Artigos da Federaçãooo
Estágio foi um êxito
Os objetivos pretendidos foram alcançados, conforme se pode ler na mensagem aqui deixada pelo corpo de treinadores da equipa.
“O estágio cumpriu todos os objetivos pretendidos, sendo essencial para que tal fosse possível a seriedade e o empenhamento dos jogadores envolvidos, os quais tiveram um comportamento desportivo e social irrepreensível. Para eles vai o nosso primeiro agradecimento.O nosso obrigado também ao Vice-presidente que acompanhou o estágio, Manuel Barbosa, ao Team Manager, João Nuno Crespo e ao fisioterapeuta, Miguel Caeiro.Queremos ainda destacar o excelente acolhimento da Estalagem de Sangalhos, cuja administração e pessoal foram, como é habitual, inexcedíveis nas condições que nos proporcionaram, bem como a cooperação da C. M. de Anadia que, mais uma vez, colocou ao nosso dispor as suas excelentes instalações desportivas.Finalmente, agradecemos aos clubes e aos treinadores dos jogadores convocados, dado que a sua colaboração foi (e é) indispensável para o nosso trabalho: Barcelos (José Ricardo), V. Guimarães (Fernando Sá), Ovarense (Mário Leite), Sampaense (João Moutinho), Ginásio (Sérgio Salvador), Benfica (Carlos Lisboa), Terceira (Rui Fonseca).Um agradecimento especial ao Sampaense, aos seus dirigentes, treinadores e jogadores, bem como aos árbitros e oficiais de mesa que colaboraram, por terem possibilitado a realização do jogo-treino que encerrou o estágio.Estiveram presentes no estágio os seguintes jogadores: José Barbosa, Nuno Oliveira, Paulo Santos, João Balseiro, Pedro Rocha, Thiago Tomassi, Carlos Ferreirinho, Diogo Gonçalves, Cristóvão Cordeiro, António Monteiro e João Torrié. Foram dispensados: Rui Coelho (exames escolares) e Stefan Djukic (lesão).Uma última nota: o estágio encerrou com um jogo contra o Sampaense, em São Paio de Gramaços, que terminou com um empate (73-73).Marcação de pontos no jogo-treino contra o Sampaense:José Barbosa (Ovarense) – 0 pontosDiogo Gonçalves (Terceira) – 4 pontosThiago Tomassi (Benfica) – 2 pontosAntónio Monteiro (Benfica) – 13 pontosJoão Balseiro (Sampaense) – 17 pontosNuno Oliveira (Barcelos) – 11 pontosJoão Torrié (Guimarães) – 2 pontosCristovão Cordeiro (Ovarense) – 15 pontosCarlos Ferreirinho (Benfica) – 6 pontosPaulo Santos (Ginásio) – 0 pontosPedro Rocha (Ginásio) – 3 pontos.Mário Gomes, André Martins e João Costeira”
“Estamos preparados para estes momentos”
Na próxima terça-feira, dia 21, a AD Vagos vai ao recinto do Quinta dos Lombos tentar a passagem à próxima eliminatória. Verdadeira malapata da formação de Vagos na época passada, este ano parece que a equipa de Nuno Ferreira descobriu o antídoto para levar de vencida a formação de Carcavelos, somando por vitórias todas as partidas disputadas entre ambas na presente época. Num encontro a eliminar fica a emoção de se saber que segue em frente na Taça de Portugal
Mas, na opinião do técnico da AD Vagos, as trocas de jogadoras no conjunto do Quinta dos Lombos “torna o mesmo mais forte, com mais argumentos”, o que deverá aumentar o nível de dificuldade nesta deslocação a Carcavelos. Ainda assim, Nuno Ferreira espera que a AD Vagos consiga apresentar-se “com competências para bater um rival que tem grande potencial e enorme qualidade” e passe às meias-finais da competição. O técnico afirma que a sua equipa sabe em que momentos do ataque e da defesa terão de ser “implacáveis” e, acrescenta, que “será esse plano para este jogo”. O conjunto de Vagos encara, assim, este desafio com tremenda atitude e muita vontade de vencer um confronto que, nas palavras do seu treinador, “não tem margem para derrota”, pois está em causa a disputa de um dos mais cobiçados troféus da época. Apesar de se jogar uma parte dos objetivos da presente época e de ser uma partida crucial para as suas aspirações, Nuno Ferreira não duvida que tem “uma equipa preparada para estes momentos”.Jogos dos quartos-de-final:Terça-feira, dia 21 de Fevereiro14.30 horas – Boa Viagem x Algés16.00 horas – CAB Madeira x Olivais de Coimbra20.15 horas – Quinta dos Lombos x AD VagosQuarta-feira, dia 22 de Fevereiro21.00 horas – LAC/MELOM x CalvãoBKT
«Jogar ao nosso melhor nível»
O técnico Moncho López garante que a equipa tudo fará para levar o troféu para Portugal, mas tem consciência que pela frente estará nada mais nada menos que o atual campeão de Angola, que nesta primeira fase já deu mostras da qualidade que possui. O jogo realiza-se às 16 horas (hora local), em Luanda.
Antes de viajar para Angola o técnico dos dragões deixou claro que pretendia dar competição de levado grau de dificuldade aos atletas mais jovens do plantel. Um objetivo que na sua opinião está a ser plenamente conseguido. “Não tanto como no primeiro jogo, em que jogadores como o João Soares, Miguel Maria e o Diogo Correia jogaram muitos minutos, mas mesmo no segundo conseguimos com que os mais novos participassem no jogo.”Mais do que o tempo que jogaram, Moncho realça em que condições estes estiveram no jogo e foram “obrigados” a ter contributos positivos. “Se analisarmos o jogo decisivo contra o Petro, o Diogo Correia esteve no campo nos momentos finais de decisão, o João Soares garantiu uma rotação de muita qualidade, sem termos que estar a olhar para o tempo ou resultado, e mesmo o André Boavida jogou em alturas importantes.”O técnico espanhol nunca referiu ou utilizou a ausência de jogadores fundamentais para explicar o facto de a equipa não ter jogado ao seu melhor nível, se bem que se tenha mostrado muito agradado pelo comportamento que teve no quarto decisivo do jogo com o Petro. “Quem conhece a nossa equipa sabe que podemos fazer muito mais, mas a verdade é que me sinto extremamente agradado pelo comportamento, num período tão decisivo, que a equipa teve no 4º período do jogo frente ao Petro. Acho que foi o momento em que mais nos aproximamos daquilo que somos capazes de fazer como equipa.”Para o jogo da final, o técnico dos dragões deixa um desejo que espera que venha a confirmar-se. “Se o FC Porto conseguir apresentar-se ao seu melhor nível as nossas probabilidades de vencer aumentam. Só estando bem em todos os aspetos do jogo conseguiremos derrotar a equipa do Petro.” Os resultados obtidos pelo campeão angolano nesta fase de grupos falam por si. “ Quem consegue vencer a forte equipa do Petro, com um super plantel, tem obrigatoriamente de ser uma excelente equipa.”Moncho Lopez aponta a boa organização ofensiva do adversário, “joga bem em meio campo”, os “diferentes ritmos que consegue imprimir”, uma vez que é um conjunto que corre bem no campo, isto sem esquecer as “ individualidades Rod Nealy e Carlos Morais”, como sendo alguns dos principais argumentos que explicam o atual sucesso da equipa treinada pelo português Alberto Babo.
«Jogam quase de olhos fechados»
Babo quer obviamente vencer a grande final de Domingo, embora saiba que pela frente estará um adversário poderoso, experiente e com rotinas de jogo muito bem assimiladas.
O técnico português reconhece que não é fácil trabalhar em Angola, até porque já lá vão três anos que abandonou Portugal para vir treinar o Petro. Um esforço recompensado na época passada com a conquista do título angolano.Depois de ultrapassada a fase de grupos, onde deixou pelo caminho os eternos rivais do Libolo e a equipa madeirense do CAB, o objetivo passa a ser vencer o troféu ainda que as dificuldades para o atingir sejam muitas. “Naturalmente que vamos tentar conquistar a Supertaça Compal, frente a um adversário muito difícil e que se apresenta aqui muito forte.”Alberto Babo já treinou a grande maioria dos jogadores influentes do FC Porto, pelo que sabe perfeitamente o que cada um deles vale. “Individualmente sei bem o que a maioria dos jogadores do FC Porto gosta de fazer quando está a jogar, agora falta estudá-los como equipa, conhecer as suas movimentações ofensivas, as alternâncias defensivas que utilizam, no fundo preparar muito bem o jogo.”A experiência e o coletivismo são dois factores apontadas pelo experiente treinador que explicam a consistência dos campeões nacionais. “É uma equipa que joga junta há muito tempo, e quase consegue jogar de olhos fechados. Em termos individuais já deu para perceber que o base americano é muito rápido, que a experiência do Zé Costa continua a fazer a diferença, que o Carlos Andrade continua a ser decisivo pelo que faz nos dois lados do campo, o Miranda continua a ser perigoso nos seus lançamentos triplos e a suas penetrações me drible, o João Santos está novamente a atirar muito bem.”Para além destas referencias individuais Babo destacou ainda a forma como o poste Rob Johnson tem jogado nesta competição. “Ao que julgo saber está a jogar como nunca fez em Portugal. Mas é compreensível, uma vez que tem espaço para ter esse protagonismo. O que é um facto é que se tem batido muito bem nas áreas próximas do cesto.”O facto de ainda não ter disputado na presente temporada muitos jogos com elevado grau de dificuldade poderá pesar na final de domingo. “A equipa do Petro ainda não está a jogar ao seu melhor nível. Este ano ainda não tivemos muitos jogos competitivos e isso pode pesar numa final. A grande maioria dos jogos que disputamos, salvo raras exceções, vencemos fácil e por grandes diferenças pontuais.”
ANTB na estrada
Os prelectores serão os Treinadores José Tavares e António Paulo Ferreira. Esta acção de formação prática terá como tema principal “Contributos para o ensino do jogo nos escalões de formação”.
Aproveitaremos ainda a oportunidade para realizar uma reunião com os Treinadores cujo objectivo é auscultar e debater propostas e questões dos Treinadores.O “ANTB na estrada” é uma iniciativa que pretende aumentar e melhorar a oferta de formação disponível aos Treinadores. A primeira edição irá decorrer na região de Lisboa, mas pretendemos fazer mais edições em vários pontos do país.Esta iniciativa da ANTB tem o apoio da Associação de Basquetebol de Lisboa, da Escola Nacional de Basquetebol – FPB, do SIMECQ e do Instituto do Desporto de Portugal .A acção é gratuita para os sócios da ANTB com a situação regularizada e terá o preço de 5 Euros para quem não é sócio. Inscrições através do email: antbasquetebol@gmail.com indicando o nome, email e número de sócio, ou no local. Todos os interessados nesta acção que não sejam sócios poderão tornar-se sócios no local. Efectuando o pagamento da quota de 2012 beneficiam da isenção da inscrição nesta acção e de descontos nas iniciativas e produtos da ANTB em 2012.Horário9h – Recepção.9h30 – Prelecção de José Tavares – “A importância do trabalho de fundamentos na construção do ataque na formação”.10h45 – António Paulo Ferreira – “Introdução da defesa zona numa equipa de jovens: mais um conteúdo de formação ou um contributo à “deformação”?”.12h – Reunião de Treinadores (intervenções e debate)O “ANTB na estrada” é uma iniciativa que pretende aumentar e melhorar a oferta de formação disponível aos Treinadores. A primeira edição irá decorrer na região de Lisboa, mas pretendemos fazer mais edições em vários pontos do país, por iniciativa e/ou com colaboração de Directores Técnicos Regionais e Representantes Regionais da ANTB.
Académica desloca-se ao Barreiro no próximo sábado
Um jogo muito difícil em perspectiva, onde a Académica tudo tentará fazer para alcançar a sua quarta vitória consecutiva. Os estudantes vêm de uma vitória em Barcelos (70-72), ocupando a oitava posição na Liga Portuguesa de Basquetebol com 15 jogos e 7 vitórias. Por sua vez, o Barreirense perdeu o seu último jogo, em casa, com o CAB (75-77), estando no 6º posto com 15 jogos e 9 vitórias.
Para Orlando Simões, técnico da Académica, “O jogo com o Barreirense apresenta um elevado grau de dificuldade pelo valor que o adversário vem demonstrando na presente época e por continuar a apresentar um equilibrio exibicional nos jogos mais recentes. A estrutura da sua equipa, as soluções tácticas que apresenta e a forma como abordam todos os jogos, deixam antever um jogo muito complicado para a nossa equipa. Vamos pois preparar este jogo com o máximo de cuidado e responsabilidade, tentando ao máximo focalizando-nos naquilo que será necessário fazer para ganhar no Barreiro.”Sobre o novo reforço dos estudantes, que não poderá alinhar nesta partida, afirma “ o Curtis Terry será mais um elemento para ajudar aequipa a tornar-se mais competitiva, sabendo que sendo um bom jogador pode ajudar a elevar a capacidade competitiva da equipa mas que não resolverá só por si os problemas da competição. O conhecimento que possuímos do jogador vai ajudar a sua integração, a sua capacidade de jogar em várias posições e fazer várias tarefas vai concerteza tornar-se numa mais valia para a AAC.” O experiente extremo Bruno Costa espera um jogo difícil no Barreiro. “Temos consciência que eles estão a realizar um bom campeonato e que têm uma boa equipa, mas também temos as nossas armas e queremos vencer, para aumentar para quatro o número vitórias consecutivas. Estamos num bom momento e queremos prolongá-lo para conseguirmos a melhor classificação possível na fase regular.”Sobre a sua condição física, após paragem para nova intervenção cirúrgica à mão, afirma que “ a recuperação está a correr bem. Naturalmente perdi um pouco de ritmo, pois estive cerca de três semanas semtreinar integrado no grupo, mas já o estou a fazer sem limitações há 10 dias e estou pronto para dar o meu contributo se o treinador assim o entender, como já o fiz em Barcelos.”
«Trabalho e empenho»
A equipa vai a Angola determinada e com vontade de tirar o máximo partido desta experiência internacional.
João Freitas sabe que a o facto de a Supertaça Compal ser disputada em outro continente, implicando as sempre cansativas viagens, está longe de ser uma vantagem, mas o treinador dos madeirenses não tem dúvidas relativamente à entrega dos seus atletas. “Nesta prova espero o mesmo de sempre da minha equipa, ou seja, capacidade de trabalho e empenho de todos os jogadores, em função das suas tarefas no grupo. A viagem e a estadia vão ser muito cansativas e aí também vamos ver do que são capazes os jogadores. As dificuldades não te fazem melhor, ou pior apenas revelam o que és”, refere. Por se tratar de uma competição internacional, o técnico quer que o CAB Madeira aproveite a experiência para evoluir. “Damos a esta prova a importância que damos a todas as outras em que participamos, ou seja a máxima! Defrontar equipas de outros países só nos pode fazer ser melhores”, reconhece o técnico.E ainda sobre a experiência de defrontar formações africanas refere: “Todos os jogos nos fazem evoluir como equipa. Também nas derrotas se aprende. Não me parece no entanto que nesta altura da época isso seja uma realidade inquestionável.” O facto de o CAB se encontrar em competição nas competições internas fez com que não fosse necessário João Freitas dedicar especial atenção à preparação da equipa: “A preparação é a mesma que fazemos para todos os jogos em que participamos. A dificuldade maior é arranjar vídeos dos jogos das equipas com quem vamos jogar…”No entanto, o treinador não esconde que gostaria de ver esta competição ser disputada em outra fase da temporada: “Gostava de ver este troféu discutido no início da época. Aí a preparação poderia ter um efeito maior…”, salienta, enaltecendo, porém, o trabalho de quem torna esta competição possível: “Quero referir o esforço e a dedicação de todos os que se envolveram e tornam possível estes contactos internacionais. Faremos tudo para dignificar Portugal e a Região que nos apoia.”
Raul Duarte: «Vamos lutar para vencer»
O grupo, afiança o treinador, está a encarar a competição com “grande responsabilidade”.
Depois da primeira experiência vivida na última edição, o treinador Raul Duarte pretende que o Libolo confirme a evolução que tem demonstrado na competição interna, isto apesar de a equipa ter sofrido um processo de renovação. “Como se sabe, da equipa que participou na última Supertaça Compal restam 6 atletas (Francisco, Olímpio, Afonso, Abdel, Mayzer e Edson). Espero que o grupo continue a mostrar a evolução nas 4 fases do jogo, como ficou patente nos últimos encontros do nosso campeonato nacional.” As mais recentes boas prestações do Libolo levam o técnico angolano a assumir-se como um dos candidatos à conquista da edição deste ano. “O Libolo será um dos clubes que com certeza lutara para vencer a competição.”Um evento desta grandeza, com uma logística já apreciável, disputado em Angola, com as melhores equipas de três diferentes países, são motivos mais do que suficientes para que técnico, atletas e clube desejem estar à altura do acontecimento. “Todas as provas internacionais em que pudermos participar são de grande importância e encaramo-las com grande responsabilidade. Para os dirigentes, treinadores e atletas participar na Supertaça Compal permite-nos ser mais fortes em todos os aspetos ligados à modalidade, tanto a nível administrativo, como no desportivo.”Como qualquer treinador, Raul Duarte pretende que a sua equipa saia mais coesa desta competição. É nos momentos difíceis, onde o grau de dificuldade é mais elevado, que se revela o quanto preparado está o grupo para, em conjunto, superar os obstáculos. “Desejo que o nosso espírito de grupo saia fortalecido, que as dificuldades que outras equipas nos colocarem façam com sejamos mais fortes para que o restara da época desportiva.”A prova em causa faz parte do calendário competitivo das equipas angolanas, e como tal, o técnico já tinha programado na sua preparação anual a disputa deste troféu que cada vez mais traz prestígio aos vencedores. ”Desde Outubro que sabemos em que competições participaríamos na presente época e estabelecemos um programa que permita estarmos ao melhor nível nas diferentes provas.”
Trabalho com jovens mais aptos
O Ginásio Clube Figueirense e o Sporting Figueirense foram as “casas” onde os formadores , Norberto Alves e Cristina Viegas, trabalharam durante uma hora e meia com atletas indicados pelos seleccionadores distritais e pelos clubes que receberam a acção.
A sessão decorreu sob o tema, “A utilização do bloqueio directo central e a defesa dos bloqueios directos centrais”. Foram abordadas as progressões para o ensino dos bloqueios, desde os exercícios de aquecimento em 2×0, até finalizar com o 4×4 ocupando o espaço de forma a proporcionar o melhor aproveitamento do bloqueio.Mais uma vez se salientou a importância do rigor e da exigência durante o treino com os jovens, provocando uma melhoria na capacidade de concentração e intensidade de treino. Compareceram, para além dos treinadores das selecções, Ivo Rego, Vasco Azenha e Claudio Figueiredo, os treinadores Luís Dionísio, Mário Ramos, Luís Pires (Ginásio), Fernando Santos, Valdemar Ferreira (Sel. Sub-14 ABC), Paulo Santos, Filipe Gonçalves (AAC), Carlos Gonçalves(Esc. Bern. Machado), Nuno Mendes, Pedro Fraga e Paulo Pereira (Sporting) e João Costa e Eduarda Lopes (Columbófila).
Alberto Saraiva: «Temos os pés assentes na terra»
Alberto Saraiva, o treinador da equipa, conta-nos nesta entrevista como a interligação com os escalões mais jovens se processa, quais as ambições do grupo que lidera e como o trabalho de equipa tem produzido frutos esta temporada.
Um clube histórico como o SC Coimbrões ainda consegue manter a tradição do basquetebol como modalidade de referência? É uma modalidade de referência no clube, primeiro por ser feminino, e depois pelos resultados que têm sido alcançados ao longo destes anos, que passam por vários títulos conquistados, e com várias atletas a representar as selecções distritais e nacionais.A filosofia do clube continua a ser a aposta na formação de atletas? A filosofia do clube vai ser sempre a aposta na formação das atletas, sem esquecer a vertente social, isto é, não só formar atletas mas também mulheres para a vida, que têm que enfrentar no dia a dia. E para termos um projeto mais ambicioso, teremos que apostar na formação, de forma a termos atletas com qualidade para chegarem e jogarem no escalão sénior.Como responsável da equipa sénior, acredita que as jogadoras formadas no clube vão conduzir a objetivos mais ambiciosos? Claro que acredito, pois há qualidade nos nossos escalões de formação e esta época 2011/12 é de mudança, onde apresentamos um projeto que passa por uma maior interligação no trabalho realizado nos vários escalões de formação até às seniores. Detetámos que a passagem de sub-16 para sub-19/seniores não ocorria da forma mais adequada. Obviamente que o projeto não passa só pela formação, mas também de definir metas e objetivos mais ambiciosos para ir de encontro à ambição das próprias atletas. Se assim não fosse pensado, poderá acontecer como num passado recente, que algumas atletas abandonam o clube à procura de outros projetos e com a finalidade de jogar na Liga.A época está a correr bastante bem já que seguem nos lugares da frente da 1ª divisão feminina. Tem sido complicado seguir nos lugares cimeiros da 1ª divisão feminina? Os resultados são fruto do trabalho de equipa, aliado à qualidade das atletas. No entanto, temos os pés bem assentes na terra, e apesar de sermos a equipa neste momento com menos derrotas, sabemos perfeitamente que é um campeonato muito equilibrado e mesmo as equipas que vão mais abaixo na tabela classificativa podem perfeitamente vencer as que vão melhor posicionadas. Definiram metas para a presente temporada? Foram definidos vários objetivos nas seniores, o primeiro deles é fazer melhor do que na época anterior, isto é, vencermos mais jogos e ficarmos melhor classificados na 1ª fase. O segundo é nos playoff fazer o melhor possível, sendo que nosso projeto, que é a médio-longo prazo, definiu com grande meta para os próximos 3 anos chegarmos à Liga Feminina, de forma a irmos ao encontro da ambição das nossas atletas (tal como já referi anteriormente). A nível de Taça de Portugal, gostávamos de chegar à final 4, no entanto isso depende muito das equipas que nos for calhando em sorte. Qual a sua principal preocupação como responsável máximo do basquetebol feminino do SC Coimbrões? Continuar a trabalhar para melhorar a qualidade do treino, de forma a termos mais e melhores atletas, e como é óbvio uma preocupação que está sempre presente é aumentar o número de praticantes, pois é necessário atletas para fazermos um bom trabalho.Não posso deixar de referir que somos uma equipa de trabalho que partilha responsabilidades para tornar possível todo este projeto, Presidente do Clube Armindo Lobato, Diretor Desportivo Carlos Camelo e adjunto José Cristóvão, Responsável Diretivo do Minibasquete Carlos Pereira, Área Financeira Júlio Mendes, Coordenação Técnica João Santos e Sandra Batista no Minibasquete e toda a equipa de Treinadores e Seccionista que tem estado sempre por detrás de todo o nosso projeto.
«Mostrar que estamos a evoluir»
Para o clube, conforme nos conta o treinador Inaki Garcia, trata-se de uma belíssima oportunidade para contactar com conjuntos de outro nível, bem como mostrar a evolução que o basquetebol está a ter no país.
Sabendo que a intenção de todos os clubes participantes é vencer a competição, que espera em concreto da sua equipa nesta Supertaça Compal? Bom, nós somos mais modestos. A nossa equipa encontra-se envolvida em competições mais fracas e logicamente que o nosso nível de ritmo e de competição não é equiparável às equipas angolanas e portuguesas. O que não temos dúvida é que vamos lutar por competir em cada jogo, para que a imagem de nossa equipa, e logicamente a imagem de nosso país, seja a melhor possível.Que importância atribuem a esta prova internacional? Para nós é uma sorte poder participar nesta prova. Competir com essas equipas de grande nível e representar a nosso país é de uma grande responsabilidade. Temos que ter atitude, muito trabalho e honestidade para poder mostrar que o basquete em Moçambique está a evoluir. Sabemos que é dificil para nós, mas vamos a mostrar que é uma das provas mais importantes nas nossas vidas. A experiência e oportunidade de poder jogar com os clubes mais fortes de dois países diferentes irá repercutir-se na evolução da equipa? Logicamente sim. Acostumamo-nos a jogar provas nacionais de nível inferiores sobretudo muito curtas, que não supõem muita evolução na equipa. Nós temos que enfrentar a prova com muita seriedade e responsabilidade, já que a motivação tem que estar implícita. Quem não consiga nenhum tipo de motivação nesta prova nao merece ir. Para mim, é mais importante, de caras, a evolução dos jogadores nesta prova que as próprias provas nacionais.Dedicou algum tipo de preparação especial para a disputa deste Troféu?Sim, mas está a ser muito complicado, já que em Moçambique as épocas nacionais acabam em Dezembro. Depois as equipas ficam quase todas de férias, nós logicamente que não, mas também é difícil de trocar a mentalidade. Estou a fazer uma preparação específica nos aspectos fisico e de estrutura de jogo principalmente, assim como também dos scouting das equipas que participam. Mas penso que contra estas equipas tão fortes, qualquer preparação é pouca para defrontar os jogos com a tranquilidade de poder competir.
SRTT em Braga foi um sucesso
Foi com grande empenho e entusiasmo que os jovens ouviram as indicações de Rui Alves, seleccionador nacional de sub-16. Na próxima semana, dia 13-Fev, a AB Braga volta a receber um treino deste género, desta vez orientado para o feminino e a 14-Fev, na região de Lisboa/Setúbal, está já agendada mais uma sessão.
Jogadores:AB Braga:André Ribeiro, Jorge Silva, Pedro Teixeira e Rafael Viana (SC Braga)Carlos Braga, Carlos Lopes, Francisco Sampaio, Jorge Marinho e Simão Oliveira (ATC)Diogo Ferreira,Hélder Ferreira e Luís Sá (BC Barcelos)Luís Paula e Luís Pinto (VSC)AB Viana do Castelo:Adelino Rodrigues, Leonardo Viana e Sérgio Felgueiras (CB Viana)João Alves (CP Lanheses)AB Porto:Diogo Brito e Pedro Neves (CD Póvoa)Treinadores:Rui AlvesAndré MatosJosé GomesMário BatistaJoão NoivoFernando Oliveira
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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