Artigos da Federaçãooo
Clinic Internacional AB Coimbra 2016/Clinic Internacional Madeira 2016
Por seu turno, mas no domingo (dia 18), teremos o Clinic Internacional Madeira 2016, que irá decorrer no Pavilhão da Escola Francisco Franco, no Funchal, estando o curso creditado com o nº 5556610.
Poderão consultar ambos os cartazes nos documentos em anexo, tendo acesso aos preços e formas de inscrição, horários, entre outros pontos.
Os preletores, em ambos os cursos, serão treinadores com experiência no trabalho com jovens, como poderão perceber nos cartazes.
Em Coimbra, teremos Norberto Alves, Jacinto Silva, Antonio Carrillo e José Costa como formadores, ao passo que na Madeira também haverá a presença de Norberto Alves e Antonio Cariillo, que se juntarão a Fátima Freitas.
Com muita ambição
Os dragões, como a própria cultura do clube a isso obriga, regressam em força, colocando-se como um dos grandes candidatos à conquista de títulos esta temporada. A formação azul e branca vai igualmente participar nas competições europeias, num claro sinal de que o clube quer reconquistar o domínio que já foi seu nesta modalidade. Sinais claros de maior competitividade, rivalidade, emoção incerteza, no fundo características que tornarão certamente o campeonato deste ano muito mais interessante e competitivo. E quem sairá a ganhar é o basquetebol, bem como todos aqueles que gostam de acompanhar este desporto fantástico. Confirme nos detalhes desta noticia quais as principais novidades no plantel dos dragões.
Não surpreende que o líder deste projeto continue a ser Moncho Lopez, ele que se manteve fiel ao clube até este regresso ao escalão principal. O treinador espanhol tem pela frente o desafio de tentar destronar o SL Benfica da hegemonia evidenciada nos últimos anos, embora se perceba que técnico e clube partilham essa mesma ambição. O reforço da equipa aponta nesse sentido, o FC Porto vai competir para ganhar, e o regresso às competições é mais um passo nesse sentido. A trabalhar com Moncho López estará Rui Gomes, que será o seu adjunto na equipa sénior, aliás algo que já acontecia na última temporada.
Para as posições interiores, o FC Porto foi recrutar a Espanha o credenciado Albert Fontet. Um excelente reforço de 2.14m, experiente (29 anos), Natural de Alcanar, em Tarragona, Albert Fontet, de 29 anos, e que chega ao FC Porto proveniente do Basket Zaragoza, equipa que em 2014/15 disputou a ACB, a principal liga de basquetebol de Espanha. Albert Fontet era mesmo o capitão da equipa de Saragoça, com a qual rescindiu em Março deste ano. Venceu o campeonato da europa de juniores em 2004, tendo inclusive sido eleito o MVP da final deste Europeu de Sub-18. Albert Fontet acrescenta qualidade e é mais uma opção muito válida ao dispor de Moncho Lopez para as áreas próximas do cesto.
A equipa portista quer regressar à LPB, à imagem da cultura do clube, para vencer, e nesse sentido contratou três jogadores estrangeiros que possam garantir mais talento e qualidade. Seth Hinrichs, extremo/poste norte-americano de 22 anos, de 2,03 metros, natural de Clara City, no Minnesota. Hinrichs na última temporada jogou nos Lafayette Leopards, da NCAA, vem rotulado como sendo um exímio lançador de três pontos, um excelente ressaltador e conta com mais de 1000 pontos na sua carreira.
O seu compatriota Brad Tinsley, de 1,91m e 95Kg, chega para ajudar a equipa na posição de 1º base, tendo jogado na época passada no Heidelberg, equipa que disputa a liga Pro A alemã. Brad Tinsley, natural da Oregon City, tem 26 anos e é produto de um conceituado programa desportivo na Universidade de Vanderbilt (NCAA 1). Tem experiência na Eurochallenge, graças à sua passagem pelo Okapi Aalstar (Bélgica), e nas últimas quatro épocas a sua percentagem de lançamentos de três pontos nunca foi inferior a 40%.
Nick Washburn, poste de 2,08m e 118kg, fecha o trio de norte-americanos, embora tenha sido o primeiro a fechar contrato com os dragões. Proveniente do Amics Castello, equipa que compete na LEB Prata espanhola, Nick Washburn, de 24 anos, registou médias de 15,7 pontos, 8,1 ressaltos e 1.3 assistências por jogo na pretérita temporada, assumindo-se como uma das grandes figuras da competição. Números muito interessantes e que são garantia de soluções ofensivas nas posições interiores, capitulo do jogo sempre imporante no confronto internacional.
Isto porque, os azuis e brancos regressam igualmente esta temporada às competições europeias, numa decisão que deixa feliz todos os adeptos da modalidade, sendo simultaneamente reveladora da grandeza e da ambição própria do clube. Os portistas vão defrontar o KRKA Novo Mesto (Eslovénia), o ZZ Leiden (Holanda) e o Fraport Skyliners (Alemanha), adversários no Grupo G da Taça da Europa da FIBA.
Mas nem só de estrangeiros se reforçou a equipa azul e branca, bem pelo contrário, até porque apostou forte em jogadores internacionais com provas dadas na Liga portuguesa.
José Silva é talvez o mais sonante, embora Arnette Hallman dispense igualmente apresentações. José Silva confessou-se portista e sempre sonhou representar o clube, formado no Barreirense, extremo com um enorme talento, de 26 anos, que chega do Vitória de Guimarães. Foi um final feliz de um namoro antigo, sendo que a transferência deste jogador significa o reforço do jogo exterior dos portistas, maior capacidade de tiro, agressividade defensiva, e passa a contar com uma das maiores referencias atuais do basquetebol nacional.
Hallman foi o primeiro reforço para a nova temporada, um extremo-poste internacional português, de 27 anos, com 2,00 metros e 98 quilos, representou o Basket Chartres Metropole na temporada passada, tendo sido a Académica o último clube que representou em Portugal. Conta no currículo com passagens pelo basquetebol espanhol, nomeadamente pelas equipas do Estudiantes e pelo Breogán. Em 2012/13, regressou a Portugal para jogar na Académica e realizar uma das suas melhores épocas, tendo mesmo sido eleito o MVP da fase regular dessa edição da Liga.
Mas a chegada de todos estes atletas não faz perder a importância, nem reduz o papel que irá ser desempenhado por um grupo de jogadores responsável pela ascensão do clube e que tantos êxitos, embora no escalão inferior, conquistou no passado recente. Os bases André Bessa e Pedro Bastos estão certamente desejosos de confirmar todo o seu potencial a defrontar os melhores, o mesmo sucede com os jovens extremos, João Gallina, Ferran Ventura e José Miranda, este último que regressou ao clube depois de um ano no Sampaense.
O internacional Miguel Queiroz vai regressar à principal competição nacional, isto depois de vários anos em que foi a principal referencia interior do ataque portista. A sua versatilidade permitir-lhe-á desempenhar outras funções, sendo que o seu valor se coaduna muito mais à competição da LPB. É um dos jogadores que mais terá a ganhar com este regresso do FC Porto ao escalão principal da modalidade. O mesmo discurso é válido para António Monteiro, um jogador com enorme potencial, uma enorme disponibilidade física, e que poderá ajudar a equipa nas posições exteriores, embora possa ser útil em outras áreas do jogo mais talhadas para jogadores que atuam mais próximos do cesto.
AB Algarve – Curso de Treinadores (Grau I)
O curso decorre em Albufeira e Olhão, nas instalações da Escola Básica e Secundária de Albufeira, na Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes (Olhão) e no Pavilhão do Ginásio Clube Olhanense.
No curso estão presentes 18 formandos que se candidatam a treinadores de grau I e que poderão efetuar o seu estágio já na presente época de 2015-16.
O diretor de curso é o Prof. Mário Silva e os formadores da AB Algarve – Tito Real e Humberto Gomes.
Inscrições em Estágio Grau II e Grau III
Todos os interessados em realizar a CFP – estágio -, grau II e grau III, na época desportiva 2015/2016 poderão desde este dia, 1 de setembro, e até ao dia 21 setembro 2015, inscrever-se na ENB/FPB.
Para mais informações deverão aceder aos documentos de suporte a esta noticia:
– Aviso de abertura
– Ficha de inscrição em estágio
– Protocolo entidade Formadora/entidade de Acolhimento
Galitos com caras novas
Um novo desafio para o já experiente treinador português, embora seja quase garantido sucesso, tendo em conta os projetos e ciclos vitoriosos que já liderou ao longo da sua carreira como treinador. A ajuda-lo terá um homem da casa, o técnico António Minhava que será seu adjunto nesta nova aventura.
A principal referencia da equipa, o capitão Miguel Minhava, renovou o seu contrato com o clube, tal como o jovem Carlos Dias. Dois jogadores para a posição de 1º base, ainda que Minhava possa contribuir em várias áreas do jogo, e desempenhar outras posições dentro do campo. Carlos Dias regressa ao clube depois de na temporada, em Dezembro, se ter mudado para o FC Barreirense.
De Algés não chegou apenas o treinador, já que com este mudaram-se também dois jogadores, ambos internacionais, Diogo Correia e Henrique Piedade. Mais soluções para o jogo exterior da equipa do Barreiro, capacidade de tiro, bem como criatividade a partir das posições mais afastadas do cesto. Uma dupla que o treinador André Martins conhece bem, e melhor do que ninguém saberá explorar as suas virtudes e pontos fortes do seu jogo, em beneficio do coletivo.
Por empréstimo chegam mais dois jogadores ao clube, uma vez que o SL Benfica decidiu-se por colocar Pedro Belo e Artur Castela na formação do Barreiro, de modo a que possam prosseguir a sua evolução enquanto jogadores. Certamente que terão mais minutos de competição e utilização, acabando por ser um duo de extrema utilidade para resolver os problemas no jogo interior do Galitos. Castela mais móvel e versátil, Belo obviamente mais interior, ainda que atire e passe muito bem para um jogador da sua altura.
Leandro Jacques, filho da antiga estrela do SL Benfica, é também reforço, bem como Rubinho, um jogador da formação do clube, mais dois jogadores que garantem profundidade e rotatividade na equipa da margem sul do Tejo.
Aposta na continuidade
Com recursos mais limitados, e um plantel inteiramente nacional, os maiatos alcançaram um fantástico 9º lugar, tendo mesmo sido uma das equipas sensação durante uma fase da temporada.
A aposta para a próxima temporada no técnico Manuel Romão naturalmente que é mais do que justificada, no fundo o reconhecimento pelo excelente trabalho realizado, potenciando ao máximo os recursos de que dispunha para ser competitivo. No entanto, as saídas de Pedro Catarino (VSC), uma das suas principais referências ofensivas, e Élvis Évora (UDO) vêm complicar ainda mais a tarefa do técnico.
Para compensar estes abandonos, o clube contratou João Diamantino e Rui Costa (ex-Académico), Pedro Tavares e Ricardo Pinto, quatro jogadores obviamente com uma experiência e um conhecimento totalmente diferente a LPB. Para além disso estão identificados com o clube, já que se tratam de regressos, bem como com a sua própria filosofia.
Mas a grande aposta é o trabalho de continuidade, já que a base de trabalho é maioritariamente a mesma, onde se destaca naturalmente o nome de Nuno Marçal. Depois de uma temporada a um nível elevadíssimo, e com números fantásticos, o antigo internacional português vai continuar a liderar este projeto do Maia Basket.
Para ajuda-lo nessa complicada missão terá o poste Paulo Diamantino, uma das referencias interiores da equipa, o talentoso e promissor Pedro Meireles, bem como outra referencia do clube André Dara. A estes juntam-se Renato Ribeiro, João Oliveira e Daniel Ramos. Um grupo que fará da coesão a sua principal arma, embora saiba à partida que está obrigado a jogar em superação continua de forma a esbater as desvantagens físicas e atléticas que terá durante a competição.
Trabalhar para conquistar um titulo
A nova época é encarada com confiança e sentido de responsabilidade. Motivação e entrega por parte de todos os jogadores é promessa por parte do clube, que não vai desperdiçar a oportunidade para sustentar a construção de uma equipa forte coletivamente. O CAB lutará para continuar a ser uma equipa muito competitiva e irá encarar todas as competições com o máximo de seriedade. Isto significa que em todos os momentos irá lutar pela vitória e pela presença nos momentos altos do calendário competitivo. O objetivo passa por conquistar um espaço que conduza os madeirenses à conquista de um título. O clube não tem receio de assumir essa pretensão, sabendo que o caminho a percorrer será sempre da sua responsabilidade. Nos anexos desta noticia poderá consultar as principais alterações sofridas no plantel da equipa madeirense.
“Juca” continuará a ser o responsável pela equipa, e como é habitual no seu discurso, ambição, motivação e empenho serão traves mestras do seu trabalho. O facto de na construção da equipa ter sido garantida a continuidade de muitos dos jogadores da época anterior é um dado positivo, bem como, dentro dos condicionalismos financeiros, ter sido possível construir uma equipa equilibrada que o técnico está convicto que terá um bom comportamento nas competições em que participar.
Os três atletas norte-americanos contratados, Austin Richie, Stuart Sullivan e Anthony Hill, mostraram grande motivação em representar o CAB e jogar na Liga Portuguesa, um trio que vem reforçar a versatilidade do jogo madeirense, que traz capacidade de lançamento, mas também capacidade física e poder de ressalto à formação madeirense.
Enquanto Austin Richie é um jogador que atua na posição de base, e que quer provar na europa o seu valor. Austin está referenciado como tendo qualidades para liderar uma equipa, bem como uma grande capacidade de lançamento exterior, embora dê garantias nas tarefas defensivas. Stuart Sullivan é um atirador que joga na posição de extremo, versátil que pode fazer a posição de 3 e 4 e que tem uma capacidade de lançamento muito boa tendo em atenção a sua grande estatura. Com a contratação do Stuart, Juca tem a possibilidade de fazer uma melhor rotação dos jogadores, tornando assim a equipa mais equilibrada. Já Anthony Hill joga nas posições interiores e o seu currículo inclui uma passagem pela Liga Portuguesa, onde atuou ao serviço do Porto e do Barreirense. É um jogador com boas soluções para jogar de costas para o cesto, complementando essa capacidade com um razoável tiro de curta distância. Uma referência no jogo interior facilita sempre o trabalho dos lançadores, sendo que Anthony será certamente um jogador que terá um papel fundamental ao nível do apoio da liderança no campo.
Por falar em liderança, Jorge Coelho é o líder natural do plantel masculino, tendo assumido, na época passada, o estatuto de capitão da equipa. É um dos jogadores mais carismáticos e acarinhados pela massa associativa do CAB, e é também uma enorme mais-valia desportiva, pois é um dos mais internacionais basquetebolistas nacionais. A sua atitude promove o clima de envolvimento coletivo no trabalho, apoia o crescimento e adaptação dos jovens jogadores e, sobretudo, continua a ter um rendimento desportivo muito elevado.
Mas o clube orgulha-se de já ter oito jogadores madeirenses no seu plantel. José Correia renovou contrato, um atleta formado nas escolas dos Amigos e vem engrossar o lote de atletas madeirenses que integram o plantel sénior do CAB, que já inclui Carlos Bettencourt, Miguel Mendes, João Pedro Fernandes, Gonçalo Miranda, Tiago Oliveira e João Bazenga.
Mas chegaram mais portugueses à Madeira. O base Diogo Ventura é uma das contratações mais sonantes. Ventura vai permitir uma melhor gestão nas rotações possíveis na equipa. Trata-se de jogador promissor, com margem de progressão e o CAB pode contribuir para que se torne num dos melhores jogadores nesta posição. A recente chamada aos trabalhos da seleção sénior é um claro sinal que está no caminho correto, pelo que esta mudança poderá funcionar como mais um desafio que facilite a sua afirmação no basquetebol português.
Antes de rumar a Espanha, Fábio Lima representou o CAB durante quatro anos. Aliás, é justo dizer que foi no CAB que o jogador deu o salto para o topo do basquetebol português, afirmando-se como um dos jogadores mais completos a atuar em Portugal na atualidade. A sua versatilidade irá contribuir para solucionar alguns possíveis desiquilibrios no plantel, até porque pode fazer mais do que uma posição dentro do campo.
Bruno Cavalcante para a época 2015/2016. O atleta, que atuou ao serviço do Terceira Basket nas últimas temporadas, foi formado no CAB. Bruno Cavalcante tem 2,01 metros, 24 anos de idade, já atuou pela equipa sénior do CAB na época 2011/2012. Mais um jovem que procura afirmar-se e acrescenta valor ao jogo interior madeirense.
Novo ciclo no Lusitânia
Muitas caras novas, com as trocas a começarem no comando técnico da equipa. José Calabote, treinador que liderou o Galitos FC nas quatro últimas jornadas na edição pretérita da Liga, é a nova aposta do Lusitânia para um trabalho passo a passo, cujo principal objetivo passa pela manutenção, embora garanta que vai abrir-se um novo ciclo no sector da formação. Promete trabalho e espera conseguir implementar uma “filosofia própria” na LPB.
Nesse trabalho terá a ajuda de Pedro Loth para os cargos de treinador adjunto na equipa sénior e treinador dos Sub 18. Foi o concretizar um desejo antigo do clube em contar com os serviços de um treinador com créditos firmados na formação da ilha.
Do ano anterior mantêm-se os influentes jogadores Miguel Freitas e Mohamed Camara, a que se junta o ainda Sub 18 Daniel Cunha, sendo esta a base de trabalho que transita para a nova temporada. Miguel Freitas, é um terceirense e formado no clube, que regressou “a casa” e cumprirá o seu 5º ano consecutivo ao serviço do SC Lusitânia na LPB. Camara foi um dos pilares da equipa na subida à Liga, transferiu-se para Oliveira de Azeméis, mas já tinha regressado na última temporada.
Flávio Gomes (ex-Angrabasket) transfere-se de um clube vizinho e é mais uma solução para as posições interiores da equipa. Trata-se de um regresso ao clube, que representou na temporada 2013/14, na última temporada passou pela liga EBA (Espanha) tendo terminado a época no Angrabasket.
Mais um jogador que está de volta ao clube é Diogo Dias, uma vez que iniciou a sua formação no Lusitânia em 2002 tendo no final da época 2005/06 mudado para a equipa terceirense do TBC, onde se manteve até à época 2013/14.
O clube teve que voltar a recrutar fora da ilha e quanto a portugueses apostou em Stefan Djukic (ex-CAB Madeira) e João Fernandes (ex-Galitos Barreiro). Dois jogadores que vêm acrescentar qualidade ao jogo exterior dos açorianos, bem como soluções para o tiro exterior e liderança da equipa. João Fernandes é um base, internacional Sub 20, que o técnico conhece bem e que orientou na última temporada, Djukic é um internacional, que garante versatilidade, capacidade atlética, mais poder no ressalto e velocidade.
Para completar o grupo de trabalho José Calabote contratou quatro estrangeiros e não prescindiu de um base para ocupar uma dessas vagas. Dylan Garrity, atleta de 23 anos e 188 cm, da equipa de Sacramento State (NCAA Division I), vem referenciado como um excelente lançador de 3 pontos e com uma visão e leitura de jogo muito boa. Participou em 33 jogos da Sacramento State University Hornets Basketball Team, com médias de 33 minutos, 14 pontos, 56% de 2 pts, 41% de 3pts, 83% da linha de L/L, 2 Ressaltos e 2.5 Assistências.
Demetrius Phillips é um poste americano de 2.07 metros, proveniente da equipa dinamarquesa Aalborg Vikings. Na última época, e durante 15 jogos, foi preponderante na equipa, e com números muito interessantes, tendo terminado com duplo-duplo de média. 36.3 minutos por jogo de utilização, tendo registado 14.9 pontos, 11.1 ressaltos e 1.2 assistências.
O compatriota, Ishmael Hollis vai igualmente representar o clube na próxima época 2015/2016. Trata-se de um extremo americano de 2.03 mt, proveniente da equipa australiana dos South Western Metro Pirates da Austrália QBL, e que na ultima época registou os seguintes números: 17 jogos: 29.5 pontos por jogo, 9.9 ressaltos por jogo,1.9 assistências por jogo. Lançamentos de campo 54.9%; de 3 pontos 38.8% e Lances livres 78.5%.
O atleta nascido nas Bahamas, Quentin Bastian ocupará a vaga de comunitário, por via do acordo Cotonoun. Trata-se de um extremo de 2.01 mt proveniente da equipa americana Florida A&M Rattlers da Midle Eastern Athletic Conference. Não é um atirador de longa distância, mas poderá ser de extrema utilidade nas áreas mais próximas do cesto, no capitulo do ressalto e nas questões defensivas.
Contributos para a preparação atlética no basquetebol
Esta parceria desenvolve-se no âmbito de um protocolo entre a FPB e a FMH.
Como preletores, foram convidados especialistas na área do treino físico e treino físico especifico em basquetebol:
Juan Trapero – Preparador Físico do Real Madird Basquetebol – Campeão Europeu, Vencedor da liga ACB,Taça do Rei e Supertaça.
Pedro Mil Homem – Professor da FMH
Antonio Paulo Ferreira – Professor FMH; Formador ENB;
Francisco Tavares – Doutorando FMH;
Eduardo Abade – Professor ISMAI –
Ricardo Abade – Elite Basketball Program.
Consultar o Programa no anexo da Noticia
Esta ação de formação está creditada pelo IPDJ, para efeito de renovação da carteira de treinador.
Inscrições: preencher o formulário, em anexo e enviar para a FMH
email para envio das inscrições: :cursosbreves@fmh.ulisboa.pt Links de acesso ao programa e ficha de inscrição: http://intranet.fpb.pt/down2_
“I Fórum do Desporto”
O papel do desporto foi o grande tema deste Forum que para além do conceituado técnico italiano, contou com um excelente grupo de preletores, Dr Raul Pacheco, Dr Rui Santos, João Ribeiro e San Payo Araújo.
O objetivo principal deste evento era a formação formal dos agentes desportivos não praticantes, nomeadamente Treinadores e Dirigentes, formação obrigatória e assídua tendo em conta as novas exigências do estado português no que diz respeito aos responsáveis técnicos para o desporto. A formação é uma parceria entre a Associação de Basquetebol e a Associação de Andebol da ilha de Santa Maria
A formação para além da formação especifica para uma modalidade, teve ainda a aliciante da vertente do “Tronco Comum” direcionada para todos os agentes desportivos de todas as modalidades e interessados nas temáticas, como seja a presença do Dr. Raul Pacheco, médico especialista em Medicina Desportiva, bem como o Professor San Payo Araujo que abordou ” O Papel dos Pais no Desporto”.
Na área mais especifica, viajaram até aos Açores credenciados palestrantes, como sejam um dos nomes mais cotados da Federação Italiana de Basquetebol na área do Mini Basquetebol, Professor Maurizio Moldoni. “A Especialização de Atletas” – Maurizio Mondoni “A pedagogia no Desporto” – João Ribeiro; “O papel do Dirigente” – Rui Santos; San Payo Araújo, presidente do Comité Nacional de Minibasquete, abordou o tema “O Papel dos Pais no Desporto”.
Curso de Treinadores Grau II – 2015
O curso decorre na Cidade da Covilhã, até ao dia 4 de setembro, nas instalações da Universidade Beira Interior – departamento de Ciências do Desporto. Para o sucesso do mesmo registamos a colaboração e apoio da Associção de Basquetebol de Castelo Branco, dos serviços sociais da UBI e dos serviços do Departamento de Ciências do Desporto
«Público foi decisivo»
As expetativas passavam por tentar garantir a permanência na Divisão A e melhorar jogo a jogo, de modo a dar uma boa imagem do nosso basquetebol. Nas acabaram por chegar à final…
Para chegar até à final, Portugal teve que superar inúmeros obstáculos, mas Agostinho Pinto aponta um como tendo sido decisivo para a caminhada vitoriosa da seleção portuguesa. “O jogo da Croácia foi decisivo. Estávamos a perder por 14 pontos, já na segunda parte, e conseguimos dar a volta ao resultado. Com alguma felicidade, é certo, e com o apoio do publico que foi qualquer coisa de fantástico.”
Jogar perante milhares de pessoas, é algo que treinador e jogadoras não estão habituados. O técnico não tem dúvidas que o apoio dos adeptos portugueses foi decisivo no trajeto vitorioso da equipa nacional. “Este público é qualquer coisa de maravilhoso. Sem eles era impossível chegar onde chegámos. É uma sensação única, não existem palavras para descrever. Ao ouvir o hino com 5000 mil pessoas a entoar A Portuguesa, as lágrimas já estavam nos olhos, depois no último minuto, com a final já perdida, tudo de pé a cantar o hino, será certamente um momento que ficará para sempre na minha memória.”
Para atingir este enorme sucesso, o técnico nacional destaca a qualidade do treino que antecedeu esta competição, bem como algumas qualidades que fizeram desta equipa um adversário complicado de ultrapassar. “O trabalho que foi feito durante os estágios, jogos de qualidade de preparação. Forte união de grupo, alma, atitude, humildade e acreditar que era possível.”
Isto sem esquecer o papel desempenhado por outras pessoas que de uma forma direta ou indireta, contribuíram para que as atletas se conseguissem superar em todos os jogos. “E Mary Andrade, Mário Gomes e Ricardo Vasconcelos. O apoio do público foi decisivo.”
Mas nem tudo foram rosas durante a preparação e a prova. Algumas atletas ficaram pelo caminho, mas obviamente que a este êxito também é fruto do trabalho delas. “Praticamente correu quase tudo bem. Tivemos uma fase no estágio que, devido à carga de trabalho e as atletas não saberem quais as duas que seriam dispensadas, o grupo e andou durante uma fase em baixo.”
Já durante o Europeu, Portugal teve períodos complicados, “principalmente depois dos jogos frente à Itália e Turquia.”
Portugal não partia no lote dos favoritos para chegar ao pódio, muito menos chegar à grande final. E para que isso acontecesse Agostinho Pinto aponta alguns capítulos do jogo em que a equipa nacional teve que se superar para poder ser competitiva diante de adversários com maiores argumentos. “ Capacidade para jogar com ritmos de jogo elevados, defesas pressionantes, luta nas tabelas. Conhecimento do jogo. Mentalidade ganhadora, acreditar.”
Depois do enorme feito alcançado pela Seleção Nacional Sub-16 feminina, Agostinho Pinto diz-se “orgulhoso de representar o nosso país”, e de ter contribuído para o concretizar de “um sonho”, que nem ele próprio tem a certeza “se algum dia terá sido tão ambicioso”.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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Miguel Maria
“Donec Aliquam sem eget tempus elementum.”

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