Artigos da Federaçãooo

«Defender nos limites»

O Algés vai ter a vantagem de jogar em casa, no próximo sábado, pelas 18 horas, diante o Illiabum, uma equipa que recolhe os maiores elogios do atleta algesino João Manuel. Só uma sólida defesa, na opinião do extremo, permitirá contrariar a qualidade ofensiva dos ilhavenses, muito por culpa do talento individual dos seus atletas. Ritmo elevado, com transições rápidas e o apoio do público são aspectos que João considera importantes para o Algés chegar ao comando da Proliga.

Depois de uma interrupção bastante prolongada, João Manuel tornou-se para além de uma natural curiosidade, um dos reforços mais sonantes da equipa do Algés para esta nova temporada. Os algesinos apostam numa temporada positiva, para o qual a boa forma de João Manuel poderá, e muito, contribuir. “Apesar de ainda não estar a 100% em termos físicos, já sinto uma grande evolução desde que regressei. O resto aparece com naturalidade. O facto de ter estado parado não serve de desculpa para a qualidade das minhas prestações.”Quatro vitórias em igual número de jogos disputados são o registo actual do Algés, que tal como o seu adversário do próximo sábado continua invicto. Uma sequência de triunfos que o extremo quer prolongar, pois caso isso aconteça isola-se no comando do campeonato. “O objectivo é precisamente esse. Alcançar os nossos objectivos passa, também, por ganhar o próximo jogo.”O Illiabum não será certamente um adversário fácil, até porque os ilhavenses apostam forte no regresso ao escalão principal. Uma equipa à qual João reconhece talento individual, que faz dela um opositor muito complicado de parar defensivamente. “A classificação, apesar de só terem sido jogadas 4 jornadas, reflecte essa ideia. Em termos individuais, o Illiabum é uma das equipas com mais e melhores soluções da Proliga. Ofensivamente são muito fortes, o que nos obrigará a defender nos limites durante os 40 minutos.” As vitórias conseguem-se com trabalho e preparando bem os jogos. Sem querer abrir o jogo, João Manuel aponta alguns princípios que a equipa terá de manter, e que tanto sucesso proporcionaram até agora. “Não querendo estar a desvendar a estratégia para o jogo de sábado, acredito se mantivermos o ritmo do jogo elevado, ‘correndo o chão’ como temos feito, podemos retirar vantagem. Importante também é o facto de jogarmos diante dos nossos adeptos, que aproveito a ocasião para convidar a estarem presentes. “Próxima jornada (5ªJornada) Aliança Sangalhos (-) Gaeirense Basket / OralMED Física T. Vedras (-) AngraBasket / Vaquinha CD Póvoa / Vierominho (-) Galitos / Tley Eléctrico FC (-) Maia Basket Clube UD Oliveirense (-) Guifões SC Algés (-) Illiabum Clube


Vitória do trabalho

Durante a 1ª parte, a equipa do Barreiro acumulou alguns erros defensivos e permitiu bastantes facilidades ao adversário: cestos fáceis e muitas faltas devido à falta de concentração, oferecendo muitas situações de lance livre. Aequipa da casa denotou algumas dificuldades a sair da boa pressão defensiva exercida pelo adversário e perdeu algumas bolas de forma muito infantil. Ainda assim, mercê da velocidade da nossa transição, foi conseguindo alguns bons lances individuais e colectivos com bonitas jogadas de contra-ataque que iam dando “volume” ao marcador.Na 2ª parte o nível defensivo da equipa subiu bastante, cometendo menos erros e criando alguns turnovers à equipa Almadense que criaram muitos lançamentos de fácil concretização nem sempre bem finalizados e provocando imensas faltas pessoais ao adversário que nos levaram para a linha de lançamentos livres.Em termos ofensivos os visitados criaram mais lances coletivos e com algumas leituras ofensivas bastante interessantes, fruto do trabalho diário.Aspetos a melhorar: a concentração e atitude perante o jogo, percentagem de lançamento de campo em áreas próximas do cesto e percentagem da linha de lance livre – falhámos mais de 30 lances livres nesta partida!O próximo jogo é no Domingo, 20 de Novembro às 9h30 frente ao Montijo Basket no Pav. Municipal do Montijo.Parciais: 1º pdo: 24-10; 2º pdo: 25-13; 3º pdo: 20-9; 4ºpdo: 23-9.Equipa Barreirense: João Silva (4), David Vaz (22), Francisco Maia (5), João Pireza (14), Neemias Queta (1), Ângelo Magoito (18), Diogo Valente (3), Hugo Sousa (8), Ricardo Pinto (2), Miguel Reis (5) e Carlos Diniz Rodrigues (10). Treinador: Pedro Oliveira Treinador Adjunto: Jorge Mendes.


Miguel Queiroz: «O nosso segredo é o trabalho»

A equipa tem vindo a alcançar bons resultados, muito por força de um bom grupo de jogadores, onde se incluí Miguel Queiroz, que tem tido presença assídua no cinco inicial da formação da margem sul do Tejo.

que balanço faz destas primeiras semanas de trabalho da nova temporada?Como os resultados mostram as primeiras semanas de trabalho têm sido bastante positivas, temos trabalhado muito e os resultados estão a aparecer.Acredita que este poderá ser o seu ano de afirmação na Liga?Trabalho muito todos os dias para poder ajudar a equipa a ser competitiva. O meu objectivo principal é dar o meu contributo naquilo em que a equipa precisar. A nível individual tudo o que vier por acréscimo e uma benesse para mim!A presença habitual no cinco inicial é um prémio pela forma como se tem empenhado nos treinos e o resultado da sua evolução como jogador? Era mentira se dissesse que não estou contente por isso, mas com a equipa homogénea que temos e com o trabalho que cada um dos meus colegas efectua no dia-a-dia, o cinco inicial não significa nada para nós. Todos os jogadores são importantíssimos, e não é quem começa o jogo que define a equipa que somos, porque a nossa maior força está no colectivo.Onde julga que terá de melhorar como atleta?Penso que um atleta tem sempre algo a melhorar e a aprender! Cada dia que passa tento aperceber-me dos aspectos que tenho a melhorar, porque julgo que há sempre algo a melhorar e é nisso que me foco a nível individual. Evoluir nos aspectos em que tenho dificuldades e aperfeiçoar os quais me sinto mais confortável.Sente-se mais confortável em jogar de costas ou de frente para o cesto?Esta é uma pergunta complicada, mas sendo o tipo de jogador que sou, em todas as situações de jogo, tento estar preparado para aquilo que a equipa possa precisar de mim e aquilo que o treinador pretenda. E se jogar de costas for o necessário, vou tentar faze-lo da melhor forma assim como jogar de frente.O que faria para si esta temporada inesquecível a título pessoal?Eu sou um jogador que coloca os objectivos colectivos à frente dos individuais. Mas como qualquer atleta tenho os meus objectivos individuais, que passam por fazer uma época melhor do que a anterior.As três vitórias consecutivas do Barreirense significam que a equipa vai conseguir competitiva ao longo de todo o campeonato? As três vitorias não significam nada, mas acredito que com o nosso trabalho vamos ser uma equipa competitiva ao longo de todo o campeonato.Qual é o segredo para esta melhoria significativa da jovem equipa do Barreirense?Trabalho! Não somos a melhor equipa a nível individual, mas estou certo que somos a equipa que mais trabalha em Portugal! Querendo também referir que a inclusão do António Tavares, está a ser extremamente importante, pois é um jogador experiente, que a nós jovens, nos tem ajudado muito a crescer como jogadores.


Dain Swetalla: «Vim para vencer»

Líderes invictos do campeonato, os ilhavenses têm tido no norte-americano Dain Swetalla um dos seus principais argumentos para o arranque de temporada tão positivo. Vir para uma divisão inferior em Portugal é apenas um novo começo, de uma época que está plenamente convencido que irá terminar em sucesso, proporcionando-lhe o passaporte para Ligas europeias mais competitivas. Sente que está no clube ideal para continuar evoluir, um sentimento que pretende contagiar nos seus companheiros para que a equipa se torne melhor a cada dia que passa.

Como surgiu a oportunidade de vir jogar para Portugal nomeadamente para o Illiabum?O meu agente entrou em contacto comigo sobre essa possibilidade e pelo que potencialmente poderia contribuir para a minha carreira, foi a melhor situação possível.Gosta da cidade e do país?A cidade de Ílhavo e a área Aveiro são agradáveis e Portugal é incrível. Eu nunca vivi na ou perto da costa, o que faz com que seja uma experiência muito agradável para mim. As pessoas são óptimas e gostei de cada minuto do meu tempo que passei até agora em Portugal.Jogar numa divisão inferior é um passo atrás para dar dois em frente na sua carreira?Não considero que seja um passo atrás, mas sim um novo começo. Este ano assinei com um novo agente em Portugal, António Pereira, via Ben Schroder da Chicago IL, e eles fizeram um óptimo trabalho ao colocar-me numa equipa onde possa jogar o meu estilo e usar meus pontos fortes dentro do campo. Sou desconhecido em Portugal e entendo que quando se chega a um novo país temos que merecer e provar o nosso valor para jogar em divisões superiores. O Illiabum é um ajuste muito bom para mim e uma grande oportunidade para eu avançar na minha carreira e jogar nas ligas de topo na Europa.Estava à espera de mais ou menos qualidade no campeonato da Proliga?Respeito cada jogador e equipa neste campeonato, mas vim aqui para vencer e entro em cada jogo sem esperar nada menos do que isso.Sente alguma dificuldade especial para se adaptar ao basquetebol português?Há pequenas diferenças no estilo de jogo de basquete dos EUA para Europa, mas não representa um grande problema para mim. Basquete é basquete, não importa em que parte do mundo estejaE qual é sua opinião sobre o plantel Illiabum?Em primeiro lugar, o clube Illiabum como um todo, tem sido excelente. Tudo sobre o clube é profissional e directo. Eles fazem um óptimo trabalho na forma como cuidam os seus jogadores e eu senti-me acolhido e valorizado por todos os membros da equipa e membros da organização. Com o treinador Alexandre tenho um óptimo relacionamento, e a sua compreensão do jogo e estilo de coaching faz com que seja muito fácil jogar na sua equipa.Segundo, a equipa do Illiabum é um grupo muito bom. Temos uma grande combinação de líderes veteranos e jovens talentos. Temos todas as armas que compõem uma grande equipa, mas temos de continuar a melhorar a cada dia, a fim de alcançar nossos objectivos colectivos e ganhar o campeonato e playoff.Pelo que pôde até agora observar, acha que o Illiabum tem qualidade para lutar pelo campeonato?Estou absolutamente convencido de que podemos ganhar o campeonato. Nunca vamos subestimar o nosso adversário, mas entramos em todos os jogos com a expectativa de ganhar.Quais são seus objectivos a curto prazo?Os meu objectivos pessoais a curto prazo para este ano são para melhorar minhas habilidades todos os dias, para terminar a temporada como um jogador melhor do que comecei. Eu ainda tenho habilidades para aprender e vou usar todas as oportunidades e os recursos que tenho para o conseguir aqui. Eu irei desafiar os meus companheiros para que melhorem todos os dias e espero que possamos manter o nosso bom momento e terminar o ano forte.


Eurocup Women – AD Vagos perde na Bélgica

Foi pena terem dado o primeiro período de bandeja ao Dexia Namur (26-11). A AD Vagos até nem começou mal e manteve à diferença de um cesto cerca de metade do período, mas tal como aconteceu noutras situações, parece que a equipa desaparece e ninguém é capaz de por ordem na casa

O Dexia aproveitou muito bem a desconcentração e a falta de discernimento das portuguesas no ataque e disparou no marcador com a americana Ibekwe em grande destaque, bem secundada pela sua compatriota Jones. Para a AD Vagos, era uma situação de “déjà vu” (aconteceu o mesmo frente ao Nantes na primeira jornada). Antevia-se, portanto, outra atuação europeia desastrosa da equipa portuguesa em termos ofensivos, algo que o seu técnico tanto temia. Flávia, Daniela, Joana e companhia estavam irreconhecíveis. O segundo período iniciou-se quase a papel químico. As portuguesas entram melhor, mas voltam a pecar na finalização, continuando a falhar cestos fáceis. Aproveitando a diferença no marcador, o treinador belga faz rodar o seu plantel sem que a AD Vagos esboce sequer uma recuperação mesmo com igual rotatividade das suas jogadoras. Pelo contrário, as belgas vão ampliando a vantagem que chegou aos 39-19! Tudo parecia perdido. Uma diferença destas numa competição europeia muito raramente é desfeita. Mas, surpresa das surpresas, a AD Vagos inicia uma recuperação quase épica mesmo na parte final do segundo parcial. Os triplos começam a entrar, o jogo ofensivo ganha forma e a equipa portuguesa vai para intervalo com o marcador em 41-27. Com este resultado, a AD vagos acabava por ser superior às belgas neste segundo parcial. Do lado das portuguesas, começavam a emergir Joana Lopes, Daniela Domingues e Ana Teixeira que faz dois triplos quase seguidos. Já Flávia dos Santos, melhorou o seu jogo mas continuava algo desastrada na forma como abordava o cesto. Lilian, depois de ter convertido o seu único lançamento triplo em todo o jogo no primeiro período, eclipsou-se em termos ofensivos. Na segunda parte tudo foi diferente. A AD Vagos entra mais forte com vontade de mudar o rumo aos acontecimentos e começa a ganhar terreno paulatinamente. As jogadoras do Dexia Namur cometem alguns erros ofensivos devido à estratégia defensiva das portuguesas e o seu treinador mexe consistentemente no cinco para tentar contrariar o ascendente da AD Vagos que, apesar de tudo, não consegue “encostar” no marcador devido a outra jogadora que mantém a chama belga acesa: Laurence Van Malderen. Neste terceiro período, as portuguesas voltam a ser superiores, sem no entanto conseguirem melhor que uma redução de 3 pontos, ficando-se ainda a uma distância de 11 pontos das locais para o último parcial. No derradeiro quarto, esperava-se uma AD Vagos capaz de discutir o jogo. Joana Lopes, Daniela Domingues e Joana Jesus tentam imprimir mais acutilância ofensiva e a equipa portuguesa chega mesmo a reduzir a diferença até aos 7 pontos. No entanto, a experiência do técnico e das jogadoras do Dexia Namur não permitiram às portuguesas a reviravolta, pautando o seu jogo com clarividência ofensiva e não desperdiçando muitos ataques. Mesmo com a AD Vagos já em “rolo compressor” a todo o campo, as belgas não se intimidaram e até conseguiram 2 ressaltos ofensivos que originaram 3 posses de bola seguidas em ataque gerido perto do último minuto de jogo. Chandrea Jones mata o jogo a 30 segundos do fim com um triplo, mas nem assim as jogadoras de Vagos desistiam e acabaram por ser “premiadas” também com a supremacia neste último parcial. A este nível competitivo, há erros que se pagam muito caro. A “oferta” do primeiro parcial às belgas acabou por ser decisivo e a vitória cai para o lado de quem apenas foi superior num único período. Além deste factor, a AD Vagos continua a ser muito perdulária no ataque. No jogo desta noite, o conjunto vaguense não foi além de 30,2% dos 2 pontos (16/53) e de 58,3% da linha de lance livre (14/24). Apesar de ter melhorado, e muito, esta noite da linha dos 3 pontos (60%), foi pena que se limitassem a lançar 10 vezes para lá da linha dos 6,75. Com esta derrota, ainda não é desta que Nuno Ferreira manda “matar o borrego”. Destaque na equipa portuguesa para a inevitável Joana Lopes (17 pts, 5 res., 2 rbl, 2 des.) e nas belgas para Ify Ibekwe com mais um duplo-duplo (20 pts e 15 res.) A classificação do Grupo C, depois da vitória caseira do Nantes Rezé sobre o Optimum TED Ankara por uns expressivos 94-70, fica ordenada da seguinte forma: Nantes Rezé (2V/1D) 5 pts, Dexia Namur (2V/1D) 5 pts, Optimum TED Ankara (2V/1D) 5 pts e AD Vagos (0V/3D) 3 pts. Na próxima jornada, a 23 de novembro, joga-se a segunda mão do grupo e a AD Vagos desloca-se a Nantes para defrontar as locais. Pavilhão Octave Henry, Namur Dexia Namur Capitale (73): Sarah Deneil (1), Stephanie Dubuc (11), Nina Crelot (5), Ify Ibekwe (20), Hind Ben Abdelkader (2), Chandrea Jones (14), Laurence Van Malderen (15), Rianne De Roos (5), Jill Van Meerbeeck, Oksana AgabalovaTreinador: Daniel Goethals AD Vagos (64): Inês Pinto (1), Ana Teixeira (10), Mariana Alves (1), Joana Lopes (17), Inês Faustino (2), Lilian Gonçalves (5), Flávia dos Santos (11), Daniela Domingues (9), Sara Ressurreição (4), Joana Jesus (4)Treinador: Nuno Ferreira


Faleceu José Mendonça Lemos

José Mendonça Lemos. O funeral realiza-se esta quarta-feira dia 16, pelas 15,00 horas, na Capela de S. Gonçalinho, em Aveiro.


Muitos Atletas no pavilhão da Ajuda

A atividade decorreu no passado dia 12 Novembro, entre as 9h e as 13h. Realizaram-se 45 jogos, onde os jovens praticantes puderam mostrar ao muito público presente (na maioria pais dos atletas) tudo o que aprenderam ao longo das semanas de treinos.Mais uma vez a organização e todos os intervenientes estão de parabéns visto tudo ter decorrido sem incidentes a registar.Segue em anexo classificações e resultados.


Melhores da ronda

Uma lista de tops do fim-de-semana, que procura fundamentalmente evidenciar o que de melhor foi feito na última ronda.

O melhor marcadorOs 32 pontos que o norte-americano Nathan Bowie conseguiu no jogo frente ao Lusitânia não ajudaram a equipa a conseguir vitória no duelo da ilha Terceira, mas comprovaram uma vez mais a capacidade anotadora deste atleta. O acerto demonstrado da linha de lance-livre (10/10), bem como as razoáveis percentagens de lançamentos de campo, 55% de dois pontos (6/11) e 43% da linha de três pontos (3/7) fizeram dele o melhor marcador da jornada.O rei das assistênciasO experiente Nuno Manarte continua a evidenciar-se na arte de bem passar, permanecendo exímio a proporcionar cestos fáceis aos seus companheiros. Continua a evidenciar-se nesta área do jogo, e frente aos actuais campeões nacionais distribui 7 assistências nos quase 19 minutos de utilização.O triplistaO rei dos lançamentos de três pontos, foi o norte-americano da equipa do CAB Madeira Austin Kenon ao ter convertido seis lançamentos para lá da linha dos 6.75 metros no jogo frente ao Barreirense. Não restam dúvidas que esta é uma das suas principais armas ofensivas, sendo que habitualmente, 46% neste jogo em concreto (6/11), consegue boas percentagens de lançamento a esta distância do cesto.O dominador das tabelasO poste do Vitória de Guimarães Cláudio Fonseca voltou a estar em destaque na luta do ressalto, já que dominou as tabelas no encontro frente ao SL Benfica. O internacional português conquistou 17 ressaltos, uma marca bastante apreciável sendo que seis deles foram conseguidos na tabela ofensiva. O mais castigadoO MVP da jornadaDillion Sneed também se destacou, ao ser o atleta que mais faltas provocou na equipa adversária. O norte-americano da equipa da Académica conquistou 9 faltas à equipa adversária, bem demonstrativo das dificuldades defensivas sentidas pelo Basquete de Barcelos em parar o jogo inspirado que este norte-americano teve na última ronda.O melhor em roubosNa arte de roubar bolas, Mohamed Camara foi o mais matreiro ao ter conseguido quatro frente à outra equipa da ilha Terceira, e que tão importantes terão sido para a recuperação pontual que o Lusitânia protagonizou no inicio da segunda parte do jogo.A promessaO extremo poste Miguel Queiroz começa, cada vez mais, a deixar de ser promessa para se tornar numa certeza na jovem equipa do Barreirense. Depois da excelente campanha durante o Verão nos trabalhos com a Selecção Sub-20 , Miguel começou a época a bom nível, revelando ser uma das apostas do técnico António Herrera . Nos 23 minutos que esteve em campo (entrou no 5 inicial), Miguel Queiroz fez 9 pontos, capturou 8 ressaltos, efectuou dois desarmes de lançamento e distribuiu 1 assistência, para uma valorização final de 17 pontos. Isto tudo com uma tremenda eficiência, uma vez que concretizou todos os lançamentos de 2 pontos (2/2), esteve igualmente perfeito da linha de lance-livre, e converteu 1 em 3 de três pontos.


Basquetebol: O futuro começa aqui…

Com o emblema auri-negro ao peito, os pequenos basquetebolistas vestiram pela primeira vez os equipamentos da EDV, e correram como se não houvesse amanhã, à procura dos seus primeiros pontos. Divididos por três equipas, os atletas vianenses fizeram o furor dos mais graúdos, que na bancada vibraram com os lançamentos e as bolas divididas da pequenada. Elas ainda não sabem, mas para grande parte das nossas crianças, este foi o primeiro de muitos jogos que irão fazer com o símbolo da nossa Escola ao peito…Destaque ainda para as jovens da Escola Desportiva de Viana que se ofereceram para arbitrar alguns dos encontros desta Tournée. Esta é aliás uma imagem de marca do nosso clube: quando há basquetebol, independentemente da função, as camisolas pretas e amarelas estão sempre lá.Como é óbvio, a Escola Desportiva de Viana não podia deixar de agradecer o apoio dos encarregados de educação que apoiaram os pequenos edevistas nesta sua deslocação a Ponte de Lima. A próxima Tournée realiza-se no dia 4 de Dezembro, em Melgaço.


“Quero aprender o mais que puder”

Quer ganhar tudo. A começar pelo jogo de sexta-feira, frente ao Sampaense. A bola sobe às 21h00, no Dragão Caixa.

A corresponder“Sempre sonhei ter a oportunidade de jogar pela equipa sénior do FC Porto Ferpinta. Penso que tenho correspondido bem, sinto-me muito contente por fazer parte deste grupo, em que todos os atletas são excelentes profissionais e me ajudam diariamente, o que contribuiu para a minha boa integração.”No máximo“Quero aprender o mais que puder com os meus colegas, retirar o máximo proveito desta experiência, de forma a crescer como jogador. Dar o meu máximo no treino para poder jogar. Acredito que quem se esforça terá sempre a sua recompensa.”Experiência única“Quando vesti a camisola de sénior pela primeira vez, senti essencialmente o peso da responsabilidade e um nervosismo enorme, fruto da juventude, foi uma experiência única e fantástica.”Vencer tudo“Queremos ser campeões e vencer todos os outros troféus em que estamos inseridos. A nível pessoal, o meu objectivo é melhorar e ser útil à equipa no que estiver ao meu alcance.”Marcar o ritmo“Espero chegar ao final do jogo de sexta-feira com mais uma vitória. O Sampaense é uma equipa que tem um jogo interior muito forte, que conta com jogadores nacionais de boa qualidade, como o João Reveles e o Jorge Sing, que pontuam muito. Vamos defrontar uma boa equipa, mas queremos ser nós a pautar o ritmo de jogo.”


Defesa neutralizou Montijo Basket

Entre duas equipas que, antes do bola do ar, se apresentavam com igual registo (3 triunfos e uma derrota), a formação comandada por Hugo Sousa foi claramente mais forte e fez da defesa o factor que decidiu a partida a seu favor. A vitória foi igualmente alicerçada, no meio-campo ofensivo, na acção do quarteto composto por Pedro Freire (16 pontos), Bruno Cunha (14 pontos), Pedro Bagio (13 pontos) e Jorge Afonso (11 pontos).

Após um período de ajustamento à variedade defensiva (alternância entre HxH, defesa zona e pressão em campo inteiro após concretização) do conjunto da margem Sul do Tejo, os alcantarenses dispararam para uma vantagem acima da dezena de pontos, que conseguiram conservar e dilatar até à buzina final. Com esta vitória, o Atlético junta-se ao lote dos segundos classificados, na perseguição ao líder Imortal, que se mantém invicto ao fim de cinco jornadas. Na próxima ronda (19 Novembro, 17 horas), a equipa da Tapadinha viaja até ao Seixal. No rescaldo do triunfo sobre o Montijo Basket, o técnico Hugo Sousa sublinhou a concentração defensiva dos seus atletas. “Apresentámo-nos de forma séria e concentrada, respeitando o valor da equipa contrária e sabendo que apenas poderíamos lograr alcançar a vitória se nos exibíssemos a alto nível na defesa. Com esse pensamento, cedo conseguimos a liderança do marcador, por uma margem na casa da dezena de pontos, aproveitando os erros do adversário, em resultado da nossa agressividade defensiva para a concretização de cestos em contra-ataque. Na segunda parte, e pese embora a vantagem de 14 pontos ao intervalo, não diminuímos a intensidade de jogo, e a diferença subiu para cima dos 20 pontos, tendo a equipa gerido com serenidade a vantagem adquirida até ao final do encontro”, afirmou. Para o treinador do Atlético, a união sentida no balneário tem sido fundamental para o êxito dentro de campo. “Esse é, de facto, o aspecto que me está a dar mais gozo, ao liderar esta equipa jogo após jogo, treino após treino! A presença na equipa destes jogadores, com uma qualidade técnica e humana inquestionáveis, alguns com mais de 40 anos, que já ganharam tudo o que havia para ganhar, e que, ainda assim, se apresentam diariamente na Tapadinha, com a motivação de crianças de 12 anos, é a prova de que vale a pena resistirmos à tentação da mentira fácil, dos esquemas e dos truques financeiros. Ao invés, apostamos num caminho que sabemos mais longo, mas que acreditamos será mais profícuo a prazo, consubstanciado na credibilização do clube, com pessoas sérias e de carácter, que não precisam de se pôr em bicos de pés, para mais cedo ou mais tarde verem ser-lhes reconhecido o seu valor. Sem prejuízo dos muitos títulos que este clube já venceu dentro de campo, são estas as «taças» que o Atlético mais se deve orgulhar de ostentar”, salienta Hugo Sousa.


Sneed eleito MVP

Quem também esteve em grande foi Daniel Caluico que, apesar de não ter conseguido fazer com que o Ginásio se estreasse a vencer, acabou por ser o jogador português em maior destaque na ronda. Confira tudo nos detalhes desta notícia.

5ª JORNADA MVP Global – Dillion Sneed, Académica de Coimbra, 37,5 de valorização Foi uma jornada em grande para o norte-americano da equipa da Académica, já que pôde celebrar a primeira vitória da temporada e acumular a distinção para o jogador mais valioso da ronda. O fantástico desempenho deste atleta, 25 pontos, 16 ressaltos e 1 desarme de lançamento, foi determinante para a Académica bater o Basquete de Barcelos.MVP Nacional– Daniel Caluico, Casino Ginásio, 20 de valorização Já se adivinhava uma época complicada para a equipa da Figueira da Foz, que faz questão de honrar os seus compromissos sob pena de não entrar em loucuras que levem ao desmoronamento completo do clube. Ainda não foi desta que o Casino Ginásio venceu, mas a título compensatório, teve no seu atleta Daniel Caluico o MVP Nacional da jornada. O extremo/poste português terminou o encontro frente ao Sampaense com 8 pontos, 10 ressaltos, 3 assistências e 2 roubos de bola, em mais uma jornada em que a equipa da Figueira da Foz deu o seu melhor, sempre com a pretensão de deixar a melhor imagem possível. 5 IDEAL Posição 1: Austin Kenon, CAB Madeira, 35 de valorização A altura deste atleta não é um definitivamente o melhor parâmetro para medir o potencial ofensivo deste pequeno base norte-americano que a equipa do CAB recrutou para esta temporada. Era visível que tinha facilidade em atirar ao cesto, e assim começassem a entrar os seus lançamentos, a sua contribuição nos movimentos ofensivos do CAB seria mais relevante. Os 32 pontos, 4 roubos de bola, 2 assistências e 1 ressalto que conseguiu diante do Barreirense não foram suficientes para evitar o desaire caseiro dos insulares.Posição 2: Nathan Bowie, Terceira Basket, 26,5 de valorização A qualidade técnica deste atleta já era sobejamente conhecida, pelo que as suas prestações na presente temporada só vêm confirmar que tem valia para jogar na principal Liga portuguesa. Nathan, com os seus 31 pontos, 3 ressaltos, 3 assistências e 1 roubo de bola, foi um dos atletas que mais lutou para evitar a fantástica recuperação do rival da ilha.Posição 3: Mohamed Camara, Sport Clube Lusitânia, 31.5 de valorização Mais um atleta de uma equipa açoriana, desta feita o Lusitânia, a integrar o cinco ideal da semana. Sem ser um portento físico, a sua versatilidade e o faro pelo ressalto tornam-no um jogador complicado de parar e que acaba por se destacar em vários aspectos do jogo. No derby de Angra do Heroísmo, Camara contabilizou 22 pontos, 9 ressaltos, 4 assistências e 4 roubos de bola.Posição 4: Brian Addison, Sampaense Basket, 26.5 de valorização O norte-americano da equipa de S. Paio de Gramaços tem sido dos mais regulares da equipa, e nesta jornada foi pedra fundamental para que o Sampaense vencesse pela primeira vez esta temporada diante do seu público. Os bons números registados, 22 pontos, 10 ressaltos e 2 desarmes de lançamento, frente ao Casino Ginásio, foram igualmente conseguidos com grande eficácia. A combinação perfeita para a qual se treina diariamente com o objectivo de a atingir. Posição 5: Dillion Sneed, Académica de Coimbra, 37.5 de valorizaçãoFoi o MVP Global da 5ª jornada da Liga Portuguesa de Basquetebol.


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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