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Seleção Nacional de NBA2k implacável na estreia do eFIBA2
No primeiro dia de prova da fase de qualificação do eFIBA2, a Seleção Nacional de NBA2k não deu hipóteses aos adversários e venceu os cinco jogos que disputou. Portugal foi implacável com os seus adversários do Grupo 1 e não cedeu em qualquer encontro, amealhando pontos extra pelas magnificas exibições neste dia de estreia do eFIBA2. Neste momento Portugal lidera o Grupo 1 de qualificação e é a única nação europeia com um total de 10 pontos.
No primeiro duelo do dia frente à Lituânia, adversário mais complicado do grupo, Portugal venceu por 56-37. Ao intervalo já levava uma vantagem considerável de 11 pontos (27-16). Um bom controlo da restante partida permitiu à Seleção das Quinas conquistar a primeira vitória.
Destaques da partida: SimonBeBallin (22pts); PTCreative (12pts, 10 ast); Henri_Jones (14pts, 20res)
O segundo confronto colocou a Áustria no caminho de Portugal, que fica marcado pela entrada forte a seleção lusa. No fim do primeiro período já havia conquistado uma vantagem de 10 pontos, até ao intervalo a vantagem não alterou (23-13). No regresso à quadra, Portugal voltou a impor o seu jogo e garantiu a vitória por 73-37.
Destaques da partida: PTCreative (15pts, 14ast); Henri_Jones (29pts, 24res, 6ast)
O duelo contra a Albânia ficou resolvido pelo resultado alargado de 150-50. Portugal confirmou o claro favoritismo sobre os albaneses e conseguiu a maior vitória do dia. A partida que fica marcado pelo recorde estabelecido de um total de 48 triplos convertidos.
Destaques da partida: PTCreative (61pts, 13ast); SimonBeBallin (30pts, 14res, 11ast, 9rb); Henri_Jones (20pts, 23res, 15ast)
O resultado fala por si… Força, rapazes! 🇵🇹#SomosBasquetebol #NBAnaRTP #eFIBA https://t.co/APavH7Viz3
— Basquetebol Portugal (@fpbasquetebol) October 3, 2023
O grande duelo da noite foi diante a Finlândia! Uma partida ligada à corrente do início ao fim e onde a vitória caiu para Portugal (59-57). A seleção finlandesa chegou a estar a vencer por 1 no último período, mas a resiliência lusa foi mais forte e manteve a Seleção invicta.
Destaques da partida: PTCreative (15pts, 12ast); Henri_Jones (16pts, 8res, 4ast)
À entrada para o jogo com a Suíça, o conjunto helvético entrou mais forte e chegou a vencer ao intervalo por dois pontos. No entanto, a seleção portuguesa regressaria mais forte do intervalo e tomou conta do resultado rapidamente acabando por vencer com uma vantagem de 20 pontos (61-41).
Destaques da partida: DonKotaa (11pts, 4rb); PTCreative (18pts, 6ast); Henri_Jones (14pts, 7res, 6ast)
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A primeira “gameweek” acabou com cinco vitórias em cinco jogos para Portugal que regressa à competição daqui a duas semanas para mais um dia de duelos. Todos os encontros podem ser acompanhados, em direto e exclusivo, através do canal de Twitch da RTP Arena.
Seleção Nacional de NBA 2k preparada para o eFIBA 2
A FIBA anunciou a segunda temporada da eFIBA, prova que reúne um total de 61 nações e que contará, pela primeira vez, com o Campeonato Mundial disputada de forma presencial. A fase final da competição, agendada para os dias 25 e 26 de novembro, realiza-se na DreamHack Winter, em Jönköping, na Suécia. A competição é dividida em várias fases, com a qualificação a ser disputada em oito zonas diferentes (Europa, Ásia, Africa, América do Norte, América do Sul, Oceânia, Sudoeste Asiático e Médio Oriente), durante quatro semanas.
Terminada a fase de qualificação, segue-se a fase de eliminação nas Finais Regionais, que apuram duas seleções para as “World Finals” que se realizarão na Suécia. No continente europeu, a fase de qualificação é disputada entre 26 seleções. O “prize pool” do Campeonato do Mundo é de 50.000€.

Na próxima terça-feira, dia 3 de outubro, Portugal arranca com o primeiro dia de prova na fase de qualificação europeia da segunda época eFIBA. A equipa das Quinas está inserida no Grupo 1 com a companhia da Albânia, Finlândia, Lituânia, Suíça e Áustria. O calendário pode ser consultado, aqui. A campanha lusa na fase de qualificação vai ser transmitida pela RTP Arena.
Eis a convocatória da Seleção Nacional de NBA 2k:
– Gonçalo “Gonçalo” Chaves (Ice GG)
– Alexandre “Salazar” Salazar (Vitória SC ISG)
– Bruno “DonKota” Moutinho (Vitória SC ISG)
– João “Moura” Moura (Ice GG)
– Henrique “Henri” Jones (Vitória SC ISG)
– David “Creative” Prezas (Vitória SC ISG)
– André “Bih” Castro (Vitória SC ISG)
– Gonçalo “Cunhax” Cunha (Ice GG)
– Simão “Simon” Silva (Vitória SC ISG)
– António “Ragezz” Manuel (22 ESPORTS)
A Seleção Nacional de NBA2k tem vindo a amealhar excelentes classificações nas provas promovidas pela FIBA, sendo que na época de estreia da eFIBA, a equipa das Quinas registou uma das suas melhores performances tendo terminado no top4 europeu.
🎮 A Seleção Nacional de NBA 2k está de regresso à competição!
Portugal 🇵🇹 vai lutar por um lugar nas “World Finals” da @eFIBA_official, mas arranca a sua campanha na fase de qualificação europeia já na próxima terça. 🏆
📲 https://t.co/vBVjq3nZKJ#SomosBasquetebol #eFIBA pic.twitter.com/qlR20s8vUM
— Basquetebol Portugal (@fpbasquetebol) September 29, 2023
“Os nossos últimos resultados mostram-nos que não devemos temer nenhum adversário”
Concluída a participação da seleção nacional feminina sub17 de 3×3 no Campeonato da Europa, que atingiu um histórico 7.º lugar, a melhor classificação de sempre deste escalão nesta prova, Luís Oliveira diz que fica o orgulho do posto atingido, mas a certeza de que é possível atingir voos ainda mais altos.
O selecionador nacional esteve à conversa com a FPB e fez um balanço da participação lusa na FIBA 3×3 U17 Europe Cup 2023, que contou com embates com a Alemanhã, Reino Unido e Espanha:
Terminada a participação neste Europeu em Heraklion, na ilha de Creta, na Grécia, que balanço podemos fazer?
O balanço é positivo. Temos consciência de que alcançámos a melhor classificação de sempre de uma seleção feminina num europeu no escalão de sub17, mas saímos com um sentimento de frustração porque sentimos que podíamos ter ido um pouco mais longe. Acabámos por ter um grupo que não era fácil, tal como prevíamos, e olhando agora, o nosso primeiro jogo acabou por ser o encontro do 3.º e 4.º lugar. A nossa ansiedade, o nosso nervosismo, acabaram por jogar contra nós, e a Alemanha saiu como vencedora desse jogo com todo o mérito. No entanto, naquele momento, sem sabermos, jogámos um 3.º e 4.º.
Sentíamos que podíamos estar entre os quatro melhores da Europa e terminamos a competição com a sensação de que podíamos estar no apuramento para o mundial, que era o principal objetivo deste grupo.
Uma preparação que se prolongou durante o verão, que pontos positivos podemos retirar?
Muita coisa correu bem, logo a começar pelo torneio InterSeleções sub17 de 3×3, que foi um sucesso e vai continuar a ser. Tem-nos permitido mostrar a realidade do 3×3 a todas as associações e a muitas atletas, mas também nos permite organizar melhor os trabalhos das seleções neste escalão.
Aqui estamos a falar de sub17 e um dos maiores erros que se comete nos escalões de formação é avaliarmos um bom ou mau trabalho pelo número de vitórias e derrotas. Não é por termos conseguido muitas vitórias que na altura estávamos a fazer tudo bem, e não é por este último europeu termos sido derrotados e estarmos frustrados, que fizemos coisas mais negativas. Acho que todo o processo foi de evolução, temos agora atletas muito mais preparadas para jogar 3×3 a este nível. Recebemos elogios de quase todas as seleções e conquistámos o sétimo lugar, que é o melhor lugar de sempre, com todo o mérito e é algo que nos deve deixar a todos bastante orgulhosos.
O que podemos aprender para participações futuras?
Os nossos últimos resultado mostram-nos que ao nível do 3×3, nós não devemos temer qualquer seleção da Europa. Estamos ao nível dos melhores e é com esse foco e essa visão que nos queremos reger.
“Temos de estar muito orgulhosos do que conseguimos”
A Seleção Nacional de BCR esteve em grande destaque na última semana ao conseguir a subida à divisão B do BCR europeu depois de se sagrar vice-campeã da Europa. No derradeiro jogo da competição, Portugal não conseguiu ultrapassar a Chéquia (65-42), mas o balanço da participação lusa no Campeonato da Europa não poderia ser mais positivo.
No rescaldo da prestação da equipa das Quinas, o capitão da Seleção Nacional, Hugo Maia, não podia estar mais orgulhoso da prestação do grupo de trabalho: “Penso que tivemos uma prestação brilhante. Conseguimos vencer todos os jogos na fase de grupos, todos os jogos de forma indiscutível, claramente fomos os mais fortes no nosso grupo. Na meia-final, apanhámos uma equipa muito evoluída desde o último Europeu. Claramente pode subir à divisão B nos próximos anos. Começámos mal a meia-final, mas soubemos sofrer. Acima de tudo, ao contrário do que aconteceu na final, conseguimos jogar com o coração e com a cabeça. Aceitámos o desafio de jogar contra uma equipa que é alta e muito eficaz. Fomos recuperando ponto a ponto uma desvantagem que foi de doze pontos. Recuperámos gradualmente e conquistámos merecidamente a meia-final e a tão desejada subida de divisão”, contou o experiente atleta português que fez o nono Europeu da carreira.
Relativamente à final, Hugo Maia sentiu que a Seleção não foi capaz de combater o poderio checo, pese embora acredite na evolução da Seleção, apontando já ao próximo Europeu: “Na final quebrámos, devido à efusividade da conquista da meia-final e também não entramos da melhor forma. A Chéquia é muito experiente. Uma Seleção que se preparou melhor, que fez jogos de treino com a Seleção lituana, a Seleção polaca… e chegaram aqui com uma dinâmica de jogo completamente diferente. A experiência e a postura de jogar uma final, faltou-nos traquejo, sangue-frio, confiar no sistema e no plano de jogo definido pela equipa técnica. Jogar com mais cabeça do que com coração. Jogamos demasiadamente com o coração e muito pouco com a cabeça. No entanto, acredito que com mais um ano de trabalho e com a experiência internacional que alguns jogadores vão acumular, vamos conseguir prepararmo-nos melhor para o próximo ano. Desta forma estaremos aptos para nos mantermos na Divisão B no próximo Campeonato da Europa”, explicou.
Ao leme da Seleção Nacional está Óscar Trigo, que não escondeu o orgulho nas prestações dos seus atletas, apesar do título de campeão não ser conquistado: “Uma final tem de se jogada, mas também temos de competir. Nós jogamos, mas não competimos. Fico menos satisfeito por isso. Por outro lado, temos de jogar finais para aprender e logicamente que olhando para os jogadores que jogaram a final, só o Pedro Bártolo já tinha passado por essa experiência. Temos de estar muito orgulhosos do que conseguimos, o objetivo principal foi conseguido”, afirmou.
Apesar da excelente campanha, o selecionador nacional reforça que este é o momento ideal para impulsionar o BCR em Portugal: “É preciso refletir para percebermos onde estamos e onde podemos chegar. Todo o BCR português tem de fazer essa reflexão, temos de crescer a nível de estrutura, desenvolvimento dos atletas e dar essas ferramentas para podermos competir na Divisão B. Caso contrário só vamos jogar na Divisão B e nós queremos competir. Temos de aprender a competir. Para isso é preciso um esforço do BCR português. Mais estrutura, mais gestão e desenvolvimento de atletas para evoluirmos nesse sentido”, concluiu o técnico espanhol.
A comitiva portuguesa já regressou da Bósnia e Herzegovina, local onde se disputou o Europeu, com o brilhante registo de quatro triunfos em cinco possíveis e com a subida de divisão assegurada.
Seleção sub17 consegue melhor classificação de sempre no europeu de 3×3
A seleção nacional feminina sub17 de 3×3 conquistou, este domingo, a melhor classificação de sempre na FIBA 3×3 U17 Europeu Cup 2023, prova que decorreu em Heraklion, na ilha de Creta, na Grécia, de 22 a 24 de setembro.
Após o apuramento para os quartos de final da competição, Portugal encontrou Espanha no caminho rumo às meias-finais. Após um embate marcado pelo equilíbrio durante longos períodos de tempo, a vitória acabou por cair para a congénere espanhola, que se sagrou vice-campeã da europa, por 15-7. Magda Silva foi a melhor marcadora com três pontos, seguida por Maria Andorinho e Marta Rodrigues, ambas com dois.
Concluída a participação, Portugal termina na sétima posição, classificação que é a melhor de sempre desta seleção em campeonatos da Europa, ultrapassando o 8.º posto obtido em 2021, quando Lisboa acolheu a competição.
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Portugal nos quartos de final da FIBA 3×3 U17 Europe Cup 2023
Portugal garantiu a presença nos quartos de final da FIBA 3×3 Sub-17 Europe Cup 2023, depois de ultrapassar a Grã-Bretanha por 17-11.
No primeiro jogo do dia, a Seleção Nacional perdeu com a Alemanha por 16-12, mas no segundo jogo do dia, Portugal ultrapassou a equipa da Grã-Bretanha por 17-11 e garantiu presença nos quartos de final da competição.
Os quartos de final serão disputados, este domingo (16h05), diante da Espanha. Contra Alemanha, a equipa das Quinas contou com a inspiração de Marta Rodrigues (4pts), Anita Pereira (3pts), Magda Silva (3pts) e Maria Andorinho (2pts). No jogo decisivo que garantiu a passagem aos “quartos”, Portugaç conquistou a vitória graças aos esforços de Maria Andorinho (9pts), Magda Silva (4pts), Anita Pereira (3pts) e Marta Rodrigues (1pt).
Com arranque marcado para as 16h05, Portugal terá pela frente a Espanha no jogo de acesso às meias-finais da Europe Cup. Os “quartos” têm transmissão, aqui!
Portugal é vice-campeão da Europa em BCR!
A seleção nacional de basquetebol em cadeira de rodas concluiu hoje o Campeonato da Europa – Divisão C com a conquista da medalha de prata. Na final da competição, Portugal mediu forças com a forte congénere da Chéquia, tendo o triunfo sorrido aos adversários por 65-42.
Num embate que se antecipava como equilibrado e disputado, a equipa das Quinas procurava juntar o título europeu à subida de divisão já assegurada. Os minutos iniciais foram de equilíbrio entre as duas formações, mas foi a Chéquia que assumiu o ascendente da partida à entrada para o segundo período .
Portugal procurava reduzir a diferença, mas a maior eficácia adversária, conseguida, em parte, pela vantagem física, foi determinante para ditar o resultado ao intervalo (41-21). O intervalo fez bem aos comandados de Óscar Trigo, que reentraram com outra intensidade defensiva e ofensiva. A seleção nacional reduziu a distância e continuou a acreditar, mas a frieza da Chéquia fazia a diferença. Portugal lutou até final, mas a vitória sorriu ao adversário. Não obstante, a equipa das Quinas concluiu a sua brilhante participação no europeu com um registo de quatro vitórias e apenas uma derrota, conquistando a medalha de prata e a desejada subida à divisão B.
Luís Domingos, que esteve em evidência por Portugal, foi eleito para o cinco ideal da prova.
Parabéns, seleção!
“Vamos brilhar novamente!”
Foi a 7 de setembro que a seleção nacional feminina de 3×3 terminou na 4.ª posição da FIBA 3×3 Europe Cup 2023 em Jerusalém, Israel. Um feito histórico dado ser a melhor classificação de sempre num campeonato da Europa da categoria.
Duas semanas depois, a FPB esteve à conversa com Emília Ferreira, Joana Soeiro, Laura Ferreira e Márcia da Costa Robalo, que recordaram o momento e deixaram algumas mensagens à congénere sub17, que se encontra em Heraklion, na Grécia, para disputar o europeu.
“Orgulho há sempre, independentemente do sucesso ou não. Óbvio que ambicionávamos mais mas, para uma segunda participação consecutiva num campeonato da Europa, acabar num 4.° lugar foi excelente”, afirma Emília Ferreira, uma opinião partilhada por Joana Soeiro: “Muito orgulhosa dos nossos resultados. Estamos a evoluir época após época e nada nos deixa mais confiantes e motivadas para continuar”, atenta.
Para as internacionais portuguesas, Portugal já inscreveu o seu nome na categoria das melhores seleções da Europa e do mundo. “Claramente que já estamos ao nível das melhores da Europa! Quer no europeu, quer na Women’s Series, que conta com algumas das melhores equipas de todo o mundo, conseguimos vencer uma etapa e ficámos em 4.º noutra”, elabora Laura Ferreira. “Já mostrámos que lutamos com todos e que estamos a um nível muito alto. Já sabemos o nosso lugar e é entre as melhores”, explana.
Para Márcia da Costa Robalo, o empenho colocado em campo pelas atletas lusas tem sido fundamental para os resultados obtidos: “Com as qualificações para europeus, tem sido notório que a intensidade e empenho nos têm valido de muito para reduzir o impacto que a experiência dos adversários tem no jogo. Esta maneira que temos de jogar, de nunca desistir, tem-nos valido muitas conquistas”, atenta.
Uma caminhada histórica entre a elite europeia, a equipa das Quinas bateu-se de frente com algumas das melhores formações do mundo, batendo a França, campeã europeia na última edição, no jogo dos quartos de final. Para Emília, o cansaço pode ter sido determinante para o desfecho: “Não só o campeonato da Europa, mas também as etapas da Women’s Series são bastante exigentes. Penso que o desgaste físico tenha falado mais alto e isso fez com que a tomada de decisão em algumas situações não fosse a melhor”.
Para Joana Soeiro, com os resultados obtidos nos diferentes níveis, o apoio será fundamental para atingir outros patamares: “Acredito que faltam mais olhos sobre esta modalidade olímpica, em ascensão no mundo e também no nosso país. Gostaria de ver o apoio, investimento e aposta nestes projetos a acompanharem a velocidade da evolução que temos tido e assim continuar a subir de mãos dadas”, elabora.
À semelhança do que a seleção de seniores femininos fez, também a seleção sub17 de 3×3 participa no Campeonato da Europa. Os dois jogos da fase de grupos disputam-se já este sábado, com o primeiro agendado para as 15 horas, com transmissão aqui.
Na véspera do início da caminhada lusa, Márcia deixa uma mensagem: “Acho que o fundamental nestas competições, que sabemos perfeitamente que têm equipas com mais experiência, é terminar e ter a noção de que fizemos tudo o que podíamos, deixámos tudo em campo e não tínhamos mais nada para dar. O mais importante é regressarem a casa com essa sensação. Se isso culminar com uma medalha, ainda melhor!”, deseja.
Também Laura Ferreira deixa uma mensagem de ambição: “Desejo muita sorte à seleção de sub17! É uma equipa com potencial e só têm que se concentrar no trabalho que fizeram até agora. Aproveitem o jogo! Boa sorte e vamos a isso, vamos brilhar mais uma vez!”, conclui.
“Viemos cá para vencer o Campeonato da Europa”
A seleção nacional de basquetebol escreveu mais uma página da história da modalidade ao garantir, esta sexta-feira, o acesso à final do Campeonato da Europa – Divisão C e a consequente subida à Divisão B pela primeira vez desde 2016. Portugal vai enfrentar a Chéquia na final, que tem início marcado para as 15h45.
A equipa das Quinas venceu a Bulgária por 56-49 num jogo marcado pela intensidade e emoção até final, com o conjunto luso a celebrar efusivamente após o soar da buzina. Após terminados os festejos, o selecionador nacional, Óscar Trigo, e o internacional português, Pedro Bártolo, não esconderam a felicidade.
“Tinhamos claro que a Bulgária era uma das equipas mais completas da competição, tal como o demonstrou na fase de grupos onde sofreu apenas uma derrota com a Chéquia. O seu jogo é muito sólido, mas tinhamos bem presente todo o trabalho que fizemos na preparação e a defesa ia ser a chave para chegarmos ao sonho que era vencer este jogo”, afirmou Óscar Trigo.
O selecionador nacional acrescenta: “Estou feliz pelo que esta subida representa para o basquetebol em cadeira de rodas português. Estávamos a jogar por algo maior que o resultado, por um sonho. É fantástico!”.
Quanto à final, o técnico catalão da formação portuguesa atenta: “Temos de continuar a sonhar. Não nos vamos conformar com um primeiro objetivo atingido, viemos cá para vencer o europeu e agora já podemos falar em consegui-lo”.
Já Pedro Bártolo, que esteve em evidência no jogo que assegurou a subida, destaca o papel da defesa para o desfecho: “Tínhamos a lição bem estudada, mas acho que entrámos muito nervosos, também por sabermos que éramos favoritos e melhores. Sabíamos que do outro lado tínhamos uma equipa muito alta, coisa que ainda não tínhamos encontrado até agora na Divisão C. Este foi um jogo que vencemos pela defesa. Não tanto pelo maior acerto na segunda parte, que existiu e que tinha que acontecer, mas acima de tudo a nossa capacidade defensiva e intensidade”.
“É uma vitória que nos dá uma subida há muito desejada, saborosa, que perseguíamos desde 2017”, explica. “Espero que o BCR nacional possa crescer de uma forma mais sustentável, com mais apoios e condições, maior captação de atletas, porque a missão que para o ano vamos encontrar na Divisão B vai ser muito mais árdua e isso obriga a um grupo maior e mais competitivo para que a equipa técnica tenha mais opções”.
No que toca à final, Bártolo é direto: “Queremos levar o caneco para Portugal”.
Portugal vai enfrentar a Chéquia na final. O jogo tem início marcado para as 15h45.
Seleção está na final e sobe à Divisão B!
A seleção nacional de basquetebol em cadeira de rodas está na final do Campeonato da Europa – Divisão C e garantiu a subida à Divisão B pela primeira vez desde 2016!
No jogo decisivo que ditava a subida, as meias-finais da prova, Portugal venceu a Bulgária, por 56-49, numa reviravolta épica.
Um embate que se antecipava como equilibrado entre duas das principais candidatas à subida, o primeiro quarto sorriu ao conjunto búlgaro por 17-12. Os comandados de Óscar Trigo tentavam reagir, mas a formação adversária continuava a mostrar algum controlo e ao intervalo seguia na dianteira por 35-25. A segunda parte viu a equipa das Quinas estar a perder por 12 pontos no decorrer do terceiro quarto, mas tudo mudou no decorrer desse período. Pedro Bártolo foi um dos principais impulsionadores da reviravolta e paulatinamente, Portugal começou a aproximar-se e reentrar na luta pelo triunfo.
Os minutos finais foram marcados pela emoção e nervosismo de ambas as partes, mas no final a seleçao lusa consumou a reviravolta no resultado numa tarde que terminou em festa por parte de toda a comitiva portuguesa.
Pedro Bártolo (21pts, 3res, 3ast), Luís Domingos (15pts, 6res, 8ast, 1rb), Ibrahim Mandjam (10pts, 12res, 1ast, 1rb) e João Reis (10pts, 7res, 2ast) foram as principais figuras do conjunto luso.
A equipa das Quinas vai agora disputar o título europeu este sábado, pelas 15h45, frente ao vencedor da partida entre Chéquia e Irlanda.
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“Queremos fazer o que ainda não foi feito!”
A menos de 24 horas do início da participação portuguesa da FIBA 3×3 U17 Europe Cup 2023, a equipa das Quinas prepara os últimos pormenores antes de entrar em campo pela primeira vez, este sábado, pelas 15 horas.
Já em Heraklion, na ilha de Creta, Grécia, desde dia 20, a seleção lusa já realizou diferentes treinos e momentos de ativação. Luís Oliveira, selecionador nacional, falou à FPB sobre como correu a preparação e o que esperar deste grupo:
Como correu a preparação, não apenas no último estágio em Rio Maior, mas também com as participações no Circuito Nacional de 3×3?
“A nossa preparação começou logo após o Inter-Seleções Sub-17 que decorreu em Tomar. Foi um evento que nos permitiu observar e selecionar oito atletas que desde o primeiro estágio em Beja nos deram uma demonstração de ter um carácter acima da média, construímos uma família e dentro de campo tudo se tornou mais fácil. Antes da qualificação para o Campeonato da Europa participámos nas etapas do Circuito Nacional de Quarteira e Cascais.
Conseguido o histórico apuramento em Voiron, começámos a nossa preparação para o Campeonato da Europa com o primeiro encontro no final de Agosto, na cidade da Maia, onde competimos em mais uma Etapa do Circuito Nacional, e onde acabámos por participar na Final Nacional. Antes de viajarmos para a Grécia, estagiámos no Rio Maior Sports Centre. Este percurso fez-nos chegar à ilha de Creta com as melhores sensações. Estamos prontos!”
🇵🇹A seleção nacional sub17 de 3×3 continua a preparar a estreia na @FIBA3x3 U17 Europe Cup 2023, prova que decorre em Heraklion, na Grécia, de 22 a 24 de setembro.
📅 Portugal só entra em campo este sábado, pelas 15 horas, contra a Alemanha 🇩🇪.#SomosBasquetebol #3x3U17 pic.twitter.com/1NAhe5yrEO
— Basquetebol Portugal (@fpbasquetebol) September 22, 2023
O que podemos esperar dos nossos adversários nesta fase de grupos?
“Já observámos os nossos adversários, mas a motivação é tanta que tivemos atletas a fazer, em vídeo, o seu próprio scouting das adversárias.
O nosso primeiro adversário, a Alemanha, competiu em Voiron na mesma qualificação que nós, mas chegam à Grécia com duas jogadoras que não participaram nessa qualificação. São uma equipa experiente, a número 1 do ranking no escalão de sub18 femininos, e têm duas jogadoras que participaram no Campeonato do Mundo de sub18.
A Grã-Bretanha foi a surpresa na qualificação na Hungria, chegam à Grécia com a mesma equipa e com jogadoras muito competentes e preparadas para jogar 3×3. Apesar de menos experientes, são uma equipa completa e com jogadoras que vão dar que falar na competição. Acredito que estamos inseridos naquele que será o grupo mais equilibrado.”
Quais são os objetivos do grupo?
“Desde o primeiro momento que fomos ambiciosos, queremos fazer o que ainda não foi feito. Já conseguimos a primeira qualificação de sempre de uma seleção sub17 para um Campeonato da Europa 3×3, mas queremos mais, temos o objetivo de conseguir chegar ao Mundial de sub18 em 2024. Para isso temos de terminar a competição nos três primeiros lugares.
Sabemos que não vai ser tarefa fácil, não somos melhores que ninguém mas também não temos medo de ninguém e uma coisa é certa, vão continuar a ouvir a falar desta seleção de Portugal. Obrigado a todos os que nos têm apoiado e fazendo chegar a sua força, em especial a todos/as os/as atletas que passaram por nós e fazem hoje parte desta família. Levamos conosco um pouco de cada um de vocês. Por último, uma palavra para a nossa seleção nacional de seniores femininos de 3×3, são a nossa referência e inspiração.”
Portugal integra o Grupo A com as congéneres da Alemanha e da Grã-Bretanha, e joga nos seguintes horários.
23 de setembro
- 15h00 | Alemanha x Portugal
- 18h30 | Portugal x Grã-Bretanha
“Já tínhamos a certeza que estávamos ao nível das melhores equipas do Mundo”
É já este sábado, dia 23, que a seleção nacional feminina sub17 de 3×3 inicia o seu percurso na FIBA 3×3 U17 Europe Cup 2023, competição que decorre em Heraklion, na Ilha de Creta, Grécia, de 22 a 24 de setembro.
A seleção lusa, que na última edição terminou na 16.ª posição, procura melhor a classificação final e não tem melhor exemplo que as seniores femininas de 3×3, que depois de um 9.º lugar na Europe Cup 2022, em 2023 fez história e terminou no top-4. Américo Santos, selecionador nacional das seniores femininas, falou à FPB sobre essa campanha europeia e deixou algumas mensagens para as jovens lusas.
1. Agora que já passou algum tempo desde o final da competição, quando se olha para este europeu, o que se sente mais: orgulho do 4.º lugar atingido ou certeza de que já estamos ao nível das melhores da europa?
Nós já tínhamos a certeza que estávamos ao nível das melhores equipas do Mundo, não só da europa. E não é ser sonhador nem irrealista. É analisar os resultados. O ano passado já tínhamos vencido praticamente todas as equipas do topo do ranking mundial incluindo os Estados Unidos, campeão olímpico em título, França, campeã mundial e da Europa em título, Países Baixos, atual campeã europeia, e Lituânia, entre outras. Só quem andou muito distraído não percebeu já o ano passado o nosso nível e o que podíamos fazer. No campeonato da Europa do ano passado tivemos duas jogadoras doentes, a Joana Soeiro e a Emília Ferreira e assim não há milagres por muito que elas tentassem. Ninguém soube na altura porque quisemos competir o melhor que conseguiamos e não usar isso como desculpa mas acho importante que as pessoas também tenham noção desse sacrifício agora.
Este ano confirmamos esse nível. Qualificação com quatro vitórias em quatro jogos sem praticamente estar atrás do marcador em nenhum dos jogos. Primeiro lugar numa etapa da Women’s Series que é um resultado ainda superior a ser 4.º classificado no Europeu. Vencer novamente várias potencias mundiais incluindo Espanha, campeã europeia há dois anos e finalista deste ano, fomos a única equipa que tirou a França de uma final este ano, com um resultado que no 3×3 é esmagador (13-7), e batemos a França, que este ano é vice-campeã do mundo e ainda esta semana perde com o Canadá no último segundo na final da Women’s Series.
Na verdade o 4.º lugar soube a muito pouco. Nós sabemos e acreditamos que devíamos estar nos Jogos Olímpicos a representar o nosso basquetebol e o nosso país no maior palco do mundo. Foi pena que apesar dos resultados, não conseguimos pôr mais entidades a acreditar conosco. Da minha parte sinto-me desiludido e depressivo por este desfecho mas ao mesmo tempo de consciência tranquila pois da nossa parte fizemos mesmo tudo o que estava ao nosso alcance.
2. Uma competição exigente e que obriga a um grande esforço num curto espaço de tempo. O que faltou para atingir a desejada medalha?
Treinar e competir mais vezes em fadiga. Temos estágios muito curtos por diversas condicionantes e os nossos adversários têm muita experiência nesses jogos e momentos de jogos. Preparamo-nos o melhor que conseguimos mas sem dúvida que a fadiga foi fulcral. A somar a isso, o facto do calendário permitir que Países Baixos e Espanha, as duas finalistas, tivessem um dia de descanso após a fase de grupos ao passo que nós não tivemos, também não ajudou. Não uso isto como desculpa mas penso que a FIBA deve equilibrar o calendário para que as equipas tenham o tempo de descanso o mais próximo possível umas das outras.
Para nós que somos fisicamente mais baixas e leves, competir e vencer a este nível obriga a jogar sempre no limite da intensidade física e os jogos acumulados e o menor tempo de descanso têm um peso determinante.
3. Os resultados positivos continuam a suceder-se, tanto a nível de seleções como no circuito nacional. O crescimento da modalidade vai passar pela sensibilização dos jovens de forma a que cheguem ao 3×3 cada vez mais cedo?
Acho que é importante realçar o que as seleções nacionais já fizeram em cinco anos de existência:
2018
- Sub23 Fem. – Medalha de Bronze nos Jogos do Mediterrâneo
|| Pandemia||
2021
- Sub17 Masc. – 4° Lugar Campeonato da Europa
- Sub17 Fem. – Top 8 Campeonato da Europa
2022
- Sub18 Masc – 7° Lugar Campeonato do Mundo
- Sub23 Fem. – 5° Lugar Jogos do Mediterrâneo
- Sub23 Masc. – 6° Lugar Jogos do Mediterrâneo
- Seniores Fem. – 9° Lugar Campeonato da Europa
2023
- Seniores Fem. – 4° Lugar Campeonato da Europa
- Vencedoras de uma etapa da Women Series
Para além dos resultados, muitos jogadores, treinadores, fisioterapeutas, staff, tiveram a possibilidade de conhecer e divulgar a modalidade. Criou-se o Circuito Nacional 3×3, o Inte-Selecções 3×3, formações nas escolas e nos cursos de treinadores. Temos imenso potencial na modalidade e a Federação está atenta ao desenvolvimento da mesma e tem profissionais competentes e dedicados a esse desenvolvimento.
4. Agora é a vez das sub17 participarem no campeonato da Europa da categoria. Que mensagem lhes deixa?
As sub 17 já receberam a minha mensagem e dos atletas seniores masculinos e femininos. Somos uma família. Elas sabem o que precisam de fazer e que podem ganhar a qualquer equipa. Aproveito para desejar ao selecionador Luís Oliveira e a todas as atletas votos de muitas felicidades e estou certo que irão superar o 4.º lugar que fizemos com as seniores.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
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