Artigos da Federaçãooo

Ovarense conquista título nacional

Com uma excelente organização da A.B. Castelo Branco, foi em Idanha a Nova que Ovarense, Coimbrões, CAB e Simecq foram bem recebidos e disputaram o titulo nacional de Cadetes Femininos (Sub-16). Ganhou a equipa de Ovar, conjunto que mostrou muita consistência nos três jogos realizados Desde logo se percebeu que a fase final seria muito equilibrada, onde três das quatro equipas – Ovarense, Coimbrões e CAB – legitimamente lutariam por um titulo que iria fugir a duas delas por escassas e mínimas diferenças nos confortos directos. Com três encontros serem resolvidos apenas no prolongamento, e a terminar com diferenças abaixo dos 4 pontos, até houve jogos a terminarem com um triplo na buzina… Assim, a SIMECQ, apresentando um grupo jovem e curto, tecnicamente interessante mas de ritmos baixos e demasiado suave na defesa, desde cedo deu a entender que iria ter muitas dificuldades para enfrentar os seus adversários. Ao longo dos seus três jogos somou outras tantas derrotas e nunca conseguiu ser um temível rival. O CAB, terceiro classificado, apareceu nesta fase da competição com um grupo alegre, a jogar um basquete agradável e com uma percentagem de lançamento muito acima da média nacional – principalmente de 3 pontos –, o argumento mais forte da equipa insular. Com 7 atletas a jogar a um nível muito semelhante, era impressionante como com uma boa circulação de bola sistematicamente as suas atletas apareciam a lançar em posição confortável e com uma performance invejável. O Coimbrões comprometeu muito as suas aspirações ao realizar uma primeira parte desastrada no primeiro dia pois, jogando com uma Ovarense muito estável, deixou o marcador fugir até aos 10 pontos. Com uma reacção positiva na segunda metade, foi a vez da Ovarense não se deixar impressionar e nos momentos finais assegurou uma vitoria de 4 pontos, que se revelaria decisiva no desfecho das contas. Apesar de apresentar um grupo evoluído, o pouco contributo do banco explicava algumas das dificuldades físicas que esta equipa apresentou ao longo da prova. Mesmo com uma vitoria sobre o CAB, no segundo dia, e após prolongamento, com um triplo no último segundo, o Coimbrões perdia a esperança de chegar ao primeiro lugar pois o seu coeficiente jamais seria o pretendido. A Ovarense conseguiu ser a equipa mais sólida, com uma maior rotação e profundidade das suas atletas. A equipa mostrou muita consistência nos três jogos realizados, conseguindo logo no primeiro dia deixar transparecer menos nervosismo e mais confiança. Essa postura foi decisiva para bater o Coimbrões e perder por apenas um ponto com o CAB, após prolongamento. Num jogo que em esteve quase sempre com uma desvantagem superior em relação à que podia aguentar, face aos resultados anteriores, foi com uma atitude muito forte no ressalto, nomeadamente ofensivo, que as vareiras conseguiram reagir, recuperando mais de dez pontos e levando o jogo ao final dos 40 minutos para o prolongamento. Uma vez mais, no tempo extra o CAB esteve a ganhar por mais de 4, resultado que poderia servir as aspirações madeirenses, mas a Ovarense reagiu positivamente e mostrou estar a altura de conquistar um titulo nacional que lhes custou muito suor e entusiasmo!Resultados:1ª jornadaSIMECQ 65-87 CABCoimbrões 61-65 Ovarense2ª jornadaCAB 70-73 CoimbrõesOvarense 70-54 SIMECQ3ª jornadaOvarense 86-87 CABCoimbrões 76-58 SIMECQ


Vasco é Campeão

Ao ser obrigado a vencer para poder ser campeão, em resultado da vitória do Barreirense sobre o Algés (no 5º jogo da Fase Final do Campeonato Nacional Sub 18 Masc.) a equipa vascaína aguentou muito bem essa pressão e bateu o FC Porto por 80 x 68, sagrando-se assim CAMPEÃO NACIONAL do escalão, época 2008/09.Em particular evidência estiveram João Torrié (24 pts e 19 Res), André Moreira (21 pts e 12 Res), e ainda Emanuel Vaz (16 pts e 6 Res).Por outro lado, o FC Porto (fruto da vitória no 1º jogo desta fase) viria a obter a 3ª posição, à frente do Algés, destacando-se pela juventude do seu grupo (quase todos os seus atletas serão Sub 18 na próxima época).Importante registo para um evento que não deixará de ficar na memória de quem o esteve presente, quer pelo equilibrio evidenciado pelos seus intervenientes (no final da 2ª jornada todos podiam ser campeões), quer pelo local onde se disputou (emblemático ROSA MOTA), quer ainda pela significativa adesão do público, fazendo lembrar o Rosa Mota noutros tempos.RESULTADOS:Porto 82 x 66 Algés;Vasco 78 x 73 Barreirense (ap);Porto 50 x 77 Barreirense;Vasco 64 x 73 Algés;Algés 62 x 66 Barreirense;Porto 68 x 80 Vasco;CLASSIFICAÇÃO:1º – SC VASCO GAMA;2º – FC BARREIRENSE;3º – FC PORTO;4º – S. ALGÉS e DAFUNDO;CINCO IDEAL:1- João Veludo (Nº 10 – Vasco)2 – Carlos Erickson (Nº 6 – Algés)3 – João Rothes (Nº 15 – Porto)4 – Daniel Margarido (Nº 13 – Barreirense)5 – Miguel Queirós (Nº 14 – Barreirense)MVP:Miguel Queirós (Nº 14 – Barreirense)


Académica visita escolas

A Secção de Basquetebol da Associação Académica de Coimbra vai deslocar alguns dos seus atletas seniores, entre eles Manuel Johnson, Karlton Mims e Anthony Williams, amanhã, terça feira, pelas 10.00 horas, à Escola Alice Gouveia, para divulgar o(s) jogo(s) com o SL Benfica para a Liga Portuguesa de Basquetebol.Fazer destes jogos uma Festa do Basquetebol é um dos objectivos pelo que, com esta visita, a Académica pretende convidar todos os alunos do ensino secundário a estarem presentes, no apoio à equipa. No intervalo do jogo de sábado serão sorteados por todos os estudantes do secundário presentes dois bilhetes para os Globetrotteres.Durante a semana realizar-se-ão mais visitas a Escolas a divulgar.


Fase Final XXI Campeonato Nacional de Sub-16 Masc.

Vai a Associação de Basquetebol de Castelo Branco realizar a “Fase Final XXI Campeonato Nacional de Sub 16 Masculinos 22,23 e 24 do corrente mês de Maio. Os jogos vão-se realizar no pavilhão UBI / Covilhã.As equipas participantes são : ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA OVARENSE A.B. AVEIROFUTEBOL CLUBE BARREIRENSE A.B. SETUBAL GRUPO DESPORTIVO BASQUETE DE LEÇA A.B. PORTO SPORT LISBOA E BENFICA A.B. LISBOA Programa : Sexta Feira 22-05-2009 1ª Jornada Jogo 19:30 horas OVARENSE x S. L. BENFICA Jogo 21:30 horas B. LEÇA x F.C. BARREIRENSE Sábado 16-05-2009 2ª jornada Jogo 16:00horasJogo 18:00horas Domingo 17-05-2009 3ª jornada Jogo 09:00 horasJogo 11:00 horas 13:00 Encerramento e entrega dos prémios


CNT – Paulo Pinto

Faltam apenas cinco semanas para que os jovens atletas integrantes deste CT, verdadeiramente apaixonados pelo basquetebol e com um enorme sentido de união e de camaradagem, regressem aos seus locais de origem e ao convívio com as suas famílias.

Para alguns deles ( João Barbosa, Nuno Costa, Pedro Costa, Ruben Silva, Daniel Musili, Filipe Elias, Hernâni Medina ), foram 2 anos de vida partilhada em S João da Madeira ; para os outros ( João Álvaro, Júlio Silva, Bruno Cabanas, João Gallina, José Miranda ) e ainda para o Hugo Sotta e Miguel Cardoso, estes dois em regime de externato, foi apenas um ano, feito não só de “luta e algum sacrifício“, mas também de convívio, de responsabilidade, de maturação e, sobretudo, de uma amizade tão grande que durará certamente uma vida.


Académica esteve perto do empate

O Benfica sofreu, e de que maneira, para levar de vencida a equipa da Académica de Coimbra, tendo sido necessários três prolongamentos (105-103) – empate a 72 pontos no final do tempo regulamentar – para que a turma encarnada somasse a sua segunda vitória nas meias-finais do playoff da LPB. O conjunto de Coimbra esteve muito próximo de uma vitória que, embora não decidisse nada quanto ao vencedor da série, tornaria a história desta eliminatória bem diferente. Sem servir de desculpa há que referir que para além de não ter contado com o norte-americano Ben Reed, o treinador encarnado Henrique Vieira viu-se privado do contributo do internacional João Santos que também não participou neste encontro.Foi uma Académica totalmente transfigurada, para melhor, que se apresentou este domingo na Luz para disputar o 2º encontro relativo às meias-finais da Liga Profissional de Basquetebol. Se durante a 1ª parte a equipa visitante conseguiu algum ascendente, indo para o intervalo a vencer por 6 pontos (39-33), a partir do momento em que os encarnados encostaram o resultado, a partida foi repleta de emoção e incerteza até ao final. À entrada do derradeiro quarto os benfiquistas ainda perdiam, embora por uma diferença de apenas 2 pontos(55-57), o que deixava tudo em aberto quanto ao vencedor final. Os últimos 10 minutos do tempo regulamentar foram de emoção, mas não suficientes para se encontrar um vencedor (72-72). Houve necessidade de se recorrer a prolongamento, mas ao contrário do que é mais habitual os 5 minutos de tempo extra acabaram por ser 15, pois foram necessários 3 prolongamentos. Nesse período o Benfica acabaria por ser mais feliz, acabando por vencer o encontro por 2 pontos de diferença (105-103). Este poderá ter sido, muito provavelmente, o momento chave da eliminatória para equipa de Coimbra, uma vez que agora a missão é bem mais espinhosa, já que tem de vencer 3 jogos consecutivos. Nos encarnados os internacionais e Elvis Évora (26 pontos, 16 ressaltos e 3 desarmes de lançamento) e Sérgio Ramos (27 pontos, 9 ressaltos e 4 assistências) estiveram em tarde inspirada e contaram com ajuda de Seth Doliboa (18 pontos, 13 ressaltos, 2 assistências e 2 desarmes de lançamento) para vencer o 2º jogo da série. Nos estudantes o duo português composto por Fernando Sousa (17 pontos, 5 ressaltos, 4 assistências e 3 roubos de bola) e Diogo Simões (15 pontos, 5 assistências, 4 ressaltos e 2 roubos de bola), nem com a ajuda do norte-americano Manuel Johnson (19 pontos e 11 ressaltos) conseguiu empatar a eliminatória.


A um triunfo da final

Apesar de ter sentido imensas dificuldades em vencer este domingo a equipa do CAB Madeira, no Funchal, naquele que foi o 2º jogo das meias-finais do playoff do campeonato da LPB (84-82), a Ovarense Dolce Vita cometeu a proeza de conquistar dois triunfos fora de portas, frente a uma das melhores equipas durante a fase regular e mais difíceis de derrotar a jogar em casa. Com este sucesso os comandados de Mário Leite ficam a um pequeno passo da final da prova, a única que lhes falta vencer na presente temporada.Apesar do equilíbrio durante a 1ª parte do encontro, a equipa madeirense foi para o descanso no comando do marcador, ainda que por uma pequena diferença de 3 pontos (45-42). Contrariamente ao que é habitual no conjunto insular, que faz do 3º período o momento para fugir no marcador, foi a equipa vareira a conseguir esse objectivo. No recomeço da partida, os pupilos de Mário Leite, mercê de um parcial de 26-13 a seu favor, construíram uma vantagem que lhes permitiu iniciar o derradeiro quarto com alguma margem de erro. A equipa da casa não se entregaria, contudo, facilmente, tendo encetado nos últimos 10 minutos de jogo uma recuperação que quase resultou. A defesa agressiva costuma ser a imagem de marca das equipas treinadas por João Freitas mas, apesar de ter obrigado a equipa adversária a cometer 18 turnovers, sofreu 84 pontos, por isso não se pode considerar que tenha tido sucesso naquele sector. Convém todavia salientar que, perante as boas percentagens de lançamento da equipa campeã nacional – 68% de 2 pontos e 50% de 3 pontos –, a missão para quem defende torna-se extremamente ingrata. O trio norte-americano da equipa de Ovar composto por Rolan Roberts (22 pontos e 2 ressaltos), Stempin (13 pontos, 5 ressaltos e 3 assistências) e John Waller (23 pontos, 5 ressaltos e 4 roubos de bola) fez toda a diferença, provando, uma vez mais, a valia que estes atletas têm. Nos insulares, o jogo exterior esteve em bom nível, com a dupla Francisco Fernandes (17 pontos, 4 roubos de bola, 2 ressaltos e 2 assistências) e Jason Smith (19 pontos e 4 assistências) a ser a mais produtiva.


Galitos empata eliminatória

A equipa do Galitos FC/Tley empatou a eliminatória (1-1), depois de ter vencido este domingo, em S. Paio de Gramaços, a turma do Sampaense/Tecoimbra, por 89-78, no segundo jogo das meias-finais do playoff da Proliga. A forma determinada como a equipa de Carlos Caetano iniciou o encontro permitiu-lhe construir desde muito cedo uma vantagem pontual que naturalmente deu outra estabilidade e confiança à equipa. Na outra meia-final, o Illiabum voltou a ganhar ao Queluz e lidera a eliminatória por 2-0. O Galitos entrou de rompante, deixando bem claro qual o seu propósito para este segundo jogo da série. Pressionada pela derrota de sábado, a turma do Barreiro sabia perfeitamente que um novo desaire deixaria a tarefa de tentar atingir a final do playoff muito complicada. Mérito para os comandados de Carlos Caetano que no final do 1º período já venciam por uma vantagem de 15 pontos, mercê de um parcial de 29-12. A equipa da casa não teve capacidade para reagir ao forte começo da formação da margem Sul do Tejo, deixando arrastar a diferença pontual até à entrada do derradeiro quarto (71-49), quando já era tarde para tentar a reviravolta no marcador. Defendendo bem, à excepção do último quarto – tinha sofrido 49 pontos até então –, a prestação da linha de 3 pontos é um bom exemplo para também ilustrar o maior acerto que o conjunto do Barreiro teve no ataque. Os visitantes converteram 7 triplos em 12 tentativas (58%), enquanto que o Sampaense necessitou do dobro das tentativas para converter o mesmo número de triplos (7/24 – 29%). De realçar a forma colectiva como Galitos jogou durante o encontro, bem espelhada na distribuição dos pontos conseguidos pela equipa, com seis dos seus jogadores a marcarem nas dezenas. No entanto, destacamos Ângelo Brito (17 pontos e 4 ressaltos), Timothy Bush (13 pontos, 9 ressaltos, 3 assistências e 2 desarmes de lançamento) e Tiago Pinheiro com 17 pontos entre os demais. Do lado do Sampaense, Kendell Craig (21 pontos, 6 assistências), Sami (19 pontos e 6 ressaltos) e Hélder Carvalho (16 pontos, 6 ressaltos, 3 roubos de bola e 2 assistências) bem tentaram repetir o resultado conseguido no jogo anterior. Illiabum ganha vantagem Novo triunfo do Illiabum nas meias-finais do playoff diante do Queluz, e por números que deixam transparecer o domínio demonstrado durante a partida. Depois da derrota de sábado, seria de esperar outra atitude nos comandados André Martins, que ao invés demonstraram uma ainda maior fragilidade defensiva, sofrendo 29 pontos nos primeiros 10 minutos de jogo. A perder por 17 pontos de diferença (12-29) logo no final do 1º período, a equipa do Queluz, à semelhança do encontro anterior, nunca mais foi capaz de reentrar na discussão do resultado, somando a sua 2ª derrota na eliminatória (84-65). Com este triunfo a equipa de Carlos Cabral ficou a um pequeno passo da final, bastando-lhe vencer um dos 3 encontros que ainda tem ao seu dispor para confirmar a sua presença na ronda final da prova. A dupla Daniel Felix (11 pontos, 9 assistências e 2 ressaltos) e James Roberts (20 pontos e 8 ressaltos) voltou a estar em plano de evidência, tendo contado, neste jogo, com a preciosa ajuda de Nate Daniels (19 pontos, 3 ressaltos e 2 assistências). A fantástica prestação de Ricardo Rodrigues (31 pontos, 4 roubos de bola e 2 assistências) foi insuficiente para evitar nova derrota do Queluz.


Betinho disputa playoff

O Gestiberica Ciudad de Vigo de Jaime Silva, por sua vez, já foi eliminado na LEB Bronze, depois de somar a terceira derrota consecutiva frente ao WTC Almeda Park.

NA LEB Ouro o Leche Rio Breogán de João Betinho Gomes ganhou o último jogo que realizou na fase regular do campeonato e classificou-se na quarta posição, lugar que lhe deu acesso a uma vaga no playoff. A equipa venceu o Cáceres 2016 Basquet, por 85-82, com o internacional português a somar 3 pontos, 2 ressaltos, 1 assistência e 1 roubo de bola nos 14 minutos que esteve na partida. Nos quartos-de-final do playoff o Leche Rio Breogán vai medir forças com o CB Villa de los Barrios. Na LEB Prata, o Gestiberica Ciudad de Vigo perdeu o terceiro jogo consecutivo nos quartos-de-final do playoff, diante do WTC Almeda Park, por 74-79, despedindo-se, assim, da competição. Jaime Silva actuou durante 33 minutos, nos quais converteu 8 pontos, somando ainda 3 ressaltos, 3 assistências e 3 roubos de bola. Em França, a equipa de Filipe da Silva conseguiu manter-se na Divisão Pro B, ao terminar a fase regular na 13ª posição. Na última jornada da fase regular perdeu fora, diante do Brest, por 73-79, uma partida onde o base português registou 11 pontos, 5 ressaltos, 4 assistências e 1 bola recuperada, em 24 minutos. Nas senhoras, Sofia Ramalho, na Liga Feminina 2B de Espanha era ainda a única das jogadoras portuguesas lá fora que se encontrava em acção, mas a sua equipa não conseguiu o apuramento à principal competição feminina do país vizinho. Perdeu diante do Universitário de Ferrol, por 61-69, um jogo onde a Sofia converteu 6 pontos, capturou 1 ressalto e fez 1 assistência. Até para a semana!


Paula Muxiri: “Tenho boas recordações de Angola”

Natural de Luanda, a categorizada basquetebolista que na 1ª volta do Campeonato da Europa, Divisão B, disputada no Verão de 2008, foi a melhor marcadora da equipa das quinas, não se furtou a dar a conhecer a história do seu percurso até chegar aos dias de hoje.

«Vim para Portugal com 16 anos estudar e jogar basquetebol na equipa de juniores do GDESSA. Como é que aconteceu essa possibilidade? É simples. Nesse ano tinha estado nos Jogos dos CPLP, em Moçambique (Maputo), em representação do meu país, Angola. A dupla de treinadores da Selecção portuguesa (José Leite e José Carruna) reparou em mim, fizeram-se os contactos com a minha família e vim. Em 2002 tive a oportunidade de ir estudar para os EUA e não pestanejei. Foram quatro anos de muito trabalho, na Universidade Old Dominion, onde estudei e joguei, tendo sido quatro vezes campeã da Conferência. Foi na mesma Universidade, na cidade de Virgínia, onde tinham estado a Ticha Penicheiro e a Mery Andrade, anos antes. Tirei Gestão de Empresas, que concluí em 2006. Regressei então a Portugal para voltar a alinhar pelo GDESSA, tendo conquistado o título da Liga Feminina (2006/07), onde tive como companheiras de equipa, Susana Soares e Susan Foreid, entre outras. Entretanto nesse ano tirei uma pós-graduação em Direito Empresarial, conseguindo conciliar a prática da modalidade com os estudos.», referiu de uma assentada a nossa entrevistada. Mas isto de conciliar estudos com o basquetebol tem que se lhe diga, porque no início Paula teve algumas dificuldades, como nos conta: «Quando vim para cá o interesse maior era para poder ser jogadora. Depois entrei na Faculdade (Universidade Lusíada) e era muito difícil conciliar. Ia para as aulas de manhã, para Lisboa e treinava ao fim do dia, no Barreiro. Mesmo assim acabei o 1º ano e entretanto surgiu a possibilidade de ir para a Old Dominion. Por causa das equivalências tive de começar de novo no 1º ano.». Depois da licenciatura, a ideia inicial seria começar uma carreira na área empresarial. Foi então que aparece a hipótese de ir jogar para Espanha, onde acabou de concluir a 2ª época consecutiva, na 2ª Liga Espanhola. Em 2007/08 ingressou no Obenasa Navarrra, de Pamplona, onde foram sétimas classificadas no seu Grupo e na época seguinte (2008/09) mudou para o Proffasa Badajoz, onde conquistou o 5º lugar do Grupo A, perdendo nas últimas 4/5 jornadas a hipótese de entrar na Final a 8, que daria o acesso à 1ª Liga. Mesmo assim, Paula Muxiri fez uma temporada espectacular, sendo a jogadora mais influente da equipa, como o comprovam os indicadores seguintes: melhor marcadora da equipa (média de 17,57 pontos por jogo) e 6ª melhor marcadora do Grupo A e 8ª no conjunto dos dois Grupos (A e B); 31,3 minutos de utilização por jogo, sendo a segunda mais utilizada (totalista nas 30 partidas); a jogadora mais valiosa da equipa (média de 20,6 de valorização por jogo); 60% L2; 29% L3; 67% LL; melhor ressaltadora da equipa (8,6 ressaltos por jogo). «Em princípio queria trabalhar mas achei que era capaz de jogar ainda mais alguns anos. O mercado de trabalho não estava favorável e então enquanto esse cenário se mantiver continuarei a jogar basquetebol como profissional. O basquete espanhol é muito mais competitivo. A 2ª Liga espanhola é de melhor qualidade e mais competitiva que o 1º nível em Portugal (Liga Feminina), reflexo do nível global do basquete do país vizinho, que está muito mais à frente que o nosso, ocupando por direito próprio um dos lugares cimeiros no ranking europeu e mundial.», referiu a extremo/poste, que se naturalizou portuguesa em 2005, se não nos falha a memória. Mas defrontar o país onde nasceu é uma sensação que Paula Muxiri vai experimentar pela primeira vez no Torneio Internacional do Lubango. «Claro que mexe comigo. Tenho boas recordações de Angola, é a minha pátria. Embora não seja fácil, sinto que é um privilégio para mim defrontar a selecção do país que me viu nascer. Tenho ainda bastantes familiares em Angola e é sempre bom ter este ensejo de os rever, bem como os muitos amigos que lá tenho. Mas em termos de opção, não estou arrependida de ter optado pela naturalização. Angola naquela altura atravessava um período complicado e como todos os jovens que pretendem o melhor para eles, visando assegurar o futuro, acho que fiz bem.». Antes de terminar, Paula Muxiri referiu o interesse da presença da Selecção Nacional no Torneio a realizar em terras da Huíla. «Espero encontrar naturalmente um basquete mais físico, característico das equipas africanas, particularmente por parte da selecção congolesa, que é muito forte. Estou-me a lembrar por exemplo da poste Pauline Nsimbo que alinhou pelo Olivais, tendo sido campeã em 2007/08, e que esta época jogou nas competições europeias, sendo uma das melhores ressaltadoras e marcadoras da prova em que a sua equipa esteve envolvida. Independentemente dos resultados, sou de opinião que constituirá uma boa preparação para a campanha do Europeu, cuja 2ª volta decorrerá na 2ª quinzena de Agosto e que acredito temos boas chances de disputar o play-off de acesso à Divisão A. Irá dar-nos mais rodagem e maior entrosamento, o mesmo se passando com os jogos frente a Cuba logo a seguir ao regresso de Angola, os Jogos da Lusofonia e a participação no Torneio Internacional de Oliveira do Hospital, ambas as competições em Julho.».


Treinadores da ACERT visitam Calvão

Para além da observação do treino das atletas nascidas em 1994 e 1993, os treinadores presentes trocaram algumas ideias com os Profs. Catarina Neves e Ricardo Vasconcelos sobre o trabalho que está a ser desenvolvido com estas atletas.Dados como a intensidade e volume de treino das atletas foram os aspectos que mais surpreenderam os observadores. Novas visitas estão já previstas, pensando nós que desta forma poderemos melhorar o trabalho que estamos a desenvolver no nosso clube.


Campeões vencem na Madeira

O 2º jogo, já este domingo, às 15.30 horas, passa a ser determinante para os comandados de João Freitas, uma vez que uma derrota complicará de sobremaneira as suas hipóteses de chegar à final.

Mais uma prova de que os actuais campeões nacionais quando chegam aos momentos decisivos, à imagem do que aconteceu durante toda a temporada, são sempre uma equipa a ter em conta, constituindo-se como fortes candidatos à renovação do título. Um dos grandes objectivos que a equipa vareira tinha para este duplo confronto na Madeira já foi alcançado, uma vez que conseguiu, até ver, um triunfo fora de casa que lhe permite encarar com outra tranquilidade o que resta da série.O início da 2ª parte foi o momento chave do encontro, com os vareiros – depois de terem atingido o intervalo na liderança do marcador com uma vantagem de 3 pontos (40-37) –, a conseguirem dilatar a vantagem durante o 3º período para a dezena de pontos (68-57), construindo uma diferença pontual bastante confortável para uma equipa com a experiência e hábitos vencedores como é o caso desta.No derradeiro quarto os insulares não conseguiriam sequer reduzir a diferença, aproveitando a Ovarense para aumentar o diferencial (89-75). Manarte durante a semana tinha avisado que o colectivo era a principal arma da equipa e a prova disso mesmo foram as 23 assistências da equipa vareira contra as 11 dos madeirenses durante o desenrolar do encontro. Outro factor que marcou a diferença neste 1ª encontro da série foi a percentagem de lançamentos de 3 pontos – 44% (12/27) para os vareiros versus os 27% (7/26) dos insulares.Na turma de Ovar as boas exibições de Nuno Cortez (12 pontos, 4 ressaltos e 2 roubos de bola), Miguel Miranda (14 pontos, 6 assistências, 3 ressaltos e 2 roubos de bola) e Stempin (12 pontos, 7 assistências, 5 ressaltos e 2 roubos de bola) foram fulcrais na vitória da Ovarense no 1º jogo da série. A dupla de norte-americanos Lance Soderberg (19 pontos, 7 ressaltos, 2 desarmes de lançamento e 1 roubo de bola) e Jason Smith (19 pontos e 5 assistências) bem lutou por um resultado diferente.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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