Artigos da Federaçãooo

Imortal Basket Club organiza I Clinic Internacional de Minibásquete – 21 e 22 Março

 

O Clinic é creditado no âmbito do Plano Nacional Formação Treinadores e já tem confirmadas as presenças dos portugueses San Payo Araújo (Diretor Técnico do Comité Nacional de Minibásquete/ FPB) e Mário Batista (Presidente do Comité Nacional de Minibásquete/ FPB).

 

O espanhol Toni Carillo (Técnico de Desporto da Direção-Geral de Desporto da Catalunha) é também uma presença garantida nesta formação de treinadores. Carrillo é um especialista na formação inicial do jogador e dos treinadores jovens, além de colaborar regularmente com a Federação Catalã de Basquetebol e de apresentar um grande número de publicações científicas. No Curso de Alto Rendimento em Basquetebol foi responsável pelo tema: "A sessão de treino no Minibásquete".

 

As inscrições serão abertas a partir do dia 7 de fevereiro e podem ser efetuadas no site do clube – www.imortal-basket.pt – . Os preços são de 20 euros (até dia 28 de fevereiro) e de 25 euros (inscrições entre 1 e 20 de março). Inscrições no próprio dia do Clinic – 30 euros. Selecionadores Regionais e Formadores da E.N.B. terão 50% desconto.


Prémios da Liga Feminina

 

 

 

 

 

 

 

 

 


«Ganhar os três jogos»

O técnico quer revalidar o título mas para isso será necessário “níveis de concentração e atenção muito elevados”

 

A Quinta dos Lombos parte para esta competição com a ambição de repetir o êxito alcançado na última temporada, mas o experiente técnico José Leite tem consciência que são o alvo a abater e não existe margem para erro. “A ambição é de revalidarmos o título conquistado na época passada mas esta competição é dura, tudo se decide num jogo e, num dia de eventuais desacertos, facilmente podemos vir para casa mais cedo. Queremos ganhar os três jogos e para tal é necessário estar sempre bem no jogo, com níveis de concentração e atenção muito elevados.”

 

Quis o destino que as atuais campeãs nacionais defrontassem a equipa da casa na 1ª ronda da prova. Um adversário que por tradição coloca imensos problemas à formação de Carcavelos, e irá exigir o melhor da Quinta dos Lombos durante os 40 minutos. “O sorteio foi-nos ‘madrasto’, o Vagos é uma equipa bem organizada, com jogadoras experientes e que saberão aproveitar as nossas inconsistências. O facto de serem os organizadores da prova concede-lhes ainda a vantagem do fator casa, local onde este ano tivemos um dos jogos mais disputados até ao momento e precisamos de estar preparados para que isso aconteça novamente.”

 

José Leite em nada vai alterar o estilo ou a filosofia de jogo da Quinta dos Lombos, até porque os resultados estão à vista. “Vamos ter que refletir em campo aquilo que consideramos ser a nossa imagem como equipa, agressivas e fortes a defender com rápidas transições ofensivas impondo um ritmo elevado no jogo.”


«Consistentes, comprometidos e motivados»

 

No confronto direto entre as duas equipas na presente temporada ainda levam vantagem (2-1), mas no último encontro foram claramente inferiores. Na sua opinião, foi um jogo atípico do Barcelos?

 

Em Barcelos habituámo-nos, desde sempre, a reconhecer os méritos de quem nos derrota e não nos incomoda o sucesso dos outros. Efetivamente, o Vitória foi muito melhor no último confronto e reconhecemos que a sua superioridade esteve mais relacionada com o que nos fizeram do que com aquilo que nós poderíamos ter feito.

 

Encontra explicações para terem sofrido um parcial de 33-10 no 1º período, e terem sofrido 66 pontos numa parte?

 

A explicação resume-se a um excelente desempenho defensivo do Vitória, que nos desequilibrou ofensivamente em muitas zonas do campo. Ao não conseguirmos atacar eficazmente, fomos à procura de soluções menos rotinadas que proporcionaram frequentes recuperações e contra ataques ao nosso adversário.

 

Foram surpreendidos por alguma novidade tática do Vitória?

 

A preparação do jogo previa um desempenho defensivo muito agressivo na bola por parte do Vitória e um ritmo elevado das suas opções ofensivas. Foi isso que aconteceu mas em nenhum momento sentimos ter o controlo da situação durante os primeiros dez minutos. Não foi qualquer novidade tática que nos surpreendeu mas sim a qualidade do desempenho do nosso adversário naquilo que sabíamos ser a sua intenção. 

 

A defesa e o controlo da tabela defensiva são os dois aspetos decisivos para que depois possam explorar o contra-ataque e as transições ofensivas rápidas como tanto gostam de jogar?

 

O jogo de basquetebol tem imensas variáveis que constantemente nos fazem pensar naquilo que entendemos ser a melhor forma de abordagem de uma partida. Efetivamente, nós sentimo-nos confortáveis a defender e a correr para o ataque e na última partida até conseguimos fazê-lo nos primeiros minutos. Contudo, foi em ataque que nos desunimos e foi aí que perdemos o confronto com o nosso adversário e o controlo das nossas decisões.

 

O jogo exterior do Vitória é a sua principal arma ofensiva?

 

O Vitória tem jogadores que ocupam as posições exteriores que têm muito talento ofensivo. Nesta época, parece-me haver um maior contributo do seu jogo interior nas opções ofensivas. Não creio que as nossas preocupações defensivas devam circunscrever-se ao seu jogo exterior.

 

O facto de já terem disputado esta temporada uma fase final de uma competição faz com que estejam mais preparados para disputar esta Taça Hugo dos Santos?

 

O Basquete Clube de Barcelos vai na segunda presença consecutiva num ponto alto das competições organizadas pela Federação Portuguesa de Basquetebol. Obviamente que, para além do orgulho que sentimos nestas duas presenças, temos a noção de que o apuramento e disputa deste tipo de provas fazem de nós uma equipa mais bem preparada para estes momentos.

 

Acredita que o jogo será equilibrado até final? E o que poderá fazer a diferença nos momentos decisivos desta meia-final?

 

Temos a expetativa de realizar um jogo equilibrado e vencer de modo a podermos disputar a nossa segunda final. Sabemos também que do outro lado está um adversário com as mesmas intenções e que tem realizado uma excelente Fase Regular na Liga Portuguesa de Basquetebol. Teremos que ser consistentes, comprometidos e muito motivados se quisermos estar nesta competição até Domingo. 


«Impor o nosso ritmo»

O facto de ser uma estreia nestas andanças não faz com que o Benfica  vá apresentar-se na Taça Federação de uma forma tímida, até porque André Cardoso acredita que é possível levantar o troféu. “Queremos competir, temos muito orgulho em estar neste ponto alto logo no primeiro ano de presença na Liga Feminina e queremos disputar cada jogo em que consigamos estar presentes com a ambição e ilusão de o ganhar.”

 

A equipa benfiquista cruza-se com a formação da ilha Terceira, um adversário sobre o qual o técnico está bem documentado, bem como já definiu o estilo de jogo que mais lhe convém para marcar presença na próxima ronda da prova. “Defrontamos o Boa Viagem na 1ª ronda, uma equipa que conhecemos bem e que vamos tentar bater, não esperamos facilidades de nenhum tipo e sabemos que temos de nos preparar para o melhor Boa Viagem. Vamos tentar impor o nosso ritmo e o nosso jogo e passar à meia-final.”

 

André Cardoso aponta a área do ressalto como sendo decisiva para o desfecho do jogo, isto sem esquecer que a defesa vale títulos. Teremos de ser muito eficazes defensivamente e ganhar a luta das tabelas.” No ataque, escolher as melhores as opções para atirar ao cesto e controlar, controlando sempre a velocidade a que o jogo é disputado. “Jogar no ritmo que mais nos interessa e selecionar bons lançamentos.”

 

“Deixo o desejo de que este ponto alto seja uma boa promoção do basquetebol feminino e que os jogos sejam o mais atrativos possíveis para o público presente.” Falta apenas que os adeptos da modalidade compareçam em Vagos de forma a que o ambiente em redor desta competição contribua para mais um excelente evento do basquetebol feminino nacional.


«Têm de contar connosco»

O adversário das  meias-finais é o GDESSA.

 

A equipa do Olivais obteve resultados muito positivos nas duas última edições da Taça Federação, um registo que Paulo Silva gostaria de ver prolongado esta temporada. O técnico prefere focar-se apenas naquilo que a sua equipa tem de fazer dentro do campo, e se isso acontecer está certo que a prestação da equipa irá prestigiar o nome do clube. “Pensando somente na nossa equipa, no crescimento que teve nas três últimas épocas, entendemos que temos que encarar esta competição de uma forma positiva. Se há dois anos em Aveiro fomos às meias-finais e na época passada chegámos à final em Coimbra, para esta edição temos que nos preparar com o mesmo rigor e ambição para que a nossa participação seja de acordo com  o talento da nossa equipa e os pergaminhos do Clube.”

 

Mas isso não significa que o Olivais se assuma como candidato à conquista do troféu, e Paulo Silva relembra que a equipa tem uma queda muito especial para este formato de competição. “Temos consciência de que os favoritos são outros, os classificados nos primeiros lugares da tabela, mas neste tipo de competição têm que contar connosco porque temos um gosto especial por estes jogos a eliminar.”

 

O técnico atribuiu o favoritismo à formação do Barreiro, até porque o adversário tem mais tempo de trabalho conjunto, isto sem esquecer a intensidade que coloca sempre dentro de campo. “Temos um primeiro jogo difícil com o GDESSA. Se analisarmos a classificação da Liga Feminina e o resultado do último jogo que fizemos com eles há quinze dias, temos que lhes atribuir a responsabilidade de vencer o jogo de abertura da Taça da Federação. Como pontos fortes destacamos a “força” do seu coletivo alicerçado num trabalho de várias épocas e a grande atitude/determinação que apresentam em todos os momentos do jogo. “

 

Uma vez que não existe uma superioridade clara de uma equipa sobre a outra, Paulo Silva não tem dúvidas que a eficiência ofensiva será determinante para definir quem seguirá para a fase seguinte. “Perante um jogo entre duas equipas de idêntica valia pensamos que a eficácia em ataque vai ser determinante na obtenção da vitória. A equipa que estiver mais ‘inspirada’ pode desequilibrar o jogo a seu favor. Num jogo  que esperamos equilibrado a equipa que melhor vincar a sua identidade e conseguir impor o seu jogo vai ter mais hipóteses de o vencer.”


«Defesa e ressalto serão decisivos»

Mas a ambição da equipa, que ainda não perdeu no campeonato, é a vitória na competição.

 

 

As madeirenses chegam a esta Taça Federação invicta na fase regular. Já conquistou um troféu esta temporada, mas o técnico João Pedro Vieira quer mais para a sua equipa, independentemente das contrariedades que afetam o grupo de trabalho. “O CAB Madeira quer estar sempre em todos os pontos altos do basquete feminino em Portugal. Naturalmente que pretendemos vencer esta competição, apesar de termos consciência que a equipa não se encontra na sua máxima força, devido a ausência da Julie Forster.”

 

O treinador insular exige a mesma atitude, e considera que esta prova será um bom desafio à capacidade de superação da equipa. “Mas vamos ser competitivos e é também um teste à forma como reagimos as dificuldades que vamos encontrar.”

 

João Pedro Vieira espera mais dificuldades no confronto com o União Sportiva, até porque as açorianas contam com a equipa mais reforçada, algo que lhes permite ter mais qualidade, soluções e rotação de jogadoras. “O Sportiva que vamos encontrar nesta primeira ronda da Taça Federação, estará com certeza mais forte daquele que defrontámos há duas semanas nos Açores, visto já ter a jogar a Tamara e uma Rosinha mais entrosada nas rotinas do grupo.”

 

As alternâncias defensivas serão um problema a ter em conta, já na defesa uma atleta merecerá atenção especial pela influência que tem no sucesso atacante do Sportiva. “É uma equipa de estatura grande que utiliza com frequência um sistema zonal 3:2 na defesa e que tem boas finalizadoras, sendo a Wallace a sua principal referência ofensiva.”

 

Para chegar à ronda seguinte, o técnico madeirense sabe que a sua equipa terá de ter um bom desempenho na tarefa de condicionar o ataque adversário, bem como estar bem na luta das tabelas. “Penso que a defesa e principalmente o ressalto serão decisivos.”

 

“Aproveito este espaço, para ‘pedir’ que se dê mais atenção ao basquete feminino em Portugal. É o segundo ponto alto da época e o basquete feminino continua sem ter transmissões televisivas. Desejo a todos os participantes bons jogos e que seja uma boa Taça Federação em todos os aspetos.”


«Acreditamos nas nossas jogadoras»

Mas o treinador adjunto Adrian Yañez garante que o grupo está motivado e determinado a fazer uma boa campanha.

 

Jogar em casa acrescenta motivação, mas isso não traz qualquer vantagem dento do campo. Pensar jogo a jogo, é a forma como as vaguenses encaram a competição, embora Adrian Yañez considere o facto de a equipa ter sido capaz de se bater em todos os jogos um bom sinal. “As expectativas para AD Vagos são  pensar unicamente no próximo jogo. Não pensamos em mais nada que não seja o encontro de sexta feira e toda a equipa sabe que pensar mais à frente, é um erro.  Não obstante, a equipa jogar a Taça em casa e querer fazer uma boa campanha. Sabemos a dificuldade do primeiro encontro, mas sabemos que este ano competimos em todos os jogos e acreditamos muito nas nossas jogadoras.”

 

O treinador atribui favoritismo às atuais campeãs nacionais, não só pela experiência adquirida nas provas europeias, como também pelo domínio exibido na fase regular da LFB. “Falar da Quinta dos Lombos é falar de um dos favoritos a vencer todas as competicões esta temporada, e supostamente um (juntamente com o CAB Madeira) dos candidatos a ganhar esta competição. Uma equipa que joga Eurocup como fez os Lombos esta temporada, tem poucos pontos débeis e jornada atrás jornada demonstram, até agora, um balanço positivo nesta época.”

 

Os argumentos ofensivos dos Lombos são inúmeros, bem como as soluções de um plantel com enorme profundidade. “São muitos os pontos fortes que tem a equipa dirigida por José Leite, desde o 1×1 das suas jogadoras, a amplitude do seu plantel e sobretudo o poderio interior de suas jogadoras referência. Se a isso unirmos que têm no seu plantel jogadoras nacionais muito importantes, faz-nos ver que deveremos fazer as coisas bem para competir em todo o jogo.”

 

A margem para erro para o Vagos é diminuta e só um jogo quase perfeito permitirá às vaguenses discutir a eliminatória. E para que isso aconteça Adrian aponta alguns pontos como sendo fundamentais. “Os principais problemas que vamos encontrar serão, jogar com equilibrio interior/exterior, condicionar as suas jogadoras mais importantes (Harrison, Márcia Costa, Djassi…) e demonstrar solidez defensiva. Todas as áreas são importantes. Desde o aspeto psicológico passando pelo  físico, táctico e técnico. Temos de jogar um basket atrativo e eficaz durante 40 minutos para tentar colocar em dificuldades a equipa de Cascais, ainda que sabendo que não será tarefa fácil.”

 

Aproveitando a realização da prova em Vagos, o clube organizou um clinic, o primeiro, para o qual Adrian Yañez convida todos os agentes ligados à modalidade. “Em sintonia com este evento a disputar em Vagos, convidamos todos os envolvidos, treinadores, dirigentes e fisioterapeutas a estarem presentes no Sábado dia 31 de Janeiro no I Clinic Internacional da AD Vagos, a realizar no Auditório do Centro de Educação e Recreio de Vagos.”


“Dignificar ao máximo a competição”

Mas as lesões que fustigam o plantel das açorianas não dão grande margem de manobra ao treinador…

 

 

A Taça Federação não poderia ter chegado em pior altura para a equipa do Boa Viagem. Muito condicionado pelas lesões, o técnico insular vai proporcionar competição às jogadoras menos utilizadas, o que faz com que este jogo tenha contornos diferentes do que seria habitual. “Iremos rodar as nossas atletas menos utilizadas, visto termos de momento as atletas norte-americanas lesionadas assim como a atleta Tatiana Milovac condicionada por lesão sofrida no último fim de semana contra a Quinta dos Lombos. Por tal, as nossas expectativas são baixas em termos de resultado.”

 

Roberto Simões aposta no scounting como forma de condicionar o sucesso da equipa encarnada, embora destaque a qualidade de três atletas que integram o conjunto benfiquista. “O Benfica tem na sua base o motor da sua equipa. Se conseguirmos anular parte das suas ações ofensivas, antecipando defensivamente alguns dos movimentos coletivos. Certamente poderemos tirar alguma vantagem condicionando deste modo a influencia também da norte americana Tara Booker e da jogadora Nogic.”

 

Para o treinador açoriano o perigo pode surgir do perímetro, ainda que a estatura e o trabalho de continuidade possam fazer a diferença nesta eliminatória. “Portanto, na minha opinião, o forte jogo exterior do Benfica, com uma equipa mais alta do que a nossa e que jogam juntas faz já algum tempo, são os seus pontos fortes.”

 

Obviamente que a estratégia do jogo pertence sempre ao treinador, ainda que nem sempre seja fácil definir o plano mais acertado ou que vá funcionar melhor… “O jogo interior, pois se conseguir anular o seu jogo exterior será difícil parar o jogo interior do Benfica sem jogadoras capazes de anular o mesmo. Tenho aqui uma dicotomia. Pois se defender zona para poder ter alguma consistência no ressalto, terei que aguentar com o jogo exterior do Benfica. Se for audaz e tentar defender o exterior, pois teremos dificuldade em defender o interior pelas razões já ditas.”

 

Esta será a primeira experiência de Roberto Simões numa Taça Federação, que lamenta não poder contar com todas as sua armas para esta competição. “Tenho pena que nesta festa do basquetebol que pela primeira vez participo, não tenha a equipa toda. Mas, iremos dignificar ao máximo a competição com o nosso empenho sabendo de antemão das dificuldades que nos assistem.”


Reunião de Treinadores – Director Técnico Nacional decorreu de forma satisfatória

Mário Gomes, na qual se procurou auscultar as principais preocupações dos responsáveis técnicos das equipas/clubes da AB Porto. Nela marcam presença mais de 30 treinadores, representando um universo de 20 clubes ABP, assim como elementos da direção desta associação.

 

Com uma ordem de trabalhos abrangente, mas procurando centrar as intervenções em duas questões primordiais (1 – Intervenção da equipa técnica nacional e 2 – Estudo e reformulação do quadro competitivo nacional) várias foram as questões debatidas e definidas algumas posições que esperamos, possam contribuir para a adopção de algumas medidas entendidas como prioritárias.

 

Louva-se a preocupação patenteada pela realização desta iniciativa e esperamos que a mesma possa repetir-se no futuro, pois outras questões não menos importantes serão, com certeza, merecedoras de igual reflexão conjunta.


Terça-Feira, dia 27 Janeiro, 2015 pelas 19h30

Mário Gomes estará presente na sede da ABCoimbra, dia 27.01.2015, pelas 19H30, com o objetivo de definir linhas orientadoras e prioridades de intervenção técnicas.

 

 

 

Nesse sentido, e como forma de poder realizar um levantamento efetivo de “problemáticas técnicas – distritais e nacionais”, fica o convite a todos os coordenadores técnicos e treinadores distritais a estarem presentes e apresentarem os seus contributos, valorizando assim esta oportunidade de participação na definição do futuro da modalidade, por um basquetebol melhor.

 


Clinic Internacional

Taxa de participação:

– 5,00€ até 29 de Janeiro

– 7,50€ após 29 de Janeiro ou no local

NIB para pagamento antecipado:

0033 0000 50012449318 05

Inscrições para o seguinte email: advagos@iol.pt


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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