Artigos da Federaçãooo
Lusitânia “confiante”
O Lusitânia/EXPERT assinou um início de época oficial muito promissor, pois garantiu o primeiro lugar no Grupo Centro/Sul do Troféu António Pratas/LPB, numa fase em que disputou os dois jogos em casa dos seus adversários.A equipa de Nuno Barroso começou por perder com o Casino Ginásio por 58-56, num jogo em que o treinador terceirense lamentou “a má entrada em acção”, assim como a posterior “incapacidade para reagir, após a aceleração do adversário, o que levou à nossa derrota”, considerou.O melhor veio depois, com a vitória sobre a Académica de Coimbra por uns expressivos 77-51, numa partida “onde estivemos praticamente perfeitos a defender e também bastante eficazes no ataque”, disse ainda sobre a jornada do passado fim-de-semana o timoneiro dos verde-e-brancos de Angra.Todas as equipas do grupo totalizaram três pontos, correspondentes a uma vitória e uma derrota, beneficiando o Lusitânia pela melhor diferença obtida entre os pontos marcados e sofridos, daí o acesso à ambicionada “Final Four”.Para o jogo com os encarnados, Nuno Barroso acredita que, “mesmo sendo equipas com aspirações diferentes, temos de entrar em campo de peito aberto e a jogar para ganhar. É a nossa única forma de encarar este desafio e este troféu estava nos objectivos da equipa, pelo que vamos dar o nosso melhor, perante um rival forte”, concluiu o treinador lusitanista.Na outra partida vão defrontar-se F.C. Porto e Ovarense.
Maria João em entrevista
As actuais campeãs nacionais, Quinta dos Lombos, recebem a visita das madeirenses num jogo que a base insular Maria João espera vencer. Assim sejam “corrigidos os erros” identificados durante o Troféu Vítor Hugo, e a equipa seja capaz de “defender e ressaltar” como é seu hábito. No ataque será suficiente manter as rotinas ofensivas, até porque a internacional madeirense acredita que esta temporada o grupo tem “mais jogadoras”, o que permite uma “maior rotação”. Os objectivos para esta temporada mantêm-se, já que Maria João confirma que o CAB quer estar presente “em todos os pontos altos” e sempre com o objectivo de os vencer.
Como é que a equipa está a preparar o embate com a Quinta dos Lombos? A nossa participação na Final Four da Taça Vítor Hugo permitiu-nos deduzir em que ponto nos encontramos, o que fizemos de mal e tudo aquilo que precisamos de melhorar. Logo, é nesses aspectos que vamos incidir mais, de forma a que não sejam cometidos os mesmos erros contra a Quinta dos Lombos. O que é que pode ajudar a equipa a conseguir um resultado positivo? Temos que trabalhar em equipa e jogar como tal – é essencial. Por outro lado, a defesa e o ressalto têm que ser os nossos pontos fortes. Temos que ter essa capacidade de defender e ressaltar para poder ganhar este jogo. Quanto ao ataque, não nos podemos desviar daquilo que estamos habituadas a fazer, temos que fazer as nossas coisas e procurar as soluções mais fáceis. Que diferenças principais existem entre o plantel deste ano e o do ano passado? A principal diferença existente é que, este ano, o nosso plantel está mais completo, temos mais jogadoras em cada posição, ou seja, mais jogadoras a “fazerem a mesma coisa”. Conseguimos preencher com isso algumas dificuldades que existiram o ano passado. Assim, apresentamos um vasto número de soluções, o que é muito positivo para a equipa e o que permite uma maior rotação da mesma. Até onde é que achas que esta equipa pode chegar? Sabemos bem que cada jogo é um jogo e que o que acontece num, pode ou não acontecer no outro. Mas de uma forma consciente, penso que, com o plantel que temos, com as soluções que dispomos, e com todo o trabalho que é feito, podemos chegar longe. E quando falo em chegar longe, falo em atingir os nossos objectivos, que passam por estarmos presentes em todos os momentos altos da competição, ou seja, finais das taças e do campeonato, e claro ganhar. Que palavras gostarias de deixar à FAMÍLIA CAB? Antes de mais gostaria de agradecer por todo o apoio que toda a FAMÍLIA CAB nos têm dado. Continuem a fazê-lo e a trabalhar para que cada dia o CAB seja uma FAMÍLIA maior e melhor.
1º Torneio Rui Simões
Uma boa forma de agradecer a dedicação de uma vida que Rui Graça Simões, tem pelo Basquetebol em especial na Marinha Grande.
Mais de 120 jovens passaram pelo pavilhão da Embra na Marinha Grande e desfrutaram de um dia de desporto e muita festa. Soutocico, Santarém Basket, Chamusca Basket e CB Leiria, foram as convidadas para defrontar as nossas equipas. Resta-nos desde já deixar um agradecimento especial a todas pela sua presença bem como dos pais dos atletasLogo bem cedinho entravam em campo as equipas do S.C Marinhense X Soutocico em SUB 14 masculinos. O SCM apresentava uma equipa com estreia absoluta para praticamente todos os atletas, e desta vez a vitória acabaria por sorrir ao Soutocico.Logo de seguida voltavam a estar em campo os mesmos emblemas, mas desta vez no escalão de SUB 16 femininos. As nossas meninas fizeram um jogo simplesmente exemplar e assim levaram de vencida a equipa do Soutocico, adversário directo no Campeonato que começa dentro de 15 dias.O primeiro jogo da tarde seria em SUB18 onde o S.C Marinhense X Chamusca Basket. Depois de 2 dias antes a nossa equipa se ter deslocado à Chamusca também para um jogo amigável, seria agora a vez de a Chamusca visitar a Marinha Grande. Mais uma vez o resultado é que seria idêntico com vitória para a Chamusca.Por volta das 15h30 teve lugar o jogo mais emocionante da tarde, com o S.C Marinhense X Santarém Basket no escalão de SUB 16 masculinos. Um jogo taco a taco até ao fim onde o esforço e dedicação dos nossos jogadores seria recompensado com uma vitória por 3 pontos sobre o Santarém.Para terminar este dia de festa seria a vez de entrar em campo o escalão de Seniores com o convidado CBL. Um jogo com muita luta e emoção onde mais uma vez o S.C Marinhense levava a melhor e acabaria por vencer com uma margem tranquila.Para finalizar gostaríamos de deixar alguns agradecimentos, para começar claro ao “SENHOR” Rui Simões, por tudo que tem feito em prol do basquetebol no nosso clube, e claro ao Concelho de Arbitragem de Leiria na pessoa de José Cardoso. Depois claro a todos os pais dos nossos atletas que mais uma vez foram incansáveis a organizar toda a logística que envolve um evento desta envergadura com mais de 120 atletas. Por fim, a todos os elementos do clube, desde treinadores a dirigentes, a todos eles o nosso MUITO OBRIGADO!
Minibásquete Inicia época 2011-12
A iniciativa pretendeu ser um meio de divulgação da modalidade na localidade com a finalidade de apelar à prática desportiva e dar a conhecer o clube, que conta em média aproximadamente 100 praticantes do escalão masculino e feminino, com o objectivo de aumentar a sua base de praticantes o que vem sucedendo ao longo dos anos que adoptou a modalidade.
A mesma foi um êxito, pois foram muitos os curiosos que se aproximaram para ver os mais jovens a disputar os seus jogos e contando com os atletas mais velhos a colaborar na organização do evento.Marcaram presença no evento o clube local, a ATC, que se fez por duas equipas, o Vitória Guimarães, GD André Soares, SC Mª da Fonte, SCL Enguardas, BC Barcelos e Maia Basket, aproximadamente 100 participantes.Paralelamente ao evento decorreu nas instalações do clube a primeira reunião de treinadores de Minibásquete, com a finalidade de estabelecer objectivos para a época e delinear a estratégia a seguir tal como a organização pretendida. Este meio de estabelecer contactos entre os treinadores do escalão, que pretende a interacção entre clubes num escalão tão importante como este teve o seu ponto de partida na época transacta, repetindo-se ao longo da época. Com base nestas reuniões é pretensão avançar para um Comité Distrital de Minibásquete que seja capaz de delinear e avaliar toda a estratégia do escalão.
Jonah Callenbach: «Continuo a trabalhar duro»
Jonah irá fazer a sua estreia no próximo fim-de-semana, depois de uma pré-época dura mas onde sentiu que evoluiu. Não esconde o desejo de realizar uma temporada boa, já que regressar a Fuenlabrada seria o ideal.
O período preparatório da equipa já vai longo e a competição oficial está já à porta. Depois de vários jogos de treino Jonah vai estrear-se este fim-de-semana na LEB Prata. “Já vamos num mês e pouco de pré-época. O nosso primeiro jogo da Liga é este Sábado. Tivemos cinco jogos de preparação, três deles contra equipas de LEB Prata, outro contra uma equipa da EBA e o quinto diante de um conjunto da LEB Ouro. Ganhámos todos os jogos, à excepção do encontro frente à equipa da LEB Ouro. Acabámos por perder por 3 pontos, depois de desperdiçar uma vantagem de 10 pontos no último período.”Apesar do seu tempo de utilização ser variável, o atleta português tem sido peça fundamental da equipa do Óbila nestes primeiros jogos. “ O meu tempo de jogo não tem sido constante já que em dois dos jogos joguei mais de trinta minutos e noutro joguei só onze. Tenho jogado bem, médias de 1 ou 2 assistências por jogo e 9 pontos.”Quanto ao trabalho semanal, as cargas, bem como a exigência, têm sido uma constante.” Os treinos têm sido muito puxados, muito ritmo, muita defesa todo o campo e com o treinador sempre muito activo. Não nos deixa relaxar nem um minuto.”Há muito que Jonah decidiu investir no basquetebol tendo tomado a opção de mudar-se para Espanha. Possuidor de grande talento ofensivo, como poucos em Portugal, Callenbach aspira ao sonho de regressar ao Fuenlabrada, clube que o contratou, e poder jogar entre os melhores da Liga espanhola. “Sinto que estou a melhorar em muitas coisas, especialmente na defesa, aspecto que no início foi o mais complicado para mim. Continuo a trabalhar duro, na esperança de poder realizar uma boa época e onde possa melhorar muito.”
Supertaça é do FC Porto
Os portistas venceram porque foram a equipa mais disciplinada tacticamente, com muito mérito do seu treinador, que privilegiou os jogadores mais rotinados e mais consistente durante todo o jogo. O facto de ter apostado no seu núcleo duro da época de sucesso transacta já começa a dar frutos, diante de uma equipa madeirense como sempre lutadora, mas ainda muito longe daquilo que o seu treinador certamente pretende que ela faça dentro de campo.
O inicio de jogo revelou que estamos em inicio de época, com as duas equipas ainda à procura da sua melhor forma. Ambos os conjuntos procuravam jogar em transições rápidas, tentando explorar a velocidade dos seus bases, mas as decisões quase sempre não eram as melhores. Os turnovers iam sucedendo-se, isto apesar do empenho e a intensidade defensiva estar bem presente na forma de actuar das duas equipas.Na parte final do 1º período, e fruto dessa mesma intensidade defensiva, os madeirenses conseguiram uma pequena vantagem de 4 pontos (15-11), a que os portistas responderam com um parcial de 9-0.O segundo período não melhorou muito, sendo notório a falta de assimilação por parte dos jogadores dos respectivos movimentos defensivos, o que fazia com que o jogo não fosse fluido e acima de tudo baixo em produção de pontos. Um triplo de Miranda, sensivelmente a meio do quarto, deu o mote a um período dos dragões onde rapidamente conseguiram uma vantagem de 10 pontos (31-21). O CAB continuava a falhar demasiados tiros de curta distância e só da linha de lance livre conseguia fazer pontos, de modo a evitar que a diferença pontual aumentasse, sendo de 11 pontos (35-24) no final da 1ª parte.Na segunda parte surgiu um CAB para melhor, como consequência do aumento da sua eficácia do tiro de longa distância, chegando a reduzir para sete a diferença que separava as duas equipas (37-44).Nada que perturbasse o FC Porto, a demonstrar a sua maturidade, a privilegiar nesta fase do encontro o seu jogo interior, quer por passe como drible, onde conseguia vantagens para fazer pontos. Nos minutos finais do quarto, o contra-ataque passou a ser a principal arma ofensiva dos actuais campeões nacionais, que não desperdiçaram oportunidades de cesto fácil para repor a diferença pontual na casa das dezenas (55-44).Mas o melhor tinha ficado guardado para os minutos iniciais do decisivo período. As equipas aproximaram-me mais do seu real valor, sempre com os azuis e brancos a responder aos cestos conseguidos pelos madeirenses, impedindo que o adversário se entusiasmasse na disputa do resultado. Quando a equipa de Moncho López fez o 65-49 o jogo ficou praticamente decidido, já que daí até final foi só gerir a vantagem conquistada e o inconformismo da batalhadora equipa do CAB (76-62).Ao nível individual, destaque, no FC Porto, para a exibição do MVP Miguel Miranda (16 pontos, 10 ressaltos, 3 assistências e 1 roubo de bola), bem secundado por Greg Stempin (20 pontos, 13 ressaltos e 2 assistências).No CAB, Jaime Silva (15 pontos, 5 ressaltos e 1 roubo de bola) e Shawn Jackson (11 pontos, 5 ressaltos, 1 assistência e 3 roubos de bola) foram os mais inconformados.
Arranca a época da Proliga
Uma prova em que a forma de disputa é em tudo igual à da Liga, com as 12 equipas a serem divididas em quatro grupos, de acordo com a sua localização geográfica. A primeira jornada disputa-se já esta sexta-feira, de onde sairão os respectivos vencedores dos grupos desta 1ª fase, a que se seguirá uma final-four para apurar quem sucede ao AngraBasket na conquista do troféu.
No Grupo Norte, Maia Basket, Guifões Sport Clube e CD Póvoa/Vierominho prometem muito equilíbrio, até pela tradicional rivalidade que existe entre os clubes. Na última temporada a equipa poveira esteve uns furos acima das demais, mas falta perceber como a equipa reagirá à perda de jogadores fundamentais. Maia e Guifões, naturalmente vão tentar realizar uma época mais tranquila e sem os sobressaltos da época passada.O Grupo Centro Norte está cheio de curiosidades e desperta a atenção daqueles que acompanham a competição da Proliga. Ao Aliança Sangalhos, um dos conjuntos sempre mais complicados de defrontar, junta-se o Illiabum, que nas épocas mais recentes competiu na Liga, e a Oliveirense, clube com tradição na modalidade e que dá sinais de querer voltar ao convívio com as melhores equipas da modalidade.Física de Torres Vedras, Eléctrico FC e Gaeirense/OralMED constituem o Grupo Centro Sul. Se os dois primeiros discutem, por tradição, as provas em que participam e têm objectivos sempre mais ambiciosos, já a equipa de Óbidos, depois de na época transacta ter garantido a subida, vai ter o seu primeiro teste de fogo no novo campeonato.No Grupo mais a Sul os jogos prometem e despertam muita curiosidade. Depois da brilhante época regular realizada o ano passado pelos açorianos do AngraBasket, será que os insulares serão capazes de manter a qualidade demonstrada? O conjunto do Barreiro, o Galitos FC, até pela área geográfica onde está inserido, tem sempre bons praticantes nos seus planteis e forma sempre equipas competitivas com capacidade para disputar todos os jogos. Já o Algés sofreu muitas alterações, a começar pelo seu treinador, e reforçou-se com alguns jogadores com muitos jogos de Liga nas pernas. 1ª jornada do Troféu António Pratas/ProligaSexta-feira, dia 7 de OutubroGrupo Norte21.30 horas – Guifões x Maia BasketGrupo Centro Norte21.30 horas – Aliança Sangalhos x IlliabumGrupo Centro Sul21 horas – Gaierense/OralMED x Eléctrico FCGrupo Sul21.30 horas – Galitos x Algés
Joana Lopes: «Estar em todos os pontos altos»
Joana Lopes diz que a equipa não está ainda a 100 por cento, como de resto seria de esperar nesta fase da época, mas a jogadora afiança que o grupo está a postos para o arranque. A ideia passa por estar em todos os pontos altos e o primeiro já foi atingido com total sucesso.
Se considerarmos que a Taça Vítor Hugo serve para avaliar o estado de forma em que as equipas se encontram, pode-se dizer que o Vagos está preparado para começar o Campeonato? Ainda não estamos a 100%, até porque o inicio de época é sempre mais complicado. Mas acho que estamos preparadas para fazer um bom arranque de campeonato.Este terceiro triunfo consecutivo é reflexo de como o clube encara todas as competições?Sim, sem dúvida. O clube, incluindo atletas obviamente, delineou objectivos para a época: estar em todos os pontos altos de todas as competições. Foi conseguido nesta e agora é trabalhar para o próximo.Poucas mudanças no grupo de trabalho mas que se traduzem em valores acrescidos para a equipa?Sim, a mudança de estrangeira interior foi boa. A Flávia é uma jogadora com muita qualidade, que nos vai ajudar muito na luta das tabelas, as 3 jovens que vieram, apesar de não terem experiência na Liga Feminina, são uma mais-valia, porque são jogadoras com muita qualidade. No fundo temos uma equipa equilibrada, com jovens e mais velhas, uma equipa trabalhadora e alegre.Relativamente a este Campeonato, e daquilo que teve oportunidade de observar, como acha que irá decorrer?Acho que vai ser um bom campeonato, todas a equipas procuram reforçar-se ao máximo, acho que vamos ter uma boa época competitiva, para mim com 4 equipas a lutarem pelo título (Vagos, Algés, CAB e Quinta Dos Lombos), não tirando o valor ao resto claro.Considera que esta temporada vai confirmar o aparecimento de novos valores, mesmo na sua equipa, para o basquetebol feminino português?Acho que cada vez mais na Liga Feminina aparecem jogadores jovens a jogar com muita qualidade, é fantástico para o basquetebol, elas são o futuro, e é nelas que temos que acreditar. Em relação á minha equipa formada por muitas jovens todas elas com um enorme potencial, têm é que acreditar que podem jogar e dar cartas no basquete português.
AD Vagos perde em Vigo
A equipa portuguesa, prestes a iniciar o campeonato (sábado frente ao Académico, pelas 15h30 em Vagos), voltou a colocar muitos problemas ao conjunto de Vigo, especialmente na primeira parte ao regressar às cabines com uma vantagem de 9 pontos. Na segunda parte tudo mudou e o Celta deu a volta ao marcador através de uma defesa muito pressionante, obrigando as jogadoras da AD Vagos na posse de bola a arriscarem nos passes, e colocando mais intensidade na luta das tabelas. Apesar do conjunto de Nuno Ferreira estar no bom caminho (ganhou a Taça Vitor Hugo no passado fim de semana), terá de se superar nas provas europeias, pois mais uma vez “morreram na praia” face a uma equipa da europa. No entanto, foi um bom jogo de pré-temporada que o treinador saberá aproveitar para aumentar os índices competitivos para os desafios que se avizinham. Destaque para Flávia Santos, com 15 pontos, que voltou a ser a melhor marcadora da equipa, bem secundada por Inês Faustino (9 pontos).Parciais de: 11-17, 8-11, 17-13 e 21-12.
Daniel Monteiro: «Nunca viramos a cara à luta»
De qualquer forma, o jogador continua a viver intensamente todos os momentos da equipa e acredita que os açorianos vão conseguir levar a melhor diante do Benfica já no próximo sábado, nas meias-finais do Troféu António Pratas.
Esta foi a primeira lesão grave da sua carreira?Já tive algumas lesões, nomeadamente nas mãos, mas esta é a primeira com um tempo de paragem superior a 2 meses. Como está a correr o seu processo de recuperação?Ainda não decorreu a cirurgia, que está agendada para dia 12 de Outubro. Só depois é que posso começar a recuperação, neste momento só estou a tentar não perder massa muscular. Tem-se mantido junto da equipa e acompanhado os trabalhos de campo?Neste momento é complicado, pois tive de viajar para Lisboa para poder ser acompanhado pelo Dr. Pereira de Castro, por isso só vou usando o telefone e a internet para me manter junto dos meus colegas. Espero no sábado por ir ver o jogo ao vivo, caso não seja possível terei que o acompanhar na TV. Encontra soluções no grupo de trabalho para preencher a sua ausência?Sem dúvida. Os meus colegas vão mostrar que estão lá para dar consistência à equipa. Temos jogadores mais do que capazes de rentabilizar as posições de base e segundo base, como o Ricky Franklin, o Augusto Sobrinho e o Miguel Freitas. Esta presença na final four significa que o Lusitânia está preparado para competir este ano na Liga?O Lusitânia tem vindo a crescer como equipa e clube nos últimos 3 anos. Não esperem nada menos que um Lusitânia muito competitivo este ano, pronto para discutir o resultado com todas as equipas. Podemos perder jogos, mas nunca viramos a cara à luta. Onde reside o talento desta equipa do Lusitânia?O treinador Nuno Barroso criou uma dinâmica onde cada jogador tem papeis definidos e responsabilidades apuradas para o alcance dos objectivos. E o objectivo é sempre a performance da equipa. Todos têm de contribuir para um propósito único que é o sucesso colectivo. Por isso o ponto forte do Lusitânia este ano é a sua força colectiva. Acredita que é possível vencerem o Benfica nesta meia-final do Troféu António Pratas?No desporto tudo é possível. O Benfica reforçou-se muito e vem com um super plantel para esta temporada. Sabemos que é sempre favorito contra o Lusitânia, mas o ano passado em 3 confrontos conseguimos ganhar 1, curiosamente no troféu António Pratas. Esperemos que este ano consigamos não só repetir a façanha como melhorar. O que lhe pareceu o Benfica desta temporada?Ainda só consegui observar um jogo do Benfica este ano, o que ainda é pouco para tirar ilações, mas olhando para o staff técnico e jogadores que compõem o plantel facilmente posso dizer que estarão mais fortes e consistentes que a época passada. Isso, aliado ao facto de não se encontrarem em provas europeias esta época, vairoporcionar um Benfica decidido a ganhar todos os jogos em que participa. Acha que ainda poderá ajudar o clube na presente temporada?Vou sempre tentar ajudar o clube em tudo o que me for possível. Seja em campo quando recuperar, seja fora de campo com os meus colegas ou com os meus treinadores. Observação, estatística, scouting, treino ou simplesmente estando presente, estarei sempre com o clube a tempo inteiro. Para mais, e tal como o ano passado estou também envolvido em recuperar o clube nos seus escalões de formação que infelizmente se extinguiram há uns anos atrás. Temos trabalhado bastante para que os escalões de formação voltem a ser motivo de orgulho.
Filipe sofre lesão
Um exame que irá ser feito mais próximo da data do jogo, irá ditar a utilização do atleta na jornada inaugural da Liga francesa.
Obviamente triste pelo sucedido, Filipe da Silva demonstrava grande ansiedade relativamente à sua possível utilização na primeira jornada do campeonato francês. “Não sei se vou jogar o primeiro jogo do campeonato. Contraí uma pequena rotura muscular no treino da passada quinta feira e foi-me diagnosticada uma paragem entre 8 e 10 dias.” Mesmo assim o base português ainda tem esperanças de ser utilizado no jogo desta sexta-feira. Só no dia anterior ao jogo, Filipe ficará a saber se vai estrear-se na Pro A. “Pode ser que esteja recuperado para sexta-feira. Tenho de fazer um teste na quinta-feira, véspera do jogo, para depois se decidir se posso jogar.”
Escola de Basket João Figueiredo
Este conceituado basquetebolista, que já passou pelos maiores clubes portugueses da liga masculina e pela seleção nacional, inicia agora um projeto de formação com a AD Vagos.
Era grande a ansiedade para ver como seria o arranque das escolinhas da AD Vagos para a época 2011-2012 e pode dizer-se que o João Figueiredo e sua equipa não deixaram os créditos por mãos alheias. Foram 40 as crianças até aos Sub 12 que se apresentaram ao primeiro treino no passado dia 1 de Outubro. João Figueiredo desempenha funções de coordenador dos escalões de formação até aos cadetes e assume o papel de treinador principal dos mais petizes (sub 8, 10 e 12) e dos iniciados masculinos.
Noticias da Federação (Custom)
“Foi um jogo muito competitivo e o benfica levou a melhor”
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