Artigos da Federaçãooo
Oliveirense vence Rio Maior Basket (71-65) e fica na expectativa
Fruto de uma boa gestão do encontro, a Oliveirense acabou por conseguir um importante triunfo diante do Rio Maior, numa partida durante a qual a formação de Oliveira de Azeméis esteve quase sempre na frente do marcador, apesar de raras vezes terem existido grandes vantagens.
No primeiro período, o desafio foi muito equilibrado. O conjunto de Rio Maior, orientado por Teresa Barata, surgiu em campo de uma forma desinibida, depois das duas derrotas averbadas em outros tantos jogos, ajudando ao espetáculo. Como tal, após os 10 minutos iniciais, verificava-se um resultado de 16-15 favorável à Oliveirense.
Apesar de nunca se distanciar muito no marcador, a Oliveirense, comandada por Ricardo Guimarães, foi-se mantendo na liderança, constriundo uma vantagem de cinco pontos até ao intervalo (34-29).
Na etapa complemantar, o equilíbrio foi a nota dominante. A Oliveirense revelava-se mais eficaz no jogo exterior, ao passo que a equipa da Cidade do Desporto se mostrava mais certeira em matéria de lançamentos de dois pontos. Contudo, esse acerto não foi suficiente para qualquer tipo de reviravolta, já que no término do terceiro período a vantagem oliveirense continuava a ser de cinco pontos (55-50).
O derradeiro quarto não fugiu à regra, com ambos as formações a exibirem um rendimento muito nivelado. A Oliveirense conseguiu gerir os acontecimentos, num período que terminou com o parcial de 16-15 para a turma de Oliveira de Azeméis, fazendo com que o resultado final se cifrasse em 71-65.
Em termos individuais, na Oliveirense, destaque para o duplo-duplo de Carolina Anacleto (21 pontos e 16 ressaltos) e para Cátia Soares (22 pontos), enquanto pelo Rio Maior estiveram em plano de evidência Vânia Sengo (30 pontos e 12 ressaltos) e Mariana Silva (20 pontos e 12 ressaltos), ambas com a obtenção de um duplo-duplo.
Vitória SC vence Rio Maior Basket (77-56) e aproxima-se do título
Desta feita, a formação minhota bateu o Rio Maior Basket por 77-56, depois de ter estado na frente do marcador logo desde início. Já a equipa de Rio Maior deixou de ter hipóteses de chegar ao título, ao averbar mais um desaire.
Foi com naturalidade que o Vitória SC, líder da Fase Regular – Zona Norte, levou a melhor nesta partida, depois de ter comandado as operações desde muito cedo. Na qualidade de anfitrião, o conjunto vimaranense foi superior e justificou o triunfo, face a um Rio Maior Basket que também tem provado o porquê de ter chegado a esta fase da prova.
Logo no primeiro período, a equipa orientada por Tam Ling entrou com tudo, decidida a resolver a questão o mais depressa possível, sendo que após os 10 minutos iniciais o resultado já registava um 21-12. No segundo quarto, a toada manteve-se, com as jogadoras vitorianas a revelarem maior acerto e intensidade, acabando por cavar um fosso de 15 pontos à entrada para o intervalo (40-25).
O terceiro período foi o mais bem jogado, com muitos pontos. A turma de Rio Maior, treinada por Teresa Barata, surgiu mais desinibida e acutilante, mas o adversário minhoto não esmoreceu, o que se traduziu num excelente espetáculo, como atesta o 27-24 verificado neste quarto, deixando o resultado em 67-49.
Com quase tudo decidido, o último período foi o mais desinteressante, com baixos índices de eficácia. A questão estava resolvida, o Vitória caminhava para um triufo muito importante, enquanta a formação oriunda da Cidade do Desporto dizia adeus ao título. No final, o marcador registiu um 77-56 favorável ao Vitória, que teve em Nanci Barbosa (20 pontos), Ana Oliveira (18 pontos) e Ana Pedroso (11 ressaltos) as suas maiores figuras. Em relação ao Rio Maior Basket, de destacar o duplo-duplo de Vânia Sengo (20 pontos e 13 ressaltos) e a prestação de Mariana Silva (17 pontos e 9 ressaltos).
Oliveirense bate Carnide em jogo emocionante por 60-55
Que excelente propaganda para a modalidade, aquela que Oliveirense e Carnide protagonizaram em Guimarães, no jogo que abriu o segundo dia da Fase Final do Campeonato Nacional da 2.ª Divisão Feminina. Quase sempre em desvantagem no marcador, a formação de Oliveira de Azeméis logrou empatar o desafio à beira do final, acabando por levar a melhor no prolongamento.
O primeiro período foi equilibrado, verificando-se logo aí registos semelhantes em matéria de eficácia, o que se traduziu num 9-8 favorável ao Carnide após os 10 minutos iniciais. Porém, no segundo quarto, o conjunto lisboeta, que terminou a Fase Regular na liderança da Zona Sul, assumiu um maior controlo do desafio, embora nunca se distanciando muito no resultado, indo para o intervalo a vencer por 25-19.
No reatar do jogo, a dinâmica manteve-se. A equipa do Carnide parecia mais confiante, também motivada pela vitória da véspera, enquanto a Oliveirense sabia que perdendo diria adeus ao sonho do título, e a verdade é que as comandadas de Hélder Serranho ainda se colocaram com uma vantagem maior, chegando ao final do terceiro período com uma vantagem de 11 pontos (38-27).
E seria no derradeiro quarto que tudo acabaria por mudar. A Oliveirense, orientada por Ricardo Guimarães, encheu-se de brio e encetou uma espetacular recuperação, aproximando-se cada vez mais do conjunto de Carnide. À entrada para os últimos minutos, a vantagem das lisboetas já era de apenas 3 pontos, até que a Oliveirense empatou mesmo muito perto do final, a 48 pontos, levando a questão para prolongamento (21-10 foi o resultado do quarto período, para a turma de Oliveira de Azeméis).
No tempo extra, a Oliveirense manteve a inspiração, acabando por consumar a reviravolta no marcador com um parcial de 12-7, que colocou o resultado final em 60-55.
Em termos individuais, e em relação à Oliveirense, destaque para os 23 pontos de Cátia Soares e para o duplo-duplo de Carolina Anacleto (13 pontos e 12 ressaltos). Por seu turno, do lado do Carnide, de relevar a grande atuação de Mafalda Marques com um duplo-duplo (17 pontos e 21 ressaltos), enquanto Maria Santos registou 9 pontos e 7 ressaltos.
“A subida de divisão e o título nunca foram uma obsessão”
Teresa Barata, treinadora do clube da Cidade do Desporto, elogia o paradigma do mesmo, esperando ainda que haja concentração para superar as dificuldades que surjam na luta pela subida de divisão e pelo título.
Quais são as perspetivas do Rio Maior Basket para esta Fase Final?
Todos os jogadores esperam um dia, poder jogar uma final! É para estes momentos que todos os jogadores se preparam, mas infelizmente, estes momentos não estão ao alcance de todos. Sentimo-nos uns privilegiados, porque vamos lá estar. As nossas expectativas para esta Fase Final passam por pôr em prática o que temos trabalhado durante a época e aproveitar o melhor possível estes momentos de competição, para fazer crescer as nossas jogadoras.
A subida de divisão e conquista do título sempre foram grandes objetivos do clube para esta temporada?
O RMB ao longo dos seus (poucos) anos de existência, tem-se afirmado por ser um clube formador, que tem dedicado o seu trabalho à etapa inicial da formação dos jogadores (minis até Sub-16/18), uma vez que a partir dos 18 anos os nossos atletas rumam às grandes cidades, para prosseguirem os seus estudos. Esta época, com o projeto de satelização do Rio Maior Basket com o Clube Desportivo de Torres Novas, embarcámos nesta aventura de formar uma equipa sénior, baseada essencialmente em jogadoras Sub 19 (apenas temos 3 jogadoras séniores de idade, sendo que 2 delas são de 1º ano), que estavam inicialmente destinadas a participar numa competição distrital pouco aliciante (poucas equipas e um nível de competição que não nos iria permitir grande evolução). Não estarei a ser modesta, se vos responder que nem a subida de divisão nem a conquista do título se afiguraram no início da época como objetivos do clube para esta temporada. Tal como já referi atrás, o primeiro grande objetivo de participar neste campeonato da 2ª Divisão, foi proporcionar uma competição mais diversificada a este grupo, contribuindo assim para que estas jogadoras pudessem chegar mais longe. Claro que com o desenrolar da época e com os resultados alcançados por nós e pelas outra equipas “a subida de divisão e a conquista do título” foram pensamentos que se afiguraram no horizonte, mas nunca se tornaram numa obsessão, nem atrapalharam o nosso trabalho. Antes, nos deu mais alegria e motivação para estar presente nesta Fase Final.
Avaliando os adversários, que espera desta prova?
Só conheço o Carnide, com quem já jogamos duas vezes esta época, e nos temos encontrado nas provas nacionais em anos anteriores. Das equipas do Norte, não tenho qualquer conhecimento, até porque nunca nos defrontamos em anos anteriores. Apenas sei que na equipa da Oliveirense estão algumas atletas que já trabalharam comigo, numa equipa de iniciadas há dez anos atrás (época 2001/2002) quando estive na UDO. Estou com muita curiosidade para as ver jogar. Mesmo não conhecendo a totalidade dos adversários, por serem as 2 equipas que melhores resultados fizeram nas suas zonas, só posso esperar um fim de semana com 3 jogos difíceis, espero que equilibrados, capazes de proporcionar boas experiências e bons momentos de aprendizagem.
Em que aspetos acha que as suas jogadoras terão que ser mais fortes?
O ideal seria que conseguissem ser fortes em todos os aspetos que condicionam o jogo. Mas destaco talvez, a concentração como aspeto essencial para potenciar todos os outros. Conseguir momentos em que todas as jogadoras estejam concentradas ao mesmo tempo, é uma capacidade muito difícil num desporto coletivo. É nosso objetivo aumentar esses momentos durante o jogo.
“Esperamos as maiores dificuldades nesta Fase Final”
Mesmo assim, a confiança impera no seio do grupo de trabalho.
Quais são as perspetivas do Carnide Clube para esta Fase Final?
Uma fase final é sempre especial. Felizmente para o Carnide estar presente nos pontos altos das épocas desportivas tem vindo a ser uma constante, fruto do excelente trabalho da direção do clube e da coordenação técnica, a cargo do inexcedível Telmo Botelho, e no caso presente do treinador que preparou a época, o Eduardo Cruz. Na final estarão 4 equipas que querem ganhar e o Carnide Clube é uma delas.
Como líderes da Fase Regular, Zona Sul, sentem uma dose de favoritismo maior para a subida de divisão/título?
Não. A Fase Regular da Zona Sul já acabou. Foi uma prova digna em que nos classificámos em primeiro, contudo, o número de jogos equilibrados foi infelizmente muito reduzido. A competição em toda a época é muito importante e nesse aspeto a Zona Norte foi mais forte.
Avaliando os adversários, que espera desta prova?
Esperamos as maiores dificuldades, todos os clubes que estão na fase final e, mesmo alguns que não estão, trabalharam bem. Como sempre esperamos uma fase final equilibrada, em que, naturalmente a equipa que joga em cas será favorita.
Em que aspetos acha que as suas jogadoras terão que ser mais fortes?
Internamente, na equipa, nós já falámos sobre isso. A decisão de toda uma longa época de trabalho passa afinal pelo que formos capazes de realizar em 3 dias. No basquetebol, como na vida, os vencedores são aqueles que nos momentos certos aproveitam as oportunidades. A oportunidade está aí, logo será na concentração e na capacidade de mostrar o seu valor que as nossas jogadoras terão que ser mais fortes. O clube, as jogadoras e a equipa técnica acreditam nisso.
“Temos que dar o que temos e o que não temos”
O selecionador Agostinho Pinto convocou 14 atletas, para dar inicio a uma fase de trabalho que tem de ter em conta muitas variantes, onde a parte escolar e competitiva assumem importância acrescida. O técnico reconhece muitas qualidades às selecionadas, se bem que a falta de jogos de controlo agendados preocupe, neste momento Agostinho Pinto. O selecionador pretende proporcionar às eleitas jogos que se aproximem da realidade de um Campeonato do Mundo, mas para que estejam à altura do evento, exige das atletas empenho total na forma como trabalham. Representar Portugal tem de ser sempre um orgulho, e é isso que Agostinho Pinto promete a todos aqueles que queiram deslocar-se a Espanha para apoiar a nossa seleção.
Estão 14 atletas convocadas para iniciar a preparação para o Mundial. O grupo está fechado? Ou ainda pode sofrer alterações?
O grupo não está fechado. Existem mais algumas atletas que estão de prevenção e que podem ser chamadas. Naturalmente que neste momento, e pelo que fomos observando, estas 14 são as que estão melhores posicionadas.
Foram obrigados a ter que iniciar a fase final da vossa preparação ainda dentro do período escolar. De que forma contornaram esse problema?
Como a competição é em Junho temos que começar a trabalhar ainda durante o período escolar. A FPB, e as entidades governamentais, é que trataram desse assunto, e que, felizmente, teve um bom desfecho, como era desejo de todas as partes.
Nesta primeira fase de trabalho, vai se focar em que aspetos do jogo?
Este trabalho vai ser continuo até ao Mundial. Mas numa primeira fase vamos avaliar o estado em que as atletas chegam ao estágio, essencialmente a sua condição física. Isto porque vamos ter algumas atletas que irão estar em competição no fim de semana antes na Fase Final de Sub-19, e outras a jogar no Campeonato Nacional de Sub-16.
Depois teremos de ter em atenção que vamos ter atletas em estágio, que ainda vão ter jogos nos seu clubes e algumas ainda terão a Fase Final Nacional de Sub-16. Temos que salvaguardar essas atletas para chegarem aos seus clubes nas melhores condições para os puderem ajudar.
Iremos começar a integrar conteúdos táticos, nesta fase mais ofensivos para as jogadoras tentarem perceber o mais cedo possível o que queremos, porque o tempo voa.
Olhando para as caraterísticas deste grupo de trabalho, quais julga serem os seus pontos fortes enquanto equipa?
União, muita capacidade de sofrimento e superação, remarmos todos para o mesmo lado, humildes e trabalhadores. Cada jogadora deverá saber o seu papel dentro do campo e o coletivo deverá ser o mais importante. Deverá ainda esxistir um equilíbrio entre o jogo interior e exterior.
E quais os principais problemas que terá de resolver, ou quando muito disfarçar, numa competição com a exigência de um Campeonato do Mundo?
O principal problema passa por encontrar equipas para fazer jogos de controlo. O que não significa que a FPB, não esteja a fazer o possível e o impossível, para que seja ultrapassado. Mas nem sempre se consegue, e isso pode ser um ponto menos positivo.
O jogo interior das outras equipas pelo conhecimento que tenho é muito forte, quer em estatura como fisicamente. Têm ritmos de jogo altos. A maioria das nossas jogadoras estiveram o ano todo a jogar em competições Sub-16 ou 19 e isso é muito diferente dum Campeonato do Mundo.
Independentemente dos resultados que venham a alcançar, o que irá exigir das atletas que representem Portugal durante a preparação e a própria competição?
Trabalharem nos seus limites máximos sempre. Respeitarem e honrarem o nome de Portugal. Terem noção que independentemente de merecerem estar no Mundial, pelo trabalho que foram feito ao longo dos anos, são umas privilegiadas, tal como eu e respetiva equipa técnica. E que sem o trabalho de muita gente, e principalmente dos clubes, nunca tal era possível. Por estas razões todas e mais algumas, temos que dar o que temos e o que não temos.
Espero que as pessoas que nos apoiaram em Matosinhos, e outras, nos vão apoiar, porque estas miúdas merecem e o basquetebol também.
União Sportiva conquista bicampeonato nacional feminino
A jogar em casa, o conjunto açoriano mostrou-se mais forte, vencendo as três partidas da Fase Final.
Dia de festa em Ponta Delgada! Com mais uma excelente exibição, o Sportiva Azores Airlines conquistou o segundo título nacional feminino do seu historial, neste caso pelo segundo ano consecutivo, garantindo assim a dobradinha depois de já ter vencido a Taça de Portugal. Isto, somado à campanha europeia muito positiva, faz com que esta temporada tenha sido memorável para o clube açoriano.
No jogo desta tarde, a superioridade do Sportiva frente ao GDESSA – Barreiro foi notória, como prova o resultado final de 70-43. Muito moralizadas, atuando diante do seu público, as jogadoras orientadas por Ricardo Botelho quiseram resolver cedo a questão, numa partida que envolvia muita pressão, já que quem vencesse sagrar-se-ia campeão nacional.
Logo no primeiro período se viu que seria difícil ao GDESSA contraria a maior inspiração do adversário. Com um resultado de 19-5 verificado após os 10 minutos iniciais, as insulares traduziram em números a sua superioridade em matéria de eficácia, algo que foi quase sempre uma constante ao longo de todo o jogo – o GDESSA nunca chegou a liderar o marcador. O desenrolar do desafio não se alterou no quarto seguinte, com o Sportiva a revelar-se implacável, ao mesmo tempo que a formação que veio do Barreiro parecia encotrar-se rendida e algo desgastada. Sendo assim, e quando chegou o intervalo, o marcador já registava um pesado 44-16 para o Sportiva, deixando as contas finais quase sentenciadas.
O terceiro período foi o mais positivo do conjunto comandado por Nuno Manaia, que diga-se de passagem, foi sempre brioso e lutador, provando o porquê de também ser uma grande equipa. Com o Sportiva também a tirar um pouco o pé do acelerador, e com o GDESSA mais assertivo, a turma da Margem Sul do Tejo reduziu distâncias para 55-27, à entrada para o último quarto, mas tudo estava resolvido. Tal como veio a confirmar-se nos dez minutos finais, em que Ricardo Botelho aproveitou para rodar a equipa, dando oportunidade a todas as atletas de desfrutarem do momento. Perante um público entusiasta e convencido de que o título já não fugia, o Sportiva ainda aumentaria o score para 70-43, resultado final do desafio.
No plano individual, no Sportiva, houve de facto um excelente rendimento, como se comprova pelas exibições de Ashley Bruner, eleita a MVP (7 pontos, 13 ressaltos e 4 assistências), Felicitè Mendes (17 pontos e 8 ressaltos), Milica Ivanovic (17 pontos e 7 ressaltos), Shaquedia Wallace (15 pontos) e Ashley Bruner (13 ressaltos). Em relação ao GDESSA – Barreiro, de salientar as prestações de Márcia Costa (14 pontos e 5 ressaltos), Kamilah Jackson (11 ressaltos) e de Emilia Dabo (9 ressaltos).
Após o desafio, Ricardo Botelho salientou que a sua equipa foi uma campeã justa, deixando elogios para a competição e para os adversários: "Acho que no fim fomos um justo vencedor da Liga Feminina. A final foi uma competição muito forte e contou com as quatro melhores equipas. Este jogo acabou por não ser tão difícil como esperávamos, estivemos muito bem no ataque e na defesa e conseguimos uma boa exibição e vencer como queríamos". Por seu turno, Nuno Manaia admitiu que o GDESSA não soube reagir:" O jogo anterior mexeu com as nossas emoções. Se o CAB ganhasse podíamos disputar o título e não entrámos bem, nem soubemos lidar com a pressão. Foi um jogo muito emotivo e pouco esclarecido e com números impossíveis de dar a volta."
Parabéns então para o União Sportiva pela grande temporada que realizou, mas também para o GDESSA – Barreiro, que não esqueçamos venceu a Taça Federação. Acima de tudo, ao longos destes últimos três dias viveram-se mais momentos de altíssimo nível, em que o basquetebol feminino saiu prestigiado. As nossas congratulações para todos os intervenientes e organização da prova!
Nota: Em anexo tem acesso às declarações prestadas por todos os intervenientes.
“Estamos onde devíamos estar e vamos provar isso”
Quais são as perspetivas da Oliveirense para esta Fase Final?
As nossas perspetivas passam por lutar jogo a jogo, somos uma equipa inexperiente. Fizemos um caminho muito difícil até chegar aqui, com todas as desvantagens e inexperiência típica de uma equipa de primeiro ano, com jogadoras vindas de vários sítios. Agora vamos dar tudo pela vitória.
A subida de divisão e conquista do título sempre foram grandes objetivos do clube para esta temporada?
Não, de todo. Talvez em sonhos nos tinha passado isto pela cabeça, mas a realidade é esta, trabalhámos muito para a ter, e agora temos a oportunidade de fazer história, de garantirmos o título nacional.
Avaliando os adversários, que espera desta prova?
É uma prova muito complicada, com adversárias mais experientes do que nós. Sinceramente temos pouco conhecimento sobre as equipas do Sul, temos um maior conhecimento sobre o Vitória SC, que ficou em primeiro lugar na nossa série da Fase Regular. É uma equipa muito complicada, sendo que tivemos a sorte e a sabedoria de vencer em Guimarães, mas perdemos em casa por uma desvantagem de 20 pontos. Isso demonstra as diferenças de soluções em termos de plantel, numa altura em que devido a várias lesões temos apenas 10 jogadoras, mas isso tornar-nos-á mais fortes e fará com que apesar de não sermos favoritos, sejamos uma equipa a ter em conta.
Em que aspetos acha que as suas jogadoras terão que ser mais fortes?
Teremos de dar continuidade àquilo que temos feito ao longo desta campanha. Temos de ser aguerridos, saber que o caminho que foi feito não pode ser deixado em vão num fim de semana, em três jogos, porque tudo se joga agora. As jogadoras têm que estar concentradas, têm que ter isso presente, têm que saber aquilo que querem, aquilo por que lutam, têm que saber que os sacrifícios até agora feitos não podem ser deixados ao acaso. Eu sei que as jogadoras vão estar à altura porque estiveram até agora, sendo que temos de mostrar que este nosso trajeto de 21 vitórias e 3 derrotas não surgiu por acaso. Estamos onde devíamos estar e vamos provar isso.
“Vamos ter de trabalhar como todas as outras equipas”
Quanto à caminhada na Fase Regular, que culminou com o 1.º lugar na Zona Norte, Ling não se mostrou surpreendido depois do trabalho desenvolvido.
Como anfitrião, acha que o Vitória SC terá mais responsabilidades nesta Fase Final?
O fator casa, hoje em dia, já pouco influencia. Por isso vamos ter de trabalhar e lutar como as outras equipas.
Pensa que o fator casa poderá beneficiar a equipa? Sente-se favorito?
O facto de jogarmos em casa traz-nos um elemento que pode ser importante (motivacional). Se nos sentimos favoritos? Somos um dos favoritos a ganhar o campeonato.
O Vitória SC terminou a Fase Regular na 1.ª posição. Esperava uma campanha desta qualidade?
Fizemos um bom campeonato na fase regular, onde fomos muito consistentes. Se esperava uma campanha boa, direi apenas que trabalho todos os dias para melhorar a qualidade de jogo das atletas e o facto de ganhar é apenas a consequência do trabalho desenvolvido.
Olhando para os adversários do próximo fim de semana, que espera desta prova?
Espero uma Fase Final dura, onde todas as equipas têm as mesmas ambições que passam por ganhar!
“Queremos muito passar e tudo faremos para o conseguir”
A eliminatória regressa a Oliveira de Azeméis, esta quarta-feira, às 21 horas, para o 5º e decisivo jogo que dá acesso às meias-finais. Neste regresso a casa, José Ricardo Rodrigues promete que a sua equipa tudo fará para seguir em frente na competição. Mas para que isso aconteça, o técnico avisa que a Oliveirense está obrigada a defender melhor, sobretudo de forma a condicionar a boa disciplina tática ofensiva do Galitos. Mais do que alterar rotinas, José Ricardo prefere focar-se nos detalhes e nos ajustes que poderão contribuir para que a Oliveirense vença esta negra.
A Oliveirense deslocou-se até ao Barreiro numa situação bastante confortável, mas não conseguiu fechar a série. José Ricardo reconhece que o adversário fez por merecer a igualdade na série, embora sinta que a Oliveirense poderia e deveria ter feito mais nos dois jogos. “A equipa do Galitos do Barreiro fez o seu papel, reagiu e criou-nos muitas dificuldades quer no primeiro dia, quer no segundo. Há que reconhecer o mérito do nosso adversário. Por outro lado, a Oliveirense não esteve ao seu nível contribuindo para esta “inversão” de papéis que permitiu o empate na eliminatória.”
O técnico mantém total confiança no grupo de trabalho que lidera, e espera que a resposta seja dada dentro do campo. “Não há nada a recuperar. Há que fazer algumas coisas de forma diferente, concretamente na forma como defendemos.”
Erros foram cometidos, sobretudo no desempenho defensivo coletivo. “Estivemos muito permissivos nas áreas próximas do cesto e não conseguimos, na maioria dos momentos críticos de ambos os jogos, obstar às rotinas ofensivas do Galitos do Barreiro que soube aproveitar algumas das nossas inseguranças”.
Certamente que pequenos ajustes serão feitos, mas José Ricardo está mais preocupado com a sua equipa, e naquilo que terá de ser melhorado para seguir para a 2ª ronda dos playoffs. “Queremos muito passar à próxima ronda do “play-off” e tudo faremos para o conseguir. Estaremos muito focados nas coisas que nos ajudarão a consegui-lo, respeitando o nosso adversário que, com toda a certeza, terá as mesmas intenções”.
Francesco Vitucci garantido no Clinic Internacional de Setúbal
De recordar que Vitucci se junta assim aos seguintes nomes, já assegurados: Jaume Ponsarnau, elemento da Equipa Técnica Nacional da Seleção Masculina de Espanha, treinador ACB e que pertence aos quadros técnicos da FEB; Félix Alonso, treinador da Ovarense Dolce Vita; José Sá, técnico do Clube de Basquetebol da Escola Secunndária de Sampaio, Sesimbra e Nuno Manaia, que comanda a equipa feminina do GDESSA – Barreiro.
As incrições para este Clinic encontram-se abertas, sendo que todos os interessados devem aceder a este link: http://goo.gl/forms/GAjVfxzKvZ.
Fiquem com o currículo, enquanto treinador, de Francesco Vitucci.
2009-2016 Treinador Principal:
2015-2016:
Manital Auxilium Torino, Liga A Italiana, assinou em dezembro de 2015
2014-2015:
Sidigas Scandone Avellino, Liga A Italiana, saiu em março, ”Final-eight” da Taça de Itália
2013-2014:
Sidigas Scandone Avellino, Liga A Italiana, 12.ª lugar
2012-2013
Cimberio Pallacanestro Varese, Liga A italiana, 1.º lugar na Fase Regular, 3.º lugar final, finalista da Taça de Itália
2011-2012
Sidigas Scandone Avellino, Liga A italiana, 9.º lugar, “Final-eight” da Taça de Itália
2010-2011
Air Scandone Avellino, Liga A italiana, 4.º lugar na Fase Regular, 5.º lugar final, semi-finalista da Taça de Itália
2009-2010
Beenetton Basket Treviso, Liga A italiana, saiu em janeiro, 2.ª ronda de qualificação da Eurocup
2003-2009 Treinador Adjunto
2007 a 2009
Benetton Basket Treviso, Liga A italiana, Eurocup
2005 a 2007
Benetton Basket Treviso, Liga A italiana, Euroliga – Título italiano, vencedor da Taça de Itália, Vencedor da Supertaça (como treinador principal)
2003 a 2005
Benetton Basket Treviso, Liga A italiana, Euroliga – vencedor de 2 Taças de Itália
1994-2003 Treinador Principal
2001 a 2003
Scafati Basket, 2.ª Liga italiana
1996 a 2001
Imola Basket, 2.ª Liga italiana, Liga italiana – vencedor da 2.ª Liga em 1998
1994 a 1996
Reyer Venezia, 2.ª Liga italiana, Liga italiana – vencedor da 2.ª Liga em 1996
CAB afasta Lombos do título nacional feminino
Com este resultado, o Lombos despediu-se da luta pelo título, que assim será disputado no escaldante desafio que aí vem, entre Sportiva Azores Airlines e GDESSA – Barreiro, onde o vencedor será o campeão nacional!
Esta Fase Final da LIga Feminina, realizada no Pavilhão Sidónio Serpa, em Ponta Delgada, tem sido pródiga em excelentes espetáculos, sendo que este CAB Madeira vs Quinta dos Lombos foi mais um exemplo. Numa partida com alternâncias no marcador, o conjunto madeirense acabou por garantir o triunfo perto do final, perante um Lombos que se via obrigado a vencer para poder ainda sagrar-se campeão nacional.
O CAB entrou melhor no jogo, talvez por alinhar sem pressão, já que não se encontrava na luta pelo campeonato. No primeiro período, as comandadas de João Pedro Vieira conseguiram distanciar-se um pouco no marcador, chegando ao fim dos 10 minutos iniciais na frente por 20-13. Mas no segundo quarto, o Lombos reapareceu em melhor plano, confirmando uma tónica que iria marcar o encontro: muito equílibrio, dados estatísticos semelhantes, emoção quanto ao resultado. Mesmo assim, o CAB foi para o intervalo em vantagem, por 34-30.
O tempo corria contra a Quinta dos Lombos, e daí a formação orientada por José Leite assumiu as rédeas do desafio no 3.º período, encostando ao CAB no resultado. À entrada para o último quarto, o conjunto da Linha já se encontrava na dianteira do marcador (50-48), mas no derradeiro período, que foi muitíssimo bem jogado e disputado a um ritmo muito alto, com vários lançamentos de grande qualidade, o CAB foi mais forte. Foi a fase da partida com pontuação mais alta (22-18 para o CAB como parcial deste período), o que diz bem da inspiração das jogadoras numa altura de tanta pressão, com as madeirenses a acabarem por vencer pelo resultado tangencial de 70-68, apesar de um último esforço de Inês Viana para levar o jogo para prolongamento.
Em termos individuais, e em relação ao CAB Madeira, destaque para Aleighsa Welch (16 pontos e 8 ressaltos), para os 13 pontos convertidos por Ijeoma Ofomata e Cherin Miller e ainda para Rosinha Rosário, além da grande exibição de Filipa Bernardeco. Por seu turno, do lado da Quinta dos Lombos, Artemis Afonso registou 18 pontos, ao passo que Alexandria Harden faturou 16 pontos e conquistou 7 ressaltos. De realçar ainda as boas prestações de Sónia Reis (12 pontos e 6 ressaltos) e de Inês Viana (12 pontos).
Depois deste jogo, João Pedro Vieira, treinador do CAB, estava bastante satisfeito: "A equipa teve uma grande atitude. Cumprimos com o plano de jogo e mostrámos que podíamos ter sido campeões. Do outro lado, José Leite, técnico da Quinta dos Lombos, revelou desportivismo e enalteceu o equilíbrio verificado: "Foi um jogo muito disputado e com muito confronto físico. Penso que nenhuma equipa se sobrepôs. O CAB talvez tenha sido um pouco mais forte nos ressaltos e tirou vantagem disso. O jogo podia cair para qualquer lado e quem ganha, ganha sempre bem. Parabéns ao CAB pela vitória."
Acima de tudo, parabéns para ambos os clubes! Realizaram uma excelente época, proporcionaram grandes momentos!
Nota: Em anexo poderá recuperar todas as declarações de alguns dos intervenientes da partida.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Legenda
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Miguel Maria
“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

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