Artigos da Federaçãooo
Portugal defronta a Grécia, sexta-feira, às 16h15 no CDC de Matosinhos
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Eficácia holandesa nos triplos e nos lances livres fez a diferença
A selecção holandesa mostrou que ainda está uns bons furos acima da congénere lusa, revelando a sua elevada eficácia, particularmente nos tiros do perímetro (10 triplos em 26 tentativas).
De nada valeu a superioridade lusa na tabela ofensiva porque o jogo interior das nossas representantes ontem esteve ausente, nomeadamente na 1ª metade: 4 pontos e 5 lances livres falhados, foi o acumulado do conjunto dos 3 postes utilizados até ao intervalo. Uma sombra do que vinha sendo o rendimento das portuguesas na área pintada, nos 5 jogos anteriormente realizados.
Vitória inteiramente justa das holandesas que comandaram durante quase 31 minutos (30:50) contra escassos 4:38 minutos em que a liderança foi lusa. A eficácia de lançamento das comandadas de Kostourkova foi muito fraca, muito por culpa do desacerto nos tiros de 2 pontos (28%), com apenas 10 lançamentos convertidos em 36 tentativas. Nos lançamentos do perímetro as coisas até estiveram razoáveis (29%), com 7 triplos convertidos em 24 tentados. Usufruímos de mais posses de bola, pois fizemos mais 14 lançamentos de campo que o adversário, mas as holandesas foram mais certeiras (18/46 contra 17/60). Quando assim é… nada a fazer.
Uma jogadora não merecia perder o jogo. Referimo-nos a Simone Costa que discutiu a atribuição de MVP com a base holandesa Fleur Kuijt. A extremo algesina encheu o campo nos quase 34 minutos de utilização. Pena que não tivesse mais ajuda por parte das suas companheiras mais influentes.
Resultado: Holanda 64-50 Portugal
A seleccionadora Mariyana Kostourkova fez a sua análise ao encontro: «Um jogo difícil, como se esperava. Entrámos com muitos nervos, precipitadas. Sofremos cestos fáceis porque defendemos mal. No ataque não seleccionámos bem os lançamentos, demonstrando muita ansiedade. Jogámos mais com o coração do que com a cabeça. Quando assim é, torna-se difícil ganhar jogos com esta pressão. Quem ganhasse ficava nos 8 primeiros. Quem perdesse vai ter que discutir a permanência na Divisão A. Mas o campeonato ainda não acabou. É muito importante ganhar o jogo de 6ª feira, com a Grécia, para garantir a manutenção. E depois será jogo a jogo. Está nas nossas mãos.».
Destaque na selecção da Holanda para um trio: a base Fleur Kuijt, MVP da partida (29,5 de valorização) ao contabilizar 21 pontos, 3/4 nos duplos, 2/5 nos triplos, 4 ressaltos defensivos, 6 assistências, 3 roubos e 7 faltas provocadas, tendo estado irrepreensível da linha de lance livre (9/9), a extremo/poste Janis Djiba (18,5 de valorização) ao somar 18 pontos, 8 ressaltos sendo 1 ofensivo, 1 roubo e 8 faltas provocadas com 9/11 nos lances livres e a extremo Esther Fokke (17 pontos, 5/9 nos triplos, 6 ressaltos defensivos e 1 roubo).
Na selecção portuguesa a mais valiosa mas de longe foi Simone Costa (25,0 de valorização) ao anotar 21 pontos, 8/14 nos lançamentos de campo repartidos por 5/10 nos duplos e 3/4 nos triplos, 6 ressaltos sendo 1 ofensivo, 4 assistências, 4 roubos e 4 faltas provocadas com 2/2 nos lances livres. Foi bem acompanhada por Sofia Almeida (3 pontos, 1/1 nos triplos, 4 ressaltos sendo metade ofensivos, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas). Carolina Bernardeco ainda que aquém das últimas prestações, contribuiu com 9 pontos, 3/13 nos triplos, 3 assistências 4 roubos e uma falta provocada. A poste Maria Kostourkova acusou a responsabilidade do jogo (esteve irreconhecível na 1ª metade), tendo-se quedado por 8 pontos, 10 ressaltos sendo 3 ofensivos e 11 faltas provocadas com 4/8 nos lances livres.
Em termos globais a vitória da Holanda assentou na sua eficácia: lançamentos de campo (39%-28%), duplos (40%-28%), triplos (39%-29%) e lances livres (75%-56%). Ganhou também a tabela defensiva (32-25 ressaltos).
Por seu turno Portugal cometeu menos erros (21-18 turnovers), roubou mais bolas (8-12) e ganhou as tabelas (36-40 ressaltos), nomeadamente a tabela ofensiva (4-15 ressaltos). Provocou mais faltas (19-22) mas o seu aproveitamento da linha de lance livre foi inferior ao do adversário, ao desperdiçar 7 de 16 tentativas contra 6 de 24 lançamentos tentados. Nas assistências houve equilíbrio (11 para cada lado).
Ficha de jogo
Centro de Desportos e Congressos de Matosinhos
Holanda (64) – Fleur Kuijt (21), Anne van Vlijmen, Esther Fokke (17), Janis Ndiba (18) e Emese Hof; Asa Kantebeen (6), Mirte Scheper, Deborah Vos (2), Charlotte van Kleef e Myrthe den Heeten
Portugal (50) – Carolina Bernardeco (9), Simone Costa (21), Sofia Almeida (3), Chelsea Guimarães (5) e Maria Kostourkova (8); Beatriz Jordão (2), Maianca Umabano, Carolina Gonçalves (2), Francisca Meinedo e Emília Ferreira
Por períodos: 14-15, 20-10, 17-14, 13-11
Árbitros: Renaud Geller (Bélgica), Matej Spendl (Eslovénia) e Sergei Beliakov (Rússia)
Outros resultados:
Grupo F
Itália 63-68 Espanha ; Rep. Checa 58-64 Croácia
Classificação
1º Espanha 5V – 0D – 369-256 – 10p.
2º Itália 4V – 1D – 323-284 – 9p.
3º Croácia 2V – 3D – 254-344 – 7p.
4º Holanda 2V – 3D – 296-294 – 7p.
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5º Rep. Checa 1V – 4D – 295-332 – 6p.
6º Portugal 1V – 5D – 264-291 – 6p.
Grupo E
Resultados: Sérvia 64-68 Rússia; França 50-43 Lituânia; Bélgica 61-55 Eslovénia
Classificação
1º França 4V – 1D – 277-239 – 9p.
2º Rússia 4V – 1D – 330-246 – 9p.
3º Sérvia 3V – 2D – 332-305 – 8p.
4º Bélgica 2V – 3D – 247-281 – 7p.
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5º Eslovénia 2V – 3D – 275-320 – 7p.
6º Lituânia 0V – 5D – 273-344 – 4p.
Grupo G
Resultados (3ª jornada): Polónia 67-55 Suécia; Turquia 39-55 Grécia
Classificação
1º Polónia 3V – 0D – 193-159 – 6p.
2º Grécia 2V – 1D – 160-140 – 5p.
3º Suécia 1V – 2D – 158-181 – 4p.
4º Turquia 0V – 3D – 152-183 – 3p.
Hoje é o 2º dia de descanso da competição.
Calendário para 6ª feira (dia 25)
Quartos-de- final (no CDC Matosinhos)
14H00 França – Holanda
16H15 Itália – Sérvia
18H30 Rússia – Croácia
20H45 Espanha – Bélgica
Foi-se o sonho, fica o objectivo primordial
A equipa lusa garantiu, por mérito próprio, o direito a sonhar e só caiu perante uma eficaz e letal equipa holandesa que tinha a lição bem estudada e, depois de conquistar uma margem confortável, soube gerir, vencer (64-50) e garantir um lugar nos quartos de final.
Segue-se a Grécia, na sexta-feira, em hora e local ainda a definir.
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«Temos de ser equipa concentrada»
Portugal começa por defrontar a Ucrânia, mas Hugo Matos, treinador adjunto do selecionador Carlos Seixas, faz aqui uma análise a cada um dos adversários.
O grupo é “bastante competitivo”, por isso, avisa o treinador, “Portugal terá que ser uma equipa concentrada e intensa de início ao fim dos jogos.”
E passa a explicar em detalhe aquilo que se pretende: “Defensivamente a intensidade e pressão na bola e linhas de passe, bem como a entreajuda entre todos serão fundamentais para o resultado final.Ofensivamente a dinâmica e o ritmo que colocarmos em campo, bem como a criação de situações de lançamento fáceis e confortáveis serão fatores decisivos para o nosso sucesso”, refere Hugo Matos.
<b>Eis a análise do treinador-adjunto sobre cada um dos adversários: </b>
A seleção da <b>Ucrânia</b> é tradicionalmente forte, desceu em 2013, o que já não acontecia desde 2007. Juntando à tradição o facto de inicialmente ser o país organizador do campeonato, isso pode indicar que estaremos perante uma equipa com potencial e ambição de subir novamente à Divisão A.
A <b>Irlanda</b> tem vindo de ano para ano a ser cada vez mais competitiva, estando claramente a crescer e a aproximar-se de outras seleções mais competitivas. Aliando a este crescimento em termos técnicos e táticos a forma aguerrida e lutadora de encarar cada jogo, coloca sempre os adversários em alerta.
A <b>Dinamarca</b>, que em 2012 disputou a Divisão A, conta sempre com atletas com grande disponibilidade física, que fazem da defesa a sua grande arma. E ofensivamente, com a sua dinâmica cria bastantes dificuldades às equipa adversárias. A seleção deste ano conta já com o contributo de alguns atletas que no ano anterior venceram o Campeonato da Europa de Sub-16, Divisão B.
A <b>Bulgária</b> é por tradição uma equipa com ambições e com talento, aparecendo numa situação semelhante à equipa ucraniana, pois desceu de divisão em 2013 e este ano organiza o campeonato, o que poderá indiciar que se trata de uma geração forte e uma aposta no regresso à Divisão A.
A <b>Escócia</b> aparece em teoria como a seleção menos cotada e com menos tradições, o que não significa facilidades, bem pelo contrário, pois partilham de um espírito semelhante aos dos irlandeses, lutando por cada posse de bola, e por cada jogo até ao último segundo.«Temos de ser equipa concentrada»
Sub-16 em Angola
Durante a sua estadia em Futungo de Belas, sul de Luanda, realizara 5 jogos na cidade de Luanda contra as equipas de S. Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Brasil, Moçambique e Angola, por esta ordem. Após estes encontros, e em função da sua classificação, disputarão um jogo final.
Após dois dias de estágio em que se realizaram 4 treinos, e se trabalhou a bom ritmo, os jovens atletas portugueses partem cheios de vontade e esperança, determinados a dar em cada jogo o seu máximo pelas cores nacionais.
O selecionador nacional Raul Santos espera que em cada jogo a jovem equipa portuguesa “deixe tudo em campo, jogue com grande atitude e represente com dignidade o seu país.”
Assim a Seleção Nacional de Sub 16 continua a sua preparação para o Campeonato Europeu da Macedónia, em que a sua participação nesta prova, CPLP, será mais um (primeiro) momento de observação em competição, de 12 dos atletas que compõem a lista final de 24.
O regresso está previsto para 4 agosto e dia 6 iniciar-se-á o estágio final, no Caramulo, que decorrerá até 15 do mesmo mês, com uma convocatória final de 15/16 atletas, de onde sairão os 12 finais que representarão Portugal no próximo Europeu da categoria.
Vitória de Portugal ante a Croácia abre perspectivas para os 8 primeiros
A selecção portuguesa não depende de terceiros e por isso o jogo desta noite contra a Holanda é uma autêntica final. Melhor dizendo. No nosso Grupo (F) apenas Espanha e Itália, ainda invictos, já carimbaram o passaporte para os quartos-de-final, agendados para a próxima 6ª feira. Há portanto duas vagas em aberto, que serão discutidas no Rep. Checa-Croácia e no Holanda-Portugal, marcados para hoje, respectivamnte às 18H30 e 20H45, no CDC Matosinhos. No Grupo E há apenas uma vaga em aberto (Bélgica e Eslovénia na luta), pois Rússia, França e Sérvia já conseguiram o apuramento para os quartos.
A partida de ontem com a Croácia era uma autêntica final para as nossas representantes. A derrota significava a impossibilidade matemática de entrar nos 8 primeiros e por isso Portugal entrou decidido a fazer valer os seus argumentos, nomeadamente o seu jogo interior. No 1º quarto (22-14) o colectivo de Kostourkova já dispunha de uma vantagem de 11 pontos (14-3) à entrada do minuto 5, com as postes Maria Kostourkova e Chelsea Guimarães a fazerem a diferença na área pintada, bem servidas pelas suas companheiras Carolina Bernardeco e Simone Costa. Um oportuno desconto de tempo pedido pelo treinador croata, conseguiu travar a embalagem lusa, ao impor um parcial de 0-6 (14-9 no minuto 6). Nova arrancada das portuguesas que chegaram a 22-11, com Maria Kostourkova de mão quente (5/5 nos duplos), mas Dora Goles fixou os 22-14 com o seu único triplo no minuto 9.
No 2º período (12-12) as coisas equilibraram-se não só por algum abrandamento das nossas jogadoras, mas também devido à rotação feita pela treinadora lusa. Goles e Slonjsak lideravam a reacção croata (32-26), no minuto 20. Uma paragem do cronómetro pedida por Kostourkova, com 9 segundos para jogar, permitiu a Carolina Bernardeco fixar o resultado (34-26), em cima da buzina para o intervalo.
No 3º quarto (11-10) Portugal sentiu muitas dificuldades para encontrar os caminhos para o cesto, depois de o único triplo luso, marcado por Simone Costa, ter elevado para 37-28, logo no minuto 21. Um parcial de 0-6 consentido pela nossa equipa permitiu que a Croácia encostasse o resultado (37-34), no minuto 23. O marcador só voltou a funcionar no minuto 27, por intermédio de Maria Kostourkova (39-34), que deu o mote para um parcial de 6-0. Carolina Gonçalves num contra-ataque (1×0) após ter feito um roubo de bola e Carolina Bernardeco fecharam esse parcial (43-34), no minuto 29. Ao cabo de 30 minutos jogados Portugal mantinha-se no comando (45-36).
No último período (14-8) a resistência croata durou até ao minuto 35 (49-44), após 1 triplo de Slonjsak (47-41, no minuto 33), com Racki a imitar a sua companheira 2 minutos volvidos (49-44). Um desconto de tempo pedido por Kostourkova acalmou as suas jogadoras que aplicaram um parcial de 10-0, até final.
Resultado: Portugal 59-44 Croácia
Mariyana Kostourkova comentou como habitualmente a prestação das suas jogadoras: «Tivemos uma boa reacção depois do jogo com a Espanha. A nossa margem de erro era nula e por isso tivemos que nos empenhar desde o início para vencer esta partida. A Croácia não foi um adversário fácil, criou-nos muitas dificuldades principalmente no 3º período, em que conseguiram encostar o resultado (37-34). Mas naquele momento conseguimos encontrar força física e psicológica para voltar a controlar o jogo. A equipa mostrou que está no caminho certo. O jogo com a Holanda é outra final que temos pela frente mas estamos preparados para continuar com a dinâmica da vitória.».
Destaque na selecção portuguesa para a prestação do trio formado por Maria Kostourkova, MVP do encontro (21,0 de valorização) ao fazer um duplo-duplo (18 pontos, 9/13 nos duplos, 11 ressaltos sendo 5 ofensivos, uma assistência e duas faltas provocadas), Carolina Bernardeco (8 pontos, 3/5 nos duplos, 2 ressaltos defensivos, 6 assistências, 4 roubos e uma falta provocada com 2/2 nos lances livres) e Simone Costa (12 pontos, 4 ressaltos defensivos, 3 assistências, 1 roubo e 8 faltas provocadas com 3/3 nos lances livres). Bons contributos de Beatriz Jordão (4 pontos, 8 ressaltos sendo 2 ofensivos, 1 roubo e 2 desarmes de lançamento), Carolina Gonçalves (4 pontos, 4 ressaltos defensivos, 3 roubos e 3 faltas provocadas com 2/2 nos lances livres), Chelsea Guimarães (11 pontos, 3 ressaltos defensivos, 2 desarmes de lançamento e uma falta provocada com 1/1 nos lances livres) e Sofia Almeida (4 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência e 1 desarme de lançamento).
Na selecção da Croácia a mais valiosa foi a extremo Iva Slonjsak (16 pontos, 2/3 nos triplos, 3 ressaltos defensivos, uma assistência, 2 roubos, 2 desarmes de lançamento e 6 faltas provocadas com 2/2 nos lances livres), bem acompanhada por Anita Kelava (4 pontos, 10 ressaltos sendo 4 ofensivos, duas assistências, 1 roubo e 2 desarmes de lançamento) e Dora Goles (11 pontos, uma assistência, 1 roubo e 6 faltas provocadas com 6/7 nos lances livres).
Em termos globais a vitória de Portugal baseou-se fundamentalmente na superioridade demonstrada nas tabelas (49-29 ressaltos), tanto na tabela defensiva (35-29) como na ofensiva (14-10), na maior eficácia nos lançamentos de campo (43%-26%) particularmente nos duplos (48%-26%), por ter sido mais colectiva (12-5 assistências), ter feito mais roubos (9-7) e ter provocado mais faltas (15-14). Por seu turno a Croácia foi mais eficaz nos tiros do perímetro (13%-27%), nos lances livres (80%-89%) ao falhar apenas uma de 9 tentativas contra duas em 10, por parte das portuguesas e cometeu menos erros (16-10 turnovers). Nos desarmes de lançamento houve uma igualdade (5-5).
No intervalo do jogo, a juiz portuguesa nomeada pela FIBA Europe para integrar o quadro de árbitros deste Europeu de Sub-18 Femininos, recebeu das mãos de Manuel Fernandes, Director Técnico Nacional, um vistoso ramo de flores pelo seu aniversário, tendo o público entoado os “Parabéns a Você”.
Ficha de jogo
Centro de Desportos e Congressos de Matosinhos
Portugal (59) – Carolina Bernardeco (8), Simone Costa (12), Sofia Almeida, Chelsea Guimarães (11) e Maria Kostourkova (18); Beatriz Jordão (4), Maianca Umabano, Carolina Gonçalves (4), Emília Ferreira, Susana Lopes e Francisca Meinedo (2)
Croácia (44) – Lana Racki (7), Dora Goles (11), Iva Slonjsak (16), Tihana Stojsavljevic e Patricia Bura (4); Anita Kelava (4), Ena Milicovic, Antonija Bozic, Andrea Maric (2) e Iva Ilic
Por períodos: 22-14, 12-12, 11-10, 14-8
Árbitros: Sasa Maricic (Sérvia), Sergiy Chaykovskyy (Ucrânia) e Maka Kupatadze (Geórgia)
Outros resultados:
Grupo F (2ª fase)
2ª jornada: Espanha 69-60 Rep. Checa; Holanda 59-61 Itália
Classificação
1º Espanha 4V – 0D – 301-193 – 8p.
2º Itália 4V – 0D – 260-216 – 8p.
3º Holanda 1V – 3D – 232-244 – 5p.
4º Portugal 1V -3 D – 214-227 – 5p.
5º Rep. Checa 1V -3D – 237-268 – 5p.
6º Croácia 1V – 3D – 190-286 – 5p.
Calendário para hoje (4ª feira, dia 23/7)
16H15 Itália-Espanha, no CDC Matosinhos
18H30 Rep. Checa-Croácia, no CDC Matosinhos
20H45 Holanda-Portugal, no CDC Matosinhos
Perto do Sonho no regresso às vitórias
NÃO FALTEM!! TODOS JUNTOS CONSEGUIMOS!!
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Error of brave Bernardeco pulls at the heart-strings
Hoje publicou um fantástico texto que aconselhamos todos a ler AQUI.
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Incrivel noite! Ambiente fantástico, Exibição magnifica!
Com um entusiástico, incansável e inexcedível apoio do público, Portugal arrancou uma magnifica exibição, esteve a um passo de infligir a derrota à poderosa Espanha e A 1,42 mn do final Portugal perdia por escassos 5 pontos e teve duas oportunidades para resolver um jogo cujos tiros de Salvadores foram letais. Mais do que o resultado (52-62), falam a qualidade exibicional das lusas e o 4º dia de um pavilhão cheio, com mais de 3000 pessoas a conferirem emoção e coração no apoio a Portugal.
Dentro dos objectivos, segue-se Croácia e a Holanda em duas decisivas partidas. Duas vitórias poderão desde logo significar a melhor classificação de sempre de uma seleção jovem portuguesa. Precisamos de todos no apoio a Portugal!!
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Excelente atitude do colectivo de Kostourkova ante a Espanha
Começou ontem a 2ª fase da competição, depois do 1º dia de descanso (domingo) que as várias comitivas aproveitaram para desfrutar momentos de lazer, com um programa social que incluiu uma visita à zona da Ribeira, na Cidade Invicta. Os chefes de delegação e os árbitros FIBA fizeram uma visita às Caves Graham, em Gaia, onde no final tiveram a tradicional prova de vinhos do Porto. Mas voltando ao jogo principal do Grupo F, no horário nobre (20H45), cabe-nos enaltecer a postura das comandadas de Kostourkova, muito determinadas e confiantes, jogando com grande espírito de equipa, entreajuda e colectivismo. Seguindo os conselhos e as recomendações da equipa técnica, as portuguesas não se intimidaram perante a Espanha, campeã europeia em título (2013 em Vukovar e Vinkovci, na Croácia) e recentemente (competição que terminou há 10 dias), vice-campeã mundial Sub-17, na República Checa, tendo perdido a final com os EUA.
O 1º período (17-15) mostrou que Portugal não teve receio de defrontar a poderosa Espanha, jogando de igual para igual. Comandou desde o minuto 6 (9-6), quando Bernardeco acertou o seu 1º triplo, com Maria Kostourkova e Chelsea Guimarães, respectivamente com 5 e 4 ressaltos, a dominarem as tabelas (12-9 ressaltos), tendo chegado a ter uma vantagem de 5 pontos (13-8), no minuto 8. A base Carolina Bernardeco pautava bem o jogo, enquanto Simone Costa impressionava pela sua entrega e capacidade física, na marcação a Laura Quevedo.
No 2º quarto (8-12) a 2ª bomba de Carolina Bernardeco, logo no minuto 12 (20-15) devolveu a maior vantagem (5 pontos) às nossas representantes, mas logo a seguir aproveitando uma série de perdas de bola das portuguesas, a Espanha impôs um parcial de 0-12, privilegiando as transições rápidas (20-27 no minuto 16). Entretanto a paragem do cronómetro pedida por Kostourkova no minuto 15 (20-23) só produziu efeitos práticos a partir do minuto 18, quando o seleccionado luso respondeu com um parcial de 5-0, que fixou o resultado ao intervalo (25-27), com a Espanha na frente.
As campeãs europeias usavam e abusavam do contra-ataque (17 pontos dos 27 marcados na 1ª metade), com o comando a ser repartido (8:58 minutos para Portugal e 8:52 para a Espanha). Curiosamente nuestras hermanas não tinham feito qualquer assistência contra 6 para as lusas e registava-se uma igualdade nos turnovers (10-10).
No 3º período (14-20) Angela Salvadores abriu o livro, tendo feito 14 dos 20 pontos da sua equipa. Alardeando elevada eficácia (7/8) neste parcial, com uma notável selecção de lançamentos, a MVP do encontro mostrou a razão porque foi considerada a MVP do Mundial Sub-17 disputado recentemente, relembrando que anotou 40 pontos na final, ante os EUA. De 27-29 a Espanha disparou para 27-39, impondo um parcial de 0-10. Depois soube gerir a vantagem até ao final do 3º período (39-47), pese a reacção das nossas representantes, com Maria Kostourkova, Carolina Bernardeco e Sofia Almeida a serem as mais inconformadas.
No derradeiro quarto (13-15) Portugal ainda encostou a 5 pontos (50-55), à entrada do minuto 39, através de um lance livre de Sofia Almeida, mas o único triplo de Salvadores no ataque seguinte (50-58) devolveu a tranquilidade às espanholas, que aumentaram para 50-62 a 18 segundos da buzina. Mas ainda haveria tempo para Maria Kostourkova selar o resultado (52-62).
Resultado: Portugal 52-62 Espanha
Como habitualmente a seleccionadora Mariyana Kostourkova fez o seu comentário à partida: «A equipa teve uma atitude espectacular. Lutámos de igual para igual e obrigámos a Espanha a dar o seu melhor. Na 1ª parte jogámos taco-a-taco e na 2ª metade tivemos uma entrada mais desconcentrada, com algumas perdas de bola e do outro lado esteve uma jogadora (Salvadores) que abriu o livro e fez a diferença, justificando a razão porque foi a MVP do Campeonato do Mundo de Sub-17 que terminou há dez dias na República Checa. Espero que a equipa acredite no seu valor e na sua capacidade e se bata da mesma maneira e com a mesma atitude nos próximos jogos.».
Destaque nas vencedoras para a actuação de Angela Salvadores, MVP do jogo (28,5 de valorização), ao contabilizar 28 pontos, 13/21 (62%) nos lançamentos de campo repartidos por 12/18 (67%) nos duplos e 1/3 nos triplos, 4 ressaltos sendo metade ofensivos, uma assistência, 4 roubos, 1 desarme de lançamento e uma falta provocada com 1/1 nos lances livres. Foi bem acompanhada pela base Laia Flores (10 pontos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, 3 assistências, 1 roubo e duas faltas provocadas com 3/4 nos lances livres), Itsaso Conde (4 pontos, 5 ressaltos sendo 1 ofensivo, 1 roubo, 2 desarmes de lançamento e uma falta provocada), Sara Zaragoza (2 pontos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos, 1 roubo e 1 desarme de lançamento) e Laura Quevedo (6 pontos, 2/2 nos duplos, 4 ressaltos defensivos, uma assistência e 3 faltas provocadas com 2/3 nos lances livres).
No seleccionado luso destaque para o colectivo que se bateu muito bem, com grande espírito de luta e entreajuda. Todavia a mais valiosa (22,5 de valorização) foi Chelsea Guimarães ao fazer um duplo-duplo (14 pontos, 10 ressaltos sendo 3 ofensivos, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 4 faltas provocadas com 6/6 nos lances livres), logo seguida por Maria Kostourkova (19,0 de valorização) que também conseguiu um duplo-duplo (13 pontos, 6/10 nos lançamentos de 2 pontos, 11 ressaltos sendo 2 ofensivos, 1 roubo e 4 faltas provocadas com 1/3 nos lances livres) e Carolina Bernardeco (10 pontos, 2/3 nos triplos, 2 ressaltos defensivos, 5 assistências, 4 roubos e duas faltas provocadas). Bons contributos ainda de Simone Costa (6 pontos, 4 assistências, 2 roubos e duas faltas provocadas com 2/4 nos lances livres) que fez um jogo de sacrifício (35:12 minutos de utilização), a que mais minutos jogou das 22 utilizadas, Sofia Almeida (7 pontos, 1/1 nos triplos, 1 ressalto ofensivo, 1 roubo e 3 faltas provocadas com 2/4 nos lances livres) e Beatriz Jordão (2 pontos, 2 ressaltos sendo 1 ofensivo, 1 roubo, 2 desarmes de lançamento e uma falta provocada).
Em termos globais a vitória da Espanha teve por base a maior eficácia nos lançamentos de campo (38%-42%), nomeadamente nos duplos (39%-57%), a superioridade nas tabelas (32-36 ressaltos), nomeadamente na tabela ofensiva (9-14 ressaltos), no menor número de erros (22-19 turnovers) e por ter conseguido mais roubos (11-12). Por seu turno Portugal foi mais eficaz nos tiros do perímetro (33%-20%) ao converter 3 triplos em 9 tentativas contra apenas 2 em 20 tentados, foi mais colectivo (11-5 assistências) e provocou mais faltas (18-10) com pior eficácia na linha de lance livre (65%-75%) ao falhar 6 de 17 tentativas contra apenas duas em 8 lançamentos tentados.
Ficha de jogo
Centro de Desportos e Congressos de Matosinhos
Portugal (52) – Carolina Bernardeco (10), Susana Lopes, Simone Costa (6), Chelsea Guimarães (14) e Maria Kostourkova (13); Carolina Gonçalves, Beatriz Jordão(2), Maianca Umabano, Sofia Almeida (7), Emília Ferreira e Francisca Meinedo
Espanha (62) – Laia Flores (10), Angela Salvadores (28), Laura Quevedo (6), Helena Orts (4) e Iho Lopez ; Sara Zaragoza (2), Lucia Togores (4), Itsaso Conde (4), Teresa Cazorla (2), Paula Vicente e Ana Calvo (2)
Por períodos: 17-15, 8-12, 14-20, 13-15
Árbitros: Radomir Vojinovic (Montenegro), Tomislav Hordov (Croácia) e Özlem Yalman (Turquia)
Outros resultados:
Grupo F
Croácia 53-68 Itália
Rep. Checa 57-70 Holanda
Classificação:
1º Espanha 3V – 0D – 232-133 – 6p.
2º Itália 3V – 0D – 199-157 – 6p.
3º Rep. Checa 1V – 2D – 175-199 – 4p.
4º Croácia 1V – 2D – 146-227 – 4p.
5º Holanda 1V – 2D – 173-181 – 4p.
6º Portugal 0V – 3D – 155-183 – 3p.
Calendário para hoje (3ª feira)
18H30 Espanha-Rep. Checa, no Pav. Municipal de Guifões
20H45 Holanda-Itália, no Pav. Municipal de Guifões
20H45 Portugal-Croácia,no CDC Matosinhos
Incredible noise from another stunning @fpbasquetebol crowd
Mais um tweet revelador dos dias que se têm vivido por aqui.
Incredible noise from another stunning @fpbasquetebol crowd.Loudest I've heard at any women's youth touro & it's only Day 4! #FIBAEuropeU18
— Paul Nilsen (@basketmedia365) July 21, 2014
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Mário Gomes faz balanço positivo
E Mário Gomes mostra-se satisfeito com o desempenho da equipa, que de resto já mostrou “que pode jogar a bom nível”.
O nome do adversário era de peso, mas o adjunto do selecionador Mário Palma não tem dúvidas de que, para evoluir, Portugal tem de jogar com os melhores. “Ao ter a Alemanha como adversário nos primeiros jogos de preparação, sabíamos que, por um lado, era um adversário provavelmente demasiado forte para início (não era o que estava planeado, mas razões imponderáveis ‘obrigaram’ a que assim fosse), mas também que, se queremos evoluir, tal só é possível jogando contra equipas dum nível superior, contra as quais normalmente iremos perder”, refere. “Portanto, quanto aos resultados, foram normais, sendo óbvio, no entanto, que podíamos e devíamos ter conseguido um resultado menos desnivelado no segundo jogo”, acrescenta.
Mas o balanço é francamente positivo e Mário Gomes acredita que, quando chegarem os jogos a “doer”, a Seleção vai estar ao seu melhor nível. “Quanto ao mais importante nesta fase, que é fazer a equipa evoluir, foi um fim-de-semana muito proveitoso, com muito mais aspetos positivos que negativos, tendo a equipa mostrado já que pode jogar a bom nível. Estamos convictos que, quando se iniciar a qualificação, vamos ser um equipa competitiva, com capacidade para discutir os resultados”, salienta. “Há que ter em conta que, pelo menos no plano teórico, a Alemanha é superior a qualquer uma das equipas contra quem iremos jogar, quer nos restantes jogos de controlo, quer na competição oficial.”
Os dois jogos ofereceram dados que agora permitem a equipa técnica tirar ilações e afinar a melhor estratégia para a qualificação. “A nossa principal dificuldade, que não é uma surpresa, foi (tem sido) a falta de consistência ao longo dos 40 minutos do jogo, que deriva de termos que jogar em superação, pois os nossos jogadores não estão habituados a competir contra este tipo de adversários. Contra equipas como a Alemanha, bastam 3 ou 4 minutos de ‘quebra’ para que consigam uma vantagem da qual já não conseguimos recuperar.”
E acrescenta: “Esta é uma dificuldade que não se ultrapassa totalmente em dois meses de trabalho, mas estamos certos que chegaremos ao primeiro jogo oficial muito mais consistentes, pois os seis jogos de preparação que temos até lá vão ajudar-nos muito a melhorar neste aspecto, que é determinante. Aliás, temos a certeza que os nossos jogadores e a nossa equipa são hoje mais fortes que antes de termos jogado contra a Alemanha, pois só treinar não basta, para evoluir há que jogar a alto nível, contra adversários mais fortes que nós.”
Mário Gomes analisa, depois, os dois encontros. “Quanto às incidências dos jogos, tivemos dois períodos muito difíceis, por razões diferentes: o início do primeiro, devido à evidente falta de ritmo competitivo, agravado pelo facto de a Alemanha já trazer 3 jogos ‘nas pernas’, enquanto nós estávamos a fazer os primeiros minutos a competir, isto é, levou tempo até a equipa ‘entrar no jogo’; a segunda parte do jogo de ontem, muito devido à quebra física de alguns jogadores, agravada pelo facto de o nosso único 5 (Cláudio) não ter podido jogar, facto que pagámos caro, pese embora o excelente jogo feito pelo João Guerreiro (que é um 4…).
Muito mais relevante, até porque para atingir objectivos há que pensar de forma positiva, foi a equipa ter demonstrado que pode vir a ser competitiva a este nível, por aquilo que fez na segunda parte do primeiro jogo e na primeira parte do segundo jogo, períodos em que jogámos um basquetebol de grande qualidade.
Há muito para melhorar e para corrigir, mas, como balanço global, estes primeiros dois jogos deixaram-nos confiantes em relação ao futuro, próximo e a médio prazo.”
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
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