Artigos da Federaçãooo
“Objetivo é vencer”
Heshimu Evans em entrevista à Benfica TV e confessou esperar um bom resultado e lembrou que a equipa “encarnada” está a atravessar um bom momento. Já o treinador adjunto Nuno Ferreira na antevisão que fez ao encontro, afirmou que será um jogo difícil diante de um adversário moralizado, mas que o Benfica está focado no seu objetivo que é a vitória.
“Esperamos um bom jogo. A Ovarense é uma equipa difícil mas esperamos um bom resultado e vamos trabalhar para isso. A equipa está num bom momento, estamos a trabalhar arduamente para melhorar o nosso jogo e, na minha opinião, acho que estamos bem”, concluiu Evans.“Esperamos um jogo difícil, em que temos que estar concentrados do primeiro ao último minuto, porque a Ovarense vale pelo seu todo, pelo trabalho coletivo que faz durante o jogo e pela experiência dos seus jogadores. Foi uma equipa que na primeira volta nos criou algumas dificuldades, mas estamos focados no objetivo que temos que é a vitória”, afirmou Nuno Ferreira
Moncho López: “Os atletas do FC Porto têm atitude guerreira”
Apesar de alguns problemas físicos que a equipa tem, o técnico portista trabalha diariamente para que o grupo se aproxime cada vez mais da perfeição. Mais do que os destaques individuais, Moncho procura o êxito do coletivo, um objetivo que nem sempre tem o mediatismo desejável. Sobre o Vitória de Guimarães, próximo adversário dos dragões, o treinador dos azuis e brancos não tem dúvidas que os minhotos vão querer vencer o jogo.
Tem um final de campeonato com quatro jogos em casa, mas frente a adversários complicados (Vitória de Guimarães, Benfica, CAB Madeira e Barreirense). Como antevê esta fase da temporada?Vai ser uma parte final de liga interessante. O facto de termos jogos em casa é muito importante, visto que aumenta as nossas hipóteses de vitória e nos dá ainda mais confiança. Há muito tempo que demonstramos solidez, consistência, mas jogar no Dragão Caixa é sempre mais agradável. Contudo, temos a noção de que vamos defrontar adversários muito complicados, que também andam à procura de um bom posicionamento na tabela classificativa.Dificilmente o calendário do FC Porto poderia ser mais complicado, não? O Benfica, perseguidor direto, defronta Ovarense, Terceira Basket e Lusitânia…Depois de uma fase regular em que todos jogamos contra todos, a primeira posição tem algum valor, mas só é realmente válida e valorizada quando acabam todos os jogos. Nós não nos sentimos primeiros porque neste momento ocupamos o topo da tabela, só nos sentiremos primeiros se mantivermos essa posição no final da última jornada. Eu não olho para o calendário das outras equipas.Os jogadores estão preparados para esta fase tão exigente? Adversários difíceis, ritmos de jogo altíssimos, pouco tempo de descanso…Há pouco tempo de descanso, é um facto. Ainda agora tivemos a deslocação a Angola, onde estivemos muito, muito bem. Fomos muito bem tratados. Gostámos da experiência, mas dela resultou mais cansaço. Acusámos muito o desgaste desses jogos e ainda estamos em fase de recuperação. Há atletas que trouxeram de Angola pequenas mazelas, fruto do torneio, da sequência de jogos…Preocupações extra, portanto…Eu tenho uma sensação permanente, diária, e às vezes até tenho alguma dificuldade em lidar com ela, que é: parece-me que a minha equipa nunca está a 100%, nunca joga a 100%. Não falo só em termos físicos, desportivos, quero referir-me ao potencial, às capacidades que estes jogadores têm de ser melhores a cada dia que passa. A cada semana que passa podemos acrescentar um conceito tático, podemos melhorar fisicamente, etc. Felizmente, uma equipa de basquetebol é como um ser vivo, suscetível de continuar a crescer e a melhorar. É isso que transmito aos meus atletas.E tem-se visto a equipa a melhorar jogo após jogo.Muitas vezes chegamos às provas, como vai acontecer agora, com a sensação de que poderíamos estar ainda melhor. Mas os atletas do FC Porto têm uma coisa muito boa, que é a vontade, a atitude guerreira, o sentido de compromisso. Isso ajuda a que o pouco que falta para se chegar ao ótimo se consiga atingir, seja possível de atingir.Que análise faz ao Vitória de Guimarães, o próximo adversário?O jogo com o Vitória de Guimarães vai ser muito complicado. O clube atravessou um período de muitos problemas, com muitas dificuldades financeiras e de outro género, que também não posso especificar porque desconheço os reais motivos. O certo é que saíram vários jogadores, o plantel mudou bastante, e tudo isso preocupa-me. Eu tive essa experiência em Espanha, em mais do que umaocasião, infelizmente. É uma experiência que não desejo a ninguém, mas que quase sempre acaba por motivar maior rendimento.Considera que os jogadores se focam mais na partida, no jogo em si, para esquecer essas dificuldades?Sim, a equipa acaba por ultrapassar essas dificuldades, unindo-se mais, concentrando-se mais. Os jogadores entram num estado de alerta, de tensão, e ficam sem pressão, o que os faz crescer nos jogos contra as equipas ditas, na teoria, mais fortes, superiores. Isso transforma o Vitória numa equipa perigosa. Na realidade, os jogadores do Vitória têm muita experiência, têm talento, qualidade. De certeza que não vão chegar cá e entregar o jogo. Estou convencido de que vão entrar para tentar ganhar.Terminar a fase regular com vantagem pontual tranquiliza? Tira pressão ao trabalho diário?Dá muita motivação. Se acabarmos a fase regular do campeonato em primeiro, na prática isso traduz-se em vantagem por jogar em casa. Isso é o mais importante. Mas ficar em primeiro é um objetivo que, por si só, dá motivação, claro. É sempre bom ficar no topo. Mas há uma coisa que quero dizer e vou aproveitar esta oportunidade: a nossa equipa não é uma equipa que distinga todos os fins-de-semana um MVP. O melhor jogador de cada jornada quase nunca é um jogador do FC Porto. Mas, se depois pegares nas estatísticas… é assombrosa a quantidade de itens liderados e dominados pelos jogadores do FC Porto. Se calhar, conseguir o primeiro lugar na classificação pode ser a demonstração perfeita, para o exterior, dessas capacidades, dessa competência. Muitas vezes os focos iluminam somente os MVP, caem sobre eles, são eles os mais destacados nos jornais, mas isso acontece regularmente com equipas que levam seis ou sete derrotas consecutivas… Posso estar enganado, mas parece-me que os jogadores de que os jornais mais têm falado como MVP estão nas equipas que ocupam da terceira ou quarta posição para baixo. Sermos primeiros é, entre nós, mais importante, é uma demostração de coletivismo. E eu quero um FC Porto coletivo.Nota-se alguma tristeza nessas suas palavras. Parece-lhe que há falta de consideração pela sua equipa, pelo seu trabalho?Estamos habituados. Na realidade, se formos a ver os jornais das últimas semanas, temos páginas inteiras de basquetebol sem qualquer palavra de destaque para os campeões nacionais. Eu fico feliz se houver uma página inteira sobre basquetebol nos jornais, é isso que desejo, mas é realmente estranho não haver referências ao FC Porto. Quando a minha equipa ganha com resultados expressivos é porque o adversário esteve mal, quando a minha equipa tem a melhor defesa do campeonato não se destaca o feito, etc, etc. Isso é algo a que já estamos habituados e que também nos dá motivação extra, que nos alimenta ainda mais a vontade de vencer, mas é injusto para todos os profissionais do FC Porto Ferpinta
Rui Gomes: «Não somos um adversário fácil»
Por isso, o próximo encontro, com o Eléctrico, assume importância primordial e Rui Gomes já definiu os pontos que os seus pupilos precisam apurar neste jogo…
Se lhe pedisse para fazer um balanço do campeonato realizado até esta data pelo Guifões, como o descreveria?No início do ano todos na equipa sentimos que, apesar de termos um dos orçamentos mais baixos da Proliga, iríamos competir com todas as equipas. Começámos a época bem, com duas vitórias e o apuramento para a 2ª fase do Torneio António Pratas, nessa fase sentimos que para nos ganharem era preciso lutar muito e, apesar de alguns problemas de lesões, umas mais graves, dois jogadores provavelmente não voltam a jogar esta época, outras menos graves, que nos retiraram alguma capacidade, mostrámos que poderíamos incomodar qualquer adversário. O surgimento de outros pequenos problemas, típicos de uma equipa sem jogadores profissionais, o aparecimento de mais algumas lesões, que provocaram ainda mais ausências num grande conjunto de jogos, levou a que surgissem mais algumas derrotas que nos trouxeram à posição em que estamos hoje. No entanto temos conseguido competir na maior partes dos jogos e podemos afirmar que não somos um adversário fácil para ninguém. Já vencemos até agora pelo menos uma vez seis das equipas que participam na prova, Maia e Desp. Póvoa, para o António Pratas; Gaeirense, Física, Eléctrico e Sangalhos, na fase regular da Proliga. Sentimos que apesar de todas as vicissitudes que atravessámos, poderíamos ter vencido mais dois ou três jogos. Em suma, esperávamos um pouco mais, em virtude das sensações que a equipa transmitia no início, mas sabemos que ainda podemos atingir um patamar acima. Acha que a derrota sofrida em casa frente ao CD Póvoa, durante a primeira volta, marcou negativamente a equipa?Foi um jogo em que não estivemos bem, no entanto, não sinto que exista uma marca negativa a partir daí. Apesar de os últimos resultados não serem os esperados, o Guifões tem estado ao seu melhor nível?Não. Não temos estado consistentemente ao nível que todos achámos que podemos atingir. Desde o jogo com o AngraBasket, no qual voltamos a apresentar-nos a um bom nível, temos feito jogos de altos e baixos. Com a exceção do jogo em Algés, em que não conseguimos superar-nos, algo que tem de estar sempre na nossa mente, temos tido bons momentos, mas intercalados com outros menos bons.Todos temos conseguido, em determinados momentos, estar a um excelente nível, mas não temos tido a consistência para manter esse nível de excelência durante os quarenta minutos dos diferentes jogos. Concorda que o próximo jogo frente ao Eléctrico, obviamente que serão todos até ao final da fase regular, é do tudo ao nada para continuar a sonhar com o playoff?Obviamente que sim e obviamente que daremos tudo para continuar a perseguir esse apuramento, a que todos aspirávamos desde o início da época. Onde a equipa terá que melhorar caso queira vencer na próxima jornada?Consistência no trabalho diário e posse de bola. Não cometer erros infantis, melhorar os níveis de concentração em todos os momentos, focar-se no que há a fazer no momento, em vez de estarmos a pensar na(s) posse(s) de bola anterior(es). Basicamente temos de cometer menos erros, defensivos e ofensivos, não forçados.Defensivamente temos de ser mais intensos e disciplinados, não dando cesto fáceis ao adversário, ofensivamente, temos de ser mais disciplinados, sem bola, para, dessa forma, permitirmos, que quem tem a bola seja ainda mais criativo.Acreditar piamente na nossa capacidade.Temos todos de dar um passo em frente, aumentando os níveis de superação, física e mental, procurar mostrar dentro do campo, a vontade que efetivamente todos dizemos que temos, de ir ao playoff.Por último, continuar a demonstrar o carácter, que nos permitiu, lutar contra todas as adversidades surgidas ao longo desta época, em que apesar de tudo, chegamos a este momento com a possibilidade de estarmos entre os melhores.
A primeira de quatro finais
Para treinador e capitão, que ainda aspiram alcançar o 6º lugar na fase regular da Liga Portuguesa de Basquetebol, e que até final do campeonato têm quatro jogos em casa, esta é considerada a primeira das quatro finais.
A Académica que ocupa o 9º posto (18 jogos e 7 vitórias), vem de uma derrota fora de portas, frente ao Benfica por 90-70, recebe o Lusitânia (com quem já perdeu os dois jogos disputados esta época), atual 6º classificado (17 jogos e 9 vitórias) que no último jogo, em casa, foi surpreendido pelo Barreirense (66-75). Para o treinador da Académica, Orlando Simões, que afirmou “A derrota com o Benfica expressa no resultado final uma diferença pontual que não corresponde à capacidade competitiva da nossa equipa durante várias partes do jogo, nomeadamente até 3 minutos do final da 1ªparte.No entanto o valor do adversário e alguma oscilação ofensiva e defensiva nossa em alguns momentos do jogo foi-nos fatal na discussão da vitória final e um Benfica com maior capacidade de rotação de jogadores matou o jogo no final da 1ªparte.” Sobre o que falta jogar, diz o técnico da Académica “Os quatro jogos em Coimbra que nos faltam realizar serão encarados como verdadeiras finais que nos poderão colocar numa boa posição para disputar os playoffs e será com essa responsabilidade que os iremos abordar. Sabendo que o jogo com o Lusitânia será um jogo com objetivos duplos, ganhar e anular 4 pontos de diferença do jogo da 1ªvolta, apelamos ao apoio do público para este jogo e seguintes, prometendo todo o esforço, dedicação e concentração necessários para esta altura crucial da época.” Para o capitão e internacional Fernando Sousa, “Esta derrota com o Benfica não vai comprometer os nossos objetivos nem afetar a nossa motivação. Foi um jogo muito duro, em que a componente física foi determinante no desfecho da partida. No primeiro período, conseguimos equilibrar bem o jogo, no entanto nos últimos minutos da primeira parte deixamos que o nosso adversário chegasse a uma vantagem de 10 pontos, e na segunda parte o Benfica teve o mérito de gerir a vantagem conquistada. De qualquer forma a equipa demonstrou uma boa atitude e um excelente espírito de sacrifício”. Sobre o próximo jogo, afirma “É muito bom voltar a jogar em casa perante o nosso público, já passaram quase dois meses desde o último jogo em Coimbra. Temos os últimos 4 jogos da fase regular em casa e vão ser determinantes para as nossas ambições. O jogo com o Lusitânia será a primeira final. Se queremos chegar ao 6º lugar, temos obrigatoriamente de vencer a equipa açoriana. O Lusitânia já nos venceu por duas ocasiões nesta temporada (para o Troféu António Pratas e para a Liga), sabemos do valor dos seus atletas, mas vamos preparar o jogo da melhor forma para anular os seus pontos fortes. Será, de certeza, um jogo muito equilibrado”.O capitão da Académica deixou a seguinte mensagem para os sócios e simpatizantes “Esta época tem sido muito atípica, com um calendário irregular, no entanto gostava de apelar a todos os nossos sócios e simpatizantes para comparecerem no Pavilhão Multidesportos Dr. Mário Mexia no próximo domingo, o vosso apoio é fundamental para conquistarmos a vitória”Para isso o apoio do público é fundamental, pelo que o clube espera muita gente a apoiar os estudantes.
Sérgio Salvador: «Um novo rumo na minha carreira»
O treinador está satisfeito com o que encontrou no clube de Oliveira de Azeméis, onde não deixa de sonhar com uma presença no playoff. Mas, para já, o mais importanteé derrotar o Illiabum já este fim-de-semana…
O que o seduziu para aceitar o projeto Oliveirense?Foram vários os motivos que me levaram a aceitar este projeto, começando pela necessidade de dar um novo rumo na minha carreira, depois de um longo tempo no mesmo clube. Tempo demais talvez. Foi-me oferecido um cargo que me satisfaz muito, onde a envolvência, a qualidade e a vontade de fazer tudo bem feito é grande, mesmo sabendo de todas as dificuldades que nos esperam.Como descreveria o grupo de trabalho que foi encontrar em Oliveira de Azeméis?Venho encontrar um grupo, como já disse acima, com qualidade, com carências e virtudes, como qualquer equipa, mas onde se nota uma grande vontade de evoluir. Formado por um misto de experiencia e juventude, todos com a mesma entrega e comprometimento, no sentido de dar seguimento ao bom trabalho começado pelo Prof. João Costeira e Prof. Carlos Abreu.Concorda que é enorme o equilíbrio que existe esta temporada no campeonato da Proliga?A Proliga tem tido nos últimos anos sempre campeonatos competitivos, mas penso que esse ano é dos mais equilibrados. As equipas são boas, o fator casa conta muito, o último pode ganhar ao primeiro, etc…Por isso acho que vamos ter um playoff muito interessante, com as equipas que lá chegarem a poderem causar surpresas.Já definiu as metas para a Oliveirense até final da temporada?Temos trabalhado jogo-a-jogo, porque a situação da equipa a algumas semanas era difícil, agora um pouco mais desafogado. O nosso objetivo é sempre ganhar o próximo jogo, para no final fazermos as contas e ver qual é o nosso posicionamento na tabela classificativa. Estamos no bom caminho para alcançar um lugar na 2ª fase do campeonato, mas ainda faltam muitos jogos e precisamos estar atentos.Quais os aspetos que julga serem essenciais a Oliveirense melhorar de modo a poder vir a ser ainda mais competitiva?A Oliveirense é uma equipa competitiva, talvez tenha faltado um bocado de sorte em alguns jogos, mas os jogadores gostam e querem competir. Mas penso que não é só a Oliveirense, as equipas em geral jogam muito o jogo pelo jogo, e às vezes é preciso pensar e jogar mais seguro do que se faz. Por isso trabalhamos muito durante a semana para melhorarmos em todos os aspetos do jogo.Uma vitória na próxima jornada frente ao Illiabum seria um impulso muito importante para chegar ao playoff?O Illiabum é a equipa que vai em 2º lugar na competição, é uma equipa forte, mas nós jogamos em casa, com o apoio dos nossos adeptos que são muitos, e a quem apelo desde aqui para que ajude a equipa a alcançar um resultado positivo. Algo que nos deixaria em boas condições no campeonato, embora nada fosse definitivo.
Cursos de Treinadores ENB/FPB
Após um período de reformulação curricular desencadeado em função do PNFT, anuncia-se a realização de três cursos de treinadores – um curso de grau I, um curso de grau II e um curso de grau III. Consulte as datas das fases curriculares, no PDF associado a esta notícia – ver detalhes.
Muito em breve publicaremos o regulamento dos cursos e do estágio.As inscrições serão iniciadas logo após a publicação do regulamento, em comunicado federativo.Para mais informações todos os treinadores interessados deverão entrar em contato com os serviços da ENB.Telefones: 218815821 e 218815822 ou email: catiamota@fpb.pt
“Estamos a trabalhar para vencer”
Em declarações à Benfica TV, o técnico Carlos Lisboa afirmou que não existem jogos iguais e que os jogadores estão a trabalhar para conquistar a vitória. Como é seu hábito o treinador pede empenho total aos seus jogadores, e acredita que com o apoio dos benfiquistas o Benfica irá conquistar mais uma vitória.
“Os jogos são sempre diferentes, mas estamos a trabalhar para que a vitória seja nossa. Queremos entrar em campo com vontade, querer e com personalidade para podermos vencer”, afirmou.O treinador benfiquista deixou subentendido que o trabalho de scouting já foi realizado, mas embora reconhecendo qualidade ao adversário, com o apoio dos adeptos, Lisboa espera somar mais uma vitória. “A Académica é uma boa equipa e reforçou-se agora com um jogador norte-americano. Conhecemos o nosso adversário, sabemos os seus pontos fortes e fracos, juntamente com o apoio de todos os benfiquistas estaremos prontos para vencer”, concluiu.
Hugo Sousa: «Um prémio justo»
O treinador Hugo Sousa enaltece “o trabalho, o empenho e a dedicação das atletas” e garante que diante do Vagos a equipa não irá assumir outra postura “que não seja a de lutar pela vitória”
Como surgiu a aposta no basquetebol feminino em Lousada?O Lousada é um clube que aposta na formação (desde os Minis até aos Juniores), tanto no feminino como no masculino, tendo paulatinamente conseguido incrementar o número de praticantes (atualmente contamos com cerca de 170 atletas), a qualificação dos seus meios técnicos, assim como a qualidade do trabalho desenvolvido. O desenvolvimento do Basquetebol numa vila pequena e de curtos recursos, como Lousada, exige sempre um grande empenho e dedicação de todos os que trabalham diariamente no clube. No feminino, tal como no masculino, temos vindo a formar atletas de qualidade, que vão integrando as Seleções Distritais e Nacionais, assim como, com frequência, temos conseguido o apuramento de várias equipas para as provas inter-associativas (por exemplo, na presente época, as nossas equipas femininas de sub-14, sub-16 e sub-19 encontram-se todas a disputar o Torneio Inter-associações com boas prestações).Concretamente no escalão Sénior Feminino, dado o grupo de atletas ambicioso, de qualidade e muito jovem que temos (média de 20 anos de idade), que nos permite “pensar” a longo prazo, e dada também a vontade do clube crescer, de se afirmar e de ter um meio de projeção da sua formação, havia que lançar um projeto que correspondesse às ambições de todos. Assim, e considerando a situação de crise financeira que o Lousada atravessa, tal como a maioria dos clubes, seria de todo impossível o clube sozinho suportar financeiramente este projeto. Como tal, foi necessário criar um grupo de trabalho com disponibilidade para angariar meios de financiamento autónomo do escalão Sénior, com patrocinadores próprios, pensando sempre a longo prazo e com total estabilidade. O nosso principal aliado é a MELOM Naturance, mas contamos também com o apoio da NIRVAR Construções, da INTERNAVITUR Viagens e Turismo, do Restaurante VALE DO SOUSA e da VALORES de Lousada.Na presente época, o clube abdicou da inscrição dos Seniores Masculinos, pelo facto de não ter conseguido reunir um meio de financiamento autónomo para o escalão. De qualquer modo, é vontade do clube retomar o mesmo a curto prazo. A formação do clube é a principal fonte de recrutamento da equipa sénior?A formação do clube tem vindo, ao longo dos anos, a ser um dos meios de recrutamento do escalão Sénior (atualmente contamos com 4 atletas do escalão de Juniores no plantel Sénior), assim como, é nossa “filosofia” apostar, com sucesso, sempre em jovens da formação (por exemplo, as internacionais Stella Correia, Nanci Barbosa e Letícia Fonseca começaram a integrar a equipa Sénior quando ainda eram Cadetes). Mesmo assim, os objetivos passam por aumentar claramente esta base de recrutamento. O trabalho que temos desenvolvido na formação, com tempo, continuará a dar os seus frutos, estando nós otimistas com o grupo de jovens que temos na formação, com capacidade para vir a integrar o escalão Sénior.O projeto do Lousada passa por colocar uma equipa na Liga Feminina? E daí a aposta em duas estrangeiras?O projeto do Lousada passa por corresponder, como disse anteriormente, às ambições das atletas, dos meios técnicos e do clube em geral. A subida à Liga Feminina enquadra-se nesta vontade de crescimento e de ir sempre mais além. De qualquer modo, este projeto é de trabalho a longo prazo, não estando a sua continuidade dependente da subida à Liga.A inclusão de duas atletas estrangeiras surgiu, do facto de termos encontrado soluções que correspondiam ao perfil que necessitávamos (tínhamos um claro défice de estatura nas posições interiores), mas, acima de tudo, que encaixassem no nosso curto e rigoroso orçamento. De qualquer modo, a nossa equipa vale pelo seu todo, e só assim poderemos continuar a projetar a mesma a longo prazo. É grande neste altura o equilíbrio na 1ª divisão feminina. Na sua opinião esse facto é demonstrativo que existe qualidade no basquetebol feminino nos escalões inferiores?Sem dúvida que existe essa qualidade. Concretamente na 1ª Divisão, a competição é “acesa”, com jogos muito disputados e equilibrados. Não se pode dizer que existam equipas mais fracas, mesmo as que seguem na cauda da classificação são sempre incómodas. Neste campeonato, nenhuma equipa tem jogos fáceis, em todos os fins-de-semana há um novo desafio, em que é fundamental uma preparação máxima para conseguir vencer. Este cenário é excelente para a evolução das equipas e das jogadoras. Acrescentando a isto, julgo que este campeonato é, cada vez mais, o espaço ideal para a projeção e evolução das jovens jogadoras portuguesas. Cada vez mais assistimos à aposta dos clubes em jovens atletas talentosas, nomeadamente atletas que integraram os Centros de Treinos.O encerramento do Centro de Treino de Calvão foi um rude golpe para o Basquetebol Nacional (da 2ª Divisão até á Liga, temos atletas que passaram pelo Centro de Treino de Calvão, a integrarem com papel de destaque as equipas Seniores). O trabalho fantástico que aí se vinha a desenvolver, também sustentado por resultados internacionais, não poderia, na minha opinião ser interrompido. Compreendo as dificuldades financeiras, mas também sou da opinião que os “cortes” poderiam e deveriam ser feitos noutros sectores. Esta medida representará um retrocesso de vários anos para o nosso Basquetebol. O que representa para o clube este apuramento para a Final Four da Taça de Portugal?É inquestionavelmente o ponto mais alto da sua ainda curta existência. Depois de em 2007/08 termos alcançado o primeiro título Nacional do clube (Campeões Nacionais 2ª Divisão de Seniores Femininos), este apuramento, para o restrito grupo de 4 equipas que vais disputar a Taça de Portugal, foi sem dúvida histórico. Aliás, no jogo dos 1/4 de final, ficou bem patente o quanto importante era este apuramento para o clube, com o nosso pavilhão a registar uma excelente moldura humana que, em total sintonia com a equipa e partilhando em pleno o desejo de concretização deste objetivo, prestou um fantástico e incondicional apoio, ajudando-nos a marcar presença nesta Final Four.Este apuramento é um justo prémio para o bom trabalho, empenho e dedicação das atletas, assim como para a evolução registada pela equipa. Será, também, uma experiência competitiva enriquecedora a todos os níveis para a equipa e para o clube. Ao mesmo tempo, o Lousada A.C. terá o seu espaço de projeção e divulgação, num dos mais apetecidos palcos do Basquetebol nacional. Que comentário faz ao sorteio?Qualquer uma das equipas tem um valor inquestionável. Vagos e Algés são os líderes destacados da Liga Feminina. O CAB encontra-se a meia da tabela da Liga, mas com alguns jogos em atraso, por isso uma equipa também de grande qualidade.Vamos defrontar o Vagos, equipa que conta com títulos da Liga Feminina e da Taça de Portugal; conta com diversas atletas internacionais; possui um plantel recheado em qualidade e quantidade; disputou as competições europeias da presente época, pelo que apresenta uma experiência e ritmo competitivo superiores; e é também uma equipa que marca presença assídua nestes pontos altos. Por todas estas razões é um adversário muito forte, mas não iremos nunca assumir uma postura que não seja a de lutar pela vitória, pois em ambição não ficaremos atrás de nenhuma das equipas.Faço votos para que o próximo fim-de-semana seja recheado de excelentes jogos de Basquetebol, que contribuam para a afirmação e crescimento da nossa querida modalidade.
«Não lutamos por objetivos mínimos»
O grupo está concentrado no próximo encontro, frente ao Barcelos, e na obtenção da “melhor classificação possível”. “Já em anos anteriores, em que as dificuldades também foram enormes, conseguimos excelentes resultados”, avisa Fernando Sá. Enquanto matematicamente for possível, o Vitória não vai desistir de chegar ao playoff.
Tem sido uma época atribulada para o Vitória de Guimarães e normalmente quando isso acontece é quase inevitável que isso não se reflita no trabalho dentro de campo. “As principais razões do condicionamento da equipa têm sido todas provocadas por fatores extra basquetebol que não quero voltar a falar nelas.”Os últimos resultados, depois das várias mexidas no plantel, mostram que a equipa começa a estabilizar e está mais próxima do que é capaz de fazer. “Neste enquadramento, só valorizando muito tudo o que temos de positivo e felizmente tenho um grupo de jogadores com excelentes características, tanto desportivas como humanas, é que conseguimos atingir um nível competitivo de qualidade e de acordo com a qualidade do grupo.”Mesmo ainda dependendo de terceiros para atingir o playoff, Fernando Sá continua a revelar grande ambição ao não se dar por satisfeito com esse objetivo. Todos os jogos são agora importantes, pelo que o próximo frente ao Barcelos assume um caráter decisivo porque é o próximo. “Nós não somos uma equipa para lutar por objetivos mínimos. Já em anos anteriores, em que as dificuldades também foram enormes, conseguimos excelentes resultados. Enquanto matematicamente for possível, tudo faremos para conseguir a melhor classificação possível. O jogo do Barcelos é obviamente muito importante, assim como todos os outros.”Fernando continua a sentir que grupo de trabalho que agora tem à sua disposição ainda vai conseguir dar uma imagem mais condizente com aquilo que o clube tem feito nas últimas temporadas. “Não sei se ainda há muita gente a acreditar neste Vitória, mas eu acredito como nunca e tenho a certeza que os meus atletas também e isso é a única coisa que me interessa.”Coisas há ainda a melhorar, mas grande parte do trabalho, na opinião do técnico vimaranense, que tem ser feito para que esta fase final da época seja de sucesso tem a ver com a parte psicológica dos atletas. “Essencialmente criar automatismos, não temer e ter confiança.”
“Esperamos somar a 3ª vitória frente ao Barcelos”
O treinador quer somar a terceira vitória da época diante os minhotos, isto apesar de ainda não poder contar com alguns dos jogadores influentes do grupo de trabalho. Volta a ter a equipa toda saudável é o grande desejo de Carlos Lisboa, para abordar o que falta da época ao nível do que já demonstrou na presente temporada.
Este vai ser o terceiro confronto entre as duas equipas [um dos quais foi para a Taça de Portugal], sendo que o técnico prometeu total empenho do grupo para o encontro. “Já jogámos duas vezes com eles nesta época e esperamos somar a terceira vitória frente a esta equipa, mas temos de estar desde o primeiro ao último segundo com grande concentração” – referiu Carlos Lisboa Para este jogo, o treinador encarnado ainda não tem todos os atletas do plantel disponíveis, no entanto, espera novamente uma boa resposta dos substitutos. “Apesar de os jogadores que têm estado lesionados não estarem a 100%, estamos a treinar bem e queremos vencer”, afirmou Carlos Lisboa, que expressou o desejo de ver Sérgio Ramos e Seth Doliboa em ação o mais rapidamente possível: “No último mês e uma semana, não temos tido os nossos extremos/poste, o Seth Doliboa e o Sérgio Ramos. São jogadores fundamentais para a posição que ocupam, mas quem está é que tem de dar um passo em frente. Queremos que todos estejam bem e que recuperem depressa, porque já estão parados há muito tempo e a equipa ressente-se dessas ausências.” Carlos Lisboa não esconde que pretende ter o mais rápido possível o grupo na sua máxima força para enfrentar o que falta da presente temporada. “Espero que as coisas possam melhorar em termos físicos e que a equipa possa contar com todos os elementos para estar ao nível que já esteve durante a época”, desejou.
Académica desloca-se a Guimarães
O técnico Orlando Simões e o base Miguel Barroca estão de acordo no elevado grau de dificuldade que este jogo tem, já que as duas equipas procuram vitórias que garantam o acesso aos playoffs. A AAC vem de uma derrota no Barreiro pela margem mínima (77-75) e ocupa o oitavo lugar na Liga Portuguesa de Basquetebol com 16 jogos e sete vitórias. Por sua vez, o Guimarães vem de uma derrota, em Lisboa, com o Benfica por 84-78 e está um lugar abaixo da Académica, com 16 jogos e cinco vitórias.
Quanto ao jogo de sábado afirma “Vamos a Guimarães preparados para mais uma batalha difícil, perante um adversário que tem melhorado e ambiciona um lugar nos play-offs mais de acordo com o seu valor. Estamos seguros que será um jogo com semelhanças aos anteriores e que só estando a um nível de concentração elevado poderemos ganhar. Temos a noção clara do nosso crescimento e também do que ainda nos falta para ultrapassarmos as dificuldades que ainda temos pelo caminho- rumo aos playoffs e final 8 da Taça de Portugal.”Miguel Barroca volta aos estudos em CoimbraPensando no próximo jogo afirma que “jogar em Guimarães é tradicionalmente complicado. Apesar de eles não ocuparem atualmente os lugares na classificação que têm ocupado nos últimos anos sabemos que não podemos facilitar em nada. Eles precisam de ganhar jogos e de certeza que vão dar tudo. Vamos preparar o jogo com calma, a derrota no Barreiro já é passado e temos que olhar para a frente. Queremos voltar às vitórias já este sábado!”Miguel encontrou motivação, em Coimbra e na Académica, e retomou os estudos. “Um dos meus objetivos pessoais deste ano era recomeçar os meus estudos. Felizmente surgiu a oportunidade de jogar na Académica e, após esse convite, consegui entrar em Comunicação Social na ESEC. Estou a conseguir conciliar as duas coisas, embora por vezes com muito esforço, e os resultados estão a ser positivos. Fiz as cadeiras todas do primeiro semestre o que compensa todo o trabalho e esforço necessário para conciliar os treinos, jogos e estudos.”
“Não podemos relaxar”
A jovem internacional Inês Pinto tem sido uma aposta constante de Nuno Ferreira nas últimas partidas, testando-a mesmo noutras funções diferentes daquelas a que está habituada. Para o jogo do próximo domingo, às 16.30 Horas, frente ao Torres Novas, o treinador Nuno Ferreira pretende continuar a dividir os minutos por todo o plantel, sem que isso signifique diminuir na exigência ou na entrega durante o encontro
A liga está de volta ao pavilhão de Vagos depois de duas partidas jogadas fora (uma delas em Carcavelos para a Taça de Portugal). Este encontro frente ao Torres Novas, penúltimo classificado com apenas duas vitórias, é mais uma etapa que a formação de Vagos terá de superar para se manter no topo da tabela classificativa e poder enfrentar, dentro de poucos dias, o Algés, o seu grande adversário esta temporada e com quem divide a liderança do campeonato. O técnico Nuno Ferreira não tem, por isso, dúvidas em afirmar que este é mais um jogo que a sua equipa terá de vencer para manter intactas as suas aspirações. A diferença pontual que se regista entre as vaguenses e as torrejanas serve apenas de indicador estatístico, já que o Torres Novas tem agora outras armas e derrotou o Olivais na última jornada da Liga. E é precisamente neste contexto que o treinador da AD Vagos antecipa algumas dificuldades para domingo. “O Torres Novas começou a época com enorme expetativa”, começa por analisar o técnico vaguense, “mas há bem pouco tempo trocou novamente de estrangeiras e algumas jogadoras portuguesas, substituiu também o treinador, e essas mudanças já deram frutos”, referindo-se à vitória na última jornada e dando nota de que a equipa que virá a Vagos terá, certamente, outros argumentos para tentar inverter o favoritismo da equipa da casa. Nesta fase do campeonato, e estando na zona de descida, a formação torrejana não tem muita margem de manobra. “Sabemos que o Torres Novas tem como objetivo a permanência, e uma vitória em Vagos será excelente para eles, pelo que a AD Vagos espera mais um jogo difícil, intenso e em nenhum momento poderemos relaxar”, sublinha o técnico consciente de que a partida não será tão fácil quanto à primeira vista se poderia pensar, e acrescenta que nesta partida “nada será igual ao jogo da 1ª volta, pois esperamos estratégias um pouco diferentes daquilo a que estamos normalmente habituados”. Para este encontro, o timoneiro da AD Vagos espera poder preparar a sua equipa o melhor possível para ultrapassar todas estas novidades na equipa adversária e, acima de tudo, continuar a evoluir nos índices de desempenho defensivo e no aumento claro do ritmo de jogo da equipa. Nestes últimos encontros da Liga, o treinador vaguense tem dado muitos minutos às suas jovens atletas e tem operado algumas alterações posicionais de algumas delas. Inês Pinto é um desses casos. Inês tem passado pelas posições 2/3/4 e, devido à sua capacidade defensiva, tem sido alternativa, em alguns momentos, para parar a organizadora de jogo das equipas contrárias. Certamente que este domingo terá nova oportunidade para se mostrar ao seu melhor nível e ajudar a equipa a ultrapassar mais este desafio.
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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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