Artigos da Federaçãooo
«Não há impossíveis»
Pedro Costa conhece bem as dificuldades que esperam a sua equipa, mas não perde a confiança. Leia a entrevista, nos detalhes desta notícia.
A derrota na última jornada frente ao Ginásio deixou marcas na equipa?A derrota da última jornada não deixou nenhuma marca especial. Não dramatizamos com as derrotas. Ficamos tristes porque acima de tudo sentimos que poderíamos ter ganho o jogo, jogo este que mais uma vez não pude contar com o meu plantel completo. Mas motiva-nos para trabalhar mais e melhor; para reencontrarmos o ritmo e entrosamento que já tivemos mas que, por problemas de disponibilidade de alguns atletas para jogar/treinar, nos últimos tempos, temos perdido.Considera aceitáveis as derrotas sofridas pelo Esgueira até ao momento?Nenhuma das derrotas foi anormal. Illiabum e Dragon Force são sem dúvida as equipas mais fortes da Proliga. Os outros dois jogos perdemos com mérito do adversário, mas não os defrontamos com todos os nossos recursos, o que nos condicionou bastante.O lugar que a equipa atualmente ocupa supera as expectativas que tinha para esta temporada?Com honestidade excedeu um pouco as minhas expectativas, mas desde que no Torneio António Pratas, no início da época, tivemos a prestação que tivemos, acreditamos que temos condições para jogar de igual para igual com todas as equipas. Também temos consciência que muitas das vitórias que tivemos foram muito difíceis e que vamos ter de defrontar novamente essas equipas, algumas delas fora.Entre o 3º e o 6º lugar está uma luta bem acesa. Terminar nos quatro primeiros é um objetivo vosso até final da fase regular?O objetivo definido para a equipa no início da época foi o apuramento para o Playoff. Se conseguirmos ficar nos quatro primeiros lugares, isso era fantástico, de qualquer maneira, com este modelo de playoff em que a equipa pior classificada joga primeiro em casa, já nem sei o que é melhor. Lamento que na Proliga se tenha regressado a esta fórmula injusta para quem se classifica melhor na fase regular e com o playoff à melhor de três em vez de cinco, o que não abona nada a competição. Playoff é festa quantos mais jogos melhor, é aí que enchemos quase sempre o nosso pavilhão. São jogos muito especiais.Este fim-de-semana defrontam o novo líder do campeonato. Uma equipa que já conhecem e a quem já venceram esta temporada. Cuidados a ter durante o jogo de forma a condicionar o sucesso do Illiabum?Antevejo uma partida muito difícil com o Illiabum. É uma equipa que pratica um basquetebol de grande intensidade quer atacar quer a defender, que ainda agora se viu reforçada com um jogador estrangeiro. São muitas as dificuldades que nos esperam, mas também já lhes ganhamos este ano e no desporto não há impossíveis. Uma coisa é certa, para vencer o Illiabum teremos de fazer um grande jogo e estamos motivados e a prepararmo-nos para isso. Teremos de ser mais fortes no ressalto do que no último jogo, parar os contra-ataques e a transição ofensiva muita rápida que têm e contrariar a pressão defensiva a que vamos ser sujeitos.Desejo que seja um grande jogo com muito público a assistir.Destaca algum jogador ou característica da equipa do Illiabum?O Illiabum tem um plantel forte e equilibrado com bons jogadores em todas as posições, vale pelo seu todo, tem bons jogadores com experiência e bons jovens jogadores.
Faleceu Ligia Santos
Professora de profissão, como dizia com orgulho, sempre dedicou a sua vida à modalidade de eleição, tendo sido várias vezes campeã Nacional pelo seu clube de sempre, o Sport Algés e Dafundo, Internacional como jogadora e treinadora adjunta, formadora da ENB e membro dos órgãos sociais da ANTB foi, igualmente, um dos rostos da modalidade e do desporto enquanto apresentadora de diversos programas de televisão.
A Federação Portuguesa de Basquetebol endereça à família enlutada e amigos as mais sentidas condolências.
Mais se informa que o corpo chegará hoje, dia 6 de Janeiro, pelas 18h00, à Igreja de Linda-a-Velha, onde será velado, estando o funeral agendado para as 15h00 de amanhã no Crematório de Barcarena.
Ação informação sobre regras básicas arbitragem
Ação de informação sobre as regras básicas arbitragem, destinada a todos os atletas, treinadores, delegados de campo, pais e amigos. A ação tem o apoio do CAD de Lisboa e o moderador vai ser o arbitro, sr. Carlos Santos.
Mais iniciativas estao preparadas para este ano de 2014 que se pretende que seja o ano de afirmação do basquetebol no Belenenses.
João Pedro antevê Lousada
As duas equipas defrontam-se, este sábado, pelas 20h30, na ilha da Madeira. Um jogo cheio de atrações para os adeptos da equipa da casa, com a provável estreia de Carla Freitas, Taj McWilliams e Schera Sampson, recém-chegadas ao grupo de trabalho. O técnico madeirense João Pedro Vieira encara este jogo como a primeira final que a equipa tem pela frente até ao termo da fase regular, consciente que as responsabilidades aumentaram, e que os resultados terão de ser mais positivos nesta segunda volta.
A equipa do CAB reforçou-se pelo que será legitimo aspirar chegar a lugares mais acima da tabela classificativa. Nas vésperas do jogo, o treinador João Pedro Vieira fez um breve comentário ao jogo frente à equipa do Lousada, sendo que na jornada inaugural da Liga Feminina, as madeirenses foram surpreendidas em Lousada.”O jogo contra o Lousada é o primeiro de 10 ‘finais’ que a nossa equipa terá daqui em diante, pois queremos fazer uma segunda volta muito melhor do que 4 vitórias e 6 derrotas. Por isso, venham à Nazaré este sábado, às 20h30, apoiar esta equipa que está cheia de vontade de fazer uma grande segunda volta.”
«Não sentimos que somos os melhores»
Moncho lembra que os portistas ainda não defrontaram todos os adversários e que alguns deles, a começar pelo próximo, o Ginásio, têm lugar na Liga. Não perca a entrevista, nos detalhes desta notícia.
Surpreende-o o facto de a equipa ter conseguido dominar tão cedo a competição? Percebo a lógica da pergunta, por que há dados objetivos e estatísticos que mostram a liderança da equipa em aspetos fundamentais do jogo, como a equipa que menos pontos sofre ou a mais valorizada, mas acho que não podemos falar de domínio de uma competição quando ainda não jogamos contra todos os adversários. De facto, nestas duas jornadas que faltam para finalizar a primeira volta, temos que enfrentar dois planteis que poderiam perfeitamente competir no primeiro escalão em Portugal. Por que razão a equipa do Dragon Force tem sido melhor e continua invicta na Proliga? Dizer que temos sido a melhor é muito subjetivo, e agradeço que, desta vez, nos reconheçam valor e competência desde a principal “janela” dos campeonatos portugueses, como é o site da FPB. Nós não pensamos assim, não sentimos que a nossa equipa seja a melhor. Obviamente tem sido a que mais jogos ganhou e houve alturas em que, quer ao atacar quer a defender, atingiu níveis de elevada qualidade, que parecia difícil uma equipa de atletas tão jovens pudesse conseguir. Mas para ser considerada a melhor equipa de um campeonato há que fazer isso com mais regularidade do que nós temos conseguido até agora, e esse é o nosso espírito de exigência, a procura de uma continuidade na qualidade de jogo durante os quarenta minutos, independentemente da altura da época e do adversário, de jogar em casa ou fora. A competição tem sido ideal para que o grupo evolua? A competição da Proliga tem sido uma grande ajuda para a evolução, individual e coletiva, mas estaria a mentir se dissesse que é a ideal; temos muitos condicionantes que não permitem seja um campeonato em forma e fundo, ideal para a evolução de jogadores. Vou só dar um exemplo: o facto de ter um calendário “irreal”, com desequilíbrios entre os jogos em casa e fora entre a primeira e segunda volta, não ajuda a ter programas de trabalho e planeamentos eficazes, desde o ponto de vista técnico e psicológico, para construir indivíduos e grupos. Por outro lado, há duas coisas muito boas na Proliga, que sim têm sido elementos fundamentais para os nossos jogadores crescer: em primeiro lugar, o bom nível dos treinadores adversários obrigou-nos a analisar muito bem os jogos e propor diferentes estratégias para contrariar os problemas que nos têm sido colocados em competição. Em segundo lugar, algo que já não é surpresa, o grande nível das equipas de arbitragem. É um privilegio para os treinadores, e sobretudo para atletas tão jovens como os nossos, conviver em competição com os melhores árbitros internacionais portugueses, sem dúvida que é um factor de motivação extra, e um luxo, que nos faz acreditar em que a modalidade está saudável, e poderia estar melhor se todos os agentes desportivos tivéssemos a capacidade que os árbitros têm de se organizar e formar.Além da competição da Proliga, temos feito torneios e jogos contra equipas da liga ACB, Leb, etc, que favorecem o crescimento dos atletas. O reconhecimento internacional à marca FC Porto tem sido uma grande mais-valia para o projeto Dragon Force, no sentido de nos permitir com certa assiduidade fazer jogos internacionais, em que os nossos atletas passam por experiências competitivas fundamentais para o seu desenvolvimento. Numa altura em que infelizmente as seleções de formação tem de desistir dos necessários estágios de preparação, como pode acontecer no próximo Natal, no FC Porto conseguimos de alguma maneira reduzir os efeitos negativos dessas decisões e, assim, os nossos atletas sub-18 e sub-20, só entre Agosto e Dezembro de 2013 somarão 12 confrontos internacionais. O próximo jogo frente ao Ginásio, que vai com 5 vitórias consecutivas, será um bom teste à vossa consistência? Como disse anteriormente, é uma das equipas que poderia, com pequenos ajustes, competir no principal escalão em Portugal. Vai ser sem dúvida um excelente teste, de máxima dificuldade, em que espero a equipa volte a mostrar a sua ambição perante os desafios que a competição oferece. Ao jogar no Dragão Caixa, a nossa responsabilidade aumenta e a capacidade de esforço inerente às equipas do FC Porto é potenciada pelo apoio dos nossos adeptos. A dupla José Costa e Marco Gonçalves vai merecer atenção especial? Claro que sim. Na nossa análise dos adversários tentamos fugir da ideia de nos focar em individualidades, porque estamos a falar duma modalidade coletiva, mas neste caso, seria hipócrita não reconhecer a preponderância destes dois jogadores no estilo de jogo do nosso adversário. Marco Gonçalves é um poste de grande mobilidade, com recursos para jogar de costas e de frente que colocará aos nossos interiores numa situação de desajuste permanente, teremos que encontrar a maneira de o seu par sentir que há um coletivo pronto a ajudar nos diferentes desequilíbrios em que se pode encontrar. E quanto ao Zé Costa, que posso dizer? Primeiro que é um luxo para os meus jogadores poder defrontá-lo, eu até estou emocionado. São tantas as habilidades que o Zé tem, para criar os seus próprios lançamentos, e também gerar vantagens aos colegas, que só com muita concentração e esforço de todo o grupo poderemos tentar reduzir a sua influência no jogo.
I Clinic de Formação da AB Viseu
Pelos prelectores presentes, Mário Palma, Carlos Gouveia, João Ribeiro, Xavier Silva e José Oliveira,e os temas a debater, tudo se conjuga para um Clinic muito proveitoso.
As inscrições podem ser feitas até ao próprio dia do evento,podendo todas as informações serem solicitada à ABVIseu, através do mail, abviseu@sapo.pt.
«Capacidade de trabalho e superação»
Este fim-de-semana a formação da ilha Terceira defronta o União Sportiva, outro conjunto açoriano, um encontro que considera ser motivo de regozijo para o basquetebol regional e nacional. Não perca a entrevista, nos detalhes desta notícia.
Depois da derrota averbada na jornada inaugural, somam sete triunfos consecutivos. O que faz com que o Boa Viagem apresente esta consistência?Os triunfos conseguidos até ao momento são o resultado do empenho e da capacidade do trabalho das atletas, da equipa técnica e diretores do clube. Todos nós temos trabalhado com profissionalismo e seriedade para que os resultados nos fins de semana sejam positivos. As atletas têm demonstrado até ao momento uma boa capacidade de trabalho e de superação individual e coletiva. Penso que temos evoluído positivamente nestes três meses de competição e que não vivemos obcecados com os resultados, o que pretendemos é dar o máximo durante a semana para ganhar no fim de semana. Os reforços escolhidos para esta temporada têm-se revelado escolhas acertadas e com um rendimento muito positivo. Concorda com esta análise?Sim, concordo. A integração destas atletas no clube e na ilha tem sido positiva. Perceberam logo de inicio que vieram para trabalhar, até porque o grupo já existente as direcionou nesse sentido. Têm demonstrado maturidade e competência.É redutor pensar que o sucesso da equipa está muito dependente de um grupo de seis jogadoras?Não só é redutor como também não é correto. O plantel do Boa Viagem é constituído por catorze atletas. Todas elas trabalham durante a semana para competir e a equipa técnica decide quem vai convocar e quem vai jogar consoante os seus desempenhos durante a semana. Todas são importantes.Um jogo da Liga entre duas equipas açorianas é motivo de regozijo para o basquetebol dos Açores?Penso que sim. É e deve ser um motivo de regozijo para o basquetebol açoriano e nacional. A competição nos nacionais de diversas regiões do país enriquece a modalidade.O União Sportiva já provou ser um adversário muito complicado. A estratégia passa por limitar a capacidade ofensiva de Jhasmin Player, ou pelo contrário, das restantes companheiras?O União Sportiva tem vindo a obter bons resultados e a demonstrar ser uma equipa muito complicada de se defrontar. Surpreendeu várias equipas de topo, não só em casa como nas suas deslocações. Nós estamos a encarar este jogo da mesma forma como encaramos os outros jogos, na semana passada concentrámo-nos no jogo com o Lousada e esta semana estamos trabalhar de uma forma focada para este jogo
Clinic Seleções Nacionais Jovens
O encontro, que decorre entre as 10H00 e as 13H00, no Pavilhão Multidesportos Dr. Mário Mexia, serve para debater e desenvolver o basquetebol jovem nacional.
A receção está marcada para as 09H45, abrindo, pelas 10H00, o clinic com as intervenções de Mário Gomes (coordenador das seleções nacionais masculinas de sub-16 a sub20) e Ricardo Vasconcelos (selecionador nacional e coordenador das seleções nacionais femininas). Às 10H30, a selecionadora de sub-16 femininos, Ana Catarina Neves, dá uma aula prática sobre “transição defesa/ataque – chegar a jogar”. A outra sessão prática tem lugar às 11H45, com o selecionador nacional de sub-18 masculinos, Carlos Seixas: “1×1 – Ataque/Defesa”. No evento participam também as selecções distritais de sub-16 masculina e feminina. Mas os eventos no fim de semana não se ficam por aqui. No domingo, a Associação de Basquetebol de Coimbra (ABC) colabora com o Banco Alimentar Contra a Fome em quatro convívios de minibasquete, que envolvem todos os escalões – sub-8, sub-10 e sub-12, masculinos e femininos. Este e outros assuntos são alguns dos destaques do balanço dos primeiros meses de atuação da direção da ABC. No documento, a equipa de Luís Santarino, o novo presidente, destaca uma “intensa atividade”, como “a primeira e inédita ação de trabalho técnico dos melhores atletas da seleção de sub-12 masculino e feminino, tendo em vista a participação na Festa Nacional de MiniBasquete, em julho de 2014”. A atenção com a preparação das seleções tem sido grande e há ainda a registar jogos-treino das seleções de sub-16 femininos com a equipa de sub-19 da Académica e sub-16 masculinos com o Ginásio Figueirense. Mas, para os dias 18, 19 e 20 deste mês está a ser programado o 1º Estágio das Seleções distritais. Um encontro que servirá de “preparação para a Festa Nacional do Basquetebol Jovem”, segundo o comunicado da ABC. A associação distrital des- taca ainda, no balanço deste trimestre, a assinatura do protocolo com a Idealmed, que “foi uma medida importante para a prevenção, diagnóstico, tratamento e recuperação dos atletas”. Para além disto, há ainda o destaque para o mini-estágio do Recreativo do Libolo, equipa treinada pelo ex-técnico de Académica e Olivais, Norberto Alves. “A sua presença na nossa cidade, deverá servir sobretudo para ajudar a melhorar a relação, que deverá sempre existir entre os dois povos de língua portuguesa”, diz o comunicado. Por fim, a direção da ABC lamenta “a desistência das equipas sénior e sub-16 masculina da Académica da Liga e campeonato distrital, respetivamente, assim como a sua não presença em nenhum dos sete convívios organizados pelo Comité Distrital de Minibasquete de Coimbra”.
Clinic Seleções Nacionais Jovens
Mais informações nos detalhes da notícia.
Clinic das seleções – 7 de Dezembro: 9.00 – Recepção9.30 – Início com Mário Gomes e Ricardo Vasconcelos10.00 – Mariana Koustourkova – Prática – Contra ataque10.45 – Carlos Seixas – Pratica – 1×1 ofensivo e defensivoIntervalo12.00- Dimas Pinto / Garganta da Silva – Treino Funcional em BasquetebolClinic das seleções – 14 de Dezembro09.45 – Recepção10.00 – Início com Mário Gomes e Ricardo Vasconcelos10.30 – Ana Catarina Neves – Prática – transição defesa / ataque – chegar a jogar11.30 – Intervalo11.45 – Carlos Seixas – 1×1 – Ataque / Defesa » participação das selecções distritais de Sub-16 masculina e femininaA inscrição é gratuita e deverá ser feita para catiamota@fpb.pt (com o envio do nome completo e licença FPB) ou no dia, no local.
Gabriel Valente: “Desfrutar do jogo e dar o máximo”
O treinador Gabriel Valente não pede mais do que o habitual empenho aos seus jogadores, numa eliminatória em que reconhece que a Sanjoanense não tem nada a perder. Um clube histórico, com bons resultados na formação, que é a base da equipa sénior, enquadrado numa cidade que gosta de basquetebol, e que na opinião do técnico já merece estar a competir a outro nível.
O basquetebol da Sanjoanense está bem e recomenda-se?O recrutamento da equipa sénior é feito nos escalões de formação?Sim, dado o bom trabalho que é feito na formação, a nossa equipa sénior é baseada nos jogadores “da casa”; no entanto, sempre que possível, completamos a equipa com outros jogadores oriundos de áreas muito próximas.O jogo da Taça frente ao Barcelos está criar entusiasmo entre os adeptos do clube?Claro que sim! Entre os amantes da modalidade e alguns sócios do clube, sente-se o entusiasmo e a ansiedade dos grandes jogos. Este é um jogo que não temos nada a perder e tudo a ganhar. A responsabilidade de ganhar o jogo é da equipa do Barcelos, mas nós acreditamos no nosso valor e queremos passar esta fase para estarmos presentes na Final 8, o que seria um feito único e histórico no clube!O facto de terem de disputar dois jogos em dias consecutivos complica ainda mais a vossa tarefa?Talvez sim! No sábado temos um jogo importante na Gafanha, contra um adversário que está a fazer um início de campeonato muito interessante e que nós queremos ganhar. Estamos porém em pé de igualdade com o Barcelos, que também joga no sábado com o Benfica. O que irá pedir aos seus atletas no jogo de domingo frente ao Basquete de Barcelos?O de sempre! Que desfrutem do jogo, neste caso porque jogamos contra uma equipa da Liga, que dêem o máximo, e que dignifiquem o basquetebol sanjoanense!Tendo já sido um clube que competiu ao mais alto nível, faz sentido pensar que isso volte a acontecer num futuro próximo?Espero que sim. Já que é uma ideia que fermenta nas gentes de S. João da Madeira há bastante tempo. Nós esperamos também contribuir! A cidade gosta de basquetebol e merece uma equipa a competir a um nível mais elevado.
«Vamos tentar vencer»
A equipa volta a jogar este fim-de-semana com o apoio do seu público, frente ao atual campeão nacional, num jogo em que o treinador José Ricardo espera que o Barcelos dê sinais de estar a evoluir. Um bom teste à capacidade da equipa, se bem que o técnico se mostre confiante em poder discutir a vitória.
O encontro diante do Benfica, apesar do favoritismo pender para o lado dos campeões nacionais, está a ser encarado de forma pedagógica. “Esperamos um jogo que nos permita dar continuidade ao desenvolvimento desta equipa. Necessitamos deste tipo de confrontos para percebermos a que nível nos encontramos”, revela o treinador.E a intenção da equipa não é, seguramente, fazer figura de corpo presente. O Barcelos pretende bater o pé aos encarnados e promete lutar pela vitória. “Temos a expectativa de criar dificuldades ao nosso adversário e tentarmos vencer o encontro. Jogamos em casa, sentimo-nos confiantes e temos indicadores que nos permitem esperar um bom desempenho.”“O Basquete de Barcelos é uma marca que pretende impor-se na Liga Portuguesa de Basquetebol numa região onde a história da modalidade é ainda curta mas com uma ambição enorme”, sublinha o técnico, apelando à presença massiva dos adeptos: “Queremos ver o nosso pavilhão cheio com as nossas cores: verde e laranja.”
«Temos caráter e atitude»
Sábado às 16 horas, no Dragão Caixa, defronta o Dragon Force, líder invicto, e tanto treinador como capitão destacam o valor da jovem equipa portista. Ambos reconhecem que irá ser um jogo complicado, mas confiam na capacidade de superação do grupo de trabalho perante os grandes desafios.
O treinador Pedro Costa não tem dúvidas que vai defrontar um candidato ao título, forte em todos os momentos do jogo, e com muitas opções para manter um elevado ritmo. “Vai ser um jogo bastante difícil contra uma equipa que é neste momento a que tem feito melhores prestações no Campeonato da Proliga, que ainda recentemente eliminou a Oliveirense da Taça de Portugal e na minha opinião a séria candidata à conquista do título. É uma equipa formada por jovens com muito talento orientada por um excelente treinador, que coloca bastante intensidade no seu jogo defensivo e ofensivo fruto de uma grande rotatividade dos seus jogadores.”O técnico tem orgulho em treinar a equipa de Esgueira, um grupo de trabalho a quem reconhece entrega total, seja ele qual for o desafio. “A tarefa vai ser dura, mas também tenho o privilégio de treinar uma equipa que, apesar de 100% amadora, tem revelado ao longo deste campeonato qualidade, caráter e grande atitude perante as adversidades.”Pedro Costa atribuiu maiores probabilidades de vitória ao conjunto portista, mas não se dá como derrotado antes do inicio do jogo. “Vamos preparar o jogo da melhor maneira possível, como fazemos para todos os desafios e tentar contrariar o favoritismo do Dragon Force. Uma coisa é certa não vamos lá para perder e no desporto não há impossíveis.”“Estamos preparados”O capitão João Campos, por sua vez, não espera facilidades. Elogia o potencial do plantel azul e branco, mas mostra-se confiante na forma como a equipa está a trabalhar, bem como na sua ambição. “Vamos encarar este jogo sabendo que o Dragon Force é uma equipa jovem, com muita qualidade e com a certeza que irá criar-nos muitas dificuldades. Não é por acaso que ainda não perderam qualquer jogo, mas estamos preparados, e como sempre, vamos dar tudo para sermos competitivos e lutar pela vitória.”
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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