Artigos da Federaçãooo
CN Sub19: Lombos e Coimbrões entram a ganhar
Por sua vez, e graças a uma excelente recuperação no quarto período, o SC Coimbrões/Decunify superou o CLIP por 64-60.
No jogo entre Lombos e GDESSA, Ana Carolina Rodrigues (13 pontos e 5 ressaltos), Mariana Carvalho (11 pontos), Maria Coelho (10 pontos) e Chanaya Pinto (11 ressaltos) destacaram-se na equipa dos Lombos, enquanto Eliana Cabral (28 pontos e 8 ressaltos) foi a mais inconformada pelo conjunto da margem Sul do Tejo.
Na partida que opôs Coimbrões e CLIP, assumiram papel de destaque Mariana Camelo (18 pontos), Ana Lages (17 pontos e 9 ressaltos) e Catarina Lopes (10 pontos e 14 ressaltos) pelo SC Coimbrões/Decunify, enquanto no opositor do colégio portuense realçaram-se Leonor Ferreira (22 pontos), Maria Carvalho (14 pontos e 5 ressaltos) e Maria Marinho (13 pontos e 6 ressaltos).
Foto: Luis Azevedo
Seleção Nacional: Artur Castela dispensado
O atleta do clube da margem Sul sai do grupo de trabalho, que se concentra às 16 horas da próxima segunda-feira (5 de Junho), por motivos pessoais. Entretanto, a equipa técnica composta por Mário Gomes, Sérgio Ramos e Nuno Manarte decidiu convidar para este estágio três atletas Sub20: Diogo Brito, Nuno Sá e Tomás Domingos.
De referir, ainda, que a convocatória para o estágio de preparação para a fase de pré-qualificação para o Campeonato do Mundo será divulgada no dia 16 de Junho e incluirá um total de 14 nomes.
Finais da 2.ª Divisão da AB Porto disputadas este fim de semana
Em anexo poderão consultar o calendário da competição.
Desta feita, o magnífico Pavilhão Desportivo Municipal local acolherá as Finais ABP – 2.ª Divisão, iniciativa que juntará no mesmo espaço e nos mesmos dias, 24 equipas , divididas por seis escalões de ambos os géneros, proporcionando assim uma excelente oportunidade competitiva aos seus intervenientes.
Esta iniciativa consagra os campeões ABP – 2.ª Divisão e marca também o encerramento da época competitiva para os escalõesde de formação.
FC Porto e SL Benfica em duelo clássico pelo título
Esta época, “azuis e brancos” e “encarnados” já se defrontaram por seis vezes e em três provas distintas, com superioridade para os homens da capital, que somaram quatro triunfos. Os confrontos directos entre FC Porto e SL Benfica, esta temporada, começaram logo em Outubro, com a disputa da Supertaça, troféu conquistado pelos comandados por Moncho Lopez. Os “dragões” só viriam a festejar mais uma vitória sobre os “encarnados”, já em Março deste ano, na 2ª fase da Liga Placard. Pelo meio, a equipa orientada por Carlos Lisboa bateu os rivais do Norte em outros dois jogos da liga e na final da Taça Hugo dos Santos. O mais recente embate deste clássico do basquetebol português teve lugar em Abril, com triunfo do SL Benfica na Luz.
No lançamento desta série decisiva, o extremo/poste dos campeões nacionais, Miguel Miranda, afirmou que “é uma final com 50 por cento de hipótese para cada lado. Nós dominámos a fase regular e o Benfica ganhou mais troféus. Esteve melhor nas fases mais decisivas. Ficámos em primeiro no campeonato e por isso temos agora os dois primeiros jogos em casa, ainda que mesmo assim não haja favoritismo por causa disso”.
Miranda acrescenta que o FC Porto respira confiança. “Estamos a praticar um bom basquetebol. Foi assim contra a Ovarense e contra o Vitória de Guimarães e queremos continuar. Nós gostamos de jogar em casa porque temos o apoio e o carinho do público, nos bons e sobretudo nos maus momentos. Mas a verdade é que o público não pode fazer o nosso trabalho. É confortável, mas não é decisivo, até porque no ano passado o Benfica tinha esse fator a seu favor e não foi campeão”, disse o internacional português ao Porto Canal.
Do lado dos “encarnados”, Tomás Barroso foi o porta-voz da ambição benfiquista, em declarações à BTV. “O FC Porto é uma equipa bem organizada, joga muito bem em coletivo, procura muito o jogo interior e o contra-ataque e nós temos que estar preparados para isso e tentar limitar ao máximo essas investidas. Nos nossos confrontos diretos é larga a nossa vantagem, mas nos play-offs tudo pode acontecer e temos é que tentar focar-nos no agora e não no que conquistámos no passado – o que já lá vai, lá vai e agora temos é que estar focados nos três jogos, que vão ser uma tarefa muito difícil, mas queremos ao máximo recuperar esse título”, referiu o base.
Já Carlos Seixas, treinador adjunto das “águias”, lançou a receita. “Temos de nos manter fiéis aos nossos princípios da defesa e depois tentar aplicá-los às várias situações que nos vão aparecendo durante o jogo. Depois, acima de tudo, acho que temos de nos preocupar connosco, acho que temos que ser iguais a nós próprios. O mais importante é querer tanto ou mais do que eles. Nesta altura, as duas equipas conhecem-se muito bem, provavelmente os jogos decidir-se-ão por detalhes”, afirmou o técnico.
Confrontos 2016/17:
9-Out-2016 | Supertaça: FC Porto 84-70 SL Benfica
15-Out-2016 | Liga Placard: FC Porto 74-76 SL Benfica
30-Dez-2016 | Liga Placard: SL Benfica 69-56 FC Porto
5-Fev-2017 | Taça Hugo dos Santos: SL Benfica 77-60 FC Porto
11-Mar-2017 | Liga Placard: FC Porto 85-74 SL Benfica
14-Abr-2017 | Liga Placard: SL Benfica 87-70 FC Porto
“Somos desafiadores na conquista de um sonho”
Jorge Correia, treinador do emblema de Vila Nova de Gaia, anteviu a competição para a FPB.
Recordamos que esta Fase Final será transmitida na totalidade pela FPB TV.
Na sua opinião, o SC Coimbrões é o favorito a vencer a prova, dada a liderança da Zona Norte com apenas uma derrota?
Todas as equipas são favoritas, pois somos as quatro equipas mais fortes deste escalão, como facto provado nos resultados das competições zonais em que a diferença entre ser 1.º e 2.º foi uma vitória a mais. Fomos superiores na Zona Norte, como campeões distritais em título, assumindo nos momentos certos e nos jogos mais difíceis a nossa competência. Também somos favoritos e sonhamos com o título, pois somos o único clube presente que com a geração de atletas que esteve na final four de Sub 16 em 2014-15, volta passadas duas épocas com a mesma equipa a este ponto alto, na consolidação de um projeto de formação em que quase todas as atletas foram Minis no clube.
Como avalia os adversários em competição?
As equipas finalistas são de grande valor, com atletas de grande talento. A Quinta dos Lombos aparece com uma equipa muito forte e experiente, pois as suas jogadoras jogaram na equipa sénior, tendo ainda duas jogadoras moçambicanas e a Beatriz Jordão, que defrontámos na final four de Sub 16 quando estava no CPN. O GDESSA está altamente motivado, pois algumas destas atletas são as campeãs de Seniores da presente época e são muito experientes em fases finais, sendo que contam com a Luana Serranho, que defrontámos na final four de Sub 16 quando estava no Carnide O CLIP é o desafiador, com uma equipa muito unida e lutadora, à imagem do seu treinador, Marco Rodrigues.
Em que aspetos as suas jogadoras terão de ser mais fortes?
Temos que estar sempre no nosso máximo, pois só assim poderemos disputar o resultado de vitória, jogo a jogo. Temos que ser fortes em cada milímetro do campo, na conquista das posses de bola e eficiência no ataque. Somos desafiadores na conquista de um sonho e sabemos que vamos estar no "palco do ponto alto", representando o basquetebol, a AB Porto, o nosso clube, as nossas praticantes desde as Minis às Seniores, com as nossas famílias e amigos a festejarem o nosso empenho.
“Quero reconhecer e agradecer publicamente todas as condições que o clube nos ofereceu”
João Gonçalves, ténico dos “dragões”, destaca o trabalho do clube, sem exceções.
De referir que a FPB TV acompanhará toda a competição.
Na sua opinião, o Dragon Force é o favorito a vencer a prova, dada a liderança da Zona Norte sem qualquer derrota?
Numa competição que se decide em três jogos num fim de semana, não creio que seja muito importante quem é ou não favorito. Este é um modelo de competição que potencia a possibilidade de qualquer equipa participante o poder vencer. Para além disso, pensando nas quatro equipas apuradas, reconheço qualidade a todas. Todas têm bons jogadores e mostram-se bem preparadas para a competição. No limite, se quisermos pensar que temos algum favoritismo, será por causa das condições de trabalho que o clube nos oferece desde o primeiro dia. Embora como treinadores queiramos sempre mais, quero reconhecer e agradecer publicamente todas as condições que o clube nos ofereceu, quer a nível de instalações, quer a possibilidade de jogar em torneios de muito bom nível em Espanha, mas especialmente do enquadramento humano que o clube tem à volta da equipa. Desde coordenadores técnicos, treinadores, preparador físico, team manager, fisioterapeutas, médico, nutricionista, psicólogos e tantas outras pessoas que ajudam diariamente a que tudo corra da melhor forma possível. Este enquadramento garantiu, ao longo do ano, o crescimento individual de cada jogador, o que nos torna uma equipa com qualidade. Todas estas condições não garantem que se ganhe um título, mas certamente que nos preparam muito melhor para a competição. Esta fase final vai ser certamente muito equilibrada, mas no final o nosso desejo é conseguir oferecer este título ao clube.
Como avalia os adversários em competição?
Como disse, esta é uma fase final que antecipamos ser muito equilibrada. Vão estar presentes quatro equipas que, embora tenham estilos de jogo muito diferentes, mostram ter muito claro a forma como querem jogar, o que as torna equipas muito eficazes. Teremos pela frente três desafios muito diferentes, mas tenho a certeza de que estaremos à altura.
Em que aspetos os seus jogadores terão de ser mais fortes?
A nível técnico-tático sentimo-nos preparados. Agora precisamos de conseguir executar o plano que desenhámos. Temos conseguido sempre adaptar-nos a todas as condicionantes que nos surgem durante os jogos, respondendo sempre com soluções coletivas, e colocando sempre a equipa à frente dos interesses individuais. O grande desafio que temos pela frente será manter esta consistência. Não quero deixar de aproveitar esta oportunidade para convidar os nossos adeptos, familiares e amigos, bem como a todos os que gostam de basquetebol a estar presentes no pavilhão. Jogando perto de casa queremos que esse também seja um fator a nosso favor e que todos nos venham apoiar. O vosso apoio é muito importante para nós.
“O que nos falta em centímetros, compensamos em atitude e garra”
Na sua opinião, haverá favoritos?
É sempre difícil apontar favoritos numa fase final nacional, no entanto penso que os primeiros classificados da Zona Norte e Zona Sul partem em natural vantagem. Portanto, o Coimbrões e Quinta dos Lombos, respetivamente.
Como avalia os adversários em prova?
Já defrontámos o Coimbrões por cinco vezes esta época, sendo que vencemos dois jogos e perdemos três. A equipa é muito bem treinada e organizada, com jogadoras experientes e com uma intensidade defensiva elevada. A Quinta dos Lombos tem uma equipa muito alta e com excelentes valores individuais, provavelmente o melhor plantel desta fase. O GDESSA tem uma equipa com algumas jogadoras com experiência de seleções nacionais e com minutos na liga, o que lhes permite ser uma equipa muito madura a jogar, perigosa nas transições. Por fim nós, o CLIP, somos claramente a equipa "outsider", sem qualquer experiência nestas competições (CLIP participou pela segunda vez em toda a sua história no campeonato nacional do escalão), no entanto sinto que somos uma equipa com muita personalidade. O que nos falta em centímetros, compensamos em atitude e garra. Vamos tentar lutar com os melhores.
Em que aspetos as suas jogadoras terão de ser mais fortes?
Penso que as nossas jogadoras vão ter de se superar no plano mental, ou seja, vamos ter de nos superar na luta por cada posse de bola e cada ressalto, e depois temos de ter a capacidade de conseguir gerir o ritmo do jogo de forma a conseguir implementar a nossa forma de jogar. Estou confiante de que as nossas jogadoras vão dar uma excelente réplica daquilo que esperamos delas, demonstrando porque conseguimos a proeza de "aqui estar".
“Precisamos de juntar determinação, competência e concentração”
Na sua opinião existem favoritos a vencer esta fase final?
Qualquer uma das equipas pode ganhar esta exigente prova. E tenho a certeza de que os 48 atletas ambicionam ser campeões. Numa análise mais fria, acho que o FC Porto e SL Benfica têm a obrigação de vencer a prova, o que os transforma em favoritos.
Como avalia os adversários em prova?
É fácil, os nossos adversários são fortes. Os atletas do Benfica e do FC Porto constituem metade da Seleção Nacional ou até mais. Isso quer dizer que são os melhores nas suas posições. A geração do SC Braga é aquela que há dois anos brilhantemente ocupou o terceiro lugar nas Festas do Basquetebol em Albufeira, por isso também tem um grande valor.
Em que aspetos os seus jogadores terão de ser mais fortes?
Pelo segundo ano consecutivo estamos entre as quatro melhores equipas de Portugal no escalão de Sub 18. A essa experiência acumulada precisamos de juntar determinação, competência e concentração, para conseguir atingir o nosso objetivo que não é diferente do dos nossos adversários.
“Não há pole positions numa fase final nacional”
Na sua opinião, a Quinta dos Lombos é a favorita a vencer a prova, dada a liderança da Zona Sul com apenas uma derrota?
Não analiso a liderança na Zona Sul como uma partida à frente, não há pole positions numa fase final nacional. O cenário muda diariamente após cada jogo. Refletindo sobre o apuramento, nós e GDESSA, disputámos até ao último jogo a vaga direta para a fase final, jogo esse que estivemos obrigados a vencer. Entre os dois, o equilíbrio foi a nota dominante e a avaliar pelo resultado obtido na fase intermédia entre as equipas do Sul e Norte, perspetivo uma fase final sem favoritos.
Como avalia os adversários em competição?
Competentes e competitivos. As diferenças de potencial e de qualidade dos conjuntos vão minimizando-se à medida que se avança nas fases de competição e, chegados à última etapa, naturalmente que o equilíbrio é a característica que aproxima as equipas.
Em que aspetos as suas jogadoras terão de ser mais fortes?
Na luta das tabelas e na consistência defensiva. Temos características físicas com vantagem clara em determinadas situações do jogo, no entanto, nem sempre é possível explorá-las, por isso, precisamos de tornar o nosso jogo consistente em aspetos menos condicionáveis pelos nossos adversários.
“Cinco jogadores não chegam para ser campeão nacional”
Na sua opinião, existem favoritos a vencer esta prova?
À partida, o Dragon Force e o SL Benfica, pelos resultados que tiveram durante a 1.ª fase da prova, poderão partir com vantagem, pois apuraram-se nos primeiros lugares das respetivas zonas de apuramento. No entanto, qualquer uma das equipas presentes pode realmente ganhar esta final four. São três jogos, três finais em três dias consecutivos e, portanto, há muitas variáveis neste sistema de equações. Quem tiver mais consistência, força mental e solidariedade coletiva irá sair vencedor, disso não tenho dúvida. Cinco jogadores não chegam para ser campeão nacional.
Como avalia os adversários em competição?
A equipa do Dragon Force FC Porto é muito intensa do ponto vista ofensivo e defensivo. Ofensivamente tem um jogo muito equilibrado, quer em transição ofensiva, quer em jogo mais posicional. Defensivamente protegem muito bem a área restritiva e dominam a luta da tabela defensiva. Quanto ao Benfica é a equipa fisicamente mais forte, em termos de estatura, e a este nível poderá ser muito importante, pois a luta das tabelas será um fator decisivo. Do ponto vista ofensivo, tem um jogo exterior com muito conhecimento e com bons atiradores. Defensivamente são uma equipa paciente, esperando o erro dos adversários para castigar com roubos de bola. Nós e o CB Queluz somos duas equipas com uma identidade muito parecida, apostamos forte numa defesa agressiva, construindo desde logo o aspeto do nosso jogo ofensivo em transição rápida na procura de vantagem numérica. Do ponto de vista defensivo, a equipa do CB Queluz aposta numa pressão alta, criando dificuldades na construção de jogo do adversário. Ofensivamente apostam num ataque com 4 jogadores abertos, sendo muito fortes no 1×1 nas posições exteriores.
Em que aspetos os seus jogadores terão de ser mais fortes?
Temos de ser capazes de acreditar e de impor o ritmo do nosso jogo. E quando isso não estiver acontecer termos a destreza e consistência mental para o tentar conseguir a todo o custo, tendo sempre em conta que o jogo de basquetebol é um jogo de ajustes e que só é possível adaptar e ajustar seja o que for, se tivermos disponibilidade mental para o fazer.
“Queremos controlar o ritmo, estamos habituados a isso”
Nuno Manaia, treinador do emblema da Margem Sul do Tejo, pretende deixar uma boa imagem.
Na sua ótica, haverá favoritos?
Na teoria, as equipas dos Lombos e GDESSA têm jogadoras mais habituadas a estes momentos e isso pode ser um fator importante nesta fase final. Na prática, as coisas podem não correr dessa forma, até porque pelas observações que tive oportunidade de fazer, tanto o CLIP como o Coimbrões são equipas muito bem organizadas.
Como avalia os adversários em prova?
A nossa equipa está preparada e queremos renovar o título alcançado na época passeada. Mesmo que não o consigamos, de certeza que iremos deixar uma boa imagem.
Em que aspetos as suas jogadoras terão de ser mais fortes?
Teremos de impor um ritmo forte, com uma defesa pressionante. Em suma, utilizar os nossos conceitos de jogo, queremos controlar o ritmo, estamos habituados a isso.
“Humildade, sacrifício e entreajuda são o nosso ADN”
Em antevisão feita à FPB, Nuno Rodrigues, técnico dos “encarnados”, caracterizou cada um dos adversários.
O SL Benfica terminou a 1.ª Fase apenas com uma derrota, terminando na liderança. Esse estatuto confere algum favoritismo para o fim de semana?
Penso que nestes pontos altos o trajeto da fase anterior, pouco ou nada conta. Todas as equipas partem em igualdade para a fase final e só o seu melhor poderá deferir o vencedor.
Como avalia os adversários em prova?
Como referi na primeira questão são todos potenciais vencedores, a presença neste momento é reveladora dessa ambição. Poderemos ter numa primeira visão que a competição se vai basear num Benfica ou FC Porto, mas conhecendo bem os nossos adversários sabemos que é errado este pensamento. O CB Queluz é uma equipa muito equilibrada e com bons valores, muito agressiva defensivamente e procura explorar sucessivamente vantagens para o contra-ataque. Tem no seu coletivo um fator chave para o sucesso desta qualificação, sendo que individualmente apresenta várias soluções, quer para o jogo interior como no jogo exterior. Já o SC Braga é uma equipa agressiva defensivamente e com gosto por condicionar os adversários, tentando fazer do contra-ataque uma solução para o ataque, fazendo várias vezes alternâncias defensivas. Em termos ofensivos gostam de assumir o 1X1 e não pedem autorização para atirar ao cesto, sendo também muito fortes ao nível do ressalto ofensivo. Revelam muita qualidade individual e coletiva com excelentes movimentações ofensivas. Relativamente ao FC Porto, já nos conhecemos muito bem pois será o terceiro ano consecutivo a jogarmos nestas fases finais. Tem um coletivo muito forte complementado com, talvez, dos melhores jogadores deste escalão a nível nacional. Serão um oponente muito forte, conseguem ter uma rotatividade no banco que pode fazer a diferença nestes dias de competição. Em termos ofensivos, tem muito bons fundamentos que facilitam o jogo coletivo da equipa.
Em que aspetos os seus jogadores terão de ser mais fortes?
Vimos para esta fase final como sempre estivemos nestes anos de trabalho, com a ambição de sermos nós mesmos. Características como humildade, sacrifício e entreajuda são o nosso ADN. Será esse o nosso maior objetivo para este momento. Felicidades para todos e que este ponto alto proporcione a todos os intervenientes grandes espetáculos e que, acima de tudo, seja um momento onde os jogadores brilhem.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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