Artigos da Federaçãooo
Sara Filipe: «Estamos a evoluir»
“Penso que o caminho é este. Vamos conseguir ganhar a maturidade e a consistência que nos falta”, refere a jogadora.
Os trabalhos da Selecção feminina terminaram, pelo que quisemos saber, em jeito de conclusão, qual o balanço a fazer de semanas de trabalho e muito sacrifício. A capitã Sara Filipe lamenta que a segunda volta não possa começar agora. “No geral, apesar dos resultados, o balanço acabou por ser positivo. Notou-se uma evolução clara ao longo dos três jogos. A equipa cresceu e penso que fica a sensação de que talvez mais jogos competitivos de preparação nos tivessem levado a crescer ainda mais. A equipa mostrou estar à altura da competição.”Os resultados não traduziram o trabalho realizado durante toda a preparação, embora passos tenham sido dados rumo ao nível das Selecções mais fortes europeias. “Penso que o primeiro jogo (com a Noruega) mostrou muita ansiedade e alguma imaturidade de uma Selecção jovem, com sete jogadoras novas em relação ao ano anterior. Mas, os outros dois mostraram um claro acréscimo de confiança dando mais espaço para a equipa mostrar o quanto trabalhou e o quanto se esforçou para que os resultados fossem positivos. O facto de nos batermos de igual para igual com uma equipa como a Suécia mostra claramente a evolução da nossa Selecção.”O grupo de trabalho é jovem, o que faz com que a margem de progressão seja levada. Mas nem tudo é positivo. A falta de consistência e maturidade é algo que se paga caro quando em confronto com equipas mais experimentadas e habituadas a competir ao mais alto nível. “O trabalho que a nossa equipa técnica tem implementado na Selecção tem sido claramente no sentido de que cada jogadora cresça e evolua de forma a integrar-se num grupo, sabendo o seu papel e tirando o máximo partido das suas capacidades. Temos consciência que temos algumas limitações mas isso não tem impedido os treinadores de trabalhar com qualidade, mostrando a cada uma de nós que é possível, mesmo só num mês e meio, evoluir e crescer como atletas. Por isso, penso que o caminho é este e com isto vamos conseguir ganhar a maturidade e a consistência que nos falta.”Esta fase beneficiou a integração das atletas mais jovens, que depois mais uma temporada em que foram imprescindíveis nos seus clubes, começaram a ganhar o seu espaço no interior da Selecção. Um sinal claro, no entender de Sara Filipe, que no basquetebol feminino estão sempre a surgir novos valores. “As atletas mais jovens que integraram este ano a nossa Selecção fazem-no depois de uma temporada em que todas elas mostraram, nos seus clubes, qualidade e capacidade para integrar a nossa Selecção. Isto demonstra a evolução que o basquetebol feminino tem tido nos últimos anos, nomeadamente ao nível da formação, lançando cada vez mais atletas. Sendo assim, é de esperar que a nossa Selecção vá integrando cada vez mais jovens garantindo um futuro com qualidade e competitividade.”Apesar dos resultados não terem sido os desejados, a capitã não tem dúvidas que o grupo evoluiu e saiu reforçado deste período de trabalho. Grandes desafios estão para vir, pelo que não resta outra opção que não seja continuar trabalhar, no sentido de encurtar distâncias relativamente às Selecções mais fortes e com mais tradição no basquetebol feminino. “O grupo saiu reforçado e cheio de vontade de dar continuidade ao excelente trabalho que foi feito.”
Selecção Nacional de Sub-18 Femininos
Atletas convocadas:Carolina Anacleto AD SanjoanenseCatarina Neves GDESSACatarina Vieira CPNHelena Costa m BC BarcelosHelga Gonçalves CRCQ LombosInês Pinto CPNIvana Wildner Extrugasa (Esp)Jessica Almeida Olivais FCJoana Jesus CPNJoana Canastra Zona AltaMafalda Barros CAB MadeiraNádia Fernandes EMA MeneresPaula Couto EMA MeneresRaquel Jamanca Montijo BBVânia Sousa Colégio do Calvão
15 jogadoras em estágio na Cruz-Quebrada até domingo
Recorde-se que na fase de grupos Portugal terá como adversários as congéneres da Macedónia (dia 8), Bulgária (9), Suécia (10) e Hungria (12).
O seleccionador Eugénio Rodrigues tem concentradas a partir do início da tarde de hoje no Centro de Estágio da Cruz-Quebrada, para um estágio até ao próximo domingo (dia 26), as seguintes 15 jogadoras:Ana Antunes (AD Vagos)Brigitta Cismasiu (GDEMA Meneres)Carsidália Silva (Olivais)Daniela Domingues (AD Vagos)Felicité Mendes (CRC Quinta dos Lombos)Filipa Bernardeco (GDEMA Meneres)Inês Faustino (AD Vagos)Jessica Almeida (Olivais)Joana Cruz (Académico FC)Luiana Livulo (GDESSA)Maria João Andrade (Olivais)Maria João Correia (CAB Madeira) Michelle Brandão (Olivais) Sara Oliveira (STAC – EUA)Telma Fernandes (GDESSA)A equipa técnica constituída pelo seleccionador Eugénio Rodrigues e pelo treinador-adjunto José Araújo tem previstos treinos bi-diários no Pavilhão LORD da Faculdade de Motricidade Humana. Completam o staff o secretário Nuno Manaia, a fisioterapeuta Sofia Silva e o dirigente José Tolentino.
Holandesas mais adiantadas na preparação
A equipa do país das tulipas revelou estar mais adiantada na preparação, ao invés do colectivo de Eugénio Rodrigues que iniciou anteontem o segundo estágio (o primeiro foi no último fim-de-semana de Maio).
Entrando com um cinco formado pelas 3 jogadoras que participaram na campanha do Europeu de Seniores, terminado no passado sábado, respectivamente Michelle Brandão (base), Maria João Correia (2º base) e Luiana Livulo (poste), a que se juntaram a extremo Daniela Domingues e a extremo/poste Maria João Andrade, Portugal equilibrou perfeitamente as operações no 1º período (10-11), com a capitã Michelle a assumir a liderança da equipa.No 2º quarto (16-21), depois de uma boa reentrada do seleccionado luso que com um parcial de 6-0 chegou rapidamente a 16-10, à entrada do minuto 12, as holandesas reagiram e fazendo alarde do seu temível tiro exterior (3 triplos em 3 minutos) alternado com rápidos contra-ataques, passaram para a frente (18-19 e 20-22) obrigando Eugénio Rodrigues a parar o cronómetro, mas sem conseguir inverter a situação. O intervalo chegou com a Holanda no comando por 6 pontos (26-32).Com uma reentrada fulgurante, em que finalmente os lançamentos do perímetro começaram a aparecer (2 triplos consecutivos a cargo de Daniela Domingues e Maria João Correia) conjugado com boas movimentações na área pintada, com Luiana a resolver da melhor maneira, Portugal em 3 minutos impôs um parcial de 12-0, passando para a liderança (38-32). Acto contínuo o seleccionador holandês Frans Griffioen pediu um desconto de tempo e feitas as necessárias rectificações, as suas jogadoras reduziram o prejuízo, com a nº 9 Randell Van der Lee em bom plano no ataque (7 pontos em 4 minutos) a fixar com um triplo o resultado no final do 3º período (44-49).No último quarto (14-15) Portugal não conseguiu até ao minuto 34 operar de novo a reviravolta. Com 6 minutos e 20 segundos para jogar e a perder por 8 (49-57), o seleccionador luso pediu novo desconto de tempo, voltando a colocar em campo o cinco inicial. Num ataque rápido o 2º triplo de Daniela Domingues (52-57) ainda no minuto 34, veio dar algum ânimo às suas companheiras, mas nos últimos 5 minutos a Holanda, mais forte no jogo interior, conseguiu conservar a vantagem, vencendo o encontro (58-64).Nas vencedoras a mais valiosa foi Willemyn Kallenberg (nº 4), que somou 16 pontos, 7/9 nos lançamentos de campo com 6/8 nos duplos e 1/1 nos triplos, duas assistências e 3 faltas provocadas, Esteve bem acompanhada pela poste Maxime Essenstan (11 pontos, 3 ressaltos e 4 faltas provocadas), pela base Tessel Van Dongen (5 pontos e 1 triplo) e pela triplista Dewi Keppy (8 pontos, 2/3 nos triplos).Na selecção portuguesa a capitã Michelle Brandão foi a MVP da partida ao contabilizar 14 pontos, 7/11 nos duplos, 3 ressaltos defensivos, duas assistências, 2 roubos e uma falta provocada. Foi bem secundada por Maria João Andrade (13 pontos, 5/8 nos lançamentos de campo com 1/2 nos triplos, 3 ressaltos defensivos e 3 faltas provocadas) e Luiana Livulo (4 pontos, 4 ressaltos ofensivos, duas assistências, 1 roubo,1 desarme de lançamento e duas faltas provocadas. Daniela Domingues (8 pontos, 4 ressaltos sendo 3 ofensivos e 2 roubos), bem no tiro exterior (2/3 nos triplos) mas pouco eficaz nos duplos (1/6) tal como Maria João Correia (9 pontos,1/2 nos triplos, duas faltas provocadas com 4/4 nos lances livres) que apresentou a mesma ineficácia nos tiros de 2 pontos.Ficha do jogoPavilhão Municipal Luís de Carvalho, no BarreiroPortugal Sub-20 (58) – Michelle Brandão (14), Maria João Correia (9), Daniela Domingues (8), Maria João Andrade (13) e Luiana Livulo (4); Telma Fernandes, Felicité Mendes (4), Inês Faustino (4), Carsidália Silva (2), Filipa Bernardeco, Brigitta Cismasiu e Joana CruzHolanda Sub-20 (64) – Tessel Van Dongen (5), Jamailah Adams (4), Dewi Keppy (8), Maxime Essenstan (11) e Romy Stysiger (2); Randell Van der Lee (7), Willlemyn Kallenberg (16), Richelle Van der Keyl (7), Kourtney Treffers (2) e Rianne Hofstraat (2)Por períodos: 10-11, 16-21, 18-17, 14-15Árbitros: Manuel Gadanha e Rui Alves, de Setúbal As duas selecções voltam a defrontar-se hoje, a partir das 18h30, no mesmo recinto. Por razões de índole física (a Holanda só trouxe 10 jogadoras e duas estão lesionadas) o 3º jogo de preparação, inicialmente previsto para a manhã de 4ª feira, foi cancelado.
Reacção lusa na 2ª parte foi insuficiente
Entrando mal na partida, lentas na recuperação e com uma má selecção de lançamentos, as nossas representantes sofreram um parcial de 0-9 em 2 minutos e meio. Num ápice como que despertaram da letargia em que estavam e responderam com um parcial de 8-0 em pouco mais de 1 minuto, utilizando com a propósito a arma do contra-ataque em que a poste Luiana Livulo excelentemente servida por Michelle Brandão fez 3 cestos consecutivos e o jogo ao minuto 4 (8-9) estava de novo em aberto. Até aos 13-17 (minuto 7) quando Filipa Bernardeco, na resposta a uma bomba de Dewi Keppy, acertou um triplo, as coisas mantiveram-se equilibradas. Mas até ao final do 1º período (15-23) a Holanda aumentando o ritmo, conseguiu ampliar a vantagem para 8 pontos.Quebrando do ponto de vista físico no 2º quarto (11-21) as comandadas de Eugénio Rodrigues viram as suas opositoras acertar mais 2 triplos, por intermédio da base Van Dongen (18-28 no minuto 12) e de Adams (24-34 no minuto 16) e apesar de o seleccionador luso ter parado o cronómetro um minuto volvido (ainda aos 24-34), Portugal não conseguiu travar a arrancada laranja que, com um parcial de 2-10, atingiu o intervalo no comando por 18 pontos (26-44).A embalagem holandesa prosseguiu no reatamento, com novo parcial de 0-6 em pouco mais de 2 minutos, atingindo-se então a maior diferença ao longo do encontro (24 pontos). A reentrada de Felicité Mendes, no minuto 23 e a substituição de Luiana Livulo pela possante Ana Antunes no minuto seguinte, marcaram o inicio da recuperação lusa. Um triplo de Daniela Domingues (29-50) no minuto 16 deu o mote e depois a agressividade defensiva e determinação da atlética Feli contagiou as suas companheiras que, defendendo com mais atenção e empenho, fez com que as holandesas cometessem vários turnovers e no ataque a clarividência da base Michelle conseguia descobrir a companheira em posição ideal para converter cesto. Foi desta forma que o colectivo luso impôs um parcial de 14-2, fixando o resultado em 40-52 no final do 3º período, ganho pelas nossas cores (14-8).No derradeiro quarto que voltámos a ganhar (8-5), a lucidez e eficácia ofensiva baixaram bastante, muito por força do cansaço que ia aumentando com os minutos nas pernas. A barreira psicológica dos 10 pontos foi ultrapassada, chegando a 7 pontos por duas vezes (46-53 e 48-55, respectivamente nos minutos 33 e 35), mas a despeito de Eugénio Rodrigues ter pedido os últimos 2 descontos de tempo, primeiro no minuto 36 e depois no minuto 39, Portugal não mais voltou a acertar com o cesto, enquanto a extremo holandesa Keppy selava o resultado final (48-57), numa rápida penetração.Nas vencedoras que tiveram a pontuação muito distribuída (apenas uma das 10 jogadoras utilizadas ficou em branco), destaque para a jovem poste (ainda é Sub-18) Maxime Essenstan (11 pontos), que deu muito trabalho às nossas jogadoras interiores. Conhecêmo-la em 2009, ano em que as Sub-16 da Holanda subiram à Divisão A, aquando de 3 jogos de preparação que a selecção portuguesa de Sub-18 efectuou em Haarlem (arredores de Amesterdão) a meio da viagem para Israel. Na selecção portuguesa, que também teve a pontuação muito distribuída (9 das 12 jogadoras utilizadas marcaram pontos), a mais certa acabou por ser a capitã Michelle Brandão (7 pontos e 1 triplo), não tanto pelos pontos que marcou mas pela liderança patenteada ao longo da partida, ao ler muito bem o jogo e fazendo uma boa meia-dúzia de passes decisivos, além de alguns roubos de bola. A poste Luiana Livulo (6 pontos) teve um minuto de inspiração ao marcar todos os seus pontos nesse curto lapso de tempo, mas depois eclipsou-se, do ponto de vista ofensivo. Destaque para a força anímica evidenciada pelo colectivo que possibilitou correr atrás do prejuízo com êxito, porque conseguiram baixar da fasquia da vintena (24) para os 9 pontos finais. Ficha do jogoPavilhão Municipal Luís de Carvalho, no BarreiroPortugal Sub-20 (48) – Michelle Brandão (7), Maria João Correia (6), Daniela Domingues (8), Maria João Andrade (7) e Luiana Livulo (6); Filipa Bernardeco (5), Carsidália Silva (4), Felicité Mendes (3), Telma Fernandes, Joana Cruz, Sara Oliveira e Ana Antunes (2)Holanda Sub-20 (57) – Willemyn Kallenberg (2), Jamailah Adams (9), Dewi Keppy (9), Kourtney Treffers (8) e Maxime Essenstan (11); Romy Stysiger (2), Tessel Van Dongen (5), Rianne Hofstraat, Randell Van der Lee (7) e Richelle Van der Keyl (4)Por períodos: 15-23, 11-21, 14-8, 8-5Árbitros: Pedro Cunha e João Quintela A comitiva holandesa regressa a casa hoje durante a tarde. O previsto 3º jogo agendado para esta manhã (9h30 no mesmo recinto) foi cancelado a pedido dos responsáveis da Holanda, em virtude de terem algumas atletas tocadas.O estágio termina amanhã (6ª feira) para a selecção portuguesa, voltando a concentrar-se 14 jogadoras na próxima 2ª feira (dia 20), no Centro de Estágio da Cruz-Quebrada para mais uma semana de preparação.
Eugénio Rodrigues convocou 14 jogadoras
As jogadoras convocadas concentraram-se no sábado à noite ficando alojadas numa unidade hoteleira em Setúbal, onde também ficará a selecção holandesa, que chega hoje proveniente de Faro, para onde viajou por via aérea. As 14 jogadoras escolhidas pelo seleccionador para esta acção são as seguintes: Michelle Brandão (Olivais)Inês Faustino (AD Vagos)Maria João Correia (CAB Madeira)Felicité Mendes (Quinta dos Lombos)Filipa Bernardeco (EMA Menéres)Sara Oliveira (STAC – EUA) Joana Cruz (Académico)Daniela Domingues (AD Vagos)Carsidália Silva (Olivais)Maria João Andrade (Olivais)Brigitta Cismasiu (EMA Menéres)Telma Fernandes (GDESSA)Ana Antunes (AD Vagos)Luiana Livulo (GDESSA) Recorde-se que neste grupo, além do trio constituído por Michelle Brandão, Maria João Correia e Luiana Livulo, que integraram a selecção nacional sénior presente na campanha da 2ª volta do Europeu de Seniores Femininos, Divisão B, concluída no passado sábado, estão também as jovens Inês Faustino e Daniela Domingues (1º ano de Sub-20) observadas pelo seleccionador nacional Ricardo Vasconcelos em algumas das acções de preparação realizadas em Rio Maior. Além do seleccionador Eugénio Rodrigues, fazem parte do staff os seguintes elementos: José Araújo (treinador-adjunto)Nuno Manaia (secretário)Tiago Costa (fisioterapeuta)José Tolentino (dirigente)
Prestação muito digna do seleccionado luso
A vitória não fugiu à Suécia mas as nórdicas tiveram que lutar bastante para não serem surpreendidas.
A partida começou bem para as nossas representantes. Sem complexos, com uma atitude bastante positiva, as pupilas de Ricardo Vasconcelos discutiram ao milímetro todos os lances, gizando boas combinações e mercê de uma boa defesa terminaram o 1º período na frente (19-18). Foi patente a boa eficácia nos lançamentos duplos (57%), com realce para a poste Tamara Milovac (100% com 4 cestos convertidos em outras tantas tentativas), bem servida pelas suas companheiras. Do lado sueco era a base Frida Eldebrink que dava nas vistas, com uma actuação irrepreensível a atacar, também com 100% de eficácia, um triplo incluído nos 4 tiros de campo tentados. Num pormenor era visível a capacidade de luta das portuguesas: a superioridade nas tabelas (10-7 ressaltos), com destaque para os 5 ressaltos ofensivos.Na tónica dos jogos anteriores, Portugal teve dificuldades a atacar o cesto no 2º quarto (7-14), estando mais de 4 minutos sem converter qualquer ponto. Joana Lopes no minuto 15, com uma jogada de duplo convertido e falta provocada, ainda voltou a colocar as cores lusas na frente (22-21), com as suecas a atingirem a 4ª falta da equipa, o que seria uma vantagem para as nossas jogadoras caso atacassem o cesto com mais decisão, com o objectivo de irem para a linha de lance livre. Isso só aconteceu por duas vezes até ao intervalo (26-32), com 50% de aproveitamento, enquanto o adversário por intermédio da poste Louice Halvarsson ia facturando, a par da gémea Elin Eldebrink (10 pontos na 1ª metade). As lusas mantinham-se superiores nas tabelas (21-17), mas a eficácia nos lançamentos de campo baixara para os 38%, com as adversárias ligeiramente acima (41%), fruto principalmente do maior acerto no tiro exterior (33%) contra os fraquinhos 11% das nossas representantes.No reatamento o seleccionado luso encostou o resultado por mais que uma vez: 30-32 (minuto 22), com Tamara Milovac a concluir um contra-ataque e aos 36-39 (minuto 26). Até ao final do 3º período, que voltámos a vencer (15-13) a maior diferença foi de 6 pontos (aos 30-36), ainda no minuto 22, com quatro pontos consecutivos da extremo Elisabeth Egnell, apagada até ao intervalo (apenas 1 ponto de lance livre).Entrando para o último quarto a perder por 4 (41-45), Portugal entrou em perda depois de ter encostado de novo por Milovac (43-45, no minuto 31). Já com Frida Eldebrink momentaneamente no banco por ter atingido a 4ª falta, foi a vez de a extremo Egnell assumir o protagonismo da sua companheira, marcando 7 pontos consecutivos (43-52), no minuto 34, altura em que Tamara Milovac fazia também a sua 4ª falta. Ricardo Vasconcelos pediu um desconto mas a Suécia ainda ampliaria a vantagem para 43-56 a meio do 4º período (minuto 35). Ao único triplo da base Carla Nascimento a reduzir para 10 pontos (46-56, no minuto 37) responderam as suecas com um parcial de 2-7, já com a gémea Frida de novo em campo a completar a sua pontuação (15 pontos), melhor marcadora da partida, anotando 5 pontos consecutivos, que elevaram a contagem para 48-63 (a maior diferença e todo o encontro). Até final Portugal não baixou os braços conseguindo um parcial de 7-2, a fixar o resultado (55-65).«A verdade é que na minha opinião a nossa equipa jogou numa superação constante do ponto de vista anímico e de superação nas tabelas. Mesmo numa situação de desvantagem (eles fugiram-nos por duas vezes) mantivemo-nos estáveis até ao 4º período.Faltou-nos uma melhor percentagem de 3 pontos que era o que nos poderia compensar os 18 turnovers (mais 4 que o adversário), o que contra uma equipa desta qualidade é um número demasiado», explicou Ricardo Vasconcelos, no final. « Penso que o grupo trabalhou de forma consistente durante cerca de 80% do jogo. Faltou realmente em momentos decisivos ser assertivo.», concluiu o seleccionador nacional.Destaque nas vencedoras para a MVP do encontro, a poste Louice Halvarsson, autora de um duplo-duplo, ao contabilizar 14 pontos, 5/7 nos duplos, 11 ressaltos sendo 3 ofensivos, 3 assistências, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas, com 4/4 nos lances livres. Foi bem acompanhada pelas gémeas Eldebrink: a nº 6, Frida (15 pontos, 4 assistências, 3 roubos e 7 faltas provocadas, com 4/6 nos lances livres) e a nº 9, Elin (13 pontos, 6 ressaltos, 6 roubos e 3 faltas provocadas). A extremo Elisabeth Egnell, apagada na 1ª parte em termos de acerto de lançamento, apareceu após o descanso, contribuindo com 12 pontos (11 na 2ª metade), dos quais 7 consecutivos sem resposta num parcial decisivo a embalar a sua equipa para o triunfo no derradeiro quarto. Na selecção portuguesa a melhor actuação pertenceu a Tamara Miliovac, que também fez um duplo-duplo (14 pontos, 7/8 nos duplos, 10 ressaltos sendo 2 ofensivos, duas assistências, 1 roubo e duas faltas provocadas), bem acompanhada por Joana Lopes (12 pontos, 1/3 nos triplos, 6 ressaltos sendo 1 ofensivo, duas assistências,1 roubo, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas) e Ana Fonseca (8 pontos, 2 triplos, 6 ressaltos sendo metade ofensivos e uma assistência). Carla Nascimento, muito trabalhadora, esteve pouco eficaz nos lançamentos de campo, mas destacou-se a servir as suas companheiras (4 assistências), enquanto Ana Oliveira foi a que roubou mais bolas (4) e a capitã Sara Filipe apresentou boa eficácia na área pintada (75%), falhando apenas uma de 4 tentativas.Em termos globais, a vitória sueca assentou fundamentalmente na maior eficácia nos lançamentos de campo (39%-42%), com realce para os duplos (50%-51%), no maior número de roubos (7-12) e também de faltas provocadas (14-18), reflectindo-se nos 16 lances livres convertidos (em 21 tentados) contra apenas 7 de Portugal em 9 tentativas. A selecção lusa equilibrou as tabelas (34-35 ressaltos), com 10 ressaltos ofensivos para cada lado, foi mais colectiva (14-10 assistências) e cometeu mais erros (18-16 turnovers) e esteve ligeiramente mais certeira nos triplos (20%-19%), com 4 tiros convertidos contra 3 do adversário. Ficha do jogoPavilhão Municipal de Casal de CambraPortugal (55) – Carla Nascimento (7), Ana Oliveira (4), Joana Lopes (12), Sara Filipe (8) e Tamara Milovac (14); Ana Fonseca (8), Débora Escórcio, Michelle Brandão (2), Maria João Correia e Célia SimõesSuécia (65) – Frida Eldebrink (15), Elin Eldebrink (13), Elisabeth Egnell (12), Josephin Olheim (2) e Louice Halvarsson (14); Jessica Nilsson, Johana Kälmann (7), Frida Grahn, Malin Aasa (2) e Kristina NybomPor períodos: 19-18, 7-14, 15-13, 14-20Árbitros: Keith Williams (Inglaterra) e Ciprian Stoica (Roménia) Na outra partida do Grupo A, a Eslovénia venceu a Noruega por 75-49.Classificação final (Grupo A):1º Suécia 5V-1D-11 p.2º Eslovénia 5V-1D-11 p.3º Portugal 1V-5D-7 p.4º Noruega 1V-5D-7 p.
Betinho; «Repetir experiência do Euro 2007»
O jogador não esconde o desejo de ir à fase final do Europeu deste ano.
O final de temporada não foi aquele que o atleta imaginou, já que a lesão chegou no melhor momento da temporada. “Depois de uma segunda volta da fase regular muito positiva, o melhor da equipa nos últimos anos, e da qualificação para o playoff, não esperava lesionar-me e ficar impedido de poder ajudar meus companheiros. Comecei bem a primeira ronda do playoff e estava numa condição física muito boa e ter sofrido essa lesão provocou-me uma enorme desilusão e deixou-me muito triste.” Apesar de tudo o balanço que faz da época que agora terminou é bastante positivo, isto depois de um arranque de temporada bastante comprometedor. “O ano foi muito positivo. Não podia ter sido melhor. Depois de um começo muito mau, em que estivemos numa posição para baixar de divisão, conseguimos dar um salto de qualidade muito alto, o que fez com que, não só a equipa saísse dessa má posição, como também alcançasse o playoff.” O futuro mais próximo de Betinho passa pelos trabalhos da Selecção, muito embora a lesão que contraiu no final da temporada ainda não esteja totalmente debelada. “Já falei com o novo treinador e o corpo técnico e demonstrei a minha disponibilidade de representar a Selecção. Agora mesmo ando numa clínica aqui do norte a fazer tratamentos com esperança de chegar a 100% no início dos trabalhos.”O extremo tem esperanças de voltar a competir num Campeonato da Europa, e está entusiasmado por fazer parte do grupo de trabalho que vai lutar por esse objectivo. “Como qualquer jogador devia estar ao serviço da Selecção, afinal quero repetir a grande experiência que foi jogar no Euro 2007. Ainda por cima com um treinador muito experiente como o Mário Palma no comando da equipa, a minha crença é ainda maior.”O futuro continua em aberto embora já tenha sido contactado por vários clubes que demonstraram interesse em contar com os seus serviços. A lei que limita os jogadores não seleccionáveis em Espanha vai ser alterada, pelo que a sua contratação depende em parte dessa nova legislação.”Tenho várias propostas, tanto da Liga LEB como da ACB, mas até o final deste mês nada será decidido porque vai ser aprovada uma nova regra que vai decidir o número de estrangeiros e comunitários, que em princípio vai diminuir. O que pode, espero que não seja esse o caso, comprometer a minha situação.”
“É fundamental entrarmos com níveis de confiança elevados”
O último jogo contra o líder do Grupo A, ainda que em igualdade pontual com a Eslovénia, ambos com 4 vitórias e uma derrota, não irá naturalmente resolver nada, porque as coisas estão resolvidas.
A selecção portuguesa será certamente 3ª classificada – não acreditamos que a Noruega tenha capacidade para desfeitear a Eslovénia na condição de forasteira, já que na 1ª volta a vantagem foi das eslovenas por 20 pontos, em solo norueguês – e por isso o que está em causa é apenas uma questão de prestígio. Todavia é preciso recordar que esta é a segunda campanha em que nos cruzamos com a Suécia e o triunfo caiu sempre para as cores nórdicas, das três vezes em que os defrontámos.: em 2008 (Oliveira do Hospital), em 2009 e 2010 (ambas em Norrköping).Acresce ainda a circunstância de que a selecção sueca que amanhã estará no Pavilhão Municipal de Casal de Cambra, a partir das 16h30 (o início do jogo foi antecipado por causa da transmissão televisiva, a cargo da Sport TV), é praticamente igual à do ano passado. Faltam Frida Aili e a poste Kadjida, mas em compensação voltam a contar com Ethel Eldebrink, a gémea de Frida, que por razões de saúde não jogou a 1ª volta desta campanha.Para Ricardo Vasconcelos «o grande ponto forte delas é a questão física. Estamos a falar do ritmo a que jogam e na quantidade de contactos que utilizam no seu modelo de jogo. É o aspecto em relação ao qual temos mais dificuldade de ultrapassar. Este tipo de jogo altera-nos a forma de jogar, sendo indubitavelmente um ponto com o qual não nos damos muito bem. A juntar a isto têm uma das melhores bases a jogar na Europa (Frida Eldebrink) e um verdadeiro “5” (Louice Halvarsson), ambas a alinhar na Euroliga, em representação do Spartak Brno, equipa checa do topo europeu. Isso vai-nos criar naturalmente muitas dificuldades defensivas.».Mesmo consciente do enorme valor que representa a congénere adversária, o seleccionador luso não abdica de tentar lutar com todas as armas de que dispõe para levar de vencida a líder do Grupo A.«A forma como baseamos a defesa na redução máxima do tempo de ataque no nosso meio campo defensivo, com o objectivo de retardar as transições delas e a forma como vamos defender o bloqueio directo entre essas duas jogadoras, é decisiva para alterar a forma de jogar da equipa sueca.».«Quanto a nós o fundamental é entrar no jogo com níveis de confiança altos, pois este é o jogo mais fácil de encarar. A pressão não está do nosso lado e por isso estamos mais libertos para jogar com tranquilidade e confiança.», concluiu.
Ganhar a luta das tabelas não foi suficiente
Com este resultado a selecção eslovena mantém-se na 2ª posição, em igualdade pontual com a Suécia, que venceu a Noruega por números que não deixam dúvidas (76-43).
O seleccionado luso até entrou bem na partida, adiantando-se no marcador a partir do minuto 4 (9-4) e conservou-se no comando até ao final dos primeiros 10 minutos (20-16). A superioridade nas tabelas (12-2 ressaltos), aliada a uma boa eficácia de lançamento, nomeadamente nos duplos (58%), com realce para a poste Tamara Milovac, compensava o maior acerto das eslovenas (58% nos lançamentos de campo).A inconsistência das nossas representantes veio ao de cima no 2º período (9-20), em que consentimos um parcial de 0-11. Foram praticamente 7 minutos sem acertar com o cesto, o que permitiu às nossas opositoras operarem a reviravolta (20-27). Alguns períodos de reacção lusa deparavam com pronta resposta da Eslovénia, liderada por Teja Oblak (o motor da equipa) e complementada por Eva Komplet, que chegou ao intervalo na frente (29-36). A luta das tabelas neste quarto passou a ser favorável mais equilibrada e a eficácia lusa baixou drasticamente.No 3º período (16-15) as pupilas de Ricardo Vasconcelos voltaram a exibir-se a um nível similar ao dos 10 minutos iniciais, com Joana Lopes e Tamara Milovac a assumirem as despesas nas movimentações ofensivas. Por duas vezes reduzimos para 3 pontos (33-36 e 36-39, ambas no minuto 23), mas a Eslovénia mais serena, não desperdiçava as situações construídas, com destaque para a poste Tina Trebec (9 pontos neste parcial), que apareceu algumas vezes em situações de um contra zero, bem servida por Teja Oblak e Martina Dover, respectivamente com 6 e 5 assistências. A perder por 11 pontos (38-49), no minuto 28, Portugal reagiu com um parcial de 7-0 (45-49), obrigando o treinador esloveno a parar o cronómetro. No final do 3º quarto a vantagem da Eslovénia era de 6 pontos (45-51).No último período (8-15), a selecção lusa voltou a sentir dificuldades em atacar o cesto e fazendo as 4 faltas muito cedo, permitiu que o adversário ampliasse a vantagem, com Eva Komplet a ser travada em falta na área pintada. A diferença pontual disparou para 17 (47-64), no minuto 38, acabando por se fixar em 13 (53-66).«Não conseguimos atingir a consistência que necessitamos para discutir estes jogos, devido às fracas percentagens e a turnovers não forçados. Ficamos com a sensação de que estamos a um pequeno passo de sermos a equipa que queremos ser», começou por referir o seleccionador no final do encontro.«Conseguimos cumprir o desiderato de carregar no ressalto ofensivo (15 contra 5 do adversário), o que nos proporcionou segundos lançamentos (12 pontos), mas isso não foi suficiente». Ricardo Vasconcelos voltou a frisar que «temos de continuar a perseguir o objectivo de melhorar as percentagens de lançamento» e a finalizar referiu que «a inexperiência da equipa revela-se na forma como jogamos qualitativamente ao ritmo/nível do adversário em vez de sermos nós a impor o ritmo e qualidade do jogo».Destaque nas vencedoras para a prestação da extremo/poste Eva Komplet, MVP da partida (23,0 de valorização), ao contabilizar 22 pontos, 2/3 nos triplos, 3 ressaltos defensivos, 3 assistências e 6 faltas provocadas, com 8/10 nos lances livres, bem secundada pela poste Tina Trebec (11 pontos, 4 ressaltos sendo metade ofensivos e 4 faltas provocadas) e por Teja Oblak, o verdadeiro motor da equipa (12 pontos, 60% nos duplos, 6 assistências, 2 roubos e 3 faltas provocadas). Na selecção lusa a mais valiosa (22,0 de valorização) voltou a ser Joana Lopes (13 pontos, 6/8 nos lançamentos de campo, 7 ressaltos sendo 2 ofensivos, 3 assistências e 2 roubos). Foi bem acompanhada por Tamara Milovac (12 pontos, 7 ressaltos sendo 3 ofensivos, uma assistência, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas), Carla Nascimento (9 pontos, 5 ressaltos sendo 2 ofensiivos, 4 assistências, 2 roubos e 4 faltas provocadas, com 5/5 nos lances livres) e ainda Maria João Correia (7 pontos, 2 ressaltos, uma assistência e 3 faltas provocadas).Em termos globais a supremacia da Eslovénia baseou-se na maior eficácia de lançamento, nomeadamente nos duplos (38%-54%) e nos lances livres (73%-84%). Foi ainda mais colectiva (13-16 assistências) e cometeu menos erros (20-15 turnovers). Por seu turno Portugal superiorizou-se na luta das tabelas (37-27 ressaltos), com realce para a tabela ofensiva (15-5) onde se fez a diferença, tendo conseguido também mais roubos de bola (12-7). Ficha do jogoPavilhão Municipal de Casal de CambraPortugal (53) – Carla Nascimento (9), Ana Oliveira, Joana Lopes (13), Sara Filipe (4) e Tamara Milovac (12); Ana Fonseca (6), Débora Escórcio, Maria João Correia (7), Michelle Brandão (2), Diana Neves e Luiana LivuloEslovénia (66) – Teja Oblak (12), Martina Dover (6), Lea Jagodic, Eva Komplet (22) e Tina Trebec (11); Natasa Radulovic (6), Martina Osterman (9), Ursa Cuk, Ana Ljubenovic e Anja KlavzarPor períodos: 20-16, 9-20, 16-15, 8-15Árbitros: Oliver Krause (Alemanha) e Francis Santos (Gibraltar)
Selecção em Casal de Cambra, Sintra
A Selecção Nacional defrontará, na Quarta-feira, dia 8 de Junho, pelas 20h30, a congénere da Eslovénia e, no dia 11, Sábado, será a vez da equipa das quinas ter pela frente a Selecção da Suécia.
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A organização estará a cargo da Federação Portuguesa de Basquetebol e da Câmara Municipal de Sintra e conta com o apoio da Junta de Freguesia de Casal de Cambra, AB Lisboa e do GD Maria Alberta Meneres.
Estágio conjunto com a Holanda
Atletas convocadas:Ana Antunes AD VagosBrigitta Cismasiu GDEMAMCarcidália Silva Olivais FCDaniela Domingues AD VagosFelicite Mendes CRCQ LombosFilipa Bernardeco GDEMAMInês Faustino AD VagosJoana Cruz Académico FCLuiana Livulo GDESSAMaria João Andrade Olivais FCMaria João Correia CAB MadeiraMichelle Brandão Olivais FCSara Oliveira STAC (EUA)Telma Fernandes GDESSA
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
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