Artigos da Federaçãooo

«Um teste de fogo»

O CD Póvoa tem vindo a realizar um bom campeonato na Proliga em ano de estreia no escalão. A equipa está no quinto lugar na tabela e o seu treinador não esconde que, com trabalho, muita dedicação e espírito de sacrifício, é possível o clube almejar posições ainda mais acima. Este sábado, às 21 horas, os poveiros defrontam o Penafiel, líder da classificação e outro estreante nesta divisãoO quinto lugar que ocupa actualmente no campeonato supera as expectativas que tinha para esta época? É verdade que supera as expectativas iniciais da equipa. Penso que crescemos ao nível desportivo, fruto do trabalho de jogadores e treinadores, mas esse crescimento não foi acompanhado ao nível da organização do clube. É necessário rentabilizar todos os nossos recursos humanos, materiais e financeiros, para que este crescimento seja sustentado e solidificado. Após 6 jogos consecutivos perante o vosso público, surgiu uma vitória na Maia frente à equipa local. Perante os resultados, considera que o factor casa tem sido favorável à vossa subida na tabela classificativa? O factor casa foi importante na ascensão da equipa na classificação. Mas recordo alguns jogos que fizemos fora de casa e onde as nossas performances foram bastante positivas, como no caso do Barreiro, onde perdemos por dois pontos, falhando nove lances livres e fazendo vinte e dois “turnovers” durante o jogo, fruto da inexperiência da equipa; ou em Barcelos, com quem perdemos por quatro pontos com uma falta técnica assinalada ao nosso banco a vinte segundos do final do jogo… E permitam-me uma crítica a este calendário da Proliga, com paragens incompreensíveis, equipas a fazerem quatro e cinco jogos seguidos em casa, horários despropositados para equipas que têm que fazer trezentos e mais quilómetros para jogar. Depois da paragem, surge um teste de fogo ao vosso grupo de trabalho, com a deslocação a casa do líder Penafiel, que curiosamente, tal como vocês, compete pela primeira vez nesta Liga. Ao analisar esta equipa do Penafiel, e aproveitando já para fazer o lançamento do jogo do próximo sábado, quais os factores que considera determinantes para o domínio que o Penafiel tem evidenciado até ao momento? Temos realmente um teste de fogo perante o líder do campeonato. Um bom momento para aferirmos o que valemos e o que precisamos de reformular. Não será um jogo fácil, mas se estivermos concentrados e ao melhor nível, iremos, por certo, lutar pela vitória. Penso que a grande vantagem do Penafiel estará na possibilidade da maior parte dos seus jogadores e do seu treinador poderem treinar muito mais que qualquer outra equipa da Proliga, na sua grande capacidade de trabalho e, também, por estar superiormente dirigida pelo meu amigo Valentyn Melnychuk. Nesta fase do campeonato já possui uma ideia do que poderá valer cada equipa. Julga que esta posição do CD Póvoa é possível de ser mantida, obrigando-o a reformular os objectivos que traçou para esta temporada? A nossa classificação na fase regular será aquilo que os jogadores quiserem. Se conseguirem aprender a aprender e a ouvir, se trabalharem com muito mais intensidade, se melhorarem o seu espírito de sacrifício e jogarem como equipa, o nosso todo será maior que a soma das individualidades e então poderemos surpreender. Se, ao invés, cada um olhar só para si e ser o melhor lá da rua for o bastante, com certeza o apuramento para o playoff será uma miragem.Eis a lista completa dos encontros para este fim-de-semana:15 horas – Academia x Lusitânia16 horas – Galitos FC x Terceira Basket16.30 horas – Barcelos x Electrico FC17.30 horas – AngraBasket x Aliança Sangalhos21 horas – CBP/Sentir Penafiel x CD Póvoa21 horas – Maia Basket x Seixal FC


Mário Palma em dificuldades

O treinador português vive uma situação deveras complicada em Amã pois, a escassos meses de competir no Campeonato do Mundo da Turquia, o país está sem campeonato, em virtude de o comité olímpico ter dissolvido a federação alegando falta de contabilidade apropriada. Sem jogadores a competir o seleccionador refere nesta reportagem realizada pelo site FIBA.com que a presença da Jordânia no Mundial está em risco de não se realizar.No dia 16 de Agosto de 2009 a Jordânia ganhou a medalha de bronze no Campeonato FIBA Ásia. A equipa bateu o Líbano no jogo de apuramento para o terceiro lugar e qualificou-se, assim, para o Campeonato do Mundial. Mas a alegria de celebrar a maior conquista da Jordânia no basquetebol durou um tempo muito curto para o técnico Mário Palma… Foi um feito alcançado debaixo de circunstâncias atenuantes, uma vez que, seis semanas antes do torneio, o Comité Olímpico Jordânia dissolveu a Federação de Basquetebol, alegando que tinha “funcionado sem uma apropriada contabilidade”.A equipa nacional, no entanto, permaneceu intacta, voou para Tianjin e competiu. Mas desde que desceram do pódio é como se Palma e os seus jogadores fossem apanhados num vácuo, pois uma das consequências da dissolução da federação foi a suspensão do campeonato nacional. Isso fez com que todos, à excepção de um jogador jordano – Zaid Abbaas da equipa chinesa do Shangai – não tenham estado a competir internamente antes da realização Campeonato Mundial de Basquetebol. O Clube Zain, equipa que Mário Palma supostamente deveria estar a treinar, tem nove jogadores da equipa nacional da Jordânia. Recentemente ausentaram-se do país para participar no Torneio Internacional do Dubai, que terminaram em quinto lugar. No entanto, o treinador não os orientou em virtude da incerteza em curso no que respeita ao futuro do basquetebol jordano. “Eu não sei com quem falar, porque não há um corpo directivo para gerir o basquetebol na Jordânia”, disse Mário Palma à FIBA.com. “Estou impedido de trabalhar uma vez não existe basquetebol na Jordânia. Já se passaram sete meses desde que disputámos o nosso último (doméstico) jogo e os jogadores estão muito desapontados com a forma como as coisas estão a ser geridas.”E acrescentou: “Este feito alcançado com a conquista da medalha de bronze está a desmoronar-se. Há três anos tudo corria na perfeição. De repente, tudo se foi.“A Jordânia tem um grupo muito talentoso e o seu sucesso é, em grande parte, devido ao treinador Mário Palma, que no seu trabalho anterior liderou equipa nacional de Angola e pelo qual recebeu inúmeros elogios.Só que entrou em ruptura com Angola antes do Campeonato Mundial de 2006, acabando por receber uma oferta irrecusável da Jordânia. A principal frustração de Mário Palma é que os jogadores da selecção não estão a competir. “Eu sou um treinador profissional”, disse Palma. “Não posso estar envolvido em qualquer decisão da responsabilidade do poder político. Seja qual for a causa do problema, nada tem a ver com o nosso jogo.” E a participação no Mundial da Turquia pode estar em risco. “Nós não podemos ir para um Campeonato do Mundo com uma má preparação. Isso poderá denegrir o nome do país num evento com tamanha grandiosidade. A minha experiência diz-me que os jogadores devem permanecer na competição antes de um evento tão importante”, referiu. “Tenho em mente 14 ou 15 jogadores que poderia levar à Turquia de 2010, mas a situação chegou a um ponto desastroso. Se ninguém falar comigo, não há nada que eu possa fazer. É impossível trabalhar sob estas circunstâncias.” A Jordânia perdeu com o Irão (77-75) na meia-final do campeonato asiático do ano passado, mas derrotou o Líbano 80-66 terminar em terceiro. Palma acredita firmemente que na Turquia, iria colocar dentro de campo uma equipa competitiva, isto, claro, em condições mais normais. “Fomos, na minha opinião, a melhor equipa do (FIBA Ásia) Campeonato, apesar da derrota frente ao Irão.”Após a conquista da medalha de bronze em Tianjin, Palma apresentou uma proposta ao Comité Olímpico da Jordânia que, caso tivesse sido aceite, teria ajudado os jogadores da equipa nacional a prepararem-se para o Campeonato Mundial da FIBA, onde terá a Argentina, Sérvia, Angola, Alemanha e Austrália como adversários na Fase Preliminar. “Entreguei um projecto no dia 3 de Setembro do ano passado, ao qual não obtive qualquer tipo de resposta. É difícil manter uma equipa competitiva se não houver concorrência, avisou o técnico, que poderia ser perdoado caso decidisse abandonar o país, algo que não conta fazer. “Eu não posso falar sobre (outras) propostas de trabalho já que sou um profissional”, disse o sexagenário. “Eu ainda sou o treinador da Jordânia.” É tal o dilema de Mário Palma que confessa que levou o seu caso a um Tribunal do Trabalho. Afiança que algo precisa mudar e que a acontecer terá de ser rapidamente. “Como poderemos competir com as equipas do no nosso grupo (na Turquia), se elas se mantêm em competição ao contrário de nós?”, pergunta. “É um cenário desastroso para nós. Estamos inseridos no grupo mais difícil. Todas as equipas estão no top-12 do ranking mundial.”


Curso de Treinadores Nível I da FPB

Director e formador : Carlos GonçalvesFormadores: Norberto Alves, Cristina Viegas, Jacinto Silva, João Gonçalves e José Araújo.O Curso decorre de 6 de Março a 18 de Abril, aos fins-de-semana, segundo o calendário abaixo: 6 de Março – 9.00h-13.00h e 15.00h às 19.00h13 de Março – 9.00h-13.00h e 15.00h às 19.00h14 de Março – 9.00h-13.00h 20 de Março – 15.00h-19.00h 21 de Março – 9.00h-13.00h e 15.00h às 19.00h 17 de Abril – 9.00h-13.00h e 15.00h às 19.00h 18 de Abril – 9.00h-13.00h – Avaliação -presença obrigatória de todos os formandos Inscrições e informações – 8 a 22 de FevereiroAssociação de Basquetebol de Coimbra Urbanização Quinta D. João, lote 2 E/P 3030-014 Coimbra 239 701297; 968124403; secretaria.coimbra@gmail.com


Espectáculo na Guarda

No próximo dia 16 de Fevereiro a Federação Portuguesa de Basquetebol leva a cabo mais um evento que os amantes da modalidade simplesmente não podem perder. Trata-se do All Star Game, que desta feita terá lugar no Pavilhão Municipal de São Miguel, na Guarda, onde não vão faltar os habituais concursos e, claro está, os jogos entre Norte e Sul. A entrada é livre e a diversão garantida! É a oportunidade ideal para ver alguns dos melhores executantes em acção, num ambiente descontraído, que privilegia o espectáculo. O Dia das Estrelas este ano vai ter lugar na Guarda e promete levar muita animação àquela região do país. De facto, o evento vai contar com alguns dos melhores jogadores e jogadoras a actuar em Portugal e terá um programa bem preenchido. De manhã as eliminatórias, a partir das 10 horas, do concurso de lançamentos triplos, para homens e senhoras, ao que se seguirá o sempre espectacular concurso de afundanços, uma hora mais tarde. Da parte da tarde, para além das finais dos concursos de triplos e afundanços, às 15 horas, disputa-se o jogo Norte-Sul em femininos, seguido, às 17 horas, pelo Norte-Sul, em masculinos. Como a entrada é livre, tudo aponta que no próximo dia 16 as bancadas do Pavilhão Municipal de São Miguel estejam repletas de fervorosos adeptos. Não falte!


Uma tarefa de Paciência

Jorge Adelino e o Prof. Hermínio Barreto trataram de questões referentes ao ensino do jogo para jovens principiantes. Tantas vezes esquecido e tantas vezes mal interpretado, o jogo jogado por crianças e jovens merece toda a atenção e responsabilidade de quem os orienta.

Daí que, San Payo Araújo, antes de dar a conhecer alguns dos exercícios e jogos em contexto de minibasquete, realçou a importância de interpretarmos o Minibasquete como uma oportunidade para todas as crianças se desenvolverem ao nível psicomotor.As capacidades coordenativas foram o tema central da primeira intervenção prática de San Payo Araújo. A “Cobrinha Elástica”, o “Gigante e Anão” e o “Dominó” deliciaram os participantes, que tiveram a oportunidade de sentir o verdadeiro ambiente do Minibasquete contido nas tarefas propostas. O ensino do jogo foi também preocupação central na intervenção de San Payo Araújo, na medida em “jogar implica tomar decisões”.No período da tarde seria a vez do Prof. Jorge Adelino conduzir os formandos a uma profunda reflexão em torno de duas questões centrais: ” A Filosofia do Treinador de Jovens” e “A relação entre o que realmente sabe o treinador e o que os jogadores aprendem”. As preocupações dos Treinadores de jovens não podem ser apenas o Drible, o Lançamento ou o passe, ou simplesmente os “Flex’s”, “O Motion”, a “Jogada”, mas antes a criança, o jovem, as suas necessidades os seus erros, os seus progressos e a sua formação desportiva. O Prof. Jorge Adelino procurou despertar a “plateia” de treinadores para uma reflexão sobre estas questões, lançando o debate entre os participantes.A acção terminou com a clareza, a simplicidade e a pertinência da mensagem do Prof. Hermínio Barreto. Conseguir por jovens principiantes a jogar basquetebol com a influência do Treinador é uma tarefa árdua, que exige muita paciência e um profundo conhecimento do que são as necessidades do praticante, salientou Hermínio Barreto. Este conhecimento não deverá distrair o treinador sobre a necessidade de ter clara noção de quais as competências que queremos ver assumidas pelo praticante, à medida que existem progressos. O Prof. Hermínio deixou mais uma vez bem claro que não devemos “ensinar muitas coisas, mas antes esperar que eles aprendam o bastante para poderem explorar novas aprendizagens”.Esta acção contou com a adesão de cerca de 60 participantes, que deram vida e cor a esta iniciativa a eles dirigida. O apoio da Câmara Municipal de Óbidos e a dinâmica do Corpo de Formadores Regionais da Associação de Basquetebol de Leiria possibilitaram que fosse possível concretizar esta actividade. A pertinência de acções desta natureza deixa presente a motivação para que no futuro seja possível fomentar momentos de aproximação de todos o treinadores em redor de um lema: Ensinar e Treinar para um Basquetebol Melhor!


“Correr bem para jogar melhor”.

A Associação de Basquetebol de Setúbal, em conjunto com FC Barreirense (FCB) e Câmara Municipal do Barreiro, vai organizar, no âmbito do Plano de Desenvolvimento do Basquetebol do Concelho do Barreiro, uma Acção de Formação Contínua para Treinadores, que terá lugar no Ginásio Sede do FCB, na segunda-feira, dia 8 de Fevereiro, a partir das 20h30.O Técnico da Federação Portuguesa de Atletismo João Ribeiro será o prelector que, em conjunto com a equipa de sub 18 do FC Barreirense, apresentará a II Acção subordinada ao tema “Correr bem para jogar melhor”.


Documento Orientador

Encontra-se publicitado no link das eleições de Delegados à Assembleia Geral da FPB (no topo do portal), um documento orientador aos principais passos do processo eleitoral.


Grande duelo a fechar o dia

A fechar a jornada de sexta-feira terá lugar um encontro que se prevê emocionante. A formação de S. Paio de Gramaços começou muito bem a época e atravessa, agora, uma crise de resultados (que logicamente pretende superar), enquanto a equipa de Coimbra tem vindo paulatinamente a subir e pretende manter o ascendente. Depois de um inicio de época tão prometedor, o Sampaense Basket atravessa agora uma crise de resultados. Corrigidas algumas falhas, e com o grupo unido, Cláudio acredita que a equipa vai regressar em breve aos triunfos. “Temos tido alguns problemas com as lesões, com jogadores a não jogarem a 100%, isto para além do inverno rigoroso que também nos tem causado alguns problemas ao nível do treino. Claro que isto não são desculpas, pois não deixa de ser verdade que temos perdido alguns jogos por culpa própria, com alguns erros e alguma falta de maturidade. Trabalhamos diariamente para corrigir esses erros e para melhorarmos onde temos tido mais dificuldades. O grupo quer dar a volta por cima a esta fase menos boa e está muito unido.” O sorteio acabou por não ser muito negativo para o conjunto de S. Paio de Gramaços. Para atingir as meias-finais, o Sampaense terá de ultrapassar a Académica, adversário do primeiro dia, que há bem pouco tempo venceu um confronto entre estas duas equipas. “A Académica é uma equipa que nós conhecemos muito bem. É forte, muito bem organizada e bem orientada. No jogo para o campeonato ficámos com a sensação de que poderíamos ter ganho, agora para este jogo teremos que trabalhar ainda mais e corrigir alguns erros que cometemos no último jogo, para poderemos avançar até ás meias finais. Ainda sem saber se a equipa poderá contar com o melhor marcador da equipa Ricondo Crutchfield, o capitão Jorge Sing alinha pelo discurso do seu treinador. ”Qualquer jogador está sempre preparado para ganhar e nós estamos ainda mais do que o normal, porque queremos sair de um momento menos bom e se for num palco como a Taça da Federação ainda melhor.” Na memória de Sing, ainda está a recente derrota caseira frente ao adversário da próxima sexta-feira, em jogo a contar para o campeonato. “Não se tratará de uma vingança, mas sentimos que podíamos ter ganho o último jogo contra a Académica . Neste teremos de trabalhar muito e corrigir alguns aspectos que nos permitem alcançar a vitória. Sabemos e respeitamos a Académica, é uma equipa forte e bem organizada, mas estamos confiantes para ganhar. Académica a subir Sem o fulgor evidenciado no final da época anterior, a verdade é que, paulatinamente, a Académica de Coimbra vai readquirindo a sua estabilidade, crescendo de uma forma sustentada, para poder estar ao seu melhor nível nos momentos mais importantes da temporada. Peça importante nessa subida de forma, tendo sido o internacional Fernando Sousa, que nas últimas jornadas tem realizado exibições de grande nível. A primeira meta será a meia-final, mas para lá chegar Fernando não espera facilidades. “A nossa equipa teve alguma dificuldade para garantir o apuramento para a Taça Hugo Santos, no entanto tem demonstrado um crescendo de forma, com as vitórias sobre o Sampaense e o Vagos nas duas últimas jornadas. No próximo fim-de-semana o nosso primeiro objectivo é conseguir o apuramento para as meias-finais, depois podemos pensar no acesso à final. O jogo da primeira ronda com o Sampaense será equilibrado, entre duas equipas que se conhecem muito bem, e que tudo farão para passar a eliminatória.”


II Curso de Treinadores 2009/2010 – Nível I

Após o significativo interesse na iniciativa levada a cabo em Setembro, expresso pelo elevado número de inscritos, a AB Porto procura agora dar resposta, organizando uma 2ª edição do Curso de Treinadores – Nível I.Desta feita a iniciativa realiza-se na área geográfica mais interior do Distrito do Porto, procurando assim privilegiar os filiados aí sediados.LOCAL:Concelho de ParedesPav. ROTA DOS MÓVEIS (Lordelo)DATAS:De 12 a 28 de FEVEREIRO de 2010CONDIÇÕES DE INSCRIÇÃO:Reunir os seguintes PRÉ-REQUISITOS-Possuir ESCOLARIDADE OBRIGATÓRIA;-Ter IDADE MINIMA de 16 ANOS à data de início do CursoCONDIÇÕES PREFERENCIAIS DE FREQUÊNCIA:1º – Pertencerem à ASSOCIAÇÃO ORGANIZADORA;2º – Serem PROPOSTOS POR UM CLUBE, com declaração de que irá aí iniciar a sua actividade;3º – Terem sido PRATICANTES FEDERADOS de BASQUETEBOL;4º – Apresentarem DOCUMENTOS COMPROVATIVOS DA FREQUÊNCIA DE ACÇÕES DE FORMAÇÃO DE TREINADORES DE BASQUETEBOL;PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS:PREENCHER e ENTREGAR a “FICHA DE INSCRIÇÃO EM CURSO” (modelo ENB3) COM LETRA MAIUSCULA LEGIVEL, e INDICANDO SEMPRE O CONTACTO TELEFÓNICO E DE EMAIL;ENTREGAR 2 FOTOS recentes tipo passe;ENTREGAR FOTOCÓPIAS DO BILHETE DE IDENTIDADE e do CARTÃO de IDENTIFICAÇÃO FISCAL;PROCEDER AO PAGAMENTO DA TAXA DE INSCRIÇÃO – 90€00 – OBRIGATORIAMENTE POR CHEQUE;As candidaturas serão hierarquizadas de acordo com a data de inscrição;DATA LIMITE DE INSCRIÇÃO:05 de Fevereiro de 2010DIVULGAÇÃO DA LISTA DEFINITIVA DE FORMANDOS ACEITES:09 de Fevereiro de 2010Na área do site dedicada à FORMAÇÃO está já disponível a seguinte DOCUMENTAÇÃO:- “FICHA de INSCRIÇÃO EM CURSO” (modelo ENB3);- Curso de Treinadores NI – Regulamento;


Benfica na máxima força

O Benfica estreia-se na Taça Hugo dos Santos diante do Vagos, um adversário que causou alguns calafrios aos encarnados na última vez que as duas equipas se defrontaram. O treinador-adjunto Nuno Ferreira afiança que a equipa tudo fará para ganhar, enquanto o base Diogo Carreira considera que o segredo deste jogo pode passar pela defesa. Do lado oposto, o treinador Renato Soares reconhece que a sua equipa tem sido vítima de alguma irregularidade, mas considera ser “possível ganhar” ao Benfica. Neste desafio os vaguenses vão contar com o contributo de Raheem Moss. Depois de 11 vitórias consecutivas para a Liga portuguesa, o treinador-adjunto Nuno Ferreira afirmou à Benfica TV que o Benfica vai fazer tudo para ultrapassar o Vagos, primeiro adversário nesta prova, de forma a ambicionar a uma presença na final. “Isto é um ponto alto em que o Benfica queria estar presente e conseguiu-o. Tem a importância como um playoff ou uma Taça de Portugal. É uma Taça para tentar ganhar”, disse Nuno Ferreira. Os “encarnados” estreiam-se diante do Vagos, adversário que dificultou bastante a tarefa do Benfica na partida da Liga, perdendo apenas nos últimos segundos por 80-79. Com o resultado bem fresco na memória, o Benfica mostra-se preparado para superar os vaguenses: “Temos presente esse jogo. Sabemos que vai ser complicado, pois o Vagos normalmente encaixa bem contra o Benfica. Estamos a trabalhar no sentido de contrariar essa facilidade que o Vagos tem de jogar contra nós. Tudo faremos para ganhar.” Em caso de vitória, o Benfica irá defrontar o vencedor da partida entre o FC Porto e o Vitória de Guimarães. Para já, os campeões nacionais só estão focados no desafio com o Vagos, não pensando ainda num eventual confronto com o FC Porto: “Sinceramente ainda não estamos a pensar no segundo jogo. Como disse, temos as baterias apontadas para o primeiro encontro.” Nuno Ferreira salientou que a Taça Hugo dos Santos “é uma competição que tem de ser pensada dia após dia”. Só assim o objectivo final poderá ser uma realidade. “Temos de começar bem para tentar acabar ainda melhor”, acrescentou o adjunto de Henrique Vieira, assegurando que a equipa está preparada para fazer três jogos em três dias: “A preparação dos jogos tem de ser mais rápida. A equipa técnica e os jogadores estão preparados para isso. É uma situação diferente, mas normal para quem cá anda.” O base Diogo Carreira, por sua vez, referiu, igualmente à Benfica TV, que a equipa vai estar atenta ao jogo exterior do oponente. “O Vagos criou-nos dificuldades aqui, mas considero isso positivo porque agora vamos entrar com outra atenção”, afirmou Diogo Carreira. No encontro do campeonato nacional, o adversário surpreendeu com um jogo exterior muito forte, o que obrigou o Benfica a fazer uma recuperação fantástica na partida. Diogo Carreira referiu que os “encarnados” vão procurar anular esse ponto do adversário para somar uma vitória: “Na altura houve um americano que não jogou. Apareceram com alguns jogadores que não conhecemos tão bem e que nos surpreenderam, mas vamos estudar a equipa novamente. O jogo foi há pouco tempo e todos temos isso presente. Vamos aplicar uma defesa mais forte para tentar logo de início ganhar alguma vantagem. Sabemos que somos mais fortes, mas temos de demonstrar isso no campo.” Para chegar à final, o Benfica tem de vencer o primeiro jogo contra o Vagos e depois um segundo frente ao vencedor da partida entre o FC Porto e o V. Guimarães. O atleta está convicto que a equipa está preparada para jogar num curto espaço de dias: “Com o plantel que temos, acho que podemos chegar frescos à final. Queremos tentar garantir a vitória logo no primeiro jogo para depois continuar na competição e tentar vencê-la.” O Benfica assegurou a contratação de Hesmihu Evans para a segunda metade da temporada e a sua integração está a correr bem, de acordo com Diogo Carreira. “É um velho conhecido do basket português, já com títulos e muita experiência. Vem ajudar bastante e esperamos conquistar já um título com ele”, disse. Irregularidade vaguense Depois de uma fase mais conseguida, o Vagos Norbain Lusavouga parece ter regressado ao seu passado mais recente, já que mais do que somar derrotas, a equipa decresceu imenso de rendimento. “Penso que a explicação para a irregularidade está no facto de sermos um grupo com muitos jogadores jovens, que estão a jogar pela primeira vez a este nível e que ainda estão a evoluir. Falta-lhes serem regulares. Não podem fazer um bom jogo e a seguir fazerem dois ou três jogos menos conseguidos, como tem acontecido. Com as limitações da equipa só ganhamos jogos se tivermos todos a jogar a bom nível.” Para o jogo dos quartos-de-final o técnico Renato Soares só pensa em repetir o desempenho do último confronto entre estas duas equipas. “Em relação ao Benfica, a melhor equipa nacional, fizemos um bom jogo na primeira volta. Perdemos porque cometemos alguns erros na parte final, também por muito mérito do Benfica. Cada jogo é um jogo, mas se tivermos o nível exibicional do anterior, penso que é possível ganhar.” E se o plantel já é de si limitado, as mais recentes lesões dos bases João Reveles e Joel Almeida, vêm complicar ainda mais as contas do treinador Renato Soares que, face a tantos azares, contou com uma boa nova. “Decididamente estamos numa maré de azar. Como se já não bastassem os problemas que temos tido, as entorses do Reveles e do Joel vão afastá-los da equipa por algum tempo. Felizmente para nós, vamos novamente poder contar com a ajuda do Raheem Moss. O seu regresso à equipa serve os interesses de ambas as partes. A nós pelo número reduzido de atletas que temos disponíveis, já para ele é a melhor forma de se manter activo, de forma a conseguir um contrato para a próxima época.”


João Freitas: «Nível não será o ideal»

O treinador conta-nos que a equipa madeirense não está a 100 por cento para esta Taça Hugo dos Santos até porque só muito recentemente o técnico pôde contar com 10 jogadores para treinar. O CAB Madeira estreia-se na competição diante da Ovarense, conjunto que “joga basquetebol como se de xadrez se tratasse.” Após o desaire do fim-de-semana passado, frente ao Benfica, Nuno Manarte garante que equipa de Ovar que parte para esta Taça Hugo dos Santos preparada para dar o seu melhor e vencer, como de resto sucede em todas as competições em que participa.Após o desaire do fim-de-semana passado, frente ao Benfica, Nuno Manarte garante que equipa de Ovar que parte para esta Taça Hugo dos Santos preparada para dar o seu melhor e vencer, como de resto sucede em todas as competições em que participa. Os vareiros estreiam-se esta sexta-feira diante do CAB Madeira Após a derrota com o Benfica, como está o moral da equipa, como está a ser ultrapassada essa dificuldade? Todas as derrotas são naturalmente complicadas e abalam obviamente qualquer equipa. No entanto, a derrota com o Benfica era uma possibilidade antes do jogo, como de resto era a vitória… Encarámos a partida de forma séria, mas perdemos, o que acaba por ser natural uma vez que jogámos na Luz e contra uma equipa excelente. Então a derrota com o Benfica veio abalar a equipa? Pode dizer-se que sim, mas não é a mesma coisa que perder contra outras equipas, como por exemplo aconteceu com o Barreirense… Essa sim foi uma má derrota. Agora, contra o Benfica, a naturalidade da vitória é a mesma da derrota por todas as diferenças que existem entre as equipas. Por isso a derrota do passado fim-de-semana já passou, foi apenas um dos possíveis resultados. Estamos bem. Como sabe, o CAB Madeira deste momento é bem diferente daquele que se apresentou há uns meses. Que lhe parece? Sabe que em qualquer das circunstâncias, é sempre difícil jogar contra uma equipa como o CAB, mesmo com uma equipa incompleta, é sempre um forte adversário. Sabemos que o CAB está forte, é, aliás, uma equipa bastante agressiva e que pratica bom basquetebol, por isso não esperamos facilidades, mas estamos prontos para a disputa do resultado. E de onde pensa que poderá vir o maior perigo desta equipa do CAB, sobretudo num encontro a eliminar como o que vai acontecer no Algarve? A equipa do CAB é sempre forte e uma referência que temos de ter em conta, no entanto conhecemos a sua agressividade defensiva, a sua postura guerreira e lutadora. Esse é um aspecto que temos de ter em conta e motivo para a nossa atenção no jogo que vamos disputar, mas não podemos esquecer que temos jogadores experientes e que conhecemos o CAB. Nota-se que o Nuno Manarte reúne frequentemente com os seus colegas, dentro do campo, tentando organizar as operações nas quatro linhas… O que diz aos seus colegas quando os chama? A Ovarense Dolce Vita tem jogadores muito experientes que já venceram muitas provas e que conhecem bem a Liga e as dificuldades da prova. Quando nos juntamos tentamos trocar breves impressões sobre a forma como podemos responder às dificuldades do momento, de forma aberta e objectiva. Não existe nada de novo a dizer, apenas acertar coisas do momento mas que ainda assim podem ser melhoradas. Mas a equipa tem imensos jovens… Sim, e com esse mais jovens jogadores, os mais experientes tentam dar um apoio e transmitir alguma da experiência adquirida ao longo doa anos. Mas vamos para o Algarve com vontade de lutar e de fazer o melhor que sabemos, motivados e sobretudo disponíveis para lutar pelas vitórias.João Freitas lamenta onde de lesões no CAB Considera que a equipa está suficientemente saudável para poder discutir esta Taça Hugo dos Santos? Voltamos a treinar com 10 jogadores, o que não acontecia há uns meses. O nosso processo de treino não tem que ver especificamente com esta taça, mas visa recuperar alguns jogadores fisicamente menos bem e colocar todos a jogar nas suas posições. Voltamos a treinar com a intensidade que queremos e os jogadores estão a ressentir-se um pouco disso. Não estamos suficientemente saudáveis, mas a filosofia é que a cabeça tem que controlar o corpo e não o contrário. O CAB vai surgir nesta competição a um nível que lhe agrada? Não vamos estar a um nível que me agrada. Aliás, recomeçamos quase do início na intensidade que desejamos. A integração do Vik vai demorar ainda um pouco mais de tempo, alguns atletas vêm de lesões e assim o nível não vai ser ainda o ideal. O que dizer do primeiro jogo desta competição frente à Ovarense? A Ovarense é uma equipa que joga basquetebol como se de xadrez se tratasse. É das equipas mais organizadas e mais experientes que há na Liga. Temos que ter paciência atacando e na defesa colocar muita pressão e obrigá-los a jogar fora do tempo deles. Se assim for temos muitas hipóteses de vencer. Se assim não for muito mais difícil será.


Fernando Sá: «Objectivo está atingido»

No jogo que abre a Taça Hugo dos Santos esta sexta-feira, em Lagoa, o Vitória de Guimarães defronta o FC Porto. Depois de um arranque na Liga algo periclitante, o Vitória tem vindo a obter bons resultados nos últimos tempos. O treinador quer que no Algarve os vimaranenses cheguem às 9 vitórias consecutivas. Moncho López destaca a importância de pormenores de ordem táctica, que poderão fazer toda a diferença, e dos instantes iniciais, mas mostra-se convencido de que a partida dos quartos-de-final da Taça Hugo dos Santos se definirá apenas no último minuto.Numa abordagem sem preconceitos ao jogo inaugural da nova competição, que junta os primeiros oito classificados da Liga ao final da primeira volta, o treinador do FC Porto Ferpinta escalpeliza o adversário, sublinhando a importância dos desempenhos de Rod Nealy, Karlton Mims e Jaime Silva sem os dissociar da qualidade do colectivo vimaranense. Os Dragões venceram duas das três partidas já disputadas entre FC Porto Ferpinta e Vitória, todas em Guimarães, mas Moncho López prefere não atribuir grande importância a esses dados, seguro da relevância de outros factores, como a habilidade para gerir ritmos de jogo, o controlo dos lançadores vimaranenses ou o talento para atenuar a ausência de Jeremy Hunt, condicionado por uma rotura muscular na perna esquerda. A capacidade de resposta à inesperada derrota no Barreiro, onde nas contas de Moncho já não entrou o base/extremo norte-americano (que é «só» um dos mais eficazes lançadores de dois pontos da Liga e o jogador mais criativo do plantel portista), será avaliada a partir das 15h00 de sexta-feira, no Pavilhão Municipal de Lagoa. Moncho López aposta tudo numa reacção positiva. A conferir adiante. Mais um, menos um«O Vitória é uma equipa que está em forma, mas acho que nós também, independentemente deste último resultado. As duas equipas chegam a esta fase com uma boa linha de jogo. Há, no entanto, uma diferença: eles contam com mais um jogador, o Calvin Clemons, e a nós falta-nos um atleta, o Jeremy Hunt. Portanto, podemos dizer que eles vão jogar com todo o seu potencial e nós vamos ter de encontrar dentro da equipa elementos que nos permitam esconder a ausência do Jeremy.» Emoções e equilíbrio«É um jogo de alta motivação para nós. No decorrer da época, já jogámos três vezes com o Vitória, conhecemo-nos muito bem e, pelos moldes desta competição, quem perder não tem hipóteses de continuar em prova. Por isso, o início do jogo vai ser importante. Temos de controlar os nervos e as emoções, apesar de haver grandes probabilidades de o jogo só ficar resolvido no último minuto. Antevejo um jogo muito equilibrado.» O brilho de Nealy«O Guimarães tem um bom conjunto. Há dias em que brilha mais uma individualidade, como tem acontecido com o Rod Nealy, que é, talvez, aquele que mais se tem destacado. Mas há jogadores como o Jaime Silva ou o Karlton Mims, que estão a fazer uma época fantástica. O Vitória está, assim como nós, muito bem posicionado no ranking das estatísticas colectivas, na valorização como equipa, nos pontos marcados, nos ressaltos defensivos…» Qualidade nacional«Temos de concentrar-nos no trabalho colectivo, mas, se calhar, os jogadores nacionais de uma e outra equipa podem ser uma surpresa e um factor de desequilíbrio. E aí teremos de controlar especialmente o lançamento do Fernando Neves e a capacidade de criar jogo e marcar pontos do Jaime Silva.» Disciplina táctica«Nós, que não podemos contar com um dos nossos melhores marcadores, teremos de demonstrar disciplina táctica. Ofensivamente, teremos de interpretar os momentos do jogo, as alturas em que devemos jogar com maior ou menor velocidade. Em termos defensivos, teremos de controlar uma equipa que eu considero equilibrada, que tem grandes lançadores de três pontos (todos os jogadores do seu cinco inicial) e controlar os ressaltos defensivos. Afinal, somos uma das melhores equipas da Liga neste campo, assim como no número de pontos sofridos. Temos de acreditar e apoiar-nos nestes nossos pontos fortes.»Fernando Sá sonha agora com 9 triunfos seguidosO Vitória de Guimarães vai apresentar-se nesta prova com o moral elevado e com o novo reforço já integrado, dando a sensação que estará preparado, mais do que nunca, para encarar uma competição que se disputa em três dias consecutivos. “Estaríamos sempre prontos para disputar 3 jogos consecutivos, pois é para estar presentes nestes momentos de decisão que trabalhamos diariamente. É evidente que, com o Calvin, ficamos com mais alternativas.” O plano de jogo, nesta altura, só Fernando e os seus atletas o saberão, mas não deixa de ser possível apontar as armas do adversário. “ No meu ponto de vista os pontos mais fortes do FC do Porto são as rápidas transições defesa-ataque e a intensidade que aplicam no próprio jogo. Se aliarmos isto aos excelentes executantes que esta equipa apresenta, do ponto de vista individual e colectivo, torna-se um adversário muito complicado.” A forma agressiva como o FC Porto actualmente defende, com constantes rotações de jogadores, pressão campo todo, procurando sempre forçar o adversário a cometer turnovers , retirar tempo ao ataque, provocando desgaste, é um dos problemas que Fernando Sá terá de ser capaz de contornar. “Evidentemente que me preocupa, mas não me preocupa mais do que qualquer outra defesa de qualquer outra equipa.” Esta competição surge, muito provavelmente, no melhor momento dos vimaranenses da época. A equipa já vai numa série de 6 triunfos, ficando a curiosidade extra de se saber até onde será capaz de a prolongar. “O nosso objectivo está atingido, agora começa a possível concretização de mais um sonho. Acreditamos que é possível atingir as 9 vitórias consecutivas.”


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“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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