Presidente Eng. José Sobral Pires, e à Dra. Luisa Oliveira foram entregues lembranças da nossa Seleção como forma de agradecimento pela enorme disponibilidade de utilização do Pavilhão Municipal de Ermesinde, já pelo segundo ano consecutivo para a preparação da Seleção Sub 16.
Desde o dia 22 de Julho, em Ermesinde a Seleção seguiu o seu plano, em sintonia com os Clubes, Vasco da Gama e o Clube de Ermesinde o CPN, o seu Staff e jogadoras (es), que foram inexcedíveis na colaboração com a nossa Seleção.
Ainda na Câmara Municipal o Sr. Presidente Dr. José Ribeiro desejou a maior sorte as nossas jogadoras para o Campeonato da Europa e à Seleção no Europeu de Matosinhos, e despediu se retribuindo c uma lembrança as nossas jogadoras antes da foto de família.
À Câmara Municipal de Valongo, ao Vasco da Gama e ao CPN o nosso obrigado e fica a promessa de um regresso no futuro
Derrota com sabor amargo
Não soubemos com paciência gerir a vantagem no marcador, permitindo oscilações ciclicas no resultado, que terminou em 82-77.
Este bom começo depressa se desvanesceu e no inicio do segundo período, pouco concentrados e determinados nas tarefas chave a executar, permitimos rapidamente que o adversário passasse para a frente (22-20), com vários pontos sofridos de contra-ataque, facilitados pela nossa má recuperação defensiva.
Fomos corrigindo alguns aspetos, melhoramos a percentagem de lance-livres (78%, 7/9) chegando ao intervalo a vencer por 3 pontos (38-35).
No recomeço da partida, fizemos um triplo, passando para 41-35, para de seguida passarmos de novo por uma fase de desnorte, possibilitando que a Dinamarca fizesse um parcial de 11-0, passando a vencer por 46-41.
Foi um período de bolas perdidas, ineficácia no lançamento de 3 pontos e erros defensivos, a permitir segundos lançamentos e bolas perdidas. O jogo foi evoluindo, com diferenças mínimas no marcador. Aos 30 minutos o resultado era favorável à Dinamarca, por 66-60, e aos 35 minutos por 72-67.
Portugal à medida que o jogo se aproximava do final foi-se colando no marcador e a 10 segundos do fim, com o resultado em 80-77 favorável à Dinamarca, pediu um desconto de tempo, para preparar o último lance, para um lançamento de 3 pontos. Só que ao repor a bola em jogo, esta foi parar às mãos de um jogador da Dinamarca, que aproveitou para em contra-ataque converter mais dois pontos, fixando o resultado final em 82-77, favorável à Dinamarca.
Derrota amarga para Portugal, que poderia ter feito melhor, chegando a demonstrar em vários momentos do jogo capacidade para levar de vencida este adversario.
Portugal fez uma boa percentagem de lance-livres (84%, com 21/25); fez uma baixa percentagem de lançamentos de 3 pontos (23%, com 8/35); permitiu 21 pontos de contra-ataque; e dos 82 pontos da Dinamarca, 54 foram marcados no interior da área restritiva.
Por Portugal jogaram e marcaram;
Nuno Sá (2p); Pedro Oliveira (8p); Daniel Caetano (5p); Filipe Rodrigues (7p); Carlos Cardoso (3p); Diogo Brito (20p); Gonçalo Delgado (4p); Diogo Araújo (19p); Ricardo Monteiro (9p); Jorge Pires;
A seleção faz o próximo jogo no sábado contra a Bélgica, às 19h15 hora portuguesa.
Vitória difícil e muito suada
Partida difícil e muito física nos minutos iniciais, com a equipa de arbitragem a permitir muitos contactos, mas em abono da verdade, a formação austríaca parecia querer mais que a nossa seleção, recuperando as bolas divididas e sendo mais intensa e agressiva, permitindo-lhe chegar em vantagem aos 5 (11-9) e aos 10 minutos (22-18).
Para termos uma ideia dos critérios de arbitragem nesta fase, Portugal com 3 minutos jogados no segundo período já tinha atingido 5 faltas, contra uma marcada à seleção da Áustria. A pouco e pouco as coisas foram-se recompondo, Portugal foi assumindo o seu modelo de jogo, aumentou a agressividade defensiva que lhe permitiu roubar bolas e empreender situações de vantagem numérica com cestos fáceis, catapultando o marcador ao intervalo para uns 34-31 a nosso favor.
Mesmo assim continuamos a fazer percentagens de lance-livre que estão longe do desejável (3/6) , contra 8/10 do adversário .
No terceiro período houve uma fase menos boa da nossa seleção, com ascendente da Áustria, que lhe permitiu chegar no final do terceiro período a ganhar por 50-42. Portugal reentrou bem no quarto período, fazendo um parcial de 10-2, equilibrando a partida a 52 pontos.
Portugal manteve a pressão à saída da bola e conseguiu com mérito condicionar o ataque do adversário, que em duas situações consecutivas não conseguiu pôr a bola em jogo. Portugal também cometeu alguns erros no ataque e o jogo foi evoluindo até ao final com equilíbrio no marcador.
Nos instantes finais com o marcador em 67-64 para a Áustria, Portugal teve posse de bola , preparou o seu ataque, lançou, não converteu e Gonçalo Delgado teve 2 ações fundamentais para levar o jogo para prolongamento, a 2 segundos do final. Ganhou o ressalto ofensivo, fez 2 pontos, sofreu falta e foi para a linha de lance-livre, convertendo mais 1 ponto. Foi mais uma reação de sucesso da nossa equipa.
No prolongamento Portugal foi superior, ganhando no início uma vantagem de 6 pontos, que foi gerindo até ao final partida.
Mais uma vez boa atitude de toda a equipa, utilizando quase todos os jogadores, que deram boa conta de si.
Por Portugal jogaram e marcaram:
Nuno Sá (16p); Pedro Oliveira (13p); Francisco Albergaria; Daniel Caetano (2p); Filipe Rodrigues (4p); Carlos Cardoso (2p); Diogo Brito (22p); Gonçalo Delgado (7p); Diogo Araújo (8p); Ricardo Monteiro (2p); Jorge Pires (2p);
Portugal volta a jogar quinta-feira, dia 30, contra a Dinamarca, pelas 19h15, hora portuguesa.
Sub-18 Femininos iniciam esta quinta o Europeu Divisão A
A equipa está na Eslovénia desde o dia 22 Julho, (muito) bem instalada no Hotel Termana, em Lasko, tem jogado e treinado nos pavilhões que vão ser utilizados no Europeu, estando por isso perfeitamente adaptada e preparada para os jogos oficiais.
Tão perto de chegar mais longe
A seleção nacional iniciou bem a partida, com determinação e muita vontade em se superiorizar ao dificil adversário.
Começou concentrada, agressiva na defesa e interpretando bem o plano ofensivo preparado pela equipa técnica, de tal forma que aos 5 minutos já vencia por 9-5, podendo a vantagem ser superior se tem aproveitado bem todas as situações que criou. O jogo foi-se mantendo com esta nota de ascendente para a equipa nacional e aos 10 minutos ganhava por 15-11.
No inicio do segundo período Portugal entrou de novo forte e agressivo a defender, construindo vários ataques consecutivos (7) sem concretizar, permitindo que a Geórgia se aproximasse no marcador, chegando aos 15 minutos aos 20-19 para Portugal. Conseguiu de seguida fazer um parcial de 7-0, chegando aos 27-19 à custa de uma boa atitude defensiva, ganhando ressaltos e empreendendo mortíferos contra-ataques e ataques planeados. Mas depois disto, permitimos que o adversário se encostasse e chegasse ao intervalo a perder por apenas 2 pontos (27-25).
O equilíbrio foi-se mantendo durante quase todo o terceiro e quarto períodos, com ligeiras oscilações, registando-se aos 30 minutos uma igualdade a 41 pontos e aos 35 minutos 52-51 para a Geórgia.
Nos últimos 11 segundos da partida com o resultado em 62-60 para a Geórgia, Portugal pediu um desconto de tempo, preparou o ataque mas não conseguiu concretizar, numa ação próxima do cesto levada a cabo pelo Diogo Brito, que no nosso entendimento sofreu falta, mas que o trio de arbitragem entendeu não assinalar.
Portugal perdeu assim a oportunidade de entrar no grupo das oito melhores equipas. Deverá saber levantar a cabeça e estar orgulhoso da caminhada já desenvolvida, acreditando nas suas potencialidades e ser capaz de as pôr em jogo.
Por Portugal jogaram e marcaram:
Nuno Sá (3p); Pedro Oliveira (11p); Francisco Albergaria; Daniel Caetano (8p); Filipe Rodrigues (2p); Diogo Brito (20p); Diogo Araújo (7p); Ricardo Monteiro (9p); Jorge Pires.
Portugal vai agora lutar pelo 9° lugar e joga na quarta-feira contra a Áustria, pelas 14h45, hora portuguesa.
Não há vencedores antecipados
Seja como for, Portugal continua com o objetivo de integrar os oito primeiros intacto.
A verdade é que quem se convencer que tem a vitória garantida mesmo antes de entrar em campo e jogar, engana-se redondamente e acaba por complicar a sua tarefa, que no caso de Portugal poderia sair facilitada se tivesse colocado em campo a mesma abnegação e empenho que utilizou na jornada anterior frente à bem mais difícil seleção romena, que venceu com toda a justiça e mérito. E não foi por falta de alertas da equipa técnica, preparando os atletas para a necessidade de respeitarem todos os adversários, evitando tornar complicado o que pode ser mais fácil, se a forte atitude e a focagem no jogo forem respeitadas.
E foi o que aconteceu à nossa seleção. Entrando relaxada e pouco concentrada nas tarefas que lhe eram exigidas, convencida que mais tarde ou mais cedo resolveria a situação, foi complicando e dando motivação e confiança ao adversário, que foi mantendo o equilíbrio no marcador, com 19-18 aos 10 minutos, e 30-29 aos 20. Fraca prestação da seleção nacional quer em termos defensivos como ofensivos. Veja-se por exemplo a percentagem de lance-livres na primeira parte, que foi de 10% (1/10). Portugal só tinha que se queixar de si próprio.
Apesar das rotações de jogadores, apelo à mobilização e entrega dos mesmos e ajustamentos nas estratégias introduzidos pela equipa técnica, a verdade é que não conseguíamos descolar da Escócia, verificando-se no final do terceiro período uma escassa vantagem de 2 pontos (48-46).
Finalmente no último período Portugal conseguiu afastar-se do adversário, fruto de uma maior agressividade defensiva, criando situações de contra-ataque e de ataque planeado com sucesso, materializando aquilo que eram as orientações técnicas e terminando a partida com uma vantagem de nove pontos (67-58). Fica a lição e a aprendizagem para o futuro.
Pela equipa nacional alinharam e marcaram:
Nuno Sá (11p); Pedro Oliveira (11p); Francisco Albergaria ; Luís Caetano (12p); Filipe Rodrigues (6p); Carlos Cardoso; Diogo Brito (7p); Gonçalo Delgado (2p); Diogo Araújo (7p); Ricardo Monteiro; Rodrigo Lima; Jorge Pires (11p).
Portugal disputa esta segunda-feira o último jogo desta fase, diante diante da Geórgia, uma partida importante nas aspirações de integrar o grupo dos oito primeiros. O encontro realiza-se às 17h00 portuguesas.
E tudo fica muito bem, quando acaba bem
Portugal iniciou o jogo um pouco apático, sem evidenciar a atitude que tem sido a sua marca distintiva, permitindo lançamentos fáceis e denotando imensas dificuldades nas situações de um contra um. Ao fim dos primeiros cinco minutos tinha já uma desvantagem de 7 pontos (13-6).
Paulatinamente a seleção nacional foi melhorando as suas atitudes defensivas, dificultando as penetrações fáceis, recuperando bolas e não dando chances de segundos lançamentos, aproximando-se do marcador que aos dez minutos registava 21-17 para a Roménia.
No início do segundo período Portugal voltou a facilitar, destacando-se nesta fase as ações ofensivas do poste da Roménia, Rares Uta, que nos primeiros vinte minutos fez 13 pontos, criando-nos imensas dificuldades. No entanto, com um ajustamento defensivo, a seleção nacional conseguiu de novo equilibrar o resultado, chegando ao intervalo a perder por 4 pontos (43-39).
No reinício da partida Portugal começou bem, criando várias oportunidades de lançamento, mas não conseguiu concretiza-las, permitindo que o adversário fosse fazendo pontos e dilatando a vantagem, registando aos 25 minutos de jogo uma desvantagem de nove pontos (50-41).
Portugal foi então assumindo a sua marca de água, disciplinando-se melhor no ataque, mas sobretudo evidenciando um espírito de luta e entrega nas ações defensivas. Com forte sentido grupal, com todos a puxarem pela equipa nacional, exprimindo um sentimento de coesão, que é fundamental para se ultrapassarem dificuldades e concretizar vitórias.
E foi assim que o equilíbrio foi restabelecido tendo inclusive nos instantes finais, da linha de lance-livre oportunidade de resolver a partida no tempo regulamentar, se tem concretizado os dois lance-livres.
No prolongamento, Portugal mostrou mais discernimento e capacidade, vencendo com inteira justiça.
Uma vitória saborosa, merecida mas que não garante ainda nada relativamente ao objetivo de ficar no grupo das oito melhores equipas. O próximo jogo é o mais "difícil" e será já amanhã, domingo, frente à Escócia, pelas 17h00 portuguesas.
Por Portugal alinharam e marcaram:
Nuno Sá (12p); Pedro Oliveira (15p); Filipe Rodrigues (11p); Carlos Cardoso; Diogo Brito (16p); Gonçalo Delgado; Diogo Araújo (10p); Ricardo Monteiro (6p) e Jorge Pires (5p).
Seleção termina a primeira semana
https://www.facebook.com/fpbasquetebol?ref=hl
Seleção recebe “media” dia 29
Poderão ainda assistir ao treino da Selecção que decorrerá entre as 10, e as 12,00h no pavilhão do Sangalhos.
Esta iniciativa contará também com a presença de membros da Direcção e do Director Técnico Nacional.
Contamos com a presença de todos.
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À beira do segundo triunfo
Adivinhava-se por isso um jogo interessante e competitivo, até porque também Portugal tinha dado boa nota de si na primeira jornada. Acabaram por ser mais fortes os suecos, embora o resultado final (71-61) seja enganador, num encontro em que Portugal dominou durante três períodos, mas claudicou no derradeiro quarto.
E o encontro decorreu até ao final do terceiro período sob a nota do equilíbrio, mas com Portugal quase sempre na frente do marcador. Refira-se a este propósito que aos 10 minutos ganhava por 3 pontos (22-19) e ao intervalo a vantagem era de apenas 1 ponto (36-35).
No final do terceiro período o marcador registava 49-47 para a seleção nacional. Para isto muito contribuiu quase sempre uma boa prestação defensiva, denotando no entanto algumas dificuldades nas penetrações de alguns jogadores suecos e uma satisfatória performance ofensiva, com alguns jogadores no entanto, sem conseguirem manter o nível exibicional da véspera.
Já no último período, uma atitude menos pressionante da nossa equipa foi permitindo lançamentos de 3 pontos e segundos ressaltos que deram novas oportunidades de lançamento ao adversário, que se foi afastando no marcador, gerindo uma vantagem ainda que curta de 6 e 7 pontos mas importante para garantir o triunfo.
A nossa seleção bem se esforçou mas o coração já se sobrepunha à clarividência nos instantes finais da partida. Mérito para quem ganha mas também fica a ideia de que a nossa seleção tem potencial e credenciais para lutar pelo cumprimento do principal objetivo desta fase, que é o de ficar classificada nos dois primeiros lugares do grupo C.
Em termos individuais o Diogo Brito marcou 22 pontos, com percentagem de 50% no lançamento de 3 pontos (2/4), de 40% no lançamento de 2 pontos (4/10) e 89% nos lances-livres. Ganhou ainda 8 ressaltos.
Jogaram ainda e marcaram:
Nuno Sá (1ponto); Pedro Oliveira (7p); Filipe Rodrigues (2p); Carlos Cardoso (10p); Diogo Araújo (12p); Ricardo Monteiro (5p) e Jorge Pires (2p) .
Portugal volta a jogar este sábado frente à Roménia.
Sub-18 cedem em Celje
A equipa portuguesa acusou algum cansaço na partida e a Eslovénia, com uma defesa agressiva, condicionou muito a transição ofensiva da Seleção Nacional. A grande eficácia das eslovenas no lançamento exterior, mas principalmente nos lances livres, contribuiu para que o resultado se fosse dilatando.
Com 15 pontos de diferença ao intervalo (42-27), as portuguesas reentraram mais agressivas defensivamente na segunda parte e conseguiram reduzir a diferença para apenas 7 pontos, obrigando o treinador esloveno a pedir um desconto de tempo.
A formação adversária voltou a dilatar resultado, mas no derradeiro período Portugal conseguiu melhorar novamente ao nível defensivo, fixando o marcador em 75-63.
Eis o resultado no final de cada período:
1º – 14 x 20
2º – 42 x 27
3º – 60 × 42
4º – 75 × 63
Ao nível individual, destaue para os desempenhos de Beatriz Jordão, com 19 pontos e 9 ressaltos; Maria Kostourkova, 10 pontos e 7 ressaltos, bem como para Carolina Bernardeco, com 9 assistências.
Jogaram e marcaram: Maianca, 7 pontos; Carolina Bernardeco, 2; Sara Moreira; Ana Ramos, 2; Catarina Bonito 6, C. Gonçalves 8; Sofia Almeida, 2; Isabel Costa; Maria Kostourkova, 10; Beatriz Jordão, 19; Leonor Nunes, 4; Catarina Miranda, 3.
É sempre melhor começar a ganhar
O jogo iniciou-se com uma nota de equilíbrio no marcador, tendo-se atingido a igualdade pontual nos primeiros 5 minutos. O marcador registava 10-10. Compreende-se que no início do primeiro jogo do Campeonato da Europa as equipas se medissem mutuamente, até porque as informações existentes eram escassas.
Mas a partir daí Portugal embalou para uma exibição muito prometedora nos primeiros 20 minutos. Fruto de uma grande atitude de entrega e sacrifício, aliada a uma boa concentração naquilo que eram as tarefas individuais e coletivas, a nossa Seleção realizou uma promissora exibição, condicionando os ataques da Eslováquia, recuperando bolas, empreendendo o contra-ataque e sobretudo fazendo um jogo inteligente do ponto de vista ofensivo, lendo bem a defesa, com decisões acertadas e com percentagens de finalização muito promissoras.
Assim, nestes primeiros 20 minutos Portugal realizou uma percentagem de 3 pontos de 57,1%, faz 77% de lance-livre (10 em 13), recuperou 7 bolas e teve 7 perdas de bola. Chegou ao intervalo com uns categóricos 52-32.
No inicio do terceiro período a equipa entrou mal, permitindo ao adversário um parcial de 8-0. Este ascendente foi travado com um acertado desconto de tempo, onde os atletas foram mobilizados para melhorar a defesa, não permitindo penetrações fáceis e decidirem mais seletivamente as ações ofensivas.
O jogo foi-se reequilibrando e a vantagem pontual foi-se mantendo ao nível da primeira parte, terminando com uma vantagem pontual de 15 pontos (80-65).
Destaque para o coletivo, que soube interpretar em campo as orientações recebidas pela equipa técnica e também para o bom espírito de equipa demonstrado por todos. Uma pequena nota de realce para os níveis alcançados por Nuno Sá nos primeiros vinte minutos (17 pontos, 3/4 de 2 pontos, 3/4 de 3 pontos, 3/4 de lance-livre, 3 ressaltos e 0 perdas de bola, em 11minutos e 52 segundos.
Espera-se agora que agora que a equipa nacional possa potencializar os seus pontos fortes e minimizar e corrigir as fragilidades, num crescendo que todos esperamos e desejamos. Portugal volta a jogar esta sexta-feira contra a Suécia, na 1ª jornada bateu a Geórgia por 82-50, teoricamente das mais fortes do grupo, às 14h45, hora de Lisboa.
Foram quatro os elementos de Portugal a terminar o encontro na casa das dezenas, Nuno Sá foi o mais concretizador (17 pontos), a que se seguiu um trio formado por Ricardo Monteiro (6 ressaltos, 2 roubos de bola e 2 assistências), Diogo Brito (6 ressaltos e 3 roubos de bola) e Diogo Araújo (5 ressaltos e 1 roubo de bola), com 16 pontos.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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