Artigos da Federaçãooo

Portugal cede no 2º jogo de controlo

A equipa lusa voltou a defender bem mas falhou na hora de atacar o cesto o que viria a revelar-se fatal e a custar a vitória na segunda partida de controlo realizada no bonito e funcional Pavilhão do GICA, em Águeda.

Cláudio Fonseca, autor de 16 pontos, 6 ressaltos e 4 desarmes de lançamento, esteve em bom plano. Segue-se agora o Torneio Internacional de Vila Real, de 19 a 21 de Julho, que conta com a presença, para além da Seleção Nacional, das equipas da Roménia e Bielorússia.


10 treinos cumpridos no Caramulo

Rui Alves e Hugo Matos orientam os 13 jogadores selecionados e preparam já a equipa para o Torneio Internacional do Caramulo, a decorrer entre os dias 17 e 20 de Julho.

A equipa nacional já cumpriu 10 sessões de treino e tudo tem decorrido com a normalidade esperada. “Não é novidade para nós a forma como somos recebidos aqui. Quer no Hotel do Caramulo, quer nas instalações desportivas gentilmente cedidas pela CM Tondela, as condições são excelentes” afirma Carlos Borges, team manager da seleção lusa. “Os jogadores têm mostrado uma entrega óptima e uma atitude exemplar, no treino e fora dele” assegura ainda o dirigente.


Último período foi fatal

Mas, apesar de Portugal levar duas derrotas em três jogos, nem tudo está perdido, pois ainda é possível o apuramento para a fase seguinte.

A entrada da Seleção Nacional frente à formação helvética foi a que o selecionador André Martins costuma pedir à sua equipa, mas o final acabou por deitar tudo a perder…”Entrámos muito bem, com um parcial de 16-0, mas a Suíça conseguiu recuperar e a partir daí perdemos um pouco a nossa identidade, tanto a defender como a atacar”, analisa o treinador André Martins.E prossegue: “Entrámos no último período a ganhar por três pontos, mas deixámos de funcionar. Foi um último período muito mau e a responsabilidade é minha porque no momento-chave do jogo não consegui encontrar as melhores soluções para vencer”, lamenta o técnico.Porém, nem tudo está perdido visto que, apesar de Portugal somar duas derrotas em três jogos, matematicamente ainda pode aspirar à presença na fase seguinte e, consequentemente, à luta pela promoção à Divisão A. “Os nossos objetivos mantêm-se, queremos ir aos quartos-de-final e está tudo em aberto. Temos de voltar a ter a nossa identidade dentro de campo, o que não conseguimos nestes dois jogos, bem como corrigir os erros. Uma vitória com a Holanda no próximo jogo será decisiva”, rematou.Portugal 70-90 SuíçaParciais: 20-14; 14-20; 26-24; 10-32Por Portugal alinharam e marcaram:Henrique Piedade, 4 pontos *Pedro Bastos, 9 *Emanuel Correia de Sá, 2 Júlio Silva, 2 *João Ribeiro, 13 Jonah Callenbach, 2 Miguel Cardoso, 13 João Gallina, 0 *Diogo Ventura, 6 Bruno Cabanas, 3 *Artur Castela, 5 João Grosso, 11 *Jogadores titulares


Atitude de grande letargia até ao intervalo custou-nos a derrota

Quando se acordou, após o intervalo (35-13 favorável às britânicas), já não foi possível a reviravolta, porque o adversário uniu esforços e conseguiu segurar o triunfo na ponta final (65-61).

A famigerada falta de eficácia (53%-11%) no quarto inicial (19-5) foi o prenúncio de uma tarde aziaga para a selecção portuguesa, que tardou a acertar o passo. Os primeiros 15 lançamentos de campo foram falhados e só no minuto 10 Jéssica Almeida e Jéssica Costa quebraram o feitiço e fizeram 19-3 e 19-5, depois de termos estado a perder 19-1 no minuto 9. A ausência de jogo colectivo (5-0 assistências) era também um factor negativo e que explicava o desacerto luso.No 2º período (16-8) Portugal continuou a sentir imensas dificuldades para acertar com o cesto, tendo estado mais de 4 minutos em branco, o que obrigou o treinador luso a pedir o 2º desconto de tempo (o 1º tinha sido no quarto inicial aos 9-0), à entrada do minuto 15 (23-5). Logo a seguir a inconformada Jéssica Almeida marcava o seu 2º cesto (23-7), mas depois consentimos um parcial de 10-0 (com 2 triplos pelo meio, de Florence Ward e Shequila Joseph). De lance livre reduzimos para 33-11 mas no minuto 19 Joana Jesus fixava o resultado ao intervalo (35-13). Portugal continuava com fraca eficácia (46%-12%) e mantinha-se sem qualquer assistência, contra 8 do adversário, que era melhor praticamente em todos os capítulos. Não sabemos o que sucedeu durante o descanso de 15 minutos, mas certamente que Eugénio Rodrigues deve ter puxado as orelhas às suas jogadoras. O certo é que as coisas mudaram como da noite para o dia. As nossas representantes mostraram outra atitude, acordaram da letargia em que tinham estado nos vinte minutos iniciais e recuperaram no 3º quarto (8-25) o prejuízo de 22 pontos (ao intervalo) para apenas 5 (43-38) ao cabo de 30 minutos de jogo. A eficácia nos lançamentos de campo neste 3º parcial subiu para 53%, o colectivismo surgiu (5 assistências) e provocámos mais faltas. Jéssica Almeida (11 pontos neste período) carregava com a equipa, mostrando o seu inconformismo. No último período (22-23) a reacção lusa prosseguiu até aos 50-51 (minuto 35), a única vez que Portugal esteve na frente, com o protagonismo por parte das lusas a ser repartido por Jéssica Almeida (7 pontos) e Inês Viana (6 pontos) no parcial de 7-13 imposto pela nossa equipa. Mas Rosie Hynes e Shequila Joseph não estiveram pelos ajustes e lideraram a derradeira arrancada das britânicas, até aos 63-56 já no minuto 40. Jéssica Almeida ainda acertou o seu 3º triplo (63-59) a 17 segundos da buzina, mas depois do último desconto de tempo pedido pelo seleccionador da Grã Bretanha, foi da linha de lance livre que as vencedoras não deixaram escapar a vitória que lhes assenta com inteira justiça. Resultado final: Grã Bretanha 65-61 PortugalNas vencedoras grande destaque para a dupla formada pela poste (1,92m) Harriet Ottewill-Soulsby (24,0 de valorização) que conseguiu um duplo-duplo (16 pontos, 8/12 nos duplos, 10 ressaltos sendo 2 ofensivos, uma assistência, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas) e pela extremo-poste Shequila Joseph (23,0 de valorização) que também fez um duplo-duplo (16 pontos, 5/7 nos duplos, 1/1 nos triplos, 10 ressaltos sendo metade ofensivos, duas assistências e 3 faltas provocadas com 3/6 nos lances livres). Foram bem acompanhadas por Florence Ward (10 pontos, 2 ressaltos defensivos, 5 assistências, 1 roubo e 3 faltas provocadas), Claire Paxton (8 pontos, 4 ressaltos defensivos e 1 desarme de lançamento) e Rosie Hynes (10 pontos, 4 ressaltos defensivos, 4 assistências, 1 roubo e 4 faltas provocadas com 4/6 nos lances livres).Na selecção portuguesa excelente prestação da base Jéssica Almeida, MVP (26,0 de valorização) e melhor marcadora do encontro (27 pontos, 8/16 nos duplos, 3/6 nos triplos, 3 ressaltos sendo 1 ofensivo, 3 assistências, 3 roubos e 3 faltas provocadas com 2/2 nos lances livres). Não merecia perder o jogo pelo inconformismo demonstrado. Referência também, embora sem o brilho de Jéssica, para os contributos de Laura Ferreira (9 pontos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências, 3 roubos e 4 faltas provocadas com 3/5 nos lances livres), Inês Viana (9 pontos, 3 ressaltos defensivos, 4 assistências, 1 roubo e duas faltas provocadas com 1/2 nos lances livres) e Joana Jesus (10 pontos, 2/6 nos triplos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, 1 roubo e duas faltas provocadas com 2/2 nos lances livres).A vitória da Grã Bretanha foi inteiramente merecida. Foi mais eficaz nos lançamentos de campo (46%-33%), tanto nos duplos (48%-37%) como nos triplos (29%-25%), ganhou a luta das tabelas (46-36 ressaltos), designadamente na tabela defensiva (35-23), foi mais colectiva (10-8 assistências) e conseguiu mais desarmes de lançamento (4-0). Por seu turno Portugal ganhou a tabela ofensiva (11-13 ressaltos), cometeu menos erros (18-8 turnovers), roubou mais bolas (5-9) e foi mais eficaz da linha de lance livre (55%-59%). Nas faltas provocadas registou-se um empate (18-18). Ficha de jogoSport Hall em Albena Grã Bretanha (65) – Rosie Hynes (10), Florence Ward (10), Billie Lucas (4), Shequila Joseph (16) e Harriet Otewill-Soulsby (16); Hillary Wood, Claire Paxton (8), Melita Emanuel (), Kaitlyn Lewis (1) e Whitney AllenPortugal (61) – Jéssica Almeida (27), Joana Jesus (10), Laura Ferreira (9), Inês Pinto (2) e Nádia Fernandes; Inês Viana (9), Joana Canastra, Mafalda Guerreiro e Jéssica Costa (4)Por períodos: 19-5, 16-8, 8-25-, 22-23Árbitros: Arnis Ozols (LAT), Vaclav Lukes (CZE) e Iskren Manolov (BUL)Outros resultados da 9ª jornada: Israel 67-59 Roménia Bélgica 79-52 Macedónia Letónia 71-74 BulgáriaClassificação final:1º Bélgica 8V-0D-16 pts2º República Checa 7V-1D-15 pts3º Letónia 6V-2D-14 pts4º Portugal 4V-4D-12 pts5º Bulgária 4V-4D-12 pts6º Israel 3V-5D-11 pts7º Macedónia 3V-5D-11 pts8º Grã Bretanha 2V-6D-10 pts9º Roménia 0V-8D-8 pts


1º Período comprometedor

Este resultado deveu-se em grande parte a uma entrada em campo displicente por parte dos jovens portugueses. Incapaz de parar as penetrações adversárias, pouco agressiva na forma como defendia os jogadores interiores, bem como apáticos na transição defensiva. No ataque, o tiro exterior a não aparecer, e muitos problemas para conseguir ultrapassar as trocas defensivas da equipa adversária. Todo somado, fazia com que no final do 1º período Portugal perdesse por 7-21.Com o início do segundo período os comandados de Carlos Seixas elevaram a sua intensidade defensiva, pressionavam os jogadores adversários, forçando algumas perdas de bola, bem aproveitadas para finalizar em contra-ataque. No final do 1º tempo, Portugal continuava em desvantagem, ainda que por uma diferença menor 26-38.No começo da etapa complementar os jovens Lusos demonstraram estar dispostos a discutir o resultado. Com o tiro exterior a cair, a agressividade defensiva a manter-se, naturalmente o jogo foi ficando cada vez mais fechado. No final do terceiro período Portugal já só perdia por 48-51.A 19 segundos do fim e a perder por 2 pontos, Portugal tinha a posse de bola para empatar ou mesmo vencer o jogo, no entanto não foi feliz, acabando por falhar um lançamento de 3 pontos. Nota para a inconsistência do colectivo Luso, que após um bom jogo contra a seleção romena no dia anterior, não foram capazes de entrar focados no jogo, andando sempre “atrás do prejuízo”. Nota também para a percentagem perfeita da linha de lance livre do colectivo luso (13/13). Pela equipa portuguesa jogaram:Krassimir Pereira: 2 ress. def, 2 rbJoão Guimarães: 2 pts 1 ress. ofSérgio Silva: 11 pts, 2 ress. def. 1 rbPedro Marques: 8 pts, 5 rb, 1 ass. 1 ress. ofPedro Meireles: 12 pts, 2 ress. def, 1 ress. of, 1rbLuís Câmara: 3 ress. defBenvindo Mendes: 5 pts Isaías Insaly: 2 pts, 4 ress. def, 1 ress. ofFrancisco Amiel: 3 pts, 1 rbDiogo Gameiro: 9 pts, 1 ress. def. 3 rbNuno Ferreira: 13 pts, 1 ress. def, 2 ress. of


Portugal superior à Áustria

Com a qualificação para o Eurobasket’2015 no horizonte, a equipa liderada por Mário Palma bateu sem grandes problemas, em Águeda, os austríacos por 78-61.

O bom começo da equipa portuguesa (22-13) foi o mote para a primeira vitória nesta fase de preparação, sendo que o triunfo assentou numa boa prestação defensiva coletiva (apenas 61 pontos sofridos). O técnico Mário Palma fez rodar todos os jogadores, até porque, neste período de preparação, é de extrema importância colocar todos os atletas no seu melhor ritmo competitivo.João Betinho Gomes foi o melhor marcador com 18 pontos, , que foi, assim, o melhor marcador do encontro, mas não foi o único jogador nacional a terminar o encontro na casa das dezenas em pontos marcados. Carlos Andrade e João Balseiro, ambos com 11 pontos, e José Silva com 10 pontos, destacaram-se igualmente no capítulo ofensivo.


Terceiro quarto (9-20) sentenciou a partida a favor da Bélgica

São estas portanto as equipas que sobem à Divisão A. Portugal terá de contentar-se com a 4ª posição, consequência directa da 3ª derrota, esta noite, frente à Bélgica. Mesmo que a Letónia perca amanhã o seu último jogo, com a Bulgária, na pior das hipóteses fica em igualdade pontual com Portugal, mas com vantagem no confronto directo.

O jogo que decidiu o destino das portuguesas mostrou logo no quarto inicial (7-15) uma das armas mortíferas das belgas: o seu jogo exterior (3 triplos em 8 tentativas), com Mestdagh (2/4) em destaque. Aliás não é por acaso que a extremo belga de 1,78 m, a uma jornada do fim da competição, detém a 2ª melhor % de lançamentos de 3 pontos (43,9%). Hoje fez 5 em 9 (excelentes 56%), sendo por aí que se começou a desenhar o 7º êxito das já virtualmente campeãs. Portugal, por seu turno, revelou a sua fraca eficácia (1/12 nos lançamentos de campo), marcando 5 pontos da linha de lance livre, onde por sinal, esteve muito bem ao longo da partida.No 2º período (15-15) o seleccionado luso reagiu como lhe competia, melhorando a eficácia de lançamento (passou para 33%) com Jéssica Almeida e Joana Jesus a serem as marcadoras de serviço, enquanto por banda das belgas eram Mestdagh e Vanloo que assumiam as despesas, com a primeira a converter mais uma bomba (3/6) e Vanloo, desastrada nos triplos (terminou com 1/7) a optar pelos lançamentos de 2 pontos. Ao intervalo (22-30) a vantagem da Bélgica era conseguida fundamentalmente pela maior eficácia nos lançamentos de campo (21%-39%), já que Portugal ganhava as tabelas (19-17 ressaltos) e tinha mais faltas provocadas (9/6). O jogo decidiu-se no 3º quarto (9-21). Baixando novamente a eficácia para 22% as nossas representantes foram incapazes de neutralizar a artilharia belga (mais 3 triplos), que em termos de lançamentos de campo estiveram muito bem neste parcial, com 6/10 (60%). A vantagem adversária subiu para 20 pontos (51-31) ao cabo de 30 minutos jogados, depois de as lusas terem consentido um parcial de 0-9 em 3 minutos a partir dos 31-42.No último período (22-13), o único parcial ganho pela nossa equipa, Portugal encheu-se de brios e foi capaz de encetar interessante reacção, depois de a diferença ter subido para 23 pontos (31-54), ao impor um parcial de 7-0 (triplo de Joana Canastra e 2 duplos consecutivos de Laura Ferreira), o que obrigou o seleccionador belga Philip Mestdagh a parar o cronómetro no minuto 34 (40-56) para travar a embalagem lusa. O 5º triplo de Mestdagh surgiu logo de seguida (40-59), mas as comandadas de Eugénio Rodrigues não baixaram os braços e com a poste Jéssica Costa em evidência (6 pontos em 6 minutos e meio, com 2 duplos em segundos lançamentos após ressaltos ofensivos conquistados por si), conseguiram encurtar o prejuízo para os 11 pontos finais (53-64).Destaque nas vencedoras para um trio, responsável por 56 (87,5%) dos 64 pontos da equipa: Hanne Mestdagh, MVP do encontro (31,5 de valorização) que fez um duplo duplo ao contabilizar 21 pontos, 2/3 nos duplos, 5/9 nos triplos, 14 ressaltos sendo 3 ofensivos, 1 roubo e duas faltas provocadas com 2/2 nos lances livres); Julie Vanloo (15,0 de valorização) ao anotar 19 pontos, 6/10 nos duplos, 1 ressalto defensivo, 5 assistências e 5 faltas provocadas com 4/4 nos lances livres; Sien Devliegher (14,0 de valorização) que terminou com 16 pontos, 2/3 nos duplos, 2/2 nos triplos, 1 ressalto defensivo, duas assistências, 1 roubo e 3 faltas provocadas, com 6/6 nos lances livres. Nas portuguesas, a mais valiosa foi Laura Ferreira (16,0 de valorização) ao somar 13 pontos, 4/6 nos duplos, 5 ressaltos sendo 2 ofensivos, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas com 2/2 nos lances livres. Foi bem acompanhada por Inês Pinto (2 pontos, 6 ressaltos sendo metade ofensivos, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas com 2/2 nos lances livres), Nádia Fernandes (6 pontos, 5 ressaltos sendo 3 ofensivos, uma assistência e 1 desarme de lançamento), a já referida Jéssica Costa (6 pontos, 2/3 nos duplos, 2 ressaltos ofensivos e uma falta provocada com 2/2 nos lances livres) e Inês Viana (3 pontos, 4 ressaltos defensivos, 3 assistências e 4 faltas provocadas com 3/4 nos lances livres).A vitória belga assentou como já dissemos na maior eficácia nos lançamentos de campo (30%-42%), repartida pelos duplos (30%-41%) e triplos (29%-44%) e no maior colectivismo (6-12 assistências). Destaque para o acerto da linha dos 3 pontos (10 triplos em 23 tentativas). Por seu turno Portugal ganhou a luta das tabelas (37-32 ressaltos), com realce para a tabela ofensiva (16-8), fez mais desarmes de lançamento (5-1) e provocou mais faltas (16-13)., com muito bom aproveitamento na linha de lance livre (94%-86%), ao falhar apenas uma de 16 tentativas, enquanto as adversárias desperdiçaram 2 em 14 tentados. Equilíbrio nos turnovers (11 para cada lado) e ligeira supremacia belga nos roubos (5-6). Resultado final: Portugal 53-64 Bélgica Ficha de jogoSport Hall em Albena Portugal (53) – Jéssica Almeida (6), Joana Jesus (12), Laura Ferreira (13), Inês Pinto (2) e Nádia Fernandes (6); Inês Viana (3), Joana Canastra (3), Mafalda Guerreiro (2) e Jéssica Costa (6)Bélgica (64) – Julie Vanloo (19), Heleen Adams (3), Sien Devliegher (16), Hanne Mestdagh (21) e Evi Heyse; Natacha Doppée, Lien Delmulle (3), Jolien Goyvaerts (2), Camille Lebrun e Lèa LonayPor períodos: 7-15, 15-15, 9-21, 22-13Árbitros: Arnis Ozols (LAT), Petar Denkovski (MKD) e Simon Unsworth (ENG)Outros resultados da 8ª jornada:Macedónia 48-71 Letónia; Roménia 67-69 Grã Bretanha; Bulgária 59-69 República Checa Jogos para a 9ª e última jornada:(13H45) Israel-Roménia (16H00) Bélgica-Macedónia(18H15) Grã Bretanha-Portugal(20H30) Letónia-Bulgária Classificação (após a 8ª jornada)1º República Checa 7V-1D-15 pts2º Bélgica 7V-0D-14 pts3º Letónia 5V-2D-12 pts4º Portugal 4V-3D-11 pts5º Macedónia 3V-4D-10 pts6º Bulgária 3V-4D-10 pts7º Israel 2V-5D-9 pts8º Grã Bretanha 1V-6D-8 pts9º Roménia 0V-7D-7 pts


Portugal muito perto da vitória

Apesar de terem começado melhor, no final do 1º período venciam por oito pontos (23-15), e de terem estado na frente do marcador até entrada do derradeiro quarto (49-46), os últimos 10 minutos não correram bem aos comandados de André Martins.

Na equipa portuguesa, Artur Castela esteve em bom plano (16 pontos e 7 ressaltos), o mesmo sucedeu com João Grosso, autor de 13 pontos e 8 ressaltos. Miguel Maria (12 pontos) esteve bem a assistir (4 assistências), e Pedro Bastos (12 pontos) muito eficaz da linha de três pontos (4/5).A equipa portuguesa volta a entrar em ação este domingo, às 17.15 horas, frente à Seleção da Suíça, num encontro em que esperemos que Portugal consiga regressar às vitórias.Portugal 68-70 BélgicaParciais: 23-15; 17-18; 9-13; 19-24Por Portugal alinharam e marcaram:Henrique Piedade, 2 pontosPedro Bastos, 12 *Emanuel Correia de Sá, 2 Júlio Silva, 0João Ribeiro, 2 *Jonah Callenbach, 7 *Miguel Cardoso, 12João Gallina, 0 Diogo Ventura, 0 Bruno Cabanas, 2 *Artur Castela, 13 *João Grosso, 16*Jogadores titulares


Portugal bate Roménia

Na cidade Sérvia de Novi Sad Portugal revelou, especialmente durante a primeira parte, eficácia no tiro de longa distância, bem como conseguiu defender de forma agressiva, o que se materializou em 19 roubos de bola. Mais um pequeno passo na preparação de Portugal, seguindo-se novo jogo este domingo, pelas 18 horas locais, naquele que será o último encontro de preparação antes do início do Europeu (a realizar em Strumica, Macedónia), frente à Dinamarca.

Não demorou muito tempo para que o conjunto português conseguisse impor um ritmo defensivo forte, provocando inúmeros turnovers na equipa romena. O resultado começava a desequilibrar-se (final do 1º período o marcador registava 27-18, favorável a Portugal), sendo que a defesa zona 1x3x1 da Roménia passou a ser o obstáculo a ultrapassar. Mas a boa eficácia nos lançamentos de 3 pontos, assim como o aproveitamento de situações de superioridade numérica, colocavam Portugal, ao intervalo, na frente do marcador por 50-32.Na etapa complementar, a rotação dos jogadores manteve-se, com todos a jogarem 20 minutos, uma vez que Isaias Insaly e Daniel Relvão não jogaram, se bem que a prestação defensiva não tenha sido tão bem conseguida. Apesar da aproximação no marcador, os romenos nunca foram capazes de baixar os 10 pontos de diferença.Os tiros de longa distância não caiam com tanta frequência, pelo que a paciência ofensiva para atacar a zona e a exploração do contra-ataque foram as armas utilizadas por Portugal para segurar a vantagem pontual.Por períodos:1º: 27-182º: 23-143º: 12-204º: 20-11Por Portugal jogaram: Krassimir Pereira, João Guimarães (6 ressaltos), Sérgio Silva (12 pontos e 3 ressaltos), Pedro Marques (6 pontos, 6 ressaltos, 4 roubos de bola e 2 assistências), Pedro Meireles (11 pontos e 4 ressaltos), Luís Camara (13 pontos, 2 roubos de bola e 2 assistências), Benvindo Mendes (4 pontos e 2 ressaltos)Francisco Amiel (19 pontos, 3 roubos de bola e 2 ressaltos), Diogo Gameiro (12 pontos, 3 assistências e 3 roubos de bola) e Nuno Ferreira (5 pontos e 5 ressaltos).


Entrada com o pé direito

A equipa treinada por André Martins bateu na primeira jornada do Grupo B a Finlândia, por confortáveis 93-71. Segue-se a Bélgica.

Os jogos de preparação já tinham dado boas indicações, mas o selecionador nacional fez questão de avisar os seus jogadores de que a competição a sério seria diferente e que não se podia facilitar. Os jovens portugueses apreenderam a mensagem de André Martins e bateram a Finlândia fazendo uso de três armas importantes: bom arranque, confiança e defesa.“Começámos bem a competição. Conseguimos preparar bem o jogo e o facto de só termos sofrido 23 pontos na primeira parte foi decisivo. Conseguimos parar os pontos fortes da Finlândia e jogámos coletivamente”, constata André Martins.Mas tal como tinha sucedido na preparação, o treinador não quer que os seus jogadores se deixem deslumbrar com este primeiro resultado positivo até porque, recorda, o Europeu não termina aqui. “Não viemos à Roménia para ganhar apenas um jogo, temos objetivos. Por isso há que pensar já no próximo encontro, com a Bélgica, que certamente vai ser bem mais difícil que o de hoje. Eles também vêm de uma vitória e quem ganhar pode ficar numa posição privilegiada no que diz respeito à próxima fase”, alerta o técnico, acrescentando: “Estivemos bem, os atletas foram de uma entrega fantástica, mas foi apenas um jogo.”Finlândia 71-93 PortugalParciais: 11-18; 12-25; 21-31; 27-19Por Portugal alinharam e marcaram: Henrique Piedade, 13 pontosPedro Bastos, 10*Emanuel Correia de Sá, 4Júlio Silva, 2João Ribeiro, 5*Jonah Callenbach, 9*Miguel Cardoso, 14João Gallina, 0Diogo Ventura, 7Bruno Cabanas, 4*Artur Castela, 13*João Grosso, 12*Jogadores titulares


Com eficácia tão fraca (21%) seria difícil ganhar

Claro que até ao lavar dos cestos ainda é vindima, mas neste momento passamos a depender de terceiros para alcançarmos o nosso objectivo (a subida à Divisão A).

A Letónia tem ainda dois compromissos complicados, frente a adversários muito lutadores (Macedónia e Bulgária), mas o calendário que se apresenta às nossas representantes também não é fácil, nomeadamente o embate de amanhã contra uma Bélgica ainda invicta. Mas vamos manter a chama da esperança ainda acesa.Já se sabia que eram dois galos para o mesmo poleiro (o 3º lugar), mas a Letónia apresentava índices físicos superiores ( 5 jogadoras acima do 1,80 m, sendo uma com 1,92 m) e um lote de boas lançadoras do perímetro (Jakobsone e Fomina, em especial).No 1º período Portugal não se intimidou, jogando taco a taco desde o minuto inicial. Toada de parada e resposta até aos 6-6 (minuto 5), com as portuguesas a adiantarem-se (6-10) no minuto 7, para terminarem na frente (8-11). Defendendo da forma habitual (1-4 roubos) e lutando nas tabelas com determinação (13-10 ressaltos), o seleccionado luso equilibrava as coisas em termos de eficácia de lançamentos de campo (27% para cada lado). No 2º quarto (11-5) as nossas representantes baixaram drasticamente a eficácia, com 2/19 (11%) em termos de lançamentos de campo, contra 40% (5/15) do adversário, convertendo apenas um triplo por Joana Jesus (12-14, no minuto 15) e um duplo da autoria de Joana Canastra, a 49 segundos do intervalo, ambas as situações em contra ataque. Começava a acentuar-se a supremacia da Letónia nas tabelas (31-19 ressaltos), quando se atingiu o intervalo (19-16).No 3º período (10-11) as operações continuaram equilibradas, mas Portugal continuava a precisar de mais posses de bola para atingir os mesmos objectivos que as opositoras, ou seja para marcar pontos. Melhorou ligeiramente a eficácia lusa (30%-20%) nos lançamentos de campo, mas as letãs tinham a pontaria mais afinada da linha dos 3 pontos (3 contra 2 triplos convertidos), com Fomina e Jakobsone a confirmarem as suas credenciais, cada uma com o seu triplo.Entrando no último quarto (17-17) a perder por 2 pontos (29-27), as comandadas de Eugénio Rodrigues não viraram a cara à luta e com Jéssica Almeida a fazer passes decisivos para o 3º triplo de Joana Jesus (32-32, no minuto 33) e para a única bomba de Inês Viana (32-35, no minuto 35), Portugal mantinha o jogo em aberto. Até final sucederam-se as situações de igualdade (35-35, 37-37, 40-40, 42-42 e 44-44) e o seleccionado luso esteve na frente por 4 vezes (35-37, 37-39. 40-41 e 40-42). Seguiu-se a dança habitual dos descontos de tempo (2 para cada lado) e o equlíbrio seria desfeito a 12 segundos da buzina por intermédio da MVP Lagzdina, que selou o triunfo da Letónia ao corresponder da melhor maneira a mais uma assistência da base Fomina (terminou com 4 passes decisivos, liderando o respectivo ranking com uma média de 4,8). A 2 segundos do termo o treinador luso ainda parou o cronómetro, mas o melhor que se conseguiu foi uma tentativa de triplo por Nádia Fernandes, sem êxito, já que foi abafada por Fomina. Resultado final: Letónia 46-44 PortugalDestaque nas vencedoras para as actuações de Guna Lagzdina, MVP e melhor ressaltadora da partida (17,5 de valorização) ao contabilizar 8 pontos, 4/6 nos duplos, 12 ressaltos sendo 1 ofensivo e duas faltas provocadas e de Ilze Jakobsone (16,5 de valorização), melhor marcadora do encontro, que somou 14 pontos, 3/6 nos triplos, 8 ressaltos sendo metade ofensivos, 3 assistências, 1 roubo e uma falta provocada com 1/1 nos lances livres. Foram bem secundadas pela base Kate Kreslina (8 pontos, 4/4 nos duplos, 5 ressaltos sendo 1 ofensivo e 4 faltas provocadas) e por Paula Langina (4 pontos, 9 ressaltos defensivos, uma assistência e uma falta provocada). Na selecção de Portugal a mais valiosa foi a base Inês Viana (14,0 de valorização) que saltou do banco para terminar com 10 pontos, 8 ressaltos sendo 3 ofensivos, 2 roubos e 5 faltas provocadas com 5/8 nos lances livres, logo seguida por Inês Pinto (4 pontos, 7 ressaltos sendo 3 ofensivos, 3 roubos e duas faltas provocadas) e Jessica Almeida (8 pontos, 6 ressaltos sendo metade ofensivos, 3 assistências e duas faltas provocadas com 2/2 nos lances livres. Bons contributos de Nádia Fernandes (8 ressaltos sendo metade ofensivos, uma assistência e 3 roubos) e Laura Ferreira (8 ressaltos sendo 4 ofensivos, uma assistência e 2 roubos) na luta das tabelas, além da atiradora Joana Jesus, melhor marcadora da equipa (11 pontos, 3/7 nos triplos, 4 ressaltos defensivos e uma assistência), mas todas as três com as respectivas valorizações penalizadas pela fraca eficácia nos lançamentos de 2 pontos.A vitória da Letónia justifica-se por ter sido bastante mais eficaz nos lançamentos de 2 pontos (42%-21%) e também por ter ganho a luta das tabelas (51-47 ressaltos), particularmente a tabela defensiva (40-28 ressaltos), compensando assim o maior número de turnovers (19-6). Foi ainda mais colectiva (10-8 assistências) e conseguiu também ser ligeiramente mais eficaz nos tiros do perímetro (25%-22%), com 5 triplos convertidos em 20 tentados, contra 4 das portuguesas em 18 tentativas. Ao invés Portugal revelou grande segurança no controlo de posse da bola (apenas 6 turnovers), lutou bravamente na tabela ofensiva (11-19 ressaltos ofensivos), roubou mais bolas (2-12) e provocou mais faltas (12-16), embora tenha sido demasiado perdulário da linha de lance livre (apenas 56%) ao desperdiçar 8 lances em 18 tentativas. Mas a grande pecha foi a fraquíssima eficácia nos lançamentos de 2 pontos (21%), metade da conseguida pelo adversário, de nada valendo o facto de ter usufruído de mais posses de bola (fez 71 lançamentos de campo, mais 15 que a Letónia). Ficha de jogoSport Hall em AlbenaLetónia (46) – Asnate Fomina (8), Kate Kreslina (8), Sabine Dukate (4), Guna Lagzdina (8) e Paula Tomsone; Ilze Jakobsone (14), Ance Aizsila, Kate Aizsila e Paula Langina (4)Portugal (44) – Jéssica Almeida (8), Joana Jesus (11), Laura Ferreira (5), Inês Pinto (4) e Nádia Fernandes (1); Inês Viana (10), Joana Canastra (3) e Mafalda Guerreiro (2)Por períodos: 8-11, 11-5, 10-11, 17-17Árbitros: Oliver Krause (GER), Peter Denkovski (MKD) e Mila Cavara (BIH) Ouros resultados:6ª jornada: Macedónia 64-60 Bulgária; Roménia 55-93 Letónia 7ª jornada: Grã Bretanha 43-49 Israel; República Checa 65-49 Macedónia; Bélgica 68-58 Roménia Jogos para amanhã (8ªjornada): (13H45) Macedónia-Letónia (16H00) Roménia-Grã Bretanha (18H15) Bulgária-República Checa (20H30) Portugal-Bélgica Classificação após a 7ª jornada:1º República Checa 6V-1D-13 pts2º Bélgica 6V-0D-12 pts3º Letónia 4V-2D-10 pts4º Portugal 4V-2D-10 pts5º Bulgária 3V-3D-9 pts6º Macedónia 3V-3D-9 pts7º Israel 2V-5D-9 pts8º Grã Bretanha 0V-6D-6 pts9º Roménia 0V-6D-6 pts


Portugal vence Dinamarca

No pavilhão da equipa FMP, uma das melhores escolas de formação europeia, o conjunto nacional conseguiu uma boa vitória, frente a um adversário que no último Europeu, embora tenha descido, competiu na Divisão A. O próximo jogo, desta vez em Novi Sad, cidade onde Portugal se encontra a estagiar, será este Sábado, às 18 horas, contra a Seleção da Roménia.

A equipa portuguesa voltou a não entrar bem no jogo, passiva na forma como defendia, a permitir que a bola chegasse com facilidade aos jogadores interiores da Dinamarca. As constantes trocas defensivas por parte dos dinamarqueses colocavam problemas acrescidos ao ataque português, que levou algum tempo a perceber como tirar vantagens desse facto.Se no final do 1º período, a vantagem da Dinamarca era de onze pontos (21-10), no segundo período a formação portuguesa mudou a sua atitude defensiva, mais agressiva sobre a bola, a tentar fechar linhas de passe, sobretudo aos postes adversários. O intervalo chegava com o marcador a registar um empate, a 30 pontos.No inicio da etapa complementar, Portugal fugiu para 10 pontos de vantagem, mas um parcial de 12-2 recolocava os dinamarqueses na discussão do jogo. Apesar da irregularidade de rendimento dos jovens nacionais, a verdade é que nos momentos finais Portugal foi mais forte, sobretudo porque soube defender bem, e no ataque conseguiu circular a bola com sucesso à procura do jogador livre, e em melhor posição para atirar ao cesto.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Aliquam iaculis blandit magna, scelerisque ultricies nisi luctus at. Fusce aliquam laoreet ante, suscipit ullamcorper nisl efficitur id. Quisque id ornare est. Nulla eu arcu neque. Sed ornare ex quis pellentesque tempor. Aenean urna enim, commodo ut nunc sit amet, auctor faucibus enim. Nullam vitae felis ipsum. Etiam molestie non enim quis tincidunt. Pellentesque dictum, nulla id ultricies placerat, neque odio posuere orci, quis vestibulum justo odio ut est. Nullam viverra a magna eu tempor. Nullam sit amet pellentesque magna. Vestibulum vel fermentum turpis, nec rhoncus ipsum. Ut et lobortis felis, sed pellentesque dolor. Nam ut porttitor tellus, ac lobortis est. Fusce vitae nisl vitae ante malesuada venenatis. Sed efficitur, tellus vel semper luctus, augue erat suscipit nunc, id hendrerit orci dui ac justo.

Pellentesque eleifend efficitur orci, et pulvinar dui tempus lobortis. Proin accumsan tempus congue. Cras consectetur purus et lacinia rhoncus. Ut eu libero eget quam semper malesuada. Aliquam viverra vulputate tempor. Sed ac mattis libero, a posuere ligula. Quisque tellus dui, placerat vel ex in, fringilla fringilla tellus. Aliquam erat volutpat. Aenean convallis quis eros vel ornare. Aliquam et lorem vestibulum, posuere quam ac, iaculis arcu. Fusce feugiat blandit mattis.

Legenda

Praesent sed metus euismod, varius velit eu, malesuada nisi. Aliquam aliquet quam tempor orci viverra fermentum. Sed in felis quis tortor accumsan vestibulum. Aliquam erat volutpat. Maecenas pretium sem id enim blandit pulvinar. Pellentesque et velit id arcu feugiat hendrerit ac a odio. Sed eget maximus erat. Phasellus turpis ligula, egestas non odio in, porta tempus urna. Fusce non enim efficitur, vulputate velit in, facilisis metus.

Nulla sagittis risus quis elit porttitor ullamcorper. Ut et dolor erat. Ut at faucibus nibh. Cras nec mauris vitae mauris tincidunt viverra. Donec a pharetra lectus, vitae scelerisque ligula. Integer eu accumsan libero, id sollicitudin lectus. Morbi at sem tincidunt augue ullamcorper tristique. In sed justo purus. Aenean vehicula quam quis pellentesque hendrerit. Fusce mattis mauris lorem, in suscipit diam pretium in. Phasellus eget porttitor mauris. Integer iaculis justo ut commodo eleifend. In quis vehicula nisi, non semper mauris. Vivamus placerat, arcu et maximus vestibulum, urna massa pellentesque lorem, ut pharetra sem mauris id mauris. Vivamus et neque mattis, volutpat tortor id, efficitur elit. In nec vehicula magna.

Miguel Maria

“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

Morbi in auctor velit. Etiam nisi nunc, eleifend quis lobortis nec, efficitur eget leo. Aliquam erat volutpat. Curabitur vulputate odio lacus, ut suscipit lectus vestibulum ac. Sed purus orci, tempor id bibendum vel, laoreet fringilla eros. In aliquet, diam id lobortis tempus, dolor urna cursus est, in semper velit nibh eu felis. Suspendisse potenti. Pellentesque ipsum magna, rutrum id leo fringilla, maximus consectetur urna. Cras in vehicula tortor. Vivamus varius metus ac nibh semper fermentum. Nam turpis augue, luctus in est vel, lobortis tempor magna.

Ut rutrum faucibus purus ut vehicula. Vestibulum fermentum sapien elit, id bibendum tortor tincidunt non. Nullam id odio diam. Pellentesque vitae tincidunt tortor, a egestas ipsum. Proin congue, mi at ultrices tincidunt, dui felis dictum dui, at mattis velit leo ut lorem. Morbi metus nibh, tincidunt id risus at, dapibus pulvinar tellus. Integer tincidunt sodales congue. Ut sit amet rhoncus sapien, a malesuada arcu. Ut luctus euismod sagittis. Sed diam augue, sollicitudin in dolor sit amet, egestas volutpat ipsum.