Artigos da Federaçãooo

Novo triunfo nacional

Desta feita, na Suíça, Portugal derrotou a formação helvética, por 59-56.

A equipa voltou a defender muito bem, mas também registou más percentagens de lançamentos de campo. E ao contrário do que tem sido habitual, fez demasiados turnovers.Portugal chegou ao final dos primeiros 10 minutos de jogo no comando do marcador (18-14), situação que se manteve ao intervalo. (34-28). Todavia, os suíços dominaram o terceiro quarto (12-18), mas a Selecção acabou por corrigir o problema no derradeiro período do encontro (13-10).Por Portugal alinharam a marcaram: José Costa (2), Miguel Minhava (0), Paulo Cunha (13), Cláudio Fonseca (2), Filipe da Silva (3), Carlos Andrade (6), Fernando Sousa (4), Elvis Évora (5), Miguel Miranda (13), João Santos (0), Tomás Barroso (0), Marco Gonçalves (4) e José Silva (7).As duas equipas voltam a defrontar-se esta quarta-feira, igualmente em Friburgo.


Vem apoiar PORTUGAL!

Vem dar o teu contributo e apoiar a Selecção Nacional nesta importante partida que terá lugar no Pavilhão Multidesportos Dr. Mário Mexia, em Coimbra, com o apoio da Câmara Municipal de Coimbra e associação de Basquetebol de Coimbra.

Todos seremos poucos para ajudar os jogadores portugueses a repetirem o feito de 2007 e marcarem presença na Fase Final do Europeu!

Não Faltes!! Vem Apoiar PORTUGAL! ENTRADAS LIVRES


«Ficar nos 8 primeiros»

A equipa portuguesa está inserida no Grupo A, juntamente com a Letónia, Ucrânia e Luxemburgo. Leia nos detalhes desta notícia a entrevista à seleccionadora nacional, Catarina Neves.

Na sua opinião quais as expectativas para este Campeonato da Europa? Temos como objectivo classificativo ficar nos oito primeiros lugares, contudo, não vacilaremos se se proporcionarem outro tipo de oportunidades. Temos também a pretensão de ser competitivas em todos os jogos que viermos a disputar, estando sempre na discussão do resultado final.Na sua opinião, quais as principais debilidades que referencia neste grupo de trabalho? E os pontos fortes? A principal debilidade é claramente a falta de experiência internacional e de competição sob situações de ansiedade e algum nervosismo. Apenas três jogadoras já tiveram experiência de Europeu. Como pontes fortes, saliento a capacidade de trabalho e o carácter da equipa. As nossas atletas vão sair de consciência tranquila de todos os jogos e com o sentimento de dever cumprido, não tenho dúvida nenhuma disso. Como está a correr o período de preparação? A preparação está a decorrer de acordo com o planeado. Estivemos na Covilhã na 1ª semana de trabalho e entretanto mudamos para Anadia. Estamos numa fase de consolidação de processos técnico-tacticos e de um apurar da forma física. Procuramos também fazer alguns jogos de treino (com rapazes) no sentido de afinar e corrigir pormenores do nosso jogo.E o que dizer do grupo que vos saiu em sorte? Quando disputamos Europeu de Sub-16, as referências que temos das gerações dos outros países são muito poucas e como competimos pouco a nível internacional também não temos uma noção exacta do valor das nossas atletas. Portanto é sempre uma análise falível. A Letónia é tradicionalmente uma equipa forte que luta para subir de divisão. A Ucrânia, neste dois últimos Europeus não conseguiu bons resultados classificativos mas é sempre das melhores selecções em termos físicos, com atletas muito altas e disponíveis fisicamente. O Luxemburgo, julgamos ser uma equipa que será de um nível inferior ao nosso.Julgamos não ser um grupo fácil, mas acreditamos que vamos ser competentes com qualquer um dos adversários.Nestas idades as Selecções Nacionais são sempre associadas a gerações. De que forma caracterizaria esta geração que vai participar no campeonato de sub-16? É uma geração com bastante potencial. São fisicamente muito disponíveis e intensas a trabalhar. Gostam do treino e estão dispostas a sacrifícios pois percebem que é o caminho para serem muito boas. Têm, naturalmente, algumas debilidades mas a margem de progressão e de aprendizagem é enorme. Revê potencial neste grupo para que se mantenha o sucesso das selecções jovens femininas? Com certeza que sim. Elas têm sonhos e ilusões relativamente à carreira que podem vir a fazer no basquetebol, e este facto vai continuar a motiva-las a serem melhores dia após dia, treino após treino. Elas vão ser a base das próximas Selecções jovens. Perspectivo também, nalguns casos, capacidade e talento para chegar à Selecção sénior.


Viagem cansativa mas sem problemas de maior

A partida com ligeiro atraso não se traduziu em incumprimento do horário previsto, porque o voo 536 da TAP recuperou e chegou sensivelmente à hora prevista ao aeroporto de Budapeste, primeira etapa da viagem.

Depois foram mais duas horas de autocarro (um minibus de 20 lugares com um atrelado que transportava a bagagem) até Miskolç. Ficámos instalados no Uni-Hotel, que está integrado num complexo universitário, numa zona onde há muitos espaços verdes e infraestruturas desportivas. O tempo está agradável, não faz calor (a temperatura ronda os 20º C) o que para desportistas é bom. Mas nem tudo é bom. A primeira contrariedade surgiu ao jantar, com o que nos foi apresentado. Houve que pedir um reforço de pizzas que saciou as jovens basquetebolistas portuguesas. A não adesão ao euro por parte da Hungria não facilita as contas porque a moeda local (Forint) vale pouco: 265 Forint equivalem. a 1 Euro. Esta é a cotação que aparece no 1º Boletim Oficial do Campeonato, mas a ver vamos. No Aeroporto da capital húngara a conversão era mais desfavorável (1€ = 237 Forint). A comitiva, chefiada pelo vice-presidente José Tolentino, é composta pelos seguintes elementos: Jogadoras (12) Carolina Anacleto (AD Sanjoanense)Catarina Neves (GDESSA)Helena Costa (Basquete Barcelos)Helga Gonçalves (CRC Quinta dos Lombos)Inês Pinto (CPN)Jessica Almeida (Olivais FC)Joana Canastra (Zona Alta)Joana Jesus (CPN)Mafalda Barros (CAB Madeira)Nádia Fernandes (GDEMA Meneres)Raquel Jamanca (Montijo B Basket)Vânia Sousa (Colégio Calvão) Mariyana Kostourkova (seleccionadora)Ana Margarida Faria (treinadora adjunta)Maria José Pires (fisioterapeuta) A árbitro Samira Barrima viaja para Miskolç depois de amanhã, véspera do início da competição.


Portugal 12º no Europeu

No jogo de atribuição do 11º e 12º lugares, a Selecção Nacional perdeu com a Roménia, por 46-72.

Mais do que a derrota, a primeira parte do jogo foi bastante penosa para a equipa nacional, que voltou a repetir paupérrimas percentagens de lançamento, sem que a defesa fosse capaz de estancar o avançar do resultado.Aproveitando bem a diferença de alturas, mais evidente se tornou com a ausência de Artur Castela, os romenos cedo disparam no marcador por força de uma eficácia fantástica, que contrastava com a falta de pontaria dos portugueses. Nem os tiros abertos entravam, pois as situações de lançamento eram criadas, sendo que quase todos nem eram contestados.O nervosismo apoderou-se dos jovens portugueses, que pela primeira vez nos sete jogos disputados (ainda que alguns deles tenham sido frente às selecções mais fortes) estavam afastados da discussão do resultado. Para a segunda parte, havia que continuar a lutar pelo melhor resultado possível, tendo sempre em mente a responsabilidade e o orgulho de representar e dignificar uma Selecção Nacional. Com o cansaço e a menor inspiração individual de alguns jogadores fundamentais, aqueles que saltaram do banco corresponderam com uma atitude e uma entrega exemplar, tornando a segunda parte equilibrada e disputada.Não foi o final desejado mas em nada apaga a boa imagem deixada durante este Europeu, inclusive reconhecida pela maioria das equipas que se cruzaram no caminho da Selecção Nacional.Aprende-se mais nas derrotas do que nas vitórias e este jogo final será com toda a certeza para todos eles uma aprendizagem de vida que ficará para sempre nas suas carreiras desportivas.


Portugal supera Chipre

A jovem equipa portuguesa derrotou o Chipre, por 75-43, e prepara-se para medir forças, este sábado, com a Eslovénia.


Portugal perde com Holanda

Portugal perdeu frente à Holanda, por 48-68, na primeira jornada do Grupo B. O próximo encontro, a realizar já esta sexta-feira, será contra o Chipre.


Sub-18 ganham ao Luxemburgo

Portugal já foi afastado da luta pela subida de divisão e procura, nesta altura, obter a melhor posição possível, entre o 9.º e o 18.º classificados. Na partida, destaque para as actuações de Jonah Callenbach (23 pontos e 4 ressaltos) e André Miguens (16 pontos e 7 ressaltos). Segue-se a Geórgia, já esta quinta-feira.

A abordagem de Portugal a este jogo não foi a melhor. Houve uma incapacidade notória de parar as penetrações em drible, bem como adefesa do 1×1.O Luxemburgo chegou rapidamente ao 14-4 e, a partir daí, os jovens portugueses tiveram de correr sempre atrás do resultado, perante uma equipa que praticamente só defendeu zona 2×3 durante os 40 minutos.Ao intervalo a desvantagem era de 6 pontos (33-39), com os jogadores a recolherem ao balneário conscientes de que algo teria que mudar para a segunda parte.No segundo tempo, o empenho e o compromisso de conseguir defender com mais atitude foi a chave da vitória, ainda que só no quarto período Portugal tenha conseguido passar para a frente do marcador.Depois da derrota no dia anterior perante a Geórgia, após prolongamento, os luxemburgueses ofereceram novamente excelente réplica, num daqueles encontros que, mesmo sem jogar bem, o importante para Portugal foi mesmo ganhar.Foi uma partida que confirmou a certeza de que não existem jogos fáceis num Campeonato da Europa. De salientar ainda a lesão de Artur Castela, após uma queda aparatosa. No final do jogo foi efectuar raio x para despiste da possibilidade de uma fractura no punho.


Excelente atitude defensiva das pupilas de Ana Neves

O colectivo de Ana Catarina Neves mantendo uma excelente atitude defensiva, em que a agressividade e a entreajuda foram palavras de ordem, soube aguentar durante 30 minutos o ímpeto e a maior experiência das dinamarquesas, para no último quarto desferir o golpe de misericórdia quando conseguiu impor um parcial de 0-16, que colocou o resultado em 58-66.

A vitória, muito suada, acaba por premiar a ousadia e ambição das jovens lusas que nunca baixaram os braços, lutando até ao limite das suas forças. Partida muito disputada, com várias alternâncias, ainda que com sinal mais das dinamarquesas.Resultado final: Dinamarca (Sub-18) 62-66 Portugal (Sub-16)Destaque nas vencedoras para a MVP do encontro, Laura Ferreira (15 pontos, 1 triplo, 2 ressaltos sendo 1 ofensivo, duas assistências e 3 roubos), bem acompanhada por Josephine Filipe (8 pontos, 4 ressaltos sendo metade ofensivos e 4 faltas provocadas com 2/3 nos lances livres), Inês Veiga (9 pontos, 3/4 nos triplos e 2 ressaltos sendo 1 ofensivo), Joana Soeiro (12 pontos, 1/2 nos triplos, 3 ressaltos sendo 1 ofensivo, uma assistência e 4 faltas provocadas com 3/4 nos lances livres) e Mafalda Guerreiro (2 pontos, 7 ressaltos sendo 2 ofensivos, 1 roubo e duas faltas provocadas) . Na selecção dinamarquesa, onde não alinhou a sua jogadora mais credenciada (Anna Seilund) que na véspera tinha sido a MVP do jogo contra as Sub-18 de Portugal, a mais valiosa foi a extremo Marie-Louise Blyme (9 pontos, 3/4 nos duplos, 2 ressaltos sendo 1 ofensivo, 2 roubos e 3 faltas provocadas com 373 nos lances livres), seguida de perto por Ena Viso (7 pontos, 6 ressaltos sendo 1 ofensivo, 1 roubo e uma falta provocada), Mathilde Fogelstrom (9 pontos, 4 ressaltos sendo metade ofensivos e duas faltas provocadas, com 3/4 nos lances livres) e Maria Jespersen (12 pontos, 4 ressaltos defensivos e 6 faltas provocadas, com 6/9 nos lances livres).Ficha do jogoDinamarca Sub-18 (62) – Ida Klussmann (2), Natascha Hartvich (6), Maria Jespersen (12), Marie-Louise Blyme e Mathilde Fogelstrom (9); Elisabeth Brynaa (7), Ena Viso (7), Emilie Klint (3), Sarah Amalou (3), Cecilie Overgaard (2) e Marian Sheikh (2)Portugal Sub-16 (66) – Joana Soeiro (12), Sofia Pinheiro (5), Josephine Filipe (8), Laura Ferreira (15) e Ana Granja Santos (2); Mafalda Guerreiro (2), Inês Veiga (9), Simone Costa (6), Sara Dias (2), Joana Cortinhas (3), E. Ferreira e Inês Silva Por períodos: 19-19, 17-16, 18-14, 8-17Árbitros: Paulo Alves e José Gouveia Hoje realiza-se o segundo encontro de preparação entre as selecções de Sub-18 de Portugal e da Dinamarca, com início às 21H00, no Pavilhão LORD (FMH).


Vitória moralizadora fruto de melhoria defensiva

A inclusão de Joana Jesus e Inês Pinto (não tinham alinhado no jogo de 2ª feira devido a compromissos escolares), transmitiu outra segurança defensiva e também maior agressividade atacante o que, aliado à melhoria defensiva e ao maior acerto nos lançamentos de 2 pontos, foram factores decisivos para a vitória lusa (65-62).

Para o colectivo de Kostourkova o êxito foi importante para moralizar a equipa, nunca esquecendo de que só com muito espírito de conquista e muita entreajuda será possível compensar alguns pontos fracos.As nossas representantes voltaram a entrar mal na partida com as dinamarquesas a ganharem alguma vantagem, mas gradualmente fomos conseguindo acertar as agulhas e no final dos 10 minutos iniciais já estávamos na frente (19-16). Ainda que cometendo poucos erros, o seleccionado luso não foi capaz de gerir a vantagem no 2º quarto (13-21), particularmente a partir do minuto15, quando a Dinamarca operou a reviravolta e chegou ao intervalo a ganhar por 5 (32-37).No 3º período (15-9) verificou-se uma melhoria defensiva significativa, com as pupilas de Kostourkova a conseguirem vários roubos de bola e jogando de uma forma colectiva (evidência para os passes decisivos de Jessica a descobrir Raquel Jamanca para concretizações fáceis, debaixo do cesto), Portugal ganhou confiança e passou para a frente (47-46) no final dos 30 minutos. A elevada percentagem de lançamento na área pintada, nomeadamente por banda de Raquel Jamanca e a boa prestação da jogadora interior montijense nas tabelas (foi a melhor ressaltadora do encontro) foram factores chave que levaram a equipa portuguesa ao triunfo, sem esquecer os poucos erros cometidos (11 turnovers contra 22 da Dinamarca). Depois de uma igualdade a 54 pontos no minuto 35, Portugal embalou com mais um duplo de Jamanca (56-54) e uma bomba de Catarina Neves (59-54), em cima da buzina. A partir daí as comandadas de Kostourkova souberam controlar a posse da bola, com alguma segurança, aumentando inclusive o pecúlio que chegou a 8 pontos. Um derradeira reacção adversária possibilitou o encurtar da diferença que se fixou nos 3 pontos finais (65-62), mercê de um triplo de Sarah Amalou, que acreditou mesmo em cima do último segundo.Resultado final: Portugal (Sub-18) 65-62 Dinamarca (Sub-18)Destaque na selecção portuguesa para a exibição de Raquel Jamanca, MVP do encontro (27,5 de valorização), ao contabilizar 17 pontos, 8/11 nos duplos, 9 ressaltos sendo 4 ofensivos, uma assistência, 1 roubo, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas. Foi bem acompanhada por Jessica Almeida (12 pontos, 5/7 nos duplos, 3 ressaltos, 6 assistências, 4 roubos e duas faltas provocadas, com 2/4 nos lances livres), Catarina Neves (13 pontos,1/2 nos triplos, uma assistência, 5 roubos e 5 faltas provocadas, com 2/2 nos lances livres), Inês Pinto (5 pontos, 4 ressaltos sendo 3 ofensivos, uma assistência, 2 roubos e uma falta provocada) e Nádia Fernandes (4 pontos, 4 ressaltos sendo metade ofensivos, duas assistências e uma falta provocada). A experiência de Joana Jesus foi evidente em algumas situações de jogo (3 assistências, 2 roubos e duas faltas provocadas) mas exagerou nos tiros do perímetro (1 triplo em 10 tentativas). Na congénere dinamarquesa a mais valiosa voltou a ser a base Anna Seilund (11 pontos, 5/5 nos lançamentos de campo com 1 triplo incluído, 6 ressaltos sendo 1 ofensivo, duas assistências e duas faltas provocadas), bem secundada por Maria Jespersen (8 pontos, 4 ressaltos sendo 1 ofensivo, duas assistências, 2 roubos e duas faltas provocadas, com 2/2 nos lances livres). O êxito das portuguesas assentou fundamentalmente no menor número de erros cometidos (11-22 turnovers), no maior número de roubos de bola (16-3), no maior colectivismo (14-6 assistências) e na maior eficácia nos tiros de 2 pontos (55%-46%). Por seu turno a Dinamarca ganhou as tabelas (32-36 ressaltos), mormente na defensiva (19-29) enquanto na tabela ofensiva o desempenho da nossas representantes foi excelente, conseguindo capturar 13 ressaltos contra apenas 7 das adversárias. As dinamarquesas foram mais certeiras no tiro exterior (13%-50%), com 4 triplos em 8 tentados, enquanto as atiradoras lusas foram demasiado perdulárias (apenas 3 em 24 tentativas) e além disso provocaram mais faltas (14-17), indo mais vezes para a linha de lance livre (16/22) contra precisamente metade da nossa equipa (8/11), o que deu por coincidência a mesma eficácia (73% para ambos).Ficha do jogoPortugal Sub-18 (65) – Catarina Neves (13), Jessica Almeida (12), Helga Gonçalves, Raquel Jamanca (17) e Vânia Sousa; Joana Jesus (9), Nádia Fernandes (4), Joana Canastra (2), Inês Pinto (5), Mafalda Barros (3) e Helena CostaDinamarca Sub-18 (62) – Anna Seilund (11), Ida Klussmann (2), Maria Jespersen (8), Marie-Louise Blyme (7) e Mathilde Fogelstrom (8); Emilie Klint (7), Ena Viso (6), Sarah Amalou (7), Elisabeth Brynaa, Cecilie Overgaard (6), Natascha Hartvich e Marian SheikhPor períodos: 19-16, 13-21, 15-9, 18-16Árbitros: José Gouveia e Paulo Pereira A comitiva dinamarquesa regressou hoje ao seu país, tendo manifestado o bom acolhimento que tiveram na sua curta estadia.


Má entrada do seleccionado luso fez a diferença

Perdendo a luta das tabelas e com uma eficácia bem mais fraca do que as dinamarquesas, tornou-se difícil equilibrar as operações, o que só aconteceu por raras vezes e nomeadamente no 3º período, quando conseguimos uma vantagem de 4 pontos (49-45), fruto de uma melhoria em termos defensivos em relação ao que acontecera nos 10 minutos iniciais (10-20).

Mas a maior capacidade física da equipa da Dinamarca, possibilitou às suas jogadoras manter sempre um ritmo elevado e em pouco tempo voltaram à mó de cima, terminando o 3º período (23-20) novamente na frente, por 5 pontos (54-59). Isto depois de ter suportado uma reacção interessante das nossas representantes no 2º quarto (19-17), com a base Catarina Neves a assumir a liderança, roubando bolas e tendo a iniciativa de atacar o cesto com decisão (12 pontos na 1ª metade). A diferença pontual baixou para 6 no minuto 15 (23-29), mas ao intervalo a vantagem da Dinamarca era de 8 pontos (29-37), fruto de uma elevada eficácia (74%) na área pintada, com o desempenho defensivo das portuguesas a permitir demasiadas penetrações concluídas com êxito.No último quarto (15-22) veio ao de cima o maior número de soluções das dinamarquesas, com 3 jogadoras acima dos 2 dígitos, enquanto por banda das pupilas de Kostourkova era Jessica Almeida (18 pontos na etapa complementar) quem remava contra a maré, acertando o tiro exterior (2/4) em relação à falta de pontaria (0/4) na 1ª metade, além de assumir as despesas na manobra atacante, levando quase sempre a melhor no um contra um, em que demonstrou estar muito forte e confiante.Resultado final: Portugal 67-79 DinamarcaDestaque nas vencedoras para a MVP da partida (23,5 de valorização), a nº 8, Anna Seilund, ao contabilizar 21 pontos, 8/12 nos duplos, 8 ressaltos defensivos, 2 roubos e 4 faltas provocadas, com 5/6 nos lances livres. Foi bem acompanhada por Maria Jespersen (18 pontos, 6/9 nos duplos, 4 ressaltos defensivos e 6 faltas provocadas, com 6/10 nos lances livres), Marie-Louise Blyme (16 pontos, 6/8 nos duplos e duas faltas provocadas, com 4/5 nos lances livres) e pela poste Mathilde Fogelstrom (8 pontos, 3 ressaltos, 3 assistências, 1 roubo e duas faltas provocadas). Na selecção portuguesa, a mais valiosa foi Jessica Almeida (16,5 de valorização) e melhor marcadora do encontro (24 pontos, 8/13 nos duplos, 2 triplos, 4 assistências e duas faltas provocadas, com 2/2 nos lances livres). Foi bem secundada pela base Catarina Neves, com um excelente 2º período (14 pontos, 6/10 nos duplos, 2 ressaltos defensivos, 4 assistências, 4 roubos e 5 faltas provocadas, com 2/3 nos lances livres), com o senão dos 6 turnovers cometidos e pela extremo Helga Gonçalves que foi a nossa melhor ressaltadora (6 pontos, 3/3 nos duplos, 6 ressaltos sendo metade ofensivos, uma assistência e uma falta provocada). A poste Vânia Sousa (4 pontos, 3 ressaltos, 2 roubos, 2 desarmes de lançamento e uma falta provocada) foi das mais lutadoras, sendo mesmo assim a mais efectiva das nossas jogadoras interiores (que marcaram no seu conjunto apenas 16 pontos e ganharam 10 ressaltos). Em termos globais a superioridade da Dinamarca manifestou-se sobretudo no ganhar da luta das tabelas (23-31 ressaltos), nomeadamente na tabela defensiva (15-24 ressaltos), na maior eficácia nos lançamentos de 2 pontos (53%-61%) e no maior número de faltas provocadas (16-21), beneficiando de mais idas à linha de lance livre (30 contra apenas 9 das lusas). Portugal esteve melhor nos roubos (9-3) e foi mais colectivo (11-6 assistências). A melhoria de eficácia das nossas representantes (63% nos duplos e 57% nos triplos) após o descanso, não foi suficiente para compensar as fracas percentagens da 1ª parte, nomeadamente nos lançamentos do perímetro (0 em 8 tentativas), já que nos duplos (46%) as coisas não tinham estado assim tão más. Ficha do jogoPortugal Sub-18 (67) – Catarina Neves (14), Jessica Almeida (24), Helga Gonçalves (6), Raquel Jamanca (6) e Vânia Sousa (4); Joana Canastra (5), Nádia Fernandes (6), Carolina Anacleto, Mafalda Barros (2) e Helena Costa Dinamarca (79) – Anna Seilund (21), Emilie Klint (5), Ida Klussmann (7), Maria Jespersen (18) e Mathilde Fogelstrom (8); Ena Viso (4), Marie-Louise Blyme (16), Natascha Hartvich, Sarah Amalou, Marian Sheikh e Cecilie OvergaardPor períodos: 10-20, 19-17, 23-20, 15-22Árbitros: José Pedroso e Rui Fonseca Hoje a Dinamarca defronta a Selecção Nacional de Sub-16, a partir das 21H00, no mesmo recinto (Pavilhão LORD, na FMH).Amanhã voltam a jogar Portugal e Dinamarca, em Sub-18, no mesmo horário e no mesmo local.


Portugal perde com a Estónia

Portugal foi o 4º classificado no Grupo B, à frente da Inglaterra, e vai agora procurar classificar-se na 9ª posição. Quarta-feira a equipa nacional defronta o Luxemburgo.

Tratava-se de duas equipas com um jogo decisivo – Portugal a tentar garantir o 3º lugar do Grupo B e a Estónia a lutar ainda pelo 2º. Boa entrada a nível ofensivo da equipa portuguesa, contrariamente ao habitual, mas os nossos jovens acabaram por estar menos bem no capitulo defensivo.O jogo foi equilibrado, com boa atitude da Selecção Nacional, que todavia esteve menos bem no final do segundo quarto (o resultado ao intervalo era de 41-33).Na segunda parte, Portugal conseguiu recuperar a desvantagem até aos 2 pontos de diferença, acabando, porém, por deixar fugir o jogo na segunda metade do quarto período, mercê de alguns erros defensivos, em conjunto com a boa eficácia do jogo exterior da equipa Estónia. O adversário fez um parcial de 18-5 nos últimos 5 minutos do jogo.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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