Artigos da Federaçãooo
Primeira convocatória definida
A Selecção Nacional Sub-16 inicia no próximo dia 29 de Junho a sua primeira acção de preparação para o Campeonato da Europa. O referido estágio decorrerá em Viseu e terá a duração de seis dias.Para esta acção , o seleccionador nacional convocou os seguintes jogadores :- Hugo Sotta ( D. Leça ), Miguel Cardoso e Miguel Soares ( FC Porto ), Filipe Elias ( AD Sanjoanense ), Pedro Costa ( AD Ovarense ), João Barbosa ( UD Oliveirense ), Júlio Silva ( GRI Brandoense ), Ruben Silva , Artur Castela e Diogo Ventura ( SL Benfica ), João Álvaro, Nuno Costa e Bruno Cabanas ( FC Barreirense ), Jonah Callenbach ( Fuenlabrada / Espanha ), Martim Meirelles ( Fordham Prep / EUA ).No final do mês de Julho apenas 12 dos actuais seleccionados, farão parte da equipa que disputará o Europeu, pelo que ao longo do mês, o grupo ficará sucessivamente mais reduzido.Potencial e aspirações para o próximo EuropeuQuisemos saber o que pensa o seleccionador nacional, prof. Augusto Araújo, sobre a mais jovem selecção nacional masculina. “O grupo de jogadores que compõe a selecção já se conhece há algum tempo ; trata-se de um grupo coeso, solidário e com carácter.”Relativamente a objectivos a que se propõe atingir o técnico é mais cauteloso. “E algo difícil defini-los no momento actual : primeiro porque ainda não conhecemos o suficiente do potencial das equipas adversárias e, segundo, porque nestas idades ( 15 / 16 anos ), os jogadores são por vezes irregulares, faltando-lhes consistência. Diria , a uma semana do início da nossa preparação final, que o fundamental passa pela total concentração dos jogadores nas tarefas que lhes vão ser exigidas, numa forte união do grupo , na ambição demonstrada e na capacidade individual e colectiva para saber e ser capaz de resistir à fadiga, ao erro e às pequenas frustrações.De uma coisa está certo o técnico nacional Augusto Araújo. “Tudo faremos para prestigiar o basquetebol português !”
Aprovação dos novos estatutos
Realizou-se no sábado dia 20.06.2009 a Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Basquetebol cuja Ordem de Trabalhos tinha como Ponto Único a aprovação dos novos estatutos da FPB, com vista à sua adequação ao novo Regime Jurídico das Federações Desportivas.As alterações mais significativas referiam-se à composição da Assembleia Geral, a qual passará a integrar 61 delegados, com a seguinte descriminação: • 21 Delegados designados por inerência de entre os membros das Direcções das Associações Distritais de Basquetebol. • Os Presidentes das Associações de Jogadores, Juízes e Treinadores. • 21 Delegados representantes dos clubes e sociedades desportivas participantes nas competições nacionais. • 8 Delegados representantes dos jogadores. • 4 Delegados representantes dos juízes. • 4 Delegados representantes dos treinadores.A proposta de alteração dos estatutos foi aprovada com 206 votos a favor e 43 votos contra.As associações distritais de basquetebol que votaram favoravelmente os novos estatutos apresentaram uma declaração de voto na qual declararam que discordavam de alguns aspectos essenciais do novo regime jurídico das federações desportivas, mas que votavam favoravelmente os estatutos tendo em atenção a essencialidade desta alteração para a obtenção do estatuto de utilidade pública desportiva pela Federação Portuguesa de Basquetebol.
Carlos Caetano comenta época do Galitos
Mas nem tudo foram rosas pois segundo Carlos Caetano também houve aspectos negativos…
Que balanço desta temporada? Considero que o balanço da época realizada pelo Galitos FC é bastante positivo. Depois de termos alcançado o 13º lugar na época anterior, definimos, em Setembro de 2008, que os objectivos a alcançar passavam por atingir o 7º lugar na fase regular, muito embora esta meta fosse ajustável com o desenrolar da competição. Ao termos concluído a fase regular do Campeonato da Proliga na 3ª posição, e terminado a nossa participação, após a disputa da meia-final do playoff, onde fomos eliminados pelo Sampaense (3-1), a equipa não só atingiu, como superou, os objectivos delineados. Que aspectos negativos e positivos ressalva? Nos positivos a aposta que fizemos em jogadores jovens e ambiciosos que se afirmaram esta época na Proliga; a capacidade que ultrapassar um começo menos bom no Campeonato, que funcionou como uma importante etapa de aprendizagem; o facto dos jogadores terem assimilado a importância da defesa e, consequentemente, termos conseguido ser a equipa com menos pontos sofridos na fase regular da competição; termos vencido o Troféu António Pratas e finalizado a Proliga 2008-2009 na 3ª posição. Os negativos sem dúvida a dificuldade criada pela escassez de recursos humanos e logísticos, de forma a melhor suportar a participação do clube nesta exigente competição; os horários dos treinos (21h45-24h00), que influenciam o rendimento de cada elemento da equipa nas actividades profissionais que desempenha. Já tem algum convite para a próxima época? Não. Ainda não tive nenhuma proposta para a próxima época. Tem algum projecto que gostaria de levar a cabo? Gostaria de treinar uma equipa sénior num projecto a médio prazo (2/3 anos), com jogadores jovens e com uma estrutura de recursos humanos e logísticos necessários ao desenvolvimento desse mesmo trabalho. Qual é o seu modelo de jogo favorito? Não tenho um modelo de jogo único, mas a minha filosofia assenta numa defesa Individual (HxH) e num Ataque 1:4, após rápidas transições ou contra-ataque puro. Cada vez mais os jogadores que compõem a nossa equipa e o Scouting realizado aos adversários são os factores a ter em consideração na tomada de decisão sobre a estratégia a utilizar em cada jogo. De todas as equipas que já treinou, qual foi a que lhe proporcionou os melhores momentos? Naturalmente os melhores momentos da carreira de um treinador coincidem com o atingir dos objectivos estabelecidos. Assim, vencer determinada competição é na maioria das vezes a parte visível do trabalho realizado ano após ano. Nesta perspectiva, o primeiro título nacional de juniores femininos, como treinador principal, alcançado em 1998-1999, ou a vitória na Liga Feminina em 2006-2007, ambos pelo GDESSA, foram momentos únicos, que marcaram o meu percurso. Mas considero que a equipa que melhores momentos me proporcionou foi a de cadetes masculinos do FC Barreirense, que treinei entre 2003 e 2005, e que venceu 2 Campeonatos Nacionais neste escalão. Curiosamente voltei a reencontrar alguns desses jogadores esta época no Galitos. Há algum momento em particular que nunca vá esquecer? Mais recentemente, a passagem às meia-final do playoff da Proliga, no jogo 3 com o Sangalhos, que terminou com a nossa vitória, por 76-72. Acrescento ainda as derrotas que esta época tivemos por 63-71 com o Benfica e por 82-84 com o FC Porto, nas quais realizámos exibições muito positivas.E o mais negativo? A derrota pelo GDESSA na meia-final da Taça de Portugal, em 2006/07, frente ao CAB Madeira, por 2 pontos, quando a 34 segundos vencíamos por 3 e tínhamos posse de bola. Qual é a sua opinião sobre o actual estado do basquetebol em Portugal? Penso que existem condições e matéria-prima (jogadores) para que o basquetebol português melhore internamente, bem com a nível internacional, mas tal só será possível se forem criadas condições e apoios aos treinadores (profissionalização) e aos clubes através de apoios autárquicos e estatais, de acordo com programas de desenvolvimento bem definidos e com objectivos claramente traçados, que visem a formação dos jovens praticantes. Tem alguma opinião formada sobre o que deve ser alterado para melhorar a qualidade competitiva da modalidade? Considero que, uma vez que se acabou com a Liga Profissional e se criou uma nova competição, dever-se-ia ter aproveitado a oportunidade para reduzir o número de estrangeiros na LPB, para 2 por equipa, factor esse que não só proporcionaria maior visibilidade aos jogadores portugueses, bem como “obrigaria” a melhorar o trabalho desenvolvido nos escalões de formação dos diversos clubes.
Beira-Mar sagrou-se campeão
O Beira-Mar sagrou-se campeão nacional da CNB 2, depois de ter derrotado, este sábado, no Pavilhão dos Desportos da Anadia, o Ginásio Clube Olhanense, por 66-50. Ambas as equipas já tinham garantido o direito de subida desportivo à CNB 1, depois de terem vencido as respectivas fases zonais. Estão de parabéns os dois clubes finalistas, em especial a equipa do Beira-Mar que depois de ter ultrapassado na fase zonal Norte as equipas do Penafiel e Illiabum B, fechou com chave de ouro uma temporada de sucesso.
Ginásio Clube Olhanense disputa Título da CNB 2 em Seniores Masculinos
Após ter terminado a 1.ª fase da zona Sul -B com apenas 1 derrota (15 Vit. – 1 Derr.) e a fase zonal Sul na liderança (9 Vit. – 3 Derr.), o Ginásio Clube Olhanense vai disputar o título de Campeão Nacional da CNB 2 no Pavilhão dos Desportos da Anadia no próximo Sábado (dia 20) pelas 16 Horas. O seu adversário é o Beira-Mar que na recta final da fase zonal Norte conseguiu ultrapassar a equipa do Penafiel e do Illiabum “B”. Ambas as equipas finalistas já asseguraram o direito desporivo de subida à CNB 1.
Costa Dias: “Falta de sorte na Taça”
Mas o técnico não esquece o precoce afastamento do playoff, bem como a perda de Rico Hill, que acusou positivo num controlo antidoping
Que balanço faz da última época? Foi bastante positivo pois cumprimos o que foi anunciado e estipulado na primeira semana de Setembro: estar nos momentos de decisões – fomos finalistas da Taça de Portugal –, lutar pela vitória em todos os jogos e ficar nos 4 primeiros classificados na fase regular. Com manifesta falta de sorte não vencemos a Taça de Portugal, após dois prolongamentos e com as últimas posses de bola, sendo que no primeiro falhámos diversas “tapinhas” e no segundo uma “bandeja” isolada por um jogador experiente. Mas estou muito agradecido a todo o grupo e orgulhoso de cada um deles. Que aspectos positivos e negativos ressalva? Entre os positivos o facto de termos estado na final da Taça de Portugal. Apesar do corte orçamental de mais de 30 por cento, continuámos competitivos. Nos negativos, a eliminação prematura do playoff, devido a baixas importantes na equipa (Rico Hill que acusou positivo e Pedro Nuno com fractura de uma mão). Já tem algum convite para a próxima época? Sim, felizmente tive alguns, excelentes, e estou a estudar o que for melhor para mim e para a minha família. O basquetebol nunca será uma profissão para mim e isso condiciona a minha participação no jogo. Tem algum projecto que gostaria de levar a cabo? A nível pessoal tenho imensos. A nível desportivo gostaria de ter a hipótese de treinar uma equipa com mais condições, que garantisse tranquilidade ao grupo. Qual é o seu modelo de jogo preferido? Rápido e onde os jogadores são livres de tomar as decisões. Há um modelo de jogo e se o jogador interpreta o que eu quero, esse atleta joga com mais frequência. Fomos a equipa com mais contra-ataques este ano. A componente espectáculo tem que estar presente e isso só se consegue com um jogo rápido, onde se criem facilmente, e de forma constante, desequilíbrios. Os atletas têm que se divertir para poderem contagiar o público e os colegas. De todas as equipas que já treinou, qual foi a que lhe proporcionou os melhores momentos? Todas me têm trazido ensinamentos e progressão como treinador e como homem. Como evolução, estes dois anos na Liga têm sido decisivos e de uma aprendizagem constante, pois nunca tinha tido a felicidade de ser atleta de alta competição. Um momento positivo que nunca vá esquecer. A primeira subida de divisão, da CNB2 para a 1ªDivisão, num jogo em casa contra o Galitos. Foram anos de trabalho sempre em formação e nos escalões inferiores, que finalmente tinham expressão de “ Missão Completa”. E o mais negativo? A exclusão do Rico Hill da equipa, por um motivo que me deixa triste e frustrado. Tento transmitir valores aos meus atletas que são 100 por cento contrários ao que aconteceu. No entanto ele é adulto e responsável pelos seus actos, mas considero todos atletas como meus “filhotes” (os meus atletas sabem o que significa esta expressão). Aquele momento marcou-me profundamente e isso sentiu-se quando o substituí no último jogo oficial dele. Pois tinha perdido um atleta de excepção e a equipa dificilmente chegaria mais longe sem ele a ajudar. Qual é a sua opinião sobre o actual estado do basquetebol em Portugal? Já conheceu melhores dias e basta olhar para as bancadas. Mas a culpa é de todos os intervenientes. Eu faço o melhor para alterar este estado, mas alguns dinossáurios do basquetebol ainda não entenderam que estamos em 2009 e há que adaptar todo o desporto a esta realidade. Algumas pessoas ainda não entenderam que há que mudar e ter a coragem de actuar contra os seus próprios interesses e vaidades. Tem alguma opinião formada sobre o que deve ser alterado para melhorar a qualidade competitiva da modalidade? Tal como o número de estrangeiros é estipulado, também o número de atletas com menos de 20 e 25 anos também deveria ser. Esses atletas jovens deveriam ter tempo de jogo mínimo durante uma época. Só poderiam jogar 2 atletas estrangeiros em simultâneo, por equipa. Por outro lado, devia haver uma aposta na arbitragem, especialmente na aprendizagem de socialização com treinadores e atletas. Como pilar fundamental do jogo, os árbitros deveriam ter maior sensibilidade para o jogo e menos arrogância para esconder falhas. Agora que mais centros de alto rendimento possuímos, menos “estrelas” jovens oriundas desses centros nós temos. Há que repensar o modelo e ajustar ao objectivo e missão. Que jogador mais o impressionou? A nível mundial o Michael Jordan e o Kobe Bryant. Ultimamente Dwight Howard. Em Portugal, há muitos, mas escolho o Pedro Nuno, pela leitura do jogo e soluções, e o Carlos Lisboa, pela facilidade em lançar. A jogar em Portugal (recentemente) – Ricardo Hill, pois conseguia juntar eficácia, potência, ousadia e beleza nos gestos. Quando queria e não estava gordo … E jogadora? Ticha Penicheiro – que orgulho para Portugal! Qual é o seu 5 ideal? Kobe Bryant a base; Alen Iverson, Vince Carter e LeBron James; Dwight Howard a poste. Conte-nos uma situação caricata que se tenha passado em campo. Esta época um árbitro que estava “picado” comigo, em vez de estar a olhar para onde ía (por baixo da tabela) estava com o olhar fixo em mim. Tropeçou e caiu “vergonhosamente” por causa disso, mas poucos viram pois foi durante o jogo. Mas como estávamos de olhos fixos um no outro não pude deixar de reprar no sucedido… Quando ele passou por mim, chamei-o e disse-lhe que foi castigo por estar a pensar “lixar-me” e que ele quase que marcava falta à sua própria sombra que o fez cair. Rimo-nos da situação e aumentámos a estima que temos um pelo outro. E fora do campo? As melhores não se podem dizer publicamente … mas na 1ª fase final na CNB2, e em pleno avião rumo aos Açores, o Daniel (agora no Esgueira) como é muito “desprendido da realidade” pergunta: “ Onde vamos jogar e para quê ?!”
Carlos Andrade: “Quero continuar na ACB”
Ainda sem ter a sua vida profissional resolvida, Andrade não nega que gostaria de regressar a Espanha, de preferência a um clube que lhe desse mais oportunidades, mas só depois de ter participado no Europeu ao serviço da Selecção.
Nem tudo foi positivo este ano para Carlos Andrade na sua primeira experiência na Liga ACB espanhola, ao serviço do Bruesa. “Creio que satisfeito não posso dizer que tenha ficado, pelo simples facto de não ter jogado tantos minutos como desejaria. O que posso dizer é que foi o concretizar de um sonho ou objectivo que tinha.” Nada que faça desanimar o extremo português, conhecido pela sua persistência e capacidade de trabalho. “É meu desejo continuar na mesma competição, mas gostaria de encontrar uma equipa que estivesse disposta a dar-me uma oportunidade de mostrar o meu valor.” Uma vez mais, caso Andrade se mantenha no grupo final que irá disputar a fase de apuramento, os jogos de qualificação vão coincidir com o início de época dos clubes. “Começa a ser natural para mim iniciar os trabalhos de Selecção sem ter o meu futuro decidido”, admite o jogador, que vai casar dentro em breve. Aquilo para o qual Carlos está neste momento totalmente concentrado e preparado é o importante desafio que equipa nacional vai ter pela frente. “Pessoalmente estou bastante motivado este ano. Em primeiro lugar porque poderá ser a minha última oportunidade de poder participar num Europeu; em segundo porque agora temos alguns jogadores de volta, que o ano passado fizeram muita falta. Penso que se tivéssemos todos os atletas o ano passado hoje estaríamos a entrar em estágio para preparar-nos para o Europeu na Polónia, tal como em 2007.” Ainda sem novidades relativamente ao seu processo de naturalização, o mais provável é que seja necessário proceder à escolha de um dos naturalizados novamente este ano. “Não estive em Espanha no último Europeu e, se para mim a fase final seria uma estreia, acredito que para quem já lá esteve o desejo de voltar tenha aumentado ainda mais.”
Mais dois bons testes antes do Europeu
Eugénio Rodrigues, seleccionador de Sub-20 femininos, não desarma e tenta dar à sua equipa um maior ritmo competitivo antes de se apresentar no Campeonato da Europa, Divisão B, em Ohrid (Macedónia) de 6 a 16 de Julho.Para isso voltou a aproveitar a disponibilidade e amizade de Carlos Colinas, treinador da Selecção de Espanha de Sub18 femininos, para acordar mais dois jogos de preparação, desta feita em Benasque (Huesca), hoje e amanhã.A comitiva portuguesa viajou esta sexta à noite de comboio, até Madrid, fazendo depois o percurso de autocarro até Benasque.As 12 jogadoras convocadas são as seguintes:Joana Bernardeco (ADE Sintra)Ana Catarina Rodrigues (Olivais)Francisca Braga (Académico FC)Joana Pinto (AD Ovarense)Catarina Caldeira (CAB Madeira)Marcy Gonçalves (CAB Madeira)Carolina Escórcio (CAB Madeira)Sara Djassi (GDESSA)Inês Macedo (GDESSA)Bárbara Pedro (Algés)Rosinha Rosário (União da Madeira)Sofia Carolina Silva (Académica)Nos anteriores confrontos com as Sub18 espanholas a vitória sorriu a nuestras hermanas por 67-52 (em Dezembro passado, no Torneio de Barakaldo) e por 69-42 (no dia 7 deste mês, em Pontevedra).Julgamos que a capacidade de resposta do seleccionado luso é de momento maior do que a revelada no início do mês, até porque já conta com as três jogadoras madeirenses do CAB, na altura ainda a competirem pelo clube satélite (Marítimo) na final do play-off da 1ª Divisão Feminina. A realização dos dois jogos com a Holanda (Sub20) em Rio Maior, no passado fim-de-semana, possibilitou certamente um maior entrosamento entre as seleccionadas.Calendário de jogos:Sábado (20/6)Espanha (Sub18 Fem)-Portugal (Sub20 Fem), às 20H00, em BenasqueDomingo (21/6)Espanha (Sub18 Fem)-Portugal (Sub20 Fem), às 11H30, em Monzón A comitiva portuguesa fica instalada no Hotel Via Netto, em Monzón.
Biblioteca e Rio Maior Basket vencem Torneios de Verão da ABLeiria
Realizado em vários Pavilhões da cidade do Concelho de Leiria, o Torneio de Verão contou com a presença do Biblioteca I. R, IEJOTA, Sporting Clube Marinhense da AB Leiria e uma equipa convidada da Associação de Santarém – Rio Maior Basket.
Em Sub-14 o jogo foi decidido nos últimos instantes com a vitória a sorrir aos pupilos de Jorge Ribeiro por 2 pontos. Em Sub-16 a vitória sorriu ao Rio Maior Basket, treinados pelos conceituados Hélder Silva e Teresa Barata.Foi uma jornada concentrada e desportivamente bem vivida por todos os participantes. Um agradecimento especial ao Rio Maior Basket e aos seus treinadores por terem aceite o convite da AB Leiria. A sua participação não só dignificou a prova como proporcionou às nossas equipas mais experiência competitiva.Para a próxima época há mais jogos e certamente mais pontos de interesse na ABLeiria
Pedro Coelho aprovado
O árbitro Pedro Coelho, de Lisboa, foi aprovado na 1ª Fase do Curso para Candidatos a Árbitros Internacionais, realizado no passado mês de Maio em Antalya (Turquia).Pedro Coelho passou assim à 2ª Fase, que terá lugar em Abril de 2010, onde prestará de novo as provas tradicionais, física, de regras e de língua inglesa, e actuará em diversos jogos de um torneio oficioso FIBA Europa.A partir deste ano e regressando a um modelo similar ao posto em prática pela primeira vez há mais de 20 anos, a FIBA Europa decidiu que a passagem a árbitro internacional fosse efectuada em dois estágios, sendo que o segundo terá uma vertente prática mais relevante que o habitual.
Final Ibérica: 3ª edição sábado em Quarteira
Trata-se de um evento
que envolve cerca de 350 jovens jovens praticantes de basquetebol,
entre os quais 70 são de escolas espanholas, que vão medir forças pelo
terceiro ano consecutivo, depois das edições realizadas em Lisboa e em
Madrid.
Com início marcado para as 10 horas, parando para o período de almoçoàs 12.30 horas, a actividade recomeça às 15.30h, prolongando-sedurante toda a tarde até às 19, hora de encerramento do encontro.Depois de 6 meses de competições locais e regionais que envolveramcerca de 900 escolas e 20.000 alunos, os finalistas do encontronacional, que foi disputado junto à Torre de Belém, nos passados dias6 e 7 do corrente mês, bem como equipas espanholas oriundas daExtremadura e da Andaluzia disputarão o triunfo no respectivo escalão.De referir que o evento contará ainda com a presença de três equipasprovenientes da Madeira, bem como uma equipa por escalão/sexo doAlgarve.Compal Air é um projecto que resulta da parceria entre a FederaçãoPortuguesa de Basquetebol, a Compal e o Desporto Escolar, aberto aos jovens dos 10 aos 17 anos. O Compal Air pretende promover a prática do desporto e fazer chegar a modalidade a todas as escolas do país.Recorde-se que o seleccionador nacional de seniores masculinos, MonchoLopez, e a profissional da WNBA, Ticha Penicheiro, são embaixadoresdeste projecto.Escolas portuguesas na Final Ibérica Compal AirInfantis Masculinos1º Escola Secundária Ponte de Sôr, Portalegre2º Instituto Educativo do Juncal, Leiria3º Escola Secundária/B 2 3 de Cantanhede, CoimbraInfantis Femininos1º Escola Secundária Manuel Fernandes, Abrantes2º Escola Secundária 2,3 Martin de Freitas, Coimbra3º Escola Quinta da Lomba, SetúbalJuniores Masculinos1º Escola Secundária Júlio Dinis, Aveiro2º Escola S/B 2 3 Artur Gonçalves, Santarém3º Escola Secundária Eça de Queirós, Póvoa VarzimJuniores Femininos1º Escola Secundária Mem Martins, Lisboa2º Escola Secundária de Pombal3º Escola Secundária Eça de Queirós, Póvoa VarzimJuvenis Masculinos1º Escola Secundária Francisco Holanda, Guimarães2º Escola B 2 3 João Gonçalves Zarco, Lisboa3º Escola Secundária de Anadia, AveiroJuvenis Femininos1º Escola Secundária Dr. Ginestal Machado, Santarém2º Escola Secundária Raúl Proença, Zona Oeste3º Escola Secundária Romeu Correia, SetúbalIniciados Masculinos1º Instituto Educativo do Juncal, Leiria2º Escola Secundária de Penafiel3º Colégio Órfãos do PortoIniciados Femininos1º Colégio Cesário Verde, Lisboa2º Escola B 2 3 João de Meira, Guimarães3º C.L.I.P (Colégio Luso-Internacional do Porto), Porto
Jaime Silva: “Custa-me muito ficar de fora”
Depois de um final de época complicadíssimo, em Espanha, devido a problemas financeiros no clube que ainda aguardam resolução, Jaime vê-se muito provavelmente arredado de poder dar o seu contributo à Selecção Nacional, numa altura em que ainda não definiu o seu futuro profissional. Apesar da enorme tristeza sentida, o extremo mantém a confiança no grupo de trabalho para uma vez mais se superar e conseguir mais um feito para as cores nacionais.
De regresso a Portugal Jaime Silva continua a aguardar que os problemas na sua equipa, o Vigo, sejam solucionados. “Tenho ainda por receber 5 meses de salário. Todos os atletas colocaram a carta na Federação Espanhola, resta-nos agora esperar que as contas finais de todos os clubes com o mesmo tipo de problemas financeiros sejam feitas e se confirme que os valores em dívida são reais e correctos. Provavelmente haverá novidades lá para o final do mês.” Mesmo com todos os problemas com que teve que conviver esta temporada, Silva não descarta a hipótese de regressar a Vigo. “Mantém-se em aberto a possibilidade de voltar, tudo dependerá da quantidade de dinheiro disponível. A acontecer, muito provavelmente só será numa fase mais avançada face às novas regras, que obrigam os clubes a ter 6 espanhóis no plantel, havendo depois a possibilidade de contratar 2 comunitários e 2 extra-comunitários. Muito naturalmente os clubes numa primeira fase tentarão preencher as vagas dos jogadores nacionais, dedicando-se posteriormente ao restante da equipa.” Jaime não nega que a continuidade de Manuel Povea, também ele na expectativa, seria mais um ponto a favor para uma possível renovação, embora outros cenários sejam tidos em consideração. “Ajudaria se o Manuel continuasse no clube mas não coloco de parte a hipótese de regressar ao campeonato português, desde que valha a pena e seja um projecto interessante.” Para complicar ainda mais o cenário, já de si nada famoso, uma arreliadora lesão vai impedir que Jaime possa integrar os trabalhos da Selecção Nacional. “Tenho princípios de uma pubalgia, nesta fase com repouso absoluto provavelmente conseguirei evitar a cirurgia. Se continuar a actividade física, mais cedo ou mais tarde, terei de ser operado.” É sempre desagradável não poder integrar os trabalhos da Selecção, mais ainda nas vésperas da discussão de um apuramento para o Europeu. “Irá custar-me muito se ficar de fora, até porque já tinha estado o ano passado e começava a sentir-me como fazendo parte do grupo.” Mas Silva acredita que os bons resultados possam continuar a surgir nos horizontes de Portugal. “Na fase anterior eram muitas as vozes que diziam que a manutenção na divisão A já não iria ser possível, mas a verdade é que conseguimos três vitórias consecutivas e atingimos aquele que tinha passado a ser o nosso grande objectivo. Somos capazes do melhor e do pior, mesmo tendo a Bósnia como adversário no grupo, uma equipa sempre complicada, tudo é possível acontecer nesta fase de apuramento.”
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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