Artigos da Federaçãooo
Sub-20 em miniestágio
O técnico-adjunto João Costeira dá mais pormenores, nos detalhes desta notícia.
O Campeonato da Europa está cada vez mais próximo, pelo que terminada a competição dos Sub-20 Masculinos, a equipa técnica nacional não perdeu tempo para iniciar a sua preparação. Para o treinador-adjunto João Costeira, os dois dias de treino servirão essencialmente para dissipar algumas dúvidas quanto à constituição do grupo final que iniciará a preparação. “A realização deste miniestágio de observação tem como principal objetivo definir o composição do grupo final que irá concentrar-se a partir de 11 de Junho, visando a participação no campeonato da Europa a realizar em Sarajevo.”O técnico não esconde que gostaria de ter tido mais oportunidades para poder trabalhar com os atletas selecionáveis, pelo que os eleitos deverão sentir-se recompensados com esta chamada. “Dadas as restrições orçamentais verificadas este ano, esta ação é determinante para definir a constituição do grupo final de trabalho. Mas deverá também ser encarada pelos atletas escolhidos e disponíveis, como uma oportunidade e um prémio pelo trabalho efetuado nos seus clubes.”Estão previstos treinos para sábado e domingo, sendo que o último constará de um jogo de treino para que os Selecionadores Nacionais tenham a oportunidade de observar os atletas em jogo. “Esta ação terá três sessões de treino, duas no sábado e uma no domingo.A Seleção Nacional de sub-20, irá participar no campeonato da Europa a realizar em Sarajevo, entre 10 e 20 de Julho, integrando na primeira fase o Grupo A, conjuntamente com a seleção anfitriã Bósnia, e as seleções da Roménia, Estónia, Chipre, Bélgica e Luxemburgo.
«O Fight Club está de volta»
Embora o período de preparação não seja muito longo, o selecionador garante que a equipa está a postos para enfrentar o desafio da promoção. Leia tudo, nos detalhes desta notícia.
Este primeiro estágio que inicia no final do mês de Maio visa quase exclusivamente para que o Selecionador Nacional Eugénio Rodrigues possa “observar as atletas que irão compor a Seleção Nacional de Sub 20 – 2014”, e a “respetiva definição de estratégias”. Ainda que não possa ter todas as atletas disponíveis em função da calendarização desportiva nacional, Eugénio terá no entanto “o grosso que compõe este grupo e que abrange as atletas nascidas em 1994 e 1995, tocando ainda, conforme já vem sendo hábito, algumas atletas sub-18 que representem uma mais valia para o grupo.”O técnico mostra-se bastante entusiasmado com potencial deste grupo de trabalho, bem como com a diversidade de opções e talento individual. “Esta geração apresenta características muito interessantes traduzindo-se num plantel com alguma profundidade e soluções variadas, sobretudo se compararmos com o grupo anterior. Temos com efeito um pouco de tudo e com mais do que uma atleta por posição ou característica.” O Selecionador espera colher frutos no trabalho de continuidade iniciado na temporada passada, tanto mais que aquelas que se juntam este ano acrescentam qualidade e são opções válidas a ter em conta. “Face às limitações do grupo do ano transato, investimos na altura em jogadoras de primeiro ano por forma a podermos rentabilizar para esta época, pelo menos com algumas delas, a sua experiência no escalão de Sub-20. O grupo compunha-se então de 9 jogadoras que poderiam repetir o escalão. Somando a algumas dessas atletas, outras que sobem este ano pela primeira vez a Sub-20 creio que poderemos aliar a experiência ao talento, a versatilidade à biometria e claro, as ganas ao sonho de voltarmos a subir de divisão.”Mas nem tudo é perfeito, e nada se consegue sem trabalho. “O ponto menos forte, que até nem se prende com o plantel propriamente dito, é o já ‘normal’ período de preparação que é bastante curto e claro está, a crise financeira generalizada que a todos toca, condicionando a realização de mais jogos amigáveis a nível internacional.”É sempre complicado fazer prognósticos, mais ainda quando estamos a falar de Seleções jovens. Ainda assim, e tendo em conta as últimas participações das equipas presentes, Eugénio consegue categorizar o favoritismo que poderá ser atribuído a cada Seleção. “Obviamente não jogamos sozinhos e como nós, estarão mais 9 Seleções congéneres para lutar por esse desiderato. Por esta ordem, jogamos contra a Roménia, Hungria, Israel, Noruega, Grã-Bretanha, Bulgária, Alemanha, Lituânia e Bósnia Herzegovina. No sempre difícil exercício de previsão das forças presentes, à primeira vista temos como candidatas aos 3 lugares medalhados e que dão acesso à promoção, a Hungria, Alemanha e Lituânia. Foram as 3 equipas que desceram de divisão no ano transato e que têm também algum calo no que toca ao nível competitivo. São países com tradições no basquetebol e cujos rosters terão atletas vindas do europeu de sub 18, 8º – Div B, 9º – Div B e 3º Div B, (respectivamente). Israel, Bulgária e Grã-Bretanha serão igualmente favoritas a uma medalha na medida em que, tal como nós, apresentaram em 2013, rosters constituídos quase exclusivamente por atletas de primeiro ano. Finalmente, outsiders como Roménia e Bósnia serão sempre de considerar pois, se não se apresentaram numa boa forma ou se não competiram em 2013 (respetivamente), são seleções tradicionalmente difíceis para nós. Por ultimo, uma palavra para a Noruega, que desconhecemos por completo em Sub 20, tendo obtido resultados modestos no escalão de Sub 16 e Sub 18.”O Europeu, que se joga em Sófia – Bulgária – de 3 a 13 de Julho, volta a ter um formato competitivo de todos contra todos, o que normalmente não é algo que favorece Portugal ou qualquer equipa que tenha menos argumentos do que as demais. “Diria que num bom dia, uma equipa teoricamente inferior pode fazer uma surpresa e vencer um jogo, mas num campeonato inteiro isso resulta um pouco mais complicado.”Porém, isto não é nada que nos demova ou diminua o objectivo principal, que é de “obter uma medalha e voltar a subir ao palco principal do basquetebol europeu, a Divisão A.” O Selecionador Nacional ilustra bem a determinação com que esta Seleção lutará para alcançar essa meta, ao dizer que: ” O Fight Club está de volta e pronto a dar tudo pela camisola que veste.”
Selecção Masculina apresenta programa e seleccionados
Convidamos todos os orgãos de comunicação social a marcar presença nesta conferência de imprensa.
Preparação prossegue em Almada com treinos bidiários
A preparação tendo em vista a participação na fase de qualificação do EuroBasket 2015, com a competição a ter início a 8 de Junho na Letónia (Riga) para terminar a 25 do mesmo mês contra a Estónia (em Carcavelos), com os 6 jogos a serem efectuados num período extremamente curto (18 dias de calendário), o mesmo é dizer que se joga de 3 em 3 dias (fora ao domingo e em casa à 4ª feira). Será uma maratona de viagens a Riga, Tallin (Estónia) e Ragusa (Itália), a saltitar de aeroporto em aeroporto e com escalas em todos os percursos.Face às lesões contraídas no estágio da Eslovénia (Michélle Brandão, Aurélie Pinto e Lavínia Silva) o seleccionador Ricardo Vasconcelos não teve outra alternativa senão convocar mais duas jogadoras para completar o grupo de 12 (mínimo para se poder trabalhar visando jogos competitivos e duros como serão os que nos esperam).Lista das convocadas (14):Ana Oliveira (AD Vagos)Aurélie Pinto (Brive Correze/França)Carla Nascimento (CB Al -Qazáres/Espanha)Chelsea Guimarães (Algés)Daniela Domingues (AD Vagos)Dora Duarte (Algés)Francisca Braga (Lousada AC)Inês Faustino (Algés)Jessica Almeida (Cochise College Athletics/EUA)Joana Canastra (Algés)Laura Ferreira (GDESSA)Lavínia Silva (Algés) Michélle Brandão (Univ. Old Dominion/EUA)Sofia Carolina (Cadi ICG S./Espanha)Responsáveis:Ricardo Vasconcelos (seleccionador)José Araújo (treinador-adjunto)Nuno Manaia (secretário)Bárbara Rola (fisioterapeuta)José Tolentino (dirigente)O programa inclui treinos bidiários (de manhã e de tarde), com excepção do último dia (6ª feira) em que só se treina de manhã, regressando as jogadoras a suas casas, após o almoço, para gozarem a última folga, antes do início da competição. Voltarão a concentrar-se no domingo (dia 1), véspera da partida para o Luxemburgo (2ª feira), onde a selecção lusa fará os 2 últimos jogos de preparação (a 3 e 4 de Junho), com a congénere luxemburguesa, no caminho para a Letónia, só viajando para a capital (Riga) no dia 6 (6ª feira).
Vitória do seleccionado luso (57-61) num jogo de sacrifício
Depois de só termos 10 jogadoras disponíveis desde o 2º jogo com a Eslovénia, ter acontecido a lesão da poste Lavínia Silva no minuto 13, decorria o 2º período, significa que Portugal foi obrigado a jogar durante 27 minutos só com um poste de raiz (Sofia Carolina). Foi por isso necessário reunir as tropas e com muita entreajuda, espírito de sacrifício e união, as comandadas de Ricardo Vasconcelos carimbaram uma vitória muito suada mas inteiramente merecida.
No 1º período (8-14) Portugal entrou melhor e à entrada do minuto 4 já comandava por 0-7, com Laura Ferreira a marcar o cesto inaugural numa jogada de 2+1, convertendo depois o lance livre a que se seguiram 4 pontos de Daniela Domingues (um duplo e dois lances livres). A Macedónia só conseguiu acertar com o cesto (2-7) ainda no minuto 4, por intermédio de Chrissy Givens que ia remando contra a maré, mas as nossas representantes não baixavam o ritmo e chegavam ao minuto 10 com uma vantagem de 6 pontos, com Lavínia Silva a acertar o 1º triplo da equipa após 5 tentativas falhadas pelas suas companheiras.No 2º quarto (15-14) a Macedónia reagiu como lhe competia, empatando (14-14) no minuto 12, com a base Andzelika Mitrasinovic a assumir as despesas ao converter 2 duplos consecutivos. A resposta lusa surgiu através de duas jogadoras interiores (Sofia Carolina e Lavínia) e foi na chegada ao chão após converter o cesto que colocou o marcador em 14-18, o azar bateu à porta de Lavínia que fez uma entorse da articulação tíbio-társica com lesão do ligamento lateral interno de grau I (conforme nos informou a fisioterapeuta Bárbara Rola). Naturalmente que foi logo para o banco, não voltando ao recinto de jogo. Claro que a partir daí as lusas cerraram os dentes e foi a vez de Sofia Carolina carregar com a equipa, marcando mais 7 pontos até ao intervalo, que chegou com Portugal na frente (23-28), pese o inconformismo de Mitrasinovic (autora de 9 dos 15 pontos da Macedónia, neste parcial). No 3º período (14-15) a Macedónia voltou a encetar enérgica reacção, com Givens a justificar o porquê de ter sido a jogadora mais preponderante da equipa na campanha de 2013. Portugal abanou mas depois de duas situações com diferenças tangenciais (27-28 e 29-30), Sofia Carolina a que se seguiu o único triplo da capitã Carla Nascimento (29-35), à entrada do minuto 26, deram uma margem que, mesmo não sendo confortável, permitia que as lusas pudessem respirar um pouco melhor. O 1º triplo de Laura Ferreira ainda no mesmo minuto 26 (30-38) dava mais folga que foi gerida até se esgotarem os 30 minutos jogados (37-43), com Francisca Braga a converter um duplo a escassos 3 segundos da buzina.No derradeiro quarto (20-18) Chrissy Givens voltou a carregar com a equipa da Macedónia, que após a exclusão de Ivana Kmetovska (5ª falta no minuto 33), provocada por Inês Faustino, ficou com menos estatura para a luta das tabelas. A acção da norte-americana naturalizada (13 dos 23 pontos com que terminou foram obtidos neste último parcial) foi ainda mais decisiva a partir daí, mesmo depois de o 2º triplo de Laura Ferreira ter dado a maior vantagem ao seleccionado luso (41-51) no minuto 35. A Macedónia, bem apoiada pelo seu público, cresceu e com 30,8 segundos para jogar perdia apenas por um cesto (57-59). Portugal aguentou a pressão e a 4,5 segundos da buzina, Carla Nascimento encarregue de ir para a linha de lance livre, pela 2ª falta técnica ao banco macedónio (de que resultou a expulsão do seleccionador Goran Jovanovic) não tremeu, selando o resultado final.Resultado final: Macedónia 57-61 PortugalNo final do encontro registámos o comentário de Ricardo Vasconcelos, seleccionador luso: «Foi claramente um jogo de sacrifício de uma equipa que está a estagiar há 8 dias, o único dia de folga foi uma viagem de 13 horas e em metade do tempo de estágio não temos duas jogadoras por lesão. Obviamente que nestas circunstâncias jogar 4 jogos em 5 dias, hoje estávamos visivelmente cansados. A lesão da Lavínia (no minuto 13) obrigou-nos a jogar 27 minutos só com um poste. Portanto mesmo assim conseguir ganhar a uma equipa que jogou de forma (ilegal) porque alinhou com duas naturalizadas (era um jogo amigável), é sem dúvida um resultado brilhante, só possível devido a um grande espírito de sacrifício e muita entreajuda. O grupo de trabalho tem sido inexcedível, merecendo amplamente estas duas vitórias e acredito que elas constituam um grande alento para o futuro.». Na selecção de Portugal mais uma grande prestação da poste Sofia Carolina, que fez um duplo duplo (17 pontos, 10 ressaltos sendo 3 ofensivos, 2 desarmes de lançamento e 4 faltas provocadas com 7/8 nos lances livres). Não houve estatística oficial, mas seguramente que teria discutido a atribuição do MVP da partida, pelos indicadores que registámos. Foi bem acompanhada pela base Carla Nascimento (8 pontos, 1/4 nos triplos, 5 ressaltos sendo 1 ofensivo, 3 assistências e duas faltas provocadas com 3/4 nos lances livres), Laura Ferreira (10 pontos, 2/6 nos triplos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência, 2 desarmes de lançamento e 3 faltas provocadas com 2/3 nos lances livres), Daniela Domingues (7 pontos, 1/2 nos triplos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência, 1 roubo e duas faltas provocadas com 2/2 nos lances livres) e Inês Faustino (6 pontos, 1 ressalto defensivo, uma assistência e 4 faltas provocadas com 4/4 nos lances livres). Na selecção da Macedónia a mais produtiva e influente foi Chrissy Givens, melhor marcadora do jogo (23 pontos e 5 faltas provocadas com 5/8 nos lances livres), muito bem secundada por Andzelika Mitrasinovic (15 pontos e 5/7 nos lances livres) e Aleksandra Stojanovska (10 pontos). No final do encontro as duas capitãs Carla Nascimento e Monika Gavrilovska receberam os troféus relativos ao vencedor e vencido do jogo, respectivamente. Ficha de jogoSports Hall em Zirovnica (Eslovénia) Macedónia (57) – Andzelika Mitrasinovic (15), Aleksandra Stojanovska (10), Chrissy Givens (23), Ivana Kmetovska (2) e Monika Gavrilovska (3); Ashley Paris (2) e Nena Sekulovska (2) Portugal (61) – Carla Nascimento (8), Daniela Domingues (7), Ana Oliveira (4), Laura Ferreira (10) e Sofia Carolina (17); Inês Faustino (6), Lavínia Silva (5), Jessica Almeida, Francisca Braga (2) e Dora Duarte (2)Por períodos: 8-14, 15-14, 14-15, 20-18Árbitros: Spanic, Zupancic e PipanA comitiva lusa regressa hoje (4ª feira) a Portugal. O programa da viagem é duro: levantar cedo (07 H00), pequeno-almoço (07H30), saída do autocarro (08H00) com destino ao aeroporto de Trieste para embarcar no voo LH1935, com partida marcada para as 12H50 rumo a Munique, com chegada prevista para as 13H50.Depois uma longa espera (mais de 5 horas) para o voo LH1792 (partida às 19H30) com chegada a Lisboa prevista para as 21H40 locais.
1ª Ação – Estágio de Observação
Nos detalhes desta noticia poderá consultar a lista das atletas que irão ser observadas neste estágio.
Vitória justa sobre a Macedónia levanta o moral luso
E apesar de o grupo em termos de treinos e jogos estar reduzido a 10 jogadoras face às lesões musculares de Michélle Brandão e Aurélie Pinto, o facto é que o espírito de grupo sai fortalecido porque é preciso mais sacrifício, mais união e mais querer. Foi isso que aconteceu neste primeiro teste com a Macedónia, adversário que nos derrotou há um ano na fase de qualificação disputada em Israel (Tel Avive), a contar para o EuroBasket 2013. A vitória merecida, diga-se desde já, sorriu às nossas cores numa partida em que a partir do minuto 7 (8-9), ainda no quarto inicial, estivemos sempre à frente com excepção de uma igualdade (16-16 no minuto 14), já no 2º período.No 1º quarto (8-14) as nossas representantes defendendo bem e atacando o cesto com decisão carregaram de faltas as adversárias, permitindo sucessivas idas à linha de lance livre, com destaque para Laura Ferreira com 3 faltas provocadas neste parcial. A Macedónia entrando com as duas norte-americanas de início (Chrissy Givens e a poste Ashley Paris), sentia muitas dificuldades para acertar com o cesto. No 2º período (15-12) a Macedónia reduziu para a diferença mínima (13-14) logo no minuto 12, com um triplo de Givens mas Carla Nascimento respondeu com um duplo logo a seguir, mantendo o seleccionado luso no comando (13-16). Mitrasinovic acertou outro triplo empatando (16-16) no minuto 14, mas Daniela Domingues não esteve pelos ajustes e na resposta marcou uma bomba (16-19) ainda no minuto 14. A partir daí Portugal nunca mais perdeu a liderança do marcador, tendo disparado para 18-26 com o 2º triplo de Carla Nascimento a cair à entrada do minuto 16, o que obrigou Goran Jovanovic a pedir o seu 2º desconto de tempo. A paragem surtiu efeito pois conseguiu parar o ataque luso que não conseguiu voltar a encontrar o caminho para o cesto, atingindo-se o intervalo com a vantagem de 3 pontos para Portugal (23-26).No 3º quarto (11-20) a dinâmica das comandadas de Ricardo Vasconcelos não baixou de intensidade e com a subida de rendimento de Inês Faustino (7 pontos) e Jessica Almeida (4 pontos), que apareceram mais confiantes e eficazes, a selecção lusa conseguiu chegar à maior diferença (13 pontos) no minuto 29 (33-46) através de dois lances livres convertidos por Daniela Domingues, a 13,2 segundos da buzina que assinalou o final deste parcial (34-46). No último período (13-6) a Macedónia carregou com todas as suas armas, nomeadamente Chrissy Givens e a extremo/poste esquerdina Kmetovska, as melhores marcadoras da equipa, ambas com 12 pontos, mas Sofia Carolina que teve outro excelente desempenho, particularmente a defender (5 ressaltos e 3 desarmes de lançamento), não permitiu grandes veleidades, nem sequer à sua adversária directa (Ashley Paris) que participou esta temporada na Liga da Turquia (Mersin Buyuksehüe) e já jogou na WNBA (Los Angeles Sparks). O melhor que a Goran Jovanovic conseguiu foi limitar o ataque luso a apenas 6 pontos, curiosamente todos da autoria de Sofia Carolina (2 duplos e 2 lances livres), convertidos até ao minuto 36. A exclusão de Gavrilovska (5 faltas) no minuto 37, com o resultado a favor das nossas cores (42-52), pesou na confiança e no acreditar das suas companheiras, que só conseguiram baixar a fasquia para os 5 pontos finais, com acções das duas norte-americanas (Givens e Paris). Resultado final: Macedónia 47-52 PortugalComo vem sendo habitual, recolhemos o depoimento do seleccionador Ricardo Vasconcelos sobre o jogo: «O que me parece importante de salientar na vitória de hoje foi, do ponto de vista defensivo, a consistência verificada, pois jogámos com uma equipa que apresentou duas norte-americanas (jogaram em duas boas Ligas europeias, na Turquia e na Roménia). A nível individual depois de no 2º jogo contra a Eslovénia terem aparecido a Daniela, a Carla e a Laura, todas jogadoras exteriores, hoje foi a vez de uma Inês Faustino e uma Jessica emergirem também, com um desempenho muito acima aos anteriores 2 jogos. Por último o facto de termos conseguido gerir melhor os minutos da Sofia Carolina (24 minutos de utilização) sem que a equipa perdesse qualidade defensiva, possibilitou à mesma um jogo muito bem conseguido, quer no plano defensivo, quer no plano ofensivo. Foi claramente a jogadora mais sólida dentro de campo. Penso que este é um factor muito importante para todo o grupo, o ela poder descansar uns minutos no banco sem que a dinâmica da equipa se ressinta, aquando da sua ausência em campo.». Destaque na selecção portuguesa para a prestação da poste Sofia Carolina (12 pontos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, 3 desarmes de lançamento, 1 roubo e uma falta provocada com 2/2 nos lances livres), bem acompanhada por Daniela Domingues (9 pontos, 1/2 nos triplos, 3 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência, 1 roubo e um desarme de lançamento), Carla Nascimento (8 pontos, 2/4 nos triplos, 3 ressaltos defensivos, uma assistência e 1 roubo), Laura Ferreira (9 pontos, 1 ressalto defensivo, 3 assistências, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e3 faltas provocadas com 4/6 nos lances livres), Inês Faustino (8 pontos, 1/3 nos triplos, 1 ressalto defensivo, uma assistência, 1 roubo e duas faltas provocadas com 3/4 nos lances livres) e Jessica Almeida (4 pontos, 1 ressalto defensivo, uma assistência e 2 roubos).Na equipa da Macedónia as mais produtivas foram Chrissy Givens e Ivana Kmetovska , ambas com 12 pontos, logo seguidas de Andzelica Mitrasinovic (9 pontos). Ashley Paris (1,91 m) desiludiu, não se entendendo com a marcação cerrada levada a cabo por Sofia Carolina, que a meteu no bolso. Ficha de jogoSchool Hall, em Kranjska Gora Macedónia (47) – Andzelika Mitrasinovic (9), Aleksandra Stojanovska (2), Chrissy Givens (12), Ivana Kmetovska (12) e Ashley Paris (4); Monika Gavrilovska (5), Nena Sekulovska (3) e Dragana Jolovic Portugal (52) – Carla Nascimento (8), Daniela Domingues (9), Ana Oliveira, Laura Ferreira (9) e Sofia Carolina (12); Lavínia Silva (2), Jessica Almeida (4), Inês Faustino (8), Dora Duarte e Francisca Braga Por períodos: 8-14, 15-12, 11-20, 13-6Árbitros: Gregor Cesen, Vinko Zovko e Goran GrbicAmanhã (3ª feira) as duas equipas voltam a defrontar-se à mesma hora, desta feita na terra natal do seleccionador da Macedónia, Goran Jovanovic, uma pequena localidade (Zirovnica) a cerca de 20 quilómetros de Kranjska Gora.
Treino de duas horas ao final da tarde para acertar agulhas
Assim a equipa teve direito a uma manhã diferente, com tempo para descansar e relaxar na piscina interior do Hotel Kompas, um quatro estrelas bem equipado e com boas condições. Além da selecção portuguesa estão cá hospedadas as congéneres da Macedónia (seniores) e da Rússia (Sub20), ambas femininas.
À tarde o seleccionado luso treinou no Sports Hall Vitranc (recinto onde se jogou com as eslovenas), um treino de duas horas que serviu também para acertar a estratégia tendo em vista os 2 jogos de preparação agendados com a selecção da Macedónia (2ª e 3ª feira). No apronto não participaram as duas lesionadas (a base Michélle Brandão e a extremo/poste Aurélie Pinto). A fisioterapeuta Bárbara Rola fez-nos o ponto de situação em relação a ambas: «A Michélle fez uma lesão muscular nos adutores, durante o 1º jogo com a Eslovénia, anteontem. Por sua vez a Aurélie contraiu uma lesão, também muscular, nos isquio-tibiais, no 2º período da partida de ontem. Têm feito trabalho de recuperação e talvez amanhã a Michélle já possa treinar sem limitações. No caso de Aurélie, por ser mais recente, a recuperação será mais lenta.». Depois do treino e antes do jantar as mais interessadas pelo futebol puderam seguir a final da Taça de Portugal, entre o Benfica e o Rio Ave, nos portáteis. Depois do jantar havia outro espectáculo para ver: a final da Euroliga masculina, jogada em Milão e que terminou com a vitória do Maccabi Telaviv (10º troféu) ao bater o Real Madrid por claros 96-84, após prolongamento. O base Rice (norte-americano naturalizado) da equipa israelita foi o MVP da partida com uma 2ª metade espectacular. Porque na recepção do hotel estava um grupo de mais de vinte israelitas a assistir à partida e não havia mais lugares sentados, o staff da selecção decidiu em boa hora ver a 2ª parte (e ainda o prolongamento) a um café-bar no centro desta pequena cidade (a 3 minutos do hotel), num vale com paisagens espectaculares, encastrada entre montanhas, alguma ainda com os picos cobertos de neve, a fazer lembrar autênticos postais. Amanhã (2ª feira), vamos ter pela frente um adversário que já conhecemos bem. Recorde-se que em Junho do ano passado foi o nosso primeiro opositor na fase de qualificação (Grupo D) do EuroBasket 2013, em Ramla (Tel Avive). Perdemos (56-60) num jogo em que acordámos tarde. Teremos que ser mais consistentes do que há um ano, até porque Goran Jovanovic, seleccionador da Macedónia ainda tem um dilema para resolver. Conta com duas opções (duas norte-americanas naturalizadas) e certamente que estes jogos de preparação servirão para ele poder tomar a decisão que melhor sirva os interesses da equipa, fazendo alinhar as duas: Chrissy Givens (que fez a campanha de 2013) e jogou esta época no Municipal Targoviste, da Roménia e a extremo/poste Ashley Paris (1,91m) que alinhou pelo Mersin Buyuksehie (Liga da Turquia) com participação na EuroCup. Da restantes adversárias que nos defrontaram em Israel (só jogaram 6) a base Slavica Dimovska não consta da lista oficial, mas entretanto Jovanovic resolveu convocar a veterana Monika Gavrilovska, extremo/poste de 37 anos que no jogo de há um ano foi a MVP da partida, com um duplo-duplo (14 pontos e 13 ressaltos sendo 4 ofensivos). Haverá ainda que ter atenção a Elena Radenkovic , outra jogadora interior que contribuiu para a superioridade macedónia nas tabelas, com 9 ressaltos sendo 6 ofensivos, a par de Ana Tanturovska (7 ressaltos, 2 triplos e 5 roubos). Não se nos afigura tarefa nada fácil.
Eslovénia foi mais consistente explorando as falhas lusas
Houve momentos de boa qualidade a par de outros menos bons, mas acima de tudo ressalta que Portugal tem capacidade para se bater com a grande maioria das selecções europeias, salvo obviamente os pesos pesados que toda a gente conhece. Pena que continuemos a não conseguir reunir os nossos melhores valores, mas isso é outro número de obra, como se costuma dizer.
No 1º quarto (13-11) foi a Eslovénia que começou muito forte chegando a 9-0 com extrema facilidade e em menos de 2 minutos, aproveitando a falta de eficácia das nossas representantes nos primeiros ataques e também alguma apatia defensiva nalguns movimentos ofensivos das adversárias. Depois gradualmente reagimos e à entrada do minuto 10 registava-se um empate (11-11), com Sofia Carolina e Lavínia Silva a imporem o seu jogo físico na luta das tabelas. Foi a base Rebeka Abramovic, que viria a ser a MVP do encontro, a desfazer a igualdade numa entrada decidida a 15 segundos da buzina.No 2º período (10-6), as comandadas de Ricardo Vasconcelos empataram numa acção da poste Sofia Carolina logo no 1º ataque, mas depois tiveram um período de algum desacerto, naturalmente aproveitado pela Eslovénia que fez um parcial de 6-0 chegando a 19-13 no minuto 15. Foi altura de o seleccionador luso parar o cronómetro (minuto 16) para fazer alguns ajustes e transmitir confiança às suas jogadoras. O intervalo soou com a vantagem das anfitriãs (23-17).No 3º quarto (19-16) Sofia Carolina voltou a fazer estragos na área pintada, logo no minuto 21 (23-19), caminhando para uma actuação de grande categoria. Foi só a melhor marcadora (16 pontos) e a melhor ressaltadora (8 ressaltos) da partida, lutando de igual para igual com a conceituada e experiente capitã eslovena Sandra Pirsic. Um triplo de Helena Boada (espanhola naturalizada eslovena por casamento com Lakovic, antigo internacional da Eslovénia) distanciou a equipa da casa (26-19) ainda no minuto 21, mas a capitã lusa, Carla Nascimento, não esteve pelos ajustes, tendo respondido na mesma moeda (26-22), correspondendo da melhor maneira a um passe decisivo de Aurélie Pinto, a luso-francesa (dupla nacionalidade) que fez a sua estreia na equipa das quinas (tal como as suas companheiras Laura Ferreira, 1º ano de Sub-20 e Jessica Almeida). Aurélie não acusou a pressão e fez também um 3º período de muito bom nível, não se intimidando nas acções ofensivas. No mesmo minuto 22 a extremo/poste que joga no Brive-Correze (da 2ª Liga gaulesa) foi assistida pela capitã Carla e não se fez rogada (26-24) e no minuto 24 bisou com novo duplo (31-28) a que se seguiu uma bomba que fez o 32-31, obrigando o treinador da Eslovénia (Tomo Oresnik) a pedir um desconto de tempo para travar a reacção lusa. A paragem deu os seus frutos para os objectivos da equipa anfitriã, que disparou para 38-31, enquanto Portugal parava no ataque, sem soluções para voltar a acertar com o cesto. Nesse parcial de 6-0 foi decisiva a acção da base Abramovic, a provocar duas faltas com direito a ir para a linha de lance livre (onde não tremeu) e depois de Sofia Carolina ter reduzido para 38-33, ainda teve arte e poder de arranque para em duas penetrações decididas fixar o resultado em 42-33, ao cabo de 30 minutos de jogo.No último período (14-16), o único parcial ganho pelas nossas representantes, Portugal só conseguiu baixar a fasquia que oscilou entre os 13 (47-34) e os 8 pontos (47-39), para os 7 pontos finais no minuto 40, através de um duplo de Carla Nascimento, a selar o resultado (56-49).Resultado final: Eslovénia 56-49 Portugal No final registámos a opinião do seleccionador luso. «Para um primeiro jogo com 10 treinos (nem todas as jogadoras têm os 10 treinos), penso que o teste foi de nota bastante positiva. Temos jogadoras com muito valor na posição 1 e 2 que ainda não conseguiram apresentar hoje esse valor em números, estatisticamente falando. Tenho a certeza de que com o crescer do grupo resultante da continuação do trabalho, percentagens como a de 3 pontos que hoje foi de 14% (2/14) vai melhorar para níveis mais adequados às nossas necessidades, a rondar os 33 a 35%, como média, contribuindo para que possamos ganhar jogos como o de hoje. Amanhã iremos ter um novo desafio e vamos procurar ser consistentes nas coisas boas que fizemos hoje e apresentar pequenas melhorias nas situações em que não estivemos tão bem.», sintetizou Ricardo Vasconcelos.Destaque nas vencedoras para a dupla constituída pela base Rebeka Abramovic , MVP do encontro (20,5 de valorização) ao contabilizar 15 pontos, 3/4 nos duplos, 1/1 nos triplos, 2 ressaltos defensivos, 3 assistências, 2 roubos e 3 faltas provocadas com 6/6 nos lances livres e pela poste Sandra Pirsic (19,5 de valorização) que somou 13 pontos, 4/4 nos duplos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências e 5 faltas provocadas com 5/7 nos lances livres.Nas portuguesas a melhor prestação coube claramente à poste Sofia Carolina (17,5 de valorização) que apesar de ter sido a jogadora mais utilizada das 23 que estiveram em campo, jogando quase 33 minutos, terminou com 16 pontos, 8/16 nos duplos, 8 ressaltos sendo 3 ofensivos, uma assistência, 2 roubos e uma falta provocada, dando uma luta tremenda às suas adversárias directas, nomeadamente Pirsic. Foi bem acompanhada por Aurélie Pinto (11 pontos, 3 /4 nos duplos, 1/1 nos triplos, 1 ressalto defensivo, uma assistência e 1 roubo) e ainda por Lavínia Silva em termos defensivos (7 ressaltos sendo 3 ofensivos) a que juntou uma assistência e 1 roubo. Bons pormenores de Inês Faustino (4 pontos, 3 assistências, 1 roubo e 3 faltas provocadas). A capitã Carla Nascimento fez a 3ª falta muito cedo (minuto 23) tendo ido para o banco e depois de ter feito a 4ª teve que ser novamente resguardada, o que implicou um tempo de utilização inferior a 19 minutos, baixo para o que lhe é habitual.Em termos globais os indicadores foram muito equilibrados. A Eslovénia foi mais eficaz nos lançamentos de campo (39%-37%), muito por culpa dos triplos (38%-14%), roubou mais bolas (11-8), cometeu menos erros (18-19 turnovers) e foi ainda mais eficaz da linha de lance livre (79%-69%). Por seu turno Portugal ganhou as tabelas (32-33 ressaltos), com realce para a tabela ofensiva (7/9 ressaltos) e apresentou maior eficácia nos duplos (39%-45%). Equilíbrio nas assistências (9-9). Ficha de JogoSport Hall Vitranc, em Kranjska Gora Eslovénia (56) – Rebeka Abramovic (15), Helena Boada Jairo (5), Maja Erkic (1), Tina Jakovina (7) e Sandra Pirsic (13); Teja Oblak (2), Martina Osterman (1), Katja Kotnik (2), Sara Meden, Anita Kastelic (2) e Alina Gjerkes (8) Portugal (49) – Carla Nascimento (5), Daniela Domingues (4), Ana Oliveira (2), Lavínia Silva (3) e Sofia Carolina (16); Inês Faustino (4), Aurélie Pinto (9), Michelle Brandão, Dora Duarte, Laura Ferreira (6), Jessica Almeida e Francisca BragaPor períodos: 13-11, 10-6, 19-16, 14-16Árbitros: Gregor Malkar, Matic Benko e Miha MauerHoje (sábado) as duas equipas voltam a defrontar-se no mesmo recinto e à mesma hora (18H00). De manhã Portugal fará um treino de hora e meia (9H30 às 11H00).A comitiva lusa ficou hoje completa com a chegada do treinador adjunto Eugénio Rodrigues (seleccionador de Sub-20 Femininos), que só hoje conseguiu viajar para Ljubljana, tendo chegado à capital eslovena no final da tarde. Portanto estará amanhã no banco, contribuindo por certo com a sua competência e capacidade para a obtenção do melhor resultado possível para as cores lusas.
Eslovénia com mais soluções e ainda a MVP Nika Baric
Assim sendo não surpreende o segundo desaire, ainda que tenha havido pedras que subiram de rendimento em relação à véspera, casos de Laura Ferreira, Daniela Domingues e Carla Nascimento, colmatando deste modo uma das pechas (o fraco jogo exterior) verificadas no jogo de 6ª feira. No 1º período (15-18), curiosamente o único parcial ganho pela nossa equipa, Portugal entrou mais confiante e depois de ter sofrido o 1º dos triplos de Baric, logo na primeira posse de bola das anfitriãs, respondeu com serenidade e comandou até ao minuto 5 (7-9). Foi só à entrada do minuto 6 que Sandra Pirsic igualou a contenda (9-9), mas as nossas representantes não se intimidaram e depois de nova igualdade (13-13), provocaram faltas que nos deram uma preciosa vantagem (13-18), reduzida em cima da buzina com um cesto de Helena Boada. No 2º quarto (17-11) as comandadas de Ricardo Vasconcelos continuaram a fazer o seu jogo, liderando o marcador até ao minuto 14 (21-23), depois de 15-21 (triplo de Francisca Braga) e 17-23, num contra-ataque de Daniela Domingues. Num ápice Tina Jakovina em 3 acções consecutivas no minuto 14 igualou (23-23) e embora o treinador luso tenha parado o cronómetro (aos 21-23) isso não impediu que as eslovenas continuassem embaladas, com Pirsic a virar o resultado (25-23) no minuto 16. Laura Ferreira reentrou um minuto volvido e lançando com muita confiança e pontaria, acertou 2 triplos a fazer 29-26 (minuto 17) e 31-29 (minuto 19). O intervalo chegou com Baric a ampliar de lance livre a vantagem da Eslovénia para 3 pontos (32-29). No 3º período (17-10) o acumular de faltas por parte de Lavínia Silva (fez a 4ª falta no minuto 27, regressando ao banco 3 minutos depois de ter reentrado na partida) e a impossibilidade de Aurélie Pinto voltar a jogo por se ter lesionado ainda antes do intervalo, enfraqueceu consideravelmente o jogo interior luso, obrigando a um esforço tremendo por parte da poste Sofia Carolina, com poucas hipóteses de ser substituída. Assim se chegou a uma diferença de 10 pontos favorável à Eslovénia (49-39), ao cabo de 30 minutos jogados. No derradeiro quarto (15-14) Pirsic e logo a seguir Baric deram o mote para a maior vantagem eslovena (56-40), no minuto 34, mas Portugal não se desuniu e com a capitã Carla Nascimento (um duplo e 2 lances livres convertidos) mais próxima do seu valor, conseguiu graças ao 3º triplo de Laura Ferreira (fez 3 em 5 tentativas) e aos contributos de Sofia Carolina (um duplo e 1 lance livre) e Daniela Domingues (3 lances livres), baixar a fasquia para os 11 pontos finais (64-53). Resultado final: Eslovénia 64-53 Portugal Ricardo Vasconcelos, seleccionador nacional, analisou no final o comportamento das lusas. «Jogámos contra uma equipa que se apresentou com mais soluções que na véspera (3 novas jogadoras nomeadamente a MVP do jogo, a categorizada Baric), quando nós acabámos por ter menos duas unidades por lesão (Michélle que se magoou ontem e hoje a Aurélie antes do intervalo) e a Lavínia com problemas de faltas. Duas destas jogadoras são postes, área onde estamos mais carenciados, como é sabido. Isso obrigou-nos a criar adaptações para as quais ainda não estamos preparados e tornou-nos muito mais fracos, particularmente no capítulo do ressalto. Contudo foi interessante ver que algumas das nossas jogadoras melhoraram o seu desempenho em relação ao jogo da véspera (casos de Daniela, Laura e Carla) e continuamos a acreditar que o trabalho faça com que outras sigam os seus exemplos. Um aplauso especial para a tarefa hercúlea da Sofia Carolina, que além de muito desgastada no 1º jogo, teve quase sempre duas adversárias de volta dela.».Destaque nas vencedoras para a prestação da base Nika Baric (joga no Spartak de Moscovo) que foi a MVP do encontro (16,5 de valorização) ao contabilizar 11 pontos, 2/2 nos duplos, 2/3 nos triplos, 3 ressaltos sendo 1 ofensivo, 4 assistências e 3 faltas provocadas, logo seguida da poste Sandra Pirsic (15,5 de valorização) que somou 10 pontos, 5/7 nos duplos, 6 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência, 1 roubo e 3 faltas provocadas. Foram bem acompanhadas por Rebeka Abramovic (5 pontos, 2 ressaltos sendo 1 ofensivo, duas assistências, 1 roubo e duas faltas provocadas), Tina Jakovina (12 pontos, 4 ressaltos defensivos, uma assistência e 1 roubo) e Teja Oblak (10 pontos, 3/5 nos duplos, 1 ressalto defensivo e 3 faltas provocadas com 4/4 nos lances livres). Na selecção portuguesa as mais valiosas, ambas com 13,0 de valorização, foram Laura Ferreira, melhor marcadora lusa (13 pontos, 1/1 nos duplos, 3/5 nos triplos, 1 ressalto defensivo, 1 roubo e 3 faltas provocadas com 2/2 nos lances livres) e Daniela Domingues (9 pontos, 4 ressaltos sendo metade ofensivos, uma assistência, 2 roubos e 4 faltas provocadas com 3/4 nos lances livres). Bons contributos de Carla Nascimento (6 pontos, 2 ressaltos defensivos, 3 assistências, 1 roubo e 5 faltas provocadas com 4/4 nos lances livres) e Sofia Carolina, novamente a melhor ressaltadora do jogo (9 pontos, 9 ressaltos sendo 2 ofensivos, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas com 3/5 nos lances livres), que ficou à beira do duplo-duplo. A vitória da Eslovénia é justa pois foi mais eficaz nos duplos (51%-35%), ganhou as tabelas (37-32 ressaltos), tanto na defensiva (24-23) como na ofensiva (13-9) e foi mais colectiva (12-8 assistências). Ao invés Portugal foi mais certeiro no tiro exterior (20%-28%), ao converter 5 triplos em 18 tentativas contra apenas 3 em 15 tentados , roubou mais uma bola (6-7 roubos) e provocou mais faltas (18-23), com melhor aproveitamento da linha de lance livre (64%-72%) ao falhar 7 de 25 tentativas enquanto as adversárias desperdiçaram 5 em 14 tentados. Igualdade nos turnovers (15 para cada). Ficha de jogo Sports Hall Vitranc, em Kranjska Gora Eslovénia (64) – Nika Baric (11), Teja Oblak (10), Maja Erkic (4), Tina Jakovina (12) e Sandra Pirsic (10); Eva Lisec (4), Ziva Zdolsek (2), Helena Boada Jairo (5), Rebeka Abramovic (5), Eva Rupnik (1) e Katja Kotnik Portugal (53) – Carla Nascimento (6), Daniela Domingues (9), Ana Oliveira (4), Lavínia Silva (5) e Sofia Carolina (9); Laura Ferreira (13), Inês Faustino (3), Aurélie Pinto, Jessica Almeida (1), Francisca Braga (3) e Dora Duarte Por períodos: 15-18, 17-11, 17-10, 15-14Árbitros: Tine Skrbec, Milan Spanic e Goran GrbicAmanhã é dia de descanso em termos de jogos. Mas está marcado um treino para a tarde (17H/19H) no Sports Hall Vitranc. Na 2ª feira teremos o primeiro dos jogos agendados com a Macedónia, às 19H00, no School Hall, também aqui em Kranjska Gora.
Primeiro jogo de preparação com as anfitriãs
A viagem aérea até Trieste (Itália), já na costa do Adriático, com escala em Munique, durou 7 horas (mais uma da mudança de fuso horário), incluindo 3H15 de espera naquele aeroporto alemão para aguardar a ligação num CRJ900 Bombardier da Lufthansa Regional que nos levou até aquela cidade italiana.
Em Trieste esperava-nos Goradz Trontelj (que trabalha na Federação Eslovena) e fizemos a viagem de autocarro para Kranjska Gora, onde chegámos cerca das duas da manhã, após uma tirada de 2H30. Em suma desde as 12H30, hora a que nos concentrámos no Aeroporto em Lisboa até à entrada no Hotel Kompas, haviam decorrido mais de 13 horas, descontando já a mudança de fuso horário (cá é mais uma hora que em Portugal).Foi fazer a distribuição dos quartos e tentar descansar 7 horas, já que o pequeno-almoço foi ajustado (9H30) em função do horário do treino que nos foi atribuído (11H às 13H). O apronto antes do 1º jogo de preparação com a Eslovénia (o outro é amanhã), agendado para logo ao final da tarde (18H00), foi reduzido de meia hora e serviu também para desentorpecimento após a viagem cansativa da véspera. Recordar que há um ano estivemos nesta localidade, uma estância de desportos de inverno, muito conhecida e requisitada por muitas selecções e clubes europeus, por reunir muito boas condições para estágios de preparação. Falando com Goran Jovanovic, seleccionador feminino da Macedónia, que é também sports manager da Hit Holidays aqui em Kranjska Gora e ainda director do Vitranc Gym, o recinto onde jogaremos hoje e amanhã, revelou-nos que neste mês de Maio, vão estagiar aqui 7 selecções europeias: duas russas (escalões de formação), Portugal, Macedónia, Eslovénia, Bélgica, todas elas de seniores femininos e uma outra que neste momento nos escapa. No ano passado fizemos aqui dois jogos de preparação com a selecção eslovena, antes da partida para Israel (Tel Avive), onde disputámos a fase de qualificação para o Europeu de 2013, com Israel (que venceu o Grupo), Alemanha e Macedónia. Perdemos o primeiro (59-54), mas no dia seguinte aconteceu a desforra (55-60), com vitória para as nossas cores. No hall do Hotel Kompas, onde também estão alojadas as eslovenas, o seleccionador nacional Ricardo Vasconcelos deu dois dedos de conversa com Sandra Pirsic, a credenciada poste das anfitriãs que joga em Espanha (no Zamora, equipa da 1ª Liga espanhola). É uma jogadora muito forte (1,95m) e experiente, pelo que Sofia Carolina, a nossa 5 titular, será com certeza a sua adversária directa nas partidas de hoje e de amanhã. Mas para Sofia Carolina, que cresceu como jogadora neste ano em que alinhou pelo Cadi ICG S. (da 1ª Liga de Espanha), terminando em 8º na fase regular, também já não é uma desconhecida, pois defrontaram-se em Junho de 2013, aqui, nos confrontos de preparação com a Eslovénia atrás referidos. Perspectiva-se um jogo difícil, porque a nossa selecção está no início da preparação para a campanha europeia 2014 e também porque a Eslovénia irá apresentar as suas pedras principais, casos de Pircic, a base Nica Baric, a experiente extremo Maja Erkic, Teja Oblak, Helena Boada (espanhola naturalizada por casamento com um conhecido internacional esloveno), Eva Komplet, para falar dos nomes mais conhecidos, segundo nos informaram. Apenas a poste Taja Gortnar (da geração de Baric) não integra o lote de convocadas, porque infelizmente está lesionada (a lesão volta a ser grave), correndo mesmo o risco de não poder voltar a jogar a modalidade da sua predilecção. Uma curiosidade que nos confidenciou Goradz Trontelj, ontem durante a viagem de autocarro. Teja Oblak, a temível atiradora eslovena é irmã do conhecido Ian Oblak. Teja esteve em Turim na passada 4ª feira, a assistir à final da Liga Europa, dramaticamente perdida pelo SL Benfica nas grandes penalidades, após 120 minutos de jogo. O objectivo de apoiar o mano Ian não foi para Teja integralmente conseguido, com muita pena nossa, porque apesar de torcermos pelos azuis do Restelo (não o escondemos), somos acima de tudo portugueses.Naturalmente que mais logo faremos a cobertura do jogo e enviaremos a respectiva notícia.
Quatro jogos de preparação agendados para a Eslovénia
Mas isso não invalida que continue a haver muitas dificuldades para a equipa das quinas se poder apresentar na sua máxima força da actualidade. A dicotomia da conciliação prática desportiva ao mais alto nível com as obrigações escolares ainda encontra no nosso burgo muitos obstáculos para que os interesses das Federações desportivas sejam salvaguardados. Vem isto a propósito da pouca colaboração dos responsáveis da Universidade da Madeira para libertarem uma sua aluna Maria João Correia (internacional que joga no CAB Madeira), aluna do 3º ano da Licenciatura de Enfermagem, com o objectivo de ela poder ajudar a selecção nacional nos compromissos internacionais deste verão que está quase à porta. Já agora perguntamos: para que serve existir legislação que é clara se depois ela é torpedeada. O ofício enviado pelo Presidente do IPDJ, Dr. Augusto Baganha, por solicitação da FPB, para a referida atleta poder ser dispensada de um estágio, bem como a relevação das faltas, comprometendo-se a frequentá-lo noutra altura, parece que caiu em cesto roto… . A FPB está reconhecida ao Presidente do IPDJ pela sua intervenção no sentido de solucionar o diferendo, fazendo o que lhe competia mas a decisão final de não dispensar a atleta pertence exclusivamente à Universidade da Madeira. O seu a seu dono. Entretanto o trabalho não pode parar e a preparação da selecção nacional prossegue a partir da tarde de hoje, no Centro de Estágio de Rio Maior, onde as 13 convocadas por Ricardo Vasconcelos se concentram depois do almoço.Listagem de jogadoras convocadas:Ana Oliveira (AD Vagos)Aurelie Pinto (Brive Correze /França)Carla Nascimento (CB Al-Qázares/Espanha)Daniela Domingues (AD Vagos)Dora Duarte (Algés)Francisca Braga (Lousada AC)Inês Faustino (Algés)Jessica Almeida (Cochise College Athletics/EUA)Joana Jesus (AD Vagos)Laura Ferreira (GDESSA)Lavínia Silva (Algés) Michelle Brandão (Universidade Old Dominion/EUA)Sofia Silva (Cadi ICG S./Espanha)Responsáveis Ricardo Vasconcelos (seleccionador nacional) Nuno Manaia (secretário técnico)Bárbara Rola (fisioterapeuta)José Tolentino (dirigente)O estágio irá decorrer até ao dia 21, sendo que os trabalhos decorrerão em Rio Maior até à próxima 5ª feira (dia 15), viajando a comitiva no início da tarde (12 jogadoras, sendo portanto dispensada uma) para a Eslovénia (Kranjska Gora), local onde a selecção nacional fará quatro jogos de preparação: 2 com a congénere da Eslovénia (dias 16 e 17) e os 2 restantes com a selecção da Macedónia (a 19 e 20), no início da próxima semana. A selecção já lá esteve no ano passado, uma estância de desportos de inverno localizada perto da fronteira com a Itália e a Áustria, com excelentes condições para a realização de estágios. O regresso está previsto para dia 21, durante a tarde.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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