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Três jogadores dispensados
Cristóvão Cordeiro, Carlos Ferreirinho e Rafael Wildner, três jovens de grande valia e com um enorme futuro na equipa portuguesa, foram os atletas dispensados.
Trabalharam com afinco, entregaram-se de corpo e alma à equipa nacional, mas o selecionador Mário Palma teve de fazer escolhas e acabou por dispensar Cristóvão Cordeiro, Carlos Ferreirinho e Rafael Wildner dos trabalhos da Seleção, que, recorde-se, prepara a primeira fase de qualificação para o Eurobasket de 2015.Não se trata, todavia, de um adeus destes jogadores à equipa de todos nós. Muito pelo contrário. São três jovens com grande qualidade, que certamente ainda terão muito para dar ao basquetebol português, tanto ao nível dos clubes (se por cá ficarem) como na Seleção Nacional. Assim sendo, mantêm-se na equipa 14 elementos:Miguel MirandaJoão SantosCarlos AndradeJoão GomesMário FernandesCláudio FonsecaMarco GonçalvesJosé SilvaTomás BarrosoJosé BarbosaAntónio PiresMiguel QueirozPedro BeloJoão BalseiroMário Palma vai proceder a um novo “corte” depois do torneio de Vila Real, que se disputa entre 19 e 21 do corrente mês, prescindindo, então, de mais dois elementos.Mas antes disso, a 13 e 14 deste mês, Portugal vai realizar dois encontros de preparação com a Áustria, em Águeda.A equipa continua concentrada em Aveiro, mudando-se para Águeda dia 11, onde realiza um treino às 18 horas.
Novo triunfo dos Sub-18
Um jogo que teve a particularidade de ter as bancadas preenchidas pelos jovens atletas que participaram na III Edição das Festas do Minibasquete. Entretanto, Carlos Seixas divulgou a lista final dos eleitos que vão ao Europeu, na Macedónia.
Apesar da diferença pontual entre as duas equipas se tenha repetido (11 pontos), o próprio resultado deixa perceber que Portugal não esteve tão bem a defender. Principalmente durante a primeira parte, período em que os austríacos demonstraram que têm bons valores na sua Seleção.Na etapa complementar o jogo esteve quase sempre fechado, e só derradeiro quarto a formação nacional conseguiu fugir no marcador. A eficácia do lançamento foi novamente um problema, se bem que as situações de lançamento confortável aparecessem com naturalidade.A defesa zona causou alguns problemas ao ataque português, principalmente porque era notória a falta de rigor tático para executar corretamente os movimentos ofensivos. O jogo serviu igualmente para confirmar os problemas que esperam Portugal no próximo Europeu, sobretudo no que diz respeito à defesa de jogadores interiores de elevada estatura.No final do encontro não houve muito tempo para celebrar, já que se sentia a tensão do momento de anunciar os 12 jogadores que seguem para a Macedónia. Depois de ponderados todos os fatores, e na procura de um grupo equilibrado e o mais bem preparado possível para responder a todo tipo de problemas, Carlos Seixas optou por não levar a Strumica Diogo Brito, João Lucas e António Moreira.Lista dos jogadores convocados:Pedro MarquesDiogo GameiroFrancisco AmielNuno FerreiraSérgio SilvaPedro MeirelesJoão GuimarãesLuís CâmaraBenvindo MendesDaniel RelvãoIsaías InsalyKrassimir Pereira
Trinta minutos de luxo e depois foi sofrer até ao final
É preciso não esquecer que as romenas só têm uma jogadora abaixo do 1,70 m, a base Dumitrache (1,68 m) e contam com 6 acima do 1,85 m, das quais 4 com 1,90 m ou mais. A vitória muito suada e apertada (67-64) foi obra de um colectivo muito unido, com contributos de dez jogadoras, com todo o banco a torcer pela equipa até ao último segundo, face á aproximação perigosa do adversário que, depois de ter estado a perder por 20 (por duas vezes, 42-62 e 45-65, ambas no minuto 32, já no 4º período) correu atrás do prejuízo e foi reduzindo gradualmente a diferença até se fixar à distância de um triplo (64-67), quando Sonia Ursu acertou a sua 2ª bomba a 49 segundos da buzina.
No quarto inicial (19-21), com a Roménia a fazer gala do seu eficaz tiro exterior (4 triplos), Portugal usou as suas armas habituais (defesa agressiva, luta na tabela ofensiva e transição rápida criando situações de superioridade numérica). No 2º período (13-21) as nossas representantes aumentaram o ritmo, ganhando uma vantagem de 7 pontos (19-26), com um cesto de Joana Jesus no minuto 12. Mas a Roménia não se conformou e reduziu para a diferença mínima (29-30) no minuto 16. Um parcial de 0-7 dava a Portugal alguma tranquilidade (29-37) à entrada do minuto 18 e um triplo de Laura Ferreira (29-40) no minuto seguinte elevava os níveis de confiança das lusas que chegaram ao intervalo na frente (32-42). A diferença na 1ª parte explicava-se pela maior eficácia lusa nos lançamentos de 2 pontos (32%-44%), compensando a excelente performance das adversárias nos tiros do perímetro (56%-38%), com as romenas a converterem 5 triplos em 9 tentativas, contra 3 em 8 tentados do nosso lado. A superioridade na tabela ofensiva (8-14) e o maior número de roubos (2-10), conjugado com o menor número de erros (14-5 turnovers), davam-nos mais posses de bola, com reflexo nos 42 lançamentos de campo tentados contra apenas 28 do adversário.No 3º quarto (10-17) o seleccionado luso manteve a mesma toada, sempre na liderança do marcador, pese os esforços de Alexandra Dumitrache e Sonia Ursu, que se revelavam como as mais inconformadas das romenas. Quando Portugal chegou aos 32-47 (minuto 23), as nossas opositoras reagiram de imediato e em pouco mais de um minuto duas bombas de Ursu e Dumitrache e um duplo de Ursu, proporcionaram um parcial de 8-0 (40-47, no minuto 25). Mas a raça de Inês Viana não esteve pelos ajustes e com o seu estilo inconfundível carregou com a equipa, conseguindo 7 pontos consecutivos no parcial de 0-7 que colocou o marcador em 40-54 no minuto 27. E foi ainda Inês Viana que triplou para fixar o resultado no final dos 30 minutos (42-59), a 14 segundos da buzina.Não era previsível que Portugal quebrasse de rendimento da maneira que aconteceu nos derradeiros 10 minutos, fundamentalmente depois de termos ampliado a vantagem para 20 pontos, por duas vezes e ambas a cargo de Joana Jesus que acertou 2 triplos consecutivos (42-62 e 45-65, no minuto 32). Dumitrache, Ursu e Kirberg assumiam as despesas por banda das romenas e a almofada lusa foi-se esbatendo, minuto a minuto, sem que as coisas se alterassem. Eugénio Rodrigues parou o cronómetro no minuto 36 (55-65) e só depois disso é que Portugal voltou a acertar com o cesto (57-67), por intermédio de Jessica Almeida, assistida por Inês Viana. Faltavam 2 minutos e 40 segundos para jogar e ainda tivemos que sofrer até ao fim, com o coração nas mãos. Com mais 2 triplos (Kirberg aos 60-67 e Ursu aos 64-67), este a 49 segundos do apito final, a Roménia manteve a esperança até aos derradeiros instantes. A 7 segundos da buzina as romenas falham um duplo e Laura Ferreira, capturando o seu 10º ressalto na partida, garantiu o êxito para as nossas cores. Resultado final: Roménia 64-67 PortugalDestaque nas vencedoras para a dupla formada por Inês Pinto, MVP do encontro (20,5 de valorização) ao contabilizar 4 pontos, 9 ressaltos sendo 4 ofensivos, uma assistência, 1 roubo, 2 desarmes de lançamento e 3 faltas provocadas, acompanhada de perto por Inês Viana (19,0 de valorização) que somou 18 pontos, 1/2 nos triplos, 3 ressaltos sendo 1 ofensivo, 4 assistências, 1 roubo e 4 faltas provocadas, com 3/4 nos lances livres. Laura Ferreira que teve excelente prestação na 1ª metade (12 pontos), secundou-as bem ao fazer um duplo duplo (14 pontos, 3/11 nos triplos, 10 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência, 4 roubos e 5 faltas provocadas). Foi penalizada na sua valorização pelos 5 turnovers e pela fraca eficácia no lançamento. Na selecção da Roménia as mais valiosas foram Alexandra Dumitrache (13 pontos, 3/3 nos triplos, 4 ressaltos defensivos, 4 assistências, 1 roubo e duas faltas provocadas com 2/2 nos lances livres), Sonia Ursu (15 pontos, 2/4 nos triplos, 9 ressaltos sendo 2 ofensivos, 3 assistências, 2 roubos e 3 faltas provocadas, com 3/4 nos lances livres) e a poste Arina Craciun (9 pontos, 7 ressaltos sendo 3 ofensivos, 3 assistências, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas). A vitória lusa assentou basicamente no menor número de erros cometidos (23-11 turnovers), no maior número de roubos (5-14), no maior número de ressaltos ofensivos ganhos (11-17), na maior eficácia nos duplos (30%-42%) e ainda por ter provocado mais faltas (16-19). Ao invés a Roménia foi mais colectiva (14-12 assistências), foi mais certeira no tiro exterior (56%-22%) e ganhou a luta das tabelas (47-44 ressaltos). Ficha de jogo Sport Hall em AlbenaRoménia (64) – Alexandra Dumitrache (13), Selena Kirberg (8), Sonia Ursu (15), Diana Moraru (6) e Arina Craciun (9); Dora Ardelean (4), Cristina Gavrila (3), Hanna Demeter (3), Iulia Raileanu (3) e Ana GrigorePortugal (67) – Jessica Almeida (10), Joana Jesus (12), Laura Ferreira (14), Inês Pinto (4) e Nádia Fernandes (3); Joana Canastra (6), Inês Viana (18), Mafalda Guerreiro, Raquel Jamanca e Joana Alves Por períodos: 19-21, 13-21, 10-17, 22-8Outros resultados da 2ª jornada: Bélgica 73-62 República Checa Jogos para amanhã (3ª jornada):(13H45) Letónia-Bélgica(16H00) Macedónia-Roménia(18H15) Bulgária-Israel(20H00) República Checa- Grã Bretanha Folga Portugal. No domingo é o primeiro dia de descanso.
Portugal foi mais forte
No Pavilhão de Modelos, a equipa nacional, apesar de não ter realizado uma grande exibição, demonstrou atitude e desejo de vencer. Longe de terem estado perto da perfeição, os jovens portugueses, ainda que com algumas aproximações pontuais no resultado, tiveram o jogo sempre controlado. Este Sábado, às 14 horas, as duas Seleções voltam a encontrar-se, desta vez no Pavilhão Municipal de Paços de Ferreira, onde simultaneamente se está a realizar a III Festa Nacional de Minibasquete. Uma tarde de convívio, onde é esperada grande animação, como já ficou provado no primeiro contacto entre os mais jovens e os atletas da Seleção.
Depois de duas semanas de trabalho intenso, onde as cargas físicas foram elevadas, era natural que Portugal não se apresentasse na sua melhor forma desportiva. Isso foi notório na eficácia do lançamento, assim como da linha de lance-livre. Ainda assim, a equipa portuguesa esteve bastante bem a defender, agressiva, a pressionar todo campo, um esforço premiado por alguns roubos de bola e turnovers por parte do adversário.As rotinas ofensivas estão longe de ser as desejadas, até porque essa não foi a principal preocupação nestas duas semanas de trabalho. Muita coisa para afinar, pelo que este tipo de jogos sejam os momentos ideias para que isso aconteça.A rotação dos jogadores foi uma preocupação constante, pois convém não esquecer que deste grupo de 15 jogadores, três serão preteridos de fazerem parte da Seleção que participará no próximo Europeu, em Stumica – Macedónia. Para este jogo, o selecionador Carlos Seixas deixou de fora os atletas Diogo Gameiro e Benvindo Mendes, já que ficou acertado com os treinadores da equipa austríaca que se equipariam 13 jogadores.Terminado o primeiro jogo, será expectável que alguma da ansiedade tenha desaparecido, algo que poderá ser um fator positivo, desde que Portugal mantenha no segundo jogo, a mesma intensidade e empenho revelado no anterior.
Vitória categórica assente em maior eficácia e ganho das tabelas
A vitória por 28 pontos (66-38) foi categórica e não sofreu contestação. O seleccionado luso só esteve em desvantagem no minuto inicial (0-2) quando a base Michal Assaf inaugurou o marcador. Depois as comandadas de Eugénio Rodrigues puseram em campo todas as suas armas e não permitiram mais veleidades às israelitas.
No quarto inicial (18-13) as nossas representantes responderam ao cesto israelita com um triplo de Nádia Fernandes logo no minuto 2, após assistência de Laura Ferreira e até ao minuto 10 foram mais 3 tiros do perímetro: Joana Jesus (10-4), Joana Canastra (15-11) e Laura Ferreira (18-13), este a fechar o 1º parcial, sendo Inês Viana a autora do passe decisivo. A artilharia lusa estava de pontaria afinada.No 2º período (14-4) Jessica Almeida numa jogada de 2+1 aumentou para 21-13 e depois de Joana Jesus ter acertado o seu 2º triplo (24-13), Portugal controlou as rédeas do jogo, impondo o ritmo mais conveniente. Sem capacidade para incomodar a turma das quinas, que defendia com agressividade, como é seu timbre, Israel sentia enormes dificuldades para a atacar o cesto. Atingia-se assim o intervalo com as portuguesas na frente (32-17).No 3º quarto (17-6) o seleccionado luso forçou em sucessivas penetrações as israelitas a cometerem faltas com direito a lançamento, ampliando a diferença para 26 pontos (49-23), ao cabo de 30 minutos jogados. No último período (17-15) Portugal jogou como quis, tirando o pé do acelerador, com a equipa técnica a fazer a rotação do banco, a pensar num campeonato longo, com jogos equilibrados e deveras competitivo. Resultado final: Portugal 66-38 IsraelDestaque na selecção portuguesa para a MVP da partida (17,0 de valorização), a extremo/poste Nádia Fernandes que ficou à beira de um duplo duplo (9 pontos, 1/1 nos triplos, 9 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência, 1 desarme de lançamento e uma falta provocada, com 2/2 nos lances livres), bem acompanhada pela atiradora Joana Jesus (16,0 de valorização) ao anotar 16 pontos, 4/5 nos duplos, 2/5 nos triplos, 1 ressalto defensivo, uma assistência, 2 roubos e duas faltas provocadas, com 2/2 nos lances livres. Bons contributos ainda de Jessica Almeida (11 pontos, 3 ressaltos defensivos, 3 roubos e 5 faltas provocadas) e Laura Ferreira, que já alinhou sem quaisquer limitações (3 pontos, 7 ressaltos sendo 2 ofensivos, 4 assistências, 1 roubo e duas faltas provocadas). Nas israelitas a mais valiosa foi a triplista Sapir Tirosh (17 pontos, 5/10 nos tiros de 3 pontos).O triunfo da selecção portuguesa assentou fundamentalmente na maior eficácia de lançamentos de campo (39%-31%), particularmente nos duplos (39%-27%), no ganhar das tabelas (41-30 ressaltos) com realce para a tabela ofensiva (15-7), para o menor número de erros (10-20 turnovers), por ter roubado mais bolas (11-5) e por ter provocado mais faltas (17-10), com melhor aproveitamento da linha de lance livre (86%-40%), ao desperdiçar apenas duas de 14 tentativas enquanto o adversário falhou 6 em 10. Por seu turno Israel apenas num indicador foi ligeiramente melhor: nos tiros do perímetro (38%-40%), com ambas as equipas a converterem 6 triplos, mas Portugal a precisar de mais uma tentativa.Ficha de jogoSport Hall em Albena Portugal (66) – Jessica Almeida (11), Joana Jesus (16), Laura Ferreira (3), Inês Pinto (4) e Nádia Fernandes (9); Inês Viana (9), Joana Canastra (5), Mafalda Guerreiro (2), Jessica Costa, Joana Alves, Raquel Jamanca (6) e Leonor Cruz (2)Israel (38) – Michal Assaf (5), May Dayan, Keren Mozes, Mor Borodovski (4) e Shanie Fridman (2); Sapir Tirosh (17), Mariam Hannoun (5), Lotem Reuveni (2), Eden Porat (3), Zoe Reichman, Sapir Sarig e Amit Gur Por períodos: 18-13, 14-4, 17-6, 17-15Outros resultados:República Checa 67-59 LetóniaBulgária 67-70 Bélgica Macedónia 60-57 Grã Bretanha Folgou a Roménia.Jogos para amanhã (2ª jornada)13H45 Roménia-Portugal16H00 Bélgica-República Checa18H15 Grã Bretanha-Bulgária20H30 Israel-Macedónia Folga a Letónia.
Seleção Sub 20 Masculinos
A delegação portuguesa é composta por:Staff– Vice-Presidente responsável – Carlos Pires- Secretário administrativo – Carlos Varandas- Selecionador/Treinador Principal – André Martins- Treinador adjunto – João Costeira- Fisioterapeuta – Guilherme BarretoJogadores – Artur Castela – SL Benfica- Bruno Cabanas – FC Barreirense- Diogo Ventura – S Algés D- Emanuel Sá – AD Ovarense- Henrique Piedade – Estoril Basket- João Gallina – Dragon Force- João Grosso – Espanha- João Ribeiro – SL Benfica- Jonah Callenbach – Espanha- Julio Silva – AD Ovarense- Miguel Maria – França- Pedro Bastos – Dragon ForceNo período que decorrerá até ao início da competição, a equipa lusa continuará aqui a sua preparação ficando instalada no Vitória Hotel e tendo previstas as seguintes atividades (todas no”Trivale” Sporthall a 10 minutos de autocarro do hotel):5.Julho.201309:30 – 11:00 Treino15:30 – 17:00 Treino 6.Julho.201310:30 – 11:30 Treino19:30 – 21:30 Jogo U20Men Roménia – PORTUGAL7.Julho.201310:30 – 11:30 Treino19:30 – 21:30 Jogo U20Men Roménia – PORTUGAL8.Julho.201317:30 – 19:00 Treino9.Julho.201310:30 – 12:00 Treino17:00 – 19:00 Jogo U20Men PORTUGAL – Grã Bretanha O Campeonato da Europa decorrerá de 12 a 22 de Julho, integrando na 1ª Fase o selecionado português o Grupo B juntamente com a Finlândia, Bélgica, Suíça, Holanda e Chipre. O calendário do campeonato relativo a esta fase estipula a seguinte sequência de jogos para a equipa lusa (sempre no Universitatae Spor Hall):12/07/13 – 19,30h – Finlândia – PORTUGAL 13/07/13 – 19,30h – PORTUGAL – Bélgica 14/07/13 – 17,15h – PORTUGAL – Suíça 16/07/13 – 15,00h – Holanda – PORTUGAL 17/07/13 – 15,00h – Chipre – PORTUGAL
14 jogadoras convocadas pela seleccionadora
As 14 jogadoras convocadas pela seleccionadora Ana Catarina Neves concentraram-se ontem a meio da tarde, iniciando assim a preparação final tendo em vista a participação no Campeonato da Europa do respectivo escalão, Divisão B, competição organizada pela FPB e que terá lugar de 1 a 11 de Agosto, em Matosinhos.
Deste lote de 14 jogadoras sairá o grupo final de 12 que representará as cores nacionais.Convocadas:Beatriz Jordão (NDA Pombal), Carolina Bernardeco (GDEMA Menéres), Carolina Gonçalves (Algés), Catarina Miranda (CPN), Catarina Rolo (CPN), Chelsea Guimarães (Algés), Constança Neto (SIMECQ), Inês Brandão (Club Basquet Cornella – Espanha), Isabel Costa (BC Barcelos), Joana Fernandes (AD Vagos), Leonor Serralheiro (GDESSA), Maianca Umabano (NCR Valongo), Maria Kostourkova (CRCQ Lombos) e Sofia Almeida (CPN). Do programa de preparação até ao próximo dia 12 (6ª feira) constam treinos bi-diários no Complexo dos Desportos e Congressos de Matosinhos e no Pavilhão Municipal de Guifões, recintos que serão utilizados durante a competição. Staff de Responsáveis:Manuel Barbosa (Dirigente)Ana Catarina Neves (Seleccionadora)Agostinho Pinto (Treinador Adjunto)João Janeiro (Secretário)Nádia Palongo (Fisioterapeuta)
Trabalho árduo em Paços de Ferreira
A equipa portuguesa mantém o esquema de treinos bidiários, onde as imprescindíveis 5 horas de treino são aproveitadas para introduzir e automatizar as habituais rotinas defensivas e ofensivas.
O Pavilhão de Modelos tem sido o local onde Portugal tem realizado os seus treinos, bem como será o palco do primeiro de dois jogos de preparação, na próxima sexta-feira, às 20.15 horas, frente à seleção da Áustria.No dia seguinte, no sábado, pelas 14 horas, integrado na 3ª Festa Nacional de Minibasquete, as duas seleções voltarão a defrontar-se, mas desta vez no Pavilhão Municipal de Paços de Ferreira. Logo após o final do encontro, será comunicado aos atletas quais os eleitos que vão representar Portugal, em Strumica, na Macedónia, no próximo Campeonato da Europa – Divisão B. Dos 15 jogadores que compõem o grupo de trabalho, três deles terão que ficar pelo caminho, um momento sempre difícil e de grande carga emocional.Na segunda-feira a equipa parte para a Sérvia, onde prosseguirá a sua preparação, com a realização de mais quatro jogos. Tudo programado, de modo a que Portugal se possa apresentar na competição o mais bem preparado possível.
Isto já não pode ser apenas um sonho… mas um objectivo
No momento em que estamos a escrever estas linhas, a equipa já efectuou mais dois jogos de preparação, em Varna e Albena, ante a congénere búlgara, que se saldaram por uma derrota (50-55) e uma vitória (53-45), completando-se assim o plano de jogos programados (7).
P (JT) – Depois da odisseia que foi a participação no Europeu do ano passado em Debrecen (Divisão A), como encaras (e qual é o estado de espírito da equipa) o regresso à Divisão B?R (ER) – “Encaramos o regresso com toda a normalidade pois na realidade Portugal é nesta altura um país que no feminino se coloca entre os melhores da Divisão B e os menos bons da Divisão A. Acaba por isso por ser o nosso patamar competitivo e continuar a lamentar o que passámos no ano transacto não seria por certo o melhor caminho para realizarmos o melhor trabalho possível. “P (JT) – O modelo competitivo, diferente do habitual (é uma poule, jogando todos contra todos) pode trazer dificuldades acrescidas para a equipa que montaste e que naturalmente tem a tua imagem de marca (muita agressividade, muita luta, dar o litro, em suma)? R (ER) – “É difícil nesta altura pesar todos os prós e contras deste formato competitivo. A favor joga o facto de ser agora possível ter deslizes ao longo do campeonato e recuperar do ponto de vista classificativo mas por outro lado, perdemos o factor surpresa que normalmente gozávamos contra as equipas mais fortes. Diria que neste formato, as mais fortes serão muito provavelmente as melhores classificadas ao passo que no modelo antigo isso nem sempre acontecia.”P (JT) – Quais são as candidatas se é que podemos assim chamar à subida de Divisão? Possuis elementos sobre as outras 8 selecções adversárias ressalvando naturalmente o caso específico da República Checa com quem nos cruzámos já este Verão por três vezes?R (ER) – “Não temos por esta altura nenhum dado específico sobre as adversárias que não seja o roster e as classificações em Europeus anteriores de Sub-18 e Sub-16 desta geração. As mais fortes deverão ser a República Checa, Bélgica e Roménia, mas o equilíbrio será talvez a nota mais dominante.”P (JT) – Como será a estratégia que pensas implementar para colmatar a lacuna biométrica existente no plantel luso? A geração 93/94 não é pródiga em jogadoras vocacionadas para jogar na área pintada, pelo que será preciso alguma imaginação e muita transpiração para conseguirmos minorar esse aspecto?R (ER) – “Primeiro tivemos de ir buscar algumas Sub-18 que em termos biométricos poderão dar uma ajuda mas procurando não afectar o trabalho daquela selecção. Depois, ir ainda mais longe na filosofia de jogo que já trazemos de alguns anos a esta parte, passando por buscar muito do nosso jogo às jogadoras exteriores. Paralelamente investir muito do nosso trabalho na componente defensiva de molde a esconder as nossas lacunas.”P (JT) – Em termos de preparação conseguiste fazer até agora 5 jogos com selecções fortes (França e Holanda, ambas da Divisão A além de mais 3 com a República Checa). Faltam ainda mais dois, estes já na Bulgária, contra a congénere anfitriã. É suficiente ou é apenas a preparação possível? Perspectivas para a selecção das quinas, é possível sonhar com a subida?R (ER) – “Nós realizamos 7 jogos até ao Europeu que são efectivamente um bom plano de preparação. Infelizmente os cortes orçamentais levaram a que tivéssemos de cancelar alguns estágios e com isso reduzir bastante o número de treinos. Até ao 1º jogo do Campeonato da Europa realizamos 34 treinos e nem sempre com todas as convocadas por causa dos exames e outras competições em curso. Não sendo por isso uma boa preparação, é a possível e é com isto que iremos a jogo com todas as aspirações intactas. Para quem já subiu de divisão, isto já não pode ser um sonho mas um objectivo, mesmo que no final tal se venha a constatar como impossível. Até lá, tudo é possível.”
Eugénio Rodrigues: «Temos vontade de subir»
Não perca nos detalhes desta notícia a entrevista com o selecionador.
Dentro das limitações orçamentais, a preparação programada, não sendo certamente a ideal, permitirá que a equipa se apresente a bom nível no Europeu?Creio que sim. É um facto que os cortes neste ano foram substanciais e tivemos inclusivamente de ajustar o planeamento já em plena preparação, o que é evidentemente negativo, mas não deixámos de ter uma programação digna e, sobretudo, de acreditar que do pouco faremos muito. É o “fado” deste país e nós não fugimos à regra.Acha que o facto de a grande maioria das atletas convocadas terem experiência da competição sénior, faz com que estejam mais preparadas para uma competição com este nível?Todas as atletas têm efetivamente experiência de competição sénior e se isso é algo de muito positivo, sobretudo se compararmos os dias de hoje à realidade da década anterior, porém, tal argumento acaba por se diluir e não ser uma vantagem pois defrontamos atletas que estão exatamente no mesmo plano ou até num plano superior, uma vez que competem em campeonatos mais competitivos e disputam nalguns casos até competições europeias. Ainda assim, é claro que é mais confortável ter no plantel das-Sub 20 apenas atletas “seniores”. Se assim não fosse, seria impossível competir com as seleções congéneres.Que opinião tem sobre o novo modelo competitivo deste Campeonato da Europa?Este novo modelo prende-se com o facto de termos menos equipas que o habitual no Campeonato Europeu pelo que jogarem todas contra todas, como se de uma fase regular de um campeonato nacional se tratasse, é a única solução possível. Naturalmente tem prós e contras. Ainda que este raciocínio seja um exercício meramente teórico, acho que, como contra, joga o facto de perdemos um pouco o fator surpresa que sempre tínhamos sobretudo no inicio dos Europeus ou na fase dos jogos cruzados a eliminar. A favor, creio que claramente permite ter um ou outro deslize sem que isso seja imediatamente impeditivo de se disputar os lugares cimeiros da classificação. Diria que a regularidade premeia normalmente os mais fortes e Portugal não é ainda consistentemente um país que se posiciona sempre entre os melhores. Mas veremos.Depois da frustração e tremenda injustiça que marcou a vossa participação na Divisão A o ano passado, como encara este regresso à Divisão B?Encaro com total normalidade e sobretudo de uma forma positiva e construtiva. O que lá vai lá vai e o“ontem” não nos faz vencer jogos. No staff e nas atletas que ficam do ano transato existe aquela pontinha de revolta que pode ser uma alavanca importante na ambição e nas ganas e procuraremos contagiar as restantes atletas com esse “aditivo”. A divisão B é atualmente uma divisão igualmente competitiva, onde teremos por certo jogos muito equilibrados e complicados pelo que não destoa em nada competir nesta divisão. Se dividirmos o basquetebol europeu em 3 níveis (nas seleções jovens), deixamos de estar no 3º para subir ao 2.º nível, aquele em que se flutua entre as melhores da Divisão B e as menos boas da Divisão A. Por isso não é nenhum drama.Sem querer entrar em comparações, este grupo tem a qualidade necessária para poder lutar pela subida?Esta geração (93-94) tem problemas de difícil resolução. É um grupo de talento inquestionável mas sem centímetros. Temos um handicap enorme no que toca a biometrias e vimo-nos da necessidade de recorrer a atletas sub-18 para tentar superá-lo. Por ora, é realmente muito difícil de aquilatar quais as nossas reais possibilidades, mas sim, o sonho comanda vida e o desejo de voltar a subir, esse está lá, intacto.Quais os principais candidatos à subida de Divisão?Desconhecendo que atletas irão apresentar as nossas congéneres, no plano meramente teórico creio que os favoritos serão a Rep. Checa e a Bélgica. Depois, creio que o equilíbrio será a nota dominante não havendo equipas “para deitar fora”. Ou seja, acredito num campeonato muito duro, renhido, onde todos os pequenos detalhes irão pesar.
Luta nas tabelas e agressividade defensiva foram determinantes
As comandadas de Eugénio Rodrigues entraram determinadas a controlar o jogo logo desde o apito inicial e chegaram a 1-5 com naturalidade. Todavia a Bulgária não baixou os braços, reagiu e terminou o 1º quarto na frente (13-7).No 2º período (8-15) uma série de turnovers cometidos pelas nossas representantes permitiu que as anfitriãs aumentassem a vantagem para 19-10, mas a partir daí Portugal passou a exercer uma pressão mais alta obrigando o adversário a cometer erros e assim consumou-se a reviravolta quando se atingiu o intervalo (21-22).O 3º quarto (14-15) foi muito equilibrado, com o seleccionado luso a jogar confiante no seu valor, a despeito de não contar ainda com Laura Ferreira, por opção da equipa técnica. Um triplo (35-39) a abrir os derradeiros 10 minutos foi a pedra de toque para que a selecção portuguesa acreditasse. Agressivas a defender e atacando o cesto com determinação, as jogadoras lusas obrigaram as suas opositoras a carregarem-se de faltas, motivando mesmo a exclusão de Radostina Dimitrova. Mesmo assim a Bulgária reagiu e encostou o resultado (45-46), mas com 1minuto e 50 segundos para jogar Portugal acelerou e cavou a diferença que lhe permitiu vencer com justiça. Resultado final: Bulgária 45-53 PortugalNas vencedoras a mais valiosa foi a extremo/poste Inês Pinto (13,0 de valorização) ao anotar 5 pontos, 2 ressaltos defensivos, 3 roubos e 5 faltas provocadas, com 3/4 nos lances livres. Foi bem acompanhada por Jessica Almeida (13 pontos, 5 ressaltos sendo 3 ofensivos, 2 roubos e 3 faltas provocadas) e Inês Viana (6 pontos, 1/1 nos triplos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, duas assistências, 9 roubos e 3 faltas provocadas, com 3/4 nos lances livres). Bons contributos também de Joana Canastra (7 pontos, 3/4 nos duplos, 3 ressaltos sendo 2 ofensivos e 2 roubos) e Mafalda Guerreiro (9 pontos, 1/1 nos triplos, 6 ressaltos sendo 4 ofensivos e 3 roubos).Na selecção da Bulgária destaque para a MVP da partida (19,0 de valorização), a poste Gabriela Kostova (9 pontos, 7 ressaltos sendo 2 ofensivos, 1 desarme de lançamento e 4 faltas provocadas com 5/7 nos lances livres). Foi bem secundada pela atiradora Iva Kostova (13 pontos, 3/8 nos triplos, 4 ressaltos defensivos e 7 roubos) e por Radostina Dimitrova (4 pontos, 6 ressaltos defensivos e 3 roubos). A vitória lusa assentou basicamente no equilibrar das tabelas (31 ressaltos para cada lado), mas com a particularidade de voltarmos a ganhar mais ressaltos ofensivos (17) que defensivos (14), no maior número de roubos (16-28) e por temos cometido menos erros (35-29 turnovers). Também se registou uma ligeira melhoria na eficácia de lançamentos de campo (37%-33%). O elevado número de roubos (28) e os 17 ressaltos ofensivos deram-nos muito mais posses de bola, disso sendo reflexo os 58 lançamentos de campo que dispusemos, contra apenas 38 das búlgaras. Ficha de jogoHall Sports, em Albena Bulgária (45) – Borislava Hristova (4), Iva Kostova (13), Svetoslavova (2), Tutundgieva (4) e Gabriela Kostova (9); Radostina Dimitrova (4), Kalina Aksentyeva (6), Yana Kozumarova (1), Iva Georgieva, Zlatina Dimitrova (2) e Martina Nikolova Portugal (53) – Jessica Almeida (13), Inês Viana (6), Joana Jesus (9), Inês Pinto (5) e Nádia Fernandes; Joana Canastra (7), Mafalda Guerreiro (9), Jessica Costa (2), Raquel Jamanca e Joana Alves (2)Por períodos: 13-7, 8-15, 14-15, 10-17 Árbitros: Stanimir Rusev e Petar PetrovA equipa portuguesa tem agora mais dois dias para acertar as agulhas tendo em vista o primeiro adversário (Israel), em jogo marcado para 5ª feira às 15H00 locais (13H00 portuguesas).
Derrota com as anfitriãs (55-50) no 1º jogo de preparação
A chegada a Albena, onde se realiza o Europeu, verificou-se no sábado depois de uma viagem algo cansativa, que teve duas escalas (Munique e Sofia) antes de se aterrar em Varna. Daqui a Albena o percurso de 30 quilómetros foi feito de autocarro, tendo a comitiva lusa chegado ao hotel às 20H30 locais.
Ontem a equipa fez um treino de manhã e ao final da tarde teve lugar em Varna o primeiro dos 2 jogos de preparação agendados com a congénere búlgara. O resultado favorável à selecção anfitriã (55-50) acabou por não surpreender, com as nossas representantes a revelarem muita ansiedade logo no início da partida. Isso foi visível particularmente no carregar de faltas, com Joana Alves a ser penalizada com a 3ª falta decorria o minuto 6. Mesmo assim o quarto inicial (15-16) foi favorável às comandadas de Eugénio Rodrigues, com as anfitriãs a provocarem muitas faltas com direito a lançamento, marcando 10 dos 15 pontos de lance livre.No 2º período (13-4) o seleccionado luso denotou muitas dificuldades em acertar com o cesto, revelando pouca confiança nos lançamentos de curta e longa distância. O intervalo chegou com a Bulgária na frente (28-20).No 3º quarto (10-12) a equipa soltou-se mais começando a criar mais problemas ao adversário.Entrando no 4º período (17-18) a perder por 6 (38-32), naquele que foi o melhor período das lusas, com uma defesa HH, a selecção portuguesa teve a infelicidade de ter visto Laura Ferreira lesionar-se (sem gravidade) logo no início deste parcial, com Eugénio Rodrigues a optar por não voltar a utilizá-la, por precaução. Todavia a equipa reagiu bem a esta contrariedade e chegou mesmo a encostar o resultado (48-46). Destaque nas vencedoras para o trio constituído por Tutundgieva, MVP da partida (22,0 de valorização) ao contabilizar 9 pontos, 11 ressaltos e 6 faltas provocadas com 5/5 nos lances livres, Iva Kostova (14 pontos, 2/5 nos triplos e 5 roubos) e Borislava Hristova (10 pontos).No seleccionado luso as mais valiosas foram Joana Jesus (15 pontos, 3/9 nos triplos e 5 roubos), Raquel Jamanca (9 pontos, 3/3 nos duplos e 1/1 nos triplos) e Laura Ferreira (7 pontos e 3/4 nos duplos). As bases Jessica Almeida e Inês Viana, respectivamente com 5 e 4 assistências, foram penalizadas na sua valorização pela fraca eficácia de lançamento.Ficha de jogoBulgária (55) – Borislava Hristova (10), Iva Kostova (14), Svetoslavova, Tutundgieva (9) e Gabriela Kostova (4); Kalina Aksentyeva (3), Martina Nikolova (3), Iva Georgieva (6), Zlatina Dimitrova (6), Radostina Dimitrova e Yana Kozumarova Portugal (50) – Jessica Almeida (4), Joana Jesus (15), Laura Ferreira (7), Inês Pinto (4) e Joana Alves; Inês Viana (4), Jessica Costa (2), Joana Canastra (3), Raquel Jamanca (9), Nádia Fernandes, Mafalda Guerreiro (2) e Leonor CruzPor períodos: 15-16, 13-4, 10-12, 17-18Árbitros: Stanimir Rusev e Peter PetrovAs duas selecções voltam a defrontar-se hoje, à mesma hora (18H15 locais), mais duas horas que em Portugal, mas desta feita em Albena.
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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
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