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Vitória do colectivo de Eugénio Rodrigues deu-nos o bronze

A vitória na ronda derradeira ante a Bósnia e Herzegovina (também candidato à subida) para além do 3º lugar no pódio, deu-nos a consequente medalha de bronze e a tão desejada subida à Divisão A.  Já agora vale a pena recordar este pequeno pormenor (talvez um pormaior…): pelo 3º ano consecutivo Portugal consegue a proeza de subir à Divisão A, em 3 escalões diferentes, no feminino. Por esta ordem: Sub-18 (2012, em Strumica), Sub-16 (2013, em Matosinhos) e Sub-20 (2014, em Sófia). É esta a realidade.

Na hora da comemoração é importante relembrar que estas conquistas não são obras do acaso, como se fosse um jogo de roleta, no casino. Foram fruto do trabalho sério, competente, dedicado, com muita gente envolvida, ao longo de semanas, meses, anos. Nada na vida se faz sem trabalho. Desde jogadoras, treinadores (dos clubes e dos Centros de Treino), dirigentes, seccionistas/secretários, fisioterapeutas. Para todos o nosso agradecimento, merecendo todos eles sem excepção, o nosso reconhecimento.        

 

Por entre lágrimas de satisfação, por mais esta jornada histórica do basquetebol feminino português, sentimo-nos orgulhosos por fazermos parte desta equipa e por isso dá-nos um prazer tremendo saborear e desfrutar desta alegria incontida.

 

Mas passemos à análise das peripécias que aconteceram esta manhã, a partir das 09H30 portuguesas, com muita gente a seguir em directo, a sofrer e a vibrar, através do play-by-play, no site da FIBA Europe.  Nós fomos apenas um entre muitos, disso não temos dúvidas.

 

Portugal não entrou bem no jogo. Começou logo por consentir um parcial de 0-6, como se fosse um carro que ainda tinha os motores a aquecer. Logo que acertaram com o cesto, as guerreiras lusas embalaram, respondendo com um parcial de 10-0 em 4 minutos. A eficácia lusa estava em alta e o melhor que as bósnias conseguiram foi igualar (12-12), por Babic, de lance livre, após o 1º triplo da base Dzombeta (12-11), no minuto 7. Mas as nossas representantes não abrandaram e impuseram novo parcial, desta feita de 9-0, curiosamente com um triplo pelo meio (17-12), de Joana Canastra, no minuto 9, a imitar a sua companheira Nádia Fernandes que no minuto 3 acertara uma bomba a reduzir para 5-6. O 1º período (21-14) terminava com Delic a encurtar a desvantagem adversária.

 

No 2º quarto (13-17) o seleccionado luso começou por reentrar muito bem na partida. Dois triplos consecutivos (Joana Cortinhas e Josephine Filipe) logo no minuto 11, após passes decisivos de Inês Viana e Maria Kostourkova, respectivamente, deram o mote para um parcial de 9-5, em 3 minutos, com a extremo/poste Josephine Filipe a contribuir com mais 3 pontos (1 lance livre e 1 duplo, correspondendo a uma assistência de Joana Soeiro). Era chegada a altura de o treinador bósnio para o cronómetro, no minuto 16. Com resultados práticos pois as suas jogadoras pagaram na mesma moeda, ou seja aplicaram um parcial de 0-10, em menos de3 minutos, com o resultado a encostar (30-29 no minuto 19). Na Bósnia eram Dzebo (5) e Gajic (3) a assumir as despesas da marcação de pontos, carregando com a equipa. Curiosamente seriam Joana Cortinhas (1 duplo) e Josephine Filipe (2 lances livres) que voltariam a acertar com o cesto, aliviando um pouco a pressão que se abatia sobre as nossas representantes. O intervalo chegou com Portugal no comando (34-31).                             

 

A eficácia das portuguesas continuava em bons níveis (41% nos lançamentos de campo), melhores que o habitual, concretamente nos tiros do perímetro (50%), com 4 triplos em 8 tentados, compensando a supremacia das adversárias nas tabelas (19-22 ressaltos), nomeadamente na tabela ofensiva (5-10). Nos restantes indicadores as coisas mantinham-se equilibradas, particularmente nas assistências (5-6), nos turnovers (6-6) e nos roubos (4-3).         

 

No 3º período (18-10) Portugal voltou a fraquejar, paradoxalmente depois de ter ampliado para 37-31, por intermédio de Maria Kostourkova  a finalizar um contra-ataque (36-31 no minuto 21), seguido de um lance livre convertido por Joana Cortinhas, no minuto 22. Num ápice a Bósnia respondeu com um parcial de 0-8, iniciado com uma bomba de Delic e concluído com outra da base Dzombeta, enquanto pelo meio era a melhor marcadora e ressaltadora do campeonato, Marica Gajic (1,84 m), que acertava mais um duplo. A Bósnia recolocava-se no comando (37-39), o que já não acontecia desde o minuto 3 (no 1º período), quando ainda vencia por 5-6. De imediato Eugénio Rodrigues pediu um desconto de tempo (minuto 25) e depois de Dzebo ainda ter elevado para 37-41, na conversão de 2 lances livres na em sequência de falta provocada antes do desconto pedido, feitas as necessárias rectificações, Portugal voltou a por o pé no acelerador e disparou para 52-41, fazendo um parcial de15-0, com 2 triplos pelo meio. Impensável mas verídico! Foi mais uma demonstração de força e classe do colectivo de Eugénio Rodrigues, iniciado com 1 triplo de Joana Soeiro (40-41), após passe decisivo de Joana Cortinhas, quase a expirar o minuto 25. Chelsea Guimarães (42-41), triplo de J. Cortinhas (45-41), com Joana Soeiro a assistir a sua companheira, Maria Kostourkova (47-41) num 2º lançamento após ter ganho o ressalto ofensivo, Laura Ferreira (50-41) numa jogada de cesto e falta convertida e de novo a jovem Chelsea G. (52-41). Distribuição de pontos a ser feita por 5 jogadoras diferentes (apenas uma a bisar, Chelsea), duas assistências, um contra-ataque, 2 triplos, 1 duplo e um lance livre. Por alguma razão se fala em colectivo.

 

Sentia-se que o objectivo da subida estava mais perto. Ali a 10 minutos de tempo útil. Mas as bósnias não baixaram os braços e mesmo depois de Cortinhas ter elevado a vantagem lusa para 54-41, logo no início do último quarto (20-25), correspondendo da melhor maneira a uma assistência de Nádia Fernandes, impuseram um parcial de 2-10 (56-51), iniciado com uma arrancada de 0-6, novamente graças à mão quente de Gajic, Dzebo e Babic. A reentrada da base Inês Viana no minuto 35, antes de Marica Gajic ter falhado 2 lances livres (ainda no minuto 35), foi determinante para o evoluir do resultado, dadas as características de liderança da nossa capitã. Josephine Filipe voltou a encontrar o caminho para o cesto (2 lances livres e mais um triplo) a elevar para 61-51, quase a expirar o minuto 37, na sequência de passe decisivo de Chelsea, dando a Portugal uma margem de 10 pontos, com 3 minutos para jogar. A Bósnia não desistia e reduzia o prejuízo (61-55), no minuto 38. Mas uma bomba de Laura Ferreira (64-55), à entrada do minuto 39, obrigou de imediato a uma paragem do cronómetro, pedida pelo treinador bósnio. As coisas ainda não estavam definitivamente resolvidas, mas o colectivo luso jogava com confiança e fundamentalmente acreditava que era possível vencer o jogo. Portugal jogava com o facto de o adversário já ter feito as 4 faltas da equipa e da linha de lance livre, primeiro Inês Viana (68-58), à entrada do minuto 40 e depois Josephine Filipe (72-60), com 22 segundos para jogar, não permitiam que a nossa vantagem encurtasse, mantendo-se controlada. Foi já nos segundos derradeiros, depois de novo desconto pedido pela Bósnia (a 12 segundos da buzina) que Marica Gajic selou o resultado final (72-66), com nova jogada de 2+1 (antes havia feito o mesmo, aos 72-63).       

                         

Resultado: Portugal 72-66 Bósnia e Herzegovina

 

Destaque na selecção de Portugal para as prestações de Laura Ferreira, a nossa jogadora mais valiosa (20,5 de valorização), ao somar 14 pontos, 6 ressaltos defensivos, uma assistência, 3 roubos e 9 faltas provocadas com 5/5 nos lances livres, seguida de Chelsea Guimarães (12 pontos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas) e Josephine Filipe, a nossa melhor marcadora (15 pontos, 2/4 nos triplos, 2 ressaltos defensivos, 1 roubo, 2 desarmes de lançamento e 5 faltas provocadas com 7/8 nos lances livres). Mas a força do colectivo assentou também nos contributos de Joana Soeiro (1/1 L3, 3 assistências e 2 roubos), Maria Kostourkova (6 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências, 1 roubo e 2 desarmes de lançamento), Joana Cortinhas (1/1 L3, 2 ressaltos defensivos, uma assistência e 1 desarme de lançamento), Nádia Fernandes (7 ressaltos sendo 1 ofensivo e uma assistência), Inês Viana (3 assistências) e Joana Canastra (2/2 L3). Uma verdadeira equipa, que também teve no banco Inês Veiga, Mafalda Guerreiro e Cesária Ucalam, desta vez não utilizadas. 

 

A Bósnia e Herzegovina viveu muito da MVP do encontro (34,0 de valorização), Marica Gajic, que esteve à beira do triplo-duplo (21 pontos, 19 ressaltos sendo 10 ofensivos, duas assistências, 2 roubos e 9 faltas provocadas com 5/9 nos lances livres). Foi bem acompanhada por Nikolina Babic (14 pontos, 1/1 nos triplos, 5 ressaltos defensivos, 3 assistências, 2 roubos e duas faltas provocadas) e ainda Nikolina Dzebo (12 pontos, 2 ressaltos sendo 1 ofensivo e 3 faltas provocadas com 5/5 nos lances livres).                          

 

Ficha de jogo

Universiada Hall, em Sófia (Bulgária)

 

Portugal (72) – Inês Viana (4), Joana Cortinhas (8), Laura Ferreira (14), Nádia Fernandes (4) e Maria Kostourkova (4); Chelsea Guimarães (12), Joana Soeiro (5), Joana Canastra (6) e Josephine Filipe (15)

 

Bósnia e Herzegovina (66) – Miljana Dzombeta (6), Nikolina Babic (14), Andela Delic (9), Marica Gajic (21) e Sara Boric (4); Nikolina Dzebo (12), Anida Corovic, Melisa Brcaninovic e Alexandra Milanovic

 

Por períodos: 21-14, 13-17, 18-10, 20-25

 

Árbitros: Emílio Perez (Espanha), Petar Denkovski (Macedónia) e Per-Kristian Larsen (Noruega)

 

Outros resultados:

8ª jornada – Roménia 37-70 Bulgária; Israel 80-46 Noruega

9ª jornada – Alemanha 75-47 Roménia; Grã-Bretanha 66-61 Israel ; Noruega 44-66 Lituânia

 

Classificação final:

1º Alemanha 8V-1D; 2º Hungria 8V-1D; 3º Portugal 7V-2D; 4º Lituânia 5V-4D; 5º Bósnia e Herzegovina 5V-4D; 6º Bulgária 4V-5D; 7º Grã-Bretanha 4V-5D; 8º Israel 3V-6D; 9º Noruega 1V-8D; 10º Roménia 0V-9D

 

Alemanha (medalha de ouro), Hungria (medalha de prata) e Portugal (medalha de bronze) sobem à Divisão A. 


Terceira vitória consecutiva

Neste domingo o Campeonato da Europa cumpre o seu primeiro dia de pausa, e na segunda feira a selecção portuguesa folga, só voltando a jogar na terça feira, dia 15 de Julho, frente à equipa da casa, a fortíssima seleção da Bósnia e Herzegovina.

Entraram bem os jovens lusos, com um parcial de 9-2, obrigando o seleccionador estónio a pedir um desconto tempo. Após esse desconto de tempo e fruto de alguma desconcentração da Seleção Nacional, os estónios conseguiram um parcial de 8-0, terminando o primeiro período na frente do marcador (9-10).
 
No segundo qurto o jogo continuou equilibrado. A um bom parcial português, respondeu a Estónia também com um bom parcial. O resultado neste período é espelho disso (18-18) chegando o jogo ao intervalo com a vantagem mínima para a Estónia (27-28).
 
O terceiro período trouxe uma selecção Estónia determinada em deixar Portugal para trás no marcador, chegando mesmo a dispor de uma vantagem de 8 pontos. Mas os jovens portugueses nunca desistiram e apesar de disputarem o terceiro jogo consecutivo (ao contrário do seu adversário que havia folgado no dia anterior), mostraram a sua raça, conseguindo fechar o período apenas com 2 pontos de desvantagem.
 
E quando se esperava que a seleção Estónia fizesse valer uma maior frescura física, eis que aparece toda a raça destes jovens jogadores Portugueses que com uma brilhante atitude defensiva e um bom controle de jogo, descobrindo sempre as melhores opções no ataque, conseguiram um parcial de 29-15, estabelecendo o resultado final em 76-64.
 
No fim do jogo o capitão João Gallina disse: "Sabiamos que ia ser um jogo bastante complicado, porque a Estónia é uma equipa com bons lançadores e que gosta bastante de fazer muitos contra ataques. Na primeira parte a história do jogo foi exactamente essa. Na segunda parte unimo-nos mais na defesa, contestamos mais tiros, garantimos o ressalto defensivo e houve maior circulação de bola no ataque e consequentemente conseguimos lançar com menor oposição, sobretudo nos lançamentos de 3 pontos. Estamos muito orgulhosos do nosso percurso até agora, mas temos a noção que ainda nos esperam jogos muito difíceis."
 

Portugal mantém-se na luta após vitória com a Lituânia

A vitória deste sábado, frente à Lituânia (62-42), mantém a esperança de atingirmos o pódio (3º lugar) e por consequência de garantir a subida à elite europeia. As comandadas de Eugénio Rodrigues, galvanizadas com o êxito muito sofrido ante a Alemanha, na véspera, mantiveram os níveis de confiança em alta e deste modo irão dirimir este domingo, com a Bósnia e Herzegovina (a partir das 09H30 portuguesas), a medalha de bronze.

Será mais uma final que se apresenta para o seleccionado luso, mas acreditamos no valor e na capacidade do grupo de trabalho para escrever mais uma página histórica do basquetebol feminino português.

 

Na partida com a Lituânia a superioridade das nossas cores só começou a ganhar forma na etapa complementar, já que até ao intervalo (25-23 a favor das lituanas) as coisas estiveram muito equilibradas, com ligeiro ascendente da Lituânia no 1º quarto (15-12) e reacção de Portugal no 2º período (10-11).

 

O 3º quarto (9-24) marcou a viragem decisiva na liderança do marcador, com as nossas representantes a ganharem uma vantagem confortável (13 pontos), ao cabo de 30 minutos jogados (34-47). No 4º período (8-15), Portugal geriu bem o pecúlio amealhado, ampliando-o para a vintena no final do encontro.

 

Resultado: Lituânia 42-62 Portugal  

 

Destaque na selecção de Portugal para a actuação da poste Chelsea Guimarães, MVP do jogo (23,0 de valorização) ao fazer um duplo-duplo (10 pontos, 11 ressaltos sendo 6 ofensivos, duas assistências, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e uma falta provocada com 2/2 nos lances livres). Foi muito bem acompanhada por Laura Ferreira (16 pontos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, duas assistências, 2 roubos e 7 faltas provocadas com 5/6 nos lances livres), Maria Kostourkova (6 pontos, 9 ressaltos sendo 1 ofensivo, duas assistências, 1 roubo e 3 faltas provocadas com 2/4 nos lances livres), Josephine Filipe (13 pontos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos e 1 roubo) e Joana Soeiro (8 pontos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências, 2 roubos e 3 faltas provocadas com 4/5 nos lances livres).

 

Na equipa da Lituânia a mais valiosa foi a poste (1,95m) Justina Matuzonyte (12 pontos, 8 ressaltos sendo 2 ofensivos, 1 roubo e 2 desarmes de lançamento), seguida de Laura Zelnyte (2 pontos, 7 ressaltos defensivos, 3 assistências, 1 roubo, 3 desarmes de lançamento e uma falta provocada) e Roberta Mizgeryte (5 pontos, 8 ressaltos sendo 5 ofensivos, uma assistência, 1 roubo e duas faltas provocadas com 1/2 nos lances livres).          

     

O triunfo de Portugal baseou-se fundamentalmente no facto de ter ganho as tabelas (38-54 ressaltos) tanto na tabela defensiva (30-36) como na ofensiva (8-18), na maior eficácia dos lançamentos de campo (31%-32%), particularmente nos tiros de 3 pontos (11%-21%), no menor número de erros cometidos (15-12 turnovers), por ter roubado mais bolas (8-10) e por ter provocado mais faltas (9-19), com melhor aproveitamento na linha de lance livre (40%-74%) ao falhar 5 em 19 tentativas contra apenas 3 em 5 tentados. Por seu turno a Lituânia foi mais eficaz nos tiros de 2 pontos (40%-36%), foi mais colectiva (12-11 assistências) e ainda fez mais desarmes de lançamento (7-2).                

 

Ficha de jogo

 

Universiada Hall, em Sófia (Bulgária)

 

Lituânia (42) – Austeja Sirsinaityte, Greta Tamasauskaite (6), Ieva Kazlauskaite (4), Roberta Mizgeryte (5) e Justina Matuzonyte (12); Justina Kraujunaite (7), Gintare Jasiunskaite (6), Laura Zelnyte (2), Simona Dobrovolskyte e Elzbieta Ceponyte

 

Portugal (62) – Inês Viana (3), Joana Cortinhas (2), Laura Ferreira (16), Nádia Fernandes (1) e Maria Kostourkova (6); Chelsea Guimarães (10), Joana Soeiro (8), Joana Canastra (3) e  Josephine Filipe (13)

 

Por períodos: 15-12, 10-11, 9-24, 8-15

 

Árbitros: Nebojsa Kovacevic (GER), Charalampos Karakatsounis (GRE) e Alija Ferevski (MKD)

 

Outros resultados da 8ª jornada:

Hungria 79-56 Grã-Bretanha; Bósnia e Herzegovina 50-68 Alemanha 

 

Classificação actual:

1º Alemanha 7V-1D; 2º Hungria 7V-1D; 3º Portugal 6V-2D; 4º Bósnia e Herzegovina 5V-3D; 5º Lituânia 4V-4D; 6º Bulgária 4V-4D; 7º Grã-Bretanha 3V-5D; 8º Israel 3V-5D; 9º Noruega 1V-7D; 10º Roménia 0V-8D                  


Mais um obstáculo ultrapassado

Frente ao líder que tinha um percurso cem por cento vitorioso, o seleccionado luso fez das tripas coração, jogou com grande atitude e concentração e no final o resultado foi favorável às nossas cores. Foi preciso recorrer a um prolongamento pois com 40 minutos jogados as duas equipas estavam empatadas (49-49). Nos 5 minutos extra (8-12) as nossas representantes continuaram a acreditar e embalaram para uma vitória muito sofrida, mas inteiramente justa. Agora é preciso manter a concentração e a dinâmica de vitória, nos dois jogos que restam. Continuamos a depender apenas de nós próprios para atingir o objectivo da subida à Divisão A.

No 1º período (13-22) Portugal entrou bem e depois de 4-4 disparou para 8-18, com Maria Kostourkova a mostrar grande eficácia (5/5 nos duplos).

 

No 2º quarto (8-7) as defesas sobrepuseram-se aos ataques, com a eficácia de lançamento a baixar drasticamente. Ao intervalo as portuguesas mantinham-se na frente (21-29).

 

No 3º período (14-6) a selecção germânica reagiu como lhe competia, chegando ao empate (35-35) ao cabo de 30 minutos jogados. A agressividade defensiva lusa obrigava a sucessivos turnovers por banda das adversárias (22-10), fruto dos roubos de bola e na luta das tabelas as coisas estavam equilibradas (32 ressaltos para cada lado), com as comandadas de Eugénio Rodrigues a ganharem a tabela ofensiva (4-17 ressaltos).

 

O último quarto (14-14) foi impróprio para cardíacos, nomeadamente na ponta final. Com as equipas empatadas (46-46) o treinador luso parou o cronómetro (minuto 40 e apenas 18 segundos para jogar) e Laura Ferreira conseguiu numa jogada de 2+1 colocar Portugal na frente (46-49) a 5 segundos do termo. Acto contínuo desconto de tempo para a Alemanha e numa jogada estudada a base Brodersen acerta uma bomba (49-49), obrigando ao prolongamento.

 

Nos 5 minutos extra (8-12) a selecção portuguesa ganhou logo uma vantagem preciosa (49-53), com cestos de Inês Viana e Maria Kostourkova, que conseguiu gerir. Novo triplo de Brodersen a reduzir para 52-53 (minuto 43), mas Joana Soeiro (4 faltas provocadas em todo o jogo) foi decisiva nesta ponta final ao ser travada em falta, para não tremer da linha de lance livre (52-55 no minuto 43 e 54-57 no minuto 45). A 10 segundos do termo Maria Kostourkova, assistida por Inês Viana eleva para 54-59, mas Pia Dietrich com 9 segundos para jogar ainda acertou um triplo (57-59). Após um último desconto de tempo pedido por Eugénio Rodrigues, a 6 segundos da buzina, Chelsea Guimarães ainda converteu mais 2 lances livres, selando o resultado final.                                   

 

Resultado: Alemanha 57-61 Portugal (a.p.)

 

Destaque na selecção lusa para a prestação da jovem poste Maria Kostourkova, MVP do encontro (24,0 de valorização), ao contabilizar 16 pontos, 8 ressaltos sendo 3 ofensivos, 2 roubos, 2 desarmes de lançamento e 5 faltas provocadas. Foi muito bem acompanhada por Chelsea Guimarães (8 pontos, 8 ressaltos sendo 2 ofensivos, 2 roubos, 1 desarme de lançamento e 6 faltas provocadas com 6/8 nos lances livres), Laura Ferreira (17 pontos, 3/6 nos triplos e 3 ressaltos sendo 1 ofensivo) e Joana Soeiro (10 pontos, 3 ressaltos sendo 2 ofensivos, 2 roubos e 4 faltas provocadas com 8/8 da linha de lance livre).  

 

Nas germânicas as melhores foram a poste Marie Gülich, que fez um duplo-duplo (12 pontos, 6/8 nos duplos, 11 ressaltos sendo 2 ofensivos e 3 desarmes de lançamento) e a extremo Aline Hartmann (15 pontos, 4 ressaltos defensivos, 4 assistências, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e uma falta provocada).      

 

 

Ficha de Jogo

 

Universiada Hall, em Sófia (Bulgária)

 

Alemanha (57) – Levke Brodersen (6), Elisabeth Dzirma (2), Aline Hartmann (15), Ama Degbeon (8) e Marie Gülich (12); Noémie Rouault (7), Isabell Meinhart , Pia Dietrich (3), Katharina Müller (2) e Mary Mihalyi (2)

 

Portugal (61) – Inês Viana (2), Joana Cortinhas, Laura Ferrreira (17), Nádia Fernandes e Maria Kostourkova (16); Chelsea Guimarães (8), Joana Soeiro (10), Josephine Filipe (2), Joana Canastra (2), Mafalda Guerreiro, Cesária Ucalam e Inês Veiga (4)

 

Por períodos: 13-22, 8-7, 14-6, 14-14; 8-12

 

Outros resultados da 7ª jornada:

Grã-Bretanha 75-45 Roménia; Israel 62-58 Lituânia; Noruega 51-85 Hungria; Bulgária 54-85 Bósnia e Herzegovina

 

Apesar de ter perdido a invencibilidade, a Alemanha mantém a 1ª posição, seguido da Hungria, ambos com uma derrota. Bósnia e Herzegovina e Portugal repartem o 3º lugar, ambos com duas derrotas.   

 

Este sábado Portugal joga com a Lituânia, a partir das 14H00 portuguesas, na 8ª e penúltima jornada da competição. Na derradeira ronda (domingo) a Bósnia e Herzegovina será o nosso adversário (09H30 portuguesas).                


Sub-18 da Eslovénia vencem com justiça a congénere lusa

A parceria tripartida (FPB, UBI e AB Castelo Branco) que vigora de há uns anos a esta parte continua viva e é o exemplo de como juntando as sinergias se consegue contribuir para uma finalidade, por um lado a promoção do basquetebol e a evolução dos praticantes e por outro a divulgação das condições proporcionadas pelas infra-estruturas existentes na cidade serrana.

Queremos mais uma vez agradecer à Universidade da Beira Interior, na pessoa do Dr.Vítor Mendes da Mota, Administrador da UBI /S.A.S.U.B.I., pelas facilidades concedidas nas vertentes do alojamento e alimentação das comitivas aqui presentes (4 selecções nacionais de jovens, sendo duas estrangeiras, Eslovénia e Dinamarca), bem como a toda a sua equipa de operacionais, que no dia-a-dia foram solucionando os problemas que sempre aparecem. O mesmo se aplica à AB Castelo Branco e ao seu líder João Gustavo Santos, pelo apoio prestado nomeadamente na vertente logística dos transportes, facultando-nos a utilização da sua carrinha (sem esquecer o papel do DTR António Sena, como sempre incansável no terreno). A todos o nosso bem hajam.

 

 Na final a Eslovénia  Sub-18 mostrou-se mais consistente, vencendo o torneio com inteira justiça, mas deparou com boa réplica das Sub-18 lusas, que estiveram uns bons furos acima do que fizeram no jogo extra-torneio.                   

 

No 1º período (11-12) houve bastante equilíbrio, pese a superioridade de estatura das eslovenas. O acerto no tiro exterior no 2º quarto (9-17) permitiu que a Eslovénia ampliasse a vantagem para 9 pontos ao intervalo (20-29).

 

No 3º período (13-11) a determinação das lusas em termos defensivos foi decisiva para o encurtar do prejuízo para 7 (33 -40), ao cabo de 30 minutos jogados.         

              

No derradeiro quarto (13-16) Portugal não baixou os braços e conseguiu encostar o resultado a 3 pontos, por duas vezes (37-40 e 39-42). A Eslovénia, mais segura, em 2 ataques aumenta para 39-46, obrigando Kostourkova a parar o cronómetro no minuto 35. Um roubo de Emília Ferreira na área pintada permitiu-lhe marcar debaixo da tabela (43-49), com o treinador esloveno a pedir de imediato um desconto de tempo (minuto 38). Potocnik (2 lances livres) e um triplo de Jacobcic elevaram para 43-54, no minuto 39. Simone Costa ainda reduziu de lance livre (44-54) mas novo desconto por parte da Eslovénia, com 1 minuto e 11 segundos para jogar. O 3º e último desconto pedido por Kostourkova (quase a expirar o minuto 39) já não permitiu virar o rumo dos acontecimentos, como seria expectável.  

 

No jogo para o 3º/4º lugares Portugal Sub-16 venceu a congénere dinamarquesa numa partida muito disputada.

        

Resultados:

3º/4º lugares: Portugal Sub-16 52-46 Dinamarca Sub-16

Final: Portugal Sub-18 46-56 Eslovénia Sub-18

 

Fichas de jogo

 

Pavilhão nº 1 da UBI, na Covilhã

 

Portugal Sub-16 (52) – Ana Carolina Rodrigues (6), Helena Pinheiro (7), Catarina Miranda (11), Mariana Silva (9) e Mª Leonor Nunes (5); Margarida André, Constança Neto, Beatriz Alves (6), Eliana Cabral e Ana Rua (8)           

 

Dinamarca Sub-16 (46) – Trine Dreijer, Cecilie Balling (4), Maria Horgh (6), Caroline Martin (1) e Lena Svanholm (23); Caroline Hyldahl (5), Sophia Fjeldsoe (1), Alberte Schang, Julie Jungslund (3), Emma Leisner (3), Andrea Hageskov e Tilde Christensen              

 

Por períodos: 15-15, 15-7, 10-12, 12-12

 

Árbitros: Nuno Santos e Fábio Guerra, da AB Castelo Branco

Portugal Sub-18 (46) – Susana Lopes, Simone Costa (12), Maianca Umabano (2), Sofia Almeida (4) e Beatriz Jordão (4); Emília Ferreira (8), Carolina Bernardeco (2), Carolina Gonçalves (6), Mª Inês Santos, Catarina Rolo, Francisca Meinedo (3) e Lizanny Brito (5)

 

Eslovénia Sub-18 (56) – Alma Potocnik (20), Annamaria Prezelj (7), Maja Jacobcic (6), Marusa Senicar (1) e Zala Lesek (4); Althea  Gwashavanhu, Larisa Ocvirk (2), Sara Vujacic (3), Manca Jelenc (3), Ela Stergar (5), Teja Dimec e Ela Micunovic (5)

 

Por períodos: 11-12, 9-17, 13-11, 13-16

 

Árbitros: Gonçalo Farias e Henrique Félix, da AB Castelo Branco     

        

Classificação final:

1º Eslovénia Sub-18; 2º Portugal Sub-18; 3º Portugal Sub-16; 4º Dinamarca Sub-16

 

No final da partida teve lugar a cerimónia de distribuição dos prémios, que foram oferecidos pela autarquia covilhanense. O Vereador do pelouro do Desporto, Jorge Torrão, entregou o troféu à capitã da equipa vencedora (Eslovénia) enquanto Elisabete Ramos (UBI), José Tolentino (FPB) e João Santos (AB Castelo Branco) fizeram a entrega dos troféus respeitantes ao 2º, 3º e 4º classificado, respectivamente.      

 

As comitivas de Sub-18 de Portugal e da Eslovénia viajam amanhã, sábado, para Matosinhos, onde irão participar no Campeonato da Europa do escalão, Divisão A, de 17 a 27 do corrente. 


Portugal volta a dominar

Desta feita os jovens portugueses bateram a Selecção da Roménia por 82-64. Num encontro bem jogado, com uma intensidade forte, os jogadores Nacionais voltaram a apresentar uma atitude e um querer enorme e sobretudo durante a primeira parte não deram grandes hipóteses ao seu adversário.

Com parciais de 20-14 e 22-13, Portugal chegou ao intervalo com uma vantagem de 15 pontos (42 -17).
 
 
O terceiro período foi o mais equilibrado. A selecção romena entrou determinada a lutar pela vitória, conseguindo encurtar a distancia para os 10 pontos de diferença. André Martins parou o jogo e os jogadores portugueses reagiram da melhor maneira, recolocando no marcador a diferença com que se tinha atingido o intervalo (63-38).
 
 
No quarto período, Portugal voltou a ser superior, nunca permitindo qualquer tipo de veleidades aos seus adversários. Com um parcial de 19-16, os comandados de André Martins e João Costeira colocaram o marcador com o resultado final de 82-64.
 
 
No final de mais uma justa vitória, o selecionador André Martins voltou a realçar a excelente atitude defensiva dos jogadores Portugueses. No aspecto ofensivo o destaque foi para a inteligência no controlo do ritmo de jogo, quer contra zona quer contra homem a homem, controlo esse espelhado no reduzido número de turnoveres permitidos (8).
 
 
A Selecção Nacional Sub 20 volta a jogar amanhã pelas 15.00 locais. O adversário é a selecção da Estónia

Triunfo suado de Portugal

Se à entrada no jogo, Portugal era um claro favorito à vitória, desde cedo os jovens do Panamá se demonstraram dispostos a mostrar que o resultado da noite anterior, não condizia com o seu real valor.

 

Apesar de ter terminado o primeiro período a perder por 18-10, o colectivo sul-americano foi criando muitas dificuldades às ações defensivas de Portugal, recorrendo invariavelmente a situações de 1×1. Paulatinamente, Portugal foi perdendo a vantagem que alcançara no primeiro período, tendo chegado ao intervalo empatado a 32 pontos.

 

Com a entrada do 3º quarto, galvanizados por uma boa recuperação, a seleção do Panamá voltou a usar e abusar do 1×1, com uma tremenda eficácia quer no nas penetrações que no tiro exterior. A 3 minutos do fim, Portugal encontrava-se a perder por 10 pontos. No entanto, dois triplos consecutivos e, finalmente conseguindo parar as ações ofensivas do Panamá, Portugal conseguiu levar o jogo a prolongamento.

 

Na etapa complementar Portugal cumpriu a sua obrigação mesmo estando privado de alguns atletas influentes.

 

Na equipa de Portugal,  Miguel Ferrão ( 12 pontos marcados e 29 de valorização ) foi o atleta mais valioso,  bem secundado por João Lucas, autor de 13 pontos.

 

Do lado do Panamá, destacar as exibições de Henriquez ( MVP da partida  com 35 pontos marcados e 34 de valorização ) e Lennan  ( 23 pontos marcados e 15 de valorização)

No outro jogo da jornada a Bélgica bateu a Holanda. Apesar de cedo a equipa belga ter alcançado uma vantagem confortável que se foi dilatando até à entrada do derradeiro quarto onde venciam por mais de 30 pontos, a Holanda foi capaz de se aproximar no marcador.

 

No último dia do torneio jogam Panamá e Bélgica às 9h30 e Portugal Holanda às 11h30. Poderá acompanhar ambos os jogos através do livestream.

 

Classificação:

Bélgica 2v 0d

Portugal 1v 1d

Holanda 1v 1d

Panamá 0v 2 d


Portugal continua em Esposende a preparar a sua participação no Campeonato da Europa.

Com uma entrada forte no jogo, os Belgas conseguiram logo uma vantagem confortável, apesar da reação da equipa portuguesa o período terminou com a equipa adversária a vencer por 7 pontos. Até ao intervalo e fruto de uma agressividade na altura de atacar o cesto e de grande intensidade defensiva, o resultado continuou a ser favorável à equipa belga, que ao intervalo vencia por 43×27.
 
 
Na segunda parte a Seleção Portuguesa conseguiu reagir através de uma defesa mais agressiva e de um ataque onde selecionou melhor o lançamento apesar das baixas percentagens e de um elevado número de turnovers (23).
 
A equipa belga venceu a segunda parte 32×20 (3ºP 20-15 e 4ªP 12-5) e o jogo por 75×47.
 
Por Portugal alinharam e marcaram:
João Oliveira (4), Diogo Araújo (10), Luís Câmara (12), Diogo Brito (2), Daniel Relvão; e ainda Pedro Rodrigues, Pedro Oliveira (4), Carlos Cardoso, Miguel Ferrão (3), João Lucas (8), João Silva (2) e Carlos Salamanca (2).
 
No outro jogo da 1ª jornada a seleção Holandesa venceu claramente a equipa do Panamá por 94×34.
 
 
A 2ª jornada disputa-se sábado, 12 de Julho, com os seguintes jogos:

16h00 – Bélgica x Holanda
18h00 – Portugal x Panamá

 
Jogos a decorrerem no Pavilhão de Fão, Esposende.

Sub-18 de Portugal e da Eslovénia na final do torneio

Para o 3º/4º lugares jogam esta 6ª feira, a partir das 19H00, as selecções Sub-16 de Portugal e da Dinamarca, enquanto a final está agendada para as 21H00.     

Na 1ª meia-final naturalmente que a superioridade das eslovenas, mais altas e pesadas, já era expressa nos números do 1º período (13-25), pese a entrega das jovens Sub-16 lusas. A toada manteve-se no 2º quarto (7-15), com a vantagem das forasteiras a fixar-se nos 20 pontos, ao intervalo (20-40).

 

No 3º período (14-20) as comandadas de Ana Catarina Neves bateram-se bem e melhor ainda no último quarto (8-8), embora a qualidade técnica tenha baixado. O treinador esloveno utilizou pouco tempo as suas jogadoras mais influentes, dando mais minutos de jogo ao banco.    

 

Na outra meia-final embora não tenha feito uma boa exibição, a selecção portuguesa de Sub-18 cumpriu os serviços mínimos, ou seja ganhou mas teve que lutar bastante para não ser surpreendida pelas jovens Sub-16 dinamarquesas.                    

 

No quarto inicial (17-8) foi Francisca Meinedo que deu o mote a partir do minuto 6 quando assumiu as despesas no ataque, ao marcar 7 pontos consecutivos, com o marcador a disparar de 8-5 para 15-6 (minuto 8). No 2º período (11-7) o desacerto luso foi tal que as nossas representantes estiveram 5 minutos sem acertar com o cesto e depois estiveram irreconhecíveis da linha de lance livre, com uma percentagem inacreditável (2/10), atingindo-se o intervalo a vencer (28-15).

 

O 3º quarto (25-16) foi aquele em que Portugal deu melhor conta do recado, com Sofia Almeida, Maianca Umabano e Mª Inês Santos a subirem de rendimento, imprimindo um ritmo mais intenso. No último período (15-14) algum abrandamento do seleccionado luso foi bem aproveitado pelas dinamarquesas que conseguiram impor um parcial de 0-7, culminado com um triplo da poste Lena Svanholm , o que obrigou Kostourkova a pedir um desconto de tempo no minuto 34 (56-38), depois de Simone Costa ter ampliado para 25 pontos a vantagem lusa (56-31), no minuto 31, numa entrada de cesto e falta.

 

Destaque para a prestação de Sofia Almeida (14 pontos e 10 ressaltos), a portuguesa mais valiosa, bem acompanhada por Simone Costa (11 pontos) e Maianca Umabano (10 pontos), que também obtiveram pontuações na casa dos 2 dígitos.

 

Nas dinamarquesas a mais valiosa foi a poste Lena Svanholm (14 pontos e 11 ressaltos), logo seguida de Maria Horgh (11 pontos).       

 

Resultados:

Portugal Sub-16 42-68 Eslovénia Sub-18

Portugal Sub-18 68-45 Dinamarca Sub-16

 

Fichas de jogo

 

Pavilhão nº 1 da UBI, na Covilhã

 

Portugal Sub-16 (42) – Margarida André, Helena Pinheiro (2), Catarina Miranda (6), Mariana Silva (8) e Beatriz Jordão (8); Eliana Cabral (4), Ana Carolina Rodrigues (9), Mª Leonor Nunes (2), Beatriz Alves, Ana Rua (3), Jessica Garcia e Constança Neto

 

Eslovénia Sub-18 (68) – Alma Potocnik (4), Sara Vujacic (6), Maja Jacobcic (2), Marusa Senicar (6) e Zala  Lesek (7); Ela Micunovic (5), Althea Gwashavanhu (4), Larisa Ocvirk (6), Ela Stergar (4), Annamaria Prezelj (16), Manca Jelenc (8) e Teja Dimec   

 

Por períodos: 13-25, 7-15, 14-20, 8-8

 

Árbitros: Nuno Santos e Henrique Félix, da AB Castelo Branco

 

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Portugal Sub-18 (68) – Susana Lopes (2), Simone Costa (11), Maianca Umabano (10), Sofia Almeida (14) e Emília Ferreira (4); Mª Inês Santos (6), Francisca Meinedo (7), Carolina Bernardeco, Lizanny Brito (7), Catarina Rolo (6), Gabriela Noivo (1) e Sara Moreira

 

Dinamarca Sub-16 (45) –Trine Dreijer (5), Cecilie Balling (1), Maria Horgh (11), Caroline Martin e Lena Svanholm (14); Caroline Hyldahl, Sophia Fjeldsoe (5), Alberte Schang (2), Julie Jungslund, Emma Leisner (5), Andrea Hageskov (2) e Tilde Christensen

 

Por períodos: 17-8, 11-7, 25-16, 15-14

 

Árbitros: Henrique Félix e Fábio Guerra, da AB Castelo Branco                       


Esta será a edição 31 do Europeu do Escalão

Este ano, “nuestras hermanas” partem como favoritas, ou não fossem elas as detentoras do título de campeãs europeias da categoria. E, juntamente com a selecção russa, são as representantes, em termos históricos, do mais expressivo número de medalhas de ouro. Quatro para cada selecção. 

 

 

Contudo, não integram, para já, o grupo de Portugal. A nossa selecção disputará forças com as selecções de Itália, República Checa e Suécia, todas elas já medalhadas anteriormente. Não será uma batalha fácil mas de certo que as nossas lutadoras deixarão todo o seu suor em campo para que nos orgulhemos do seu desempenho. Não nos esqueçamos que este é já o segundo ano consecutivo da nossa selecção na principal divisão deste escalão, tendo conseguido atingir um magnífico 9º lugar na passada época.
 
O Centro de Desportos e Congressos de Matosinhos vai ser o palco onde as nossas guerreiras vão estar à nossa espera! O calendário desta primeira fase ditou que Portugal iniciasse a sua jornada frente à Suécia, dia 17, às 21h15, logo a seguir à Cerimónia de Abertura.
 
Vamos subir a barreira do ano passado e encher o pavilhão e a alma das nossas guerreiras!!

Vitória folgada na estreia

Os jovens lusos, entraram no jogo concentrados e determinados a não deixar a selecção cipriota assentar o seu jogo. Muito agressivos na defesa e eficazes no ataque, os comandados por André Martins e João Costeira rapidamente alcançaram a diferença pontual de dois dígitos, uma vantagem que se foi dilatando até final do encontro.

No final dos primeiros 10 minutos, fruto de um parcial de 28-8, a equipa nacional já dispunha de uma confortável vantagem, sempre importante para dar alguma tranquilidade à equipa, especialmente num jogo inaugural de uma competição.
 
 
No segundo período, a atitude e agressividade mantiveram-se. Os jogadores Nacionais apenas permitiram que os Cipriotas marcassem de novo 8 pontos e o intervalo chegou com o resultado em 49-16.
 
 
O Chipre nunca desistiu e entrou no terceiro período com o intuito de reduzir a diferença pontual. Com um parcial de 21-13 neste período a favor do Chipre, fruto de uma defesa mais agressiva, estendendo-se por todo o campo, o marcador chegou ao ultimo quarto com o resultado de 62-37.
 
 
No quarto período, a Selecção Portuguesa voltou a ser mais forte e com um parcial de 27-11, colocou o marcador no resultado final de 89-48.
 
 
No fim do jogo, o Seleccionador Nacional André Martins disse: "olhando para o resultado parece que defrontamos uma equipa fácil. No entanto convém recordar que perante esta mesma equipa, com estes mesmos jogadores, no ano passado tivemos muitas dificuldades em levar de vencida esta Selecção do Chipre, tendo apenas conseguido fazê-lo no ultimo minuto de jogo. Esta vitória foi importante pois elevou os níveis de confiança da equipa, mas neste momento já só pensamos no jogo de amanhã." O Seleccionador Nacional realçou ainda o facto de defensivamente Portugal apenas ter sofrido 16 pontos na primeira parte e em termos ofensivos a elevadíssima percentagem de 3 pontos (56.5%) conseguida pelos jogadores Portugueses e o facto de apenas terem cometido 8 turnovers."
 
 
A Seleção Nacional volta a jogar esta sexta-feira. Desta feita o adversário será a Selecção da Roménia. O jogo realiza-se às 17.00 horas

Vitórias de Portugal (Sub-16) e Eslovénia (Sub-18)

No 1º jogo da noite entre selecções Sub-16, frente à Dinamarca, Portugal acabou por rectificar na etapa complementar (36-13) a fraca prestação até ao intervalo (28-38). Fazendo da agressividade defensiva o seu ponto forte, as comandadas de Ana Catarina Neves tiveram capacidade anímica para correr atrás do prejuízo e conseguiram a reviravolta ainda no 3º quarto (21-7). Entrando no último período a vencer por 49-45, Portugal não abrandou o ritmo e ganhou com justiça.        

 

No confronto entre as equipas Sub-18, a Eslovénia foi nitidamente mais forte, ganhando as tabelas (22-40 ressaltos) e lançando com maior eficácia (36%-59% nos duplos). Sem estatura para lutar com as adversárias (as eslovenas têm mais de meia equipa acima do 1,85 m), as portuguesas perderam a luta de ressaltos e fizeram uma má selecção de lançamentos. Indo para o descanso a perder por 21-42, Portugal conseguiu dar um pouco mais de réplica na 2ª metade (26-32).       

 

Resultados:

Portugal Sub-16 64-51 Dinamarca Sub-16

Portugal Sub-18 47-74 Eslovénia Sub-18

 

Fichas de jogo

 

Pavilhão nº 1 da UBI, na Covilhã

 

Portugal Sub-16 (64) – Margarida André (2), Constança Neto (2), Eliana Cabral (10), Mariana Silva (15) e Mª Leonor Nunes (8); Catarina Miranda (7), Beatriz Alves (6), Ana Carolina Rodrigues, Ana Rua (3), Helena Pinheiro (11), Susana Carvalheira e Marta Vargas      

  

Dinamarca Sub-16 (51) – Trine Dreijer (7), Cecilie Balling (2), Maria Horgh (10), Caroline Martin (8) e Lena Svanholm (9); Caroline Hyldahl (1), Julie Jungslund (6), Emma Leisner (2), Tilde Christensen, Sophia Fjeldsoe (4) e Alberte Schang

 

Por períodos: 15-23, 13-15, 21-7, 15-6

 

Árbitros: Henrique Félix e Fábio Guerra, da AB Castelo Branco

 

Portugal Sub-18 (47) – Susana Lopes (1), Simone Costa (10), Maianca Umabano (4), Emília Ferreira (14) e Beatriz Jordão (11); Sofia Almeida, Francisca Meinedo (3), Lizanny Brito (2), Carolina Bernardeco, Mª Inês Santos, Catarina Rolo (2) e Sara Moreira

 

Eslovénia Sub-18 (74) – Alma Potocnik (15), Sara Vujacic (2), Maja Jacobcic (19), Marusa Senicar e Zala Lesek (10); Ela Micunovic (6), Teja Dimec, Larisa Ocvirk (8), Ela Stergar (2), Annamaria Prezelj (5), Manca Jelenc (7) e Althea Gwashavanhu

 

Por períodos: 11-20, 10-22, 15-20, 11-12

 

Árbitros: Gonçalo Farias e Nuno Santos, da AB Castelo Branco            

 

 


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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