Artigos da Federaçãooo
5º Clinic AB Lisboa/NB Queluz 2016
Solicitamos a todos os interessados que preencham a ficha de inscrição, em anexo, de forma completa para a futura emissão dos certificados e envio à Escola Nacional de Basquetebol.
As inscrições deverão ser efetuadas até ao próximo domingo, dia 5 de junho.
O pagamento da ação é efectuado no próprio dia.
CB Queluz e Quinta dos Lombos entram a vencer
Apesar de jogar em casa, o GD Gafanha não levou a melhor sobre o CB Queluz, perdendo por 57-78. A formação do Sul, orientada por Fernando Brás, esteve quase sempre na frente do marcador, acabando por vencer com uma margem folgada.
O primeiro período foi o mais equilibrado, terminando com um resultado de 20-17 para o CB Queluz, mas depois o conjunto da Grande Lisboa começou a destacar-se face ao adversário, especialmente no capítulo do jogo exterior e dos ressaltos, sendo que ao intervalo já se verificava um 42-29.
No terceiro quarto, o CB Queluz geriu os acontecimentos, não permitindo qualquer aproximação por parte do GD Gafanha, comandado por André Janicas. Graças a uma maior eficácia, a turma de Queluz já vencia por 61-44 à entrada para o derradeiro período, sendo que nos últimos minutos a história do jogo não se alterou, com o marcador final a registar um 78-57.
Em termos individuais, e relativamente ao CB Queluz, destaque para Dilma Semedo (19 pontos e 9 ressaltos), Constança Almeida (14 pontos) e Leonor Nunes (12 pontos e 7 ressaltos), enquanto no GD Gafanha salientaram-se Marta Lino (22 pontos e 6 ressaltos) e Beatriz Vieira (11 pontos).
Quinta dos Lombos controlou sempre a marcha do marcador
Por seu turno, no desafio entre Quinta dos Lombos e Olivais Coimbra, a história foi semelhante, já que o conjunto da Linha, orientado por Ernesto Nhalungo, esteve quase sempre na dianteira do resultado.
Nunca alcançando grandes vantagens período após período, mas mantendo sempre alguma regularidade exibicional, o Lombos acabou por atingir uma vantagem minimamente tranquila, sendo que último quarto a equipa da Linha decidiu definitivamente a contenda, perante uma equipa da cidade dos estudantes comandada por Leonor Silva. No final, resultado de 74-56 para o Lombos, que assim entrou da melhor forma.
Quanto a registos individuais, e do lado do Lombos, saliência para Mariana Carvalho (23 pontos), Chanaya Pinto (13 pontos e 7 ressaltos) e Beatriz Vieira (11 pontos), ao passo que na equipa do Olivais Coimbra, Matilde Ferreira e Mafalda Pompeu (14 ressaltos).
Seleção Nacional Feminina de Sub 17 com teste de preparação
Esta noite, a equipa orientada por Agostinho Pinto defrontará a formação de Sub 22 do Celta de Vigo, com o objetivo de afinar a máquina para o grande evento que aí vem.
2ª Ação – Estágio de Observação
A equipa técnica nacional programou para este fim de semana um estágio, em Ovar, que contará com a presença de 15 jogadores, com o objetivo de tentar ter mais certezas quanto ao grupo final que irá iniciar os trabalhos finais tendo em vista a competição.
No momento sempre complicado de ter que fazer escolhas, a dupla de selecionadores tem nesta ação de dois dias a possibilidade de tirar algumas dúvidas, beneficiando da oportunidade de poder observar em treino e competição, o comportamento dos atletas, e quais estarão, em teoria, mais aptos para dar garantias de uma boa participação de Portugal no Europeu. Lembrar que a equipa nacional integra o Grupo A, juntamente com as seleções de Montenegro, da Macedónia, da Arménia e da Geórgia.
Para esta ação estão convocados os seguintes atletas:
Francisco Pereira – Academia
João Oliveira – FC Gaia
Bernardo Neves – Ginásio FC
João Lucas – Maia Basket
Nuno Sá – Dragon Force
André Mendes – S.L. Benfica
Paulo Sereno – Guifões S.C
Benvindo Mendes – S.L. Benfica
Ricardo Monteiro – S.L. Benfica
Bruno Fernando – Algés
Filipe Ferreira – Dragon Force
Rui Nery – Estoril Basket
Tiago Carvalho – Sampaense
Carlos Cardoso – Illiabum
Jorge Pires – Atlético CP
Formação Itinerante da ABA – 2ª Ação
da Gafanha da Nazaré, a 2ª Ação da Formação Itinerante da ABA. São preletores os treinadores Ricardo Vasconcelos e Paulo Silva.
6.ª Edição das 12 Horas de Minibasquete do CAD Ass Coimbra
Este ano participaram os seguintes clubes: Fundação Beatriz Santos, Academia Basquetebol, Olivais Coimbra, CD Póvoa, Clube Basket 2011 – ESBM, Sangalhos DC, GD Gafanha, Grupo Desportivo Bolacesto, Maia Basket, AAC, Clube Condeixa Basquetebol, Odivelas Basket Clube, A.S.S.C.R. Guimarães, Clube Desportivo Lousanense, ADCS. Inst. Educativo Juncal, Clube Bola Basket e o CAD Coimbra Basquete, num total de 17 Clubes e 38 Equipas, nos escalões de Mini 8, Mini 10 e Mini 12
Tendo como principal objetivo fomentar uma participação desportiva e lúdica, os cerca de 400 Mini Atletas participantes foram ao longo do dia, nos 3 campos disponíveis, realizando diversos jogos.
Apesar das condições meteorológicas previstas serem adversas, o tempo aguentou-se tendo permitido o normal desenrolar dos diversos jogos, fazendo apenas um pouco de chuva ao final da tarde, o que mesmo assim não foi fator impeditivo da continuação do torneio, tendo os treinadores acordado entre si continuar os jogos em sistema 3×3 a meio campo.
Nos tempos de pausa as equipas tiveram ainda a possibilidade de participar em diversas atividades lúdicas e outro jogos tradicionais, iniciativa que se veio a revelar muito emotiva e interessante para todos os Atletas.
Decorreram visitas do representante da Junta de Freguesia dos Olivais e do presidente da Associação de Basquetebol de Coimbra, assim como ao longo do dia também houve a visita de diversas entidades da cidade.
Uma referência final de agradecimento aos Clubes que participaram na iniciativa, numa envolvência única de juventude e dinamismo onde o gosto pelo minibasquetebol foi comum a todos os participantes, à Câmara Municipal de Coimbra, à Escola Secundária Dª Maria, à Associação de Basquetebol de Coimbra, ao patrocinador do evento Café Abazi e Café com Arte, Café Tetris, Frutibairrada, M. Coutinho e a todos os Atletas e Treinadores do CAD que participaram na arbitragem e em outras atividades do torneio, aos Pais e Mães dos atletas que ajudaram na organização e na concretização desta iniciativa e a todos aqueles que com o seu apoio pessoal e com algum do seu tempo, permitiram levar a bom porto mais esta organização, o que faz deste evento ser considerado o maior evento de Minibasquete da Cidade de Coimbra e seu Distrito.
“Queremos fazer história”
O histórico clube da cidade do Porto defronta na final da competição a equipa do Estoril Basket B, um adversário a quem o treinador Diogo Perdigão destaca a capacidade atlética e versatilidade dos seus atletas, bem como o talento que tem para jogar em velocidade e a sua presença no ressalto ofensivo. A experiência do conjunto do Estoril acumulada na competição da Proliga poderá ser igualmente decisiva, algo que Pedigão espera conseguir ultrapassar com um bom plano de jogo, superação e mais ambição por parte dos seus atletas. A final está agendada para o próximo sábado, às 17 horas, no Pavilhão Municipal da Lousã.
Para chegarem a este jogo do titulo tiveram que bater na final norte a equipa da AD Sanjoanense (72-60). Foi complicada a vitória? E o que determinou a diferença entre as duas equipas no final?
Sabíamos que o jogo seria duro e potencialmente equilibrado. Mas a nossa entrada em jogo acabou por ser decisiva, uma vez que nos permitiu alcançar uma vantagem de 17 pontos ao intervalo, dando-nos tranquilidade para abordar a 2ª parte. Não fosse essa vantagem e os problemas de faltas pelos quais passamos (acabamos a jogar com 5 exteriores!) poderiam ter-nos custado a vitória. Isso só foi possível devido à enorme competência dos jogadores em acreditarem no plano de jogo e cumprirem-no à risca. Nomeadamente a nível defensivo, onde colocámos muitas dificuldades à ADS. Foram inexcedíveis!
Que pontos fortes destacaria na equipa do Estoril Basket B?
Fisicamente são uma equipa muito atlética, com jogadores altos e móveis desde a posição 2 à 5, e que levantam problemas aos adversários em campo aberto e na tabela ofensiva. Têm ainda a vantagem de terem disputado um campeonato da Proliga extremamente competitivo e que os obrigou a jogar sempre no limite para conseguirem a manutenção. Teremos de ser muito fortes mentalmente e de jogar em constante superação para ultrapassarmos este adversário!
E quais serão, na tua opinião, as chaves para este jogo?
Como em todos os outros jogos, vencerá a equipa que conseguir combinar melhor a agressividade, intensidade e “fome de vencer” com a tranquilidade, concentração e confiança necessárias para executar com competência o plano de jogo, nos 2 lados do campo. Nós vamos fazer a nossa parte e estaremos prontos para a batalha! Queremos fazer história para o Académico!
A próxima época, no Campeonato da Proliga, já está a ser preparada?
As bases estão lançadas e os pressupostos definidos. A partir da próxima semana trabalharemos com maior foco nesse tema. Para já, não pensamos em mais nada a não sermos prepararmo-nos bem para a final!
“Agressivos nos dois lados do campo”
Para conquistar o ambicionado titulo a equipa liderada por Artur Cruz terá que bater na final, disputada este sábado, às 17 horas, na Lousã, a equipa do Académico FC, vencedor da zona norte. O técnico perspetiva um encontro jogado a um ritmo elevado, entre duas equipas que se destacam pela sua versatilidade. Perante uma equipa cheia de “energia”, Artur Cruz aposta numa boa defesa, de forma a condicionar os bons lançadores da formação nortenha. A conquista do troféu seria terminar uma “época quase perfeita”, algo que só acontecerá se o Estoril se mostrar agressivo em todos os momentos do jogo.
Na final do Sul, o Estoril Basket “B” bateu na final o Seixal HP, mas para repetir um resultado positivo na final de sábado, Artur Cruz alerta para alguns problemas colocados pela equipa do Académico. O controlo do ritmo do jogo, a recuperação defensiva, tal como o lançamento de longa distância, são algumas áreas que ajudarão a decidir quem sairá vencedor deste embate. “Penso que vai ser um jogo com muitas transições rápidas, o jogo exterior do Académico é muito versátil com bons atiradores.”
A caminhada do conjunto do Porto até chegar a esta final revela bem o domínio demonstrado ao longo de toda a competição a norte. Algo que, no entender, do técnico do Estoril está relacionado com a intensidade que colocam em campo. “É uma equipa com grande energia”.
Para condicionar o sucesso do seu adversário, e para que, ela própria, possa ter sucesso, Artur Cruz não tem dúvidas do que forma o Estoril terá de abordar o jogo. “Temos de ser agressivos nos dois lados do campo e defender bem”.
Os bons resultados alcançados pela equipa ao longo de toda a competição, teriam maior repercussão, e outro sabor, em caso de vitória no próximo sábado. “Numa época quase perfeita só falta levantar a Taça”.
“Estarmos presentes na Fase Final é sinal da nossa competitividade”
Leonor Silva, treinadora da equipa da cidade dos estudantes, espera dificuldades e muito equilíbrio, apelando por isso à união do seu plantel.
Na sua opinião, há algum favorito a vencer esta Fase Final?
Sendo uma final a quatro, em que há equipas que ainda não se cruzaram esta época, não é fácil identificar à partida um favorito. Além disso, o exemplo que temos desta época, nas fases finais que já decorreram dos outros escalões, é que existe exatamente um grande equilíbrio entre as equipas finalistas.
Que análise faz dos adversários?
O adversário que conhecemos melhor é o G.D. Gafanha, por fazer parte da Zona Norte, como nós. Tem atletas com bastante qualidade, não estivessem três delas a ser chamadas às seleções nacionais, tem uma equipa de uma estatura e envergadura grandes, ganhando muita vantagem perto do cesto, e é uma equipa rápida e das que sai melhor em contra-ataque. Sem dúvida uma equipa de muito respeito e forte.As formações da C.R.C. Quinta dos Lombos e do C.B. Queluz, ao fazerem parte da Zona Sul, acabamos por não conhecer, por isso, tão bem. No entanto fazem parte do distrito que venceu as Festas de Basquetebol Juvenil deste ano, logo não temos dúvidas de que sejam também equipas com grande valor.
Em que aspetos as suas jogadoras terão que ser mais fortes?
O modelo da Fase Final implica uma grande carga física e psicológica e é nesse ponto que teremos que ser muito fortes. O Olivais Coimbra é uma equipa bastante jovem e é a primeira vez que se vê posta à prova num ponto alto que implique três jogos seguidos. Por isso, só temos de ser capazes de permanecer focadas nas tarefas que cada uma tem que realizar no momento, sem prejuízo de qualquer ação menos boa anterior e mantermo-nos unidas para que nenhum tipo de cansaço atrapalhe o desempenho da equipa.
O título nacional foi um objetivo traçado desde o início da época?
O maior objetivo para o Olivais Coimbra é potenciar as suas atletas enquanto jogadoras de basquetebol e consequentemente terem possibilidades futuras para integrar seleções distritais, nacionais e equipas seniores. Pelo caminho, lutamos para ser competitivas com as melhores equipas do país porque, afinal, seremos melhores competindo com as melhores. Por isso, estarmos presentes, este fim de semana, na Fase Final da competição que disputamos, é consequência desse caminho (que não começou apenas este ano, pelo contrário).Com isto, procuramos fazer o que fizemos até aqui, sermos competitivas perante as melhores adversárias do país, lutarmos bravamente em cada jogo e arrancarmos, no final, o sucesso para o nosso lado. Contamos fazê-lo, claro, com o apoio incondicional de quem mais nos tem acompanhado neste percurso fantástico: os nossos pais.
“A grande característica desta equipa é a forte coesão e a capacidade de superação”
Na sua opinião, há algum favorito a vencer esta Fase Final?
Não. Quer a Norte quer a Sul os jogos entre as equipas participantes foram muito disputados e com um desfecho imprevisível, portando tudo pode acontecer. Uma final 4, com equipas tão equilibradas, vai ser decidida nos detalhes e um pormenor pode fazer a diferença.
Que análise faz dos adversários?
As equipas adversárias têm qualidades já reconhecidas e para as quais temos que estar preparados mas, e de acordo com o trabalho desenvolvido ao longo da época, o nosso foco é a nossa equipa e as nossas qualidades, visando sempre o crescimento individual de cada atleta.
Em que aspetos os jogadores do CB Queluz terão de ser mais fortes?
A grande característica desta equipa é a forte coesão e a capacidade de superação. Durante a época ultrapassámos inúmeros obstáculos que tornaram a equipa mais forte e confiante das suas potencialidades.
Nesta final 4, a única coisa que se pede aos jogadores é que continuem a empenhar-se e a trabalhar em equipa, desfrutando de cada momento da final.
A conquista do título nacional foi um objetivo traçado desde o início da época?
Sim, o facto deste grupo ter sido campeão há 2 anos e alguns sejam bicampeões nacionais de sub-14 faz com seja natural ter como objetivo o título.
Nota: Dirigimos estas perguntas aos treinadores de cada equipa.
“As jogadoras reuniram condições para lutar por títulos”
O técnico da formação da Linha, Ernesto Nhalungo, apesar do 1.º lugar obtido na Fase Regular, não acredita em favoritismos, aproveitando para elogiar todo o trabalho realizado pelas suas atletas ao longo desta temporada.
A Quinta dos Lombos terminou a 1.ª Fase – Zona Sul na liderança. Este facto traz algum tipo de favoritismo?
Essa posição que alcançámos requer trabalho, mas não nos dá favoritismo. O GD Gafanha também ficou na primeira posição.
Que análise faz dos adversários nesta Fase Final?
O CB Queluz é uma equipa lutadora, que nos criou dificuldades na 1.ª Fase, portanto não é uma equipa de desprezar. Não tendo defrontado as duas equipas do Norte, sei que o GD Gafanha é uma alta, enquanto o Olivais é uma formação lutadora.
Em que aspetos as suas jogadoras terão que ser mais fortes?
Teremos que saber controlar as emoções, saber estar, algo que é muito importante nestes campeonatos, assim como teremos de trabalhar bem nos aspetos individuais, tanto em termos defensivos como ofensivos.
O título nacional foi um objetivo traçado desde o início da época?
Não traçámos este objetivo. O plano traçado foi pegar na equipa e trabalhá-la sobre aspetos técnicos e individuais, e com base nisso as jogadoras reuniram condições para lutar por títulos, portanto o mérito é todo delas. O que começou por não ser um objetivo, acabou por sê-lo.
“O Vasco da Gama é uma Oficina de Basquetebol”
O SC Vasco da Gama irá abrir as hostilidades frente ao CB Queluz, sendo que Duarte Oliveira, técnico do histórico clube portuense, não aponta favoritos para vencer a competição. O treinador realça o trabalho feito pelo Vasco da Gama no sentido de formar jovens.
O SC Vasco da Gama terminou a 1.ª Fase – Zona Norte na liderança. Esse facto traz algum tipo de favoritismo para o próximo fim de semana?
O favoritismo é dividido pelas quatro equipas presentes. Não vejo o 2.º classificado, tanto do Norte como do Sul, como menos favoritos. Vejo sim uma competição muito equilibrada.
Que análise faz dos adversários nesta Fase Final?
Teremos 3 adversários com muita qualidade, cada um com pontos fortes distintos, mas com grandes valias, tanto individuais como coletivas. Estamos à espera de jogos muito intensos e de muito boa qualidade, pois reconheço muita competência a quem estará presente.
Em que aspetos os seus jogadores terão que ser mais fortes?
Os jogadores do Vasco da Gama têm todos os dias de ser fortes, pois representamos um clube com muita história, mas as condições não são as melhores, senão vejamos: em dias de inverno os jogadores equipam-se e depois têm de ir à chuva para o balneário, o que faz com que tenham força para treinar com vista à competição. Temos sim, muita união e aí seremos fortes, seremos uma equipa à Vasco da Gama e ser uma equipa à Vasco é ir buscar todas as forças que forem necessárias.
O título nacional foi um objetivo traçado desde o início da época?
Nós, Vasco da Gama, somos uma "Oficina de Basquetebol" e como tal queremos ter mais e melhores atletas, logo os títulos são a consequência do que semeamos durante épocas. O objetivo perante o clube e o grupo, desde o inicio da época, foi de trabalhar para estarmos melhor amanhã do que hoje. Claro que para isso temos de " usar" a competição, não com o objetivo de ganhar mas de competir contra os melhores, sendo que o título será a consequência do trabalho realizado. Contudo não podemos avaliar a época por um momento. O nosso grande objetivo é mesmo formar atletas para o futuro. Se pudermos ser campeões muito bem, caso não seja possível, continuaremos a trabalhar para que os nossos atletas evoluam.
Nota: Estas perguntas foram dirigidas a cada um dos treinadores em competição
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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