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Perder após prolongamento

Não chorando uma arbitragem desigual na apreciação dos contactos (foram-lhe assinaladas mais do dobro das faltas do que à representação búlgara – 31/15), os Sub20 portugueses, que por diversas vezes anularam diferenças de 8 pontos em resultado da sua atitude defensiva, perdiam ao 1º período por 2 pontos (19-17) e concluíram a 1ª parte, com uma mais clara definição dos seus movimentos de ataque, a vencer por 3 pontos (16-21 para 35-38). Na 2ª parte assistiu-se ao inverso, a melhor concentração dos jogadores portugueses manteve-os como vencedores ao final do 3º período (61-64) e levou-os à sua melhor diferença positiva – 8 pontos a seu favor a 3:58 (64-72) do final do 4º período -, tendo apenas claudicado em consequência de 3 lançamentos de 3 pontos contestados, reveladores da maturidade da equipa contrária. A 3 décimas de segundo do tempo regular, com o jogo empatado (74-74) a Bulgária beneficiou ainda de dois lances livres que acabou por não concretizar. No prolongamento, debilitados com faltas, os portugueses viram desde logo o resultado abrir a 5 pontos a favor dos búlgaros, diferença que conseguiram reduzir para 2 pontos (86-84 a 1:05 por jogar), mas que foi retomada sobre o final deste tempo com dois lances livres convertidos pela equipa búlgara (17-12 para 91-86). Não se desculpando com outros factores que não os que de si dependem, a avaliação feita a este jogo por toda a comitiva confirma o trabalho que vem desenvolvendo e confere-lhe legítimas expectativas para o resto da competição.Parcias:(19-17, 16-21, 23-26, 16-10, prol. 17-12) O próximo adversário de Portugal – a Suíça (dia 16 pelas – 20:15 – Aktivpark – Güssing, Áustria) – revelou-se, apesar do resultado (64-92) perante a Finlândia (diferença conseguido fundamentalmente na 1ª parte), uma equipa a respeitar pelos argumentos físicos, técnicos e tácticos que apresentou e que, até ao confronto previsto, não deixarão de ser certamente avaliados pela comitiva portuguesa.


Em dia de primeira opção técnica

Não foi decisão fácil, até porque o jovem jogador demonstrou grande atitude e enorme espirito de um grupo que o viu partir com alguma nostalgia. Esta decisão surge no seguimento da integração de Nuno Cortez, que hoje já treinou e de Carlos Andrade que, amanhã, devidamente protegido por uma máscara à “zorro” (ver detalhes), já deverá integrar os trabalhos. O dia de hoje ficou marcado pela partida da equipa finlandesa (pela madrugada) e por mais uma sessão matinal de treino intenso.

O Carlos Andrade é notícia no basquetebol nacional. Apenas nove dias depois de uma intervenção cirúrgica de correcção do nariz já iniciou o treino físico individual. Mas o que mais chama à atenção é a máscara de protecção nasal que o atleta vai usar durante os próximos treinos.O Carlos fracturou o nariz durante o campeonato nacional e com muito sacrifício e dedicação suportou a dor e a incapacidade até à conclusão dos “play-off”. Foi agora, em período de férias, operado. Esta cirurgia tem duas consequências: a parte fisiológica e a parte traumática. Na 1ª importa considerar o processo de cicatrização e a prevenção de complicações (infecção e hemorragias). Destas o atleta já se livrou, mas o processo de cicatrização leva o seu tempo e será preciso mais uma semana para cicatrização completa. Esta máscara, confeccionada de propósito e de urgência para o atleta, vai permitir que o Carlos comece já amanhã o treino de integração na equipa. Hoje manteve o treino individual (no ginásio e no pavilhão), mas já usou a máscara, pois pretende-se que progressivamente o cérebro elimine a imagem daquele acessório (o utilizador de óculos já não nota que os transporta em frente aos olhos) e o atleta possa treinar sem qualquer restrição visual. Toda esta estratégia tem sido possível apenas graças ao diálogo permanente entre o atleta e as equipas técnica e médica, sempre apoiado incondicional da direcção da FPB. Nesta fase todos os esforços são necessários.


Próximo estágio em Viseu

O atleta Bernardo Mesquita, apesar de convocado para as duas primeiras acções do estágio, decidiu por motivos de ordem pessoal não integrar o referido estágio.Os treinos anteriores ( 14 ) e a vida diária em conjunto serviram para tornar possível uma maior aproximação e melhor conhecimento entre todos os membros da equipa e para consolidar ideias, conceitos e sistemas de jogo.


Ganhar as tabelas foi decisivo para o êxito

A partida ainda que pautada pelo equilíbrio, esteve quase sempre controlada pelas nossas representantes, que alcançaram as maiores vantagens de 9 pontos na 1ª parte e 13 pontos na 2ª metade. Ganhando as tabelas sem margem para dúvidas (40-27ressaltos), as comandadas de Eugénio Rodrigues alternaram a defesa individual até ao descanso com a zonal após o intervalo e, embora não conseguissem impor o mesmo ritmo e a mesma intensidade da véspera, mantiveram um elevado índice de rotação, já que foram utilizadas 9 jogadoras na 1ª parte e 10 na etapa complementar.Por seu turno as anfitriãs tiveram 4 jogadoras com mais de 30 minutos de utilização, tentando apagar a imagem deixada no dia anterior.Na ponta final a selecção da Macedónia encostou o resultado, tendo chegado mesmo ao empate ao beneficiar de alguns erros não forçados da equipa lusa, mas rapidamente as portuguesas reagiram, voltando a ser eficazes no tiro exterior e não cometendo erros na defesa, aumentando a vantagem para 7 pontos no minuto final.Destaque na equipa da Macedónia para a nossa conhecida Jelena Antic, MVP do encontro, com 35 pontos, 10 ressaltos e 4 roubos, em 40 minutos de utilização, na verdade uma jogadora de eleição. Conhecemo-la em 2008, no Europeu de Sub 18, em Skopje e um mês depois já alinhava pela equipa senior contra Portugal, também em Skopje.No colectivo de Eugénio Rodrigues, saliência para as prestações de Joana Bernardeco (18 pontos), Sofia Carolina (14 pontos e 7 ressaltos) e Michelle Brandão (9 pontos e 7 ressaltos).Para o seleccionador nacional foi um bom teste que permite encarar com confiança os próximos confrontos, estes já a doer, com a estreia a acontecer amanhã (dia 16), ante a Eslováquia, com início às 14h15, jogo da 1º jornada do Campeonato da Europa, Divisão B, Grupo A, em Kavadarci.


Portugal claudica na segunda parte

Veja a estatística nos detalhes da notícia e os vídeos com as declarações de Moncho Lopez e de André Pinto e Miguel Minhava.

Moncho Lopez:Miguel minhava:André Pinto:


Saiba quem elas são

Começamos por apresentar Ana Oliveira e Sofia Ramalho, duas das jogadoras que estão nesta altura a preparar a participação de Portugal na fase de qualificação para o Campeonato da Europa.

ANA OLIVEIRAIdade: 26 anosQual é o seu número de camisola preferido? 7.Quantas internacionalizações tem? 26.Qual foi o pior momento da sua carreira? E o melhor? Pior: Quando me lesionei no joelho (2006); Melhor: (2001/02) Campeã Distrital e Nacional de Juniores. Fui convidada para jogar numa Universidade Americana.Qual é a tua referência de jogador(a)? Não tenho. Tento sempre olhar para as grandes qualidades de cada um.Qual foi o seu percurso como jogadora? CENAP (Clube Atlético Póvoa Pacense); Esgueira; Universidade Texas San António; Cáceres (Espanha); União da Madeira; Duran Maquinaria Ensino (Espanha).Com quem gostava de jogar 1×1? Manu Ginobili.Deixe uma mensagem a todas as jovens jogadoras… Aproveitem ao máximo as experiências que o basquetebol proporciona com o objectivo de divertirem-se ao máximo e sentirem-se cada vez melhores jogadoras.SOFIA RAMALHOIdade: 30 anos.Qual é o seu número de camisola preferido? 7.Quantas internacionalizações tem? Mais de 100.Qual foi o pior momento da sua carreira? E o melhor? Apesar de haver momentos com sabor amargo, como perder alguma final ou não nos qualificarmos com a Selecção, os piores momentos são as lesões. O melhor fica difícil de escolher porque são muitos, mas a minha escolha recai sobre o campeonato conseguido ao serviço do Santarém Basket pelo significado que teve para mim, pois foi dedicado ao meu avô.Qual é a sua referência de jogador(a)? Já não está no activo, mas sempre foi a Susana Soares.Qual foi o seu percurso como jogadora? Clube Desportivo da Póvoa; Santarém Basket; Universitário del Ferrol (Espanha); Mann Filter Zaragoza (Espanha); Universitário del Ferrol (Espanha); Real Cannoe (Espanha); UNB Navaraa (Espanha); Pio XII (Espanha).Com quem gostava de jogar 1×1? Michael Jordan.Deixe uma mensagem a todas as jovens jogadoras… O trabalho é essencial, sejam ambiciosas e queiram sempre mais…treinem dia-a-dia para serem cada vez melhores e divirtam-se!!! Ah…e não se esqueçam dos estudos, isso sim é o mais importante.


Excelente capacidade de resposta das portuguesas

Tendo chegado a Negotino pelas 3h30 da madrugada, uma pequena cidade onde fica alojada a a comitiva portuguesa a cerca de 5 quilómetros de Kavadarci, o seleccionador Eugénio Rodrigues programou o primeiro treino para as 9 horas, com o objectivo de acelerar a recuperação do cansaço após uma viagem interminável, que contou com uma escala de 8 horas em Budapeste.Contra tudo o que seria de esperar, o seleccionado luso venceu este seu primeiro teste ante a congénere anfitriã por 63-61, numa partida muito equilibrada em que as maiores vantagens aconteceram para a Macedónia (6 pontos) e para Portugal (11 pontos). Imprimindo uma constante rotação no plantel à sua disposição, o seleccionador nacional utilizou 11 jogadoras na 1ª parte e 9 na 2ª metade, conseguindo desta forma manter um elevado ritmo.Esta quarta as duas selecções voltam a defrontar-se.


Portugal de bom nível não teve sorte

Nota final para a chegada de Carlos Andrade e Nuno Cortez que hoje se juntaram ao grupo.
Estatística de jogo nos detalhes da notícia. Aproveite também para ver e ouvir as impressões do treinador e do capitão sobre a partida.

A equipa nacional realizou uma partida onde a vontade e a entrega foram nota dominante. No entanto, a partida teve momentos de grande qualidade e de muita emoção, com os atletas portugueses a conseguirem, apesar da curta semana de preparação, ombrear com uma selecção finlandesa com maior tempo de trabalho.No primeiro período, ambas as formações entraram espectantes e não conseguiram, durante toda a primeira parte, colocar todos os seus argumentos em campo. 15-19 e 17-19 nos dois primeiros períodos traduziam algum equilibrio mas também algum desacerto ofensivo.Com a segunda parte surgiu uma Finlândia mais sagaz no aproveitar de alguns erros fruto do curto tempo de entrosamento dos atletas nacionais e, à entrada do último período, venciam por 9 pontos – 41-50.Portugal reagiu e com isso ganho o encontro e o último período. A perder por 11 pontos Portugal, num curto espaço de tempo, “encostou” o jogo e passou mesmo para a frente. No entanto, a ponta final foi favorável à equipa adversária, mais feliz em dois ou três lances que acabariam por ditar a derrota portuguesa.Nota final para quatro estreias na Selecção. André Pinto, Pedro Pinto, Miguel Graça e Heshimu Evans debutaram na principal equipa nacional.


Resistência das Sub-18 durou 10 minutos

Outra coisa não seria de esperar em função de uma série de factores favoráveis às comandadas de Ricardo Vasconcelos, nomeadamente a estatura, peso e experiência competitiva.

A diferença pontual que já era de 8 ao intervalo (36-28), depois de uns 10 minutos iniciais (16-14) em que as Seniores depararam com excelente réplica das mais novas, acentuou-se na 2ª metade, particularmente no 3º quarto (20-7), em que as Sub 18 estiveram mais de 7 minutos sem acertar com o cesto, depois do único triplo de Inês Faustino, ontem a unidade mais valiosa do colectivo de Kostourkova, a reduzir o prejuízo para 38-31, consentindo um parcial de 13-0. Foi de lance livre que Luzia Lampreia quebrou essa ineficácia fazendo 51-32 no minuto 18, a que juntou um triplo no minuto seguinte (51-35), mas a selecção senior respondeu com um parcial de 5-0, fechando o 3º período com 56-35 a seu favor.No último quarto duas bombas consecutivas, a primeira de Célia Simões, ontem com grande eficácia nos tiros do perímetro (100%), acertando todas as 4 tentativas e a segunda de Sofia Ramalho (50% com 2/4), ainda não estavam decorridos dois minutos, obrigaram Mariyana Kostourkova a parar o jogo sem grandes resultados práticos. A maior vantagem para as seniores (66-36) aconteceu no minuto 36, acabando por se cifrar em 28 pontos (72-44).Nas vencedoras Sónia Reis voltou a ser a MVP da partida (já o fora contra as Sub 20), ao contabilizar 15 pontos, 6/7 nos duplos (86%), 4 ressaltos, duas assistências, 2 roubos, 1 desarme de lançamento e 3 faltas provocadas, com 3/3 nos lances livres. Foi bem acompanhada por Joana Fogaça (3 pontos, 9 ressaltos sendo 4 ofensivos, 8 assistências e 3 roubos), Larisse Lima (12 pontos, 5/5 nos duplos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos e uma assistência), Célia Simões (14 pontos, 4/4 nos triplos, 2 ressaltos ofensivos e 1 roubo) e Carla Nascimento (4 pontos, 3 ressaltos, 5 assistências e 2 roubos).Na selecção de Sub 18 a mais valiosa foi a base Inês Faustino (9 pontos, 1 triplo, 1 ressalto, 4 roubos e 4 faltas provocadas), seguida de Jessica Almeida (7 pontos, 3/4 nos duplos, duas assistências, 2 roubos e 3 faltas provocadas) e Vitória Pacheco (4 pontos, 10 ressaltos sendo 3 ofensivos, 2 roubos e duas faltas provocadas).Ficha do jogoPortugal Seniores (72) –Joana Fogaça (3), Sofia Ramalho (6), Célia Simões (14), Tamara Milovac (6) e Sónia Reis (15); Carla Nascimento (4), Larisse Lima (12), Sara Filipe (4), Ana Sousa (6), Dora Duarte (4) e Sara DjassiPortugal Sub 18 (44) – Filipa Bernardeco (3), Luzia Lampreia (4), Daniela Domingues (7), Vitória Pacheco (4) e Maria João Andrade (8); Inês Faustino (9), Jéssica Almeida (7), Inês Pinto, Joana Jesus, Susana Cardoso (2), Catarina Neves, Joana Ramos e Paula Couto Por períodos: 16-14, 20-14, 20-7, 16-9Árbitros: Paulo Anastácio e Pedro Melro, de Aveiro


Portugal joga hoje e amanhã com Finlândia

Portugal joga hoje e amanhã, contra a Finlândia,sempre às 18h30, no Pavilhão de Rio Maior.


Quase no final da primeira semana

Os atletas portugueses começaram cedo o dia de trabalho. Às 9H00 da manhã já as bolas saltavam no gimnodesportivo e a “dose” prolongou-se durante duas horas. Após o almoço, curto descanso e, Moncho lopez, trabalhou com um reduzido grupo de atletas no Pavilhão, enquanto que os restantes, faziam tratamentos e recuperação do esforço às mãos dos fisioterapeutas nas excelentes instalações do Centro de estágio de Rio Maior.
Amanhã, ao inicio da manhã, mais hora e meia de apronto no pavilhão, seguida de uma hora na musculação e, após o almoço, o grupo parte para uma curta mas merecida folga.


Selecção de Sub 20 vence após 2 prolongamentos

Foi outro bom teste para o colectivo de Eugénio Rodrigues, na fase terminal da sua preparação, faltando ainda fazer dois jogos com a Macedónia, já neste país balcânico, nas próximas 3ª e 4ª feiras, antes do jogo inaugural, ante a Eslováquia, no dia 16, o primeiro adversário das lusas.A selecção de Sub 18 entrou melhor no jogo, sem complexos, procurando tirar partido das suas armas e no minuto 9 chegou a 4-13, mesmo depois de Eugénio Rodrigues ter pedido o seu primeiro desconto de tempo, aos 4-8 (minuto 4). Já no minuto 10, as Sub 20 reduziram para 6-13, resultado do 1º quarto. No 2º período (15-12), a selecção de Sub 20, dispondo de mais soluções na área pintada, começou a criar mais dificuldades às pupilas de Kostourkova, nomeadamente após a entrada de Carolina Escórcio, autora de 6 pontos nos últimos 6 minutos deste quarto, com 2 cestos de campo e 2 lances livres na sequência de duas faltas provocadas, reduzindo o prejuízo que chegou a ser de 9 pontos, para 18-19 (minuto 17) e 21-25, quando soou a buzina para o descanso. No reatamento o seleccionado de Kostourkova embora tivesse perdido a liderança do marcador em duas ocasiões (34-33 e 36-35), teve capacidade para da linha de lance livre, na sequência de faltas provocadas e através de uma jogada de 2+1, da autoria de Inês Faustino, ontem a melhor marcadora da equipa com 12 pontos, passar de novo para a frente, terminando o 3º período a vencer por 36-39.Lutando com bravura na defesa, contra adversárias de maior envergadura, as Sub 18 voltaram a dilatar a vantagem para 8 pontos (36-44), com uma bomba de Inês Faustino, em cima do tempo de ataque, no minuto 35. Jogando com todos os seus trunfos, a selecção de Sub 20 soube construir situações para empatar a partida, com 2 triplos consecutivos da capitã Joana Bernardeco, ao fazer 41-44 a 1 minuto do termo e 44-44, com 18 segundos para jogar. A incerteza pairou até final quando a base Michelle Brandão ao desperdiçar 2 lances livres a 2,5 segundos do apito derradeiro, obrigou a um prolongamento. O equilíbrio e a emoção prosseguiram nos 5 minutos extra, mas as coisas só se resolveriam no 2º prolongamento. Aí foi a vez de aparecer Maria João Correia, que, com um triplo e um duplo consecutivos deram a machadada final nas aspirações das Sub 18, com o 2º triplo de Maria João Andrade a fixar o resultado final (57-53), a 15 segundos do termo.Destaque nas vencedoras para a prestação das postes Luiana Livulo e Sofia Carolina que marcaram em conjunto 20 pontos, enquanto a maior experiência de Michelle Brandão, Joana Bernardeco e Maria João Correia acabou por ser decisiva na ponta final, com boas decisões.Nas Sub 18, grande trabalho das postes Vitória Pacheco (10 pontos, 13 ressaltos sendo 5 ofensivos, duas assistências, 3 roubos e 3 faltas provocadas) e Maria João Andrade (10 pontos, 2 triplos, 12 ressaltos sendo 1 ofensivo e 5 faltas provocadas), cada uma com o seu duplo-duplo e ambas responsáveis pela supremacia na luta das tabelas (33-42 ressaltos). Foram bem acompanhadas pela capitã Filipa Bernardeco (8 pontos, 4/4 nos duplos e duas assistências) e pela base Inês Faustino (12 pontos, 1 triplo, uma assistência, 2 roubos e 4 faltas provocadas). Ficha do jogoPortugal Sub 20 (57) – Michelle Brandão (9), Joana Bernardeco (6), Maria João Correia (7), Luiana Livulo (12) e Sofia Carolina (8); Telma Fernandes (4), Francisca Braga (2), Marcy Gonçalves, Carolina Escórcio (6) e Joana Pinto (3)Portugal Sub 18 (53) – Filipa Bernardeco (8), Jessica Almeida (5), Daniela Domingues (6), Vitória Pacheco (10) e Maria João Andrade (10); Inês Faustino (12), Luzia Lampreia (2), Paula Couto, Inês Pinto, Joana Jesus e Catarina NevesPor períodos: 6-13, 15-12, 15-14, 8-5Prolongamentos: 6-6, 7-3Árbitros: André Ferreira e Carlos Carvalho, de Aveiro Amanhã jogam em Ílhavo, no pavilhão do Illiabum, as selecções de Seniores e de Sub 18, a partir das 20h15.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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