Artigos da Federaçãooo

«O trabalho compensa»

Trata-se de um conjunto que o grupo liderado por Paulo Fidalgo já defrontou este ano e o técnico não espera facilidades…

 

Concorda que foi um triunfo muito suado o que conseguiram na última jornada frente ao União Sportiva?

 

Sim bastante difícil, pois jogamos com uma equipa que claramente se reforçou e almeja uma boa classificação final. Estávamos conscientes da dificuldade do jogo, a União apresenta-se com uma equipa muito alta, forte fisicamente e muito experiente em todos os aspetos do jogo, interior e exterior.

O nosso trabalho, que foi correspondido ao pormenor pelas atletas, concentração, humildade e muito querer ajudou-nos a concretizar o plano de jogo. Tentámos equilibrar nas tabelas (o que conseguimos), ponto forte do União, conseguimos que as jogadoras exteriores não lançassem sem oposição e através da entreajuda fomos  eficazes na defesa, conseguindo assim que a equipa do União saísse fora das suas rotinas de jogo. Nos últimos minutos, mais fortes física e mentalmente, fomos capazes de ganhar. Toda a equipa está de parabéns.

 

Contava que este triunfo tivesse surgido mais cedo?

 

Sabemos que o trabalho compensa, conseguimos ser competitivos em 3 dos 5 jogos realizados, o que nos permitiu continuar o percurso a que nos propusemos, sem nos desviarmos do trajeto delineado no inicio da época.

 

A equipa tem correspondido às suas expectativas?

 

Estávamos conscientes das dificuldades por que iríamos passar. Mas respondendo diretamente, sim, estão a corresponder positivamente. Depois de 4 derrotas ter a mentalidade para efetuar na perfeição um plano de jogo, significa que estamos todos no caminho certo e com motivação para querer mais.

 

Quais os principais problemas que a equipa tem revelado neste inicio de temporada?

 

Adaptações, principalmente adaptações. Treinar todos os dias com atletas estrangeiras, treinar em pavilhões diferentes, jogar uma Liga onde as atletas Portuguesas têm qualidade e experiência, competir contra equipas com grandes aspirações e orçamentos que de todo se coadunam com o nosso, não é fácil. Situações destas demoram o seu tempo.

A particularidade de trabalhar em conjunto com o Clube satélite, CPN, são fatores que irão ter repercussões positivas a médio/longo prazo.

Um Clube pequeno, uma Vila pequena, com poucos praticantes, sem pavilhão próprio, mas, com uma Direção inexcedível e com alguns patrocinadores completamente focados em querer ajudar é muito positivo. São fatores a salientar.

 

No próximo fim de semana voltam a defrontar uma equipa açoriana. Acredita que poderá ser um bom prenúncio? E o que distingue o Boa Viagem dos anteriores adversários?

 

Como referi em cima, queremos competir em todos os aspetos do jogo, se o conseguirmos podemos almejar a vitória, até lá falar de vitórias é pura demagogia. 

Já jogámos esta época contra o Boa Viagem na Taça Vítor Hugo, sabemos que agora tem 2 atletas Americanas com qualidade e jogadoras Portuguesas com experiência, posto isto será mais um jogo difícil para nós Lousada. O 4 º lugar na classificação representa o momento atual do Boa Viagem.

É uma equipa de gosta de controlar os ritmos de jogo, tem um jogo interior forte, apoiado no lançamento exterior. 

Teremos que ter a capacidade de contornar as mais valias do Boa Viagem, permitindo-nos assim ser competitivos em mais uma batalha.     

 

O que espera das suas atletas em todos os jogos? Como gostaria que a equipa fosse reconhecida?

 

Espero compromisso, não apenas nos jogos, porque acredito apenas e só no trabalho diário, nada mais. Tudo o que se conquistar é mérito do esforço e do empenho de cada um de nós individualmente, para que no passo seguinte consigamos ajudar no coletivo. 

Tento que as minhas equipas tenham a minha personalidade, sejam trabalhadoras, sejam coerentes no antes, durante e após o jogo.

Sou um treinador que gosta de defender, que dá valor ao compromisso individual/coletivo, que gosta de ´´mandar “ no ritmo de jogo. Sou intenso por natureza e como tal é desta forma que vivo o Basquetebol.

Com muita paixão pelo jogo e sempre de mente aberta!


«O jogo da jornada»

As vaguenses não esperam facilidades…

 

O treinador adjunto das vaguenses não tem dúvidas que na Madeira vai assistir-se a um verdadeiro duelo de titãs. "Estamos perante o encontro da jornada. Será interessante porque de um lado teremos a equipa local, que continua invicta no campeonato, e do outro a AD Vagos, que vai tentar lavar a face após a derrota da última jornada, em Lisboa, contra o Benfica", constatou o treinador adjunto, Adrián Yañes, que não tem dúvidas de que as suas jogadoras "estão obrigadas a fazer um bom trabalho" para tentar competir com o vencedor da última Supertaça.

 

Em Vagos todos sabem o que esperar da formação do CAB. "Tentará basear o seu jogo na experiência da linha exterior e num jogo interior fundamentado nas suas jogadoras americanas. As equipas conhecem-se, devido à experiência de ambos os planteis, pelo que prevê-se um jogo vibrante", vaticina o técnico, revelando a chave para o sucesso na Madeira: "Parar as suas jogadoras estrelas e um jogo defensivo coletivo".

 

A formação insular tem objetivos ambiosos e o Vagos sabe disso. "O CAB quer deixar claro que é um forte candidato a conquistar a Liga. Para eles, este sábado, é uma boa oportunidade para o demontrar".


“Motivação para vencer”

Para manter o ciclo de vitórias, os madeirenses têm que superar, fora de casa, os atuais tricampeões nacionais. O treinador João Paulo Silva, em entrevista ao site do clube, manifestou o desejo de conseguir tirar dividendos do 1º triunfo conquistado nesta fase regular, não pela repercussão que teve na motivação da equipa, como também nos níveis de confiança de todo o grupo de trabalho. O técnico tem consciência das dificuldades que o Benfica irá colocar à sua equipa, se bem que são estes jogos que conduzem os jogadores à superação.

 

A última jornada significou um ponto final num ciclo negativo, razão pela qual João Paulo Silva espera uma equipa do CAB mais moralizada para se bater com o Benfica. "A vitória frente ao Galitos teve um impacto muito forte ao nível da motivação geral na equipa. Este incentivo, será eventualmente fundamental para nos apresentarmos de forma confiante perante uma das melhores equipas do Liga e atual campeã nacional."

Logicamente que a formação madeirense não tem os mesmos argumentos do adversário, nem as mesmas rotinas visto que é um grupo que, há pouco tempo se conhece, e trabalha junto. No entanto, há que utilizar as suas armas, e o treinador madeirense aponta o desejo e o querer como aspetos decisivos para ter sucesso neste confronto. "Vamos certamente preparar todos os aspetos que entendemos serem determinantes no jogo ofensivo do Benfica. Embora com muitas soluções no seu plantel, queremos utilizar todos os nossos recursos ofensivos e defensivos para assim condicionar a equipa do Benfica. Sabemos claramente as dificuldades inerentes a este jogo mas, a ambição que nos rodeia pode ter um papel impulsionador na procura de soluções que nos permitam ganhar o jogo."

O jogo frente aos encarnados é um enorme teste à capacidade de entrega e superação do conjunto insular, mas ao mesmo tempo uma fonte de inspiração e motivação adicional defrontar equipas mais fortes e desafiantes. "Temos muito claro na equipa, que defrontar adversários de elevada qualidade, pode e deve significar um aumento da motivação para vencer. A equipa tem demonstrado que quer somar a segunda vitória nesta Liga, independentemente do adversário. Não nos defraudamos no momento das derrotas nem nos exaltamos nas conquistas. Continuaremos focados no trabalho que nos possibilitará alcançar os nossos objetivos."


«Entrega e união»

 

Os dois resultados do último fim de semana deixam-no orgulhoso? São um sinal que a equipa está a evoluir no bom caminho?

 

Apesar de estar obviamente agradado com os resultados prefiro centrar a minha avaliação na postura e atitude competitiva da equipa. É claramente por aí que nos queremos construir, procurando ser diariamente uma referência para a formação do nosso clube e nesses aspetos temos sido inexcedíveis. Posso dizer que, incluindo na derrota mais pesada da época, contra o Quinta dos Lombos, quando já todos diziam que estávamos a mais neste campeonato, fiquei igualmente orgulhoso da nossa atitude e entrega ante um opositor e um contexto francamente desfavorável nesse fim de semana. Acredito que estamos a evoluir diariamente em diversas vertentes. Somos um grupo que está junto há apenas dois meses, facto que faz com que muitas das rotinas da equipa e do conhecimento que as atletas possuem umas das outras esteja ainda longe de ser ideal. Se acrescentarmos a isso o facto de estarmos a competir na máxima competição feminina, onde muitas das jogadoras que compõem o nosso plantel nunca jogaram, facilmente percebemos que seria e será necessário tempo e paciência para conseguirmos atingir o nível de jogo que achamos estar ao nosso alcance.


 

Apesar de ser uma equipa, relativamente jovem, vê qualidade no grupo de trabalho?



 

Somos uma equipa muito jovem. O nosso plantel é composto por 8 atletas seniores e 8 juniores. No entanto, apesar da falta de experiência que isso acarreta, acabo por entender como um desafio e uma mais valia, pois estão todas extremamente motivadas para evoluir e conquistar tempo de jogo na Liga Feminina, algo que infelizmente começa a ser raro no nosso basquetebol. Quanto à qualidade, também eu estou a conhecer mais profundamente as atletas nestes primeiros meses de treino e tenho sido agradavelmente surpreendido. De outra maneira não teríamos conseguido esta vitória ante uma excelente equipa como o Olivais e uma recuperação de 19 pontos que deveria ter levado o jogo pelo menos para prolongamento contra um candidato ao título como o Vagos. Realço no entanto que quando falo de qualidades não me cinjo apenas ás questões técnicas e tácticas mas também ás qualidades humanas que são indispensáveis na construção a longo prazo de um atleta e de um grupo.



 

Ao que julgo saber as condições de trabalho não são as melhores. Acredita que a equipa ainda será capaz de fazer melhor e apresentar consistência ao longo da época?



 

Infelizmente, devido à crise financeira que o clube atravessa e ao vasto número de equipas que possui em diversas modalidades, os espaços e os tempos de treino são muito reduzidos. Basta dizer que nas últimas duas semanas, por diferentes motivos, não fizemos nenhum treino no nosso pavilhão principal, onde defrontamos o Olivais e o Vagos. Realço no entanto, que são as condições que já sabíamos de antemão que iríamos ter e as melhores que a direção nos consegue fornecer atualmente. Nunca nos poderão servir de desculpa mas sim de motivação extra para trabalharmos ainda com mais qualidade na procura da rentabilização do tempo de treino. 

Estou certo que iremos ser mais consistentes e que aos poucos com um melhor conhecimento das nossas ideias de jogo e um melhor entrosamento das atletas entre si a qualidade exibicional certamente subirá, traduzindo-se principalmente em melhores tomadas de decisão individuais e coletivas, reduzindo-nos o numero de turnovers e permitindo melhores escolhas de lançamento. 

Contudo, sabemos que este processo de consolidação não é linear e que infelizmente iremos ter momentos altos e baixos e que provavelmente, oportunidades de ganhar a uma equipa de topo da tabela como a deste fim de semana, provavelmente não acontecerão tão cedo. Tudo faremos para que aconteça, mas estamos cientes das distâncias que existem em termos de planteis e mesmo estruturas entre as equipas que disputam o titulo e equipas que procuram a manutenção como é o nosso caso.

 

 

O que impede, neste momento, o Académico de lutar por objetivos mais ambiciosos e bater-se com as equipa mais fortes da Liga?



 

O Académico é um dos mais históricos clubes de Portugal em diversas modalidades, um clube centenário, que infelizmente atravessa à diversos anos graves problemas financeiros. O nosso principal objectivo enquanto clube passa, não pela disputa ou definição de objectivos mais ambiciosos na Liga Feminina, mas sim na criação e manutenção de um excelente grupo sénior que procure disputar de forma constante a participação na Liga feminina. A equipa sénior deverá servir como referência aos nossos escalões de formação, nos quais estamos muito centrados e dos quais queremos que continuem a sair como aconteceu no passado excelentes jogadoras de basquetebol capazes de prover a nossa equipa sénior e inclusive ir competir para o estrangeiro. Considero-me um treinador e um coordenador muito vocacionado para a Educação dos jovens através do desporto e para o desenvolvimento a longo prazo de atletas e acredito ter encontrado o clube e a direção ideal para um trabalho desse género, o qual requer muito tempo e paciência.

Assumimo-nos sem qualquer duvida como um clube de formação com uma importante ação social junto dos jovens na área do Porto, que irá, sem nunca hipotecar a sua recuperação e estabilidade financeira, procurar estar na máxima competição da modalidade.
  

 

Um grupo guerreiro e que jogue bom basquetebol. É o que pretende da sua equipa até final da temporada?



 

É a imagem que queremos para a nossa formação e foi com essa ideia que escolhemos as atletas e constituímos o nosso grupo. Acredito muito na vertente coletiva do jogo de basquetebol e espero que consigamos por em prática um jogo pautado por uma defesa agressiva e inteligente capaz de limitar os pontos fortes adversários e um ataque assente na partilha de bola, e na leitura e tomada de decisão individual e coletiva. Quero também que nos continuem a reconhecer pela entrega e pela união que colocamos em campo, independentemente do adversário e do resultado. Só assim será possível evoluirmos.

 

O que seria uma época positiva para a equipa do Académico FC?

 

Atingir a permanência e consolidar o grupo de trabalho.


Eugénio Rodrigues: «Equipa tem vontade de se afirmar»

Até ao momento, em 8 partidas realizadas, alcançou 5 vitórias.

 

A realidade do basquetebol feminino na Dinamarca, continua a ser pautada por muitas dificuldades, conforme nos conta Eugénio Rodrigues: “A realidade deste basquetebol dinamarquês não mudou da noite para o dia e mesmo tendo eu mudado de clube para o BMS/Falcon (Copenhaga) as dificuldades continuam a existir, ainda que diferentes.”

 

O técnico tem a seu cargo uma equipa muito jovem, que tem algumas condicionantes… “Este clube resulta da junção de outros dois, sendo que a equipa sénior acaba por ser o somatório de atletas jovens acabadas de subir de divisão (BMS) e de atletas igualmente muito jovens mas com alguma experiência de Liga (Falcon). É por isso uma equipa extremamente jovem, composta por atletas entre os 17 e os 22 anos, com três condicionantes importantes: por um lado a falta de um orçamento forte, que impede a contratação de uma jogadora estrangeira, por outro a necessidade de articular atletas por dois campeonatos distintos (sub 19 e senior) e finalmente, alguma escassez de atletas.”

 

Mas nem tudo são problemas e o grupo, que não conta com estrangeiras, tem as suas armas para contrariar as dificuldades. “Ainda que sejamos a única equipa totalmente nacional na Liga Dinamarquesa, o que nos falta naquilo que acima referi temos de sobra na vontade que o grupo tem em se afirmar neste campeonato difícil e equilibrado.”

 

Ainda que se esteja a disputar a fase regular, o BMS/Falcon  sabe desde já que vai ao playoff. “Temos a vantagem de já estarmos apurados para o playoff face ao reduzido número de equipas (algumas desistências de última hora) e isso vai permitir-nos trabalhar com mais calma e sem saltar etapas”, conta o treinador. “Será importante, sobretudo, estar bem na parte final do campeonato que se inicia em Fevereiro, pelo que mesmo estando conscientes das nossas limitações, a esperança de voltar a surpreender os mais fortes, conforme sucedeu no ano passado, está sempre presente. E para já não está a correr mal, bem pelo contrário.”

 

O balanço até ao momento, é positivo. “Em cinco jogos realizados na Liga contamos com duas vitórias, uma das quais esta semana em casa do tricampeão nacional, Sisu, no seu reduto por um ponto, que assumiu já contornos de resultado tão surpreendente quanto histórico. Paralelamente, e nos jogos com as Seleções Nacionais Norueguesas (Este e Oeste), vencemos igualmente os dois encontros pelo que a moral do grupo está em alta.”

 

Esse estado de espírito é importante, até porque a equipa tem pela frente um grande desafio… “Nesta semana jogamos para a Taça Dinamarquesa, ante o Brønshøj da primeira divisão, e no caso de vitória constituirá a 5ª em 8 jogos oficiais, cifra que ultrapassa as expectativas mais otimistas para esta época”, sublinha Eugénio Rodrigues, acrescentado: “Ainda assim, não nos iludimos nem nos desviamos daquela que é a nossa máxima: os campeonatos são como se acaba e não como se começa.”


“As expetativas ficaram mais elevadas”

Em entrevista ao site do clube, o técnico adjunto João Fernandes apelou à concentração, de forma a que a equipa dê continuidade ao ciclo de vitórias. Frente a um adversário determinado e que tem as suas armas, o treinador madeirense espera que o CAB se apresente focado, com a atitude correta de quem não se deslumbra com aquilo que já conquistou.

 

“Claro que depois da conquista da Supertaça, as expetativas sobre a nossa equipa ficaram mais elevadas. Vamos começar um ciclo de quatro jogos em casa, onde queremos manter a senda das vitórias, conjugando com boas exibições. Jogando perante os nossos adeptos, somos naturalmente favoritos, mas teremos de provar no campo essa superioridade."

 

"A nossa equipa está a crescer e com muita ambição, fruto do trabalho diário que as jogadoras vão fazendo. Não vai ser um jogo fácil e queremos torná-lo o menos complicado possível alcançando uma boa vitória. Para tal, temos de ter grande atitude e concentração defensiva, pois dessa forma, podemos conseguir atacar com mais confiança e maior eficácia."

 

"O Olivais é uma equipa que tradicionalmente nos coloca sempre dificuldades. Este ano, ainda não utilizaram jogadoras estrangeiras, mas têm conseguido bons jogos, somando duas vitórias e dois desaires, vendendo sempre cara a derrota. É um conjunto muito aguerrido, com boa capacidade atlética e com grande equilíbrio de estatura no seu cinco."

 

"Importante será contar com o apoio dos nossos adeptos, fazendo uma chamada de atenção para as nossas jovens jogadoras e jovens jogadores, pois para além de treinar, também se aprende a jogar basquetebol vendo outros jogos. Por isso, já sabem, sábado, às 16h00, contamos com a presença de todos, para podermos continuar a ser mais fortes."


«Estamos preparados»

Apesar de garantir que os tricampeões nacionais tudo irão fazer para ultrapassar a concorrência de Belfius Mons-Hainaut (Bélgica), Nanterre (França) e Kataja (Finlândia), o antigo internacional português e histórica figura do basquetebol nacional salientou que a prioridade passa por reforçar a hegemonia interna.

 

"Qualquer prova em que o Benfica participe, é sempre importante. No entanto, gostava de deixar bem claro que os nossos objetivos principais são as competições nacionais, apesar de estarmos na EuroChallenge. Mas, em todos os jogos que iremos disputar, seja em casa ou fora, iremos fazer tudo para vencer", afirmou.

 

Carlos Lisboa não definiu metas para a equipa nesta fase de grupos, já que prefere "pensar jogo a jogo", sem "traçar objetivos mais profundos", optando por destacar a qualidade dos três adversários no Grupo E da EuroChallenge.

 

"Sabemos que vamos jogar num grupo forte, com equipas fortes, que têm seis ou sete jogadores norte-americanos. O objetivo que temos de traçar é em relação ao primeiro jogo que vamos disputar (quarta-feira, frente ao Belfius Mons-Hainaut, na Luz)", referiu, adiantando que a formação belga "tem um plantel valioso, que se destaca pelo seu todo".

 

Para Carlos Lisboa, os finlandeses do Kataja serão, em teoria, o adversário mais acessível no grupo, enquanto os franceses do Nanterre "jogaram na Euroliga da época passada e venceram alguns adversários de grande nome na Europa, como o FC Barcelona e o Partizan".

 

"Vamos apanhar um nível de basquetebol alto, mas estamos preparados para enfrentar essas situações, sabendo que temos de pôr em campo as nossas 'armas', o nosso valor, a nossa vontade, e querer ganhar. Se conseguirmos, muito bem, se não conseguirmos, tentamos sempre melhorar no jogo a seguir", disse.

 

Por outro lado, Lisboa recordou as "magníficas" tardes e noites europeias que viveu enquanto jogador dos "encarnados", na década de 90. "Tenho boas recordações. Estivemos mais do que uma vez na Euroliga e jogámos a um nível conhecido por todos. Os tempos agora são diferentes. O Benfica, tal como as outras equipas portuguesas que foram campeãs, esteve muito tempo sem participar nas competições europeias e o basquetebol português perdeu alguns lugares no 'ranking', em comparação com os anos 90".


Clinic Internacional ABP foi um êxito

 

O local (Pav. Mun. da Póvoa de Varzim) e as condições logísticas eram de excelência, o “leque” de prelectores e os temas prometiam, pelo que não constituiu total surpresa o número de inscrições que se vieram a assinalar.

 

O registo oficial contabilizou cerca de 158 treinadores inscritos, número que é agora o recorde de assistência do evento, ultrapassando a edição de 2011, na qual esteve presente o consagrado Aíto Garcia Reneses.

 

Para além da importância dos temas abordados, ficou bem patente a capacidade comunicativa de HUGO LOPEZ (ex- Real Madrid), VICTOR LAPEÑA (Seleccionador espanhol) e ISABEL RIBEIRO DOS SANTOS, factor que muito contribuiu para a qualidade das intervenções.

 

Aproveitando a realização desta iniciativa e tal como tinha sido divulgado decorreu ainda no período da manhã de sábado o CLINIC Selecções Jovens FIBA EUROPE com dois momentos distintos de formação. Um primeiro que se reportou ao treino funcional no basquetebol, a cargo de Dimas Pinto e Rui Garganta e um segundo efectuando um balanço das participações das Selecções Nacionais nos Campeonatos da Europa, momento esse da responsabilidade de Ricardo Vasconcelos e de Mário Gomes.

 

Referências muito especiais e sentidas para as entidades que apoiaram e que se associaram à organização tornando possível a sua concretização:

Câmara Municipal da Póvoa de Varzim;

Federação Portuguesa de Basquetebol – Escola Nacional de Basquetebol;

Associação Nacional de Treinadores de Basquetebol;

Clube Desportivo da Póvoa;


3.ª Ação Formativa Treinadores/ABCoimbra

Dinis, com a participação dos atletas mini do clube cooperante – Academia Basquetebol.

 

Com uma vasta experiência em treino de minibasquete, coordenação de projectos piloto e contexto FIBA Get Together, será certamente uma mais valia a partilha da sua experiência e conhecimentos. Esta ação está aberta a todos os: treinadores, monitores, estagiários, professores, dirigentes, e demais agentes.

 

Inscrições e informações: dt.abcoimbra@gmail.com


X Clinic internacional de treinadores AB Porto´14 – atualizada

Desp. Municipal da solarenga cidade nortenha da Póvoa de Varzim, nos primeiros dias do próximo mês de Novembro (1 e 2).

 

 

 

Depois de no passado termos contado com a presença de nomes consagrados como Ettore Messina ou Sérgio Scariollo, Bozidar Maljkovic ou Aíto Garcia Reneses, chega agora a oportunidade de termos entre nós outros conceituados treinadores reconhecidos pelo trabalho que têm desenvolvido com as equipas que têm treinado no passado mais recente.

 

HUGO LOPEZ (ex-treinador adjunto do REAL MADRID 2013/14), VICTOR LAPEÑA (actual treinador adjunto da Selecção Nacional sénior feminina, recém medalha de prata no Mundial da Turquia disputado em Setembro de 2014) e ISABEL RIBEIRO DOS SANTOS (reconhecida e experiente treinadora de formação com uma ligação de 3 décadas ao basquetebol feminino) são os prelectores convidados que estarão presentes nesta edição de 2014.

 

Como tem sido habitual em edições anteriores, aproveitaremos esta oportunidade e antecedendo esta iniciativa realizaremos também o CLINIC SELECÇÕES NACIONAIS JOVENS / FIBA EUROPE 2014, com intervenções a cargo deDIMAS PINTO e RUI GARGANTA, RICARDO VASCONCELOS e MÁRIO GOMES.

Esta acção está incluída no Programa de Formação de Treinadores da Federação Portuguesa de Basquetebol e está homologada pelo IPDJ para creditação, com o propósito de revalidação do Título Profissional de Treinador de Desporto (que “obriga” os Treinadores a participar no Programa Nacional de Formação de Treinadores, de forma a obter 10 UC em cinco anos).

 

Num esforço assinalável da organização, pela 1ª vez será possível disponibilizar o registo integral vídeo (em HD) a todos os treinadores inscritos no CLINIC.

 

Estão assim reunidas todas as condições para se registar mais um momento assinalável na formação de treinadores de basquetebol em PORTUGAL.

 

Estão todos convidados.

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Clinic Seleções Jovens FIBAEROPE 2014

 

Como em anos anteriores, a ENB e a AB Porto, em parceria e junto ao Clinic Internacional AB Porto, realizam  Clinic Seleções Jovens FIBAEUROPE 2014.

Esta acção decorre na Povoa de Varzim, sabado de manhã, dia 1 de Novembro 2014, pelas 9.30 horas.

Este ano e de acordo com o programa já divulgado, serão preletores:

Dimas Pinto e Rui Garganta – Treino Funcional em Basquetbol –

Mario Gomes e Ricardo Vasconcelos – Balanço da actividade das selecções Nacionais Masculinas e Femininas nos últimos 4 anos –

A ENB convida todos os treinadores a estarem presentes, no Pavilhão Municipal da Póvoa de Varzim.

O clinic das selecções tem entrada, isenta de qualquer taxa, para os treinadores de basquetebol.

Em anexo, apresentamos um documento, do  coordenador das selecções Jovens – Mario Gomes –

Emcontramo-nos na Povoa de varzim

 

 


Isabel Ribeiro dos Santos “fecha” elenco de luxo

Conta no seu currículo com diversos títulos distritais da Associação de Basquetebol de Lisboa e várias participações em Fases Finais de Campeonatos Nacionais de escalões de formação. 

Desempenhou ainda funções de coordenadora técnica no Sport Clube Maria Pia e mais recentemente no Grupo Desportivo Esc. Mª. Alberta Menéres – GDEMAM (ex-ADESINTRA) clube que fundou e desenvolveu desde a iniciação até á competição. Ainda como treinadora (GDEMAM) sagrou-se, por duas vezes Vice-campeã nacional da I Divisão, garantindo assim o apuramento para a Liga Feminina.

 

Foi ainda seleccionadora distrital da Associação de Basquetebol de Lisboa (Sub 14 e Sub 16 femininos) e seleccionadora nacional de Sub 16 femininos (1998-2005). Actualmente faz parte da direcção da Associação Nacional de Treinadores de Basquetebol.


Victor Lapeña: também estará presente

Os seus mais recentes feitos foram, enquanto selecionador principal: a) Mundiais Sub 17 Fem – medalha de prata em 2012 e 2014; b) Europeu Sub 18 Fem – medalha de ouro em 2013; No papel de selecionador nacional adjunto, funções que exerce desde 2007, foi ainda capaz de conquistar 6 medalhas (3 medalhas de ouro, 2 medalhas de prata, 1 medalha de bronze), destacando-se naturalmente o recente êxito que constituiu a medalha de prata no Mundial sénior feminino disputado na Turquia já em Outubro de 2014.

 

Também nos clubes tem demonstrado grande capacidade, especialmente ao serviço de Perfumerias Avenida, disputando a Euroleague (2012/13/14) e tendo ganho a Liga Feminina (2012/13) a Supercopa (2013/14) assim como a Copa de la Reina (2013/14). A sua experiência no basquetebol feminino valorizará ainda mais este momento privilegiado de formação de treinadores em Portugal.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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