Artigos da Federaçãooo

Olivais e Vagos em vantagem

Começou da melhor maneira para as campeãs nacionais a meia-final ante o Algés. Após uma partida disputadissima o Olivais está na frente desta 2ª eliminatória ao triunfar por 57-52, fora de portas. Na outra meia-final, o Vagos, no seu ambiente, bateu o CAB Madeira por 65-54, cabendo agora às madeirenses tentar inverter o rumo dos acontecimentos, perante o seu público.Não entrando com o seu melhor cinco (Catarina Coelho, tocada nas costas, nem se equipou e Susan Foreid, com queixas no tendão rotuliano só entrou no minuto 8), a turma de Carlos Barroca bateu-se com muita galhardia, defendendo muito bem os pontos fortes das forasteiras, nomeadamente Ambrosia Anderson e Aja Parham, respectivamente com 2 e 6 pontos ao intervalo, num total de 32 pontos obtidos pela equipa de Coimbra. Só que endiabrada esteve Ana Fonseca (15 pontos, 3/4 nos triplos, 3 ressaltos e 4 roubos), bem acompanhada pela poste Ana Sofia Santos (10 pontos, 9 ressaltos sendo 4 ofensivos e 1 roubo), ambas pedras preponderantes no êxito olivanense. Metendo grande pressão sobre o condutor da bola, invariavelmente com situações de 2×1, o Olivais conseguiu alguns roubos que lhe permitiram, depois de uma igualdade (23-23), no minuto 17, aplicar um parcial de 0-7, com Ana Fonseca a concluir dois lances de contra-ataque. No Algés era a norte-americana Amanda Jackson que assumia as despesas na hora de lançar ao cesto (29 pontos, 2/4 nos triplos, 2 roubos, duas assistências e 3 faltas provocadas, com 5/5 nos lances livres), enquanto a poste moçambicana Nica Gemo, autora de um duplo-duplo (13 pontos, 15 ressaltos sendo 7 ofensivos, 4 faltas provocadas com 5/6 nos lances livres, 3 desarmes de lançamento, 1 roubo e uma assistência) se destacava nas tarefas defensivas, sendo a melhor ressaltadora da partida e a principal culpada da actuação menos conseguida da conceituada Ambrosia Anderson (14 pontos, 2/8 nos triplos, 10 ressaltos sendo 3 ofensivos, 1 roubo e 1 desarme de lançamento), particularmente nos primeiros vinte minutos. Regressando do balneário com 3 pontos de vantagem (29-32), as campeãs nacionais chegaram a 31-37 (minuto 24) e 35-39 (minuto 27), mas a reacção algesina surgiu para igualar o marcador (41-41) no final do terceiro quarto. Depois do Algés ter conseguido distanciar-se (45-41), as pupilas de José Araújo não baixaram os braços e inverteram o rumo, graças a um parcial de 0-8, com um duplo e um triplo de Ambrosia (45-46) e outra bomba de Aja Parham (11 pontos, 1/2 nos triplos, 13 ressaltos sendo 3 ofensivos, 1 roubo e 1 desarme de lançamento) a fazer 45-49, obrigando de imediato Carlos Barroca a parar o jogo. Faltavam 3 minutos e 48 segundos para jogar, mas numa toada de parada e resposta o tempo foi-se escoando, com o Olivais a não perder a liderança, sentenciando-se a partida num roubo de Aja, que fixou o resultado final a escassos 7,9 segundos do termo. Estava encontrado o vencedor. Muito equilíbrio nas tabelas (37-36 ressaltos), onde também se evidenciou a base algesina Joana Fogaça (10 ressaltos defensivos, 3 roubos e 3 assistências), com o Olivais a cometer menos erros (20-16 turnovers) e a ter maior eficácia não só no tiro exterior (33%-40%), com 6 triplos convertidos contra apenas 2 do adversário, mas também da linha de lance livre (61%-88%), com as anfitriãs a serem demasiado perdulárias (9 falhanços em 23 tentativas), com realce para Susan Foreid (30%, com 3 em 10 tentados), enquanto as olivanenses só falharam uma de 8 tentativas. Vagos coloca pressãoNo encontro de Vagos, a equipa de Nuno Ferreira, depois de um melhor começo das madeirenses, rápidamente passou para a frente, terminando o primeiro período em vantagem, ainda que mínima (19-18). Com a entrada da poste brasileira Clarissa dos Santos (12 pontos e 20 ressaltos sendo 8 ofensivos), de novo a MVP do encontro em 32 minutos de utilização, que não alinhara de início por precaução, após uma semana sem treinar, a turma vaguense não mais perdeu o controlo das operações, indo para o descanso com 4 pontos à maior (36-32). Gerindo a vantagem angariada na primeira metade, as comandadas de Nuno Ferreira ganharam os dois últimos períodos (12-9 e 17-13), terminando com um pecúlio de 11 pontos, depois dos 7 no final do terceiro quarto (48-41).Nas vencedoras, destaque também para o desempenho da base Carla Nascimento (14 pontos, 6 assistências e 3 faltas provocadas, concretizando os 6 lances livres de que dispôs), enquanto a extremo brasileira Fernanda Beling (10 pontos) esteve com fraca pontaria nos lançamentos do perímetro (1em 7). O Vagos ganhou a luta das tabelas (49-36 ressaltos), , não só na tabela defensiva (32-25), como na ofensiva (17-11), sendo também superior a sua eficácia nos duplos (41%-37%). Equilíbrio houve nos turnovers (18-18) e no tiro exterior (4 triplos para cada lado, embora o CAB lançasse menos vezes, 15 contra 17 das anfitriãs).Na formação de João Silva, onde reapareceu Gilda Correia (3 pontos em 22 minutos), após cerca de 2 meses de ausência por lesão, as mais valiosas foram a poste canadiana Breanne Watson (10 pontos e 12 ressaltos) e a norte-americana Casey Nash (12 pontos e 9 ressaltos). Resultados:Algés 52-57 OlivaisVagos 65-54 CAB Madeira No próximo fim-de-semana (25 e 26 de Abril) disputam-se os segundo e terceiro jogos (este se necessário), respectivamente, em Coimbra e no Funchal.


As contas do playoff

Apesar de ainda não ter estabelecido tudo na cauda da tabela, a penúltima jornada da Liga Portuguesa de Basquetebol definiu que do encontro entre o Barreirense/UNILOGOS e o Casino Ginásio, no próximo fim-de-semana, irá sair a última equipa a ocupar uma vaga no playoff. Na ordenação da tabela classificativa, os 3 primeiros lugares já estão definidos, com o Benfica como líder, seguido do CAB, que garantiu o 2º lugar após ter batido, este domingo, a equipa do Vagos (81-75), logo seguido da Ovarense Dolce Vita. Quanto à questão do 4º lugar, basta ao conjunto do Vagos perder por menos de 20 pontos no encontro da próxima jornada, em casa, frente à formação da Académica, para segurar a sua posição actual. Entre o sexto e o oitavo classificados continua tudo em aberto.Em Matosinhos, o querer e a determinação demonstrados pelo conjunto portista desde o apito inicial do encontro foi determinante para a confortável vitória diante a turma vimaranense (91-66), garantindo desde logo a presença da equipa no playoff esta temporada. Bem tentou, mas em vão, o técnico Fernando Sá espicaçar os seus atletas para reagir ao domínio azul em branco, que ficou logo bem patente com o parcial de 10-0 a abrir a partida. Dominando a luta dos ressaltos (43-27), que permitiam a conversão fácil de segundos lançamentos, e, com as excelentes percentagens de lançamento conseguidas durante o encontro (60% de 2 pontos e 50% de 3 pontos), os dragões foram demasiado fortes para a equipa minhota. Tudo definido no topoJá os campeões nacionais Ovarense Dolce Vita, depois da derrota, este sábado, frente ao ainda invicto Benfica (59-76), disseram definitivamente adeus ao 2º lugar da fase regular. Depois de uma primeira parte equilibrada e algum ascendente conseguido durante o 3º período por parte dos vareiros, o derradeiro quarto do desafio, muito por culpa da acção do seu base Diogo Carreira, foi dominado pela turma encarnada, fazendo disparar a diferença pontual para números que não transmitem as reais dificuldades sentidas pelos benfiquistas durante grande parte do encontro. Tábua de salvação Face aos últimos conturbados episódios vividos no seio do grupo durante as últimas semanas, que arrastaram a equipa para uma desconfortável posição na tabela classificativa, o triunfo em Coimbra (81-80) acabou por se tornar numa tábua de salvação para a equipa do Barreiro neste final da fase regular. Recorrendo aos seus jovens atletas portugueses – destaque para o contributo de Miguel Graça –, os comandados de António Paulo conseguiram levar para o Barreiro a decisão do apuramento entre as 8 melhores equipas do campeonato, “bastando” para tal vencer o Casino Ginásio na derradeira jornada do campeonato. Ginásio não desisteO Casino Ginásio, depois do tremendo esforço para manter ainda vivas as aspirações de qualificação para o playoff efectuado pelo grupo nesta recta final da fase regular, não entregou o ouro ao bandido, cumprindo com a obrigação de ter de derrotar o lanterna vermelha da prova, a Física de Torre Vedras (91-81). A boa forma do experiente base José Costa, bem como a subida de rendimento do também internacional João Manuel, são motivos mais do que suficientes para se prever uma grande final, no Barreiro, na jornada de todas as decisões. CAB segundo A encerrar a ronda, este domingo, o CAB Madeira aproveitou bem a escorregadela dos campeões em título diante o Benfica para carimbar o segundo lugar da fase regular, que lhe concede a vantagem do factor casa, pelo menos até às meias-finais do playoff. Já sem poderem contar com o contributo do norte-americano Ricardo Hill, com a agravante da lesão do capitão Pedro Nuno, que fracturou um dedo da mão, os vaguenses acabariam por dar boa réplica, não fosse o 3º período do encontro em que sofreram um parcial de 27-10, favorável aos insulares, e a história do encontro poderia ter sido outra.


Luta acesa na Proliga

Na ronda deste fim-de-semana do campeonato da Proliga os destaques vão para as vitórias do Seixal/SLIMCEI, fora de portas, diante do Queluz (69-64); do Angra/Palmeiraspark frente ao Maia Basket (86-81), adversário directo na luta pela manutenção; do Basquete de Barcelos perante a surpresa da 2ª volta, o Galitos FC/Tley (75-71); e a forma clara como o Esgueira/OLI se desenvencilhou do Illiabum, líder da prova (77-60).O conjunto de Esgueira, mercê de uma segunda parte fantástica diante do illiabum (77-60), ganhou vantagem na luta pelo 3º lugar da tabela classificativa. Apesar de ter mais uma vitória que Queluz e Galitos, os comandados de Pedro Costa são obrigados a vencer o encontro no Barreiro, na última jornada, já que na 1ª volta foram derrotados (60-70). O desaire do Illiabum, embora não interfira com a sua posição de líder, não deixa de causar alguma surpresa, diríamos mesmo apreensão, pois esteve a ganhar por 9 pontos ao intervalo e acaba por perder o jogo por 17.Ainda não foi desta que a equipa de S. Paio de Gramaços regressou às vitórias, voltando a perder agora frente ao Aliança/Sangalhos (74-76), que alinhou apenas com um dos seus norte-americanos (Joseph Brown, 37 pontos) – um autêntico quebra-cabeças para a equipa da casa. O conjunto comandado por Emanuel Seco acabou por beneficiar do desaproveitamento por parte dos seus adversários mais directos dos consecutivos deslizes que a equipa teve nesta parte final da fase regular da prova. A turma da Bairrada vai terminar no sexto lugar, mas os mais recentes resultados conseguidos pelos pupilos de Francisco Gradeço colocam em respeito o adversário que lhe sair em sorte nas eliminatórias do playoff.Entre candidatos à descida, a batalha dos Açores foi ganha pelos da casa, que garantiram a permanência depois de superarem o conjunto do Maia Basket (86-81). O Joker Pedro Magalhães (27 pontos) foi decisivo no alcançar do 1º objectivo do grupo, bastando agora derrotar, novamente em casa, o Aliança/Sangalhos para que o sonho do playoff passe a ser uma realidade. Depois do insucesso na ilha Terceira, o conjunto maiato vê-se obrigado a vencer, fora de portas, o Basquete de Barcelos caso queira permanecer nesta divisão na próxima época. Surpreendente o triunfo dos seixalenses no reduto do Queluz (69-64). Quando tudo levava a crer que o seu destino já estaria traçado, o conjunto orientado pelo técnico Manuel Coisinha venceu 4 dos 5 últimos encontros que realizou frente a conjuntos da Proliga. Uma vitória, perante o seu público, diante o Sampaense/Tecoimbra garante desde logo a permanência, tarefa qaue, face ao que já foi o seu calvário, parece ser agora bem mais simples de atingir. O Queluz tem estado um pouco em queda livre, acumulando resultados negativos nos seus últimos confrontos. Tem a vantagem de defrontar na derradeira ronda, o Eléctrico FC, uma equipa que já não tem a necessidade de vencer para garantir a permanência na Proliga.Em Barcelos, os pupilos de José Ricardo ultrapassaram a primeira de duas finais, batendo, no seu reduto, a equipa do Galitos FC/Tley (75-71). Mesmo tendo triunfado no passado sábado, os barcelenses são obrigados a superar, no próximo fim-de-semana, o conjunto maiato, já que na 1ª volta foram derrotados na deslocação até à Maia. Para o Galitos FC terminar a segunda volta do campeonato com chave de ouro, basta vencer, no Barreiro, ao Esgueira/OLI de modo a assegurar o 3º lugar da fase regular.A equipa alentejana do Eléctrico FC, por sua vez, aproveitou bem o facto de ter defrontado o último da classificação para somar a vitória que necessitava para assegurar a permanência no campeonato da Proliga. Um triunfo, em Ponte de Sôr, frente ao Queluz garante o 7º lugar da geral, evitando defrontar o campeão da fase regular na 1ª eliminatória do playoff.


Leiria com participação digna

as 4 selecções representativas de Leiria pautaram-se por uma participação muito digna e gratificante para todos os presentes. Todos gostaríamos de ter conseguido que uma das selecções subisse de divisão, mas o conceito de sucesso nestas faixas etárias vai muito mais além do que os meros resultados desportivos.

Gostaríamos de realçar o envolvimento verdadeiramente notável dos Pais dos Atletas: ou por sms, ou pela televisão, ou apoiando a preparação das selecções dos seus filhos, ou aplaudindo os cestos de Leiria, todos vibraram e apoiaram os nossos e as nossas atletas. Essa foi a nossa grande vitória.Esta Festa é a “Festa do Futuro”, onde é possível ver atletas com potencial para poderem eventualmente vir a ser praticantes de qualidade. Leiria pode orgulhar-se de ter sido alvo de comentários positivos relativamente ao potencial de alguns jogadores das suas 4 selecções. Caros amigos, 18 selecções a quererem ganhar sempre e só 9 o poderiam fazer a cada jogo. Uma palavra de apreço e solidariedade para as atetas que se lesionaram. Rápidas melhoras.Os Seleccionadores encontraram imensos aspectos para reflexão: alguns bem positivos, outros necessários para continuar a melhorar. Aos Treinadores dos clubes representados uma palavra de reconhecimento pelo esforço de melhorarem os seus atletas, por outro lado um apelo para que possamos unir forças no sentido de melhorar a qualidade do jogo que praticam os nossos atletas.Haver mais competição possibilitou-nos ultrapassar algumas barreiras, contudo expôs-nos a outras mais complexas. É desta forma que crescemos. A participação nestas festas foi uma participação de todos. Para 2010 esperemos que haja mais Festa e que possamos dar mais uma pequeno passo.Para todos os que directa ou indirectamente se envolveram nesta festa fica nesta notícia de que nos podemos sentir orgulhosos dos nossos jovens e que podemos acreditar seriamente que é possível dignificar, passo a passo, o basquetebol do nosso distrito.


Play-off ao rubro

A corrida para o título de campeão nacional feminino está aí para gáudio dos entusiastas da modalidade. Amanhã, domingo, iniciam-se as meias-finais do play-off da Liga Feminina, com partidas agendadas para Algés e Vagos.As campeãs nacionais viajam até à capital para dirimirem forças com o Algés. Nos dois confrontos já realizados esta temporada, na fase regular, o Olivais saíu vencedor: 82-74, fora de portas e 67-45, perante o seu público. Não é linear atribuir total favoritismo às pupilas de José Araújo, porque do outro lado está o experiente Carlos Barroca, com o seu colectivo bem arrumado. As jogadoras de Coimbra, onde pontificam as norte-americanas Ambrosia Anderson e Aja Parham, estão motivadas e já arrecadaram dois troféus esta época: Supertaça (em Outubro) e Taça de Portugal (no mês passado). Além disso terminaram a fase regular na primeira posição, apenas com duas derrotas, curiosamente ante o CAB Madeira.Espera-as por certo árdua tarefa, mas pensamos terem condições para regresssarem a Coimbra com uma vitória. Não vai ser fácil face à oposição personificada na norte-americana Amanda Jackson (melhor marcadora da fase regular), Joana Fogaça (que detem a melhor média de assistências) e na poste moçambicana Nica Gemo (mais entrosada com as suas companheiras e em nítida subida de rendimento), o núcleo duro das algesinas. A gestão das faltas pode vir a ser factor determinante no desfecho da partida.Em Vagos, a equipa de Nuno Ferreira recebe o CAB Madeira. Esta época, nos dois embates entre as duas formações, na fase regular, verificou-se uma vitória para cada emblema, prevalecendo o factor casa: 68-61 (em Vagos) e 66-58 (no Funchal). Pensamos que vai ser uma eliminatória discutida ao milímetro, eventualmente com necessidade de ter que se recorrer a terceiro jogo, nesse caso na Madeira, em função da melhor classificação das amigas (2º) na fase regular.Julgamos que ambos os conjuntos se irão apresentar na máxima força (excepção feita a Gilda Correia, ainda em fase de recuperação da artroscopia a que foi submetida em Fevereiro), esperando que a poste brasileira Clarissa dos Santos já esteja em condições de alinhar pelas anfitriãs. A turma da casa, onde Fernanda Beling parece ter ultrapassado um período de abaixamento de forma, face aos últimos registos, possui uma arma poderosa (o tiro exterior), mas atenção porque do outro lado também existem temíveis atiradoras do perímetro. Amanhã (domingo)Algés-Olivais (18h00), no Pavilhão Gomes PereiraVagos-CAB Madeira (15h30), no Pavilhão Municipal de Vagos


Aí estão as meias-finais

Vagos e CAB Madeira disputam o primeiro jogo dispostos a conquistar um triunfo que permita encarar o segundo encontro com maior tranquilidade, de modo a alcançar o objectivo traçado por ambos de estar na final e, consequentemente, lutar pelo título. Mas apenas uma das equipas pode passar à fase seguinte e antevê-se, por isso, que os duelos sejam muito equilibrados, como os próprios treinadores acabam por admitir. O outro encontro opõe o Algés e o detentor do título, o Olivais de Coimbra.

O Vagos vai jogar em casa e o treinador Nuno Ferreira quer que a sua equipa entre nas meias-finais com uma vitória.”Numa eliminatória à melhor de três jogos é muito importante ganhar o primeiro, sem dúvida, mas não acho que isso seja decisivo. Acredito que o Vagos e CAB se equivalem, que todos os jogos vão ser muito disputados e de vencedor incerto”, considera o técnico.A equipa tem estado nos momentos cruciais das várias competições que tem disputado ao longo da época, mas não tem conseguido vencer, facto que o treinador se recusa a hipervalorizar. “Acho que um clube que está a construir ainda uma história bastante recente, estar presente em todos os momentos de decisão (excepção a Taça da Liga) é muito importante e é um motivo de orgulho para todos os elementos que fazem parte da equipa.” Por isso Nuno Ferreira tem a certeza que, mesmo não tendo vencido as restantes provas em que estiveram envolvidas, as jogadoras do Vagos não vão deixar esse facto ensombrar esta eliminatória. “Isso não nos vai afectar. Estamos a trabalhar com qualidade e com enorme ambição, procurando sempre evoluir e conseguir os melhores resultados possíveis.”No que diz respeito ao CAB Madeira, o treinador sabe o que esperar. “Trata-se de um colectivo muito forte, com jogadoras portuguesas muitos experientes, duas boas estrangeiras e um treinador que admiro. Não destaco nenhum ponto forte porque sinceramente acho que o seu colectivo é sem duvida o maior obstáculo que teremos que ultrapassar.” Jogo equilibradoNa Madeira, a equipa também tem trabalhado arduamente no sentido de chegar à final do playoff e o treinador João Paulo Silva considera que este primeiro encontro pode ser decisivo. “O facto de termos garantido uma melhor classificação na fase regular deveria ser suficiente para assegurarmos o primeiro jogo em casa. No entanto, devido à necessidade de rentabilizar recursos financeiros, assim não acontece e, por esse motivo, o Vagos poderá eventualmente beneficiar desta vantagem de jogar primeiro no seu recinto”, começa por referir o técnico das insulares, acrescentando: “O segundo jogo colocará sempre uma grande tensão sobre a equipa derrotada. Mas gostaria de reforçar que, apesar de nos depararmos com algumas adversidades, tudo faremos para ganhar este primeiro encontro.”A equipa madeirense não conseguiu o apuramento para a final-four da Taça de Portugal, por isso as jogadoras querem redimir-se, conforme reconhece João Paulo silva, e ganhar a Liga Feminina. “Será obviamente uma grande oportunidade para nos redimirmos relativamente a contrariedade da Taça, embora se tenha verificado perante o actual campeão nacional e líder da fase regular [Olivais]. O sentimento de decepção perdura até o momento que conseguirmos uma nova conquista. Esta consciência tem permitido uma grande dedicação de todas as jogadoras relativamente ao maior e último objectivo da época: vencer a Liga Feminina.”No que diz respeito ao adversário, o treinador das madeirenses reconhece qualidade às jogadoras do Vagos, mas já identificou os seus pontos fortes. “São duas equipas muito equilibradas, comprovado pelos resultados obtidos nos dois jogos da fase regular (uma vitória para cada equipa)”, começa por antever. “As possíveis adaptações defensivas terão sempre como principal preocupação impedir lançamentos na área próxima do cesto, nomeadamente através da Clarisse, não consentir segundos lançamentos, através de uma grande capacidade para bloquear defensivamente, dominando assim a nossa tabela.”E prossegue, explicando pormenorizadamente outros aspectos do jogo do Vagos que a sua equipa terá de neutralizar. “Paralelamente, há que ter muita atenção ao lançamento de 3 pontos pois foi um dos aspectos que ajudou na vitória do Vagos na fase regular. Evidentemente que conhecemos muito bem o adversário e sabemos especificamente quais os seus aspectos mais evoluídos. Nesse sentido, procuraremos condicionar a sua utilização à nossa conveniência”, rematou o técnico.Primeiro jogo das meias-finais do playoff15.30 – A.D.Vagos-CAB Madeira18.00 – Algés-Olivais Coimbra


Estágio em Seia cumpriu objectivos

Depois de observados na Festa do Basquetebol em Portimão, 16 jogadores (sub-15 e sub-14) juntaram-se em Seia e, com o apoio da Autarquia local, cumpriram 3 dias de um intenso estágio que culminou com a realização de um jogo-treino frente a um misto de jogadores de diferentes idades, a jogar em diferentes níveis, mas com dois denominadores comuns: são senenses e colaboraram com gosto.- O programaEm pouco mais de 48 horas, a equipa realizou 4 treinos e um jogo-treino.Contudo, como tem sido norma, foi proporcionado a toda a comitiva um par de horas de «folga», aproveitado para conhecer o MUSEU DO BRINQUEDO e o CENTRO DE INTERPRETAÇÃO DA SERRA DA ESTRELA. – Fizeram parte do estágio os seguintes elementos:NOME – CLUBE – ASSOCIAÇÃOCarlos Caeiro – ASC/BVR Monsaraz – AlentejoHenrique Candeias – BC Portalegre – AlentejoRuben Kruize – Imortal DC – AlgarveMiguel Viana – Portimonense – AlgarvePedro Bastos – ACR Vale Cambra – AveiroMiguel Fonseca – Olivais FC – CoimbraJoão Grosso – IE Juncal – LeiriaAndré Tocha – UD Vilafranquense – LisboaBernardo Mesquita – FC Porto – PortoTomás Tavares – FC Gaia – PortoJosé Miranda – FC Porto – PortoMarcelo Junior – FC Porto – PortoRui Tomaz – Chamusca BC – SantarémJoão Moreira – Seixal FC – SetúbalRui Martins – ED Viana – Viana CasteloMiguel Oliveira – GD Gumirães – ViseuSeleccionador: Rui AlvesTreinador Adjunto: Hugo MatosTreinador Convidado: Eduardo GalguinhoFisioterapeuta: Sofia Xavier- A equipa técnica nacional encontrou o que procurava:O seleccionador Rui Alves e os seus colaboradores deram como cumpridos os objectivos a que se propuseram: “queríamos trabalhar com uma maioria de jogadores que não estivessem a preparar-se nos Centros de Treino, e muito focalizados em jovens de estatura elevada”. O técnico acredita que “esta geração precisa ainda de muito trabalho, principalmente os jogadores grandes, e desejo que aqueles que não tiverem oportunidade de se prepararem connosco em Paredes no próximo ano lectivo possam ter condições para nos virem a ajudar no futuro”. Rui Alves terminou deixando uma palavra de apreço a Seia: “É importante relevar o apoio da CM Seia, de todas as pessoas que nos receberam impecavelmente, como é hábito, não podendo deixar de destacar o Prof. Eduardo Galguinho, que mais uma vez tudo fez para nos proporcionar este estágio e colaborou exemplarmente no terreno.”


Encontro de candidatos

Contrariamente aos encarnados, que já asseguraram a posição cimeira da fase regular, a Ovarense Dolce Vita ainda se mantém na discussão pelo 2º lugar. Mais do que manter ou quebrar recordes Miguel Minhava e Gregory Stempin consideram este jogo como um bom teste para o playoff, fase em que será encontrado o novo campeão, objectivo primordial para ambas as equipas.

Depois de uma longa ausência, por lesão, Greg Stempin está de regresso para ajudar a sua equipa a reconquistar o título nacional. “Obviamente que sabe bem regressar depois de tão prolongada paragem. Confesso que detesto assistir a treinos e jogos quando não estou em condições de poder participar. As lesões acontecem na vida de um atleta e eu tive que ser capaz de lidar com isso. Mas agora sinto-me muito feliz por estar de volta.”Mas nem tudo foi negativo na opinião de Stempin. “Se para alguma coisa a minha lesão contribuiu foi para tornar outros jogadores melhores. Todos estiveram bem durante a minha ausência e, agora que regressei, espero sinceramente que nos tornemos mais fortes.”Apesar de o próximo adversário dar pelo nome de Benfica, os campeões nacionais mantêm-se concentrados na revalidação do título nacional. “Só queremos estar a jogar, agora que se aproxima o playoff, ao nosso melhor nível da época. Assim sendo, pretendemos realizar boas exibições frente ao Benfica e ao CAB.”Stempin desvaloriza o número de triunfos já alcançados pelos encarnados esta época. “Não estamos preocupados em saber em quantas vitórias eles já vão esta temporada. Preocupamo-nos exclusivamente connosco. Aquilo que pretendemos é defender da forma que sabemos e jogar colectivamente como uma equipa no ataque. Provavelmente irá ser um grande jogo e talvez uma fantástica eliminatória lá mais para a frente.”Mais do que o prolongamento da invencibilidade, Miguel Minhava considera que o jogo de sábado será um excelente exame para o que aí vem. “Nesta altura importa preparar a fase decisiva da época e um jogo com a Ovarense é claramente um bom teste. De qualquer forma, o grande objectivo da fase regular está alcançado (1º lugar) e, apesar de ser apetecível chegar ao final da época regular sem derrotas, o mais importante é vencer o campeonato.O jogo de sábado, embora tenha algumas particularidades, não difere de todos os outros que Minhava já realizou durante esta fase regular. “Por ser a única equipa que nos bateu este ano, e porque na minha opinião é o nosso concorrente mais directo na disputa pelo título, este jogo assume contornos um pouco diferentes. De qualquer forma a vontade de vencer e de dar o nosso melhor é igual em todos os jogos.”No último confronto entre estas duas equipas, nas meias-finais da Taça de Portugal, a Ovarense “venceu o jogo merecidamente”, numa altura em que Miguel ainda procurava a sua melhor forma física. “É normal que me sinta mais preparado porque pessoalmente, os meses de Janeiro e Fevereiro foram como uma pré-época para mim, depois de ter estado cerca de 9 meses sem competir.”Sem individualizar, pois seria extremamente complicado fazê-lo, o base encarnado realça as maiores virtudes da única equipa que foi capaz de vencer, esta temporada, os encarnados. “Em relação à equipa da Ovarense não é fácil especificar os pontos fortes porque a sua força está no colectivo, como demonstrou no jogo da Taça. Defendem bem, são fortes no ressalto e têm bons atiradores. Talvez sejam estes os seus pontos mais fortes. Mas penso que a nossa equipa nesta fase está melhor e poderemos apresentar outros argumentos que não eram tão fortes há 3 meses.”Eis a lista completa dos jogos deste fim-de-semana:Sábado, 18 de Abril15 horas – Física-Ginásio15 horas – Académica-Barreirense16 horas – Ovarense-Benfica16 horas – FC Porto-Vitória GuimarãesDomingo, 19 de Abril17.30 horas – Vagos-CAB


Fernando Rocha e Luís Lopes

Os árbitros internacionais portuenses, Fernando Rocha e Luís Lopes, foram nomeados pela FIBA Mundo, respectivamente para o Campeonato do Mundo Feminino de Sub-19, em Bangkok, Tailândia, de 23 de Julho a 03 de Agosto, e para as Universíadas 2009, que terão lugar em Belgrado, Sérvia, de 01 a 12 de Julho.Mais uma grande distinção para a arbitragem portuguesa, na pessoa destes dois credenciados árbitros nacionais, o que revela, uma vez mais, a qualidade da prestação dos nossos árbitros quando actuam além-fronteiras e o reconhecimento das entidades internacionais.Também a FIBA Mundo mostra a sua confiança na arbitragem nacional!


Entre o bom e o mau

Iniciados e Cadetes femininos cumpriram os objectivos de permanência na Divisão 1, mas não deslumbraram. As equipas masculinas decepcionaram, num Torneio dominado por Porto e Aveiro.

Há dois anos, a selecção de Cadetes Femininos (formada por atletas que hoje fazem parte das equipas Juniores dos Açores) conseguia a subida à Divisão 1 no Inter-Associações de 2007. Em 2008, a selecção em destaque foi a de Iniciados femininos, que alcançou um impensável 3º lugar nacional no Algarve. Este ano, algumas destas atletas, já na equipa de Cadetes, voltaram a estar em evidência, chegando ao final das Festas no 6º lugar a nível nacional, dando continuidade aos bons resultados neste sector.A selecção orientada por Gracinda Andrade conseguiu apenas uma vitória em cinco jogos, mas fê-lo num jogo crucial que pôs a equipa a salvo da descida, e mostrou capacidade para discutir o jogo contra uma das Selecções de topo, como é a de Coimbra. No primeiro dia de jogos perdeu por apenas oito pontos (36-44) e na partida de apuramento do 5º e 6º lugar, de novo frente à Selecção de Coimbra perdeu por doze (54-42). Pelo meio, uma vitória frente a Setúbal, por 45-28, que assegurou a manutenção logo na primeira jornada do Torneio e um segundo dia muito complicado frente às Selecções do Porto e de Lisboa (onde averbou derrotas, respectivamente por 21-60 e 29-67). No final um justo 6º lugar, para uma equipa jovem, que deu boa réplica a Selecções normalmente mais fortes. Mostrou uma defesa aguerrida e alguns movimentos interessantes no ataque, quase sempre bem orientado por Maria Ferreira (micaelense que deu nas vistas em Portimão) A prova de Cadetes femininos foi dominada pelas Associações de Aveiro e Porto, com a vitória na final a cair para as aveirenses por 37-30.Iniciadas cumpremOutra Selecção que garantiu a manutenção na Divisão 1 foi a de Iniciados femininos. As açorianas enfrentaram dificuldades inesperadas na 1ª Fase da prova, sobretudo devido à boa prestação da Selecção do Algarve, que impôs aos Açores a derrota mais pesada na prova logo no primeiro dia da competição, por 63-34. Também na 1ª Série a nossa selecção perdeu com Coimbra por 34-49. Duas derrotas que afastaram as iniciadas da disputa pelos primeiros lugares.No dia seguinte, derrota frente à Madeira por 52-56 e vitória frente a Viana do Castelo por 45-31, que valeu a manutenção. No sábado, novamente frente à Madeira, na luta pelo 7º lugar, nova derrota agora por 52-58. No global ficou uma boa imagem, mas um amargo de boca pelo insucesso frente às madeirenses, um grupo ao nível da Selecção Açores. A equipa mostrou garra e uma atitude de louvar, mesmo nos jogos mais complicados… Nunca entrou derrotada em campo e deu tudo ao longo do Torneio, mas faltou rodagem competitiva e algum “sangue-frio” no ataque e em momentos determinantes da prova. Aveiro venceu a final, com uma vitória sobre o Porto por 72-45.Insucesso no masculinoDecepcionante foi a carreira dos Iniciados masculinos. Logo a abrir a prova, num jogo que poderia ter valido desde logo a manutenção na Divisão 1, a Selecção Açores perdeu com Santarém por 30-43 e a partir daí nunca mais se encontrou. Fechou o primeiro dia com uma derrota pesada (e esperada) frente ao Porto, vencedor do Torneio de iniciados, por 15-95, que valeu o 3º lugar na Série e consequente posicionamento no grupo dos 3ºs. classificados no dia seguinte… Aí chegados, não foram além de duas derrotadas, primeiro frente a Viana do Castelo (49-59), depois frente ao Algarve (33-73).Na manhã de sábado, enfrentaram os vencedores da Divisão 2, a Selecção de Braga, na partida decisiva para garantir a manutenção e voltaram a falhar. Num jogo em que se impunha atitude defensiva e concentração no ataque, a equipa açoriana mostrou debilidades técnicas e pouco espírito de grupo, não sendo de estranhar a derrota por 37-47 e consequente descida à II Divisão. Melhor esperava-se também da Selecção Açores de Cadetes masculinos. Em vésperas da participação nos Jogos das Ilhas 2009, que se disputam em Palma de Maiorca no próximo mês de Maio, a equipa açoriana mostrou que ainda tem muito trabalho pela frente. Revelou pormenores interessantes e alguns jogadores de qualidade (Rodrigo Laranjo foi mesmo um dos melhores no ranking dos pontos), mas faltou humildade, agressividade defensiva e soluções de lançamento.A equipa chegou ao Algarve como única açoriana na Divisão 2 e com esperanças na subida, mas uma derrota na manhã de quinta-feira, logo no primeiro jogo, frente a Viseu (62-51) deitou por terra todas as expectativas do grupo. O grupo de Rui Fagundes emendou a mão no jogo frente a Bragança, que acabou com uma vitória por 92-36, na melhor exibição do Torneio, mas voltou a falhar na 2ª Fase, disputada na sexta-feira, com derrotas inesperadas frente às Selecções da Guarda (54-51) e Madeira (43-59). Na luta pelo 15º lugar nacional, nova vitória açoriana, desta vez sobre Vila Real, por 46-31. Atrás dos açorianos, apenas os transmontanos de Bragança e Vila Real e a Selecção de Castelo Branco.As Selecções do Porto venceram no sector masculino, após vitórias sobre Setúbal, em Cadetes (65-57) e Lisboa, em Iniciados (65-55).


Duelo nos Açores

Com a excepção do Atlético/SLIMCEI, que há muito tem o seu destino traçado, das restantes 5 equipas – Eléctrico FC, Seixal/SLIMCEI, Basquete Barcelos, Maia Basket e Angra/Palmeiraspark – uma seguramente vai descer de escalão, sendo que das restantes 2 terão direito a disputar o playoff. No próximo sábado, nos Açores, às 17.30 horas, o Angra/Palmeiraspark vai receber o adversário directo Maia Basket, numa partida em que João Ávila e Rui Silva, respectivamente treinadores da equipa insular e maiata, sabem que uma vitória significará a permanência, o primeiro grande objectivo, comum aos dois conjuntos.

O calendário das duas equipas até final da fase regular é totalmente antagónico. Enquanto que os açorianos vão realizar as duas últimas jornadas (Maia e Sangalhos) perante o seu público, os nortenhos vão jogar fora de portas (Angra e Barcelos).Vida complicada para os comandados de Rui Silva, treinador Maia Basket, que “encaram estes dois jogos como se de duas finais se tratasse.” E relativamente a essa tarefa, o técnico é bastante pragmático. “As finais não se jogam, ganham-se! É com esse espírito que estamos a preparar o próximo jogo” salientou.Sofrer até ao fim parece ser a sina desta equipa do Maia, que apesar de tudo ainda tem o grande objectivo da temporada ao seu alcance. “No início da época apenas pensávamos na permanência e essa continua a ser a meta que perseguimos. Uma vitória no próximo jogo significa termos cumprido o objectivo. É este o pensamento da equipa no momento.”O conhecimento que Rui Silva tem do seu adversário, nesta fase da época, será seguramente pormenorizado. “Preocupa-me o quarteto formado por Pedro Loth, Carlos Dias e os dois americanos. Se conseguirmos condicionar a produção ofensiva destes 4 jogadores temos mais hipóteses de ganhar”, frisou o técnico. Contas feitas nos Açores Do lado dos insulares o técnico João Ávila já previu todos os cenários possíveis de para a próxima jornada do campeonato. “Vencendo o Maia Basket garantimos a permanência e, se ao mesmo tempo, o Barcelos perder com o Galitos, o playoff está garantido, pois temos vantagem sobre as quatro equipas que lutam pelo 8º lugar. Se perdermos com o Maia ficamos em “maus lençóis”, lutando até ao último jogo por um lugar nos 10 primeiros que nos mantenha para o ano na Proliga.” Sabendo de antemão o que vale um triunfo no próximo encontro, Ávila lança um apelo a todos os simpatizantes do clube. “É claro que estamos a trabalhar para alcançar o nosso objectivo e esperamos ter um forte apoio de todos os simpatizantes e adeptos do clube para que nos apoiem e ajudem no próximo sábado a ultrapassar mais este jogo, que é de grande importância. Continuamos a depender só de nós pois os últimos dois jogos são em nossa casa.”O clube açoriano, que por uma única vez marcou presença no playoff da Proliga, face aos contratempos que teve no decorrer da presente temporada a permanência, na opinião de João Ávila, é o objectivo mais premente para o grupo. “Se conseguíssemos ir ao playoff seria a primeira vez e cumpriríamos assim os objectivos traçados no início da época por toda a família do Angra Basket. É certo que se perdermos sábado esse objectivo fica desde logo de parte, o que seria, na minha opinião, um grande revés para o clube. Mas tendo em conta todas as contrariedades que temos tido ao longo desta época, neste momento pensamos unicamente em ganhar para nos mantermos nesta divisão, facto que ainda não está garantido”, referiu o técnico insular.Para vencer no próximo sábado o treinador açoriano sabe perfeitamente aquilo que tem de ser capaz de contrariar no seu opositor. “Tem uma equipa com alguns bons lançadores, caso do João Moreira, Luís Ferreira, Paulo Ferreira e, claro, o meu amigo Rui Monteiro. É um conjunto muito rápido, que impõe velocidade nas suas transições, e que ao longo da época tem vindo a realizar bons jogos, mesmo perdendo alguns deles. Na 1ª volta perdemos, fora de casa, por 1 ponto de diferença, portanto queremos vingar essa derrota com uma vitória, agora em nossa casa”, desejou João.


III Festa do Basquetebol Juvenil

Mais do que um campeonato, é uma marca na carreira dos atletas que por lá passaram, pela oportunidade que tiveram de fazer novas amizades, trocar experiências e aprender observando e jogando Basquetebol, revertendo num conjunto de momentos memoráveis para todos os que viveram esta Festa do Basquetebol Juvenil.

Para além dos atletas, também treinadores e árbitros, com “clinics” à disposição, dirigentes do Basquetebol de formação, pais e familiares, tiveram em Portimão uma excelente oportunidade de aprendizagem pela troca de experiencias a que foram sujeitos ao longo destes 5 dias.A alegria de participar num evento destes foi demonstrada em cada pavilhão, em cada esquina desta cidade Algarvia, resultante não só da euforia e boa disposição de quem tem entre 13 a 16 anos, mas também pela comum paixão pelo Basquetebol. A esse nível, não haverá dúvida de que a comitiva Açoriana foi realmente exemplar.“Divirtam-se jogando!” – Foi um dos objectivos principais, comum a todos os responsáveis. Embora nem sempre alcançado por todos, sem dúvida que ficaram para trás grandes momentos de basquetebol para serem recordados por quem participou.“A Competição”Nos Masculinos, verificou-se um domínio avassalador do basquetebol Portista, seguido das Associações de Setúbal (sub-16) e Lisboa (sub-14), enquanto que no Feminino a selecção da região de Aveiro apresentou uma enorme supremacia em relação às restantes congéneres.Uma realidade diferente fruto de métodos e oportunidades de trabalho diferentes, resultam, pelo que foi possível analisar no geral, num jogo muito rápido no que diz respeito aos Sub-14 e mais apurado técnica e tacticamente ao nível dos Sub-16.Sub-14A velocidade a que decorre o jogo neste escalão provém do incentivo que é dado pelos treinadores às soluções de ataque resultantes do 1º e 2º Contra-Ataque (com 2, 3 ou 4 a finalizar) ou da exploração das situações de 1×1 realizadas a velocidade máxima. Ao nível do Ataque de Posição a ausência de bloqueios e de qualquer trabalho individual de costas para o cesto foi unânime à grande maioria das equipas. Defensivamente, foi agradável verificar a agressividade e o culto às defesas pressionantes predispondo o 2×1, resultando assim, numa maior intensidade das acções, estendendo o jogo por todo o campo. Em relação à comitiva Açoriana deste escalão foi possível observar grandes dificuldades ao nível da intensidade a que decorre o jogo, o que exige maiores e melhores capacidades físicas e mentais para o enfrentar. Assim sendo, será de extrema importância encontrar meios para combater esta distância de realidades, que se verificou de forma mais preocupante no masculino do que no feminino. É evidente que haverá necessidade de surgir mais equipas para aumentar o ritmo competitivo, mas por outro lado torna-se verdadeiramente importante, realizar mais momentos de preparação das respectivas Selecções, pois se os melhores treinarem mais vezes juntos, vão certamente contribuir para o aumento da qualidade dos treinos nos seus clubes. Como exemplo, podemos salientar a congénere Madeirense, que pela sua situação geográfica e demográfica, tiveram oportunidade de realizar durante a época, vários estágios de preparação para este importante evento.Sub-16No geral, a realidade de jogo nos Sub-16 difere do escalão anterior, sobretudo ao nível da especialização técnica e táctica inerente às posições de cada atleta. O número de soluções técnicas para resolver situações de 1×1, o rigor táctico alienado a uma boa qualidade de passe e lançamento são determinantes para o êxito neste escalão. As opções de Contra-Ataque e Ataque Rápido que resultaram em grandes momentos de Basquetebol, contrastaram por vezes, com situações menos apelativas, como por exemplo, o exagero no trabalho individual perto da área restritiva de costas para o cesto e a recorrência às defesas zonas, o que fez baixar o ritmo de jogo, tornando-o menos interessante.“A Nossa Realidade”“Prontos para começar”, foi o sentimento da maioria dos treinadores presentes na comitiva Açoriana, em especial da equipa de sub-14 feminina, no final do torneio. Com o decorrer dos jogos foi evidente a evolução das capacidades das nossas atletas, principalmente ao nível da leitura do jogo, com maior perspicácia nas decisões das acções quer ofensivas quer defensivas. Saber ler o jogo, é de primordial importância para que o êxito seja atingido, aspecto que será sempre tanto mais desenvolvido, quanto maior for o número de situações impostas a cada atleta. E como o conseguimos? – JOGANDO! Jogando mais e de preferência com os “melhores”…Nuno Ribeiro – Treinador-adjunto Selecção Açores Iniciados femininos


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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