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Sub16 Masculinos voltam a vencer em Sófia

A equipa orientada por António Paulo Ferreira não sentiu grandes dificuldades e venceu os quatro períodos do encontro, demonstrando superioridade a todos os níveis.

 

Individualmente, o destaque vai para as exibições de Afonso Candeias (25 pontos, 12 ressaltos, 2 assistências, 3 roubos de bola, 1 desarme de lançamento), Hugo Ferreira (21 pontos, 5 ressaltos, 4 assistências, 6 roubos de bola) e Diogo Gomes (10 pontos, 2 ressaltos, 7 assistências, 2 roubos de bola). Portugal volta a entrar em campo já este sábado (16h15 PT), diante da congénere da Geórgia.
 
Fotos: FIBA
 

“Vou com um bom feeling para Varese”

Estivemos à conversa com este atleta que se vem assumindo, cada vez mais, no contexto da modalidade.

Podemos dizer que com esta chegada ao Varese, cumpriu o grande sonho da sua carreira?

É um objetivo cumprido, mas acima de tudo espero que seja o começo de uma nova etapa na minha carreira, de afirmação plena.
Em que termos é o teu contrato? A nível pessoal, o que esperas desta temporada? Podes falar-nos um pouco sobre o teu novo clube?

Assinei por um ano. Relativamente ao que espero da época, a minha resposta pode soar ambígua, porque estou entusiasmado e ao mesmo tempo com baixa expectativa. Já apanhei muitas desilusões no meu percurso e se houve coisa que aprendi foi a não colocar a fasquia demasiado alta… embora às vezes com recaídas. Trocando por miúdos: ano passado, no CP Mideba, joguei a primeira metade da época praticamente todos os minutos, porque tínhamos um plantel muito escasso. A partir de Janeiro, quando a competição até era mais feroz, dei um salto qualitativo enorme, fui decisivo no jogo que nos permitia fugir aos lugares de despromoção e ao mesmo tempo obter a qualificação para a Copa do Rei. Depois disso, deixei pura e simplesmente de ser opção. Apesar disso, vou com um bom feeling para Varese. Falando do HS Varese, é um clube de meio da tabela da Série A, que pode ambicionar ao top 4. Além disso, joga competições europeias, a Euroliga 2, que é uma fase preliminar onde nos podemos apurar para a Andre Vergauwen (segunda prova europeia mais importante de clubes), a Willi Brinkmann (terceira) ou nenhuma. 

Em que aspetos achas que podes acrescentar qualidade ao Varese?

Posso acrescentar velocidade, lançamento exterior, agressividade defensiva e controlo dos ritmos do jogo. Acho que me estou a tornar mais cerebral, apesar de muitas vezes confundirem essa minha característica com falta de intensidade ou dificuldade em assumir. Acredito que a minha personalidade introvertida leve a essa associação errada. Mesmo que sejas rápido, não podes jogar sempre a 1000 e estou a aprender a fazer essa gestão. Há duas pessoas que me deram muito na cabeça nesse sentido: a Inês Lopes, ex-Selecionadora de Portugal e da Suécia, com quem privei pouco e aprendi muito; e o Hugo Lourenço. 

Achas que o teu ingresso numa liga poderosa como a italiana poderá servir de maior incentivo aos jovens praticantes de BCR?

Espero que sim. Quando foi a minha vez, saber que jogavam lá fora o Hugo Lourenço, o Pedro Gonçalves ou o Cláudio Batista, ajudou-me a acreditar que era possível dar o salto. Mas atenção: não chegam os 2 míseros treinos por semana das nossas equipas, é preciso muito sacrifício, horas extra e trabalho de ginásio. As equipas também podem ajudar, ao aumentarem a carga de treino semanal. Há vários jogadores jovens com qualidade para ultrapassar a fronteira, como o Zé Miguel, o Ângelo Pereira ou o Marco Gonçalves (que já esteve em Burgos e Mideba). O caso do Ângelo é particularmente evidente, até pela prestação no Europeu. Eu com 18 anos, não fazia um bloqueio e também não era muito fã de passar a bola; ele anda a jogar Europeus. Mas tem que ser esperto, tomar decisões acertadas na carreira e não deixar que o ego estagne a sua evolução. Acho que não vai… é um “puto” ajuizado e positivamente “inconsciente”; tanto lhe faz jogar contra o último classificado do Campeonato Nacional, como um jogo do Campeonato da Europa.

 


Portugal entra a sorrir no Europeu de Sub 16 Masculinos (Divisão B)

 

Um triplo de Miguel Alves, a 32 segundos do final, acabou por dar o triunfo aos comandados de António Paulo Ferreira, que ao intervalo venciam por 11 pontos, havendo depois uma boa recuperação do adversário dos Balcãs.

Em termos estatísticos, na turma lusa sobressaíram André Cruz (12 pontos, 2 ressaltos e 1 roubo de bola), Hugo Ferreira (11 pontos, 1 ressalto e 3 assistências) e Diogo Runge (8 pontos, 5 ressaltos, 2 assistências e 1 roubo de bola).

 

A equipa das quinas, que integra o grupo D, voltará a entrar em campo esta sexta-feira, a partir das 14 horas, diante do Luxemburgo, num jogo que poderá ser visto aqui.


Uma exibição que merecia melhor sorte

Os comandados de Mário Gomes entraram para o jogo frente à Bielorrússia com a lição bem estudada e o plano bem definido: defender colectiva e agressivamente, pressionar os bases bielorrussos e tentar fechar as linhas de passe para o interior, ajudar sobre os postes sempre que necessário, ser paciente no ataque e procurar variar as soluções ofensivas. E foi isso mesmo que a Seleção Nacional fez nos primeiros minutos da partida. Portugal entrou a pressionar na defesa, a conseguir impedir situações fáceis de lançamento e a obrigar a Bielorrússia a trabalhar arduamente no ataque. E, na outra metade do campo, a procurar variar entre o jogo interior e exterior, entre os picks and rolls e penetrações e o jogo de costas para o cesto.
 
Mas a Bielorrússia também tinha a lição bem estudada e carregou no jogo interior durante todo o período inicial, com o gigante Parakhouski a criar muitas dificuldades aos jogadores interiores portugueses. Entre essa superioridade bielorrussa no interior e as dificuldades dos jogadores lusos em criar desequilíbrios nas situações de 1×1, a seleção nacional não conseguiu dar seguimento aos bons minutos iniciais e terminou o primeiro parcial com uma desvantagem de 16 pontos (26-10).
 
No segundo período, veio a recuperação. A seleção nacional alternou entre defesa zona e defesa individual e, com os bielorrussos a nunca se conseguirem adaptar a essa mudança, sofreu apenas 10 pontos. Do outro lado, marcou 23 (com destaque para Tomás Barroso, com quatro triplos marcados neste período) e foi para o intervalo a perder por apenas 3 (36-33).
 
Na segunda metade, manteve-se a alternância lusa entre a defesa homem a homem e a defesa zona e manteve-se o equilíbrio no marcador até ao fim. Foi uma segunda parte muito equilibrada, com ambas as equipas a trocarem cestos e parciais e com Portugal a manter a desvantagem na casa das unidades (53-49 no final do 3º período), e disputada até à última posse de bola. A seleção nacional conseguiu empatar a 62 com 5 minutos para jogar e a 72 a 1:19 do final, mas não conseguiu concretizar a reviravolta.
 
À semelhança do que aconteceu no primeiro jogo, frente à Bulgária, foi mais um jogo em Portugal começou por ceder uma vantagem grande ao adversário, fez uma grande recuperação, mas infelizmente não conseguiu completar a mesma.
 
Tomás Barroso (18 pontos, 4 ressaltos, 1 assistência), Pedro Pinto (15 pontos, 1 ressalto, 5 assistências, 1 roubo de bola), Stefan Djukic (12 pontos, 4 ressaltos, 1 assistência, 2 desarmes de lançamento), Arnette Hallman (7 pontos, 6 ressaltos, 4 assistências, 4 roubos de bola, 1 desarme de lançamento), José Silva (8 pontos, 2 assistências) e José Barbosa (7 pontos, 1 assistência) foram os melhores do conjunto luso.
 
No final, não sorriu a sorte a Portugal, que averbou a segunda derrota nesta fase, mas continua na luta pelo acesso à próxima fase de qualificação para o Mundial de 2019. O próximo desafio é já este Sábado, dia 12, na Bulgária. Depois, será a vez de receber a Bielorrússia, no dia 19, em Coimbra.
 
 
Declarações de Stefan Djukic, no final da partida:
"Nós temos de acreditar mais em nós mesmos. Ambas as equipas que defrontámos nesta fase de qualificação são acessíveis e demonstrámos em ambos os jogos que nos conseguimos bater com eles de igual para igual. Em campo os currículos não jogam e não podemos deixar os nossos adversários superiorizarem-se no início do jogo e só reagir quando temos o nosso orgulho ferido. No penúltimo jogo batemo-nos muito bem durante dois períodos, hoje foram três e a sorte caiu para o lado deles nos momentos finais. Ainda acreditamos que nos podemos apurar e vamos à luta, não podemos depender de ninguém e estamos cientes que temos de ganhar ambos os jogos de modo a garantir o apuramento"

Antevisão da participação portuguesa na 29.ª edição da Universíada

Fiquem a par da antevisão de um evento que promete ser marcante e que colocará as nossas atletas em contacto com outras culturas.

Vejam aqui a reportagem, sendo importante relembrar que a campanha portuguesa na competição terá início esta segunda-feira, dia 21, frente ao Canadá, a partir das 8 horas (horário de Portugal Continental).

Mais informação sobre a 29.ª Universíada aqui.


Portugal averba desaire diante da Grã-Bretanha (54-64) no Europeu de Sub 16

 

Na turma das quinas, orientada por António Paulo Ferreira, destacaram-se André Cruz (12 pontos e 3 ressaltos), Hugo Ferreira (12 pontos, 1 ressalto, 1 roubo de bola e 1 desarme de lançamento), Diogo Gomes (9 pontos, 4 ressaltos, 4 assistências e 1 roubo de bola), Frederico Martins (9 pontos e 3 ressaltos) e João Fernandes (7 pontos, 12 ressaltos, 2 assistências e 2 desarmes de lançamento).

 

Sendo assim, Portugal está fora dos quartos-de-final, indo agora lugar pelo melhor lugar possível na segunda metade da classificação, começando já pelo duelo diante da Irlanda, quarta posicionada do Grupo C, esta quinta-feira, a partir das 18h30.


Portugal alcança terceira vitória no Europeu de Sub 16 Masculinos (Divisão B)

 

Manhã positiva para os comandados de António Paulo Ferreira, que assim continuam na luta pelo apuramento para os quartos-de-final, com três vitórias e uma derrota até agora averbados no Grupo D.

Portugal controlou as operações face ao adversário macedónio, destacando-se as exibições de Hugo Ferreira (26 pontos, 11 ressaltos e 2 roubos de bola), Diogo Gomes (9 pontos, 4 ressaltos, 1 assistência e 2 roubos de bola) e Frederico Martins (7 pontos, 4 ressaltos, 4 assistências, 2 roubos de bola e 1 roubo de bola).

 

A equipa das quinas voltará à competição esta terça-feira, a partir das 16h15, face à Grã-Bretanha.


Seleção Universitária de Sub 24 Femininos já se encontra em Taipé

Importa destacar que Portugal faz parte do Grupo B juntamente com Japão, Canadá e Coreia do Sul, estando a estreia na prova agendada para o próximo dia 21, a partir das 8 horas (horário de Portugal Continental), frente à congénere canadiana.

Fiquem então com a lista das 12 jogadoras convocadas para o certame, de uma Seleção orientada por Ricardo Vasconcelos (Selecionador) e Agostinho Pinto (Treinador-Adjunto), fazendo ainda parte da estrutura Sidónio Fernandes (Dirigente) e Inês Antunes (Team Manager).

Ana Santos – Olivais FC

Inês Pinto – AD Vagos

Inês Viana – SL Benfica

Isabel Costa – Académico FC

Jéssica Almeida – Marian University (EUA)

Joana Canastra – AD Vagos

Joana Cortinhas – Académico FC

Joana Soeiro – Marian University (EUA)

Josephine Filipe – Quinta dos Lombos

Maianca Umabano – GDESSA

Sara Ressurreição – CJ Boa Viagem

Sofia Pinheiro – AD Ovarense


Portugal fecha Europeu de Sub 18 Femininos (Divisão B) no quinto lugar

 

Num desafio em que todas as nossas atletas tiveram a oportunidade de jogar, Portugal despediu-se assim da melhor forma, ficando na retina alguns excelentes resultados e uma campanha que nos fez sonhar, por direito próprio, com mais altos voos, concluindo-se o saldo final em seis vitórias e duas derrotas.

Quanto à partida desta tarde, na turma lusa, destaque para as prestações de Maryam Chermiti (17 pontos, 3 ressaltos e 2 assistências), Luana Serranho (16 pontos, 3 ressaltos, 6 assistências e 3 roubos de bola), Beatriz Jordão (12 pontos, 12 ressaltos, 2 assistências e 4 desarmes de lançamento) e Mariana Silva (8 pontos, 6 ressaltos e 4 assistências).

 

Falando em termos genéricos, as melhores jogadoras portuguesas ao longo da prova foram Beatriz Jordão (9.6 pontos, 8.5 ressaltos, 1.3 assistências), 1.5 roubos de bola e 2.0 desarmes de lançamento), Ana Ramos (10.6 pontos, 4.0 ressaltos, 2.7 assistências e 1.9 roubos de bola) e Mariana Silva (9.6 pontos, 4.9 ressaltos, 1.5 assistências, 1.9 roubos de bola e 0.1 desarmes de lançamento).

 

Fica o agradecimento final a toda a equipa das quinas após mais uma participação num evento desta dimensão.


Portugal não resiste ao poderio búlgaro (91-65)

 

A equipa das quinas andou desde cedo atrás do prejuízo, voltando a terminar o período inicial com uma desvantagem considerável (28-11), tornando a sua tarefa bastante difícil, sendo que apenas no último quarto a turma lusa conseguiu ser superior.

 

 

Depois de dois jogos em que Portugal começou mal e cedeu vantagens grandes ao adversário, o selecionador nacional Mário Gomes mexeu no cinco inicial e lançou Stefan Djukic (um dos mais lutadores e um dos maiores responsáveis pelas recuperações nos jogos anteriores) como titular.

Mas a Seleção Nacional voltou a entrar com o pé esquerdo na partida. Alguma precipitação no ataque (com ataques muito rápidos, pouca movimentação de bola e demasiadas ações individuais) e um ritmo de jogo que beneficiou a Bulgária ditaram uma desvantagem de 17 pontos no final do primeiro período (28-11) e, à semelhança dos dois jogos anteriores, Portugal viu-se obrigado a andar desde cedo atrás do prejuízo.

Mas, ao contrário daquilo que conseguiu nos dois primeiros jogos desta fase de pré-qualificação, neste a recuperação não surgiu. A vantagem búlgara foi aumentando com o decorrer da partida (54-29 ao intervalo e 76-48 no final do terceiro período) e foi apenas no último quarto que a seleção lusa conseguiu um parcial positivo (15-17).

Tal como aconteceu no jogo em Sines, a seleção búlgara voltou a estar muito acertada para lá da linha dos 6,75m. No final do primeiro período tinha já 5 triplos convertidos e terminou a partida com 12 triplos marcados em 26 tentados (46%, contra 27% para Portugal, que converteu apenas 6 em 22 tentativas). Junte-se a este acerto nos três pontos a vantagem nas tabelas (33-19, com 14 ressaltos ofensivos cedidos pelos lusos) e a tarefa revelou-se impossível para Portugal.

Num desafio em que os comandados de Mário Gomes não conseguiram contrariar o poderio búlgaro, acabaram por se destacar na nossa equipa Fábio Lima (16 pontos, 5 ressaltos e 3 assistências), Tomás Barroso (14 pontos, 4 ressaltos e 2 assistências), Arnette Hallman (8 pontos, 3 ressaltos, 1 assistência e 2 roubos de bola), João Guerreiro (6 pontos, 2 ressaltos e 3 desarmes de lançamento) e Pedro Pinto (6 pontos e 1 ressalto).

Agora, a equipa das quinas ficará a torcer por um triunfo da Bulgária na Bielorrússia, na próxima quarta-feira. Se isso acontecer, Portugal terá, no seu quarto e último jogo desta fase, de vencer a seleção bielorrussa por mais de três pontos para assegurar o segundo lugar do grupo D e o consequente apuramento para a próxima fase. Essa verdadeira final é no próximo sábado, 19 de agosto, às 18h30, em Coimbra.

 

Declarações de Fábio Lima:

"Sabíamos que ia ser uma tarefa difícil na casa deles, mas eles são uma equipa forte e não tivemos argumentos suficientes para os parar no jogo interior, nem no exterior. Agora não dependemos só de nós, mas vamos continuar a acreditar no nosso objetivo".


Seleção Nacional de Sub 18 Femininos com quinto lugar do Europeu (Divisão B) na mira

 

De referir que em termos exibicionais, na formação lusa, sobressaíram Ana Ramos, com um triplo-duplo (14 pontos, 10 ressaltos, 11 assistências e 3 roubos de bola), Maryam Chermiti (21 pontos, 3 ressaltos e 2 assistências) e Mariana Silva (16 pontos, 4 ressaltos e 4 roubos de bola).

 

Contas feitas, Portugal entrará pela última vez em campo este domingo, a partir das 16 horas, diante da Bielorrússia.


Seleção Nacional de Sub 16 Masculinos sofre primeiro tropeção no Europeu (Divisão B)

 

Na equipa das quinas há que salientar as prestações de Diogo Gomes (9 pontos, 3 ressaltos, 7 assistências e 3 roubos de bola), Miguel Alves (9 pontos, 1 ressalto e 1 assistência) e Hugo Ferreira (8 pontos, 3 ressaltos, 1 assistência e 1 roubo de bola).

 

Portugal voltará a entrar em ação esta segunda-feira, depois de um dia de descanso, frente à Macedónia, num encontro que está agendado para as 11h45.


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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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