Artigos da Federaçãooo
Torneio em Esposende
A equipa prepara a participação no Campeonato da Europa, Divisão B, do escalão.
Para além da nossa Seleção, participam no evento as equipas da Holanda, Bélgica e Panamá. Eis o calendário da prova:
10 de julho
20h15 – Portugal-Holanda (particular)
11 de julho
19h00 – Holanda-Panamá
21h00 – Portugal-Bélgica
12 de julho
16h00 – Holanda-Bélgica
18h00 – Portugal-Panamá
13 de julho
9h30 – Panamá-Bélgica
11h30 – Portugal-Holanda
14 de julho
16h00 – Portugal-Bélgica (particular)
Paralelamente a este evento, vai decorrer o 2º Torneio 3×3, nos dias 13 e 14. No primeiro dia entre as 13h00 e as 15h00; no segundo entre as 14h30 e as 17h00. A inscrição custa 10 euros por equipa.
Hungria foi mais forte na etapa complementar
As diferenças pontuais foram sempre curtas e Laura Ferreira empatou a partida (37-37) com um triplo em cima da buzina para o descanso.
No 3º período (6-11) a selecção magiar conseguiu limitar o ataque luso, ganhando assim uma vantagem de 5 pontos (43-48) ao cabo de 30 minutos jogados.
No último quarto (17-21) a Hungria ampliou primeiro a diferença para 7 (51-58) com um triplo de Fruzsina Fejes (acabou com 2/2 da linha dos 3 pontos) e logo a seguir, no mesmo minuto 34, um duplo da extremo/poste Amadea Szamosi, uma das húngaras mais influentes, a par da poste Judit Barnai, dilatou para 9 pontos (51-60). A reacção das comandadas de Eugénio Rodrigues não se fez esperar, tendo reduzido para 59-63, numa iniciativa de Chelsea Guimarães, no minuto 38, na sequência de assistência de Inês Viana. Mas as húngaras mais confiantes e consistentes não deixaram escapar o triunfo no tempo restante.
Resultado: Portugal 60-69 Hungria
Destaque nas vencedoras para a dupla interior formada por Judit Barnai, MVP do encontro (20,5 de valorização) ao contabilizar 14 pontos, 7/10 nos duplos, 9 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências, 2 roubos e 3 faltas provocadas e Amadea Szamosi (19,0 de valorização) que somou 17 pontos, 7/10 nos duplos, 5 ressaltos sendo 1 ofensivo, 3 roubos e 4 faltas provocadas com 3/3 nos lances livres.
No seleccionado luso a mais valiosa foi Laura Ferreira (18,0 de valorização), ao anotar 18 pontos, 3/8 nos triplos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos, 3 assistências, 2 roubos e 8 faltas provocadas com 5/6 nos lances livres. Foi muito bem acompanhada por Chelsea Guimarães (8 pontos, 10 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências, 1 roubo e 3 desarmes de lançamento) e Inês Viana (9 pontos, 1 ressalto defensivo, 6 assistências, 1 roubo e 8 faltas provocadas com 9/10 nos lances livres).
A vitória da Hungria justifica-se pela maior eficácia nos lançamentos de campo (33%-47%), repartidos pelos duplos (34%-45%) e pelos triplos (31%-67%), com ambas as equipas a converterem 4 triplos, as húngaras em 6 tentados enquanto as portuguesas precisaram de 13 tentativas. Nos restantes indicadores houve muito equilíbrio: total de ressaltos (35-35), com vantagem lusa na tabela ofensiva (14-10) e húngara na tabela defensiva (21-25); assistências (16-14); turnovers (17-15); roubos (9-10) e faltas provocadas (19-21). Portugal superiorizou-se nos desarmes de lançamento (4-1) e na linha de lance livre (86%-72%), ao falhar apenas 3 em 21 tentativas enquanto o adversário desperdiçou 5 em 18 tentados.
Ficha de jogo
Universitas Sport Hall
Portugal (60) – Inês Viana (9), Joana Canastra (5), Laura Ferreira (18), Nádia Fernandes (2) e Maria Kostourkova (6); Joana Soeiro, Chelsea Guimarães (8), Joana Cortinhas, Mafalda Guerreiro (6), Cesária Ucalam (2) e Josephine Filipe (4)
Hungria (69) – Dora Nagy (9), Fanni Szabo (11), Vivien Raus (2), Regina Pap e Amadea Szamosi (17); Klaudia Papp (2), Agnes Gorjanacz, Judit Barnai (14), Fruzsina Fejes (8) e Zsuzsa Studer (6)
Por períodos: 17-16, 20-21, 6-11, 17-21
Árbitros: Emilio Perez (Espanha), Andrada Monika Csender (Roménia) e Alija Ferevski (Macedónia)
Outros resultados:
1ª jornada: Israel 62-91Bulgária; Noruega 32-47 Grã-Bretanha
2ª jornada: Bósnia e Herzegovina 112-53 Roménia; Alemanha 66-48 Israel; Bulgária 73-53 Noruega; Lituânia 60-58 Grã-Bretanha
Bulgária, Alemanha e Lituânia ainda não perderam.
Amanhã (sábado) Portugal joga com Israel a partir das 09H30 portuguesas. No domingo é o 1º dia de descanso. A competição reata-se na 2ª feira (4ª jornada) com Portugal a defrontar a Noruega, a partir das 09H30 portuguesas.
Em contagem decrescente…
Portugal participa por direito desportivo e por mérito próprio neste importante certame e almeja, pelo menos, repetir o fantástico 9º lugar alcançado na edição anterior. Depois do êxito desportivo e organizativo do Europeu de Sub 16, há menos de um ano, no mesmo local, com pavilhões cheios a apoiar as “guerreiras” lusas, espera-se o mesmo entusiasmo, animação e o melhor basquetebol no CDC de Matosinhos e de Guifões. Todos seremos poucos para ajudar a nossa seleção!
Deixamos aqui o cartaz e o logotipo da prova para que todos possam partilhar e divulgar o mais possível. Entretanto, já está online o micro site da competição (http://u18women.fibaeurope.com/) onde estão disponíveis todas as informações, incluindo o calendário.
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Vitória clara sobre a Roménia (74-47) para começar
A Roménia foi um adversário incómodo, particularmente na 1ª metade da partida (25-32), favorável ao seleccionado luso, mas na etapa complementar Portugal controlou as operações sem dificuldades, acabando por dilatar a diferença para 27 pontos, no último quarto (5-21).
Embora não tivessem entrado bem no jogo (estivemos a perder 5-0), as comandadas de Eugénio Rodrigues só conseguiram acertar com o cesto numa iniciativa de Maria Kostourkova, quase a expirar o minuto 3, num 2º lançamento depois de ter ganho o seu 1º ressalto ofensivo. Gradualmente o jogo das nossas representantes começou a carburar e a partir dos 7-7 (minuto 8), nunca mais estivemos em desvantagem. Terminámos o 1º período (9-13) já na frente e o melhor que as romenas conseguiram foi empatar (21-21), à entrada do minuto 16, decorria o 2º quarto (16-19).
A vantagem lusa verificada ao intervalo (25-32) justificava-se pelos demasiados turnovers cometidos pelas romenas (15-7), compensando a supremacia nas tabelas.
No 3º período (17-21) a selecção portuguesa aumentou para 11 (25-36) logo no minuto 21,mas a Roménia reagiu fazendo um parcial de 7-0, no espaço de um minuto. As nossas representantes não se perturbaram e lideradas por Inês Viana (duas jogadas de contra-ataque), conseguiram repor a diferença na dezena (35-45), por intermédio de Maria Kostourkova, na sequência de um passe decisivo de Joana Canastra, à entrada do minuto 24. Foi em toada de parada e resposta que o jogo prosseguiu até ao minuto 30 (42-53), com a nossa equipa no controlo das operações.
No derradeiro quarto (5-21) a reentrada da equipa das quinas sentenciou a partida, ao impor um parcial de 0-8, fechado com o 2º triplo de Joana Canastra (42-61), no minuto 35. De imediato o treinador romeno parou o cronómetro mas a história do encontro estava feita. A primeira vitória de Portugal já não fugia.
Resultado: Roménia 47-74 Portugal
Destaque no seleccionado luso para o quinteto formado por Inês Viana (13 pontos, 3 ressaltos defensivos, 5 assistências, 2 roubos e 4 faltas provocadas com 5/5 nos lances livres), Maria Kostourkova (13 pontos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências, 1 roubo e 4 faltas provocadas com 1/4 nos lances livres), Laura Ferreira (5 pontos, 8 ressaltos sendo 5 ofensivos, uma assistência, 4 roubos, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas com 1/2 nos lances livres), Chelsea Guimarães (10 pontos, 4 ressaltos sendo metade ofensivos, 2 roubos e 4 faltas provocadas com 2/2 nos lances livres) e Joana Canastra (13 pontos, 3/8 nos triplos, 3 ressaltos sendo 2 ofensivos, 3 assistências e duas faltas provocadas).
Na selecção da Roménia a melhor foi a poste D. Ardelean, MVP do jogo (23,0 de valorização) que fez um duplo-duplo (13 pontos, 15 ressaltos sendo 5 ofensivos, duas assistências, 1 roubo e 4 faltas provocadas), seguida de I. Raileanu (10 pontos, 6 ressaltos e uma assistência).
Em termos globais a vitória lusa assentou basicamente no trabalho defensivo, obrigando o adversário a cometer demasiados erros (26-11 turnovers), fruto também dos 15 roubos de bola conseguidos (contra apenas 7) e da supremacia nas tabelas (39-45 ressaltos), nomeadamente na tabela ofensiva (10-20 ressaltos). Isso fez com que Portugal tivesse mais posses de bola (48-74 lançamentos de campo) além de ter sido mais colectivo (8-19 assistências).
Ficha de jogo
Universitas Sport Hall, em Sófia
Roménia (47) – Ana Grigore (6), Selena Kirberg (7), Alexandra Dumitrache, Kinga Domokos (8) e Dora Ardelean (13); Iulia Raileanu (10), Alexandra Lache, Cristina Gavrila (3) e Gabriela Magurean
Portugal (74) – Inês Viana (13), Joana Canastra (13), Laura Ferreira (5), Nádia Fernandes e Maria Kostourkova (13); Joana Cortinhas (5), Joana Soeiro (5), Chelsea Guimarães (10), Josephine Filipe (6), Cesária Ucalam, Mafalda Guerreiro (3) e Inês Veiga (1)
Por períodos: 9-13, 13-16, 17-21, 5-21
Árbitros: Igor Demenkov (RUS), Per-Kristian Larsen (NOR) e Milan Tsvetkov (BUL)
Nos restantes jogos da 1ª jornada já disputados, verificaram-se os seguintes resultados:
Bósnia e Herzegovina 48-56 Lituânia
Hungria 71-79 Alemanha
Amanhã Portugal defronta a Hungria, a partir das 13H45 (11H45 portuguesas), fechando-se o 1º ciclo de 3 jogos no sábado, contra Israel (09H30 portuguesas).
«Vamos manter estilo de jogo»
A equipa que no ano passado alcançou o melhor resultado de sempre de uma seleção feminina vai medir forças na primeira fase com a Suécia, a Itália e a República Checa. Não perca, nos detalhes desta notícia, a entrevista com a selecionadora.
Depois da fantástica prestação no último Europeu, disputar o Europeu em Portugal é um justo prémio para a Seleção Sub-18 Feminina?
Encaramos a realização do Europeu em Portugal como um incentivo. Depois de no último Europeu, na Croácia, termos alcançado o melhor resultado de sempre em seleções femininas, fruto de muito trabalho, dedicação e empenho de todos os envolvidos, a realização do Europeu este ano em Portugal dá-nos ainda mais incentivo e vontade para continuar no bom sentido.
Existem grandes diferenças nesta Seleção relativamente ao grupo de trabalho que disputou último Europeu?
Não existem grandes diferenças. Existe a natural renovação de atletas devido as suas idades, algumas participaram no Europeu de sub-16 do ano passado em Portugal. Mas a estrutura da equipa assenta naquilo que acreditamos, equilíbrio entre o jogo exterior e jogo interior.
O jogo interior irá continuar a ser o ponto forte da equipa portuguesa? Ou Portugal irá mudar muito o seu estilo de jogo?
A equipa irá manter o estilo de jogo que temos vindo a apresentar, equilíbrio entre jogo interior e exterior. Temos uma geração de jogadoras que nos permite organizar as nossas ideias neste sentido.
Aspetos que este grupo de trabalho terá de melhorar ou corrigir para se tornar ainda mais competitivo e forte para defrontar as melhores equipas europeias?
Sempre temos aspetos que podemos melhorar, ainda estamos no escalão de formação. Tivemos a oportunidade de ver equipas da divisão A na Croácia, e apesar de já termos altura, falta-nos físico e peso e para compensar temos de ser mais agressivas na busca da posse da bola nos ressaltos. A percentagem de lançamentos é sempre um aspeto que podemos aumentar.
Voltamos a iniciar o Europeu frente à Seleção da Suécia com quem perdemos o ano passado. Entrar a vencer seria importante para as aspirações de Portugal?
É muito importante entrar com uma vitória no campeonato. Sabemos as dificuldades que vamos encontrar, o estilo de jogo da Suécia é muito físico e temos de estar preparadas para muito contato e agressividade. Temos de estar preparadas para lutar até ao último segundo e deixar tudo dentro de campo.
Concorda que o Grupo de Portugal, que também integra Suécia, Itália e República Checa, é muito equilibrado, sem que haja uma Seleção teoricamente mais fraca?
Teoricamente podemos dizer que sim. Mas estas 3 seleções todas tem muito mais experiência em campeonatos da divisão A. O ano passado podemos observar a Itália a jogar, e sentir no campo o estilo da Suécia e da República Checa. Não podemos estar a contar com a teoria temos de iniciar cada jogo preparadas para suar muito e dar tudo dentro do campo.
Jogar em Matosinhos, com o apoio fantástico do público português, poderá fazer com que Portugal ainda consiga fazer melhor do que no último Europeu?
Esperamos que ao jogar em Matosinhos as nossas atletas sintam o apoio e carinho de todo o público, que se sintam ainda mais incentivadas e motivadas por representarem as cores do país. Convidamos todo esse publico fantástico que o ano passado compareceu em peso no Europeu das nossas Sub-16 a estar presente e apoiar a nossa equipa.
Seleção recebe visita de Mário Saldanha
Com o objectivo de transmitir o apoio da Direção à equipa técnica, jogadores e staff e de garantir as melhores condições de trabalho possível, Mário Saldanha teve oportunidade de falar para toda a comitiva, de reunir com treinadores e capitães de equipa marcando presença na sessão matinal de treino.
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O objectivo está lá e segue sempre na nossa bagagem
Durante 11 dias, 10 selecções lutarão diariamente para alcançar a melhor classificação possível. Portugal é um dos países participantes e irá defrontar sucessivamente a Roménia (dia 3), Hungria (dia 4), Israel (dia 5), Noruega (dia 7), Grã-Bretanha (dia 8), Bulgária (dia 9), Alemanha (dia 11), Lituânia (dia 12) e Bósnia e Herzegovina (dia 13). O modelo de competição é extremamente desgastante, em poule única e com dois dias de descanso, o primeiro após o terceiro jogo (dia 6) e o segundo depois do sexto encontro (dia 10).
A comitiva lusa viajou anteontem para Sófia e está preparada para honrar mais uma vez o nome de Portugal. Falar com o timoneiro da selecção portuguesa, Eugénio Rodrigues, é uma tarefa fácil, pois já nos conhecemos há mais de uma década e sempre com um bom relacionamento e amizade.
(JT) – Nas nossas contas este é o 9º Campeonato da Europa com Eugénio Rodrigues no comando da selecção nacional de Sub-20 Femininos, a esmagadora maioria na Divisão B (7 anos), mas também uma presença na Divisão A (2012), infelizmente marcada pela injustiça decorrente da intoxicação alimentar que dizimou meia selecção portuguesa. No ano passado (2013), ficámos à porta da subida (4º lugar). Como antevê a participação deste ano?
(ER) – «É verdade, o trajecto destas selecções ao longo destes 9 anos é maioritariamente de Divisão B. É igualmente notório uma ascensão qualitativa das Sub-20 portuguesas ao longo do período que conta com 8 participações nos 8 primeiros lugares, 3 presenças nas meias-finais e inclusivamente uma medalha de prata e uma participação na Divisão A. Em função deste panorama, as ambições têm de passar sempre por uma prestação condizente com este passado recente e porque não, por subir de divisão novamente. Não será fácil, desde logo porque para um país com a nossa realidade basquetebolística nunca o será e todos temos a noção de que se trata de um objectivo igualmente perseguido por outras selecções, nalguns casos com melhores argumentos que os nossos. No entanto o objectivo está lá e segue sempre na nossa bagagem.».
(JT) – As gerações de 1994 e 1995 que constituem a base da selecção deste ano não foram pródigas em jogadoras de elevada estatura, o que constitui um óbice para quem tem objectivos ambiciosos. A inclusão de duas jogadoras interiores (de 1997), casos de Maria Kostourkova e Chelsea Guimarães, vem colmatar essa lacuna e paralelamente permitir que se possa sonhar com a subida?
(ER) – «Sem dúvida. Estas duas atletas vêm compor o plantel e oferecer, quer no plano individual, quer no plano táctico, outro tipo de soluções e estratégias que para lhe ser sincero, já não tínhamos desde a geração de 1990 e 1991 (Sofia Silva e Luiana Livulo). Não são, nem seria justo dizê-lo, a panaceia para todos os nossos problemas até porque temos de ter algum doseamento na sua utilização face à participação delas no Europeu de Sub-18. Por outro lado todos temos a consciência que só conseguiremos chegar onde queremos com toda a gente a dar o seu contributo por forma a que o todo seja maior do que a soma das partes.».
(JT) – O modelo competitivo dos últimos anos (poule única em que todos jogam contra todos) é bem mais exigente e desgastante do que o sistema em que havia dois grupos? Particularmente o deste ano com 10 equipas, implica que haja 3 blocos de 3 jogos consecutivos, intercalados por 2 dias de descanso. Face ao calendário já conhecido, qual é para si o bloco mais complicado (1º, 2º ou 3º)?
(ER) – «Teoricamente o 3º, não só porque terá duas candidatas à subida (Alemanha e Lituânia) mas também porque surge num cenário de fadiga acumulada. Porém, conforme referia, é realmente muito teórico pois Portugal não tem jogos fáceis. Mais até do que nos preocuparmos com os outros, temos de nos focar em nós próprios, na nossa natural falta de consistência competitiva. Vamos sobretudo planear o dia a dia e preparar da melhor forma possível o jogo que temos pela frente. Neste quadro competitivo, normalmente os mais fortes acabam no topo da classificação sem grandes lugares a surpresas, conforme acontece, por vezes, nos jogos a eliminar. Como tal, teremos mesmo de estar sempre entre os melhores para chegar ao final no topo da classificação. Já não chega ter um dia bom… ».
(JT) – A crise financeira obrigou a cortes orçamentais e naturalmente a preparação de todas as selecções nacionais foi também afectada. A redução dos dias de estágio e o escasso número de jogos internacionais de preparação (3 com Holanda Sub-20, 2 com Suécia Sub-20 e 1 com Inglaterra Sub-18), num total de 6, na sua opinião mesmo assim parece terem sido suficientes para encarar a participação lusa com algum optimismo?
(ER) – «Efectivamente, tivemos este ano apenas 30 treinos (2 com as 12 seleccionadas) e 6 jogos de treino. Entre exames, lesões e compromissos com as selecções de seniores e Sub-18, este foi o panorama possível. Dentro deste cenário o meu pragmatismo diz-me que há que focar mais naquilo que nos foi possível construir do que naquilo que ficou por fazer. As energias deverão estar todas concentradas nas armas que temos preparado e se a realidade só pôde ser esta, não vai ser por isso que nos vamos demover do nosso optimismo ou não fossemos conhecidos por sermos “o clube de combate”.».
Jogadoras seleccionadas (12)
Bases – Inês Viana (CRCQ Lombos), Joana Soeiro (S. Algés D.)
Base/extremo – Laura Ferreira (GDESSA), Joana Canastra (S. Algés D.)
Extremos – Joana Cortinhas (Académico FC), Josephine Filipe (Olivais FC)
Extremo/poste – Cesária Ucalam (Martigny/Suiça), Mafalda Guerreiro (CRCQ Lombos), Nádia Fernandes (GDEMA Menéres)
Postes – Inês Veiga (Olivais FC), Maria Kostourkova (CRCQ Lombos) e Chelsea Guimarães (S. Algés D.)
Responsáveis
Vítor Duarte (chefe da delegação)
Eugénio Rodrigues (seleccionador)
José Araújo (treinador adjunto)
Pedro Leite (secretário)
Rita Mansilha (fisioterapeuta)
Samira Barrima (árbitro acompanhante)
Mais dois jogos antes da partida
Torneio AD Vagos
Dia 2 Julho Quarta feira
19.00 Horas – AD VAGOS X SELEÇÃO NACIONAL SUB-16 FEM.
21.00 Horas – ACADÉMICO DO PORTO X GD GAFANHA
Dia 3 de Julho – Quinta feira
19.00 Horas – 3º E 4º lugar
21.00 Horas – Final
De salientar a pronta colaboração da Camara Municipal de Vagos, da Associação de Basquetebol de Aveiro, e dos Clubes AD Vagos, GD Gafanha, e Académico do Porto, que se disponibilizaram em colaborar com a Seleção Nacional Sub-16 Femenina.
A terminar as duas semanas de trabalho que antecedem a semana do Torneio Internacional da Covilhã.
A Seleção Nacional continuará a ter pela frente muito trabalho até ao Campeonato da Europa, este ano na Elite do Basquetebol Europeu (Divisão A).
Semana produtiva
Foram 10 treinos, um total de 25 horas de trabalho de campo, que deixaram a equipa técnica nacional bastante satisfeita.
Mais uma vez a equipa deparou-se com excelentes condições de alojamento, alimentação e treino no Caramulo, conforme conta Mário Gomes, adjunto de Mário Palma. "Queremos desde já agradecer à FPB e à sua Direção, pois temos perfeita noção do esforço que tal implica na atual conjuntura".
Nesta primeira concentração, destaca-se a "elevada qualidade de treino, só possível porque todos os jogadores têm dado o seu melhor e treinado com grande concentração e intensidade", refere o técnico, elogiando o "exemplar profissionalismo de todo o staff" que acompanha a equipa.
O "espírito de grupo entre todos os membros da Seleção" é muito bom, proporcionando um clima de trabalho muito positivo, o que é essencial.
Ao todo a equipa realizou 10 treinos, com um volume total de cerca de 25 horas de trabalho "de campo", além de algumas reuniões, necessárias nesta fase "de arranque". "Foi uma semana muito produtiva, ao longo da qual foi possível estabelecer os princípios e conceitos fundamentais, com base nos quais pretendemos que a equipa jogue colectivamente, tanto na defesa como no ataque."
O único aspeto negativo foi a lesão do Miguel Queiroz (fratura de um dedo) que, no entanto, se prevê ser recuperável em tempo útil. "O Miguel irá continuar connosco", afiança Mário Gomes.
Após o treino de sábado de manhã, iniciou-se uma breve folga, reiniciando-se o estágio no domingo à noite, de novo no Caramulo, onde a Seleção cumprirá as próximas duas semanas de preparação.
Esposende Street Basket
Nos dias 12 e 13 de Julho o II Torneio Cidade de Esposende decorrerá na Praça das Torres de Ofir.
A todos os participantes será disponibilizado transporte para assistirem ao Torneio Internacional que contará com a presença das Selecções Sub 18 masculinos de Portugal, Bélgica e Panamá.
Muitos jogos, muito convívio numa terra espetacular. Apareçam.
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Portugal Sub-20 justo vencedor com 3º quarto demolidor (13-2)
Na final disputada ontem ao final da tarde, no Pavilhão Desportivo dos Lombos, as Sub-20 lusas foram mais fortes, rectificando o desaire verificado no jogo extra-torneio, realizado na 6ª feira.
A vitória de Portugal (55-37) ficou praticamente definida após o descanso (21-19), quando as comandadas de Eugénio Rodrigues com um 3º período demolidor (13-2), reduziram o ataque nórdico a apenas 2 pontos. Para isso contribuiu a defesa agressiva das nossas representantes, que proporcionou uma série de roubos de bola e o consequente aumento do número de erros por parte das adversárias.
Entrando no último quarto (21-16) com 13 pontos de vantagem (34-21), o seleccionado luso soube gerir o pecúlio amealhado, pese a reacção da Suécia que reduziu o prejuízo para 9 (42-33), no minuto 35, após 2 triplos praticamente consecutivos de Ilic e Claesson e uma jogada de 2+1 da possante Paulina Hersler (42-34). Isto obrigou o seleccionador luso a parar o cronómetro, fazendo entrar de uma assentada a base Joana Soeiro, Joana Canastra e a poste Maria Kostourkova, mantendo-se Laura Ferreira e Chelsea Guimarães. Com resultados positivos, pois Portugal respondeu com um parcial de 8-0. Uma entrada decidida de Soeiro (44-34), um duplo numa suspensão de Chelsea (46-34) e um triplo de Canastra (49-34), num espaço de minuto e meio, a que se seguiu um lance livre de Josephine Filipe, que entretanto substituíra Laura, à entrada do minuto 39 (50-34) sentenciaram a partida. Já no minuto 40 foi a vez de Maria Kostourkova aumentar para 53-36, numa jogada de cesto e falta, para a 15 segundos da buzina Joana Soeiro selar o resultado (55-37), a coroar excelente actuação.
Destaque nas Sub-20 lusas para a prestação de Joana Soeiro, MVP da partida (21,5 de valorização) ao somar 18 pontos, 8/10 nos lançamentos de campo repartidos por 6/6 nos duplos e 2/4 nos triplos, 1 ressalto defensivo, 3 assistências, 2 roubos e duas faltas provocadas. Foi bem acompanhada por Inês Viana (10 pontos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência, 1 roubo e uma falta provocada com 2/2 nos lances livres), Maria Kostourkova (7 pontos, 3 ressaltos defensivos, uma assistência, 3 roubos e duas faltas provocadas com 1/1 nos lances livres) e Laura Ferreira (4 pontos, 5 ressaltos sendo 4 ofensivos, uma assistência, 1 roubo e duas faltas provocadas com 2/2 nos lances livres).
A vitória de Portugal Sub-20 assentou fundamentalmente no ganhar das tabelas (36-30 ressaltos), com realce para a tabela ofensiva (12-7) que proporcionaram 13 pontos em 2ºs lançamentos, na maior eficácia nos lançamentos de campo (40%-30%) quer nos duplos (46%-39%) quer nos triplos (21%-19%), no maior colectivismo (11-9 assistências), no menor número de erros cometidos (14-23 turnovers), no maior número de roubos (9-3) e ainda por ter provocado mais faltas (14-12), com melhor aproveitamento da linha de lance livre (73%-64%), curiosamente com as duas equipas a terem direito às mesmas 11 tentativas.
No encontro que definiu a 3ª e 4ª posições, Portugal Sub-18 bateu a congénere inglesa sem dificuldade. Ganhando vantagem logo no quarto inicial (22-12), após uma entrada muito decidida (8-0 à entrada do minuto 4) com o jogo interior a fazer mossa, as nossas representantes tiveram que suportar interessante reacção das inglesas no 2º período (18-16), sob a batuta de Georgia Gayle (2 triplos e 2 lances livres), a melhor anotadora das forasteiras no jogo. Bom desempenho de Mª Inês Santos que saltou do banco para marcar 2 triplos e um duplo em menos de 7 minutos, na sequência de uma boa selecção de lançamentos. Ao intervalo, Portugal mantinha-se na frente (40-28).
No 3º quarto (18-10) o seleccionado luso reentrou muito forte, chegando com facilidade a 50-28, após um parcial de 10-0, em pouco mais de 2 minutos, alternando o jogo interior (Emília Ferreira e Beatriz Jordão) com o tiro exterior (triplo de Francisca Meinedo). Depois abrandou o ritmo, aproveitando as adversárias para reduzirem o prejuízo de 25 pontos (54-29) para 16 (54-38), ao conseguirem um parcial de 0-9. Foram mais de 6 minutos com as comandadas de Kostourkova a não acertarem com o cesto, até que já no minuto 30, a mão quente de Mª Inês voltou a funcionar (3/3 nos triplos) ao fazer o 57-38 e Francisca Meinedo fixou o resultado da linha de lance livre (58-38), ao cabo de 30 minutos jogados.
No 4º período (22-13) o jogo arrastou-se até ao minuto 35 (64-46). Foi então que a base e capitã Susana Lopes, muito confiante e decidida, na sequência de rápidas circulações de bola, acertou 3 bombas no espaço de 2 minutos (67-46, 71-51 e 74-51). Nos derradeiros 3 minutos Portugal impunha um parcial de 13-0, com a poste Beatriz Jordão a selar o resultado (80-51), em cima da buzina, na sequência de uma jogada de laboratório, preparada por Mariyana Kostourkova quando pediu um desconto de tempo a escassos 2,6 segundos do termo do encontro.
Destaque nas Sub-18 de Portugal para ao desempenho de Beatriz Jordão, a nossa jogadora mais valiosa (20,0 de valorização), ao contabilizar 17 pontos, 8/10 nos duplos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência, 1 roubo e 3 faltas provocadas com 1/2 nos lances livres. Foi bem secundada por Emília Ferreira (12 pontos, 6 ressaltos sendo 4 ofensivos, 1 desarme de lançamento e 8 faltas provocadas, com 8/11 nos lances livres), Susana Lopes (11 pontos, 3/3 nos triplos, 3 assistências, 1 roubo e 4 faltas provocadas com 2 nos lances livres) e Mª Inês Santos (11 pontos, 4/5 nos lançamentos de campo repartidos por 1/2 nos duplos e 3/3 nos triplos, 1 ressalto defensivo, uma assistência, 1 roubo e uma falta provocada).
Resultados:
Fichas de jogo
Portugal Sub-18 (80) – Susana Lopes (11), Simone Costa (9), Maianca Umabano, Emília Ferreira (12) e Beatriz Jordão (17); Carolina Gonçalves (7), Francisca Meinedo (4), Sofia Almeida (7), Lizzany Brito (2), Mª Inês Santos (11), Sara Moreira e Catarina Rolo
Inglaterra Sub-18 (51) – Bethany Sarson, Georgia Gayle (17), Jessica Davies, Rachel Odumu (1) e Rebecca Taylor; Kyla Nelson, Rhianna Laing (5), Sadie Russel (2), Victoria Gray (12), Eleanor Jones (2), Millie Stevens (2) e Melanie George (10)
Portugal Sub-20 (55) – Inês Viana (10), Joana Canastra (3), Laura Ferreira (4), Nádia Fernandes (2) e Maria Kostourkova (7); Joana Soeiro (18), Chelsea Guimarães (4), Cesária Ucalam (2), Mafalda Guerreiro (2), Josephine Filipe (1), Inês Veiga e Joana Cortinhas (2)
Suécia Sub-20 (37) – Gabriella Hanson, Anita Ilic (8), Matilda Claesson (6),Veronika Mirkovic (2) e Paulina Hersler (14); Nathalie Linden (3), Jelena Jakovljevic (2), Oivia Lindgren , Senait Ghebremeskel (2), Erika Iderstal, Elin Johanssson e Frida Modig
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Legenda
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Miguel Maria
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