Artigos da Federaçãooo
Ponte de Sor acolhe final four
Tal como já aconteceu no passado, a final four do campeonato da Proliga realizar-se-á naquela cidade alentejana. Para além da equipa da casa, o Eléctrico FC, também o Algés, o Guifões e o Illiabum vão tentar conquistar o primeiro troféu da temporada.
As quatro equipas chegam invictas a esta segunda fase da competição, depois de vencerem os respectivos grupos com duas vitórias cada. Na primeira meia-final, disputada sábado, pelas 16.30 horas, o Algés defronta o Eléctrico FC, para duas horas e meia mais tarde, ser a vez de Guifões e Illiabum medirem forças. A final está marcada para domingo às 16 horas.
Bagio e Afonso de olho na final
Ainda no rescaldo do primeiro jogo oficial da temporada (vitória diante do Micaelense, por 82-44), os dois atletas já apontam baterias aos pontos altos da época.
Pedro Bagio, veterano que se prepara para iniciar o nono ano ao serviço do Atlético, não tem dúvidas acerca do valor da equipa. “As expectativas são elevadas: chegar à final nacional. Manteve-se um grande número de jogadores do ano passado e acrescentou-se muita qualidade com os reforços”, refere o poste, acrescentando que “os treinos têm corrido bem, com muita intensidade, muita competitividade e muita entrega de parte de todos para conseguirmos chegar longe nos nossos objectivos”. Na opinião de Bagio, “o grupo está muito mais forte do que no ano passado, chegaram jogadores experientes e com qualidade, o que vem dar mais opcões ao treinador”. Assim, diz, “esta equipa é vista como uma das mais fortes do campeonato” e, “continuando a trabalhar de forma séria, como até aqui, não me passa outra coisa pela cabeca que não seja disputar a final”. Depois de uma passagem pelo Atlético em 2007/08, Jorge Afonso está de regresso e, à semelhança de Pedro Bagio, acredita no potencial dos alcantarenses. “As expectativas para a nova época são altas, pois considero que o Atlético é um grande candidato a vencer a CNB1. Juntei-me a muitas caras conhecidas e, na minha opinião, temos um grupo com muitas soluções para várias posições e com muita qualidade. No entanto, teremos que trabalhar muito para aspirarmos a vencer a competição”, sublinha o extremo.Resutados da 1ª jornada – Zona Sul:Imortal DC 70 – 63 Academia do LumiarAC Moscavide 74 – 70 GC OlhanenseTramagal SU 80 – 71 Seixal FCMontijo Basket 69 – 61 Basket QueluzEBC 50 – 53 SL Benfica BAtlético 82 – 44 MBC 2ª jornadaI Fase Zonal – Zona SulDia 15 de OutubroGC Olhanense x Imortal DCSeixal FC x AC MoscavideBasket Queluz x Tramagal SUMBC x EBCDia 16 de OutubroAcademia x AtléticoSL Benfica B x Montijo BasketI Fase Zonal – Zona Norte1ª jornada:Dia 15 de OutubroOlivais x SanjoanenseFC Gaia x Esgueira/OLIInfante Montemor x GDB LeçaVasco da Gama x SCCDia 16 de OutubroBeira Mar x ACR Vale Cambra
AD Vagos vence Académico
A ansiedade do primeiro jogo para o campeonato esfumou-se nos minutos iniciais. As duas equipas entraram com muitas cautelas e isso espelhou-se na fraca concretização e nas perdas de bola.
Aos poucos, a AD vagos foi-se impondo e acabou por conseguir uma vantagem de 5 pontos sobre o Académico no final do primeiro período. No segundo quarto tudo foi diferente. Com mais intensidade de jogo e maior entrega, as pupilas de Nuno Ferreira obrigaram o Académico a cometer muitas falhas e a decidir mal na hora de finalizar, conseguindo um parcial de 17-6 que as levaram para o intervalo com uma confortável vantagem de 16 pontos.Na segunda parte, o Académico tudo fez para contrariar a supremacia da AD Vagos obrigando o conjunto vaguense a cometer muitos turnovers (17 em toda a partida), mas sem resultados práticos porque as vaguenses souberam compensar superiorizando-se nos ressaltos (47, 18 dos quais ofensivos) e convertendo segundos lançamentos.Destaque na AD Vagos para Joana Lopes (MVP) com 10 pontos, 13 ressaltos (11 dos quais ofensivos) e 3 roubos de bola. A brasileira Flávia Santos, reforço para esta época, não foi tão determinante como em jogos anteriores, mas voltou a ser a melhor marcadora da equipa com 13 pontos. Destaque ainda para a jovem Daniela Domingues, uma verdadeira estrela em ascensão, que fez uma excelente partida (11 pontos e 11 ressaltos).Do lado do Académico, Donica Cosby (12 pontos) e Matteke Hutzler (10 pontos) bem se esforçaram para contrariar o jogo da AD Vagos, mas os erros da equipa, principalmente na concretização, deitaram tudo a perder.A AD Vagos entra assim com o pé direito no campeonato e segue mais motivada para a segunda ronda já amanhã (domingo) frente ao GDESSA do Barreiro.No rescaldo da partida, Nuno Ferreira considerou que “foi apenas uma vitória. O objetivo está conseguido. O Académico obrigou-nos a cometer muitos turnovers e colocou-nos muitos problemas no ataque através de inúmeras variações defensivas”. Eugénio Rodrigues, técnico do Académico, reconheceu a supremacia da AD Vagos “principalmente nos ressaltos ofensivos e na melhor percentagem de lançamento nas zonas perto do cesto” e disse que é “complicado jogar em Vagos porque tem um plantel muito capaz e as jogadoras sabem o que fazem”.Na flash interview, Daniela Domingues da AD Vagos comentou que o seu bom momento de forma e afirmação no “5” das vaguenses se deve “ao trabalho realizado e ao espírito de equipa que está muito forte”. Sobre o jogo, ela considera que a AD Vagos “esteve bem apesar do Académico as ter levado a cometer muitos erros”. Francisca Braga, melhor portuguesa em campo do lado do Académico (5 pontos), disse que “é difícil jogar em Vagos. Estivemos bem até parte do segundo período mas depois não conseguimos o mesmo nível de jogo e não soubemos dar a volta na segunda parte”. Parciais: 16-11, 17-6, 16-13, 13-8 AD Vagos (62): Carolina Anacleto (nj), Inês Pinto, Ana Teixeira (8), Mariana Alves (2), Joana Lopes (10), Inês Faustino (5), Lilian Gonçalves (9), Flávia Santos (13), Maria Pereira (nj), Sara Ressurreição, Daniela Domingues (11), Joana Jesus (4) Académico FC (38): Joana Ferreira, Joana Cruz (4), Marion Mazer, Ana Morais (3), Francisca Braga (5), Donica Cosby (12), Catarina Vieira (2), Mariana Silva (2), Matteke Hutzler (10), Bruna Almeida (nj)
Guifões é o último semi-finalista
Depois de ter derrotado este domingo, em casa, no jogo que decidia quem passaria à fase seguinte da prova o CD Póvoa, por 82-61. A equipa de Guifões junta-se assim ao Algés, ao Eléctrico FC e ao Illiabum, na discussão do primeiro troféu em disputa da presente temporada.
Resultados da 3ª jornada:Galitos FC 70-83 AngraBasketSangalhos 70-60 OliveirenseGuifões SC 82-61 CD Póvoa
Benfica vence António Pratas
Os portistas não foram capazes de gerir uma vantagem de 14 pontos, muito por culpa da melhoria da eficácia da linha de lance-livre por parte dos benfiquistas, do trabalho que realizaram na luta das tabelas, do aumento da intensidade defensiva e do surgimento das individualidades encarnadas, principalmente Ted Scott, que assumiram as suas responsabilidades quando foi necessário.
A vantagem inicial de 6-0 conquistada pelo FC Porto revelou-se decisiva para que os portistas dominassem os primeiros 10 minutos desta final. Os azuis e brancos tiraram partido das suas rotinas ofensivas, onde as transições rápidas, bem como ataques com muito movimento, levavam vantagem sobre a equipa encarnada. Os benfiquistas tentavam, sem grande sucesso, tirar vantagens do seu jogo interior, acabando por ser as penetrações em drible a arma ofensiva que melhores resultados deram ao ataque encarnado e lhes permitia estar na discussão do resultado no final do 1º período (16-21).No começo do segundo quarto os comandados de Carlos Lisboa aumentaram o ritmo de jogo e, beneficiando de algumas situações de contra-ataque, conseguiram um parcial de 8-0 que lhes dava o comando do jogo (24-21). A entrada do jovem base Miguel Maria acalmou a equipa azul e branca, recolocou-a a jogar colectivamente e naturalmente os dragões responderam com um parcial de 10-0, que os colocava novamente na frente do marcador (31-24). Nos minutos finais da 1ª parte, apesar da baixa eficácia nos lançamentos do perímetro, o Benfica manteve-se dentro do jogo pelo trabalho realizado na tabela ofensiva, um aspecto menos positivo dos dragões, que mesmo assim continuou a dominar o jogo sempre sob o comando da aposta Miguel Maria (37-31).Na segunda parte os comandados de Moncho López revelaram que vinham com a lição bem estudada, prolongando os ataques com muita paciência, onde a procura da solução interior (Greg Stempin) era uma prioridade, para depois libertar os jogadores do perímetro, quer por lançamento ou penetrações. A melhor entrada dos dragões fazia subir a diferença para a casa das dezenas (47-33), com as águias a revelarem algum individualismo, também como resultado da fraca concretização do tiro exterior. A reentrada de Sérgio Ramos, cedo afastado em virtude das três faltas averbadas, colocou um ponto final com um triplo a um período negro de mais de 5 minutos por parte dos lisboetas em que apenas conseguiram 2 pontos. Com seis pontos quase consecutivos da sua autoria, a diferença baixou para menos de dez pontos (40-49), um factor psicológico sempre importante de se atingir quando se está a tentar recuperar de uma desvantagem. Tal como tinha acontecido na 1ª parte, a entrada de Miguel Maria voltou a mexer com o jogo e foi preponderante para o melhor final do período dos azuis e brancos, que voltavam às diferenças superiores a dez pontos (54-43).Nos primeiros minutos do decisivo quarto lutou-se mais do que se jogou, ainda assim foram os benfiquistas a começar melhor, já que nos primeiros 4 minutos os portistas não fizeram pontos. Mais do que não fazer pontos, o FC Porto deixou de defender e passou a consentir cestos fáceis, muitos deles terminavam em bandejas (54-53). Uma penetração de Stempin colocava um ponto final no mau momento do FC Porto e relançava novamente o jogo até final. Nesta altura, e a comprovar o seu talento ofensivo, Ted Scott surgiu no jogo a somar pontos, com um triplo a empatar o jogo a 58 pontos, para depois dar a liderança ao Benfica com um lançamento de média distância. No capítulo defensivo brilhava Sérgio Ramos ao conseguir sacar duas faltas atacantes, mas acabaria por ser desqualificado por uma acção semelhante, logo seguido por Ted Sott e Heshimu Evans. Foi o melhor periodo dos lisboetas a provar que o grupo tem alma e o desejo de vitória que o seu treinador pretende para a equipa.A linha de lance livre passou a ser decisiva, com o FC Porto a ficar em posição desfavorável depois de desperdiçar o empate a 62 pontos, a que seguiram três lançamentos falhados após a conquista de ressaltos ofensivos. Elvis Évora colocou a vantagem encarnada em dois pontos (65-63), mas ainda restavam 12 segundos para o final do jogo, o que dava tempo mais do que suficiente para o ataque portista procurar um cesto. Andrade tentou, mas sem sucesso, numa situação de 1×1 finalizar com uma penetração em drible; Elvis deixou escapar a bola das mãos pela linha final, o que proporcionaria, após reposição pela linha final, mais um lançamento ao FC Porto. Miranda, quando faltavam 2 segundos para o fim, ainda tentou vencer o jogo com um triplo, mas vitória acabaria por sorrir ao Benfica.O FC Porto demonstrou durante grande parte do jogo que está mais entrosado do que a equipa encarnada, fruto do trabalho e da consistência exigida pelo técnico Moncho López, mas que abanou diante de um adversário com enorme potencial ofensivo. Foi notória a falta de forma desportiva de alguns jogadores benfiquistas. A equipa ainda está distante daquilo que será capaz de fazer, demonstrando alguma incapacidade em explorar os valores individuais de que dispõe, provavelmente por falta de rotinas ofensivas, o que nos leva a concluir que os duelos entre estas duas equipas ao longo desta temporada prometem, e muito!O base internacional Miguel Minhava (11 pontos, 7 ressaltos, 6 assistências e 2 roubos de bola) acabou por ser o jogador mais valioso do Benfica, com a particularidade de não ter tremido da linha de lance-livre, um autêntico pesadelo durante o decorer do jogo, nos momentos decisivos. Deu também para perceber, e apesar da primeira parte desastrada, que o norte americano Ted Scott (17 pontos e 5 ressaltos) é um marcador de pontos, que gosta de ter a bola nas suas mãos e não se esconde nos momentos difícieis.Na equipa do FC Porto, o norte-americano Greg Stempin (13 pontos e 6 ressaltos) foi novamente o jogador mais valioso dos azuis e brancos, bem como a sua principal referência ofensiva. O extremo Carlos Andrade (7 pontos, 10 ressaltos, 4 assistências e 1 roubo de bola), como lhe é habitual, foi sempre voluntarioso, apenas pecando na eficácia do lançamento.
Callenbach estreia-se em Espanha
Na primeira jornada da prova o clube recebeu o CB Las Rozas e cedeu, por 74-77. Em França, Filipe da Silva não alinhou no arranque da Pro A.
Jonah Callenbach esteve 17 minutos em campo (foi suplente) e não conseguiu evitar a derrota da sua nova equipa no arranque da competição. O jogador marcou 5 pontos e recuperou uma bola no período em que esteve em campo.Em França, tal como se previa, Filipe da Silva não se estreou este fim-de-semana ao serviço do Paris Levallois, na Pro A, principal competição gaulesa. O base internacional português encontra-se lesionado e por isso não pôde dar o seu contributo à equipa no triunfo caseiro diante do Le Havre, por 88-72.Em Inglaterra, o português Nuno Pedroso, ao serviço dos MK Lions, foi bem sucedido este fim-de-semana. A equipa defrontou os Leicester Riders, no âmbito de uma competição de pré-epoca que só termina no final deste mês, e venceu, por 107-90. O jogador luso esteve 18 minutos em campo, tendo contribuído para o triunfo com 4 pontos, 4 ressaltos e 3 assistências.
O Minibásquete “mostra-se”
Integrada nas actividades programadas para esta época, contou com a presença dos seus atletas sub 8, sub 10 e sub 12 bem como de outras crianças que quiseram participar, num total de 30 elementos.
Foi uma forma diferente de treinar, aproveitando o bom tempo e que teve como principal finalidade interagir com a população da cidade, dando a conhecer o nosso projecto, as nossas potencialidades e tentar captar crianças do concelho para a prática desta fantástica modalidade.A Praça da República foi hoje um local diferente onde os cidadãos de Condeixa puderam apreciar o que o Basket Clube Condeixa pode oferecer: o prazer de praticar desporto com divertimento num projecto de futuro. O evento contou com os treinadores Luís Gonçalves, Pedro Santos e da animadora Patrícia Leal e pretendeu desta forma mostrar que o Minibasquete em Condeixa é uma modalidade que está bem viva e que pretende alargar o número de atletas para assim sedimentar cada vez mais a sua prática. Nesta época de 2011/2012 outras actividades se seguirão, como uma Mega Aula/2011 para os alunos das diversas escolas do concelho com a presença de um prestigiado nome do Basquetebol nacional, a realizar em Novembro, bem como a realização de convívios/torneios com outros clubes do distrito de Coimbra.Esta iniciativa não poderia ter êxito sem a colaboração da Câmara Municipal de Condeixa-a-Nova, a quem agradecemos na pessoa do Sr. Vereador Eng.º Carlos Branco a colaboração e a sua presença durante toda a demonstração, ao Clube Condeixa e um especial e carinhoso obrigado aos pais dos atletas que, incansáveis como sempre, nos ajudaram a pôr de pé esta frutífera actividade.
Benfica está apurado
Os encarnados chegaram à centena de pontos no triunfo sobre a equipa açoriana do Luistânia/Expert (110-64), numa clara demonstração de grande poderio ofensivo. A final está marcada para este domingo, às 19 horas, naquele que será o primeiro embate entre estas duas equipas unanimemente apontadas como as mais fortes e mais bem apetrechadas da Liga.
A resistência dos insulares durou 15 minutos (30-34), para depois se tornar visível a diferença de potencial que existe entre os dois conjuntos. O jogo acabaria por ser tornar simples para o treinador Carlos Lisboa, que aproveitou para colocar dentro de campo os 12 jogadores que tinha à sua disposição, sendo que seis deles conseguiram 10 ou mais pontos. Para além da distribuição de pontos, o número de assistências que a equipa efectuou (27) é outro sinal de colectivismo ofensivo.Ter conseguido chegar a esta final-four já era um bom resultado para a equipa da ilha Terceira, que sabia de antemão que tinha pela frente uma missão muito espinhosa para chegar à final do troféu. Apesar do resultado desnivelado, fica a experiência vivida, bem como os ensinamentos que se retiram de jogos com esta pressão e com este nível de exigência.O poste internacional Elvis Évora (17 pontos, 8 ressaltos e 2 assistências) foi o MVP do encontro, com 27 de valorização, fruto da grande eficácia revelada nos lançamentos. Mas não foi o único a causar mossa no jogo interior, já que o outro poste da equipa, o norte-americano Fred Gentry (16 pontos, 4 ressaltos e 2 assistências), também esteve em bom plano.Nos insulares, Brian Mills (17 pontos e 7 ressaltos) foi o melhor marcador e mais valioso da equipa.
FC Porto está na final
Depois de terem vencido a Supertaça, os portistas garantiram em Vagos a presença no segundo ponto alto da época, frente a uma equipa de Ovar que só cedeu durante o último período do encontro.
Os comandados de Moncho López comandaram durante toda a primeira parte, ainda que por diferenças mínimas. Principalmente ao longo do segundo quarto, onde por apenas alguns segundos a vantagem foi superior a três pontos, o que demonstra bem a boa réplica dos vareiros nos primeiros vinte minutos do encontro (30-28).A meio do terceiro período, os dragões deram sinais de querer fugir no marcador tendo chegado mesmo a vantagens na casa das dezenas (43-30). Nos últimos minutos do quarto uma boa reacção do conjunto de Ovar, recolocou a equipa treinada por Mário Leite na discussão do jogo, deixando tudo em aberto para o decisivo período (43-48).Nos primeiros três minutos do último quarto a Ovarense foi capaz de manter o resultado fechado (49-53), mas um parcial de 8-0, favorável aos azuis e brancos, tornou-se no momento crucial do jogo (61-53). A experiência e maturidade dos dragões permitiu-lhes depois gerir a vantagem conquistada, nunca mais permitindo que os vareiros reentrassem na discussão do jogo.O norte-americano Greg Stempin (17 pontos, 8 ressaltos, 2 assistências e 2 desarmes de lançamento), voltou a estar a bom nível num momento alto, o mesmo sucedendo com extremo internacional Carlos Andrade (14 pontos, 4 ressaltos e 3 assistências) que parece ainda não ter perdido o gás do Campeonato da Europa.Na equipa de Ovar, o norte-americano Austen Powers (16 pontos e 8 ressaltos) foi o mais valorizado, logo seguido por André Pinto (11 pontos, 4 ressaltos e 2 assistências).
Emoção até final
A norte-americana Hillary Carlson, sentenciou o encontro da linha de lance livre ao converter os dois lançamentos a que teve direito após a conquista de um ressalto ofensivo a um segundo do final do jogo. Para primeiro encontro com transmissão na Sport TV, não podia ter sido melhor escolha já que teve bons momentos de basquetebol, equilíbrio, emoção e principalmente pontos.
Depois de uma primeira parte em que a equipa madeirense teve algum ascendente, a perda, por lesão, da norte-americana Candice Champion teve o seu peso relativo na forma como as insulares se apresentaram para a segunda parte.Contudo, não retira o mérito do conjunto dos Lombos que regressou dos balneários disposto a inverter a marcha do marcador. O terceiro período foi claramente o melhor período da equipa de Carcavelos, com Larisse Lima muito bem em termos ofensivos, Muxiri a dominar nas áreas mais próximas do cesto e Carlson efectiva no “trabalho sujo” das tabelas.Era a melhor fase do jogo, com os dois conjuntos a demonstrarem grande eficácia ofensiva, sendo que na equipa do Funchal, a atiradora Carla Freitas fazia jus à sua fama e com vários lançamentos de longa distância mantinha a equipa madeirense na discussão do resultado.No decisivo quarto e apesar de os Lombos terem estado quase sempre na frente do marcador, ainda que por pequenas diferenças, o CAB parecia ter o jogo controlado após um lançamento de longuíssima distância de Ashley Hayes e dois tiros de média distância de Tamara Milovac. As madeirenses tinham posse de bola a pouco mais de 30 segundos do final quando lideravam por um ponto (80-79), mas não foram capazes de fazer pontos como deram a oportunidade ao adversário de ter mais um ataque e permitir um ressalto ofensivo a um segundo do final do jogo, finalizando o resultado favorável à Quinta dos Lombos (81-80).Resultados da 2ª jornada:EMA Menéres/Algueirão 66-59 Montijo BandaBasketGDESSA 61-72 AD VagosQuinta dos Lombos 81-80 CAB Madeira
Três apurados na Proliga
O que significa que, Algés, no Grupo Sul, Eléctrico FC, no Grupo Centro Sul e Illiabum, no Grupo Centro Norte, venceram os seus jogos nesta primeira fase da competição.
A equipa algesina sofreu para garantir a presença na fase seguinte da competição, uma vez que as duas vitórias conseguidas foram por margens muito curtas. Depois de ter vencido, fora de portas, na primeira jornada do grupo o Galitos FC por apenas quatro pontos (70-66), na jornada deste sábado, em Algés, teve de suar outra vez para levar de vencida a equipa açoriana do AngraBasket (82-80).Quem também venceu os seus dois jogos da série foi o Eléctrico FC. O conjunto de Ponte de Sôr deslocou-se na primeira jornada a Óbidos para apadrinhar a estreia do Gaeirense na Proliga e venceu por dez pontos de diferença (92-82). O segundo jogo era em teoria bem mais complicado, mas perante o seu público os alentejanos venceram a equipa da Física de Torres Vedras, por 68-59.Mais a norte, o Illiabum, que este ano regressa ao Campeonato da Proliga, passou com distinção na 1ª jornada, ao sair vitorioso da sempre difícil deslocação a Sangalhos (72-50). Já este sábado, e a jogar em casa, os ilhavenses derrotaram a Oliveirense (75-61), um dos clubes históricos da modalidade e que este ano garantiu a subida.No Grupo do Norte só na terceira jornada se ficará a saber quem ocupará a última vaga na final-four. A única certeza é que quarta equipa a participar na final four da competição, irá ser o vencedor jogo que coloca frente a frente, este domingo, às 17 horas, Guifões e CD Póvoa. Isto por que os poveiros derrotaram, na Maia, a equipa da casa, por 63-51. Uma vez que os maiatos tinham perdido na jornada inaugural na deslocação que efectuaram a Guifões (61-65), ficam arredados da discussão pela passagem à fase seguinte da prova.
GDESSA vence em Coimbra
A excepção foi mesmo o Olivais, antigo campeão nacional, que foi surpreendido pelo GDESSA, em Coimbra.
O Vagos, que esta temporada já conquistou a Taça Vítor Hugo (pela terceira vez consecutiva), não sentiu problemas de maior para bater o Académico, em casa, por 62-38, ocupando a liderança da tabela classificativa. Já o Algés, finalista vencido da competição de pré-época que homenageia o malogrado jornalista, também entrou com o pé direito na Liga Feminina, tendo ganho ao EMA Meméres/Algueirão por 81-61.Nos restantes encontros, destaque também para o triunfo do Montijo diante do Basket Barcelos, por 82-57, e para a vitória do Boa Viagem, nos Açores, frente ao Torres Novas, por 60-40.A excepção a este domínio caseiro da primeira ronda foi mesmo o Olivais, que não conseguiu impor-se ao GDESSA, em Coimbra, cedendo por 53-59.As atenções passam agora a estar centradas no duelo que este domingo encerra a jornada, com as campeãs nacionais do Quinta dos Lombos a receberem o CAB Madeira, uma partida que terá lugar às 10.30 e que terá direito a transmissão televisiva. Trata-se da reedição da final do playoff do ano passado, ganha pelas continentais.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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