Artigos da Federaçãooo
Cidade de Anadia recebe as Sub-15 e Sub-16 Fem.
Jorge Sampaio, prontificou-se a abrir as portas e a colaborar na preparação das seleções mais jovens do setor feminino. É desta forma que as duas Seleções irão trabalhar no fantástico Pavilhão dos Desportos de Anadia.
Com a colaboração do Sr. Presidente da Federação de Ciclismo, Sr. Delmino Pereira, as Seleções irão usar o recém inaugurado Anadia Sports Center, antiga residência de estudantas, mas agora restaurada e explorada pela Federação de Ciclismo, e cedida ás nossas seleções nos dias 28 a 30 de Junho.Não podiamos deixar de agradecer ás entidades envolvidas, e aos seus responsáveis, não esquecendo a colaboração do Anadia Futebol Clube, e do seu Presidente Vasco Oliveira. Tendo como meta projetar o Campeonato da Europa de Sub-16 Fem. a disputar de 1 a 11 de Agosto em Matosinhos, a equipa Técnica da Seleção Nacional, conta com 15 jogadoras convocadas para 4 sessões de trabalho em Anadia. Para as Sub-15, será uma opurtunidade de observar e trabalhar com aquelas que no futuro próximo poderão ser as sucessoras das mais velhas na Seleção.Nesta ação, estão convidados para os trabalhos os treinadores Telmo Botelho do Carnide, e Pedro Portugal dos Atómicos. CONVOCADAS:Sub-16Chelsea Guimarães, AlgésCarolina Gonçalves, AlgésBeatriz Jordão, NDA PombalCarolina Bernardeco, GDEMAMSofia Almeida, CPNCatarina Miranda, CPNMaria Kostourkova, CRCQ LombosCatarina Bonito Rolo, CPNConstança Neto, SIMECQInês Brandão, Cornella (Esp)Isabel Costa, BC BarcelosJoana Fernandes, AD VagosJovana Nogic, SL BenficaLeonor Serralheiro, GDESSAMaianca Umabano, NCR ValongoSub-15Luísa Carvalho, SC FigueirenseMaryam Chermiti, Clube AnaAnya Oliveira, BC BarcelosBárbara Xabregas, CB AlbufeiraCarolina Pestana, CAB MadeiraEliana Cabral, Montijo BBÉrica Baptista, Illiabum ClubeHelena Pinheiro, CD PóvoaMichelle Ortega, SC BragaPatrícia Jorge, GDEMAMJoana Silva, NDA PombalMaria Leonor Nunes, CAB MadeiraMariana Silva, Rio Maior BasketMargarida André, Algés
Tomás Barroso: «Uma época quase perfeita»
Os desempenhos ao nível individual valeram-lhe a chamada à Seleção Nacional, onde espera integrar o lote final de jogadores que vão disputar a qualificação para o Eurobasket de 2015.
Que balanço faz da época do SL Benfica?Foi uma época quase perfeita! A nível individual tive um início um bocado atribulado com poucos minutos de jogo, mas com o passar do tempo comecei a afirmar-me e acabei a época como base titular. A nível coletivo penso que demonstrámos sempre ser a equipa mais forte, aceitando desde cedo o favoritismo que nos foi atribuído. Conseguimos cumprir com 3 dos 4 objetivos a que nos propusemos em Setembro ficando, mais uma vez, pelo caminho a tão desejada Taça de Portugal. Na sua opinião, a final do playoff foi mais complicada e dura do que a opinião generalizada dos seguidores da modalidade?Sabíamos que era difícil alguma equipa ganhar-nos por 3 vezes, mas também sabíamos que a Académica era uma equipa com bastante talento e que apresentava um basquetebol coletivo muito forte. Desde cedo nos atribuíram o favoritismo e nós, conscientes do nosso valor, aceitámos. Mas não se ganham jogos antes de os realizar e por isso o respeito pela outra equipa e a concentração total no trabalho diário foram aspetos que estiveram bem presentes na nossa mente e que, aliados ao nosso valor como grupo, nos levaram à conquista do bicampeonato.Individualmente, conquistar o lugar de 1º base na equipa era o seu objetivo para esta temporada?Penso que o desejo e ambição de qualquer jogador, seja em que equipa for, é desempenhar um papel importante na sua equipa. O Benfica tinha 4 bases com muito talento e capazes de liderar a equipa, e quando assim é fica muito difícil dividir os minutos por todos. Mas sempre deixei bem presente através do meu trabalho e dedicação que esse era um grande objetivo para esta época, felizmente consegui. É a posição em que se sente mais confortável e lhe dá mais prazer a jogar?Sem dúvida, até porque a minha baixa estatura não me permite desempenhar outras funções senão a de base ou de segundo base! Sei que tenho uma boa capacidade para marcar pontos e já o provei, mas desde que vim para o Benfica a minha principal preocupação foi desenvolver as minhas capacidades de base, já que não era necessário um base anotador mas sim um base que comandasse a equipa dentro de campo. É a posição mais complicada do basquetebol mas sem dúvida aquela que mais luta e prazer me dá.A chamada aos trabalhos da Seleção Nacional é o reconhecimento do trabalho de uma temporada?Para além de ser o reconhecimento do meu trabalho é também um orgulho poder representar mais uma vez o meu país. Desde o início que sempre mantive este sonho de um dia representar a Seleção Nacional, neste momento já o estou a fazer pela 3ª vez consecutiva, só posso estar muito grato e feliz pela confiança depositada no meu trabalho.Acredita que esta nova geração de bases vai garantir qualidade e competência no confronto internacional?Apesar de sermos bases de estatura baixa, penso que não nos falta talento, e cada um à sua maneira e com as suas características pode ajudar e muito a cumprir os objectivos que temos na Seleção Nacional. É uma geração nova e com muita margem de progressão, esta é a altura ideal para começarmos a bater-nos com os melhores da Europa e por isso tenho a certeza que iremos dar cartas durante os próximos anos.Um desejo para que esta temporada seja ainda mais perfeita?Sem qualquer dúvida ficar no grupo dos 12 escolhidos pelos selecionadores, para assim poder ajudar na conquista do grande objetivo da Seleção Nacional que é o apuramento para o Eurobasket 2015.
Miguel Miranda: «Temos equipa para passar»
É um dos mais experientes jogadores da convocatória de Mário Palma, que certamente terá um papel importante na integração dos atletas mais jovens na equipa. “Trabalhar com seriedade, muito e bem”, refere o jogador da Ovarense quando instado a deixar um conselho aos mais novos.
Foi necessário o Selecionador Nacional Mário Palma convencê-lo a aceitar mais este desafio?As coisas não funcionam dessa maneira. O selecionador nacional fez a convocatória e eu tenho que respeitar a sua decisão. Estou preparado para ajudar a nossa Seleção em mais uma fase de apuramento para um Campeonato da Europa, tendo certo que vai ser o último apuramento que vou fazer. Espero acabar a minha carreira internacional no Euro 2015. Depois de uma temporada atribulada, em que condições espera iniciar os trabalhos da Seleção?Não concordo que tenha sido uma temporada atribulada, foi mesmo a incerteza de não saber quando e onde ia jogar que tornou o inicio de temporada diferente. A partir do momento que a situação se resolveu e regressei à Ovarense, a temporada foi muito tranquila, num projeto credível que me deu muito orgulho fazer parte e em que conseguimos atingir todos os objetivos traçados. Espero iniciar os trabalhos como tenho feito todos os anos, ao melhor nível possível.Na função de um dos jogadores mais antigos da Seleção, que valores e regras acha serem indispensáveis de transmitir aos mais jovens?Trabalhar com seriedade, muito e bem. É necessário um espírito de sacrifício muito grande e sobretudo querer ajudar a equipa e o basquetebol português.Na sua opinião, e tendo em conta os jogadores novos que integram esta convocatória, a Seleção sofrerá muitas alterações na forma como se apresenta dentro de campo?Penso que isso será uma pergunta para o selecionador responder. De certeza a equipa técnica já definiu uma estratégia que só será apresentada aos jogadores no inicio dos trabalhos.Estónia e Holanda são os adversários desta primeira fase. Que avaliação faz sobre cada um deles?São duas equipas que já defrontamos algumas vezes. A Estónia tem um basket muito parecido com o nosso, jogadores muito móveis, apoiados numa grande capacidade de lançar de 3 pontos. A Holanda tem um basket mais virado para o um contra um, muito atlético e pouco tático.Acredita que Portugal tem capacidade para ultrapassar esta poule e continuar a sonhar com objetivos mais ambiciosos?Penso que sim. Penso que temos equipa para ultrapassar esta fase e continuar a lutar pela presença no Euro 2015. Acredito que não vai ser fácil, mas acredito que temos uma boa oportunidade para conseguir esse objetivo.
Portugal realizou estágio em Anadia
Aproveitando a estadia da seleção Nacional na Estalagem de Sangalhos, a CM de Anadia convidou a equipa técnica e diretores para uma visita ao novo Complexo Desportivo de Sangalhos, inaugurado no passado dia 8 de junho. Os responsáveis federativos ficaram muito agradados com as excecionais condições que este novo e ampliado complexo oferecem para o basquetebol. O Selecionador Nacional, André Martins, mostrou grande interesse num futuro estágio, solicitar a CM de Anadia e ao Sangalhos DC a utilização desta instalação.
Dezasseis jogadoras convocadas por Eugénio Rodrigues
A preparação tem sido afectada não só pela dificuldade de conciliação com as exigências escolares, mas também pelo facto de haver jogadoras que ainda estão a disputar o play-off, nomeadamente o caso de Nádia Fernandes que hoje está em Ponta Delgada para jogar pelo seu clube (GDEMA Menéres) a negra (5º jogo) da final do play-off do Campeonato Nacional da 1ª Divisão Feminina, frente às açorianas do União Sportiva, que foram as vencedoras da fase regular.Nas duas acções já realizadas este Verão inclui-se a presença no Torneio Quadrangular Internacional de Bourg-en-Bresse, nos arredores de Lyon, na primeira semana de Junho, em que as comandadas de Eugénio Rodrigues tiveram um comportamento excelente ao alcançarem a 2ª posição, depois de terem superado a França (70-55) e a Holanda (51-48), numa partida que só foi resolvida no prolongamento. No encontro que decidiu o vencedor do Torneio, com a República Checa, esta fez vincar a sua supremacia ao ganhar as tabelas, triunfando por 81-49. Mas nunca é demais realçar a proeza (porque não é todos os dias que se ganha à selecção gaulesa, habitualmente uma das candidatas ao pódio… na Divisão A) e sem espinhas, como se costuma dizer. Nesse jogo, a jovem Laura Ferreira (GDESSA) arrancou uma prestação memorável, que lhe valeu ser a MVP (31,0 de valorização), consubstanciada em 24 pontos, 6/7 nos lançamentos de campo, 4/4 nos triplos, 5 ressaltos, 5 faltas provocadas, etc. Mas não foi só a base/extremo da selecção de Sub-18 que esteve em evidência no torneio, pois além dela, também a base Inês Viana (CRCQ Lombos) integrou o cinco ideal. Concentraram-se ontem a meio da tarde no Centro de Estágio de Rio Maior, 15 das 16 jogadoras convocadas por Eugénio Rodrigues:Ana Raimundo (AD Ovarense), Daniela Carregosa (AD Sanjoanense), Gabriela Raimundo (AD Ovarense), Helga Gonçalves (CRCQ Lombos), Inês Pinto (AD Vagos), Inês Viana (ADVagos), Jessica Almeida (Algés), Jessica Costa (CRCQ Lombos), Joana Alves (SL Benfica), Joana Canastra (Montijo BB), Joana Jesus (AD Vagos), Laura Ferreira (GDESSA), Leonor Cruz (CD Torres Novas), Mafalda Guerreiro (CRCQ Lombos) e Raquel Jamanca (Montijo BB). O grupo de trabalho ficará completo amanhã, domingo, com a entrada de Nádia Fernandes (GDEMA Menéres), após o regresso da viagem aos Açores, como referimos anteriormente.A acção irá decorrer em Rio Maior até à próxima 5ª feira, data em que a selecção viaja para Praga, capital da República Checa, onde fará 2 jogos de preparação (nos dias 21 e 22) com a congénere anfitriã, em Hradek Králové, localidade a 100 quilómetros da capital. O regresso a Lisboa será no domingo, 23 de Junho. Do programa de trabalhos em Rio Maior constam treinos bidiários, de manhã e de tarde.Staff de responsáveis:Vítor Duarte (dirigente)Eugénio Rodrigues (seleccionador)José Araújo (treinador adjunto)Nuno Manaia (secretário)Ana Fernandes (fisioterapeuta)
Carlos Ferreirinho: «Orgulho e motivação»
Paio de Gramaços. Ferreirinho não quer perder a oportunidade de “aprender com os melhores do país” e garante que está “preparado” para fazer frente a este novo desafio.
Surpreendido com a convocatória para o primeiro estágio da Seleção Nacional?Não posso dizer que tenha ficado surpreendido porque, para além de ter sido um dos objetivos a que me propus esta época, ao longo da mesma o selecionador nacional teve várias conversas comigo e com os meus treinadores dando a entender que esta chamada era normal acontecer.Esta chamada prova que o balanço da época no Sampaense foi positivo?Claro que sim. Mais do que os dados estatísticos de um jogador, o que mais define se a sua época foi positiva ou não são os convites de equipas para a próxima época e uma eventual chamada à Seleção A. É um reconhecimento merecido, na minha opinião.Muita juventude nesta primeira convocatória. Acha que irão corresponder às expetativas do Selecionador Mário Palma?Acho que é fulcral no basquetebol de um país haver um ciclo contínuo de renovação de jogadores. É com certeza que digo que os nossos selecionadores partilham a mesma opinião daí as chamadas jovens. Mas só em Portugal é que não nunca foi visto como ”normal” haverem jogadores nas idades compreendidas entre os 18 e os 22 anos nas convocatórias. Nos países em que o basquetebol é mais evoluído esse ciclo de renovação nunca é interrompido, daí o sucesso dos mesmos. Agora compete-nos a nós, jovens, mostrar que merecemos e que temos valor. Não tenho dúvidas que todos darão o seu melhor, o prof. Mário Palma não ficará desapontado nem arrependido.Como encara estar incluído neste primeiro lote de escolhas? Está preparado para lutar por um lugar entre os melhores?Encaro esta chamada com muito orgulho e motivação e olho para ela como uma cpaís. Acho que estou preparado para este desafio e obviamente que a partir do momento que soube que ia estar no estágio o meu pensamento só está em fazer tudo para integrar a equipa final.Em nome dos jogadores mais jovens, o que podes prometer durante os trabalhos da Seleção Nacional?Uma promessa de dedicação e de respeito. Já todos representámos seleções jovens mas o grande objectivo de um jogador é atingir o patamar máximo do basquetebol nacional, a Seleção A. Assim sendo, estão reunidas todas as condições para os níveis de concentração e motivação estarem no máximo. Vamos dar tudo.
Portugal cai de cabeça erguida ante Israel (56-59)
Aprendemos desde pequeninos que é preciso saber ganhar, respeitando os vencidos e saber perder, felicitando os vencedores. É assim que mandam as regras… mas sabe sempre bem ir coleccionando de vez em quando, um ou outro êxito, porque eleva a auto-estima e transmite-nos mais confiança na abordagem para futuros desafios.
Soubemos das notícias durante a nossa estadia em Tel Aviv. Com estes avanços tecnológicos das redes sociais, a informação propaga-se com uma rapidez impressionante e chega a todo o mundo num ápice. Particularmente as más notícias. Fez ontem uma semana que faleceu subitamente, na região de Aveiro, vítima de ataque cardíaco, uma antiga praticante da modalidade, natural da Madeira, que jogou em todos os 3 clubes do Funchal que chegaram a participar em simultâneo no campeonato da Liga Feminina, há alguns anos atrás (Nacional, União e CAB Madeira). Odília Rodrigues, assim se chamava, deixou-nos prematuramente (ainda não tinha 40 anos) e quem andou ligado a estas coisas do basquete recorda-se perfeitamente, digo eu, pelas características singulares (baixa estatura e terrível triplista). Talvez a jogadora sénior mais baixa a jogar no 1º nível do basquete feminino português, tal como Clara Silvestre (formada no Académico FC, da Cidade Invicta), temível atiradora também, que mais tarde jogou no CIF (anos 90), nos tempos de Sharon Deal, Xana Condinho, Paula Mirandela da Costa, Teresa Pais, entre outras. Odília antes de abandonar a modalidade, ainda representou a AD Vagos e esteve ligada ao GD Gafanha (?), pensamos nós, fixando depois residência na região de Aveiro. Que descanse em paz. Os nossos sentidos pêsames, em nome pessoal e da FPB, a todos os familiares, amigos, antigas companheiras de equipa e responsáveis dos clubes que ela representou. Outra notícia que nos deixou a todos preocupados foi o acidente de viação de que foi vítima, na passada 6ª feira (?), a jovem internacional Mafalda Barros (Sub-16 e Sub-18), madeirense também, que este ano não jogou (veio prosseguir os seus estudos no Porto), mas que representou nas últimas épocas o CAB Madeira, jogando pelo Marítimo (clube satélite) na 1ª Divisão Feminina. A primeira informação foi de que Mafalda Barros estava em coma (o acidente nos arredores do Porto fora grave), mas felizmente soubemos ontem, através de Carla Freitas, que já tinha saído do estado de coma, embora o seu estado ainda inspirasse cuidados. Desejos de rápidas melhoras, Mafalda, são os votos de toda a comitiva aqui em Israel.Mas vamos ao jogo que fechou esta campanha europeia de 2013. Portugal perdeu (56-59) mas caiu de cabeça erguida. Com honra. A 46,6 segundos do termo Vera Correia encostava de novo o resultado (56-57), para Israel. A fortuna não quis nada connosco nesse lapso de tempo e Michal Epstein provocou a sua 10ª falta e na linha de lance livre, com 7,4 segundos para jogar, não tremeu, convertendo as duas tentativas (56-59). De imediato Ricardo Vasconcelos esgota os descontos de tempo (o 3º), as israelitas fazem uma falta inteligente (a quarta) sobre Carla Freitas… e já não houve tempo para mais. Israel fez o pleno de vitórias mas as coisas estiveram muito tremidas, frente às guerreiras lusas.As comandadas de Ricardo Vasconcelos jogaram de igual para igual durante os 40 minutos. Ganharam dois períodos, o 2º (15-13) e o último (17-12), tendo perdido o inicial (12-16) e o 3º (12-18). Partida quase sempre muito equilibrada, com a maior vantagem a ser de 9 pontos para as anfitriãs, por duas vezes: 36-45 no minuto 29 (final do 3º período) e 39-48 no arranque do derradeiro quarto (minuto 31). Nos últimos 10 minutos, as diferenças oscilaram entre os 8 pontos (42-50) e a diferença mínima (56-57), mas quase sempre entre os 2 e os 5 pontos. Portanto jogo em aberto, à distância de um ou dois triplos, com as nossas representantes a correr atrás do prejuízo.Ricardo Vasconcelos no final do encontro fez a sua habitual análise: “Penso que montar uma equipa que perdeu 7 jogadoras (das quais 5 interiores) do ano passado para este ano, em 3 semanas, sendo que na 1ª semana ainda tínhamos a final da Liga Feminina a decorrer (não contámos com o grupo todo) seria difícil pedir muito mais. Esta sensação de que perdemos o jogo que tínhamos competência para ganhar, juntamente com a forma excepcional como nos batemos contra equipas com muito mais soluções que nós (jogadoras que jogam a Euroliga) é uma sensação agridoce irritante. Por um lado sentir que estamos quase lá e por outro a sensação de que nos falta algo essencial para mudar o rumo das coisas: confiança e auto-estima mais elevadas. É decisivo acreditarmos no nosso trabalho!”. O seleccionador nacional comentou de seguida como viu o jogo: “Quanto ao jogo, perdemos contra um Israel fortíssimo, na forma como joga o bloqueio directo e high-low game (poste alto-poste baixo) obrigou-nos d ponto de vista defensivo a ter uma estratégia muito clara na forma como a bola não poderia circular. Fomos competentes nessa estratégia durante 70% do tempo de jogo e obrigados a mudar para defesa zona nos últimos 5 minutos, devido a estarmos carregados de faltas, nomeadamente os dois postes com 4 faltas cada. Fico com a sensação de que se tivéssemos hoje uma percentagem de 3 pontos à imagem dos jogos anteriores, poderíamos ter levado de vencida uma equipa que vai disputar a meia-final com a Grécia.”. A finalizar disse: “Penso que saímos de Lisboa com muitas dúvidas sobre o quanto iríamos se competitivos e vamos regressar a Lisboa com a sensação de que com dois ou três cestos a mais por jogo poderíamos ser nós a apurar…”. Nas vencedoras destaque para a prestação de Michal Epstein, MVP do jogo (16,5 de valorização), segundo a estatística oficial, que fez um duplo duplo (14 pontos, 4/5 nos duplos, 3 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências, 2 roubos e 10 faltas provocadas, com 6/9 nos lances livres), seguida de Liron Cohen (9 pontos, 2 ressaltos defensivos, 10 assistências e 1 roubo), Katia Levitsky (12 pontos, 6/9 nos duplos, 5 ressaltos defensivos, uma assistência e 1 roubo) e Shay Doron (10 pontos, 5/8 nos duplos, 1 ressalto defensivo, 5 assistências, 1 roubo e 5 faltas provocadas).Na selecção portuguesa, a mais valiosa foi a poste Sofia Carolina (13,5 de valorização na estatística oficial), mas que estava errada. Quem lançou os dados devia ter estado a ver outro jogo, porque de certeza que pelo menos os ressaltos dela (nº 14) estavam trocados com a sua companheira Carla Nascimento (nº 13). Terminou com 14 pontos, 7/13 nos duplos, 10 ressaltos sendo 2 ofensivos, 3 roubos, 1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas. Feita esta correcção, a sua valorização passaria a ser 19,0, portanto seria com toda a justiça a MVP do encontro. Foi bem acompanhada por Vera Correia (11 pontos, 2/3 nos duplos, 5 ressaltos sendo 1 ofensivo, 2 roubos e duas faltas provocadas com 4/4 nos lances livres) e Mª João Correia, melhor anotadora do jogo (17 pontos, 3/6 nos duplos, 3/9 nos triplos, 1 ressalto defensivo, duas assistências, 1 roubo e 4 faltas provocadas, com 2/4 nos lances livres). A capitã Carla Nascimento que entrou mal no jogo (3 turnovers nos 3 primeiros ataques) acabou por se recompor, fazendo um jogo de sacrifício, com marcação cerrada à base contrária (a experiente Cohen), distinguindo-se nos passes decisivos que fez (3), capítulo onde Inês Faustino foi quem conseguiu mais assistências (4). Resultados da 3ª e última jornada:Portugal 56-59 IsraelAlemanha 87-83 Macedónia (após prolongamento)Na partida que encerrou a competição, foi preciso recorrer a prolongamento (75-75, no final dos 40 minutos). Nos 5 minutos extra a Alemanha soube aproveitar as desqualificações de Dimovska (27 pts, 7/13 nos triplos, 5 ass.) e de Givens (20pts/8 ress./6 ass.), pedras influentes nas opositoras, para chegar ao triunfo. Skuballa (25 pts, 5/10 nos triplos, 5 ress. e 4 ass.), Fikiel (16 pts/ 18 ress./3 ass.) e Breitreiner (18 pts/4 ress./3 ass.) foram decisivas no êxito germânico. Ficha de jogoArena de Elitzur Delek, em RamlaPortugal (56) – Carla Nascimento (2), Carla Freitas (6), Ana Oliveira (2), Vera Correia (11) e Sofia Carolina (14); Inês Faustino (3), Mª João Correia (17), Lavínia Silva (1), Francisca Braga, Dora Duarte, Mª João Andrade e Joana JesusIsrael (59) – Liron Cohen (9), Shani Levy, Shay Doron (10), Michal Epstein (14) e Katia Levitsy (12); Shiran Zairy (), Bar Galinski, Ekaterina Abramzon (2), Noa Ganor (6), Jennifer Fleischer, Naama Shafir e Dannielle Diamant (6)Por períodos: 12-16, 15-13, 12-18, 17-12Árbitros: Georgios Tanatzis (GRE), Maka Kupatadze (GEO) e Semen Ovinov (RUS)Classificação final:1º Israel 3V-0D -199/169- 6 pts2º Alemanha 2V-1D -210/210- 5 pts3º Macedónia 1V-2D -199/215- 4pts4º Portugal 0V- 3D -171/185-3 pts Israel irá agora defrontar nas meias-finais, a duas mãos (casa e fora), o vencedor do Grupo A (Grécia). Polónia (Grupo B) e Bulgária (Grupo C) são os outros semifinalistas. Os dois apurados
Portugal 2º no Torneio de Bourg en Bresse
No terceiro jogo, que constituiu a final do referido torneio, as Lusas perderam com a República Checa por 49-81 com os parciais de 17-21 6-21 11-20 15-19. O torneio revelou-se por isso um sucesso que irá agora ser por certo capitalizado na continuação da preparação desta Seleção para o Europeu de Sub 20 na Bulgária de 4 a 14 de Julho, realizando entretanto ainda 2 jogos de preparação com esta mesma República Checa de 21 a 23 de Junho.
O andamento do marcador não deixa qualquer dúvida sobre a superioridade das congéneres Checas, sobretudo nos ressaltos (48), com especial destaque para os ressaltos ofensivos conquistados (19), e também na eficácia ofensiva (40% de lançamentos de campo e 44%, 11 em 25, de tiros de 3 pontos). Estes dois factores foram desequilibradores para uma equipa já de si muito forte, quer na homogeneidade (a utilização das jogadoras variaram entre os 15 e os 21 minutos), quer na sua fortíssima compleição física. Nas Portuguesas, destaque para a agressividade defensiva que evitou que o jogo resvalasse para números superiores. No 3.º lugar ficou a França e no 4.ª a Holanda, ambas da Divisão A.A titulo individual de destacar os prémios de melhor, marcadora e MVP atribuídos a Laura Ferreira bem como a inclusão desta e de Inês Viana no 5 ideal do Torneio.
Carla Nascimento completou a 100ª internacionalização
Mas a nossa ideia foi sempre de dedicar mais algum espaço e tempo a esta efeméride… porque não se fazem 100 internacionalizações todos os dias.
Isto para dizer que Carla Nascimento igualou no ranking das jogadoras internacionais ao serviço das selecções nacionais a incontornável Ticha Penicheiro e Nádia Tavares, ambas já integrantes do clube das centenárias. Mais: com a 101ª a atingir mais logo ante a nossa já bem conhecida selecção de Israel, igualará Mónica Duarte e Sara Filipe, por sinal (é apenas uma curiosidade…) as duas atletas que antecederam Carla no cargo de capitã da selecção nacional sénior, ficando a apenas duas de fazer companhia a Sónia Reis (8º lugar com 103). “Para mim é uma grande honra ter atingido este objectivo. Nestes anos que tenho de actividade internacional já passei por alguns ciclos de treinadores e de equipas. A 100ª chega numa altura em que sentimos estar cada vez mais perto de atingir um nível internacional que já se pode considerar bastante bom. Lutar de igual para igual como o fizemos ontem frente à Alemanha, que é uma selecção do 1º nível europeu (Divisão A), quando havia dois níveis, era uma situação impensável há algum tempo atrás. Embora defrontando equipas com índices físicos normalmente superiores (mais altas, mais pesadas e com maior envergadura), a nossa evolução em termos de nível técnico-táctico começa a aproximar-se delas e conseguimos muitas vezes equilibrar as coisas.”, começou por referir a nossa interlocutora. Passando em revista estes anos em que temos acompanhado as selecções nacionais, nomeadamente de seniores e Sub-18 femininos, desde 2004, recordámos o Europeu de Sub-20 Femininos, Divisão B, em Druskininkai (Lituânia). Carla Nascimento fazia parte dessa selecção, comandada por José Leite sendo José Carruna o adjunto, de que faziam parte, entre outras, Tamara Milovac, Joana Lopes, Dora Duarte, Célia Simões, Andreia Coelho, Inês Aragão, Carla Ribeiro, todas de 1986, e ainda Nádia Tavares e Ana Paula Silva, as benjamins do grupo (de 1988), se a memória não nos atraiçoa. Foi a 1ª selecção em que nos cruzámos e desde então já não têm conta as repetições. Com Carlos Portugal (até 2009) e desde 2010 com Ricardo Vasconcelos, actual seleccionador nacional feminino. “Foi depois desse campeonato, ganho por Israel (com Shay Doron a ser a MVP da competição) e ainda Ekaterina Abramzon, que integram o conjunto israelita nosso oponente esta tarde, que comecei verdadeiramente a minha carreira a nível de clubes, já como sénior. Joguei no Santarém Basket , liderado pela Mariyana Kostourkova e tendo Sónia Reis e Tamara Milovac como companheiras de equipa, durante meia temporada e depois fiz a minha 1ª experiência em Espanha, onde representei o Olesa (de Montserrat), nos arredores de Barcelona, da 2ª Liga espanhola e aí joguei ao lado da Helena Boada, que defrontámos na semana passada, aquando do os jogos de preparação com a Eslovénia, em Kranjska Gora. Afinal ela não conseguiu resolver a questão da naturalização (o passaporte dela não chegou a tempo…) e por isso não pôde representar a Eslovénia nos jogos da fase de qualificação a decorrer na Bulgária (Samokov). Em 2006/07 fui para o CAB Madeira, com Ricardo Vasconcelos como treinador principal, seguindo-se o Boa Viagem, AD Vagos e depois de acabar o meu curso (Comunicação Social) prossegui a minha carreira em Espanha (Universitário de Ferrol, ADBA de Avilez e CB AlQazares, de Cáceres), clube este onde fiz a época de 20012/13 e meia temporada no ano anterior (2011/12) quando saí de Avilez. Este ano falhámos por uma nesga a subida à 1ª Liga, tendo sido promovida a equipa onde jogava a Carla Freitas.”, recordou Carla Nascimento como sendo alguns dos marcos mais importantes do seu percurso basquetebolístico.“ Sobre o futuro, a priori irei continuar em Cáceres. Até quando? Não sei. Vamos pensando ano a ano. Gostava de fazer ainda muitas coisas, a nível de basquetebol. Mas não descuro a área profissional em que investi. Em Cáceres escrevia uma coluna semanal (A base de Carla), no El Periodico de Extremadura, em que tinha ampla liberdade mas sempre sobre desporto e também, como hobby, dava aulas de ginástica de manutenção a 4 grupos de senhoras reformadas, dos 40 aos 70 e tal.”Por último e respondendo no concreto à questão colocada em como tem sido esta experiência “nova” como capitã de equipa, Carla foi peremptória e assertiva: “Julgo que também já tinha desempenhado cargo idêntico nas Sub-20, mas numa selecção não há muito tempo para grandes preocupações. A rotina do dia a dia nos estágios é muito absorvente, basicamente é passar a informação às minhas companheiras. Não há grandes histórias nem complicações. Acho que é fundamental ter bom senso, ponderação e respeito por todos os elementos do grupo de trabalho.”.
Excepcional atitude do seleccionado luso
Não era propriamente o adversário ideal para se tentar apagar a imagem deixada na véspera, frente à Macedónia, em teoria o mais acessível dos três opositores. Foi pena efectivamente o desaire inicial que baixou os níveis de confiança, mas por outro lado funcionou como que um tónico, uma injecção de adrenalina, de querer, de vontade em querer rectificar a má prestação anterior. A poderosa selecção germânica teve que puxar dos galões, acabando por ganhar, mas que a vitória foi apertada, disso não restam dúvidas. Basta dizer que a 2 minutos e 40 segundos do termo a vantagem das nossas opositoras era de 6 pontos apenas (64-58).
Com um cinco inicial muito poderoso fisicamente (média de 1,84 m), em que a mais baixa e única abaixo do 1,80 m era a base Tina Menz (1,75 m), a Alemanha apresentava desde logo vantagens de estatura, posição por posição, com a estatura média das portuguesas a rondar o 1,77 m, sendo Sofia Carolina (1,89 m) a única acima doa fasquia do 1,80 m.No quarto inicial (20-14) o equilíbrio foi a nota dominante até ao minuto 4 (8-7), numa toada de alternância, mas 2 triplos consecutivos de Breitreiner no minuto 5 (11-7) e no minuto 6 (14-9) obrigaram de imediato Ricardo Vasconcelos a parar o cronómetro pela 1ª vez. A entrada de Mª João Correia no minuto 5 por troca com Carla Freitas emprestava maior rapidez na transição ofensiva, mas a vantagem germânica mantinha-se sem grandes flutuações, entre os 4 e os 6 pontos. No início do 2º período (23-17), a 2ª falta da atiradora Carla Freitas, que já tinha acertado o seu 1º triplo no 1º quarto, fê-la regressar ao banco, mas a mão quente de Mª João Correia (mais duas bombas) no minuto 14 (24-21) e no minuto 18 (31-28) mantinha o jogo em aberto. A poste Fikiel impunha a sua envergadura na tabela ofensiva fazendo 33-28 e da linha de lance livre (36-29), mas depois de se ter reduzido para 36-31, Portugal consentiu um parcial de 7-0 em menos de um minuto, com o 4º triplo de Breitreiner a cair a 28 segundos da buzina e Menz a fixar os 43-31, em cima do intervalo. No início do 3º quarto (13-10) a nossa equipa não entrou bem. A 3ª falta de Carla Freitas e dois duplos do adversário, logo no minuto inicial, elevaram a contagem para 47-31, a maior diferença até então (16 pontos). Durante mais de 4 minutos Portugal não acertou com o cesto, mas do outro lado a eficácia também não era a melhor, mas no espaço de um minuto Sofia Carolina e Vera Correia (2 lances livres) repunham a diferença do intervalo (12). Desconto de tempo pedido pela treinadora germânica Alexandra Maerz, com a equipa a atingir a 4ª falta no minuto 26, mas sem resultados práticos, porque o seleccionado luso baixava a fasquia para 9, através de uma penetração de Mª João Correia (47-37) e com um lance livre de Carla Freitas (47-38) à entrada do minuto 27. Novo período de desconcentração luso e um parcial de 7-0 consentido, com Stephanie Wagner a lançar de 3 pontos sem oposição e a concretizar os 54-38, no minuto 28. Acto contínuo nova paragem de cronómetro pedida pelo treinador português, mas a vantagem germânica a manter-se nos 15 pontos ao cabo de 30 minutos jogados (56-41).No último período (18-10), o único ganho pelas nossas representantes, a 2ª bomba de Carla Freitas logo no minuto 32 (58-44), respondendo ao duplo da poste Fikiel (58-41), foi o ponto de partida para um parcial de 0-10, imposto por Portugal, reduzindo o prejuízo para 7 pontos (58-51), com a capitã Carla Nascimento também a fazer o gosto ao dedo da linha de 3 pontos (58-49), no minuto 34, obrigando Alexandra Maerz a parar também o cronómetro, porque a selecção lusa estava em crescendo. À entrada do minuto 36, Vera Correia acertava o seu único triplo (60-54) e mantinha a esquadra alemã em sentido. Portugal estava à distância de 2 triplos e tudo podia acontecer. As comandadas de Ricardo Vasconcelos continuavam a acreditar na reviravolta apesar de a diferença ter voltado à dezena (64-54), no minuto 37. O seleccionador luso esgotava os descontos de tempo e dois duplos consecutivos de Carla Freitas (um deles a pisar a linha dos 6,75 m) em escassos 30 segundos voltaram a encurtar a diferença para 6 (64-58), com 2,40 minutos para jogar. Portugal continuava a lutar bravamente mas a MVP da partida, Fikiel, sentenciou o encontro no minuto 38 (66-58). Ainda houve tempo para Breitreiner falhar 2 lances livres a meio do minuto 39 e alguns segundos decorridos Mª João Correia provocou a exclusão (5ª falta da base Tina Menz) e selou o resultado final (66-59) da linha de lance livre.Ricardo Vasconcelos, mesmo tendo perdido novamente, estava satisfeito com o comportamento da sua equipa: “ Jogamos ao ritmo da adversidade que nos aparece. Preparados para um jogo difícil, com um adversário forte, tivemos uma atitude excepcional que, na minha maneira de ver tem que ser a atitude para encarar qualquer jogo, independentemente da qualidade do opositor. A quantidade de lançamentos falhados debaixo do cesto impediu-nos de vencer esta partida. Uma equipa que lança ao cesto 82 vezes, perde 13 bolas, obriga o adversário a cometer 25 turnovers e tem 15 possibilidades em segundos lançamentos, com uma percentagem normal, não pode perder o jogo. Mas 28% em lançamentos de campo é fraquíssimo…”. De seguida o seleccionador nacional prosseguiu:“ “Obrigámos a Alemanha a fazer 60% de lançamentos de 2 pontos e a 57% de triplos na 1ª metade, porque sem essas percentagens ao intervalo, já podíamos estar na frente do marcador.”. A finalizar, disse: “Do ponto de vista estratégico cumprimos na quase totalidade com o plano: conseguimos trabalhar bem o ressalto ofensivo e impedir lançamentos sem oposição em transições rápidas em que as alemãs são peritas (contra ataque). Quem falha 50 lançamentos e sofre apenas 16 pontos em contra ataque, é porque conseguiu neutralizar aquele que seria a arma mais forte da equipa adversária.”Destaque nas vencedoras para a soberba actuação da poste (1,95m) Katharina Fikiel, MVP do encontro (35,0 de valorização) que fez um duplo duplo ao contabilizar 16 pontos, 16 ressaltos sendo 3 ofensivos, uma assistência, 1 roubo, 2 desarmes de lançamento e 7 faltas provocadas, estando irrepreensível da linha de lance livre ao fazer 8/8. Contributos também importantes tiveram a extremo/poste Margret Skuballa (17,0 de valorização), também com um duplo duplo (10 pontos, 4/4 nos duplos, 10 ressaltos defensivos, 5 assistências, 2 roubos e duas faltas provocadas, com 2/3 nos lances livres) e a experiente atiradora Anne Breitreiner (21 pontos, 4/7 nos triplos, 5 ressaltos sendo 1 ofensivo, 4 assistências, 1 roubo e 6 faltas provocadas). Para se ver o respeito que a treinadora germânica teve por Portugal, basta dizer que este trio jogou 37.24, 36.04 e 32.35 minutos, respectivamente. E mesmo assim Breitreiner, ao fazer a 4ª falta no 3º período, à entrada do minuto 26, teve que ir para o banco, regressando ao jogo somente no último quarto, no minuto 34.Na selecção portuguesa a mais valiosa acabou por ser a poste Sofia Carolina (17,0 de valorização), que conseguiu um duplo duplo (10 pontos, 5/17 nos duplos, 13 ressaltos sendo 7 ofensivos, uma assistência, 1 roubo, 2 desarmes de lançamento e duas faltas provocadas), bem secundada por Mª João Correia, com 14,0 de valorização (16 pontos, 3/10 nos duplos, 3/7 nos triplos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, duas assistências, 5 roubos e 6 faltas provocadas, com 1/2 nos lances livres). De referir igualmente os contributos de Vera Correia (9 pontos, 1/3 nos triplos, 6 ressaltos sendo metade ofensivos, duas assistências e duas faltas provocadas, com 2/2 nos lances livres), Carla Freitas (11 pontos, 2/6 nos triplos, 6 ressaltos sendo 4 ofensivos, 2 roubos e duas faltas provocadas, com 1/2 nos lances livres) e Lavínia Silva (7 ressaltos sendo 5 ofensivos e uma assistência). Carla Nascimento, que somou neste encontro a sua 100ª internacionalização, viu a sua valorização ser fortemente penalizada pela fraca eficácia nos lançamentos de 2 pontos (3 em 14 tentados), uns fraquinhos 21%. A vitória da Alemanha deveu-se essencialmente á maior eficácia nos lançamentos de campo (45%-28%), nomeadamente nos duplos (50%-27%), já que nos tiros do perímetro a diferença não foi significativa (33%-32%). Foi mais colectiva (19-12 assistências) e provocou mais faltas (21-18), tendo ido para a linha de lance livre 20 vezes contra 10 de Portugal.Por seu turno a selecção portuguesa ganhou as tabelas (44-48 ressaltos), particularmente a tabela ofensiva (8-25 ressaltos), com o facto anormal de ter conseguido mais 2 ressaltos ofensivos do que os defensivos (23). Cometeu menos erros (25-13 turnovers) e roubou o dobro de bolas (6-12 roubos). Resultados da 2ª jornada:Alemanha 66-59 PortugalMacedónia 56-72 IsraelNo encontro que fechou a ronda, Israel fez a diferença no 2º quarto, chegando ao intervalo na frente (31-40). A segunda vitória garantiu-lhe matematicamente o 1º lugar no Grupo D e o consequente apuramento para as meias-finais do play-off do EuroBasket Feminino 2015. Destaque nas vencedoras para a poste Jennifer Fleischer , MVP do jogo (17 pts/17 ress/4 f.prov.), bem acompanhada por Shay Doron (16 pts./5 ress/4 ass./2 rb./2 d.l.)e Liron Cohen (12 pts/7 ass./2 rb.). Na Macedónia brilhou a norte-americana naturalizada Chrissy Givens (25 pts/11 ress/5 ass./12 f.prov.). Ficha de jogoArena Elitzur Delek, em Ramla Alemanha (66) – Tina Menz (8), Anne Breitreiner (21), Birte Thimm (4), Margret Skuballa (10) e Katharina Fikiel (16); Svenja Brunckhorst, Stephanie Wagner (7), Lea Mersch e Finja Schaake ()Portugal (59) – Carla Nascimento (9), Carla Freitas (11), Ana Oliveira (3), Vera Correia (9) e Sofia Carolina (10); Mª João Correia (16), Lavínia Silva, Inês Faustino (1), Joana Jesus e Mª João AndradePor períodos: 20-14, 23-17, 13-10, 10-18Árbitros: Georgios Tanatzis (GRE), Piotr Pastusiak (POL) e Özlem Yalman (TUR)Classificação (após a 2ª jornada):1º Israel – 2V-0D -140/113- 4 pts.2º Alemanha -1V-1D -123/127-3 pts.3º Macedónia -1V-1D -116/128-3 pts.4º Portugal -0V-2D -115/126-2 pts.Jogos para domingo (3ª e última jornada):Portugal-Israel (18H00) e Alemanha-Macedónia (20H45)
Portugal bate França e Holanda
Este domingo Portugal defronta a República Checa, pelas 13h45.
O domínio da equipa portuguesa foi inequívoco, registando 22-12, 18-16, 20-12 e 10-15 nos quatro períodos frente à França, tendo inclusivamente chegado a dispor de uma vantagem de 21 pontos no terceiro quarto. Foi um jogo de muita alma e defensivamente perfeito, tendo em conta que a Seleção tem apenas 5 treinos de preparação. Ofensivamente Portugal foi eficaz em toda a linha, exceto nos lances livres. As melhores marcadoras portuguesas foram Laura Ferreira, com 24 pontos, seguindo-se Joana Canastra, com 12, e Inês Viana, com 10. Jogaram as 12 atletas. De registar que ainda faltam 2 atletas no grupo, Joana Jesus e Nádia Silva, por estarem em competição na Seleção Nacional Sénior e na final da 1.ª Divisão, respetivamente, e que apenas se juntarão ao grupo a partir de 14 de Junho.Em jeito de conclusão, importa assinalar que esta vitória é histórica pois marca o primeiro triunfo de um seleccionado luso perante a França.No encontro com a Holanda, o triunfo surgiu após prolongamento, com os parciais de 15-13, 12-14, 10-7 e 14-14 (que inclui o prolongamento).Foi um jogo muito difícil, pois se no dia anterior Portugal foi a surpresa, neste já teve de trabalhar ainda mais duro, e sobre algum cansaço. Sempre pressionante, mas alternando defesas individuais e zonais, a equipa conseguiu estar sempre no jogo, independentemente dos momentos menos bons. Claramente abaixo no plano ofensivo (30% de 2, 8% de 3 e 63 de L.L.) conseguiu estar uma vez mais exímia no plano defensivo, rigorosa e cumpridora do plano traçado. No final do jogo, a alma lusa guerreira veio ao de cima e claramente, foi a única equipa com pulmão para liderar o marcador.De realçar o facto de que esta Holanda ser um conjunto já de Divisão A em todos os seus escalões e irá disputar este ano o Mundial de Sub-19
Seleção Sub 20 Masculinos inicia preparação final
* CONVOCATÓRIA (para a semana de 10 a 15 de Junho):Staff– Vice-Presidente responsável – Carlos Pires- Secretário administrativo – Carlos Varandas- Selecionador/Treinador Principal – André Martins- Treinador adjunto – João Costeira- Fisioterapeuta – Guilherme BarretoJogadores– André Miguéns – SL Benfica- Artur Castela – SL Benfica- Bruno Cabanas – FC Barreirense- Diogo Ventura – S Algés D- Emanuel Sá – AD Ovarense- Henrique Piedade – Estoril- Hugo Sotta – Dragon Force- João Gallina – Dragon Force- João Grosso – Espanha- João Ribeiro – SL Benfica- Jonah Callenbach – Espanha- Julio Silva – AD Ovarense- José Miranda – Dragon Force- Miguel Maria – França- Pedro Bastos – Dragon ForcePROGRAMA DE PREPARAÇÃOTendo em vista a participação desta seleção no Campeonato Europeu 2013 que se realizará entre os dias 12 e 22 de Julho em Bucareste, na Roménia, e de acordo com a calendarização estabelecida, os respetivos trabalhos de preparação decorrerão nos seguintes termos:* Entre 10 e 15 de Junho – Estágio em Sangalhos/Anadia * Entre 17 e 22 de Junho – Estágio no Caramulo/Tondela* Entre 24 e 27 de Junho – Estágio no Caramulo/Tondela* Entre 28 de Junho a 30 de Junho – Torneio Internacional no Caramulo/Tondela* Dia 2 – Concentração final e estágio em Lisboa* Dia 3 – Viagem para a Roménia* Entre 4 e 11 Julho – Estágio na Roménia com disputa de 2 jogos* Entre 12 e 22 de Julho – Campeonato da Europa em Pitesti, Roménia* 22 de Julho – Viagem de regresso a PortugalO selecionado português integrará na 1ª Fase o Grupo B juntamente com a Finlândia, Bélgica, Suíça e Holanda.O calendário do campeonato relativo a esta fase estipula a seguinte sequência de jogos para a equipa lusa (sempre no Universitatae Spor Hall):12/07/13 – 19,30h – Finlândia – PORTUGAL 13/07/13 – 19,30h – PORTUGAL – Bélgica 14/07/13 – 17,15h – PORTUGAL – Suíça 16/07/13 – 15,00h – Holanda – PORTUGAL Aproveitamos para reconhecidamente registar a disponibilidade de diversas entidades para colaborarem com a FPB na concretização do programa desta seleção, nomeadamente a ESTALAGEM DE SANGALHOS, a CM DE ANADIA, o HOTEL DO CARAMULO e a CM DE TONDELA, bem como da FRABIGIMNO que enquanto parceiro da FPB colocará o piso no Pav. do Caramulo.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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