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GDESSA mais perto do título nacional feminino de Sub 19

Foi um jogo desequilibrado aquele que GDESSA e CPN  protagonizaram, com o conjunto barreirense a mostrar-se superior em todos os momentos, o que acabou por se traduzir no resultado final de 59-36.

Desde cedo que as comandadas de Nuno Manaia dispararam no marcador, com melhores índices de eficácia e aproveitando turnovers da formação de Ermesinde. No final do primeiro período, o GDESSA já vencia por 23-14, acabando por, a partir daí, gerir a situação.

O segundo quarto foi o mais equilibrado do desafio, com uma pontuação reduzida, como se atesta pelo 11-9 favorável ao GDESSA  verificado nessa fase. Sendo assim, ao intervalo marcador registava um 34-23 para o conjunto barreirense, que manteve a toada na etapa complementar.

Sem nunca chegar a elevados índices de concretização, o GDESSA foi alargando a vantagem, perante um CPN que também foi desmoralizando, com a iminência de se despedir da luta pelo título, depois de desaire de ontem. Após o terceiro período, a turma da Margem Sul comandava por 48-31, deixando muito poucas dúvidas quanto ao vencedor final, o que veio a confirmar-se com o resultado de 59-36 verificado no término do desafio.

Em termos individuais, no GDESSA, destaque para o duplo-duplo de Maianca Umabano (16 pontos e 11 ressaltos) e para as exibições de  Eliana Cabral (12 pontos) e de Mariana Ferreira (10 pontos). Quanto ao CPN, Catarina Rolo sobressaiu (11 pontos), assim como Ana Catarina Almeida (8 ressaltos).

Amanhã, o GDESSA irá defrontar a Quinta dos Lombos (18h), ao passo que antes teremos um CPN vs CD Póvoa (16h).


CD Póvoa soma primeira vitória na Fase Final do Nacional Feminino de Sub 19

O equilíbrio foi a nota dominante na partida que decorreu no Pavilhão Linhares de Castro, na Póvoa de Varzim, com várias alternâncias no marcador a animarem o espetáculo.

Logo no primeiro período, foi visível o nivelar de forças entre ambas as equipas, como se constata pelo 12-10 favorável ao conjunto poveiro no final do mesmo. Mas no segundo quarto a Quinta dos Lombos, orientada por Gilda Correia, surgiria melhor, embora nunca se tenham verificado grandes diferenças de rendimento, com o resultado ao intervalo a registar um 24-21 para a equipa da Linha.

Seria no terceiro período que o CD Póvoa, comandado por Pedro Maio, iria lançar-se definitivamente para um importante triunfo. Aproveitando a pior fase do Lombos, e embalado também pelo fator casa, as anfitriãs obtiveram um resultado de 16-6 neste quarto, colocando o marcador em 37-30 à entrada para o derradeiro período.

Nos últimos minutos assistiu-se a uma partida vibrante, com o Lombos a voltar a reaproximar-se. Apesar dos nervos, esta foi a fase do desafio com maior pontuação, o que diz bem da competência destas jovens jogadoras, apesar do forcin final do Lombos não ter sido suficiente, já que o CD Póvoa acabou por triunfar por 51-48, deixando ambas as equipas igualadas na classificação, com uma vitória e uma derrota.

Quanto a registos individuais, e em relação ao CD Póvoa, de relevar o duplo-duplo de Isabel Costa (18 pontos e 10 ressaltos) e a prestação de Helena Pinheiro (18 pontos e 8 ressaltos). Por seu turno, na equipa do Lombos, Carla Covane também obteve um duplo-duplo (10 pontos e 11 ressaltos), enquanto Carolina Gonçalves também sobressaiu (16 pontos e 6 ressaltos).


Quinta dos Lombos arranca com vitória na Fase Final do Nacional Feminino de Sub 19

Uma forte segunda parte das comandadas de Gilda Correia permitiu ao Lombos começar da melhor forma.

O Pavilhão Linhares de Castro, na Póvoa de Varzim, acolheu esta noite o jogo inaugural da fase decisiva do Nacional Feminino de Sub 19, num desafio bem disputado por Quinta dos Lombos e CPN, atual campeão. 

No primeiro período, o Lombos adiantou-se, embora sem grande avanço pontual, como se comprova pelo resultado de 10-5, mas no segundo quarto o CPN, orientado por Francisco Costa, acabaria por viver a sua melhor fase, ao recuperar no marcador. Com uma melhoria na eficácia, o conjunto de Ermesinde passou para a frente, chegando ao intervalo com uma vantagem de três pontos (24-11).

Mas seria a etapa complementar a definir o rumo dos acontecimentos, já que o Lombos reentrou decidido a estrear-se da melhor forma. Muito devido a um melhor registo nos ressaltos conquistados e a um mais eficiente jogo exterior, a equipa da Linha não permitiu grandes veleidades ao CPN, como se comprova pelos apenas seis pontos sofridos. A prova é que à entrada para o derradeiro período o Lombos já vencia por 34-30, vantagem que iria confirmar de seguida.

Sem tirar o pé do acelerador, a Quinta dos Lombos sentenciou a partida, construindo uma vantagem de 15 pontos, alicerçada nos mesmos aspetos de jogo. No final, verificou-se um resultado de 49-37, abrindo boas perspetivas ao Lombos, enquanto o CPN, atual campeão em título, se vê mais pressionado a triunfar no desafio de amanhã.

Em termos individuais, e em relação ao Lombos, destaque para Carolina Gonçalves (17 pontos e 9 ressaltos) e Carla Covane (18 ressaltos). Por seu turno, do lado do CPN, de salientar o duplo-duplo de Sofia Almeida (14 pontos e 10 ressaltos) e a prestação de Sara Moreira (7 pontos e 8 ressaltos).


Carnide Clube sagra-se campeão nacional feminino da 2.ª Divisão

 

Grande tarde para o Carnide Clube, que mesmo defrontando o Vitória SC, anfitrião da Fase Final, conseguiu vencer o desafio e assim conquistar o título. Com uma equipa muito oersonalizada, as comandadas de Hélder Serranho estiveram quase sempre na dianteira do marcador, não acusando a pressão.

 

O primeiro período foi muito equilibrado, sem predomínio de nenhuma das formações, com o Carnide na frente do resultado por 15-13, ao cabo dos 10 minutos iniciais. Porém, no segundo quarto, o conjunto lisboeta começou a tomar conta das operações, superiorizando-se à turma minhota no jogo exterior e na luta dos ressaltos, o que se traduziu no 32-21 verificado ao intervalo.

 

No regresso dos balneários, o Vitória SC, orientado por Tam Ling, surgiu em melhor plano, tentando reequilibrar as contas. Mas mesmo assim, o Carnide não permitiu grandes veleidades, não deixando que a vantagem no resultado ficasse propriamente em risco. Sendo assim, à entrada para o derradeiro período, a formação de Carnide vencia por 47-38, para depois avançar em definitivo para o título. A eficiência manteve-se, ao contrário do Vitória, que voltou a afastar-se um pouco no resultado, não perigando, contudo, a subida de divisão.

 

Contas finais, triunfo para o Carnide Clube por 69-56, sendo que após o desafio ninguém ficou com motivos para não sorrir. Nas novas campeãs nacionais da 2.ª Divisão, em termos individuais, destaque para o duplo-duplo de Cláudia Almeida (19 pontos e 15 ressaltos) e de Mafalda Marques (10 pontos e 10 ressaltos), ao passo que Maria Santos converteu 16 pontos. Em relação ao Vitória SC, saliência para o duplo-duplo de Nanci Barbosa (23 pontos e 13 ressaltos) e para a prestação de Bárbara Miranda (20 pontos e 8 ressaltos).

 

Parabéns para o Carnide Clube, mas também para as outras equipas participantes nesta Fase Final: Vitória SC (2.º classificado), UD Oliveirense (3.º classificado) e Rio Maior Basket (4.º classificado), assim como uma palavra especial para a organização da prova.


75º título da carreira

O técnico conduziu no último sábado, o Club Africain de Tunis ao bicampeonato da I Liga da Tunísia, após bater na final (2-1), o rival ES Sahel. Palma ambicionava voltar a treinar um clube, fundamentalmente porque sentia falta do treino diário. Depois de mais uma aventura bem sucedida, muito em breve estará de regresso a Portugal, pois pretende acompanhar a decisão da LPB. O tempo para descansar e saborear a vitória não será longo, já que há que preparar a fase de qualificação do Eurobasket2017, um projeto para o qual o técnico está fortemente motivado para iniciar.

 

"Este foi, pelas minhas contas, o 75º título da minha carreira, contabilizando as várias competições de clubes e de seleções".

 

Mário Palma, de 65 anos, quando aceitou em Dezembro último o convite do clube tunisino, fê-lo para voltar a ter a possibilidade de "trabalhar diariamente" e de "voltar a sentir a adrenalina de treinar um clube". "O Club Africain de Tunis deu-me essa oportunidade. Estou muito feliz na Tunísia, mas vou regressar brevemente a Portugal, pois quero assistir à final do 'play-off' da Liga Portuguesa", disse o experiente técnico.

 

Para o treinador, "foi um campeonato bastante difícil", já que "o ES Sahel tinha um plantel melhor, com mais soluções". "Eles venceram a fase regular e eram considerados favoritos, pois contrataram alguns dos melhores jogadores tunisinos que jogavam em países estrangeiros", salientou o atual selecionador nacional.

 

Mário Palma viajou para a Tunísia a 12 de dezembro do ano passado, acompanhado do adjunto português Vasco Curado, ex-técnico do Algés. E teve de reconstruir uma nova equipa, "após a saída de três basquetebolistas determinantes na conquista do título na última época".

 

O treinador elogiou os meios que foram colocados à sua disposição. "Os dirigentes do Club Tunis deram-nos todo o apoio. São pessoas que sentem muito os feitos do clube. Tenho sofrido imensa pressão para renovar o contrato. Mas sou um homem de palavra e só tomarei uma decisão depois de regressar a Portugal e falar com o presidente da federação de basquetebol, Manuel Fernandes", garantiu.

 

Mário Palma pretende regressar a Lisboa ainda antes de 15 de maio e já está motivado para voltar a liderar a seleção nacional e preparar a próxima campanha da fase de qualificação do Eurobasket2017, na qual Portugal irá defrontar, entre 31 de agosto e 17 de setembro, as seleções da Polónia, Bielorússia e Estónia.

 

"Vamos entrar em estágio no dia 18 de julho, em Sangalhos, e estamos confiantes na evolução dos jogadores portugueses. Vamos estar mais fortes do que na anterior fase de qualificação. Disso não tenho dúvidas", adiantou convicto.

 

O treinador com o maior currículo do basquetebol nacional gostava de voltar a orientar um clube em Portugal. No Benfica somou 22 títulos, entre campeonatos, Taças de Portugal e Supertaças. Manteve idêntico trajeto de sucesso em Angola – na seleção dos 'palancas' e no 1º de Agosto. Depois, levou a Jordânia ao Mundial da Turquia de 2010 e agora é campeão na Tunísia.

 

O treinador campeão pelo Club Africain de Tunis destaca, porém, que o presidente Manuel Fernandes é um homem de diálogo, mas mostra-se preocupado com o facto de alguns dos melhores técnicos lusos da atualidade não terem mercado para trabalhar em Portugal. "Os principais treinadores portugueses têm sido muito prejudicados nos últimos anos. Há poucos projetos profissionais e não há espaço para técnicos a tempo inteiro. Gosto de treinar a seleção nacional, mas preciso de estar ativo mais tempo. E isso só é possível nos clubes", concluiu.


Moncho López: “Temos que ser sólidos e consistentes”

Mas mais do que pensar em conseguir uma série limpa, Moncho López, em declarações exclusivas ao www.fcporto.pt e ao Porto Canal, quer é vencer um 3º jogo, diante de um adversário que vai exigir o melhor dos dragões.  

 

“Não pensamos em contas, se estamos no primeiro, no segundo ou no terceiro jogo. Temos que vencer um jogo, esse é nosso pensamento neste momento. Vamos a Ovar conscientes de que é uma tarefa muito difícil, de que é um grande desafio, que vai exigir uma grande capacidade de sofrimento, de luta e sacrifício”.

 

FC Porto e Ovarense já se encontraram por oito vezes esta temporada, somando cada um quatro vitórias, o que prova o equilíbrio entre as duas equipas. E para vencer em Ovar, o técnico não tem dúvidas que o desempenho da sua equipa não poderá ser intermitente. “A Ovarense tem demonstrado que é uma equipa poderosíssima, que nunca se desliga do jogo, mesmo que ele lhe esteja a correr mal. E nós, para os vencermos, temos que ser sólidos e consistentes, não podemos ter altos e baixos, porque eles nunca os têm. Só assim teremos muito mais probabilidades de vencer”.

 

Pedro Bastos, destaca a competitividade da equipa de Ovar, um adversário que nunca desiste, e promete um FC Porto ambicioso e sem qualquer tipo de relaxe motivado pela atual vantagem na eliminatória. “Vai ser uma deslocação complicada e jogar em Ovar é sempre difícil. Esperamos uma Ovarense à imagem dos outros jogos: muito lutadora e sem nunca baixar os braços. É um facto que estamos a ganhar 2-0, mas só pensamos no próximo jogo. Da mesma forma que não pensamos nos jogos que ganhámos à Ovarense, também não pensamos nos que perdemos. Estamos focados naquilo que temos de fazer e confiantes que podemos ganhar”.


“Levar a eliminatória à negra”

Depois do habitual trabalho de scouting, Daniel Brandão sabe onde a equipa do Terceira Basket terá de melhorar de forma a conseguir inverter o resultado no jogo 2, e forçar a negra na eliminatória frente ao Atlético CP. Uma melhor seleção de lançamentos, o controlo da tabela defensiva, e o fator casa serão a chave, na opinião do técnico insular, para o sucesso no jogo 2 agendado para o próximo sábado, às 20h30.

 

“Após a análise efetuada ao primeiro jogo, conseguimos identificar os aspetos menos positivos que ocorreram no nosso jogo, o que nos dá mais confiança para a semana de trabalho e para podermos lutar pela vitória no segundo jogo.

Em relação ao primeiro jogo, tivemos obviamente aspetos em que não estivemos bem e que ditaram a nossa derrota. Desde logo as percentagens de lançamento baixíssimas que tivemos, fruto da defesa agressiva do Atlético, mas também de fruto do facto de termos lançado muitas vezes nos primeiros segundos de ataque o que fez com que não tivéssemos uma presença forte no ressalto ofensivo em muitos desses lançamentos. Para termos mais sucesso no ataque, teremos que tomar melhores decisões no que diz respeito à seleção de lançamento”.

 

Num encontro marcado pela baixa pontuação final, uma área do jogo assumiu especial relevância. “Curiosamente, a diferença de lances livres marcados acabou por ser a diferença final do jogo, o que me leva a crer que a nossa agressividade defensiva traduzida nas faltas assinaladas teve influência decisiva no resultado final.”

 

Mas não é só no ataque que o Terceira tem que melhorar, o capitulo do ressalto merece igualmente a atenção do técnico açoriano. “Outro aspeto que temos que melhorar tem que ver com o domínio da nossa tabela no que diz respeito ao 12 ressaltos ofensivos que o Atlético ganhou no Jogo 1. Temos que conseguir baixar este número, não permitindo que o poderia físico que o Atlético tem, com uma forte participação no ressalto ofensivo, se faça notar”.

 

Apesar de estar em desvantagem na série, Daniel Brandão faz uma abordagem perspicaz ao 2º jogo da eliminatória. “O facto de termos perdido o primeiro jogo não nos trás nenhum tipo de pressão acrescida, dado que independentemente do resultado do primeiro jogo, o nosso objetivo passaria sempre por ganhar o segundo jogo. Vamos tentar fazer do fator casa a nossa grande vantagem nesta eliminatória e levar a mesma à negra”.

 

Mas para fazer sentido falar em fator casa, será necessário os adeptos deslocarem-se ao pavilhão, algo que o técnico espera que aconteça em grande número. “Aproveito ainda a oportunidade para fazer um apelo aos nossos adeptos que se desloquem em massa ao nosso pavilhão para nos ajudar a ultrapassar a excelente equipa do Atlético e desejar ainda que ambas as equipas possam jogar na máxima força, que os jogadores sejam sempre os reais protagonistas do jogo e que ganhe o melhor!”.


“Se conseguirmos estar em boas condições físicas, seremos certamente um forte candidato ao título”

O GDESSA terminou a Fase Regular – Zona Sul na primeira posição, com apenas uma derrota. Acha que essa prestação traz algum tipo de favoritismo à equipa para esta Fase Final?

Não penso que sejamos favoritos pelo facto de termos ficado em em primeiro  lugar na Zona Sul, até porque terminámos em igualdade pontual com a Quinta dos Lombos, que nos venceu na última partida que realizámos nesta fase. 

 

O título nacional sempre foi um grande objetivo para esta temporada?

Todas as épocas temos dois objetivos para este escalão de Sub 19: conseguir que algumas destas jovens consigam evoluir de modo a integrar a nossa equipa sénior a curto/médio prazo e, como objetivo competitivo, estar presente na Fase Final, onde estarão as 4 melhores equipas.

 

Como classifica as equipas adversárias que terão pela frente?

O CPN é um clube muito habituado a estas Fases Finais e é o atual Campeão Nacional. O CD Póvoa é um clube muito organizado, com um longo historial na modalidade e joga em casa. A Quinta dos Lombos é uma excelente equipa, que já nos venceu esta época.

 

Em que aspetos as suas jogadoras terão de ser mais fortes para vencer a competição?

A nossa equipa depende muito do grupo de atletas que fizeram parte da equipa de seniores, com muito sucesso. Temos algumas jogadoras deste grupo juniores/seniores algo desgastadas, mas temos estado a tentar gerir essa situação. Se conseguirmos estar em boas condições físicas, seremos certamente um forte candidato ao título.  


“Julgo que temos equipa para estar no mesmo patamar das nossas adversárias”

Sente alguma dose de favoritismo depois da sua equipa ter terminado a Fase Regular – Zona Sul apenas com uma derrota?

Gostamos de ser um clube competitivo e jogamos sempre com essa atitude, fizemos uma fase regular meritória, sem dúvida, mas não julgo que o facto de termos perdido apenas um jogo seja sinónimo de algum ou qualquer favoritismo. 

 

O título nacional sempre foi um grande objetivo para esta temporada?

Não, o grande objetivo foi sempre estar presente nos momentos decisórios das competições em que estamos envolvidos. Estes momentos de confronto com as melhores equipas são importantes na evolução das nossas jogadoras mas é natural que, assim como o Desportivo da Póvoa, o CPN e o GDESSA, queiramos fazer o melhor resultado possível.

 

Como classifica as equipas adversárias que terão pela frente?

Todos os clubes adversários presentes na fase final são presenças regulares nesta fase da competição nacional e conhecidos pela qualidade do trabalho desenvolvido na formação de jogadoras. São equipas bem estruturadas ofensivamente, defensivamente provocam muitas dificuldades e acima de tudo competem para ganhar. Teremos três adversários com grande qualidade e vários argumentos, felizmente julgo que temos equipa para estar nesse mesmo patamar.

 

Em que aspetos as suas jogadoras terão de ser mais fortes para vencer a competição?

Em vários, no entanto focamos sempre mais a qualidade e consistência defensiva como a premissa base da nossa equipa. Estas competições são equilibradas, todos têm pontos mais fortes do que outros, as motivações estão altas e uma maior consistência ao longo do jogo poderá ser a grande vantagem.


“Tentaremos usar o fator casa a nosso favor”

Na sua opinião, o facto do CD Póvoa acolher esta fase final acaba por dar à sua equipa alguma dose de favoritismo?

Em teoria, sim! Contudo, porque estamos perante adversários habituados a estar presentes em pontos altos, penso que esse não será o fator determinante. Para além disso, existe sempre uma gestão emocional que é preciso cuidar para que não se vire contra nós. Na prática, certamente que tentaremos usar esse facto a nosso favor.

 

O título nacional sempre foi um grande objetivo para esta temporada?

O grupo de atletas é ambicioso. O facto de nos últimos anos uma parte deste grupo de jogadoras ter estado presente em duas finais nacionais fez com que esse fosse um pensamento presente em todo o grupo. No entanto, fomos sempre colocando objetivos intermédios que culminaram na presença na fase final. Como sempre disse ao grupo, considero "o título nacional" uma consequência e não um verdadeiro objetivo.

 

Como classifica as equipas adversárias que terão pela frente?

São equipas com elevada qualidade individual e coletiva. Contam com a presença de jogadoras internacionais, habituadas a presenças em pontos altos nacionais e internacionais. O CPN é uma equipa que já defrontámos várias vezes este ano, e por isso mesmo conhecemos o seu potencial tático, coletivo e individual. As equipas do sul (Lombos e GDESSA) são equipas que apresentam experiência e ritmo competitivo elevadíssimo que advêm da sua presença na maior competição nacional, a Liga Feminina de Basquetebol.

 

Em que aspetos as suas jogadoras terão de ser mais fortes para vencer a competição?

Primeiro, teremos que ter uma capacidade de superação constante, sem perder o controlo emocional. Segundo, teremos que ser uma equipa coesa a defender e fazer desta a nossa maior arma. Terceiro, teremos que ser coletivos a atacar. Por último, teremos que ser ainda mais solidários.

 


“Tudo faremos para elevar o nosso CPN bem alto”

Francisco Costa, treinador da formação de Ermesinde, que terminou a Fase Regular – Zona Norte na liderança, espera dificuldades, mas promete muita luta e dedicação para que o CPN revalide o título nacional conquistado na época anterior.

 

O CPN terminou a Fase Regular – Zona Norte na primeira posição. Acha que essa prestação traz algum tipo de favoritismo à equipa para esta Fase Final?

Entendo o porquê da questão, mas honestamente não. Durante a época, todas as partidas com a equipa do Norte (CD Póvoa) também apurada foram marcadas pelo equilíbrio – apesar de dois jogos com margens algo dilatadas, um para cada lado – e sabemos que do Sul vêm duas equipas onde grande parte das atletas evolui na Liga Feminina, pelo que por estes motivos, não creio que traga qualquer tipo de favoritismo, mas sabemos que representamos o clube Campeão Nacional em título, estamos conscientes "dessa responsabilidade", e estamos preparados para dar o nosso máximo, o nosso melhor nestes três dias.

 

O título nacional sempre foi um grande objetivo para esta temporada?

Desde o início da época que fomos colocando objetivos intermédios – apuramento para a Fase Final Distrital, Título Distrital e apuramento para a Fase Final Nacional, tendo alcançado com sucesso todos os objetivos. Estamos pelo 3º ano consecutivo na Fase Final Nacional de Sub-19, sabemos o quanto é importante uma boa entrada na Final 4 e que neste três dias, tudo é possível!

 

Como classifica as equipas adversárias que terão pela frente?

Serão sem dúvida alguma três adversários complicados. Obviamente que temos um melhor conhecimento do CD Póvoa, equipa contra a qual já jogámos 5 vezes esta época, e que se caracteriza por ter um cinco base forte e consistente, e decerto que jogando em casa irá ter uma palavra a dizer, sem dúvida alguma. O GDESSA e a Quinta  dos Lombos são duas equipas que ainda no mês passado marcaram presença na Fase Final da Liga Feminina, tendo atletas Sub-19 a fazer parte desses plantéis, algumas com papel de relevo e preponderantes, pelo que serão sempre equipas fortes, intensas! Como disse no início, três adversários complicados, mas não inalcançáveis!

 

Em que aspetos as suas jogadoras terão de ser mais fortes para vencer a competição?

Este foi um ano algo atribulado para este grupo, onde entre subidas de escalão e lesões, da equipa que no ano passado se sagrou campeã nacional estão seis atletas prontas para atacar esta Fase Final, logo é um grupo completamente diferente do anterior. Diferente nos nomes, mas não na vontade, querer e determinação, características que são imagem de marca do  nosso clube. Sabemos das nossas capacidades, pelo que teremos de ser acima de tudo, fortes mentalmente, de maneira a encarar esta fase final com a seriedade necessária. E por isso posso garantir de antemão que este será um grupo que mais uma vez tudo fará para elevar o nosso CPN bem alto


Clinic Internacional de Treinadores em Angra do Heroísmo

Antonio Carrillo e Mário Silva serão os formadores, sendo que as inscrições se procedem através do seguinte endereço: gtecnico@sapo

Fiquem com o cartaz, onde poderão consultar o perfil de cada um dos formadores.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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