Artigos da Federaçãooo

“Este tipo de torneio permite surpresas”

Pela primeira vez na história, o clube garantiu a presença numa fase tão adiantada do Campeonato Nacional de Sub 18 Masculinos.

Considera que haja alguma equipa favorita nesta Fase Final?

Considero que duas equipas são favoritas – SLB e Dragon Force. No entanto, este tipo de torneios permite surpresas.

 

Que análise faz dos adversários desta Fase Final?

Sem conhecer profundamente as duas equipas do Norte, posso afirmar que os nossos três adversários vão fornecer muitos atletas para a seleção nacional de sub-18 neste verão. O SL Benfica é uma equipa alta, talentosa e competente com muitas soluções ofensivas e defensivas. Tem jogadores de perímetro capazes de desequilibrar as defesas mais complicadas. Metade desta equipa é do primeiro ano e foi campeã nacional no ano passado em sub-16. Já a Dragon Force é outra equipa com uma estrutura bastante elevada, com talento e conhecimento do jogo. Têm o jogo ofensivo balanceado com muitas soluções. Defendem com alguma agressividade e carregam no ressalto. Por seu turno, o Guifões S.C. é a formação mais baixa do torneio, mas compensa a falta de centímetros com raça e inteligência basquetebolística. Equipa arrumada, onde cada um jogador sabe o seu papel. Defendem com muita agressividade.

 

Em que aspetos os seus jogadores terão de ser mais fortes?

Concentração e intensidade do jogo.

 

O Clube Basket de Queluz terminou a I Fase, Zona Sul, na segunda posição. O título nacional sempre foi um objetivo prioritário?

O que foi prioritário para a equipa do CBQ passou por conseguir, pela primeira vez na história do clube, estar entre as quatro melhores equipas de sub-18. O título nacional não foi um objetivo prioritário até ao passado sábado, quando conseguimos vencer um dos favoritos, o SL Benfica.


“Queremos obviamente ser mais fortes e consistentes em tudo”

A treinadora dos jovens 'dragões', Daniela Gomes, mostra-se confiante na evolução dos seus atletas, não descurando a luta pela vitória nesta competição, que irá decorrer até domingo no Pavilhão Municipal Paulo Pinto, em São João da Madeira. De recordar que os outros dois conjuntos participantes são o SL Benfica e o Guifões S.C.

O primeiro lugar obtido na I Fase, Zona Norte, com apenas uma derrota, traz algum tipo de favoritismo ao Dragon Force?
Obviamente que a consistência obtida na I Fase, Zona Norte, é algo que não deveremos desvalorizar, contudo não acreditamos que a Fase Final seja um espelho claro das fases regulares.

 

Que análise faz dos adversários desta Fase Final?
Estamos a falar de equipas com muita qualidade. Organização tática e qualidade individual são características comuns às 4. Temos consciência de que será uma Fase Final com jogos equilibrados e onde acredito que todas as equipas se superarão.

 

Em que aspetos os seus jogadores terão de ser mais fortes?
Os meus atletas estão ainda em desenvolvimento, daí acredito que todos os dias podem ser mais capazes nas suas vertentes de formação desportiva. Por isso, queremos obviamente ser mais fortes e consistentes em tudo.

 

A conquista do bicampeonato sempre foi um objetivo prioritário?
A DragonForce/FCPorto tem sempre presente no seu ADN o instinto de vitória. Porém "o ganhar" está sempre aliado ao desenvolvimento do atleta como um todo. Acreditamos que a aposta no crescimento de cada um forma equipas mais fortes e capazes de vencer. Assim podemos dizer que para nós a vitória deverá ser uma consequência da evolução dos atletas e da equipa.


Noite da Modalidade nos Nacionais do Desporto Escolar Aveiro 2016

 

Esta atividade correspondeu na plenitude quanto aos objtivos da "Noite da Modalidade" onde foi aberto um espaço para que os 160 alunos e 15 professores presentes nestes Campeonatos Nacionais pudessem interagir e assim receber as mensagens, conselhos e sugestões do Selecionador Nacional, assim como ouvir colocar questões pertinentes sobre a evolução de um jogador de basquetebol.


João Freitas é o novo treinador da equipa feminina do CAB Madeira

No ano passado, João Freitas efetuou um estágio no Real Madrid.


Ticha Penicheiro convidada para alinhar no jogo de celebridades “Bam Bam

De recordar que Ticha Penicheiro é a jogadora com o maior número de assistências de sempre na WNBA (competição que venceu em 2005), assim como detém o recorde de maior número de roubo  de bolas num só jogo. Com um currículo impressionante, recheado de grandes marcas, recordes e chamadas para equipas ideais, há espaço ainda para o nome de Ticha Penicheiro figure no “Hall of Fame” da Universidade de Old Dominion, onde jogou e estudou entre 1994 e 1998, sendo ainda a atleta com o maior número de roubos de bola de sempre naquela faculdade.


FC Porto vence na Luz e adianta-se na final da LPB

Este domingo, haverá novo clássico, às 17 horas, novamente no Pavilhão Fidelidade. Resumidamente o jogo 1 da final da LPB teve duas partes distintas. Durante a 1ª parte esteve melhor a equipa do Benfica, vivendo muito do talento ofensivo de Daequan Cook e da liderança de Mário Fernandes. O 2º tempo foi totalmente dominado por Troy Devries que guiou os dragões á liderança na série. Não só pelos pontos que somou, mas também pelos desequilíbrios que provocava na defesa encarnada, terminados quase sempre com situações confortáveis de finalização.

 

Os primeiros 10 minutos foram totalmente dominados pelos benfiquistas (29-13), sobretudo pela eficácia revelada no tiro de longa distância, embora tenha sido o FC Porto a começar melhor o encontro como 4 pontos consecutivos de Washburn. Mário Fernandes aproveitava como muito acerto a liberdade que lhe era concedida nas situações de bloqueio direto, e Cook mostrava os seus dotes de colocar a bola dentro do cesto.

 

Aos poucos, os azuis e brancos foram recuperando a sua eficácia no capitulo do tiro, alteraram a forma de defender os bloqueios diretos para uma solução bastante mais agressiva (2×1), e conseguiram aumentar o ritmo do jogo. Os triplos começaram a cair, e a meio do período os dragões já só perdiam por sete pontos (26-33). Na parte final do 1º tempo, o ataque do Benfica foi à procura de isolamentos de Cook nas posições de poste baixo, uma aposta ganha já que chegou ao intervalo a vencer confortavelmente por quinze pontos de diferença (47-32).

 

Na etapa complementar, a formação portista surgiu muito mais agressiva a defender e a luta das tabelas deixou de ser um problema (16 vs 22 ao intervalo), passando a ser os comandados de Moncho López a beneficiarem de mais posses de bola e segundos lançamentos, fruto de uma boa presença no ressalto ofensivo. Muito cedo no quarto, Wilson e João Soares tiveram de ir para o banco com a 3ª falta, Cook parecia ter desaparecido do jogo, Radic mostrava alguma presença nas áreas próximas do cesto mas não conseguia concretizar em situações aparentemente muito favoráveis. Gentry não se mostrava numa tarde de grande inspiração a lançar ao cesto, mesmo de zonas onde costuma ser infalível, e o ataque do Benfica ressentia-se na sua produtividade ofensiva.

 

O FC Porto voltou a mostrar toda a sua agressividade ofensiva com as penetrações em drible, e DeVries começou a dar espetáculo. Dois triplos consecutivos do norte-americano, a 3 minutos do final do período, reduziam a diferença para sete pontos (47-54), mas uma boa ação individual de Mário Fernandes fixava o resultado final do quarto, em 57-59 favorável ao Benfica.

 

DeVries continuava com a mão quente, e o ataque do FC Porto conseguia explorar melhor e envolver mais o norte-americano nas suas ações ofensivas. Foram vários os triplos que marcou no derradeiro período, mas dois consecutivos colocavam os dragões a perder pela diferença mínima (60-61), sensivelmente a meio do quarto. O FC Porto passa para o comando a 3.29 do fim (67-65), e Carlos Lisboa, sem que todos tivessem percebido, tenta uma boxe and one a DeVries como forma de condicionar o sucesso atacante do extremo portista. Mas duas faltas em ato de lançamento de 3 pontos deitam por terra a estratégia defensiva do Benfica. A defesa encarnada, nos últimos minutos, mostrou-se muito vulnerável às penetrações em drible, não foi capaz de parar a boa circulação de bola do ataque dos azuis e brancos, e sentiu enormes dificuldades para dominar a sua tabela defensiva. Muitos problemas que acabaram por ditar a derrota, embora um triplo de Mário Fernandes, a 58 segundos do termo do encontro, ainda trouxesse alguma esperança (72-75).

 

O norte-americano Troy DeVries (30 pontos, 6/9 de 3pts e 5 assistências) teve a capacidade de alterar por completo o rumo do encontro, mostrou-se influente de diversas formas e liderou de forma soberba o FC Porto à liderança da série. Nick Washburn, ainda que prejudicado pelo problema das faltas, fez um jogo positivo, tal como José Silva (10 pontos e 4 assistências). Arnett Hallman (6 pontos e 7 ressaltos) acabou por ser determinante na parte final do encontro pela capacidade de ressalto, intimidação e defensiva que veio acrescentar à equipa azul e branca.

 

O base Mário Fernandes (14 pontos e 5 assistências), com exceção feita a alguns passes arriscados na parte final do jogo, esteve muito bem no comando do ataque encarnado, e Cook (18 pontos) ainda não foi desta que conseguiu ser consistente os 40 minutos. Ivica Radic, apesar de ter somado um duplo-duplo (12 pontos e 12 ressaltos), não consegue ser dominador no jogo interior. João Soares (11 pontos e 3 assistências) voltou a ser sinónimo de entrega.


G.D.Gafanha sagra-se campeão nacional da 1.ª Divisão Feminina

As comandadas de Joanna Vieira estiveram sempre na frente do marcador, acabando por vencer naturalmente.

 

Perante uma numerosa assistência no Pavilhão "Os Marialvas", a formação da Gafanha revelou-se muito forte, construindo a vitória na primeira parte, para depois ir gerindo o resultado. Aliás, podemos afirmar que o Académico, orientado por Américo Santos, começou a distanciar-se quase irremediavelmente logo no início da partida, fase na qual esteve a perder por 9-0, não pontuando nos primeiros 5 minutos.

 

À entrada para o segundo quarto, o Gafanha já vencia por 20-11, sendo que a toada se manteve, com o conjunto do distrito de Aveiro a não permitir grandes veleidades ao adversário, mostrando melhores índices nos lançamentos de 2 pontos e nos ressaltos. Prova disso, o Gafanha foi para o intervalo a vencer por 15 pontos de vantagem, graças a um resultado de 42-27.

 

Na etapa complementar, o ritmo abrandou claramente. O Gafanha tratou de procurar conservar a situação, não deixando que o Académico se aproximasse verdadeiramente no marcador, sendo que o terceiro período acabou por ser a fase do desafio com menor pontuação (10-10 foi o resultado verificado antes do derradeiro quarto).

 

A missão antevia-se espinhosa para o Académico, campeão neste escalão por 3 vezes, ao ter de anular uma acentuada desvantagem. As jogadoras da Invicta deram tudo no último período, melhorando claramente a sua performance, sendo que em termos de jogo exterior o Académico registou uma eficácia superior. Contudo, a subida de rendimento não seria suficiente, já que o Gafanha acabou por bater a formação nortenha por 68-57.

 

No que diz respeito a marcas individuais, e em relação ao Gafanha, Joana Canastra deu espetáculo com 28 pontos e 9 ressaltos, enquanto Djenifer Monteiro obteve 17 pontos e 9 ressaltos. Por seu turno,  na equipa do Académico, Francisca César (11 pontos) e Andreia Oliveira (10 ressaltos) deram nas vistas.

 

De referir, mais uma vez, o excelente número de espectadores verificado nesta tarde de basquetebol, em Cantanhede, sendo que G.D.Gafanha e Académico FC irão disputar a Liga Feminina na próxima época.


Secretário de Estado da Juventude e Desporto visita Seleção Feminina de Sub 17

As nossas jogadoras encontram-se num estágio de preparação em Lousada para o Mundial da categoria, que irá decorrer em Saragoça de 22 de junho a 2 de julho.

O dia ficou marcado pela visita oficial de elementos ligados a divesas entidades à Seleção Nacional Feminina de Sub 17, que quiseram ficar a conhecer o local de estágio das atletas – Complexo Desportivo de Lousada – além da Escola Secundária da cidade, local no qual as nossas estrelas têm estudado, de forma a não descurar a preparação para os exames nacionais, sendo que o estabelecimento de ensino também acolheu um almoço entre todas as partes.

Entre a comitiva, saliência para a presença de João Paulo Rebelo, Secretário de Estado da Juventude e Desporto, que prometeu fazer de tudo para se deslocar a Saragoça e que desejou os melhores votos para a seleção, sendo que este se fez acompanhar por um dos elementos do seu gabinete, o ex-nadador olímpico Nuno Laurentino.

Integraram ainda o staff, Antonieta Lima (Adjunta do Secretário de Estado da Educação), Manuel Fernandes (Presidente da Federação Portuguesa de Basquetebol), Pedro Machado (Presidente da Câmara Municipal de Lousada, que também desejou as maiores felicidades a todo o grupo de trabalho), António Augusto Silva (vereador do Desporto da mesma autarquia), Filipe Plácido (Diretor do Agrupamento de Escolas de Lousada), Vítor Carneiro (Presidente da Associação de Basquetebol do Porto), António Sousa (Presidente do Lousada Atlético Clube) e Nuno Manaia (Adjunto do Diretor-Técnico Nacional de Basquetebol).

De recordar que Portugal irá iniciar a sua campanha no Mundial a 22 de junho, frente à Espanha, no jogo de abertura da competição. As comandadas de Agostinho Pinto contarão ainda com Brasil e Mali no Grupo D.


Moncho López: “O que nos importa é vencer três jogos”

Moncho López, em entrevista ao site oficial do FC Porto, não se mostrou surpreendido pelos problemas criados pela Oliveirense, e já só pensa vencer três jogos aos atuais campeões nacionais. Apesar de ter chegado invicto nos playoffs até esta final, o técnico azul e branco diz que não foi fácil a caminhada da sua equipa, que chega a esta fase decisiva da temporada num bom momento de forma. O base André Bessa antevê uma final muito disputada, relembra que o FC Porto ainda não perdeu nestes playoffs, pelo que está muito confiante para destronar o Benfica como campeão nacional. No domingo, a partir das 17h00, no mesmo recinto, joga-se o segundo jogo desta final.

 

“Quem conhece a Oliveirense e o que fez durante a época não fica surpreendido que tenham conseguido equilibrar a eliminatória. O trabalho tático e a motivação permitiu à Oliveirense ter mesmo possibilidade de vencer e chegar à final. Qualquer um poderia ter vencido. Agora, o que nos importa é vencer três jogos. Não faço contas, temos é que vencer três jogos. Para mim, é igual vencer os três últimos, os três primeiros ou de forma alternada. Na minha mente, neste momento, está apenas o jogo um e confio que a minha equipa seja capaz de anular o fator casa, até porque já provámos ser capazes de vencer na Luz esta época. Temos jogado em pavilhões bem compostos, como em Guimarães e Ovar, nos quais ganhámos, e acredito que a equipa pode não acusar a pressão de começar a série jogando fora”, afirmou Moncho López.

 

Sublinhando os bons índices físicos e psicológicos apresentados pelo FC Porto nesta fase da época, o técnico espanhol falou de uma final entre os “plantéis mais fortes”, ainda que a Oliveirense também tenha mostrado argumentos para lá ter chegado. “Estamos num bom momento físico e anímico, como também deve estar o outro finalista. O caminho foi diferente, mas o nosso percurso não foi mais fácil. Tivemos menos jogos, mas as nossas vitórias foram tão complicadas como as do Benfica. Nesse sentido, estamos tranquilos, pois sentimos que estamos bem. O adversário vai exigir o melhor de nós, mas estamos preparados. Vão defrontar-se duas das equipas que melhor jogam no campeonato e as que têm os plantéis mais fortes, mas a Oliveirense também poderia estar aqui”.

 

André Bessa: “Vencerá quem estiver melhor preparado”

 

André Bessa, base e capitão dos Dragões, reiterou o “bom momento” portista e perspetivou “jogos muito competitivos” na eliminatória que vai decidir o campeão nacional 2015/16. “Já estávamos à espera que fosse difícil para o Benfica passar as meias-finais, mas isso demonstra que, este ano, a Liga é mais competitiva. Não nos surpreendeu a luta que a Oliveirense deu ao Benfica e podia perfeitamente ter ganho o quinto jogo. Diminuímos a diferença em relação a eles ao longo da época e tenho a certeza de que serão jogos muito competitivos. Só o fator casa pode dar algum favoritismo ao Benfica, mas irá vencer quem estiver melhor preparado. Estamos num bom momento e temos seis vitórias seguidas nos Playoffs, o que nos dá mais confiança”, disse o base dos dragões ao site do clube.


“Uma vitória significará um marco importante na história desportiva do clube”

A treinadora do G.D.Gafanha, Joanna Vieira, não aponta favoritos e elogia o Académico FC, ressalvando o momento histórico que o clube que orienta poderá estar perto de conseguir.

Depois de eliminar o Coimbrões por 2-0 nas meias finais do playoff, sente-se favorita a vencer a final que aí vem?

Uma final é sempre um jogo com muitas particularidades: ansiedade, nervosismo, pressão dos adeptos. Por mais experiência que se tenha há sempre a consciência de que num jogo de uma final não há margens para errar porque tudo termina no final dos quarente minutos. Ninguém se pode sentir favorito. A probabilidade mais correta de uma final é a dos 50%.

Que análise faz do Académico FC?

O Académico terminou a fase regular com apenas mais duas derrotas do que nós, em quarto lugar. Fez um excelente playoff, eliminando a SIMECQ e o favorito CPN.É uma equipa muito experiente, muito mesmo. No seu plantel constam atletas que fizeram parte da Seleção Nacional Sénior, do Centro de Alto Rendimento, com experiência muito recente de Liga Feminina (Olivais, Lousada, etc). É uma equipa que defende muito bem, muito agressiva, pressionante. Vai ser um excelente desafio.

Em que aspetos as suas jogadoras terão que ser mais fortes?

Essencialmente através da concentração, na entrega ao jogo, na disciplina e rigor tático e, também, através de um forte controlo emocional. Aqui pode estar a chave do sucesso no jogo de sábado.

O facto do título se disputar num só jogo poderá aumentar a pressão?

Claro que sim… só aumenta a pressão porque não há margem para corrigir num outro jogo. É o tudo ou nada.

A próxima época, na Liga Feminina, já está a ser preparada? Haverá muitos ajustes?

Neste momento o clube e a equipa estão apenas focados nesta Final que, ganhando-a, significa um marco importante na história desportiva do clube: o primeiro título nacional da I Divisão Feminina. Perdendo, resta a consciência do dever cumprido e o igualar da época 2001-2002, quando o basquetebol do GDG basquetebol foi vice-campeão nacional da I Divisão. Quanto ao futuro ainda há muito tempo e muitos fatores para analisar.


“Estamos claramente a subir de jogo para jogo”

Apesar de estar ciente das dificuldades, Américo Santos, treinador da formação portuense, mostra-se orgulhoso do trajeto das suas jogadoras, recordando dificuldades ultrapassada ao longo da temporada.

Sente-se favorito para esta final, depois do Académico FC ter eliminado o CPN, líder da Fase Regular, nas meias finais?

Obviamente que não. Aliás não acredito que haja algum favorito nesta final.

 

Que análise faz do G.D.Gafanha?

É uma equipa bastante completa, possuindo diversas jogadoras com capacidade de desequilíbrio tanto a nível de jogo interior como exterior.

 

Em que aspetos pensa que as suas jogadoras terão que ser mais fortes? O facto  do título se decidir num só jogo  poderá pesar em termos de pressão?

Uma final decide-se nos pequenos pormenores, por isso acima de tudo peço concentração e entrega absoluta em todos os momentos no cumprir do plano de jogo, algo que a equipa tem vindo a melhorar ao longo desta fase final da competição.
Qualquer jogo de playoff nos moldes que se disputa a 1ª divisão tem imensa pressão. Não me parece que uma final tenha mais. Temos uma equipa que apesar de muito jovem já demonstrou saber conviver muito bem com a pressão. 

 

A subida de divisão já está garantida, depois do Académico FC ter terminado a Fase Regular com 10 derrotas. Ao longo do playoff, sempre esteve convicto de que poderiam subir de escalão?

As 10 derrotas estão muito longe do real valor do nosso plantel. Basta dizer que no momento que tivemos o nosso plantel completo eliminámos, com relativa facilidade, o Sporting da Taça de Portugal e por muito pouco (e já com atletas lesionadas e limitadas fisicamente) não fizemos o mesmo com o Olivais na ronda seguinte, duas excelentes equipas da nossa liga em dois grandes espetáculos desportivos. A nossa época foi bastante atribulada em termos de lesões. Na verdade realizámos quase toda a 2ª volta com apenas 6 jogadoras, sendo que 4 atletas regressaram na parte final, enquanto 2 jogadoras, infelizmente, infelizmente, não conseguiram dar mais o seu contributo esta época. Considerando que o equilíbrio e a profundidade do plantel é um dos pontos fortes do nosso grupo, obviamente não o termos, afetou-nos o rendimento e consequentemente originou o aparecer de alguns resultados menos positivos. Felizmente conseguimos recuperar o equilíbrio da equipa a tempo da entrada dos playoffs, sendo que nesta fase estamos claramente a subir de jogo para jogo. Não escondo que a derrota pesada e a exibição no primeiro jogo frente à SIMECQ foi muito marcante, mas mais uma vez as minhas atletas souberam dar uma resposta incrível face às adversidades e viraram a eliminatória. Já na eliminatória com o CPN e com todo o respeito pela qualidade do adversário, sempre sentimos que tínhamos todas as condições para garantir a subida à liga, algo em que acreditamos desde o primeiro minuto da série, até ao seu fantástico último segundo.

A próxima época, na Liga Feminina, já está a ser preparada? Haverá muitos ajustes?

Para já estamos centrados em ser campeões nacionais da 1ª divisão e a partir de sábado pensaremos na próxima época. 


Seleção Nacional Feminina de Sub 17 em destaque no site da FIBA

Desta feita, a nossa seleção é motivo de destaque no site da FIBA, através de um artigo sobre a equipa em http://www.fiba.com/world/u17women/2016/news/ramos-and-jordao-ready-to-lead-first-timers-portugal.

 

A FIBA dedicou no seu site um artigo relativo à nossa seleção feminina de Sub 17, que através do brilhante segundo lugar obtido no Europeu do ano passado em Matosinhos, carimbou a passagem para o Mundial da categoria acima, que terá lugar em Saragoça, de 22 de junho a 2 de julho.

 

Paul Nielsen, autor da peça, realça os recordes pulverizados pelas nossas jogadoras no Campeonato da Europa de boa memória para Portugal, salientando Ana Ramos e Beatriz Jordão, atletas que fizeram parte do 5 ideal da prova, assim como o selecionador, Agostinho Pinto.

 

É ainda divulgada a convocatória, sendo de recordar que a seleçao portuguesa já se encontra a estagiar em Lousada. Portugal encontra-se inserido no Grupo D do Mundial, juntamente com Espanha (seleção anfritriã e primeira adversária, no dia 22), Brasil e Mali.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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