Artigos da Federaçãooo

“Arbitragem ao nível do basquetebol da Terceira”

Apesar da escassez de árbitros, “um problema difícil de resolver”, os juízes estão a cumprir e os conflitos estão sanados.

No final de 2008, no seio da Associação de Basquetebol da Ilha Terceira levantaram-se algumas questões no sector da arbitragem. Os juízes mostraram o seu descontentamento sobre os prazos de pagamento, acordados anteriormente, e sobre os valores dos mesmos; o responsável pelo CAD, Nuno Capaz serviu de intermediário na questão e em conjunto com a direcção da ABIT resolveu as ‘pontas soltas’… Cinco meses depois, em discurso directo, o líder da arbitragem da Terceira, revela que a relação entre todos está normalizada e de boa saúde.“Penso que as coisas se resolveram a bem e os juízes estão satisfeitos. Um dos problemas era o tempo dos pagamentos e a Associação está a cumprir os prazos acordados. As críticas que possam aparecer, de um lado e de outro, não me parecem justas. O relacionamento é estável e as coisas correm bem”. Uma opinião favorável que se estende a toda a época 2008/2009… “Temos sempre algumas dificuldades, mas o balanço é positivo. Quando tomamos posse, uma das prioridades foi tentar diminuir as faltas aos jogos e acho que as medidas que foram tomadas surtiram efeitos. A percentagem de faltas baixou para números residuais. Tivemos muitos jogos e conseguimos quase sempre cumprir… As pessoas tomaram consciência que estão na arbitragem para cumprirem as suas obrigações e acho que mostraram serviço e estão todos de parabéns”.A prova do diagnóstico, segundo o presidente do CAD, foi o comportamento de árbitros e oficiais de mesa nos Regionais da formação e na Série Açores de Basquetebol, onde o nível demonstrado “foi bom”. Por isso, a conclusão de Nuno Capaz vai no sentido de que, “o nível de arbitragem que temos na Terceira está equiparado ao nível do basquetebol da ilha. São duas realidades que se aproximam e é normal que quanto melhor seja o basket, melhor seja a arbitragem. Isso vê-se na comparação com as outras ilhas, que estão um pouco abaixo, quer no nível do basquetebol, quer na arbitragem”.Árbitros procuram-seMas nem tudo são rosas no mundo da arbitragem local. Se ao nível dos oficiais de mesa estão garantidos os recursos humanos suficientes para encarar os próximos anos com optimismo, até porque “no último curso entraram cerca de trinta pessoas, que já estão a exercer”, ao nível de árbitros as coisas são mais complicadas. Segundo o responsável pelos juízes, “temos doze árbitros, mas nem todos estão activos, por motivos profissionais ou particulares e muitas vezes torna-se difícil fazer nomeações. Há muitos jogos e as coisas complicam-se”. No último curso “só tínhamos um aspirante a árbitro e os mais jovens não estão motivados para este papel”, refere Nuno Capaz.Um problema nacional que está a ser analisado pela própria Federação Portuguesa de Basquetebol. Uma das soluções apresentadas na última reunião do CA Nacional ia no sentido de aumentar as contrapartidas monetárias, mas para o presidente do CAD não reside neste aspecto a raiz do problema… “É difícil cativar os mais novos, porque a maioria são jogadores e não têm facilidade em conciliar as duas coisas. Por outro lado, na arbitragem também existe o problema da deslocação para o continente para prosseguir os estudos… Em Setembro vamos ter mais um curso. Vamos ver o que sucede”.Mesmo assim, Nuno Capaz acredita no futuro. Refere que “há pessoal novo que tem aptidão e acho que é possível fazer a renovação. A qualidade está boa e vimos isso nos Torneios Regionais. O nível está acima da média regional e acho que temos um grupo de Juízes equilibrado. Os mais velhos têm experiência… Os mais novos têm margem de progressão e condições para evoluir”.Para corrigir a curto prazoPara além das questões de fundo, há duas áreas em que é possível fazer correcções a curto prazo. A postura dos juízes depende do esforço de cada um, por isso Nuno Capaz faz o apelo… “A preocupação deve ser sempre manter a postura, independentemente dos jogos. A qualidade está num nível aceitável, mas ainda se nota alguma variação de motivação consoante o nível do jogo. Desde os Minis aos Seniores é importante manter sempre a mesma postura, a mesma motivação e o mesmo nível de exigência… Aí temos espaço para melhorar, já”.A segunda mensagem vai direitinha para a Federação Portuguesa de Basquetebol. Há duas semanas a mesma dupla de arbitragem, do continente, fez dois jogos nacionais decisivos, com meia-hora de intervalo e com viagem para Lisboa a seguir ao segundo encontro… Enquanto isso, há gente na Terceira que continua em terra… “Os árbitros açorianos têm de ser tratados da mesma forma que os do continente e este ano tal não aconteceu. O nosso árbitro nacional foi uma vez ao continente e apitou poucos jogos na Terceira. Já alertamos o CA Nacional para isso e as coisas não mudaram. Temos um bom árbitro e um bom comissário, que não estão a ser aproveitados a nível nacional”, alerta Nuno Capaz.


Campos MVP 09

Os Campos MVP têm como objectivo trazer uma componente técnica, táctica e competitiva à época do ano onde o basquetebol não tem expressão, ou seja, ao verão.A “off season” é uma época extremamente importante que permite tornar atletas em jogadores mais competitivos. Os campos MVP aproveitam este período para abordar o basquetebol de uma forma diferente, dando aos atletas participantes uma experiência única e um sentido de competitividade que os levará para o próximo nível! Neste momento, estão agendados dois períodos de 15 dias, com datas diferentes. Cada atleta irá sentir-se como um “profissional da modalidade”, vivendo apenas para o basquetebol, com horários rigorosos, treinos estruturados e aulas teóricas em que serão discutidas as regras, as tácticas e as estratégias de jogo. Pretendemos também, com este projecto, transferir para o atleta ferramentas necessárias para que ele aborde esta modalidade e o seu dia-a-dia mais concentrado, disciplinado e motivado, de modo a que aumente a sua auto-estima contribuindo mais como pessoa tanto no ambiente familiar, escolar e social. NOVIDADES Os Campos MVP 09 apresentam-se com a mesma mentalidade mas algumas novidades, tais como, a eleição do 5 ideal, 5 defensivo, melhor defensor e do MVP do campo. Para este verão estão também, planeados alguns concursos técnicos, tais como, o famoso concurso de 3 pontos. Outra das novidades está associada ao tempo de jogo que cada atleta terá nos dois jogos a realizar entre as equipas do campo. Cada jogador irá jogar um mínimo de 15 minutos, sendo o último período do critério de cada equipe técnica. Nos descontos de tempo e no intervalo irá haver entretenimento, com actuações de classes de hip-hop, entre outras. Fazer evoluir os atletas ao seu máximo potencial através de uma metodologia de treino mais avançado e mais individual mas nunca esquecendo o colectivo. Este ano aumenta o quadro de treinadores por campo e adicionamos uma componente de convidados especiais, pessoas ligadas com a metodologia de treino, arbitragem e psicologia do desporto, que irão dar palestras com perguntas e respostas de modo a que cada atleta possa reforçar a sua estrutura intelectual e desportiva. Estas são algumas das muitas novidades que os Campos MVP apresentam este verão. Todas as informações de como te podes inscrever em WWW.CAMPOSMVP.COM


“I Convívio de Minibasquete – da AB Porto

O SC Coimbrões juntamente com a GAIANIMA apoiam a iniciativa disponibilizando as instalações. Também a PANRICO e a UNICER se associaram a este evento cujo propósito visa proporcionar um día de franco convívio desportivo a cerca de 40 equipas oriundas de todo o Distrito do Porto, envolvendo um total de cerca de 400 crianças com idades compreendidas entre os 6 e os 10 anos de idade.”


Mery perde segundo jogo

O Umana Venezia perdeu o segundo jogo da final do playoff da Divisão A1 e permitiu que o Taranto empatasse a eliminatória. A equipa de Mery Andrade cedeu fora de portas, por 52-56, mas já concentra todas as energias para a terceira partida, a realizar esta quinta-feira.A portuguesa foi titular e esteve 31 minutos em campo. Mery registou 6 pontos, 2 ressaltos, 3 assistências e outros tantos roubos de bola, mas não conseguiu evitar o desaire das actuais campeãs italianas.


24 Horas de Basquetebol do Illiabum

Faz do teu desporto de eleição uma festa é o lema das 24 Horas de Basquetebol que vão decorrer nos dias 6 e 7 de Junho em Ílhavo. Para mais informações e inscrições utiliza o email 24horasilliabumclube@gmail.com A festa tem como principal actividade os jogos de 3×3 a decorrerem 4 campos no pavilhão mais um exterior, mas não termina aqui para além dos tradicionais concursos e do free-style estão previstas actividades parelelas e originais como o Rally dastascas, a travessia de barco na ria e caça ao tesouro.Comparece!


Escolas de Minibásquete Portuguesas

Termina no dia 9 de Maio a 2ª fase de candidatura ao certificado de Escolas de Minibásquete. O número de candidaturas tem entrado na FPB a bom ritmo, mas ainda existem vários clubes, com 25 minis que tem condições para se candidatarem ao certificado.Projecto dinâmico e inovador, no universo desportivo em Portugal, as Escolas Portuguesas de Minibásquete-EPMB visam reconhecer, através de um Certificado de Qualidade o trabalho desenvolvido nos múltiplos núcleos de minibásquete, existentes no seio dos clubes e de algumas autarquias com núcleos federados. Todos os que com qualidade, se dedicam às etapas iniciais de aprendizagem das crianças encontram neste projecto um reconhecimento da sua dedicação e trabalho. Entender a necessidade das escolas de minibásquete é compreender o futuro. Se até ao final do mês de Maio conseguir inscrever 25 minis inscritos preencha o formulário em anexo ver detalhe da notíciae envie à FPB. Mini Basquete – Portugal Abertura – Funcionamento Época 2008/09 Escolas de Minibásquete Portuguesas Índice Do escalão de minibásquete às Escolas de Minibásquete Portuguesas – EMBP1. O minibásquete nos clubes2. Como passar a Escola de Minibásquete Portuguesa O que é uma EMBP1. Cinco conceitos fundamentais2. O funcionamento de uma EMBP3. Como abrir uma EMBP4. Definição das responsabilidades Como abrir uma EMBP1. Orientações para a abertura de uma EMBP2. Validação de uma EMBP Definição das responsabilidades1. Clubes2. Associações3. Federação – Comité Nacional de Minibásquete Formulário de candidatura Do escalão de minibásquete à EMBP O minibásquete nos clubes Todos os clubes devem ter atletas do escalão de minibásquete garantia do seu futuro. Entender a necessidade das escolas de minibásquete é compreender o futuro. Ao terem o escalão de minibásquete os clubes tem a possibilidade de organizar uma Escola de Minibásquete Portuguesa. As condições de CRIAÇÃO de uma Escola de Minibásquete Portuguesa estão apresentadas neste documento. Em termos gerais as escolas são um meio de reunir em torno das crianças, o conjunto alargado da família do basquetebol: crianças, pais, dirigentes, treinadores e árbitros. Ao objectivo de quantidade tem de estar associado a qualidade a partir de indicadores simples. As Associações Regionais ou o Minibásquete Regional devem prestar informações e dar aconselhamento técnico às escolas de minibásquete. 2. Como passar a EMBP O facto de terem o escalão de minibásquete permite a todos os clubes passarem a ser EMPB. A criação das Escolas de Minibásquete é uma necessidade para o basquetebol nacional Como passar a EMPB? Através de uma candidatura com vista à obtenção de um certificado, prova de qualidade, reconhecida pela Federação Portuguesa de Basquetebol. O certificado de Escola de Minibásquete Portuguesaé um certificado de qualidade com validade anual obtido em função de valores e princípios de organização e funcionamento. As condições e critérios para obtenção do certificado de EMBP, estão apresentadas neste documento. Os pedidos de certificado devidamente preenchidos tem de ser enviados para a FPB, através das Associações. O que é uma EMBP? 1. Cinco conceitos fundamentais A escola de minibásquete é um espaço de acolhimento de crianças dos Mini 12 (sub-12), Mini 10 (sub-10) e Mini 8 (sub-8) que desejam praticar a modalidade. A escola de minibásquete, no seio de um clube pressupõe uma organização administrativa, desportiva e pedagógica. A escola de minibásquete dispõe da possibilidade de utilização de equipamentos adaptados e adequados às crianças. A escola de minibásquete deve organizar as aprendizagens em função do nível de jogo e não em função das idades. A escola de minibásquete tem de organizar encontros e competições adaptadas ao nível da prática das crianças. 2. O funcionamento de uma EMBP A escola de minibásquete tem de dispor de meios e condições que permitam o seu funcionamento e um bom acolhimento das crianças. Este documento apresenta um conjunto de obrigações que garantem um mínimo de qualidade e sobretudo segurança para as crianças. a. Organização administrativa O funcionamento duma escola de minibásquete necessita:Um espaço, pode não ser próprio, adaptado e seguro com duas tabelas com cestos à altura de 2.60 m Bolas em número suficiente, mínimo 1 bola para duas crianças em cada sessão de prática. Horários de treinos entre as 09.00 e as 20.00 b. Recursos humanos Um responsável directivo/administrativo Um responsável pelo enquadramento técnico, treinador no mínimo com o nível 2, ou em alternativa um treinador com o nível 1 enquadrado por um licenciado em educação física. Um responsável técnico, treinador ou animador, por cada grupo no mínimo de 8 e máximo 16 crianças. c. Actividade desportiva Princípios gerais Colocar as crianças na situação de sucesso Jogos reduzidos e adaptados com regras adaptadas e simplificadas Funcionamento por nível do conhecimento do jogo Para cada idade e conhecimento um nível de jogo Embora exista uma referência da idade e sexo, os grupos devem estar organizadas pelo nível de conhecimento. Planeamento dos treinos Mini 12 (sub-12) mínimo 2 treinos por semanaMini 10 (sub-10) mínimo 1 treino por semanaMini 8 (sub-12) mínimo 1 treinos por semana Encontros e jogos O jogo deve privilegiar o prazer Acima de tudo é importante que a criança aprenda e jogue. A classificação por equipas não é nem uma prioridade nem uma necessidade da criança. d. Comunicação interna Aconselha-se a que os pais devem estar associados ao clube onde a escola de minibásquete está inserida. A Escola deve:Prever uma reunião com os pais, pelo menos uma vez por ano de preferência no princípio de cada época Divulgar com assiduidade a ficha de presença aos treinos das crianças e. Obrigatoriedade de inscrição Todas as crianças devem estar inscritas na FederaçãoPor motivos de seguro Para que as crianças e os seus familiares se situem na família alargada do basquetebol Como abrir uma EMBP Criar uma EMBP deve ser um projecto para cada clube de basquetebol, o que pressupõe em primeiro lugar a vontade de abrir a escola, depois conseguir os meios e finalmente organizar a obra. Orientações para a abertura de uma escola Internas no clubeEncontrar pessoas motivadas (dirigente, treinador…) para enquadrarem a escola Definir o horário de treinos semanal Prever o orçamento para material e equipamento Prever e organizar o acolhimento das crianças Externas ao clubeContactar a Associação local para ajuda técnica Procurar apoios locais: Autarquias e empresas Difundir um questionário nas escolas (acordo necessário da direcção das escolas) Para validar a existência duma EMBP o clube tem de enviar através da Associação a sua candidatura para a FPB. Definição das responsabilidades 1. Clubes:Ter inscrito no mínimo 25 atletas com a idade do escalão de minibásquete. Assegurar a frequência dos seus animadores em acções de formação para animadores de minibásquete e incentivá-los a frequentar o Curso de treinadores Nível 1. Organizar anualmente, no mínimo, 1 encontro com outro ou outros clubes ou escolas certificadas. Participar com regularidade nas actividades promovidas pela Associação. 2. Associações:Proporcionar aconselhamento técnico. Verificar e confirmar os requisitos da candidatura, nomeadamente o nº de inscrições, antes de a enviar para a Federação. 3. Federação/Comite Nacional de MinibásqueteAtribuir 10 bolas por cada 25 atletas inscritos. Por cada 25 inscritos, pagar o seguro a 1 treinador dos escalões de formação Oferecer às escolas todas os documentos, (exemplo livros de regras de minibásquete, cartazes, documentação técnica) que venham a ser produzidos pela FPB. Atribuir um diploma, com validade anual de Certificado de Escola Minibásquete Portuguesa Escolas de Minibásquete Portuguesas Formulário de candidatura Escolas de Minibásquete Portuguesas Organização administrativa e técnica Associação de Basquetebol______________________Nome do Clube:______________________________Morada:____________________________________Telefone:___________________________________Fax:_______________________________________E-Mail:_____________________________________Contactos urgentes:Telemóvel:__________________________________E-Mail:_____________________________________ Local onde a escola funciona:_____________________Morada:____________________________________ Responsável directivo/administrativo:________________________________________________________Responsável Pedagógico________________________Responsável Técnico __________________________*Nº FPB _______ Nome:________________________Enquadramento técnico (treinadores/animadores) 1 (um) por cada grupo de mínimo 8, máximo 16 crianças Mini 12: (Sub 12)Nº FPB_______Nome:_________________________Mini 10: (Sub 10)Nº FPB_______Nome:_________________________Mini: (Sub 8)Nº FPB_______Nome_________________________* Pode acumular se tiver o Nível II Escolas de Minibásquete Portuguesas Local de acolhimento treinos e horários Local de acolhimento:__________________________Morada:____________________________________ Local ou locais dos treinos:______________________Morada:____________________________________ ____________________________________________________________________________________ Horários e local dos treinos: Mini 12 (Sub 12):___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Mini 10 (Sub 10): ___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________Mini 8 (Sub 8):_____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ Escolas de Minibásquete Portuguesas Local/data da actividade organizada com outros clubes Local:______________________________________ Data:______________________________________Nº de Equipas envolvidas:_______________________ Informação da Associação/Minibásquete Regional Confirmo as informações da candidatura: ______________, ___/___/___ O Presidente da Associação Assinatura


Taça Nacional em Sub.19 Fem.

A Fase Final da Taça Nacional em Sub.19 Femininos, irá ser disputada, no Pavilhão Municipal da Nazaré, nos dias 09 e 10 de Maio, com o seguinte Calendário:½ FinalBoa Viagem / Esc.Diogo Cão 09/05/2009 16:00Académica /Clube Lisnave 09/05/2009 18:00FinalVencedor 1º Jogo / Vencedor 2º Jogo 10/05/2009 17:30


500 Minis em acção

No passado dia 01 de Maio e 2 de Maio realizou-se mais uma edição do torneio de minibásquete das Festas das Cruzes. No dia 1 com a presença de 12 equipas, 125 atletas e 48 colaboradores do Basquete de Barcelos e no dia 2 de Maio destinada às Escolas do 1º ciclo do concelho. Estas actividade decorreram ao ar livre, na Praça Pontevedra, com enorme entusiasmo por parte dos jovens atletas e com a presença de imenso público anónimo que por ali passou… e ficou. Este ano o evento no dia 1 de Maio contou com a participação de equipas dos distritos de Aveiro, Braga, Porto e Viana do Castelo e teve a colaboração de inúmeros jovens atletas do BC Barcelos que deram um apoio precioso na arbitragem, acompanhamento das equipas e distribuição dos prémios.O calendário previsto foi cumprido com alguns atrasos durante a manhã mas com a compreensão de todos a actividade foi integralmente realizada. O Torneio foi concluído por volta das 17.00h após 24 jogos, um almoço volante e uma cerimónia de entrega de prémios onde foram entregues diplomas de participação e algumas lembranças a todos os participantes.O dia 2 de Maio, estava reservado para outro evento igualmente de minibásquete, virado não para uma vertente associativa, mas para as Escolas Primárias do concelho de Barcelos. Os treinadores do Basquete de Barcelos tinham assumido ser importante aumentar os números da última acção de escolas realizada a 17/05/2008. Nessa altura o clube tinha conseguido reunir nas instalações do Pavilhão Municipal de Barcelos 11 escolas primárias, 194 atletas e 55 colaboradores em 21 jogos.Para esta iniciativa as expectativas eram elevadas porque sentimos muito cedo que a adesão era superior à última acção realizada e as autorizações entregues aos encarregados de educação começaram a aparecer de muitos lados. A preocupação passou para a esfera da organização de uma actividade que seguramente ultrapassaria todos os números anteriores.No dia anterior à actividade ainda recebemos inscrições e os números eram excelentes: 17 escolas primárias manifestaram interesse na participação neste evento e foram 377 as autorizações de encarregados de educação recebidas. No dia da prova foram efectuados 36 jogos com 79 colaboradores do clube, jovens atletas dos escalões de formação do Basquete de Barcelos que assumiram todas as tarefas de acompanhamento e orientação das equipas, arbitragem e alguns aspectos organizativos. Os atletas foram quase quatro centenas porque, para além das inscritas, foram muitas as crianças que surgiram no dia da prova a pretender nela participar. Foi uma manhã muito bem passada com imensos jovens atletas, público numeroso e divertido com a informalidade da prova e muitos anónimos surpreendidos com a quantidade de crianças que estiveram na Praça Pontevedra.


Fernando Sousa:“Solidariedade é o segredo”

O português Fernando Sousa, que tem sido uma das referências no conjunto liderado por Norberto Alves, atribui o seu sucesso individual, bem como o colectivo, ao grande espírito de solidariedade que existe no balneário, acreditando que é possível passar à ronda seguinte desde que todos continuem, como até aqui, a trabalhar em prol da equipa.

Se no passado sábado a equipa de Coimbra deu um importante passo rumo às meias-finais, depois da vitória de domingo o passo foi de gigante, “bastando” agora vencer uma das 3 partidas que ainda tem para disputar, sendo que as próximas duas são em Coimbra. “Penso que a forma como abordámos esta eliminatória foi o grande segredo. O facto de sabermos que iríamos defrontar o Vagos já há algum tempo permitiu-nos preparar atempadamente este confronto. A nossa equipa apenas treina uma vez por dia, no entanto, o espírito de equipa e a excelente atitude de todos os jogadores permite ultrapassar este handicap.” Os objectivos da equipa foram redefinidos ao longo da época, “o primeiro da temporada era garantir a manutenção na LPB”, no entanto, à medida que os resultados foram surgindo, “a equipa começou a acreditar que podia ir mais longe.” A partir do momento em que Fernando Sousa e seus colegas garantiram a presença no playoff, a “meta passou a ser ir o mais longe possível na competição.” Para ano de estreia a competir na divisão mais competitiva Fernando é um dos raros casos de jogadores portugueses que se destacaram pela novidade, mantendo os seus bons números (14 pontos e 8 ressaltos de média de playoff) nesta fase a doer da competição. “Realmente é o meu primeiro ano a jogar a este nível, inicialmente senti algumas diferenças principalmente a nível físico, o que me obrigou a adaptar a esta realidade. Mas o principal motivo que me permite jogar a este nível é a solidariedade que existe no seio do balneário da Académica, onde cada jogador está disposto a ajudar em prol da equipa.” Cidade de grandes tradições basquetebolísticas, Coimbra está a ser esta época um dos principais pólos de atenção da modalidade. “Existindo dois clubes com equipas nas principais divisões de basquetebol masculino e feminino a disputar os playoffs de duas competições, é normal o aumento de entusiasmo na cidade. Temos observado uma maior adesão do público aos jogos e um aumento de praticantes nos escalões de formação. Esta é uma altura importante para projectar a modalidade na cidade e afirmar Coimbra como uma referência no basquetebol português.”


Jorge Afonso:“Defender como fizemos em casa”

Para Jorge Afonso, melhor marcador (22 pontos) da última partida, a equipa está preparada para vencer em Esgueira, desde que inicie bem o encontro, mantendo a mesma postura defensiva e jogando colectivamente no ataque.

Vencer as partidas em casa, em altura de playoff, é meio caminho andado para o sucesso. Mais ainda quando numa série à melhor de 3 uma das equipas, como é o caso do Queluz, joga apenas um dos encontros perante o seu público. “Sabíamos que entrando bem na eliminatória, vencendo o jogo em casa, iríamos passar alguma pressão para a equipa adversária. Mas estamos conscientes que só vence a série quem atingir as duas vitórias, portanto só fizemos metade do trabalho.” Depois do triunfo do conjunto de Sintra, a turma de Esgueira não tem margem para erro, sendo obrigada a vencer os dois encontros que dispõe em casa. “A equipa de Esgueira se perder sábado acaba a época, enquanto que no nosso caso perdendo o 1º jogo teremos sempre a possibilidade de rectificar o resultado no dia seguinte e, seguir em frente na prova.” Para repetir o resultado do jogo de abertura da série, Jorge não tem dúvidas em apontar aquilo que de bem tem de ser feito. ”Essencialmente, para vencer em Esgueira vamos ter que defender da forma que fizemos no jogo em casa. Sabemos e estamos preparados para jogar num campo muito complicado, onde a entrada no jogo vai ser muito importante, pois em casa o Esgueira normalmente entra muito forte. No ataque, jogar colectivamente e, acima de tudo, estarmos juntos como equipa ao longo de toda a partida, pois essa é a nossa grande arma.”


Williams em destaque

Nos dois primeiros jogos da 1ª eliminatória da Liga Portuguesa de Basquetebol o norte-americano Anthony Williams foi o atleta que conseguiu a melhor exibição do fim-de-semana, valendo-lhe a distinção de MVP Global. Mas não foi o único a destacar-se. João Reveles foi considerado o jogador português mais valioso da dupla jornada. MVP Global – Anthony Williams, Académica de Coimbra, 32.5 de valorizaçãoFoi peça fundamental nos dois triunfos que os estudantes conseguiram em Vagos. Mas foi no 1º encontro que este norte-americano brilhou mais, tendo garantindo então a vantagem na eliminatória. Registou 21 pontos, 10 ressaltos, 3 assistências, 3 roubos de bola e 1 desarme de lançamento. MVP Nacional – João Reveles, Vagos Norbain Lusavouga, 21 de valorizaçãoVida muito complicada para os vaguenses que agora estão entre a espada e a parede. Depois das duas derrotas caseiras os pupilos de Costa Dias são agora obrigados a imitar a façanha do adversário e vencer os 2 jogos em Coimbra para ainda sonhar com as meias-finais. No 2º encontro da eliminatória Reveles bem tentou evitar o resultado do dia anterior, mas de nada valeram os 13 pontos, 9 assistências e 7 ressaltos que registou durante a partida. 5 IDEAL Posição 1: João Reveles, Vagos Norbain Lusavouga, 21 de valorizaçãoÉ o MVP Nacional do fim-de-semana Posição 2: Ben Reed, Sport Lisboa Benfica, 22 de valorizaçãoFoi decisivo na vitória do Benfica diante os portistas no jogo de abertura desta eliminatória que agora está empatada. Contribuiu com 18 pontos, 6 assistências, 4 ressaltos e 1 roubo de bola. Posição 3: Gregory Stempin, Ovarense Dolce Vita, 28 de valorizaçãoDe uma regularidade impressionante, acabou por ter sido fulcral no duplo triunfo dos vareiros frente à equipa do Barreirense/UNILOGOS. Se na primeira partida esteve bem, na 2ª esteve muito bem e os números conseguidos explicam porquê. Anotou 21 pontos, capturou 7 ressaltos, distribuiu 4 assistências, efectuou 3 desarmes de lançamento e aindateve tempo para roubar 2 bolas. Posição 4: Anthony Williams, Académica de Coimbra, 32.5 de valorizaçãoÉ o MVP Global dos 2 encontros Posição 5: Grant Billmeir, Vagos Norbain Lusavouga, 31.5 de valorizaçãoNão deixa de ser curioso o facto de a equipa de Vagos conseguir colocar dois dos seus atletas no 5 ideal e apesar disso não ter conseguido vencer nenhum dos encontros do fim-de-semana. O norte-americano bem remou contra a maré mas os seus 19 pontos, 13 ressaltos, 3 desarmes de lançamento, 1 assistência e 1 roubo de bola, conseguidos no 2º jogo não impediram que se repetisse o resultado do dia anterior.


Nate foi o melhor

No primeiro jogo da 1ª eliminatória do playoff do campeonato da Proliga o norte-americano Nate Daniels foi o MVP Global da ronda, enquanto que o companheiro Daniel Felix foi o português que mais se destacou, tendo sido considerado o MVP Nacional do fim-de-semana. MVP Global – Nate Daniels, Illiabum, 39 de valorizaçãoComeçou esta série com a mão quente, tal como tinha terminado a fase regular, contribuindo decisivamente para a vitória da equipa nos Açores. Agora basta vencer um dos encontros que a equipa tem à sua disposição em Ílhavo para passar à ronda seguinte. Registou 32 pontos, 10 ressaltos, 5 assistências e 2 roubos de bola. MVP Nacional – Daniel Felix, Illiabum, 27 de valorizaçãoO base português formou com Daniels uma terrível dupla no jogo exterior da equipa de Ílhavo, destruindo por completo a estratégia defensiva dos insulares. Contribuiu com 17 pontos, 9 assistências, 2 ressaltos, 2 roubos de bola e 1 desarme de lançamento. 5 IDEAL Posição 1: Daniel Felix, Illiabum, 27 de valorizaçãoÉ o MVP Nacional do 1º jogo da série Posição 2: Jorge Afonso, Queluz, 22.5 de valorizaçãoFoi determinante no triunfo que deu a liderança na série à turma de Sintra diante do Esgueira/OLI. Os comandados de André Martins fizeram valer o factor casa, transpondo para o adversário toda a pressão de ter de vencer os dois jogos em casa se quiser passar à eliminatória seguinte. Anotou 22 pontos, capturou 4 ressaltos e fez ainda uma assistência. Posição 3: Nate Daniels, Illiabum, 39 de valorizaçãoÉ o MVP Global da ronda Posição 4: Timothy Bush, Galitos FC/Tley, 32.5 de valorizaçãoNão conseguiu evitar aquela que terá sido provavelmente a grande surpresa da jornada – a derrota da equipa do Barreiro em Sangalhos. Depois da espectacular 2ª volta na fase regular, que lhe valeu o 3º lugar na geral, a viagem até à Bairrada não correu de feição aos comandados de Carlos Caetano. Os 30 pontos, 10 ressaltos, 10 faltas provocadas e 3 assistências do norte-americano Timothy Bush não foram suficientes para evitar a desvantagem na eliminatória. Posição 5: Anastacio Sami, Sampaense/Tecoimbra, 31 de valorizaçãoO conjunto de S. Paio de Gramaços correspondeu favoravelmente ao primeiro teste, tendo vencido no Alentejo a aguerrida equipa do Eléctrico FC. Para quem se assume como candidato à conquista do título, a pressão de ter de vencer torna-se mais natural para os atletas mais experientes do plantel. Prova disso mesmo foi a exibição do veterano Anastacio Sami autor de 23 pontos e 14 ressaltos no triunfo que colocou o Sampaense no comando da série.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Legenda

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Miguel Maria

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