Artigos da Federaçãooo

«Com a crença do 1º ano»

No comando da equipa volta a estar Fernando Sá, que começou a temporada com conquista do Torneio S. Pedro do Sul. Já este fim-de-semana, o Vitória terá novo desafio. E duplo. Na estreia do Troféu António Pratas a equipa vimaranense irá medir forças com o Barcelos. Esta sexta-feira, terá lugar o primeiro encontro, sendo que a receção à equipa minhota está marcada para domingo. Ainda à espera de reforços, o técnico vitoriano prepara o duplo confronto com o adversário de Barcelos com a motivação em alta como deixou bem claro numa entrevista ao site do clube.

“Encontro a minha equipa limitada, porque ainda não está completa, mas a resposta no Torneio Cidade Termal S. Pedro foi bastante positiva. O Barcelos está, aparentemente, nas mesmas condições mas se receber os três jogadores de que estão à espera, as coisas poderão tornar-se mais complicadas”, comentou.Com a desistência do FC Porto, a equipa vitoriana e o Barcelos surgem como os dois clubes que integram o Grupo do Norte, e irão lutar por um lugar na Final 4 do Troféu António Pratas, que terá lugar já no próximo fim-de-semana. Um objetivo que Fernando Sá pretende ver atingido. “Estamos cá todos com a mesma crença do primeiro ano. Os jogadores têm-me dado uma resposta muito boa e estou muito otimista em relação ao futuro. Quanto à desistência de alguns clubes, penso que o campeonato manter-se-á o mesmo. Saiu o Barreirense mas entrou o Galitos, que é formado com muitos atletas que estavam no Barreirense. Se alguma coisa tem de melhorar, então somos nós”, concluiu o técnico.Recorde-se que o Vitória entra em ação já esta sexta-feira, pelas 17h30, para o primeiro confronto com o Barcelos. No domingo há novo duelo, desta vez no Pavilhão do Vitória SC. O segundo encontro inicia-se às 16 horas.


Pedro Costa antevê a nova época

Pedro Costa garante numa entrevista ao site do clube, que “há já uma grande química” no grupo, pelo que, quando a competição oficial arrancar, acredita que o seu grupo estará em “boas condições para lutar pelas vitórias”.

O técnico, que tem um longa história de sucesso ligada ao clube, não teve problemas, com é seu timbre, de assumir objectivos ambiciosos para a época, querendo mesmo lutar por um lugar na Proliga. Recorde-se que é já esta sexta-feira que o Esgueira/Oli tem o seu primeiro jogo oficial, recebendo, a partir das 18.30 horas, o FC Gaia, em jogo a contar para a Taça de Portugal.O que é que espera para a nova época, que está prestes a iniciar-se?Para esta época, desejo construir, com o leque de jogadores que disponho, uma equipa no verdadeiro sentido da palavra, coesa, em que o todo seja maior do que a soma das partes e que pratique um basquetebol agradável para quem for ver os nossos jogos. Os objetivos, no geral, são participar de uma forma competitiva e digna em todos as competições, dignificar o Clube, patrocinadores, sócios e todos nós (jogadores, treinadores, seccionistas e directores). Em termos competitivos, pretendemos o apuramento para o “play-off” do CNB1, lutar por um lugar que dê acesso à Proliga e ir o mais longe possível na Taça de Portugal.Considera que as expectativas estão muito altas depois de no último ano a subida à Proliga ter ficado a um pequeno passo?A época passada só não foi positiva por não termos subido de divisão. Relembro que, inicialmente, eram duas as equipas que subiam em cada zona, facto que foi conseguido pelo CPE ao eliminar o Vale de Cambra. Mas, mais tarde, foi decidido pela Federação que só subiria uma equipa… Fora isso, foi uma época muito boa. Mais uma vez foi um prazer treinar um grupo de jogadores de grande caráter e atitude.O que foi pedido à equipa pela Direção foi que esta dignificasse a grandeza deste Clube, dando sempre o seu melhor e seguindo aquela que é a tradição do Esgueira/Oli, que é lutar sempre arduamente pelas vitórias, respeitando todos os intervenientes no jogo.É claro que face ao que se fez na época passada, as expectativas poderão ser altas, no sentido de se conseguir mais e melhor.O plantel registou algumas saídas e entradas. Está satisfeito com o grupo reunido?Tivemos muitas mexidas no plantel. Foram muitos os jogadores que saíram por diferentes motivos: profissionais, abandono da modalidade ou mesmo por opção, para jogar noutros clubes. Este plantel foi o possível de arranjar, com a preocupação de recrutar atletas que já tivessem alguma identificação com o Clube, como são os casos do Mauro Santos e Daniel Félix. Houve, ainda, a preocupação de renovar a equipa e de lhe dar mais juventude, e, aí, promovemos alguns juniores, como é o caso de Ricardo Costa e de Djenaten Cuma, havendo ainda a registar a entrada de João Almeida, que veio da Sanjoanense. Por outro lado, também quisemos dar experiência à equipa e apostámos no João Carvalho e no Pedro Morgado, mas tudo isto sempre com a preocupação de integrar atletas que se identifiquem com a filosofia do Clube.Essa entrada de novos jogadores, com características diferentes, vão alterar a forma de jogar da equipa?Houve a preocupação de recrutar atletas que nos dessem condições de manter a nossa forma de jogar e o modelo de jogo que defendemos no Clube.A equipa tem feito vários jogos de treino e até já derrotou formações da Proliga. Está apta para o arranque da época?Os jogos de treino têm características muito especiais e o resultado é o menos importante. É verdade que temos equilibrado com equipas de divisões superiores, o que nos dá boas indicações para o futuro. A equipa está a preparar-se bem e estamos muito satisfeitos com a entrega e atitude de todos. Há já uma grande química neste grupo e quando a competição oficial iniciar estaremos em boas condições para lutar pelas vitórias.O primeiro jogo oficial será para a Taça de Portugal, frente ao Gaia. Até onde pode ir o Esgueira/Oli na competição?Em relação a este jogo, não temos informações sobre o Gaia. Apenas conhecemos a equipa da época anterior, que defrontámos por várias vezes e vencemos. Tudo iremos fazer para vencer e prosseguir na prova. Em relação à competição, vamos pensar, jogo a jogo, com a consciência de que sempre que avançarmos a tarefa será cada vez mais difícil e que o sorteio é determinante nesta prova.No “play-off” da última época, a equipa recebeu um apoio tremendo. Gostaria que o mesmo chegasse este ano mais cedo?É claro que jogar com o pavilhão cheio é motivante para todos os intervenientes no jogo. Gostaria que os nossos sócios e simpatizantes nos apoiassem desde o início… esta equipa merece. Temos um conjunto de jogadores, com grande carácter, que jogam apenas pelo prazer que o jogo lhes proporciona e pelo gosto que têm em fazer parte deste Clube.O campeonato irá ter, também, a particularidade de reunir os três clubes da cidade –Esgueira, Galitos e Beira-Mar –, o que irá ser muito interessante e certamente irá mobilizar muitas pessoas aos pavilhões, isto numa altura em que o basquetebol atravessa um período menos bom.


João Freitas em entrevista

Neste momento, a Direcção e o treinador da equipa estão profundamente envolvidos na preparação do plantel. Porém, o site oficial do CAB aproveitou uma pausa nesse trabalho para entrevistar o treinador João Freitas.

Fiel a si mesmo e ao seu estilo muito próprio, João Freitas falou abertamente sobre a época passada e os problemas que o grupo de trabalho teve de enfrentar. Falou também sobre o futuro, sobre as ambições da Equipa Masculina para a época que aí vem, sobre o Desporto Regional e sobre muito, muito mais. Deixamos aqui registada uma entrevista a não perder, pela qualidade do diálogo trocado e pela visão única que a mesma nos oferece sobre a forma de trabalhar e de ser do homem que lidera a equipa masculina madeirense. A época passada foi uma de muitas dificuldades para o CAB. De que forma é que condicionou o trabalho da equipa?Todos os factores que sejam fora da normalidade sempre condicionam o trabalho da equipa. Como gostamos de trabalhar de uma forma séria, planeada e com objectivos bem definidos, tudo o que se passou o ano passado e que culminou com a nossa desistência na meia-final teve reflexos muito negativos. Aquela que podia ter sido uma excelente época ficou manchada por todas as situações que tivemos que viver e ultrapassar. Mas o que ainda hoje mais sinto, foi não termos tido a oportunidade de receber uma ovação dos nossos adeptos e sair de cena de uma forma muito atribulada. Sinto que vivemos com os nossos apoiantes uma época muito positiva e ficou um adeus por dizer. Mesmo assim, apesar das dificuldades, a equipa teve uma das melhores prestações de sempre em termos qualificativos. Como explica esse feito?Temos um conjunto de jogadores, treinadores, uma directora, dois fisioterapeutas, dois treinadores que são preparadores físicos e uma Direcção que tudo fizeram para que, apesar das contrariedades, a época fosse vivida da forma digna que foi. Ano após ano, o CAB tem tido prestações extremamente competitivas, mesmo contra equipas que têm quatro ou cinco vezes o seu orçamento. Acha que o Clube tem recebido o reconhecimento e o respeito que merece por tudo o que tem feito?No quadro da conjuntura actual, é difícil responder a essa pergunta sem ferir sensibilidades. Acredito que todos os dirigentes de todos os Clubes e Associações fazem o melhor que podem e sempre se vão sentir menorizados. A minha opinião no entanto mantém-se há muito tempo. É necessário fazer escolhas e potencializar as equipas que, pelo seu passado e presente, possam ser a afirmação do projecto desportivo madeirense. Ficar nos quatro primeiros ou ir aos playoffs, deixa de fazer muito sentido quando andamos há muitos anos nestas andanças. Queremos ganhar e queremos que isso não seja esporádico. Para isso o apoio tem que ser canalizado e condicionado. Não é possível apoiar tudo e todos. Mas quero ressalvar que o que se gasta no desporto é uma ínfima parte do que se devia gastar. Penso que a culpa será nossa, de todos os agentes desportivos que não temos sabido ou não temos querido passar a mensagem. O desporto como a parte mais importante das vertentes do homem e da sociedade. A preservação da saúde, o respeito das regras de ética e responsabilidade, da superação constante, dos exemplos, da solidariedade, do trabalho em grupo. De entender que formação desportiva é formação cívica. É não ter tantos problemas de obesidade, é prevenir, é ajudar, é saber estar em grupo é, é, é … Isto tudo junto, em que outra actividade se consegue? É urgente que se passe esta mensagem, senão qualquer apoio ao desporto é motivo de criticas ignorantes de quem tem do desporto uma noção menor. Todas as grandes potências se afirmam pelo desporto. Porque é que nós, na Madeira, começando pela escola, passando pela formação nas escolas e clubes, não podemos ser um exemplo das políticas a seguir para que em todos os finais dos ciclos Olímpicos não se oiçam sempre as mesmas vozes a dizer que o sistema tem que mudar se queremos campeões? De que forma é que a época 2012-2013 está a ser preparada?Com muito cuidado e responsabilidade. No entanto sinto que ainda andamos sobre areias movediças. Quero muito acreditar que a situação vai melhorar. Quero muito acreditar que os responsáveis serão responsáveis. É melhor acabar de uma forma muito séria do que os projectos acabarem de forma desprestigiante. É necessário que a imagem construída ao longo de muitos anos se possa retomar e que o ano passado tenha sido só uma fase conturbada que saberemos ultrapassar. Mas temo muito pelo futuro. Quais são os principais objectivos da equipa para a época que se aproxima?Se conseguirmos assinar os jogadores que nos propomos, se tudo correr dentro da normalidade dentro e fora de campo, se forem respeitados os compromissos assumidos e se tantos mais ‘ses’ que não dominamos decorrerem dentro da normalidade, queremos a melhor classificação de sempre. É importante notar que, no quadro da actual conjuntura, é mais fácil conseguir bons jogadores por menos dinheiro. Há muita oferta e a procura é reduzida. O CAB é a equipa com mais jogadores na Selecção Nacional de Basquetebol, contribuindo com cinco jogadores para o grupo de trabalho. Esse facto orgulha-o?Estou eu muito orgulhoso, como o devem estar todos os que trabalharam para que tal acontecesse, dentro e fora do campo. É a prova que o CAB é um Clube que trabalha bem e no qual os jogadores sentem que têm espaço para evoluir e serem melhores do que foram quando chegaram cá. A desistência do FC Porto da Liga surpreende-o?Muito. Ainda por cima, porque já tinha muitos jogadores já assinados, o que faria a equipa outra vez muito competitiva. Mas penso que, além do que se diz por aí, esta desistência do Porto está muito mal contada. Os factores não foram de certeza só financeiros. Mas não entro em conjecturas e opiniões que são só as minhas. O afastamento voluntário dos ‘dragões’ significa que o CAB pode traçar metas mais ambiciosas em termos de qualificação final?Um lugar acima, ficamos com certeza. Só houve um ano em que o CAB se classificou à frente do Porto. Como já referi em cima a classificação final depende de muitos factores. Pela ambição, queremos ser primeiros. É possível falar de títulos no futuro próximo da Equipa Masculina?É. Mas, aí, voltaríamos aos ‘ses’. Vai iniciar mais um ano à frente da Equipa Masculina do CAB. Como explica a sua continuação na liderança da equipa, estando nós num país onde existe uma grande tendência de renovar muito frequentemente os treinadores e os técnicos?Essa pergunta tem que ser feita aos Presidentes da Direcção actual e anterior. Eles é que nos mantêm e que nos dispensam. Eu por mim quero crer que é pela competência, trabalho e liderança. Mas, acima de tudo, acredito que é pela muita honestidade que existe numa relação que sempre é aberta, de respeito e de traçar metas comuns.


“Vencer primeiro a si próprio”

O treinador encarnado espera que cada um dos seus atletas se supere a si próprio, pelo que o jogo do próximo Sábado, frente à Oliveirense, será certamente um bom teste às potencialidades dos jovens atletas do Benfica.

De que forma foi pensada a equipa “B” do Benfica?Equipa “B” do SL Benfica neste momento é praticamente a equipa Sub-20. Durante a época, esta equipa deve ser transformada na equipa onde vão jogar os jogadores com maior potencial do nosso clube. Há jogadores da equipa Sub-16 e Sub-18 que podem, num futuro próximo, também fazer parte desta equipa, mas primeiro têm ser autorizados pelos médicos do Centro da Medicina para fazer dupla subida de escalão, como também, eles próprios devem conseguir fazer uma boa integração na equipa, especialmente os jogadores que durante a semana fazem parte de CAR (Centro de Alto Rendimento) e assim treinam no clube só na Sexta-feira.Quais os principais objectivos de uma equipa B num clube como o Benfica?Para qualquer jogador de qualquer modalidade, o período crucial da sua formação desportiva é aquele em que ele tem de passar do escalão júnior para escalão sénior. É muito difícil para um jogador que está rotinado na intensidade e oposição que encontra nos campeonatos júnior ou sénior de escalão inferior, entrar e jogar na equipa e escalão principal, sem ter antes disso uma preparação ao nível muito parecido como da nossa Liga ou da competição internacional. Ainda mais difícil se torna isso quanto um jogador faz parte da equipa que se chama SL Benfica, onde por exemplo este ano há 7 jogadores ou ex-jogadores da nossa Selecção e, por exemplo, mais 3 jogadores naturais dos EUA que são dos melhores jogadores de sempre que alguma vez jogaram no Portugal (Heshimu, Gentry e Doliboa). Por isso, a nossa equipa B tem como objectivo proporcionar aos nossos jovens jogadores com potencial, diferente experiencia a um nível mais elevado de que até agora tiveram possibilidade de encontrar, para, posteriormente, podem estar mais bem preparados para substituir alguns jogadores que estão perto do fim da sua carreira. Também, gostava de aproveitar esta oportunidade, para dizer que todos eles não são só jogadores da Benfica, como também são ou eram os jogadores das Selecções Nacionais dos vários escalões, e que, no futuro, muitos deles vão certamente enriquecer o basquetebol português em geral, da mesma maneira como já alguns jogadores fazem, jogadores que já fizeram uma parte da sua formação nas equipas da Formação do Benfica.O campeonato da Proliga adequa-se aquilo que os jogadores mais jovens do clube necessitam para continuarem a evoluir?Acho que a parte mais importante da resposta a esta pergunta já se encontra na resposta dada à pergunta anterior, especialmente quanto se entende que o quadro competitivo do Campeonato Sub-20 não é o que podia ou devia ser. Por exemplo, a nossa equipa até meio de mês Janeiro vai fazer só 6 jogos, e, por exemplo, com o Barreirense ou Algés (que têm sido por norma nos últimos anos os maiores oponentes) só vai jogar em Fevereiro ou Março. Com equipas do norte de pais, só podemos fazer 2 jogos no início de mês Junho, caso fiquemos apurados para Fase Final de Campeonato Nacional Sub-20. Por outro lado, a nossa equipa Sub-20, nos últimos 4 anos, foi vencedor da fase regular de CNB1, e por tudo isso, nós recebemos com grande satisfação esta oportunidade que nos deu a FPB, que também reconheceu todas as vantagens que pode ter não só para os nossos jovens jogadores com potencial e nosso clube, como também para o basquetebol português em geral. Em termos competitivos foram definidas metas para a equipa?Os nossos objectivos enquanto competição em si são sempre os mesmos: CADA JOGADOR TEM DE VENCER PRIMEIRO A SI PROPRIO para depois poder comparar-se e competir com outros. Temos consciência que no início podemos ter algum período de adaptação para a nova competição, onde os resultados poderão ficar aquém dos resultados desejáveis. A nossa equipa sofreu muitas alterações em relação ao ano passado, e logo no início poderá fazer-se sentir a saída de alguns jogadores, como por exemplo, de João Paulo, André Calabote, Carlos Ferrerinho ou Thiago Tomassi, entre outros… De qualquer maneira, a camisola que já foi vestida por dezenas dos melhores jogadores portugueses e estrangeiros, emblema que todos nós hoje representamos e tendo em conta as condições de trabalho que a Direcção do Clube oferece para podemos projectar o futuro, sempre nos obriga a que no campo nunca possamos ser derrotados em atitude, humildade e sacrifício, que vão ser sempre as nossas principais características para poder aproveitar esta competição para ganhar maturidade, experiencia e aprender mais.Uma pequena antevisão ao Troféu António Pratas em que o Benfica “B” é um dos quatro semi-finalistas.A semana passada no jogo frente ao Terceira Basket, colocámos como o nosso objectivo (além dos cima mencionados) a possibilidade de, com a vitória, podermos ter mais um jogo competitivo. Acertámos “em cheio” porque no próximo Sábado os nossos jogadores vão ter oportunidade de enfrentar um dos melhores pares de bases em Portugal (Reveles e João Abreu) e, sem dúvida, um dos melhores postes da última década, Nuno Cortez. Conhecemos também muito bem, já do tempo das várias Fases Finais de escalões jovens, a qualidade do Renato e do André Pereira. Por outro lado, o meu colega Sérgio Salvador e o público de Oliveira de Azeméis, que com certeza via encher o pavilhão (porque é um publico que gosta do basquetebol), vão tentar aproveitar esta organização do evento, para se apurar e participar no jogo da final. Mas, como tive oportunidade de dizer anteriormente, com todo o respeito pelo Oliverense, nós, nesta fase de preparação, temos obrigação de apenas nos preocuparmos com nós próprios e respeitar a possibilidade que nos foi dada e que merecemos e procurarmos ser protagonistas junto de adversário de qualidade pelo que espero um belo jogo de basquetebol.


«Sigo no clube do meu coração»

Uma opção pensada, embora envolta de contradições, mas o corpo acabou por falar mais alto. Prepara-se, agora, para iniciar a carreira de treinador (como adjunto) na Ovarense, o seu clube de sempre e onde é uma referência.

A decisão de abandonar uma carreira de jogador nunca é fácil, mas Nuno Manarte assume que já pensava nela há algum tempo. “Era uma possibilidade que me assombrava há já algum tempo, devido aos meus problemas físicos. Após o meu ultimo jogo nos Açores, senti que esse momento poderia ter sido o ponto final! Mas esta decisão foi tudo menos pacífica como podem imaginar. Se o meu lado racional apontava nessa direção, o meu lado emocional queria acreditar que era possível continuar. Mas hoje sei que assim foi melhor para todos! Até porque após ter feito a parte curricular do curso de grau II de treinador, precisava de estagiar numa equipa, e a Ovarense proporcionou-me esse privilégio.”O convite para integrar a equipa técnica da Ovarense “surgiu de uma forma natural, era comum o desejo de eu continuar ligado ao jogo e ao meu Clube”, onde foi sempre uma referência.Seguir a carreira de treinador foi sempre desejo do antigo base da equipa de Ovar, “até porque a sua formação é essencialmente desportiva”. Embora reconheça que não contava que acontecesse “desta forma tão prematura e tão meteórica.”O facto de continuar ligado à competição no papel de treinador,no seu clube de sempre, está a ajudar ser fundamental para que consiga a ultrapassar o fim do precursor como jogador. “Esta transição é menos dolorosa desta forma, até porque continuo ligado ao Clube do meu coração, na minha modalidade de eleição. Além disso e não menos importante, trabalho com quem me identifico e gosto de ter prazer no que faço!”Exímio na arte de passar, exemplar na forma como defendia, um símbolo dentro do clube, Manarte acredita que pode ajudar os agora jogadores da Ovarense. “Através das minhas vivências ou experiência, pois ainda tenho bem fresco na minha memória o que precisa o jogador e qual a melhor forma de chegar até ele!”Apesar da quase nula experiência de treinador, os anos de competição dão-lhe conhecimentos suficientes para poder avaliar o atual plantel da Ovarense, bem como até onde poderá chegar durante esta temporada. “É um plantel muito jovem, mas com potencial quer humano quer desportivo, mas também por isso muito imprevisível! Iremos até aonde nos levar a nossa vontade de trabalhar, de aprender, de melhorar e de lutar sempre acreditando no que temos e no que fazemos.”


14º Encontro de Gerações

Augusto Correia. As 9 equipas do Olivais
apresentaram-se ao público, assim como os diferentes escalões de
Minibasquete que fizeram uma atividade aberta a amigos com a
colaboração dos atletas seniores masculinos e femininos.

O Olivais tem todos os escalões femininos e masculinos desde oBabyBasket até seniores, havendo inclusive uma tentativa de dinamizaruma equipa de veteranos (e no passado apoiámos um projeto debasquetebol em cadeira de rodas).As 9 equipas realizaram jogos diversos contra outras formações, tendoas seniores femininas integrado a sua apresentação na disputa da 1ªfase da Taça Vitor Hugo com as equipas do Vagos e do CAB Madeira.Neste momento o Olivais conta já 201 atletas apesar de vários planteisainda não estarem fechados e ainda haver dificuldades em encontrarespaços de treino para tantos atletas (além do PavilhãoMultidesportos Dr Mário Mexia e do Pavilhão Eng. Augusto Correiatreinamos ainda em mais 3 Pavilhões escolares).As equipas de competição jogaram contra os seguintes clubes:Seniores Masculinos: CarnideSeniores/Sub-20 Masculinos: LousanenseSub-19 Femininos: Illiabum ClubeSub-18 Masculinos: Os PimpõesSub-16 femininos: NDA PombalSub-16 Masculinos: SangalhosSub-14 Masculinos: SampaenseOs treinadores das equipas de competição do Olivais nesta nova épocasão os seguintes:Seniores Femininos: Paulo SilvaSeniores Masculinos: Augusto Cavaleiro, Miguel TraqueiaSeniores/Sub-20 Masculinos: Miguel Traqueia, Carlos MarquesSub-19 Femininos: Gonçalo Simões, Luís NetoSub-18 Masculinos: Tiago Sá, Tiago NevesSub-16 Femininos: Luís NetoSub-16 Masculinos: Miguel CunhaSub-14 Femininos: Leonor Silva, Adriana BaptistaSub-14 Masculinos: Paulo Cordeiro, Miguel ÂngeloOs dados completos podem ser encontrados aqui:http://www.olivaiscoimbra.blogspot.pt/A Direção do Olivais está muito satisfeita com o decorrer do 14ºEncontro de Gerações que mostra a vitalidade de uma instituição como oOlivais FC Coimbra que já ultrapassou 75 anos e se continua a pautarcomo um clube de Minibasquete, Formação e Competição de alto nível,sendo o único clube do distrito com todos os escalões de competiçãomasculinos e femininos.Note-se que, sendo a principal atividade do Olivais o basquetebol essanão é a única atividade existente, tendo o Olivais organizado nopassado dia 23 de setembro o 2º Grande Convívio de Pesca da FamíliaOlivanense com a participação de mais de 100 associados e familiares.A situação financeira não é nada fácil mas continuamos a contar com oapoio de muita gente, a começar pela Câmara Municipal de Coimbra epela Junta de Freguesia de Santo António dos Olivais. Contudo, talapoio não é suficiente para as muitas necessidades, desde a manutençãode um Pavilhão já com uma idade considerável até às deslocações para 9campeonatos distritais, regionais e nacionais assim como paranumerosos convívios de Minibasquete, passando pela necessidade detreinar em 5 Pavilhões distintos e pela constante degradação domaterial de treino.Os Pais dos atletas são inexcedíveis no seu apoio mas a atual situaçãode crise económica limita em muito as possibilidades de atuação.Apesar disso devem esperar-se futuramente algumas novidades nasatividades do Olivais na área do basquetebol e não só.


José Araújo: «Continuar no topo»

Nas vésperas do arranque da temporada, com a disputa do troféu Vítor Hugo, José Araújo conta-nos o que se pode esperar do Algés.

É costume dizer-se que é mais difícil permanecer no topo do que lá chegar. Será esse o desafio do Algés para esta nova temporada?Concordo plenamente com essa afirmação. Este é claramente o grande desafio para o Algés esta época. Continuar a ser uma equipa muito competitiva e tentar estar nos vários momentos de decisão das várias competições em que vamos participar. Acha que a saída de várias jogadoras experientes poderá ter consequências, principalmente nos jogos equilibrados ou de maior responsabilidade?Jogadoras experientes são sempre uma mais valia nesses momentos, é muito claro. Jogadoras como a Sara Filipe, Joana Fogaça, Susan Foreid e mesmo a “jovem” Sofia Silva foram decisivas na ultima época e muito do que se conquistou foi sem duvida nenhuma graças ao seu trabalho e á sua experiência. Mas esta é outra equipa, a ser pensada e construída para o futuro do Algés, com o objetivo de podermos aspirar a continuar no topo. De qualquer forma podemos contar com a Ana Oliveira e a Catarina Coelho para ajudar as mais jovens nesses momentos. Com as alterações que o plantel sofreu, sentiu necessidade de alterar o modelo de jogo que tanto sucesso teve na última época?Os modelos de jogo são sempre escolhidos para tirar o melhor rendimento das atletas. Temos uma filosofia e conceitos que fazem parte do modelo de jogo que queremos para o clube, para a equipa sénior e para as equipas de formação. O nosso trabalho é encontrar as melhores soluções para as jogadoras que temos, sempre foi assim a nossa forma de trabalho. Obviamente este ano iremos fazer alterações para que esta equipa possa competir ao seu máximo nível. O jogo interior deixou de ser uma vantagem na equipa do Algés?Não posso pôr o problema dessa forma. A realidade é que vamos ter menos soluções para o jogo interior. Se será uma menor vantagem ainda é muito cedo para ter uma opinião clara e consciente formada. A equipa está preparada para discutir o primeiro troféu da época?A Taça Vitor Hugo é realmente o primeiro troféu da época. Desde que foi criada, e acho uma competição muito importante, continuo a encará-la da mesma forma. É um excelente torneio de pré-temporada, permite rodar as equipas e fazer uma análise do nosso trabalho num ambiente de competição. Para mim é um momento ótimo para aferir aquilo que já fazemos com alguma qualidade e o que temos que melhorar. A equipa está preparada para fazer o que tem treinado até agora e para tentar ser competitiva. Temos ambição e queremos ganhar, mas mais importante é realmente o que estamos a construir para o nosso futuro. Na sua opinião, o campeonato irá ser muito diferente da época passada?Neste momento não consigo ter uma opinião formada. Acho provável que possa acontecer algo semelhante á época passada, seis equipas com mais hipóteses de discutir as várias provas. Mas ainda não vi as equipas e não posso ter uma ideia real do seu valor.


FIBA Europe Get-Together

O evento terá lugar na cidade de Braga, nos dias 6 e 7 de Outubro e contará com a presença de vários treinadores estrangeiros e nacionais que também participarão no Clinic, no dia 6.

Como prelectores estrangeiros, surge o nome de José Maria Buceta (psicólogo na área do Desporto e treinador) que trará os aspectos psicológicos do treino em sub-14 e apresentará a visão do treinador de sub-14 como líder de grupo. Por outro lado, António Carrillo (treinador de formação em Espanha) falará sobre o 1×1 em principiantes e também a coordenação e desenvolvimento dos sentidos.Por sua vez, o Director Técnico do Comité Nacional de Minibasquete, San Payo Araújo, apresentará as 5 regras de ouro para o ensino do jogo. Teremos ainda a apresentação de uma abordagem metodológica de como recrutar talentos, pelo Seleccionador Nacional de Sub-16 masculinos, professor Rui Alves.A ENB informa que as inscrições no Clinic poderão ser feitas no local, com a apresentação da ficha de inscrição em anexo na notícia ou para catiamota@fpb.pt (mais informações na ficha).


ANTB na estrada no Juncal

Cerca de 50 treinadores enriqueceram o seu conhecimento sobre o jogo, desfrutando de duas intervenções de inegável qualidade.

Tam Ling, desenvolveu conceitos defensivos com base na ideia de construção da agressividade defensiva enquanto estratégia prioritária na formação.Por outro lado Ricardo Vasconcelos abordou conceitos para a construção do ataque de posição nos escalões de formação.Desta forma foi possível trocar ideias, partilhar convicções e despertar consciências para a necessidade de, mesmo com menos recursos, desenvolver trabalho de qualidade com equipas de formação.Esta acção contou ainda com uma intervenção do Presidente da ANTB – Miguel Pereira – no sentido de mostrar as ideias fundamentais que sustentam o trabalho da ANTB na defesa dos interesses dos treinadores. Um agradecimento à ANTB, à sua Direção e aos dois preletores pelo seu contributo para a melhoria dos treinadores da ABLeiria. Agradecer ainda o apoio do corpo técnico do IEJOTA, sempre sensível a estas questões que possibilitam formar bons jogadores, e que mais uma vez desenvolveu esforços para que fosse possível oferecer excelentes condições para a realização desta ação de formação contínua.A todos os treinadores presentes o nosso obrigado e votos de que a época desportiva que agora arranca, possa trazer novas coisas, sucesso e se possível maior cooperação entre treinadores para a melhoria da nossa modalidade.


«Grupo cheio de ambição»

O objetivo é a permanência no maior escalão nacional. “Trata-se de um grupo com talento, sem estrelas, com um grande espírito coletivo, com uma atitude gratificante e com sede de aprender conteúdos novos”, considera.

Depois de tantos anos a treinar, e com sucesso, formação, o que o levou a aceitar o comando de uma equipa sénior?Durante estes anos de treinador tenho trabalhado com equipas de formação e equipas seniores. Nunca me vi unicamente como um treinador de formação ou só como treinador de equipas seniores, pois sou técnico há 28 anos e gosto de ir alternando entre o trabalho com seniores e o trabalhar com os mais jovens, para poder sempre estar motivado no desafio em que estou inserido. O que o atraiu neste projeto do Sampaense?O que o atraiu neste projeto do Sampaense?Foi poder escolher o grupo de trabalho mediante o nosso orçamento. As condições que temos para trabalhar são bastante boas. A forma honesta e correta como foi feita a proposta pelo presidente Pedro Veloso. Ter uma equipa completa a trabalhar junta o dia inteiro, permitindo um nível de trabalho mais equilibrado.O plantel é praticamente todo novo. Embora ainda seja muito cedo,como descreveria o grupo que treina, bem como a forma como ele se deve comportar dentro de campo?Descrevo esta equipa como um grupo cheio de ambição, com talento, sem estrelas, com um grande espírito coletivo, com uma atitude gratificante e com uma grande sede de aprender conteúdos novos. Esta equipa vai ter de lutar muito em todos os treinos e jogos para poder ser um grupo bastante competitivo, só dessa forma vale a pena todo o esforço que temos feito.O Sampaense parte com objetivos definidos para esta temporada?O objetivo do Sampaense é a manutenção. Se conseguirmos chegar mais longe melhor para todos. Para finalizar quero expressar um agradecimento especial para a forma como esta equipa tem sido acompanhada pelos dirigentes e pelas pessoas de S. Paio de Gramaços.


“Aferir mais sobre as nossas capacidades”

Depois do 1º Torneio Internacional de Basquetebol, os encarnados prosseguem com a sua preparação, em Espanha, com dois jogos frente ao Cáceres (LEB Ouro) e o Ávila (LEB Prata), onde alinha o internacional Jonah Callenbach. À Benfica TV, Carlos Lisboa explicou a razão deste duplo embate, bem como os objetivos por ele definidos para estes dois jogos frente a clubes espanhóis.

“A pré-época foi programada desta forma. No passado fim-de-semana tivemos dois jogos e dentro do plano de preparação vamos ter mais dois em Espanha para continuar a nossa pré-época. Este fim-de-semana queremos aferir algo mais sobre as nossas capacidades”, esclareceu. O treinador aproveitou ainda para acrescentar mais pormenores sobre este duplo embate: “Vamos jogar frente ao Cáceres no sábado, na sexta-feira defrontamos o Ávila. Os dois jogos serão em Cáceres e serão importantes para o trabalho que temos vindo a realizar.” O técnico definiu os objetivos para estes dois encontros de caráter particular. “O objectivo destes jogos é ganhar e queremos conseguir aplicar a nossa filosofia em termos ofensivos e defensivos”, revelou.


Taça Vítor Hugo

Os jogos decorrerão em Coimbra, e a formação madeirense está inserida no mesmo grupo que os conjuntos do Olivais e do Vagos. Paulo Freitas é o novo responsável pela equipa, e em declarações ao site do clube o treinador não esconde que quer aproveitar estes jogos para competir, bem como dar minutos de jogo às jogadoras mais jovens, para quem esta prova é uma boa oportunidade para mostrarem que estão comprometidas com o clube.

Em declarações ao Site Oficial do CAB, Paulo Freitas fez a antevisão dos dois jogos, ressalvando que, “Os jogos que efectuaremos nesta competição vêm colmatar uma das maiores lacunas que a equipa apresenta neste período, que é a falta de jogos de preparação. Por isso, iremos aproveitar ao máximo para fazer as experiências que acharmos mais pertinentes, relegando o resultado final para um patamar não tão importante. Acima de tudo, pretendemos testar os sistemas até agora apresentados, utilizando o maior número de atletas possível nas mais diversas situações.”Segundo o líder da equipa madeirense, “Para as atletas que vão jogar pela primeira vez contra equipas da liga feminina, será uma óptima oportunidade para demonstrarem até que ponto estão comprometidas com a equipa, pois a minha confiança nessas é neste momento ilimitada. Como estamos enquadrados no grupo mais difícil e equilibrado desta competição, as partidas também darão indicações importantes sobre o nosso posicionamento na presente edição da Liga Feminina.”


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Legenda

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Miguel Maria

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