Artigos da Federaçãooo

AD Vagos na TV

ia 16 de Outubro de 2011 ficará na história do clube. A equipa sénior da Liga Feminina estreia-se em absoluto numa transmissão em direto de um jogo da época regular na TV.

Mário Rocha, presidente do clube, não esconde a sua satisfação por estar ao leme da AD Vagos em tão solene momento da sua história. “É espetacular sentir que o trabalho realizado durante anos começa finalmente a ter grande visibilidade. É um passo gigante que pode catapultar ainda mais o clube e a modalidade”, afirma. Acrescenta ainda, com um carinho especial pela equipa feminina, que “o setor feminino sempre foi uma grande aposta desta direção e aquele que mais alegrias nos deu. Ao longo dos anos construímos uma equipa competitiva e colhemos dividendos com a conquista de 7 títulos nacionais nos últimos cinco anos ”, referindo-se a 2 Campeonatos Nacionais (1 em Sub 19), 1 Taça de Portugal, 1 Supertaça e 3 Troféus Vitor Hugo. “Aproveito para agradecer aos sócios, patrocinadores, treinadores, colaboradores e amigos porque, sem eles, não estaríamos a jogar a este nível”, acrescenta. Nuno Ferreira, técnico presente em seis destas conquistas, corrobora as palavras do seu presidente e acrescenta que será “um dia diferente, com grande projeção para a equipa e para Vagos” e que isso representa a “afirmação da importância que a AD Vagos tem hoje no panorama basquetebolístico português e não só.” A AD Vagos prepara para este dia algumas atividades que começarão bem cedo no domingo pelas 9 horas, das quais se destaca o torneio de Minibasket com a participação do CENAP, Anadia, Sangalhos, GICA e, claro as equipas da AD Vagos.


“Académica tem a motivação extra de defrontar o campeão”

Para o conseguir, o extremo e capitão distingue, como solução, uma defesa rigorosa, somada a um ritmo elevado.

Começar a ganhar“Trabalhamos desde o início da época essencialmente com o pensamento no campeonato. Podemos considerar esta pré-época positiva, porque conquistámos a Supertaça recentemente, alcançando um dos principais objectivos, mas o campeonato é outra luta. No ano passado, ficou bem vincado o carácter decisivo do factor casa, principalmente nos jogos da final e, por isso, no domingo queremos vencer já o primeiro jogo perante os nossos adeptos.”Adversário com motivação extra“Vamos ter um jogo difícil, contra a Académica, que fez um campeonato muito positivo no ano passado e que virá ao Dragão Caixa com a motivação extra de defrontar o campeão nacional. Teremos de jogar bem e concentrados durante os 40 minutos.”À imagem do ano passado“A Académica foi a única equipa que nos venceu na época passada durante fase regular, apesar de ter sido em Coimbra. No Dragão Caixa, vencemos todos os desafios. É o primeiro jogo e não poderá haver lugar a facilitismos. Teremos que entrar fortes, mostrando o que ambicionamos para esta época, que é renovar o título. Compete-nos trabalhar e demonstrar que continuamos fortes, à imagem do ano passado.”Concorrência“Ao longo do campeonato, é necessário ter cuidado. Não só com o Benfica, mas também com outras equipas que se apetrecharam bem, como a Ovarense, que este ano tem uma equipa mais coesa, mais forte. Contudo, por norma, as fases regulares não se perdem com os adversários directos, mas com as equipas supostamente menos fortes.”Ritmo elevado“Queremos estar muito bem defensivamente, coesos, aguerridos, não dar descanso ao adversário e conseguir boas transições ofensivas. Já todos sabem que o nosso ritmo de jogo é bastante elevado e será por aí que teremos de começar. Penso que a equipa que defender melhor, terá melhores hipóteses de vencer a partida.Estamos a cimentar a coesão do grupo, pormenores que são trabalhados durante a época, bem como novas jogadas, que têm vindo a ser implementadas na equipa. Se mantivermos o ritmo de trabalho que tem sido habitual neste mês e meio, a intensidade, a garra e a ambição, teremos todas as condições para vencer.”


«Um teste difícil»

O treinador Fernando Sá, que elogia o conjunto insular, analisa nesta entrevista o actual estado da equipa e conta o que espera da época que agora se inicia.

A evolução da equipa está decorrer da forma que planeou?Sim, temos dado continuidade ao trabalho realizado a época passada, visto que conseguimos manter a base da equipa. A integração do Julian e do John tem sido fácil, pois são jogadores que conhecem bem o nosso campeonato. O Torrie, o João Pedro, o Maris e o Monteiro são os únicos elementos novos. Três jovens, sendo que, o João e o Monteiro são da formação do clube, e o Torrie é oriundo da escola do Vasco da Gama. O Maris é um jogador letão com muita experiência no basquetebol Europeu. Todos têm mostrado muita vontade de rapidamente se integrarem no clube e na competição em que estão inseridos. Durante a formação do plantel nunca teve dúvidas quanto ao facto de apostar em jogadores portugueses para as posições interiores da equipa?Como disse anteriormente, a base da equipa terminou a época passada com uma excelente atitude e muita qualidade, quer em termos defensivos, quer ofensivos. Por isso não se justifica ter qualquer dúvida seja em que posição for. Acabou por ser relativamente aos jogadores interiores porque a facilidade e a vontade demonstrada pelo John e o Julian em nos representar era tanta que não podia ter dúvidas. Aliando ao desejo deles a qualidade já demonstrada, podemos concluir que dúvidas não existem.O mesmo se poderá dizer relativamente ao regresso do Julian Blanks?Relativamente ao Julian posso acrescentar que este jogador, quando infelizmente abandonou Portugal e lhe foi detectado um problema muito grave de saúde, tinha acabado de jogar e treinava todos os dias sem as mínimas condições. Por isso o Julian está muito melhor neste momento do que quando nos deixou. Mais uma vez nada de dúvidas e muitas certezas. Um teste difícil a iniciar o campeonato? O que acha da equipa do CAB para esta temporada? Certamente um teste muito difícil. O CAB é uma equipa que, no meu ponto de vista, está muito bem construída, com mais do que uma solução para todas as posições e com características muito diferentes o que dificulta muito a preparação do jogo.


“Jogo de dificuldade elevada”

O encontro está marcado para o próximo domingo, dia 16 às 10h30, um duelo de gigantes entre a AD Vagos e o CAB Madeira, jogo da 3ª jornada do campeonato nacional da Liga Feminina com transmissão em direto na Sport TV3.

Depois de duas vitórias consecutivas na Liga, a AD Vagos vai defrontar outro dos sérios candidatos ao título. O CAB Madeira, que deu tão boa conta de si na jornada inaugural frente à equipa Quinta dos Lombos no passado domingo, perdendo apenas nos últimos segundos pela margem mínima (81-80) e boa parte do tempo sem o contributo de uma das suas estrangeiras (Candice Champion lesionou-se), virá a Vagos com o intuito de ganhar. É essa a convicção de Nuno Ferreira que antevê um jogo “de dificuldade elevada porque o CAB é uma equipa que se reforçou imenso, tem grande equilíbrio entre o seu jogo exterior e interior, com atletas de muita qualidade e experientes” e que para vencer este jogo a sua equipa terá “de estar a um grande nível defensivo, condicionando as ações ofensivas do CAB onde têm imensa qualidade e soluções”, acrescenta. Para o técnico da AD Vagos, uma das chaves para ultrapassar o CAB será o ataque, onde o conjunto terá de ser “muito coletivo, executar com qualidade e intensidade e procurar as vantagens e os desequilíbrios na defesa do CAB.” Para este confronto, a AD Vagos vai-se apresentar na máxima força, pois já poderá contar com a sua jovem jogadora Artémis Afonso que recentemente conquistou o Afrobasket2011 pela seleção de Angola. Esta é uma ótima notícia para o conjunto de Vagos que não quer perder a oportunidade de continuar a liderar a Liga Feminina.


Estreia do CAR Jamor Feminino em Santarém

Uma das medidas avançadas foi a reformulação do quadro competitivo do CAR Jamor Feminino. Assim a equipa liderada por Mariyana Kostourkova, após três épocas a competir na Liga Feminina, iniciou ontem a sua actividade competitiva da temporada 2011/12 em Santarém.

A equipa do CAR Jamor Feminino irá defrontar os clubes da Liga e da 1ª Divisão Feminina cuja localização geográfica se situa até Torres Novas (a norte), deixando também de se deslocar às Regiões Autónomas (Madeira e Açores). Assim, os adversários serão: CD Torres Novas, Algés, EMA Menéres, Quinta dos Lombos, GDESSA, Montijo B. Basket (da Liga Feminina) e Santarém Basket, ES Amadora (da 1ª Divisão Feminina). Esta medida, para além de reduzir substancialmente os custos das deslocações e alojamentos, tem ainda a vantagem de reduzir o absentismo escolar das atletas residentes no Centro de Alto Rendimento do Jamor, que era inevitável aquando dos jogos realizados no Funchal, Ponta Delgada e Angra do Heroísmo.A estreia do grupo que se apresentou há um mês no Jamor aconteceu ontem ante o Santarém Basket, em jogo realizado na capital do gótico. O colectivo de Kostourkova nunca sentiu dificuldades frente a um conjunto muito jovem e sem argumentos para se bater com as jovens do CAR Jamor. Depois de 3-6 (minuto 4) as comandadas de Kostourkova conseguiram um parcial de 0-29, acabando o 1º período com 3-35. No 2º quarto (2-30) as coisas não melhoraram para as anfitriãs, que continuaram com muitas dificuldades para organizar o seu ataque, face à pressão defensiva exercida pelas suas opositoras, que roubavam muitas bolas concretizadas invariavelmente em situações de contra-ataque (16 acções em toda a partida).Regressando do descanso a perder por 5-65, a equipa anfitriã conseguiu nomeadamente nos 5 minutos iniciais do 3º período equilibrar as operações (6-7), mas tornou a quebrar, sendo todavia o 3º período (8-19) o menos desequilibrado. No derradeiro quarto (9-28) o CAR Jamor manteve a mesma atitude, pese a rotação constante levada a cabo pela sua treinadora (apenas Sofia Pinheiro, da AD Sanjoanense e Sara Dias, do CD Póvoa não foram utilizadas por lesão).Resultado final: Santarém Basket 22-112 CAR Jamor Feminino Ficha do jogoSantarém Basket (22) – I. Cunha (2), I. Vargas (2), L. Carapinha, M. Pereira (6) e A. Crespo; M. Bernardino (5), M. Oliveira (2), E. Pinto (2) e E. Oliveira (3)CAR Jamor Feminino (112) – Joana Soeiro (11), Laura Ferreira (11), Nádia Fernandes (19), Inês Veiga (11) e Ana Granja (10); Joséphine Filipe (15), Simone Costa (8), Inês Ferreira (13), Jéssica Encarnação (10) e Inês Viegas (4)Por períodos: 3-35, 2-30, 8-19, 9-28Árbitros: João Ribeiro e Rui Farinha, de Santarém Alguns indicadores conseguidos pelo CAR Jamor: 46 ressaltos (sendo 19 ofensivos), 36 assistências, 30 roubos, 59% nos L2 (44/74), 29% nos L3 (4/14), 55% nos L.Campo, 50% nos LL (12/24) e 23 Turnovers.Destaque para a capitã Nádia Fernandes (19 pontos, 1/2 nos triplos, 8 roubos, 5 assistências e 3 ressaltos defensivos), a mais valiosa do encontro. Outros destaques individuais: Joséphine Filipe (15 pontos, todos na 1ª parte e 6 ressaltos sendo 2 ofensivos), Laura Ferreira (11 pontos,1 triplo, 6 assistências, 6 roubos e 4 ressaltos), Joana Soeiro (11 pontos, 7 assistências, 7 ressaltos e 4 roubos), Ana Granja (10 pontos e 7 ressaltos sendo 5 ofensivos), Inês Veiga (11 pontos, 6 ressaltos sendo 4 ofensivos e 3 roubos), Inês Ferreira (13 pontos e 2/4 nos triplos) e Jéssica Encarnação (10 pontos, 6 ressaltos sendo 2 ofensivos, 5 roubos e 3 assistências). O próximo jogo realiza-se no dia 21, no Pavilhão LORD (FMH), com o CAR Jamor a receber o EMA Menéres, a partir das 21 horas.


Edson Ferreira

Representou anteriormente o S. L. Benfica e, na época anterior, o Eléctrico de Ponte de Sor, da Proliga.


Casino Ginásio apresenta equipas


Minhava: «Exemplo para o resto da época»

O jogador elogia a calma e a concentração que os encarnados revelaram no encontro, que lhes permitiu recuperar no marcador e assim vencer a final.

Uma vitória muito sofrida e talvez por isso ainda mais saborosa?Ganhar é sempre bom independentemente das circunstâncias. O facto de ter sido uma vitória “sofrida” mostra que a equipa tem uma grande vontade de vencer e que tem força para lutar nestes jogos mais apertados.Houve um período do jogo em que a equipa deu sinais de estar um pouco partida. Sentiram isso entre vocês?Sentimos que não estávamos a fazer aquilo que podemos, mas isso é algo que considero normal nesta fase da época e que de certeza que vamos melhorar muito no futuro. E se por um lado sentimos que não estávamos no nosso melhor, por outro tivemos sempre a calma e a vontade necessária para nos mantermos no jogo e conseguir vencê-lo no final.Na sua opinião, o que foi determinante para que conseguissem recuperar de uma desvantagem de 14 pontos já na segunda parte?Foi determinante não desistir do jogo, até porque em muitas situações estávamos a fazer aquilo que devíamos mas simplesmente não concretizávamos, nomeadamente alguns cestos fáceis que não costumamos falhar e muitos lances livres. Penso que a atitude demonstrada neste jogo pode servir de exemplo para o resto da temporada, principalmente quando estivermos perante situações desfavoráveis.Como avalia o potencial que a equipa tem e o nível exibicional que atingiu nesta final?Penso que o nosso nível exibicional está muito longe daquilo que considero ser o enorme potencial que esta equipa tem, nomeadamente a nível ofensivo. Mas tendo em conta a fase da época em que nos encontramos, julgo que a resposta dada nestes jogos que disputámos mostra que estamos no caminho certo. Já a nível defensivo considero que estivemos muito bem, apesar de ser sempre possível melhorar. Se continuarmos a evoluir desta forma acredito que vamos ter sucesso.Encontra, ou consegue apontar, algumas diferenças na forma de jogar da equipa este ano?Não sou adepto de comparações. O treinador é diferente e temos muitos jogadores novos, jogadores esses que estão ainda numa fase de adaptação à equipa e ao clube. A equipa deste ano vai ter a sua identidade e, tal como em anos anteriores, vai tentar vencer todas as competições. Acredita que vai ser um Benfica mais forte a disputar todas as competições da temporada?O trabalho desenvolvido até aqui faz-nos acreditar (jogadores, treinadores e staff) que vamos ter um Benfica muito forte esta época. Não nos podemos esquecer igualmente que muito em breve vamos poder contar com o Ben Reed e com o João Gomes, algo que fará de nós uma equipa ainda mais forte. Uma palavra também para o Tomás, a quem desejo um regresso rápido pois todos juntos seremos mais fortes.


João Manuel: «É um desafio recomeçar»

Retomar as rotinas de treino e atingir um nível de forma ideal têm sido os seus principais desafios.

Depois de uma paragem de dois anos, João Manuel decidiu regressar ao basquetebol. Depois de muitos anos a jogar ao mais alto nível, “as saudades e a sensação que tem ainda alguma coisa para dar”, fizeram o extremo ingressar esta temporada na equipa do Algés e participar no campeonato da Proliga.Uma paragem tão prolongada traz sempre alguns problemas, sobretudo nas questões físicas. Nada que não tenha sido ponderado por João Manuel que, apesar das naturais queixas de inicio de época, se tem sentido à altura das exigências. “É sempre um desafio recomeçar a jogar depois de uma paragem de dois anos. Retomar rotinas e atingir a forma ideal para a competição leva o seu tempo, mas creio que está tudo a correr muito bem. Sinto-me muito bem.”O Algés, para além da troca de treinador, conseguiu reunir um conjunto de jogadores com larga experiência de Liga. Nada que garanta vitórias, mas que poderá ser, em determinados momentos da prova, uma mais-valia acrescida. “Estamos a trabalhar há cerca de um mês e ainda não temos a equipa completa. No entanto, na minha opinião, temos todas as condições para formar uma equipa competitiva e capaz de lutar pela vitória em cada jogo disputado.”O extremo vai participar no próximo fim-de-semana na final four do Troféu António Pratas, o primeiro troféu em disputa no calendário da Proliga. Uma excelente oportunidade para reviver momentos altos, e tudo aquilo que rodeia um evento desta natureza. “Sinto de facto saudades. Todas as atenções se centram nestes momentos e a intensidade dos jogos é ainda mais alta. São estes os jogos que qualquer jogador anseia jogar.”A equipa algesina vai ter pela frente na meia-final a equipa da casa, o Eléctrico FC, um adversário sobre o qual João ainda não tem muitas informações, mas a quem reconhece qualidade. “Neste momento tenho muito pouco. Mas conheço o clube, que tradicionalmente tem equipas competitivas, com jogadores de qualidade. Durante esta semana, com a ajuda do Mário e dos meus colegas, vou ter oportunidade de estudar o adversário para no sábado estarmos bem preparados.”O facto de ter estado desligado da modalidade faz com que esteja um pouco desfasado da realidade da Proliga, mas tendo em conta a pré temporada, bem como a primeira fase do Troféu António Pratas , João acredita que o Algés seja capaz de lutar por objectivos mais ambiciosos do que na época passada. “Não conheço a realidade da Proliga, mas pelos resultados de anos anteriores e os jogos que já realizamos, o objectivo do Algés, na minha opinião, é um dos 4 primeiros lugares da fase regular.”


Mário Gil em entrevista

Uma temporada que tem sido exigente na sua preparação, mas que, na opinião de Mário Fernandes, é o único caminho possível para melhorar o nível exibicional, bem como, a classificação do campeonato passado. O experiente líder do conjunto insular reconhece a importância de entrar a ganhar no campeonato, contando para que isso aconteça com a evolução demonstrada pela equipa desde o jogo da Supertaça.

Como é que a equipa está a viver este arranque de época?Está a ser um início de época muito intenso, tanto no pavilhão como na pista e no ginásio. O trabalho habitual e necessário para preparar a longa época que nos espera.Que comparação fazes entre o plantel deste ano e o plantel do ano passado?A direcção conseguiu manter o núcleo duro de jogadores portugueses, com excepção do Chico. Com a ajuda dos jogadores novos temos todas as condições para melhorar o 7º e o 8º lugar das últimas temporadas.A derrota frente ao Porto no jogo da Supertaça está ultrapassada?Foi um jogo complicado. O Porto é uma equipa muito intensa, que aproveita muito bem os erros do adversário. Nós nesse jogo, ainda não estivemos ao nível que esperamos alcançar esta época.Com que espírito é que o grupo está a enfrentar o próximo embate, ante o Guimarães?Estamos a preparar o primeiro jogo com o Guimarães num ambiente de confiança, pois temos noção da importância que significa ganhar o primeiro jogo em casa. Estamos convictos que nos vamos apresentar melhor que na Supertaça.Que mensagem gostarias de deixar à Família CAB?Nós sempre conseguimos grandes exibições no Pavilhão do CAB e isso deve-se principalmente ao vosso apoio. Esperamos poder contar com todos vocês novamente esta temporada. Obrigado.


Filipe defronta Tony Parker

E a estreia acontece justamente diante do ASVEL Villeurbanne, a equipa de Tony Parker. “Não posso negar que estou ansioso”, conta-nos o jogador.

O base português Filipe da Silva vai poder estrear-se no campeonato francês na próxima jornada, já que esta segunda-feira foi capaz de participar nas duas sessões de treino sem qualquer tipo de queixa. “Já estou a treinar sem limitações. Esta segunda fiz duas sessões de treino e não senti nenhuma dor, razão pela qual me sinto muito confiante para poder dar o meu contributo à equipa.” Filipe não poderia desejar uma estreia tão mediática e que certamente ficará para sempre gravada na sua carreira de basquetebol. Quis o destino que no seu primeiro jogo da Pro A Filipe defrontasse nada mais nada menos do que o estrela Tony Parker que, em virtude do lockout da NBA, decidiu jogar pelo ASVEL Villeurbanne. “Não posso negar que estou ansioso. Este vai ser um jogo muito particular por vários motivos. Vai ser transmitido pela TV e toda a impressa vai estar presente. Depois da medalha de prata no ultimo Europeu, o basquetebol francês teve uma enorme mediatização e o Tony Parker é uma das maiores figuras do desporto francês. E finalmente, não menos importante, porque vai também ser o meu primeiro jogo esta temporada.” Mas o base dos San Antonio Spurs não é a única estrela da NBA a participar no campeonato francês e os contratos de algumas delas só poderão ser explicados pelo facto de desejarem manter-se em competição. “Além de Tony Parker, o Boris Diaw joga na Pro B no Bordeus, e temos ainda Nicolas Batum, dos Portland, que joga na equipa de Nancy na Pro A! O mais incrível é que os dois primeiros pagaram os seus próprios seguros para poderem jogar, e cada um deles recebe 1.500 euros, o salário mínimo da competição.” Na primeira jornada do campeonato, o Paris Levallois venceu com alguma facilidade, ainda que na opinião de Filipe, que assistiu ao jogo de fora, falta alguma consistência na intensidade que coloca no jogo durante os 40 minutos. “Fizemos um bom jogo. Dominámos do princípio ao fim, mas temos que melhorar na regularidade porque temos fases do jogo em que relaxámos. Defendemos muito bem os principais jogadores do Le Havre” O embate frente ao ASVEL Villeurbanne será, em teoria, um jogo bastante mais complicado, mas nada que faça esmorecer a crença de Filipe da Silva em manter-se invencível no campeonato. “Vai ser um jogo difícil mas estamos confiantes em trazer a vitória para casa. O ASVEL ainda não está a jogar a um excelente nível. Existiram muitas mudanças na equipa, jogadores e treinadores, mas sabemos que no jogo de sexta eles irão estar muitos motivados, por terem perdido o 1°jogo, e porque vão contar com Tony Parker como jogador/presidente do clube.”


Larisse Lima: «Vamos ter lutas difíceis»

De qualquer forma, reina a confiança no seio da formação de Carcavelos, que está preparada (e quer), conforme nos conta Larisse Lima, para estar novamente “em todos os pontos altos” da época.

Depois de uma época repleta de sucesso, Larisse e a Quinta dos Lombos querem repetir a façanha da temporada passada, ainda que para que isso volte a repetir-se a equipa terá ainda que melhorar, de modo a estar preparada para enfrentar os complicados desafios que terá pela frente. “Ainda temos muito que trabalhar e melhorar pormenores importantes. Vamos ter lutas difíceis, pois há equipas muito boas e equilibradas. Mas trabalhamos sempre com o objectivo de ganhar. Obviamente queremos estar em todos os pontos altos.”O facto de a equipa ter mais opções esta temporada propicia uma maior rivalidade interna, tendo como consequência directa “treinos competitivos, o que é óptimo.”Quanto ao grupo de trabalho para esta temporada, Larisse aponta a estatura e número de soluções como dois aspectos em que o conjunto melhorou relativamente á época transacta. “Temos uma equipa mais alta e mais equilibrada na minha opinião.”O primeiro jogo do campeonato correu particularmente bem em termos ofensivos à base internacional, algo que resultou do empenho diário que coloca nos treinos. “Eu diria reflexo do trabalho. Esforço-me sempre para melhorar e ajudar a equipa.”O jogo de domingo passado, bem como a Taça Vítor Hugo, demonstrou que todas as equipas vão querer vencer as actuais campeãs nacionais. Uma consequência do título conquistado, mas elas prontas para ultrapassar esse factor extra de motivação nas equipas adversárias. “Quer queiramos quer não, teremos de estar preparadas para lidar com isso.”Como qualquer atleta que pretenda estar em constante evolução, Larisse desafia-se a si própria com o objectivo de cada dia que passa ser uma melhor jogadora. Para este ano já definiu de que modo pretende progredir. “Sempre focada em melhorar em todos os aspectos do jogo.”


Noticias da Federação (Custom)

“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”

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Miguel Maria

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