Artigos da Federaçãooo

Seleccionador Mário Palma: «Equipa tem de ser ambiciosa»

O responsável pela equipa sénior nacional, revelou no seu discurso uma enorme crença no apuramento, isto porque tem plena confiança nos jogadores convocados, bem como no trabalho que irá ser feito até ao inicio da competição. Valores como pátria, orgulho, união, colectivismo irão passar a fazer parte do vocabulário da Selecção, na certeza, segundo as palavras do novo treinador, que todos os atletas irão se tornar melhores jogadores depois do trabalho realizado.

Já sentia saudades de treinar em Portugal? Estar aqui em Portugal é extremamente agradável para mim. Principalmente pela família. Isto apesar do basquetebol português não ter evoluído no sentido que eu pensava. O final da Liga Profissional de Basquetebol foi um grande revés para a modalidade, especialmente para um treinador profissional como é meu caso.Passaram-se 11 anos desde a última vez que treinou em Portugal. Que diferenças, se é que existem, destacaria no basquetebol e no jogador nacional? Constato que existem jogadores jovens mais altos e com maior potencial, embora com poucas hipóteses de jogar pelo facto de os clubes continuarem a apostar nos atletas estrangeiros. Ao não encararem o basquetebol como uma profissão, isso faz com que esse potencial acabe por não ser aproveitado. Obviamente que a questão financeira e o facto de não terem muitos minutos de jogo contribuem para o abandono da prática da modalidade. E isso naturalmente reflecte-se na Selecção Nacional e na falta de recrutamento de jogadores para integrarem os trabalhos da Selecção. O desaparecimento da Liga Profissional provocou um receio muito grande, e hoje em dia é muito difícil alguém optar por uma vida ligada ao basquetebol. Quais são os aspectos que considera serem imprescindíveis para poder representar a Selecção Nacional? Em primeiro lugar ter orgulho em representar o seu país. Quando se fala de Selecção o dinheiro não é importante. Representar o seu país tem altas responsabilidades a todos os níveis. Logo a equipa tem de ser altamente disciplinada, orgulhosa, ambiciosa, competitiva, e com objectivos claros de atingir a fase final do Campeonato da Europa. O que nos obriga a eliminar uma das equipas com as quais vamos discutir essa fase adicional de apuramento. Vai exigir um esforço colectivo de todos, e sempre com um princípio fundamental bem presente: a equipa está sempre acima de qualquer elemento que a componha.Que pontos fracos, ou menos bons se preferir, apontaria como fundamentais para trabalhar com o grupo de jogadores que seleccionou, tendo em vista a fase de apuramento para o Campeonato da Europa? Da análise dos jogos que temos observado, os jogadores revelam algumas dificuldades sendo que alguns deles são inexperientes pela falta de minutos de jogo e experiência internacional. Há anos, com excepção feita ao Benfica esta época, que os clubes portugueses não participam nas competições europeias. Só a jogar com os mais fortes é que nós podemos evoluir. Vamos ter que nos basear numa defesa muito agressiva e num jogo colectivo onde a movimentação da bola no ataque vai ser decisivo para competir frente a equipas mais altas e experientes.É da opinião que temos uma crise na posição de 1º base? Todos os países têm esse problema. É uma área muito específica onde não é fácil encontrar grandes jogadores para preencher essa posição. Portugal tem alguns bons bases, mas não em número suficiente para que garantam uma passagem de testemunho futuro que não seja problemática. Os que agora vão estar a trabalhar connosco dão-nos toda a confiança, mas na transição a curto prazo, porque vai ter que acontecer e coloca-se o problema de quem irá ocupar esse lugar.De que forma pensa contornar a falta de altura e peso nas áreas próximas do cesto? Nós temos bons jogadores na posição 4, que são capazes de atirar e penetrar, e serão seguramente uma arma ofensiva poderosa da Selecção Nacional. Não temos muitos cincos, mas os que temos transmitem-nos confiança para encarar esta fase de apuramento. O segredo vai estar em mover muito a bola no ataque. Mas tudo passará pela defesa, capacidade de ressalto defensivo, fazer pontos através dos erros do adversário, bem como na exploração dos pontos fracos do adversário. O nosso grande objectivo passa por ter cinco ou seis jogadores nos dois dígitos na marcação de pontos, e ser a equipa a resolver os problemas em termos ofensivos. Porque estou plenamente convencido, apesar do curto tempo de trabalho que vamos ter, que a equipa será muito forte nos aspectos defensivos.Na conferência de imprensa que serviu para ser apresentado, referiu por diversas vezes a palavra união. Acha que esse é o principal factor para o sucesso de qualquer equipa? O basquetebol é um desporto colectivo. Tal como costumo dizer, quem quiser jogar sozinho vai para um desporto individual…ténis de mesa, e de preferência debaixo de água. Podemos dar como exemplo a recente vitória de Dallas na final do campeonato da NBA. Uma equipa com menos estrelas, mas que defendia colectivamente e que no ataque movia muito bem a bola. Isso fez com que vencessem uma final onde não era apontada como a equipa favorita. Todos têm que ter orgulho pela equipa. Não interessa quem faz os pontos no ataque, o importante é que a Selecção Nacional vença os jogos, com o princípio claro que quando ganhamos, ganhamos todos, e quando perdemos a responsabilidade é do treinador, mas com as minhas regras. Quando diz que a Selecção está acima de tudo, é um aviso que pretende deixar para todos aqueles que no futuro vierem a integrar a Selecção Nacional? Volto a repetir que deve ser um enorme orgulho representar a Selecção Nacional. Não é admissível, seja o jogador quem for, que não se sinta honrado por poder representar a bandeira do seu País.Esteve afastado por um período bastante longo. Se lhe pedisse para fazer se autoavaliar, encontraria grandes diferenças na maneira de ser, treinar, relacionar com os jogadores, do Mário Palma que nos lembramos de treinar em Portugal? Estou certo que sou um treinador com muita mais experiência, até pela experiência internacional que adquiri ao participar nas principais competições internacionais a nível mundial, e com uma maior capacidade de análise, liderança, comunicação, motivação dos jogadores, do que aquela que tinha quando deixei o país.Que mensagem gostaria de deixar para todos aqueles que de uma forma directa, ou indirecta, estão ligados à Selecção Nacional? Agradecer à Federação Portuguesa de Basquetebol o excelente trabalho que está a fazer no apoio à preparação da Selecção Nacional. Foram-nos garantidas as melhores condições de trabalho, e portanto, nós agora, jogadores e treinadores, temos que corresponder a tudo aquilo que a Federação fez por nós. Queremos desenvolver um trabalho sério e honesto, em que todo o Portugal basquetebolístico se sinta representado.


“Sucesso em Cantanhede”

Durante o Clinic, tivemos prelecções de elevada qualidade, com os treinadores Nenad Trunic, Ricard Casas e Alberto Lorenzo a brilharem com as suas intervenções.

Por outro lado, o Workshop ‘Treinar Treinadores’ (Prelectores: Alexandre Correia, Alberto Babo, José Ricardo, José Costa, João Mota e Ricardo Vasconcelos), actividade inovadora nos Clinics ENB, revelou-se do agrado geral dos participantes. Esta iniciativa permitiu que todos os treinadores interagissem, partilhando as suas experiências e conhecimentos. Dado o sucesso desde evento, prevê-se a continuidade deste formato em futuros Clinics de Formação.De registar a reunião de treinadores promovida pela nova direcção da ANTB, e a sua presença no Clinic de forma a que os treinadores/sócios pudessem actualizar os seus dados e recrutar novos membros. Agradecemos a todos os treinadores presentes, bem como à Câmara Municipal de Cantanhede e a Associação de Basquetebol de Coimbra. Esperamos por vós no Clinic Internacional de Formação 2012!


“O Desafio da Formação”

Num fim de semana inteiramente dedicado à formação de treinadores e dirigentes, os participantes tiveram o previlégio de contar com a experiência e o saber do Prof. José Tavares.

As Jornadas técnicas abriram na sexta-feira, com a prelecção “Intervenção Pedagógica com Crianças e Jovens” destinada a todos os dirigentes e treinadores do Clube e convidados. Uma plateia de duas dezenas de participantes, onde se incluiam técnicos de outras modalidades como Voleibol, Karaté e Esgrima, teve a possibilidade de discutir e refletir sobre o papel do treinador de formação.As sessões práticas, destinadas exclusivamente aos treinadores da modalidade, tiveram lugar no dia 11 e 12. Nas sessões dedicadas ao treino de MINIS foi dado destaque aos “conteúdos e as orientações programáticas”, no trabalho com sub-14 abordou-se “Defesa ao jogador com bola” e “Passe” e com os Sub-16 “Contra-ataque” e “Bloqueios Ofensivos”. Nas palavras dos responsáveis do Clube Ana de Santa Maria, ”O objectivo das Jornadas Técnicas é proporcionar aos treinadores conhecimentos e ferramentas que lhes permitam planear, organizar e executar as suas tarefas diárias como treinadores de crianças e Jovens. E nessa perspectiva foram um sucesso, todos e cada um dos participantes sairam enriquecidos, não só pelos muitos e bons momentos de aprendizagem proporcionados mas também pelo entusiasmo e pela paixão contagiante do Prof. José Tavares”.A segunda parte das II Jornadas Técnicas, dedicado à Psicologia Desportiva, realiza-se no próximo fim de semana com a colaboração do Dr. Pedro Henrique Garcia Lopes de Almeida ( I.S.P.A.) e da treinadora de Basquetebol do Clube Ana, Liliana Marreiros, que encerra as Jornadas com a prelecção “Clube Ana de Santa Maria – O desafio da Formação” que incidirá sobre o projecto de desenvolvimento desportivo deste clube açoriano.


Clinic Internacional Rendimento

Este clinic destina-se fundamentalmente aos treinadores que orientam equipas seniores.

Prelectores convidados: Nihat Izic – Treinador sub campeão Mundial pela Turquia, no Mundial de 2010, Treinador principal do Tofas Bursa e Responsável pela selecções Turcas nos diferentes campeonatos Europeus de sub 20 Vice Campeão em 2006 e 2004. Campeão de sub 16 em 1995. Jose Ignacio Hernandez – Actual Treinador da Selecção Feminina de Espanha que participará no Campeonato da Europa de 2011 Porfi Fisac – Treinador ACB – .Bancos Rueda Valladolid Norberto Alves – Académica de Coimbra José Ricardo Rodrigues – Basquete Clube Barcelos – Treinador convidado ANTB – Mais informações ainda esta semana.As inscrições a partir do dia 20 Junho, para catiamota@fpb.pt


Mário Palma no Jamor

O técnico de referência no basquetebol português não hesitou em aceitar o convite que lhe foi endereçado, transformando o trabalho dentro do campo num autêntico clinic para atletas e treinadores.

Tal como é seu hábito, colocou em todas as suas intervenções o entusiasmo e amor que sente pelo jogo, sempre com a preocupação de passar a mensagem de tudo aquilo que a sua longa experiência como treinador lhe permitiu assimilar.Mais do que uma preocupação em ensinar exercícios e movimentos tácticos, o Seleccionador Nacional preferiu dar ênfase aos aspectos básicos e fundamentais para que uma equipa saiba se deslocar dentro do campo. A defesa do 1×1, posições de ajuda, rotações defensivas, preenchimento dos corredores no campo, saber correr no contra-ataque, recuperação defensiva, foram as questões principais que abordou nos três dias de trabalho, considerando-as como a base do sucesso de uma equipa.Mais do que apresentar uma série de exercícios elaborados, preocupou-se em transmitir qual o ênfase e o grau de exigência que deve ser aplicado nestes princípios fundamentais, sob pena de a equipa não estar preparada para avançar para temas mais complexos.As conversas com atletas e treinadores foram uma constante, durante as quais revelou sempre uma enorme preocupação em fazer entender aos atletas o quanto importante é trabalhar em prol da equipa, que deve estar acima de tudo. No final, e depois de alguns conselhos importantes para o futuro dos jovens jogadores, deixou uma mensagem de incentivo, e apesar de apontar alguns aspectos onde têm muito que melhorar, confessou ter ficado bastante agradado com o que tinha visto, apontando um futuro promissor a alguns deles, assim continuem a trabalhar duro e com seriedade.Ficou a promessa de repetir a experiência, mas da próxima vez no papel de treinador responsável, ou seja, dar treinos em tudo semelhantes ao que habitualmente faz no comando das suas equipas.A experiência foi igualmente valiosa para os dois treinadores responsáveis pelo Centro de Treino, já que dispuseram de uma oportunidade única para observar de perto como trabalha um conceituado treinador como Mário Palma, bem como ouvir conselhos e métodos de trabalho que tanto sucesso lhe tem proporcionado ao longo da sua já longa carreira recheada de títulos conquistados.


Henrique Vieira de saída

O anúncio foi feito no site dos encarnados, que não vão renovar o contrato com o técnico, pois pretendem dar início a um “novo ciclo”. Leia tudo, nos detalhes desta notícia.

Eis o comunicado do Benfica:O Sport Lisboa e Benfica decidiu encetar um novo ciclo relativamente ao Basquetebol e à direcção técnica da sua equipa. Em consequência, assumiu a decisão de não renovar contrato com o treinador Henrique Vieira. É de total justiça, nesta hora, agradecer-lhe o modo como sempre desempenhou as suas funções na defesa dos interesses do Sport Lisboa e Benfica. Foram cinco anos de trabalho sério e dedicado, que foram coroados com a obtenção de vários títulos.


José Tavares regressa a Santa Maria

A iniciativa é do Clube Ana e está enquadrada nas “Jornadas Técnicas” que o clube realiza todos os anos. O convite foi formulado pelo Sr. Domingos Barbosa, Presidente da Direção do Clube Ana de Santa Maria, através da ENB.

O programa: Dia 10-06-201121:00 / 22:30 – Intervenção Pedagógica com Crianças e JovensDia 11-06-201110:00 / 12:00 – Que conteúdos abordar nos escalões de Sub-10 e Sub-1214:00 / 15:00 – Orientações programáticas – Sub-1215:30 / 17:00 – Defesa ao jogador com bola – Sub-14 – Defesa ao jogador sem bola e do lado da bola – Sobremarcação – Sub-1417:30 / 19:30 – Contra ataque: Saída, desenvolvimento e finalização – Sub-16Dia 12-06-201110:00 / 11:30 – O Passe – Sub-1412:00 / 13:30 – Como realizar bloqueios ofensivos – Sub-16


“Temos condições para discutir o jogo”

A autarquia de Sintra é mais uma vez parceiro da F.P.B., apoiando a organização no tocante ao recinto para treinos e jogos (há também o Portugal-Suécia no próximo sábado, às 16h30) e suportando os encargos de alojamento e alimentação das equipas intervenientes. Também a Associação de Basquetebol de Lisboa, Junta de Freguesia de Casal de Cambra e o GD Escola Maria Alberta Menéres dão o seu contributo à organização. Depois do desaire em Bergen, no passado domingo, ante a Noruega, subsistia a dúvida em relação às marcas decorrentes do resultado negativo. Será que isso já faz parte do passado ou ainda permanece na cabeça de todos os que integram o grupo de trabalho?O seleccionador nacional Ricardo Vasconcelos confessou-nos a sua opinião:« A equipa trabalha sempre de forma muito séria e intensa e isso por si só traz motivação e níveis de confiança! Lógico que a derrota foi sentida pois foi um jogo que ficámos com a sensação que podíamos ter ganho, mas é passado. Não pode nem vai alterar a forma de abordar esta partida frente à Eslovénia». Para baralhar ainda mais as coisas, a Eslovénia impôs a primeira derrota à Suécia (70-63), mantendo-se todavia as suecas na liderança, por cesto-average, visto que na 1ª volta haviam vencido por maior diferença (78-61). Como é que o nosso adversário de logo à noite, desfalcado de pedras influentes, casos da poste Sandra Pirsic (lesionada), da extremo Maja Erkic e da base Nika Baric, que no final de Maio ganhou o prémio de melhor jogadora jovem dos campeonatos europeus de 2010, atribuído pela FIBA, conseguiu suplantar uma forte Suécia, com todas as suas trutas à excepção de Frida Aili? «A Suécia perdeu uma jogadora muito influente no seu jogo, mas a independentemente disso, também a Eslovénia perdeu centímetros e isso joga a nosso favor, pois também os perdemos. Acredito que temos condições, perante o nosso público, de jogarmos de igual para igual. Condicionar o jogo dos bases adversários será essencial para levar de vencida esta equipa», referiu o seleccionador luso. Na partida frente às norueguesas foi patente a principal pecha das nossas representantes: a falta de eficácia nos lançamentos de campo (29%), nomeadamente na 1ª parte. Registou-se alguma melhoria (pouca) na 2ª metade, nos lançamentos duplos (de 28% para 34%), mas sobressaiu a dificuldade em atacar o cesto com êxito na área pintada. Como é que se poderá ultrapassar esta lacuna?«Sem dúvida que as baixas percentagens constituíram o maior dos males no passado domingo, mas acredito que vamos melhorar. Temos trabalhado para isso. Precisamos de controlar melhor a ansiedade e lutar mais pelo ressalto ofensivo», explicou o nosso interlocutor.A capitã Sara Filipe regressou da Noruega afectada por uma amigdalite. Foi naturalmente medicada, não treinou por precaução ontem de manhã, mas já trabalhou com as suas companheiras no treino da tarde e hoje no apronto matinal. Estará em perfeitas condições para logo à noite? «A Sara está disponível para dar o seu melhor!».


“Temos a nossa estratégia montada para ganhar”

Antes lançámos os tópicos para a abordagem, nomeadamente o facto de a selecção que está aqui em Bergen, estar desfalcada de Sónia Reis e Paula Muxiri, ausentes por motivos diferentes e que em conjunto representaram nos 3 encontros da 1ª volta, realizados em Agosto de 2010, mais de 35 pontos e 13 ressaltos por jogo.«Não só perdemos as duas melhores marcadoras (24 pontos da Sónia e 11,3 da Paula) mas também as duas melhores ressaltadoras (9,3 ressaltos da Sónia e 3,7 da Paula). Estamos conscientes disso e tivemos que trabalhar tacticamente para compensar essas ausências. Independentemente do que perdemos, a equipa está mais afinada tacticamente do que a do ano passado. Das 11 que foram utilizadas há um ano restam apenas 5. Mas contamos com jogadoras que apareceram fisicamente em muito melhor condição do que há um ano.»Perante uma Noruega que se apresenta na cauda da classificação do Grupo A, só com derrotas (médias de 49,7 pontos marcados e 71,7 sofridos) não é linear dizer-se que são favas contadas. Ricardo Vasconcelos está consciente das dificuldades com que as suas pupilas se irão deparar amanhã.« Temos a nossa estratégia montada para ganhar. Vamos jogar com uma Noruega muito forte fisicamente nas tabelas, muito batalhadora, mas que é seguramente a mais fraca do Grupo onde estamos inseridos. Não é um adversário fácil, mas pode-se tornar um jogo fácil. Depende muito da maneira com o encararmos. Possuímos jogadoras mais baixas, mas muito velozes, capazes de imprimir um ritmo intenso. A chave da vitória passa claramente pelos aspectos defensivos e do comando do ritmo do jogo, impondo um basquete intenso e veloz que decorre da forma como defendemos no campo todo.»A finalizar uma questão pertinente. A preparação da equipa foi a suficiente? O seleccionador não se esquivou, dizendo de sua justiça.« Independentemente das restrições financeiras, que compreendemos e aceitamos numa altura de crise como a que atravessamos, a preparação pecou pela falta de jogos (apenas 4). É preciso não esquecer que é uma equipa que tem 7 jogadoras novas. No entanto as condições de trabalho proporcionadas foram perfeitamente aceitáveis e o desempenho e entrega das jogadoras foram fantásticos. Jogo após jogo sentimos que a equipa apresentava melhorias significativas.»


Clinic Internacional de Cantanhede

Depois do anuncio do treinador Servio Nenad Trunic, hoje estamos em condições de divulgar outros dois treinadores internacionais, ambos sspanhóis, e provenientes de duas regiões do país vizinho com grande tradição no basquetebol espanhol e, porque não dizê-lo, europeu.

Alberto Lorenzo é treinador há 22 anos no Clube Estudiantes Madrid. O seu longo tempo de permanência neste clube, por si só, bastava para ser garantia de estarmos na presença de um treinador de grande qualidade.O Estudiantes Madrid é um clube que se caracteriza por ser aquele com mais jogadores em todas as categorias(masc e fem) de Espanha, e que contribui com mais jogadores para todas as selecções nacionias. Ricard Casas, um treinador da escola Catalã e com um passado ligado ao Basquete de Manresa (outro clube de formação de Jogadores) e um dos treinadores mais requisitados para Clinics, é um dos treinadores que acedeu ao convite da ENB. Depois de ter estado na Povoa de Varzim no Clinic ABP ,onde foi brilhante, a ENB acordou com ele uma futura presença, num clinic internacional, que agora se concretiza. Curriculum dos dois Prelectores:Alberto Lorenzo: . Doutor Ciências da Actividade Física e Desportiva . Master Alto Rendimento Desportivo. 22 anos Treinador dos Estudiantes Madrid. 11 Nos escalões Formação . 5 Anos na equipa EBA (2ª equipa). 2 Vezes campeão Sub-20. Coordenador da Formação 2004/2006 . Últimos 2 Anos treinador ajudante na ACB. Ricard Casas:· 1993-1996 : Allianz Ras Manresa· 1996-1996 : CB Manresa (EBA)· 1998-2000:C.B. Montcada ( EBA): · 2001-2001:C.B. Tarragona· 2001-2005:Bàsquet Manresa 20· 2005 :Pamesa Valencia (ACB)· 2006 -2009: ViveMenorca· 2010/2011: Girona FC· 2002: Selecção Sub 20 Medalha Prata em Vilnius Para a semana mais noticias e novidades sobre o Clinic internacional de Formação de Cantanhede


Inscrições abertas

Consulta o anexo da noticia para acederes ao triptico do Clinic. No triptico, consta o programa do Clinic, os preletores convidados e a ficha de inscrição. As inscrições serão enviadas para a ENB/FPB ou através do email: catiamota@fpb.pt

Este ano vamos inovar e em simultâneo com o Clinic realizaremos um Workshop – Treinar os Treinadores – São Moderadores os Treinadores, Alberto Babo, Alexandre Correia, Jose Ricardo, Ricardo Vasconcelos, João Mota, Jose Costa e o João Correia (FPA).No workshop cada treinador optará por dois temas,dos seis propostos (ver anexo).Deves apresentar-te equipado, porque vamos treinar (simular uma situação de treino) juntamente com o treinador/moderador da acção, de forma a partilharem conhecimentos, experiências vividas e esclarecer duvidas sobre a forma como ensinamos as situações apresentadas. As inscrições para o Workshop serão relizadas em Cantanhede,no momento da recepção aos participantes. Máximo de 25 treinadores por tema. Como tem sido habitual o Clinic será gravado e posteriormente editado em DVD/ENB, para posteriormente ser enviado a todos os participantes no Clinic.Para qualquer esclarecimento sobre o Clinic,contacta a ENB. A ENB aguarda pela tua presença no Clinic.


“Está tudo nas nossas mãos”

No Dragão Caixa, ambiente que vai dissipar todas as dúvidas sobre a atribuição do título, o FC Porto venceu sempre. Por isso, Moncho López sublinha que a decisão reside nas mãos dos seus jogadores e na voz dos adeptos.

Quinta-feira, no Dragão, a identidade do campeão 2010/11 começa a definir-se a partir das 20h30 e Carlos Andrade adverte sobre a importância dos detalhes no sétimo encontro consecutivo entre duas equipas que desenvolveram um conhecimento mútuo profundo. No jogo decisivo, o extremo português, cuja preponderância mereceu o elogio do treinador no final da quinta partida, preconiza uma exibição perfeita.Certeza de Moncho López“Tenho a certeza que vamos manter a invencibilidade em casa. Está tudo nas nossas mãos. Há muito que o FC Porto Ferpinta não perde no Dragão Caixa e temos que continuar a vencer. Vamos jogar com o apoio dos nossos adeptos e os resultados demonstram que aqui conseguimos vencer mesmo os jogos mais complicados.”“Mesmo que não jogássemos em casa, estaríamos convencidos de que poderíamos vencer e conquistar o título. Fomos primeiros na fase regular, soubemos utilizar o factor casa de forma extraordinária e agora esperamos fazer o pleno.”“Há que saber aproveitar os nervos, reconduzindo-os e utilizando-os para trabalhar com mais intensidade.”“Não noto ansiedade na equipa. Apercebo-me, isso sim, de alguma frustração por não termos ganho qualquer jogo na Luz, o que estivemos sempre perto de conseguir. Mas, mais do que isso, noto muita ambição e desejo de nos proclamarmos campeões diante dos nossos adeptos.”“Sempre disse que os árbitros portugueses de topo são muito bons e espero apenas que façam o seu trabalho.”Experiência de Carlos Andrade“O factor psicológico é importante, mas depois de jogarmos tantas vezes com o Benfica, o que permite um conhecimento mútuo profundo, os detalhes é que vão decidir.”“No sétimo jogo não há favoritos. As probabilidades de vitória dividem-se pela metade.”“Pelo apoio que sempre nos transmitiram ao longo de toda a época, os nossos adeptos merecem o título.”“Agradeço as palavras do treinador, ele tem muita confiança em mim e vou procurar dar o melhor de mim. Não para ser o MVP, mas para ajudar a equipa. Sou dos jogadores mais experientes do plantel e tento responder da melhor maneira.”


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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